Sex Education: Netflix revela primeiras fotos e data da 3ª temporada
A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia da 3ª temporada de “Sex Education”. Os novos episódios vão chegar em streaming em 17 de setembro, após um hiato de 20 meses por conta da pandemia de coronavírus. Mas a passagem do tempo não será computada na trama, como demonstram as imagens que mostram o elenco jovem em uniforme escolar, seguindo seu cotidiano no Ensino Médio. Os uniformes são uma novidade da trama, uma exigência da nova diretora de Moordale, personagem da recém-chegada Jemima Kirke (de “Girls”), que planeja resgatar os dias de glória da escola. Logicamente, isso deve render nova fonte de conflitos com Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, que transforma todo o constrangimento causado por sua mãe (Gillian Anderson, de “Arquivo X”), uma terapeuta sexual, num plano para se tornar popular e ainda ganhar dinheiro de seus colegas. Coagido pela bad girl da turma (Emma Mackey) e apoiado por seu melhor amigo gay assumido (Ncuti Gatwa), ele decide abrir uma consultoria sexual para adolescentes inexperientes. Além de Jemima Kirke, a 3ª temporada contará com mais três reforços em seu elenco: Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário de Moordale, que imediatamente entra em conflito com a visão da nova diretora para a escola. Cadê esse dia 16+1 de setembro que não chega logo pra estreia da 3ª temporada de Sex Education? Parece que Moordale tá diferente 👀 pic.twitter.com/iGJO26puBM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 24, 2021 In case you Sex Ed fans are still hungry for more, here are some behind the scenes pictures taken on set of S3! 📷 by Tanya Lou Reynolds (aka Lily) pic.twitter.com/zZoAmu5mlR — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) June 24, 2021 pic.twitter.com/uxCjecIXaA — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) June 24, 2021
Megan Boone se despede de “The Blacklist”
A atriz Megan Boone saiu da série “The Blacklist” no episódio exibido na noite de quarta-feira (23/6), que marcou o final da 8ª temporada da atração nos Estados Unidos. Após o público conhecer o destino de Elizabeth Keen, personagem que a atriz interpretava desde o piloto, ela foi ao Instagram refletir sua experiência e se despedir da produção. “Esses oito anos interpretando Liz Keen me ajudaram a definir melhor o mundo e a mim mesmo, conforme ela se propunha a fazer o mesmo. Liz buscou laços familiares incorruptíveis e colidiu com forças poderosas para revelar as fronteiras onde um mundo cruel e indiferente terminava e ela começava”, escreveu a atriz. “Conforme sua história termina, sou grata, acima de tudo, pelas pessoas com quem compartilhei esse tempo: meus colegas de elenco presentes e do passado, nossa incrível equipe que trabalhou incansavelmente todos os dias e aqueles de vocês que entretemos”, continuou. “Os sonhos dentro desta pequena vida são as memórias que ainda tenho das estrelas convidadas passando, mesmo que brevemente – de seus rostos, suas vozes, suas idiossincrasias e talentos. Tem havido uma abundância tão surpreendente de vocês nos meus mais de 150 episódios que, ironicamente, eu não poderia listar todos aqui, mas … Que lista. Que sonho. Obrigado a todos”, completou. Com a saída de Megan Boone, “The Blacklist” passa a ter apenas três atores que integravam seu elenco original: James Spader, Diego Klattenhoff e Harry Lennix. A série está renovada para a 9ª temporada, mas o mistério da relação entre Red e Liz, que manteve muitos fãs sintonizados na série, foi desperdiçado com o destino da protagonista. Na trama, James Spader interpreta Raymond “Red” Reddington, um dos fugitivos mais procurados do mundo, que se entrega sem nenhuma explicação. Ele revela que fez uma lista com os piores criminosos do mundo – incluindo alguns que o FBI desconhece – e ajudará as autoridades a pegar todos, com a condição de que a recruta novata Elizabeth Keen se torne sua parceira de trabalho. Muitos apostavam que Elizabeth seria sua filha perdida, mas embora os produtores tenham brincado com a ideia, o final decepcionante de Keen faz com que a solução para o mistério ficasse sem resposta. De todo modo, vale lembrar que Elizabeth Keen já morreu na série antes, apenas para voltar de forma triunfal, numa das muitas reviravoltas mirabolantes da trama. Fora da série, a carreira de Megan Boone segue de vento em popa. Após sair de “The Blacklist”, ela fechou um contrato com a Sony para estrelar e desenvolver novas produções televisivas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Megan Boone (@msmeganboone)
