Chadwick Boseman não será substituído em Pantera Negra 2
Em meio ao jorro de notícias do Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, fez uma pausa para homenagear o ator Chadwick Boseman, falecido em agosto de câncer de cólon, aos 43 anos. O executivo repercutiu a tremenda perda que representou a morte de Chadwick Boseman e também confirmou que o papel de T’Challa não será interpretado por outro ator nem reformulado em filmes futuros, incluindo “Pantera Negra 2”. Este lançamento, por sinal, foi oficializado nos cinemas em 8 de julho de 2022, com roteiro e direção de Ryan Coogler, responsável pelo primeiro longa. Feige não revelou como vai contornar a ausência do herói, mas anunciou que a continuação irá explorar o mundo de Wakanda e os ricos personagens apresentados no primeiro filme.
Série da Mulher-Hulk terá Tatiana Maslany e Mark Ruffalo
Depois de negar que viveria a Mulher-Hulk na série da Disney+ (Disney Plus), a atriz Tatiana Maslany, estrela de “Orphan Black”, foi confirmada no papel por Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, durante o Dia do Investidor da Disney na noite de quinta-feira (10/12). Além disso, Feige oficializou a participação de Mark Ruffalo, que repetirá seu papel de Hulk do cinema. Vale lembrar que quando vazou a negociação entre Maslani e a Marvel, Ruffalo veio a público parabenizar a atriz. A série da Mulher-Hulk (She-Hulk, em inglês) vai acompanhar a advogada Jennifer Walters, advogada e prima de Bruce Banner (o Hulk), que nos quadrinhos se transforma numa versão feminina do herói ao receber uma transfusão de sangue de seu parente mais famoso. Ela foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores como o primo. Mas diferente de Banner, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, porque mantém sua inteligência durante a transformação. A escolha de Maslany para o papel é bastante curiosa, porque a atriz é miúda e magra, o oposto da personagem de grande altura e extremamente musculosa dos quadrinhos. Isto significa que a produção vai transformá-la por meio de efeitos visuais, como Ruffalo ao virar o Hulk nos filmes dos Vingadores. A série está sendo desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e contará com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me), “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “The Mick”.
Confirmado: Capitã Marvel vai se encontrar com Ms. Marvel no cinema
Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, aproveitou o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), para oficializar a produção de “Capitã Marvel 2”. O filme voltará a trazer Brie Larson no papel de Carol Danvers, a Capitã Marvel. E teve novidades anunciadas. A atriz Iman Vellani, que fará sua estreia como Kamala Khan, a Ms. Marvel na série da Disney+ (Disney Plus) de mesmo nome, foi confirmada na produção junto com Teyonah Parris, que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau – personagem apresentada ainda criança no primeiro filme da Capitã Marvel, passado nos anos 1990. Teyonah também virá de uma série da Disney+ (Disney Plus). Ela está sendo introduzida como Monica Rambeau em “WandaVision”, que estreia em janeiro em streaming. Para completar, o filme será dirigido por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”) e tem estreia prevista para 11 de novembro de 2022.
Marvel anuncia novo filme do Quarteto Fantástico
Entre os muitos anúncios da noite de quinta (10/12), que transformaram o chamado Dia do Investidor da Disney numa verdadeira Comic-Con, o produtor Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, revelou que prepara a volta de uma das famílias mais icônicas dos quadrinhos com o lançamento do primeiro filme do Quarteto Fantástico no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Curiosamente, o responsável pela terceira versão dos personagens, que já tiveram três filmes na 20th Century Fox, será o mesmo diretor que acertou o tom da terceira versão do Homem-Aranha, Jon Watts – de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A produção marcará o ingresso de Reed Richards (Senhor Fantástico), Sue Storm (Mulher Invisível), Johnny Storm (Tocha Humana) e Ben Grimm (O Coisa) no mesmo universo dos Vingadores. Apesar de ainda estar em fase de desenvolvimento inicial, o filme já tem logotipo. Confira abaixo a arte divulgada no evento midiático da Disney.
