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  • Filme

    Homem-Aranha ocupa quase todos cinemas do Brasil

    16 de dezembro de 2021 /

    Estreia mais esperada do ano, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” domina o circuito cinematográfico nesta quinta (16/12). Segundo o Filme B, o lançamento ocupará nada menos que 2,8 mil salas, número nunca visto antes na História do Brasil. Para se ter noção, este era o total de salas que existia em todo o território brasileiro em 2014. Ou seja, 100% do circuito de sete anos atrás. Como a Ancine ainda não apresentou um panorama de como o parque exibidor foi afetado pela covid – várias salas, inclusive do circuito Itaú Cinema, foram fechadas – , não é possível dimensionar com clareza o que essa distribuição em massa representa em termos de mercado. A estimativa é que gire em torno de 96% da ocupação total, confirmando o abandono do acordo de cavaleiros de 2015, quando “Jogos Vorazes: A Esperança” foi acusado de monopolizar o circuito, com 1,7 mil salas. Para comparar com outro blockbuster equivalente, o mais recente filme da Marvel, “Eternos”, foi lançado em 1,8 mil salas. A Sony ultrapassou os limites. E será interessante acompanhar a reação da Warner quando tentar lançar “Matrix Resurrections” na próxima quarta (22/12).     Homem-Aranha: Sem Volta para Casa   Com o monopólio dos cinemas e embalado por elogios rasgados da crítica internacional, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” vai bater todos os recordes de bilheteria da pandemia no país. Não é profecia, é consequência. Com uma história que abre o multiverso e infinitas possibilidades, a produção também exacerba o significado de “fan service”, representando o ápice do modelo cinematográfico da Marvel. Há muitas participações especiais – todas que os fãs pediram – e citações envolvendo 20 anos de cronologia do herói, desde o primeiríssimo “Homem-Aranha” de 2002. E só não é um grande easter egg com trechos esporádicos de trama porque os roteiristas (Chris McKenna e Erik Sommers) se superaram ao dar sentido ao excesso, tornando o “fan service” indispensável para a narrativa. Há cenas de muita ação, comédia de rir à toa e tragédia para abrir o berreiro no escuro. Não é à toa que está sendo considerado o melhor filme do Homem-Aranha já feito – há quem diga que seja o melhor filme do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). De quebra, ainda oferece uma conclusão, ou ao menos um ponto para reiniciar a franquia.     Nós Duas   Apesar da amplitude da teia do Aranha, o circuito limitado conseguiu espremer três lançamentos premiados de diretores estreantes num punhado de salas de arte, como contraprogramação. Dois destes filmes têm temática LGBTQIAP+. O drama francês “Nós Duas”, do estreante Filippo Meneghetti, venceu o César (o Oscar francês) de Melhor Filme de Estreia. Na trama, as veteranas Barbara Sukowa (“Hannah Arendt”) e Martine Chevallier (“Não Conte a Ninguém”) são duas namoradas da Terceira Idade, que escondem o namoro da família e precisam lidar com a interferência da filha de uma delas quando um problema de saúde separa o casal.     Sem Ressentimentos   O alemão “Sem Ressentimentos” venceu o Teddy (troféu de Melhor Filme LGBTQIAP+) do Festival de Berlim. Sua história gira em torno de um jovem alemão de descendência iraniana que é condenado a prestar serviço comunitário num campo de refugiados e desenvolve um relacionamento com um rapaz muçulmano do local. Expectativas culturais e de vida são colocadas à prova, conforme o perigo de extradição para um país intolerante se aproxima.     Azor   Completa a lista “Azor”, um suspense dramático passado na época da ditadura militar argentina, que acompanha um banqueiro recém-chegado da Europa para ocupar o lugar do sócio, após este desaparecer misteriosamente sem deixar vestígios. A recriação do clima sombrio do período, em que desaparecimentos não deviam ser questionados, rendeu o prêmio de talento emergente para o diretor suíço Andreas Fontana no Festival de Zurique. Além destes, “Casulo”, lançado na semana passada, também amplia seu pequeno circuito.