His Dark Materials: Gravações da última temporada já começaram
A atriz Dafne Keen divulgou em seu Instagram que as gravações da terceira e última temporada de “His Dark Materials” estão a todo vapor. Ela postou uma foto do set, ao lado de Amir Wilson, segurando uma claquete que traz a data de 24 de maio, sugerindo que as gravações tiveram início há um mês. O início da produção também foi confirmado oficialmente via comunicado da BBC e da HBO, que anunciou os novos nomes do elenco. Os oito episódios finais estão sendo gravados no País de Gales e na Inglaterra e adaptarão na história de “A Luneta Âmbar” (2000), último livro da saga, que conclui as aventuras da menina Lyra Belacqua por universos paralelos, numa guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. Com isso, a produção conclui a adaptação completa da trilogia literária do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, e seu ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começou a se entrelaçar com o de Lyra na 2ª temporada. Os próximos episódios também devem trazer de volta James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), que teve sua participação cortada devido à pandemia de coronavírus, após uma 2ª temporada menor que o previsto. Já as novidades incluem Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), Jamie Ward (“Tyrant”), Kobna Holdbrook-Smith (“Liga da Justiça de Zack Snyder”), Simon Harrison (“Terra de Ninguém”) e Chipo Chung (“Into the Badlands”). Ainda não há previsão para a estreia dos capítulos finais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dafne Keen (@dafnekeen)
Ted Lasso: 2ª temporada do sucesso da Apple ganha novo trailer
A Apple TV+ divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Ted Lasso”, em que Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”) usa as comédias românticas de Tom Hanks e Meg Ryan como exemplo motivacional de futebol. A atração se consagrou na última temporada de premiações com três troféus do Critics Choice, dois WGA Awards (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) e o SAG Award (do Sindicato dos Atores) para Sudeikis. Embora a Apple, assim como outros streamers, não divulgue dados de audiência, “Ted Lasso” é classificado como o programa mais assistido da plataforma nos EUA, Reino Unido, Austrália, Alemanha, México, França e Canadá, entre outros territórios, com a grande maioria dos espectadores acompanhando todos os episódios disponíveis. Segundo a Apple, a série foi responsável por atrair 25% novos assinantes ao serviço após seu lançamento em 14 de agosto do ano passado. Co-criado, co-escrito e co-produzido por Sudeikis e Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”), o programa gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. O mais curioso em relação à “Ted Lasso” é que o personagem e toda sua premissa já existia antes de virar série, tendo sido concebido em 2013 para comerciais do canal pago NBC Sports. A produção da Apple pegou a piada dos comerciais estrelados por Sudeikis e a estendeu para episódios e temporadas completas. A série retorna em 23 de julho e, graças à consagração, já se encontra renovada para a 3ª temporada.
Trailer de “Star Trek: Picard” revela volta de Q e crise temporal
A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Picard”, que destaca o retorno de um vilão clássico da série “Star Trek: A Nova Geração” e a transformação de Seven of Nine em humana. A arte e o tema explorado nas narrações do vídeo aludem a uma crise temporal, com direito a linhas temporais alternativas. A principal novidade é a volta de John de Lancie ao papel do enigmático Q. Vilão do primeiríssimo episódio da “Nova Geração”, de 1987, ele voltou a cruzar o caminho do Capitão Jean-Luc Picard (interpretado por Patrick Stewart) mais sete vezes na série clássica, incluindo no último capítulo da atração, exibido em 1994. E nesse processo sua relação com Picard mudou muito. Ele agora reaparece saudoso e chamando o antigo antagonista de amigo. Outro integrante da “Nova Geração” confirmado nos novos episódios é LeVar Burton que retomará o papel de Geordi La Forge. Mas ele não aparece na prévia. Quem aparece são vários integrantes da temporada original, como os personagens de Isa Briones (Soji), Alison Pill (Dra. Jurati), Santiago Cabrera (Capitão Rios), Evan Evagora (Elnor), Michelle Hurd (Raffi), Orla Brady (Laris) e, claro, Jheri Ryan (Seven of Nine). A 2ª temporada vai estrear em 2022, em dia ainda não divulgado. “Star Trek: Picard” é disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video.
