Ator da série The Shield é condenado a 40 anos de prisão pelo assassinato da esposa
O ator americano Michael Jace, que ficou conhecido pelo papel do policial Julien Lowe na série “The Shield – Acima da Lei”, foi condenado a 40 anos de prisão nesta sexta (10/6) pelo assassinato de sua esposa, April Jace. Após um julgamento emotivo, em que familiares da vítima discursaram sobre a dor da perda, Michael, acusado de assassinato em segundo grau, se desculpou e disse não haver justificativa para seus atos. A defesa, porém, alegou que o ator, de 53 anos, agiu “no calor da paixão”. A acusação, porém, usou o depoimento do filho de 10 anos do casal, que contou ter ouvido o pai dizer, pouco antes de disparar o segundo tiro, “se você gosta de correr, então corra para o paraíso”. O próprio ator ligou para a polícia para confessar o crime. De acordo com fontes da publicação ligadas à polícia, Jace telefonou para o serviço de emergência dos Estados Unidos por volta das 20h30 e disse: “Atirei na minha mulher”. April foi encontrada já sem vida pela polícia em 19 de maio de 2014. O casal estava junto há nove anos e tinha dois filhos. Na época, Jace deu um longo depoimento aos oficiais e disse que queria apenas machucar a vítima. O ator afirmou também que planejava acertá-la na perna. Em vez disso, disparou três vezes. O ator usou a arma do próprio sogro. O crime foi testemunhado pelos filhos do casal, então com 5 e 8 anos de idade. Inicialmente, ele foi acusado de homicídio doloso, mas a tese foi desqualificada pelos promotores. Eles afirmaram que Jace estava nervoso com a mulher após um pedido de divórcio. Segundo o site TMZ, vizinhos disseram que houve uma “briga feia” por conta de dificuldades financeiras e que isso seria causa de “conflitos familiares”. Em 2011, ele havia dado entrada num pedido de falência, pedindo redução das dívidas da hipoteca de sua residência. Segundo o TMZ, documentos mostrariam que a família estava à beira de perder o imóvel. O ator teve dificuldades de conseguir um papel de destaque após o fim da série “The Shield”, em 2008. Seu trabalho mais relevante desde então foi a participação em quatro episódios na série policial “Southland: Cidade do Crime”, o últimos deles exibido em 2013.
Acidente de Johnny Depp durante filmagens de Piratas do Caribe 5 teria sido briga com Amber Heard
Conforme as notícias sobre o divórcio do astro Johnny Depp e da atriz Amber Heard vão ficando mais tensas, com acusações de violência doméstica que renderam uma ordem judicial de restrição contra o ator, começam a surgir mais detalhes polêmicos sobre o tumultuado casamento. O programa Entertainment Tonight revelou que o acidente em que o ator machucou a mão e precisou interromper as filmagens de “Piratas do Caribe 5” para realizar uma operação de emergência, não aconteceu no set. Ele foi provocado por uma discussão com Amber, na qual ele deu um soco na parede. Como consequência, Johnny Depp precisou colocar um pino em um dos dedos, enquanto as filmagens ficaram paralisadas por um mês. Segundo fontes do ET, as brigas do casal começaram imediatamente após o casamento, em fevereiro de 2015, e só pioraram desde então. Em sua declaração à corte judicial, Amber diz que sofreu violência física, verbal e psicológica de Depp por todo tempo durante o casamento. Em sua defesa, Depp contou com apoio da filha Lily-Rose e da ex-mulher Vanessa Paradis, com quem viveu por 14 anos, que o descreveram como uma pessoa sensível e amorosa, que nunca foi violento em todo o período em que estiveram juntos. Vanessa chegou a chamar cas acusações de “injúria”, afirmando que a descrição de Amber não se parecia em nada com o homem que ela conhece.
Ator da série The Shield é considerado culpado por matar a própria esposa
O ator americano Michael Jace, que ficou conhecido pelo papel do policial Julien Lowe na série “The Shield – Acima da Lei”, foi declarado culpado pelo assassinato de sua esposa, April Jace. Após a decisão do júri, os argumentos finais e a deliberação definitiva do caso acontecerão na sexta-feira (10/6). April Jace foi encontrada morta há dois anos, na casa onde morava com o marido, em Los Angeles. Durante o processo, o ator confessou ter matado sua mulher a tiros. O próprio ator ligou para a polícia para confessar o crime. De acordo com fontes da publicação ligadas à polícia, Jace telefonou para o serviço de emergência dos Estados Unidos por volta das 20h30 e disse: “Atirei na minha mulher”. April foi encontrada já sem vida pela polícia em 19 de maio de 2014. O casal estava junto há nove anos e tinha dois filhos. Segundo o site TMZ, vizinhos disseram que houve uma “briga feia” por conta de dificuldades financeiras e que isso seria causa de “conflitos familiares”. Em 2011, ele havia dado entrada num pedido de falência, pedindo redução das dívidas da hipoteca de sua residência. Segundo o TMZ, documentos mostrariam que a família estava à beira de perder o imóvel. O ator teve dificuldades de conseguir um papel de destaque após o fim da série “The Shield”, em 2008. Seu trabalho mais relevante desde então foi a participação em quatro episódios na série policial “Southland: Cidade do Crime”, o últimos deles exibido em 2013.