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  • Série

    Moon Girl and Devil Dinosaur: Nova série animada da Marvel ganha primeiro teaser

    15 de dezembro de 2021 /

    “Moon Girl and Devil Dinosaur”, nova série animada da Marvel, teve o seu primeiro teaser divulgado com uma apresentação de Laurence Fishburne — que é produtor e também dublará um dos personagens da atração. Anunciada em 2019, a animação vai acompanhar as aventuras de Lunella Lafayette (dublada por Diamond White, da série “Empire”), uma garota brilhante de 13 anos, e seu o Tiranossauro de estimação (voz de Fred Tatasciore, o Drax de “What If?”). Depois que Lunella — acidentalmente — traz o dinossauro para a cidade de Nova York, por meio de um vórtice temporal, a dupla passa a trabalhar para proteger as ruas da cidade que nunca dorme. Desenvolvida pela dupla Jeffrey M. Howard e Kate Kondell (ambos de “Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo”), a animação também conta com dublagens de Alfre Woodard (“Luke Cage”), Libe Barer (“Sneaky Pete”), Sasheer Zamata (“Woke”), Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”) e Gary Anthony Williams (“Pit Stop”). A série é a segunda animação baseada em personagens da Marvel criada para o Disney Channel. A primeira foi a série derivada do longa “Operação Big Hero”. A estreia está marcada para o verão norte-americano de 2022 (nosso inverno).

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  • Filme

    Novo “Homem-Aranha” vira filme mais bem-avaliado da Marvel

    14 de dezembro de 2021 /

    “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” chegou na plataforma Rotten Tomatoes com 100% de aprovação. Foram necessárias 67 críticas para a primeira avaliação negativa ser computada ao longo desta terça (14/12), fazendo a nota descer para 99%. Com 74, chegou em 97%. Mas o entusiasmo revelado pelas resenhas é tão elevado que tendem a confirmar a expectativa do público sobre a produção: que se trata do melhor filme da Marvel, ou pelo menos o mais bem-avaliado pela crítica. Até então, o filme com melhor nota era “Pantera Negra”, que atingiu 96% de aprovação em 2018. Será que novas críticas vão derrubar a nota de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” para restaurar a liderança de “Pantera Negra”? É possível, mas por enquanto a realidade é outra. O oitavo filme solo do Homem-Aranha e o terceiro estrelado por Tom Holland no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) está sendo aclamado por entregar tudo o que os fãs esperavam – sim! – e ainda assim surpreender. Trata-se de um mash-up nostálgico, que também aponta o futuro da franquia. Claro que houve quem enxergasse problemas na narrativa, repleta de easter eggs e “buracos capazes de fazer a trama se desfazer” (Slashfilm), mas mesmos os mais contrariados se renderam ao pacote emocional completo, capaz de divertir, mas também fazer os fãs chorarem com “a história mais sombria do Homem-Aranha de Tom Holland” (Cinema Blend). Entre os blogueiros assumidamente nerds, nada impediu o filme ser saudado como o melhor da Marvel em todos os tempos. Muitos aplaudiram a equipe por trás da trilogia estrelada por Tom Holland por realmente entenderem o herói e tudo o que significa ser o Homem-Aranha – o que inclui tanto o entusiasmo juvenil como também sacrifício e tragédia. E houve até quem defendesse o excesso de “fan service” por ser parte integral da história, que não funcionaria de outra forma. Um detalhe curioso é que a crítica profissional ficou até mais empolgada que muitos nerds cheios de ressalvas. “O que à primeira vista parece ser um fan service puro e simples acaba sendo uma das melhores e, de longe, a coisa mais meta que a Marvel já fez: delicada, engraçada e um pouco devastadora”, definiu a revista Entertainment Weekly. “O diretor Jon Watts transforma a difícil premissa do filme numa trama de super-herói consistentemente divertida, amarrando duas décadas de pontas soltas no processo”, elogiou a revista Variety. “Quando foi a última vez que o terceiro filme de uma franquia deixou o público realmente emocionado com o que vem a seguir?”, apontou o site IndieWire. “Você nunca terá deixado um filme da Marvel com tanta incerteza em relação ao que virá a seguir”, acrescentou o jornal New York Post. “Uma sequência empolgante que funciona como uma carta de amor ao personagem de quadrinhos, um filme sobre segundas chances e um lembrete habilmente elaborado do famoso ditado: ‘Com grande poder vêm grandes responsabilidades'”, elaborou o jornal USA Today. “Assim que ‘Sem Volta para Casa’ encontra seu ritmo, o filme se transforma em um ato final pensativo e tocante que faz justiça ao heroísmo e ao auto-sacrifício que sempre foram centrais para o apelo do Homem-Aranha”, avaliou o site Screen International. “…E ainda uma quantidade ridícula de diversão”, resumiu o jornal Globo & Mail. No novo filme, o herói vivido por Tom Holland enfrenta os vilões “clássicos” Dr. Octopus (Alfred Molina), de “Homem-Aranha 2” (2004), Electro (Jamie Foxx), de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014), Duende Verde (Willem Dafoe), do primeiríssimo “Homem-Aranha” (2002), Lagarto de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e Homem-Areia de “Homem-Aranha 3” (2007). Os dois últimos, via efeitos visuais. Os vilões entram na trama graças ao tal feitiço do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), que acidentalmente abre dimensões alternativas ao atender um pedido de Peter Parker, desesperado para que as pessoas esqueçam que ele é o Homem-Aranha. O elenco confirmado também conta com Marisa Tomei (Tia May), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Jon Favreau (Happy Hogan). E a abertura do multiverso ainda permite as amplamente especuladas presenças de Tobey Maguire e Andrew Garfield, repetindo seus papéis como Homens-Aranhas de outras dimensões. Além de muitas outras surpresas. Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da nova trilogia do herói aracnídeo acontece nesta quinta (16/12) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Chefão da Marvel tem planos para Harry Styles