Teaser de “Sintonia” revela estreia da cantora Fanieh na 2ª temporada
A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Sintonia”, que mostra detalhes dos bastidores das gravações com o reencontro de Jottapê, Bruna Mascarenha e Christian Malheiros, intérpretes dos protagonistas da série. O vídeo também assinala o final das gravações e a entrada da cantora Fanieh no elenco. Ela vai interpretar a funkeira fictícia MC Luzi. A primeira série criada por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, teve seu lançamento atrasado devido às dificuldades da pandemia. Gravada em Jaraguá, bairro de São Paulo, com todos os protocolos de segurança, a 2ª temporada terá até um show de funk em que o espaço do público foi preenchido com truques de câmera e efeitos visuais. Não há previsão para a estreia dos novos episódios, que devem ser disponibilizados em streaming ainda neste ano.
Jane Levy critica canal da Universal por privilegiar séries de “crime e armas”
A atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”) reclamou da rede NBC após o cancelamento da série “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” (Zoey’s Extraordinary Playlist), ao final de sua 2ª temporada. Estrela da atração, Levy taxou a decisão de “movimento errado” da emissora, acrescentando que uma série “sobre o amor” era muito necessário em um canal que agora passa a ter só “crime e armas” em sua programação. “Sinto muito, mas tenho que dizer o seguinte: ver a nova programação da NBC é como imaginar que “ok, poderíamos assistir apenas a muitos programas sobre crime e armas’”, disse Levy ao site da revista Vanity Fair. “Nossa série é sobre amor. É uma pena tirar isso do ar. Eu sinto que é o movimento errado.” Na série, a personagem Zoey (Levy) é uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que esses pensamentos se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. A produção tinha uma média de 1,8 milhão de telespectadores ao vivo, mas aumentava seu público nas plataformas digitais – atingindo até 3,6 milhões – e era bem cotada, com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por isso, havia a expectativa de uma mudança da atração para o serviço de streaming Peacock, do mesmo conglomerado, o que acabou não acontecendo. A própria Levy contou que todos do elenco acreditavam nessa possibilidade. “Quando terminamos [de gravar] a 2ª temporada, coloquei todas as minhas coisas no armazenamento no Canadá [onde o programa é gravado]”, disse ela. “Eu estava tipo, ‘É claro que vamos voltar’… Na sexta-feira passada, parecia que havia um sinal verde. E então na manhã de segunda-feira foi um sinal vermelho”. O mesmo sentimento foi compartilhado pelo showrunner Austin Winsberg, que tuitou na quarta-feira passada que se recusava “a acreditar que o programa estava morto”. Winsberg chegou a dizer que a série poderia ser levada para outra plataforma. “Podemos ter uma chance real em outro lugar”, escreveu ele. A Lionsgate Television, que co-produziu a atração com a Universal Television, anunciou na semana passada que estava buscando outra casa para a série fora da NBCUniversal. No Brasil, a 1ª temporada foi disponibilizada pela Globoplay.