Marvel anuncia novas séries com Don Cheadle e Samuel L. Jackson
A Marvel anunciou na noite de quinta (10/12), Dia do Investidor da Disney, três novas séries em desenvolvimento para o streaming, duas delas ligadas ao Homem de Ferro e outra à SHIELD. Reveladas por Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, as novas séries são “Ironheart”, “Armor Wars” e “Secret Invasion”. “Ironheart” é baseada nos quadrinhos de Coração de Ferro e destaca Dominique Thorne (“Se a Rua Beale Falasse”) como a inventora genial Riri Williams, que cria a armadura mais avançada desde a invenção do Homem de Ferro por Tony Stark. Personagem recente, ela foi criada pelo roteirista Brian Michael Bendis e o artista brasileiro Mike Deodato em 2015, como possível substituta do Homem de Ferro – que não morreu nos quadrinhos. “Armor Wars” vai trazer Don Cheadle de volta ao papel do herói Máquina de Combate numa trama clássica da Marvel, publicada nos anos 1980, que examina o que acontece quando a tecnologia criada por Tony Stark vai parar nas mãos erradas. Por fim, “Secret Invasion” pretende ser um crossover que vai juntar personagens de várias séries, destacando a volta de Samuel L. Jackson como Nick Fury, ao lado de Ben Mendelsohn como Talos. Os dois se encontram (após o filme “Capitã Marvel”) durante a revelação de que alienígenas da raça skrull (a mesma de Talos) têm se infiltrado disfarçados na Terra há muitos anos. A história que inspira a série foi lançada em 2008 e também contou com roteiros de Brian Michael Bendis nos quadrinhos. Vale observar que as três séries novas da Disney+ (Disney Plus) têm atores negros como protagonistas.
Trailer de What If…? traz despedida de Chadwick Boseman como Pantera Negra
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro trailer de “What If…?”, série da Marvel Studios que vai estrear em 2021 na plataforma de streaming. A atração é baseada na linha de quadrinhos conhecida no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. Os quadrinhos de “O Que Aconteceria Se…” foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram como a vida seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série será a primeira animação integrada ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e deve adaptar sua premissa original para realizar uma exploração do multiverso. Como revela a prévia apresentada no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, que parecem se desenrolar em universos paralelos em que eles tiveram destinos completamente diferentes. O vídeo mostra, por exemplo, Peggy Carter como Capitã Bretanha. Além dos desenhos evocaram os intérpretes dos personagens nos filmes do MCU, o detalhe mais interessante dessa produção é que eles são dublados pelos atores que lhes deram vida no cinema. No caso de Peggy, a atriz Hayley Atwell (“Agente Carter”). Além dela, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu), Chris Sullivan (Taserface) e até o falecido Chadwick Boseman (Pantera Negra), em sua última participação no MCU. Para completar, a série ainda introduzirá um personagem inédito, o Vigia, dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. A conferir. A previsão de estreia é para 2021.
Vídeo revela primeiras cenas da série da Ms. Marvel
A Disney+ (Disney Plus) divulgou a primeira prévia legendada de “Ms. Marvel”, série da Marvel Studios, que vai estrear em breve na plataforma de streaming. Exibido no Dia do Investidor da Disney, na noite desta quinta (10/12), o vídeo apresenta a personagem, traz detalhes dos quadrinhos, introduz a equipe de criação e apresenta as primeiras cenas já gravadas da série, tudo acompanhado por depoimentos e detalhes de bastidores. Uma das passagens flagra a reação da estreante Iman Vellani, de apenas 18 anos, ao ser escolhida pela Marvel Studios para viver Kamala Khan, mais conhecida como a super-heroína Ms. Marvel. Vellani foi selecionada entre várias candidatas, seguindo um critério de representatividade. O estúdio queria alguém que fosse o mais similar possível à personagem nos quadrinhos, mesmo que isso significasse uma intérprete desconhecida do público. A personagem Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana e chegará às telas como a primeira protagonista muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Além da série, a expectativa, como reforça o vídeo, é que ela também aparece no cinema, já que as novas produções da Marvel para streaming são conectadas aos filmes. Nos quadrinhos, a jovem heroína se inspira na Ms. Marvel original (hoje Capitã Marvel), Carol Danvers, após conseguir seus poderes, o que deve servir de dica para a relação da série com o MCU. O vídeo também segue os quadrinhos ao dar bastante destaque para o personagem de Matt Lintz (o Henry de “The Walking Dead”). Ele vive Bruno Carrelli, que é o único amigo de Kamala que sabe que ela é a Ms. Marvel. A atração está sendo desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali, das séries “Quatro Casamentos e Um Funeral” e “Sex Education”, e contará com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (responsáveis pelo blockbuster “Bad Boys Para Sempre”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois prêmios Oscar de melhor curta documental) e Meera Menon (de “Farah Goes Bang” e que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). A expectativa é que “Ms Marvel” chegue à Disney+ (Disney Plus) ainda em 2021.