    14 de dezembro de 2021 /

    O cantor Harry Styles virou super-herói da Marvel numa rápida aparição ao final do filme “Eternos”. Mas sua participação no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) está apenas começando, revelou Kevin Feige. Em entrevista ao programa Entertainment Tonight, o presidente da Marvel Studios disse que há “muitos fãs” de Eros, o personagem de Styles, dentro do estúdio e fora dele e, na medida em que eles passarem a abordar cada vez mais a “arena cósmica” das histórias em quadrinhos, “há ideias” para o retorno de Harry Styles em novas produções. Como fãs dos quadrinhos sabem, ele se encaixaria perfeitamente em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, em “Marvels” (a continuação de “Capitã Marvel”) e até na série da Mulher-Hulk. Eros é um dos Eternos, integrante da facção que abandonou a Terra e irmão de ninguém menos que o vilão Thanos. Mais conhecido pelo codinome Starfox, o personagem surgiu em 1973 como antagonista do irmão e, por extensão, de suas sobrinha Nebula e Gamorra. Em suas primeiras aventuras, ajudou Capitão Marvel (a versão original masculina) e os Vingadores a enfrentarem a ameaça de Thanos, passando a caçar Gamorra por acreditar que Thanos renasceria nela – apenas para descobrir que ele próprio poderia servir de condutor para uma nova vinda do vilão. Um detalhe curioso sobre seu poder é a capacidade de estimular o prazer das pessoas que estão ao seu redor. Quem está perto dele, automaticamente se sente bem… ou é atraída sexualmente por sua presença. É uma sensação, digamos assim, de “Watermelon Sugar”. Vale lembrar que Eros é o nome do deus grego que originou o erotismo. Nos quadrinhos, ele realmente pensava apenas em prazer, até Thanos se voltar contra seu planeta e matar sua mãe. O personagem também já foi acusado de assédio sexual. Ele acabou exilado em Titã após sua relação com a Mulher-Hulk ter um desdobramento pouco saudável. Todas essas relações dão várias possibilidades para Harry Styles reaparecer em novos filmes e séries da Marvel.