Cruel Summer é renovada para 2ª temporada
O Freeform renovou a série “Cruel Summer” para a sua 2ª temporada. Uma das atrações adolescentes norte-americanas mais elogiadas de 2021, a série encerra seu primeiro ano de produção nesta terça (15/6) como uma das maiores audiências do canal pago americano, e já foi adquirida pela Amazon para lançamento internacional. Com 90% de aprovação computada no site Rotten Tomatoes, “Cruel Summer” vai chegar no Brasil em 6 de agosto pela Amazon Prime Video. A atração, que conta com a atriz Jessica Biel (“The Sinner”) entre seus produtores executivos, transcorre durante verões diferentes – de 1993 a 1995 – em uma pequena cidade do Texas e aborda o desaparecimento misterioso de uma adolescente bonita e popular, ao mesmo tempo em que a garota estranha do colégio se torna a mais popular. O detalhe é que essa recente popularidade dura só dois verões. Em 1995, ela vira a pessoa mais odiada de todo o país. Criada por Bert V. Royal (“Caminho da Recuperação”) e com produção do estúdio canadense eOne (Entertainment One), a série é estrelada por Olivia Holt (A Adaga de “Manto e Adaga”) como a garota popular e Chiara Aurelia (“Tell Me Your Secrets”) como a estranha. Cada episódio é contado a partir do ponto de vista de uma das duas garotas, e utiliza as mudanças de perspectivas para testar a formação de opinião dos espectadores, conforme mais informações são reveladas.
Megan Boone deixa “The Blacklist” no final da temporada
A série “The Blacklist” sofreu sua principal baixa no elenco desde seu lançamento. A atriz Megan Boone, co-protagonista da atração ao lado de James Spader, não voltará para a anunciada 9ª temporada. Segundo informações da imprensa americana, a saída da atriz já estava definida antes das negociações para a produção do nono ano, que estreia em novembro. Com isso, os roteiristas tiveram a oportunidade de dar à Elizabeth Keen, sua personagem, um desfecho na trama. Ela deixa a série no final da 8ª temporada, que vai ao ar em 23 de junho nos Estados Unidos. Com a sua saída, a série passa a ter apenas três atores que integravam seu elenco original: James Spader, Diego Klattenhoff e Harry Lennix. Graças aos altos índices de audiência nas suas primeiras temporadas, “The Blacklist” se tornou uma das séries mais estáveis da rede norte-americana NBC. Mas as inúmeras renovações fizeram sua trama se estender para além de qualquer lógica narrativa, levando à saídas traumáticas de vários personagens da história, muitas delas devido ao descontentamento de seus intérpretes com os rumos da trama. Na série, James Spader interpreta Raymond, um dos fugitivos mais procurados do mundo, que se entrega sem nenhuma explicação. Ele revela que fez uma lista com os piores criminosos do mundo – incluindo alguns que o FBI desconhece – e ajudará as autoridades a pegar todos, com a condição de que a recruta novata Elizabeth Keen se torne sua parceira de trabalho. Muitos apostavam que Elizabeth seria sua filha perdida, mas embora os produtores tenham brincado com a ideia, a solução para o mistério incluiu muitas reviravoltas e foi considerada decepcionante. Criada por Jon Bokenkamp, em associação com a Sony Television, “The Blacklist” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN e disponibilizada em streaming pela Netflix.
DC vetou sexo oral de Batman em série da Arlequina
A série animada da “Arlequina” foi produzida para o público adulto. Mas se isso permitiu muito violência, não liberou sexo. O co-criador do desenho, Justin Halpern, afirmou que executivos da DC vetaram uma cena de sexo oral entre Batman e Mulher-Gato, “recomendando” que ela fosse removida da vindoura 3ª temporada da animação. Em entrevista para a revista Variety, Halpern contou que censura foi uma exigência de marketing, “pois, segundo a DC, seria difícil vender um boneco do Batman quando ele aparece na televisão fazendo sexo oral na Mulher-Gato”, contou Halpern. “Eles me disseram ‘você absolutamente não pode fazer isso, já que heróis não fazem isso’”. Apesar disso, Halpern disse que não teve mais problemas e pôde criar uma animação divertida, que dá mais foco aos vilões, e não aos heróis da DC. “Isso permite que a série faça coisas diferentes com os personagens, coisas que os heróis simplesmente não podem fazer”. Aparentemente, isso inclui sexo oral. Lançada com o nome em inglês da Arlequina, “Harley Quinn”, a animação destaca a dublagem de Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) no papel-título e Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa (Poison Ivy). As duas chegam a se beijar na 2ª temporada. Outros personagens incluem o Coringa e o Carro de Barro, ambos dublados por Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), o Charada com a voz de Jim Rash (“Community”), o Pinguim de Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) e o Batman de Diedrich Bader (“Veep”). Violento e engraçado, o desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, responsável pela criação da Arlequina, mas dos produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Inéditas no Brasil, as duas primeiras temporadas vão chegar por aqui no lançamento da plataforma HBO Max, marcado para o dia 29 de junho.