Trailer de Falcão e o Soldado Invernal aborda legado do Capitão América
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster oficial e o primeiro trailer de “Falcão e o Soldado Invernal”, série da Marvel Studios que vai estrear em 2021 na plataforma de streaming. Revelada no Dia do Investidor da Disney, na noite desta quinta (10/12), a prévia destaca o legado do Capitão América e o peso simbólico de seu escudo, que foi deixado por Steve Rogers para o Falcão, no final de “Vingadores: Ultimato”. Enquanto os dois protagonistas do título discutem que as pessoas precisam de um símbolo, o vídeo mostra muitas cenas de ação e a aparição uniformizada do Agente Americano, com o traje do Capitão América. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A principal novidade no elenco central fica por conta de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) como John Walker, o Agente Americano (U.S. Agent). A série também ganhou data de estreia: em 19 de março em 2021, com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada das séries “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
WandaVision ganha novo trailer repleto de cenas inéditas
A Disney+ (Disney Plus) lançou um novo pôster e o segundo trailer de “WandaVision”, primeira série da Marvel produzida para a plataforma de streaming. Revelado durante o Dia do Investidor da Disney, na noite desta quinta (10/12), o vídeo mostra apenas cenas inéditas, mergulhando na estética referencial de séries clássicas que tem caracterizado a divulgação da trama, para revelar que a felicidade suburbana do casal Wanda e Visão não passa de ilusão. Disponibilizada em versão legendada e dublada em português, a prévia também mostra, pela primeira vez, cenas de outros personagens, que não se passam em meio ao delírio televisivo do casal. Essas imagens destacam um clima de urgência e tensão. Vale prestar atenção ainda em como as sequências de sitcom em preto e branco remeterem à série clássica “A Feiticeira” – uma referência reforçada pelo fato de Wanda ser conhecida nos quadrinhos como a Feiticeira Escarlate. Estrelada pelos intérpretes dos personagens Wanda e Visão nos filmes dos Vingadores, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, “WandaVision” foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. Além disso, seu elenco também traz de volta Kat Dennings e Randall Park a seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. Primeira série produzida pela Marvel Studios, a empresa cinematográfica da Marvel – as anteriores eram feitas pela Marvel Television – , a atração terá ligação direta com os lançamentos de cinema da empresa, tanto os do passado, como “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, quanto os futuros títulos do estúdio. A estreia está marcada para 15 de janeiro.
Loki é prisioneiro do multiverso no primeiro trailer da série da Marvel
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro trailer de “Loki”, série da Marvel Studios, que vai estrear em 2021 na plataforma de streaming. A prévia parte de uma cena do filme “Vingadores: Ultimato” para revelar o que acontece após o vilão do título roubar o Cubo Cósmico e desaparecer. A sucessão veloz de imagens (seria a Viúva Negra numa cena?) reveladas no Dia do Investidor da Disney, na noite desta quinta (10/12), não dá muitos detalhes da trama, mas sugere que Loki foi aprisionado por uma organização secreta envolvida com o multiverso. Trata-se da TVA, conhecida no Brasil como Autoridade da Variação do Tempo (AVT). Apesar de um pouco obscura, encaixa-se perfeitamente na trama. A agência interdimensional foi projetada para manter os limites entre realidades alternativas, agindo sempre que algo ou alguém ameaça uma linha temporal. É o caso específico de Loki, que muda seu destino ao se apossar do Cubo Cósmico no passado. Além de Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, a prévia destaca um irreconhecível Owen Wilson (“Extraordinário”) e a atriz inglesa Gugu Mbatha-Raw (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”). A atração tem roteiros de Michael Waldron (“Rick e Morty”), direção de Kate Herron (“Sex Education”) e produção de Kevin Feige, o chefão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A estreia está marcada para o começo de 2021 e sua trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.