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  • Filme

    Astros de “Homem-Aranha” fazem campanha para o público não revelar spoilers

    14 de dezembro de 2021 /

    Prevendo uma tempestade de spoilers a partir da estreia de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” nesta quinta (16/12), a Sony divulgou um vídeo legendado em que os atores Tom Holland, Zendaya e Jacob Batalon pedem para o público se conter e não espalhar detalhes sobre a trama nas redes sociais. O material também inclui uma participação rápida de Jamie Foxx, que, de acordo com o trio inicial, já seria um spoiler. Só que não. Vários trailers, comerciais e vídeos de bastidores oficiais da Sony dedicaram espaço para destacar a volta de Jamie Foxx ao papel de Electro (Jamie Foxx), visto pela primeira vez em “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014). Além dele, também estão de volta Alfred Molina, como o Dr. Octopus de “Homem-Aranha 2” (2004), e Willem Dafoe, intérprete do Duende Verde (Willem Dafoe) do primeiríssimo “Homem-Aranha” (2002). Graças a efeitos visuais, ainda participam do filme o Lagarto de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e o Homem-Areia de “Homem-Aranha 3” (2007). Os vilões entram na trama graças a um feitiço do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), que acidentalmente abre dimensões alternativas ao atender um pedido de Peter Parker, desesperado para que as pessoas esqueçam que ele é o Homem-Aranha. O elenco confirmado também conta com Marisa Tomei (Tia May), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Jon Favreau (Happy Hogan). E a abertura do multiverso faz os fãs sonharem ainda com as presenças de Tobey Maguire e Andrew Garfield, repetindo seus papéis como Homens-Aranhas de outras dimensões – fato que Tom Holland já desistiu de negar após várias tentativas, e que deve ser confirmado no primeiro spoiler de quinta. Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da nova trilogia do herói aracnídeo teve sua exibição para a imprensa americana na noite de segunda (13/12) e será lançado comercialmente na quarta (15/12) na Europa e no México, o que significa que os prováveis responsáveis por estragar as surpresas da maior parte do mundo não deverão ser brasileiros.

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  • Série

    Naomi: Nova série de super-heróis da DC ganha primeiro trailer

    14 de dezembro de 2021 /

    A rede The CW divulgou o primeiro trailer de “Naomi”, série baseada nos quadrinhos homônimos da DC Comics. A prévia traz a protagonista – interpretada pela jovem atriz Kaci Walfall, de 16 anos – , manifestando seus poderes e virando foco de outros poderosos. Na trama, a jovem apaixonada por super-heróis vai levar um choque quando um evento inesperado lhe conferir superpoderes. A série é baseada nos quadrinhos criados por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell em 2019, foi desenvolvida pela roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) e tem produção e direção da cineasta Ava Duvernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”). Além de Kaci Walfall (“Army Wives”), o resto do elenco inclui Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”) e a estreante Camila Moreno, entre outros. “Naomi” tem estreia marcada para 11 de janeiro nos EUA e deve chegar ao Brasil pela plataforma HBO Max.

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  • Filme

    Disney+ anuncia estreias de “Encanto” e “Eternos” em streaming

    14 de dezembro de 2021 /

    A Disney+ revelou nas redes sociais as datas de estreias de dois dos maiores sucessos recentes dos cinemas em sua plataforma. O primeiro a chegar é “Encanto”, animação que lidera as bilheterias do Brasil pelas últimas três semanas. O longa, que contém músicas de Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”), chegou aos cinemas brasileiros em 25 de novembro e entrará no catálogo do Disney+ depois de um mês apenas: em 24 de dezembro, véspera do Natal. O segundo grande lançamento é o filme de super-heróis “Eternos”, produção do Marvel Studios. Com direção de Chloé Zhao, vencedora do Oscar 2021 por “Nomadland”, o filme conta com um grande elenco, encabeçado por Angelina Jolie e Salma Hayek, e já faturou quase US$ 400 milhões mundiais desde seu lançamento em 4 de novembro. A estreia em streaming foi marcada para 12 de janeiro. Disney’s #Encanto arrives on #DisneyPlus on December 24. 🌸 pic.twitter.com/z3QV3MwwYq — Disney+ (@disneyplus) December 13, 2021 Os #Eternos, novos heróis da Marvel, chegam ao #DisneyPlus em 12 de janeiro. ✨ pic.twitter.com/uHLf9SXpvC — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) December 13, 2021