Rick and Morty: 5ª temporada terá estreia simultânea no Brasil
O canal pago Warner anunciou que fará a estreia da 5ª temporada de “Rick and Morty” no mesmo dia de seu lançamento nos EUA. O primeiro episódio será exibido em 20 de junho na faixa da meia-noite do canal. Outro detalhe é que, depois da estreia, a temporada completa será disponibilizada na HBO Max. A plataforma chega ao Brasil nove dias depois, no dia 29 de junho. A série é uma criação de Dan Harmon (“Community”) e Justin Roiland (“Solar Opposites”), e acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, com grande impacto na realidade de sua família – e também na cultura pop. Mega-influente, “Rick and Morty” é responsável pelo boom atual de novos desenhos adultos de temática sci-fi, que incluem “Midnight Gospel”, “Solar Opposites” e vários outros projetos em desenvolvimento. Para dar noção de como a produção é apreciada, “Rick and Morty” recebeu uma encomenda de mais 70 episódios em 2018, e desde então só 20 foram produzidos, já contando com os 10 da 5ª temporada. Veja abaixo o trailer dos novos capítulos.
Virgin River: Trailer da 3ª temporada revela destino de Jack
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Virgin River”, que nem faz suspense para revelar que o cliffhanger (gancho) do final da temporada passada não era tão desesperador quanto transpareceu. Jack se recupera rapidamente após o atentado à bala, apenas para sofrer outra vez por amor… mesmo sendo correspondido. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge, ex-“American Horror Story”), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela se adapta ao novo lar e se reconcilia consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson, ex-“Grey’s Anatomy”). Mas como essa novela tem que durar várias temporadas, esse amor é marcado por inevitáveis idas e vindas. Os novos episódios chegam ao streaming no dia 9 de julho, apenas oito meses após o lançamento do segundo ano da produção.
Última temporada de “Lucifer” terá estrutura inédita
A última temporada de “Lucifer” será bem diferente das anteriores. Em entrevista ao site LCL Reviews, o produtor-executivo Chris Rafferty revelou que o final da 5ª temporada, que deveria encerrar a atração, implodiu a forma habitual de contar as histórias. O produtor admitiu que a decisão de encerrar a carreira de Chloe (Lauren German) como detetive foi tomada antes da Netflix mudar de ideia sobre o cancelamento da série e renová-la para o sexto ano, o que forçou os roteiristas a serem mais criativos. Por conta disso, com o personagem-título vivido por Tom Ellis no comando do Céu e Chloe aposentada da polícia, a série não retomará sua estrutura procedimental, até então ligada aos “casos da semana”. “Nossos ‘casos’ serão mais pessoais do que nunca, permitindo que nos aproximemos ainda mais dos nossos protagonistas à medida que chegamos ao final”, ele apontou. Adiantando um pouco do que os fãs podem esperar da última temporada, o produtor disse que “Lúcifer vai entender a si mesmo como nunca, Chloe vai encarar o passado dos dois e o arco de Dan [Kevin Alejandro] ainda não acabou. Você vai ver menos coisas policiais e mais coisas doidas, que nunca achei que faríamos na série”. Kevin Alejandro já tinha adiantado para a imprensa que, apesar da morte de Dan, ele voltaria na 6ª temporada. Rafferty garantiu que o foco dos últimos capítulos será dar a cada personagem “o final digno que eles merecem”. Ainda não há previsão para a estreia da 6ª temporada, que será dividida em duas partes, mas todos os episódios já foram gravados.