Volta de Rachel McAdams é confirmada em Doutor Estranho 2
Depois de meses de especulações sobre a volta de Rachel McAdams ao seu papel na franquia de “Doutor Estranho”, o site Deadline cravou que a atriz fechou um acordo para se juntar à continuação, “Doctor Strange in the Multiverse of Madness”. Em abril, chegou a circular a notícia de que ela não participaria do filme, mas todas as agendas foram refeitas por conta da pandemia, o que pode ter permitido mudança de planos. McAdams interpreta a Dra. Christine Palmer, uma cirurgiã e ex-namorada de Stephen Strange (Benedict Cumberbatch), a quem ele recorre em “Doutor Estranho” (2016) quando precisa de “tratamento” após uma batalha contra adversários mágicos. Ela se junta a Cumberbatch, Benedict Wong (Wong), Chiwetel Ejiofor (Mordo) e Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), todos já confirmados na continuação. A direção está a cargo de Sam Raimi (“Homem-Aranha”), que substituiu o diretor do original, Scott Derrickson, após sua saída do projeto por diferenças criativas. O longa tem estreia marcada para março de 2022.
Diretora de Mulher-Maravilha detona Liga da Justiça
A diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, não mediu palavras ao falar da versão de cinema de “Liga da Justiça”, filme refeito por Joss Whedon a pedido do Warner em 2017, e que incluiu a heroína introduzida nas telas alguns meses antes. Ao podcast ReelBlend, Jenkins disse ter descartado o filme “como a maioria dos fãs” e criticou a produção por apresentar uma Mulher-Maravilha muito diferente daquela vista em seu filme. Segundo Jenkins, ela não foi a única diretora dos filmes da DC a achar que “Liga da Justiça” devia ser ignorado ou jogado no lixo. “Eu acho que nós, diretores da DC, descartamos aquele filme como a maioria dos fãs. Eu senti que a visão de ‘Liga da Justiça’ contradizia o meu filme, e também a continuação [‘Mulher-Maravilha 1984’], na qual eu já estava trabalhando na época.” Jenkins ainda comentou que tinha uma boa relação com Zack Snyder, o diretor original de “Liga da Justiça”, com quem compartilhou planos para uma continuidade mais homogênea entre os filmes, por isso ficou ainda mais desapontada pelas mudanças aplicadas pelo estúdio e pelo diretor Joss Whedon, contrariando o que tinha combinado com Snyder. “Quando Zack estava fazendo ‘Liga da Justiça’, ele me disse até onde levaria a Mulher-Maravilha na sua história. Eu nunca quis contradizer os filmes dele, mas, ao mesmo tempo, tenho que fazer os meus próprios, e ele sempre me apoiou nisso. O problema com ‘Liga da Justiça’ é que eles [o estúdio] estavam tentando pegar o filme e transformá-lo em algo que não era. Quando assisti, pensei: ‘Não reconheço metade desses personagens!’.” As críticas de Jenkins reforçam o equívoco da Warner ao desfazer o trabalho de Zack Snyder. Este ano, detalhes dos bastidores da produção de Whedon vieram às tona, acompanhados por acusações de comportamento abusivo contra o diretor e produtores, feitas pelo ator Ray Fisher (o Ciborgue). Ao mesmo tempo, Snyder prepara-se para finalmente lançar a sua versão de “Liga”, recuperando cenas que foram cortadas do original e incluindo outras criadas especialmente para um relançamento online, em forma de minissérie de 4 horas, que chegará à plataforma HBO Max em 2021.
Criador dos Fugitivos da Marvel fará nova série de Buck Rogers
O roteirista Brian K. Vaughan, criador dos quadrinhos de “Fugitivos”, transformado em série da Marvel Television, e “Y: O Último Homem”, cuja adaptação estreia em 2021 no canal pago FX, vai desenvolver uma nova série sobre o herói espacial Buck Rogers. Vaughn já tem bastante experiência televisiva. Ele trabalhou como roteirista em “Lost” e foi o showrunner das duas primeiras temporadas de “Under the Dome”, adaptação do livro de Stephen King que perdeu o rumo após sua saída e foi cancelada ao final do terceiro ano – ficando sem fim. Buck Rogers voltará à TV numa série do estúdio Legendary, sob supervisão de Don Murphy e Susan Montford, sócios da produtora Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). A ideia da Legendary é desenvolver vários produtos simultaneamente, incluindo uma série live-action, uma atração animada e um filme de grande orçamento. Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.