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  • Série

    Gotham Knights: Série vai juntar filhos de vilões de Batman

    14 de dezembro de 2021 /

    A rede The CW está desenvolvendo uma nova uma série derivada dos quadrinhos da DC Comics. Intitulada “Gotham Knights”, a série vai se passar em Gotham City após a morte de Batman. Segundo a sinopse divulgada, a trama mostrará “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato”. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham se torna mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. A série não revela qual filho adotivo (isto é, Robin) lidera o grupo. Batman já teve seis Robins, entre eles seu filho de sangue, o caçula Damon Wayne. Entre os rebeldes, é fácil citar o primeiro, Dick Grayson, que rompeu com o pai adotivo, e o segundo, Jason Todd, que chegou a virar vilão. Já o terceiro, Tim Drake, sempre foi mais comportado. Os quadrinhos da DC Comics já revelaram uma filha do Charada, Enigma, uma filha do Coringa de outra dimensão, Duela Dent, e a filha de Tigresa, Artemis. As três chegaram a integrar os Titãs. Ainda há Cassandra Cain, filha da vilã Lady Shiva, que chegou a virar a segunda Batgirl, e Stephanie Brown, filha do Mestre das Pistas, que virou a heroína Spoiler e ainda se tornou o quarto Robin e a terceira Batgirl. Curiosamente, todas são filhas e não filhos de vilões. A série está sendo desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que atualmente escrevem episódios de “Batwoman”. Os dois primeiros também trabalharam na série “Gotham”. A produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso” de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. Apesar do título, a série não tem relação com o game da DC de mesmo nome, que será lançado neste ano, nem será uma produção derivada de “Batwoman”. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Trailer japonês revela Batman mais violento

    13 de dezembro de 2021 /

    A Warner divulgou um novo trailer com cenas inéditas de “Batman” para o mercado japonês. A prévia revela um Batman mais violento e a grande transformação do Charada numa ameaça mortal, que, como revela o vídeo, conhece a identidade secreta do herói. O elenco da produção inclui Robert Pattinson (“Tenet”) como Batman, Zoe Kravitz (“Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público de nome genérico, que não existe nos quadrinhos de Batman – mas seu equivalente mais conhecido é Harvey Dent/Duas Caras. Dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme estreia em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Bilheterias nacionais desabam com “Encanto” na liderança pela terceira semana

    13 de dezembro de 2021 /

    Os cinemas brasileiros tiveram o pior fim de semana dos últimos dois meses. Segundo dados da consultoria Comscore, foram vendidos 557 mil ingressos entre a quinta (9/12) e o domingo (12/12) passados, que renderam uma bilheteria de R$ 10,8 milhões. Desde o dia 7 de outubro, os cinemas brasileiros vinham registrando público de mais de 700 mil pessoas aos fins de semana, com o número de espectadores superando por quatro vezes o total de 1 milhão de espectadores durante esse período. O filme mais visto foi “Encanto”, da Disney, que manteve sua liderança pela terceira semana consecutivo. A animação levou 161 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,8 milhões. O detalhe é que o segundo filme mais assistido foi um relançamento, que também pode ser visto tranquilamente em casa, sem máscara de proteção ou receio de ômicron. “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, de volta aos cinemas em homenagem aos 20 anos de sua estreia original, juntou 89,2 mil espectadores e rendeu R$ 1,8 milhão. Dos filmes lançados na quinta passada, apenas um se qualificou entre os 10 mais vistos do fim de semana: “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, e somente em 9º lugar. A produção musical liderou as bilheterias dos EUA no mesmo período. E, nesta segunda (13/12), tornou-se o filme com mais indicações ao Critics Choice Awards – empatado com “Belfast”, inédito no Brasil. Veja abaixo o Top 10 nacional, segundo a empresa Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 9-12/12:1. Encanto2. Harry Potter e a Pedra Filosofal: 20 anos de Magia3. Eternos4. Casa Gucci5. Resident Evil6. Missão Resgate7. Clifford: O Gigante Cão Vermelho8. Ghostbusters9. Amor Sublime Amor10. King Richard: Criando Campeãs — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 13, 2021

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  • Série

    Quadrinhos de “Surfside Girls” vão virar série da Apple TV+

    12 de dezembro de 2021 /

    A Apple TV+ anunciou a produção de uma nova série infantil, que tem potencial de agradar também o público adolescente. Trata-se de “Surfside Girls”, adaptação dos quadrinhos homônimos de Kim Dwinell publicados pela editora Top Shelf (do grupo IDW Publishing). A trama lembra uma combinação de “Outerbanks”, sucesso da Netflix, com a série “Nancy Drew”, ao girar em torno de Jade e Sam, duas melhores amigas que passam os dias surfando e pegando sol, até que encontram um fantasma e se veem envolvidas no mistério de um navio pirata com um tesouro amaldiçoado, que se encontra naufragado no seu litoral. Enquanto Sam quer a quebrar a maldição, Jade decide encontrar uma explicação científica para a existência de fantasmas. Para os papéis principais foram escaladas Miya Cech (“Rim of the World”, “Os Astronautas”) e YaYa Gosselin (“FBI – Os Mais Procurados”). A adaptação foi desenvolvida por May Chan, roteirista dos desenhos animados “Avatar: A Lenda de Aang”, “Phineas e Ferb” e “Carmen Sandiego”, que ganhou um prêmio do Sindicato dos Roteiristas (WGA) pelo telefilme “American Girl: Ivy & Julie, 1976: Um Equilíbrio Perfeito”. A plataforma encomendou 10 episódios para a 1ª temporada, que ainda não têm previsão de estreia.

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  • Filme

    “Amor, Sublime Amor” lidera bilheterias sem lotar cinemas nos EUA

    12 de dezembro de 2021 /

    O musical “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA. Mas seu desempenho deixou claro para Hollywood que o gênero não tem mais o mesmo apelo da sua era de ouro. Inspirados pela boa repercussão de “La La Land” há cinco anos, os estúdios lançaram diversos musicais em 2021. Nenhum teve grande retorno comercial. O filme de Spielberg abriu com US$ 10,5 milhões em 2,8 mil cinemas, enquanto os estúdios 20th Century e Disney estimavam vender pelo menos US$ 15 milhões de ingressos nos EUA e Canadá. No exterior, a recepção do público foi ainda pior, com US$ 4,4 milhões em um punhado de grandes mercados, totalizando um início global de US$ 14,9 milhões, bem atrás dos US$ 25 milhões que a Disney previa. A baixa adesão não se deu por falta de incentivo da crítica. “Amor, Sublime Amor” atingiu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios rasgados e afirmações exageradas de que se trata de um filme melhor que a adaptação original do musical da Broadway, vencedora de nada menos que 10 Oscars em 1962. O problema foi simplesmente se tratar de um musical. A análise etária das bilheterias norte-americanas indicou que mais de um terço do público tinha acima de 55 anos, demonstrando de uma vez por todas que musicais não atraem os jovens que geram blockbusters. Em comparação com outros musicais deste ano, “Amor, Sublime Amor” estreou acima de “Querido Evan Hansen” (US$ 7,4 milhões), mas atrás de “Em um Bairro de Nova York” (US$ 11,5 milhões). E saiu-se bem melhor que o desastre de “Cats” (US$ 6,6 milhões) no ano passado. Com um orçamento estimado em US$ 100 milhões, o filme de Spielberg tende a dar grande prejuízo, somando-se a outros fiascos financeiros que fazem a Disney lamentar a aquisição da antiga 20th Century Fox. Mas ainda há esperanças de que a temporada de premiações dê sobrevida ao longa, que deve ser indicado ao Oscar. A melhor notícia para a Disney é que o estúdio fez dobradinha nas bilheterias, com a animação “Encanto” em 2º lugar. O desenho, que também é um musical, fez US$ 9,4 milhões em seu terceiro fim de semana em cartaz e já soma US$ 71 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, a produção chegou a US$ 151 milhões. A Disney também ocupa o 5º lugar com “Eternos”, bastante duradouro no ranking, que rendeu mais US$ 3,1 milhões. Lançado há seis semanas, o longa dirigido por Chloé Zhao já ultrapassou a arrecadação de “Viúva Negra” e está prestes a atingir US$ 400 milhões mundiais. Os demais filmes do Top 5 são “Ghostbusters: Mais Além” e “Casa Gucci”, que fizeram US$ 7,1 e 4 milhões, respectivamente, entre sexta e este domingo (12/12) nos EUA e Canadá.

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  • Filme

    Cenas inéditas de “King’s Man: A Origem” destacam luta contra Rasputin

    11 de dezembro de 2021 /

    O 20th Century Studios divulgou duas cenas inéditas legendadas de “King’s Man: A Origem”, com destaque para a luta-balé travada entre o personagem de Djimon Honsou (“Capitã Marvel”) e o vilão Rasputin, vivido por Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). O novo lançamento é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar, e se passa na época da 1ª Guerra Mundial. A trama conta a origem da agência de espionagem britânica fundada nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, o líder dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu filho e aprendiz. Além deles, os primeiros Kingsman também incluem Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”) e o citado Djimon Honsou. Mas o elenco grandioso ainda tem muitos outros famosos, como Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”) e Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) como o Rei da Inglaterra. Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 23 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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