Filha e ex-esposa defendem Johnny Depp das acusações de Amber Heard
Acusado de violência doméstica pela atriz Amber Heard, com quem foi casado por um ano e três meses, Johnny Depp recebeu o apoio de sua filha Lily-Rose Depp e de sua ex-mulher Vanessa Paradis. As duas escreveram mensagens em defesa do ator nas redes sociais. Paradis chegou a chamar as acusações de “injúria”. “Em todos os anos em que conheci Johnny, ele nunca foi fisicamente abusivo comigo e isso (agressividade) não se parece em nada com o homem com que vivi por 14 anos maravilhosos”, escreveu ela numa carta, obtida pelo site de celebridades TMZ. “Johnny Depp é o pais dos meus filhos, ele é sensível e amoroso. Eu acredito, com todo o meu coração, que essas acusações recentes são injúrias”, disse a atriz e cantora francesa. Já Lily-Rose, de 17 anos, usou o Instagram para se manifestar. Ela disse que o pai é “a pessoa mais doce e amável que eu conheço.” Ela não mencionou especificamente as alegações, mas disse que Depp “não foi nada além de um pai maravilhoso”. Amber Heard pediu o divórcio na semana passada. Na sexta-feira (27/5), ela declarou em um tribunal de Los Angeles que Depp tinha abusado dela fisicamente e emocionalmente durante “todo o nosso relacionamento”. Ele apareceu no tribunal com um machucado em sua bochecha direita, que teria sido causado por uma agressão. Um juiz proibiu contato Depp de voltar para casa ou se aproximar de Heard até uma nova audiência marcada para 17 de junho.
Amber Heard acusa Johnny Depp de agressão e juiz proíbe ator de voltar para casa
A história da súbita e inesperada separação entre a atriz Amber Heard e o ator Johnny Depp começa a ficar mais clara. Após entrar com o pedido de divórcio, Amber convenceu o juiz de que foi vítima de violência doméstica e conseguiu uma ordem de restrição contra o ator, que não poderá voltar para casa nem se aproximar dela. O juiz também deu a Amber o direito de viver na casa do casal. Uma imagem divulgada pela atriz nesta sexta-feira (27/5) mostra um ferimento abaixo do seu olho direito (veja acima). Ela também garante ter um vídeo que comprova o comportamento agressivo do marido. “Não foi um evento isolado”, disse uma fonte à revista People. Segundo apuraram os sites e revistas de celebridades, a fúria de Depp e não sua constante ausência (para filmagens e shows) é que teria precipitado a separação. A gota d’água foi um discussão na noite de sábado (21/5), um dia após a morte da mãe do ator. Durante a briga, o ator teria quebrado vários objetos no apartamento onde o casal mora. Amber explicou ao TMZ que estava no celular conversando com uma amiga, quando Depp tirou o aparelho de sua mão e jogou contra seu rosto. Ela gritou a sua amiga que chamasse a polícia. A polícia chegou realmente a ser acionada, mas Depp já havia deixado a residência quando as autoridades chegaram ao local. Segundo Heard, Depp chegou a lhe oferecer dinheiro para que ela não falasse nada. Mas ela preferiu entrar com o pedido de divórcio na segunda-feira pela manhã, onde alegou como causa “diferenças irreconciliáveis”. Depp, de 52 anos, e Heard, de 30, se conheceram durante a filmagem de “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e ficaram noivos em 2014, apesar de vários rumores sobre problemas em sua relação. Na quinta, Depp falou, por meio de seu assessor, pela primeira vez sobre a separação. “Dada a rapidez desse casamento e a recente perda de sua mãe, Johnny não vai responder nada sobre fofocas e histórias falsas sobre sua vida pessoal. Esperamos que o término desse casamento seja resolvido logo”, afirmou o representante do ator. Mas a situação deve ficar ainda mais feia nos “próximos capítulos”, com lembranças das bebedeiras recentes de Depp para comprovar um padrão de comportamento, e as lembranças do passado da atriz, que até ficar com Depp tinha relações com mulheres e chegou a dar entrevistas se dizendo bissexual.
Ator de Fear the Walking Dead é preso após brigar com seguranças de estúdio
O ator Frank Dillane, da série “Fear the Walking Dead”, envolveu-se numa briga com seguranças do estúdio CBS e acabou preso, de acordo com o site TMZ. A confusão teria acontecido na noite do último domingo (22/5), quando o ator tentou forçar a passagem por um dos postos de segurança que dá acesso aos estúdios da emissora. Dillane teve sua entrada impedida pelos guardas, principalmente porque não acontecia nenhuma gravação de “Fear the Walking Dead” naquele local. O ator teria, então, acertado um soco em um dos seguranças. Em seguida, a polícia de Los Angeles foi chamada para prender Dillane por seu comportamento, descrito por um dos guardas ouvidos pelo TMZ como “instável”. Até o momento, o ator não se pronunciou sobre o caso. No spin-off “Fear the Walking Dead”, atualmente na sua segunda temporada, Dillane interpreta um dos personagens principais, que lida com um problema com drogas. No cinema, ele também viveu a versão jovem do Lord Voldemort em “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” (2009).
Cannes: Irmãos Dardenne dividem opiniões com nova parábola moral
Com duas Palmas de Ouro no currículo, por “Rosetta” (1999) e “A Criança” (2005), os irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne são sempre favoritos na competição do Festival de Cannes. Mas a première de seu novo filme, “La Fille Inconnue” (A Garota Desconhecida), não obteve a unanimidade crítica com a qual eles se acostumaram. O filme dividiu opiniões, aguardando à velha guarda europeia e irritando os jovens da era digital. Assim como em seu filme anterior, o ótimo “Dois Dias e uma Noite” (2014), os Dardenne voltam a trabalhar com uma atriz francesa no auge de sua carreira. Antes, foi Marion Cotillard. Agora, é Adèle Haenel, vencedora de dois prêmios César (por “Suzanne” e “Amor à Primeira Briga”). Ela vive uma médica que se recusa a atender uma mulher negra após fechar o consultório, apenas para descobrir, no dia seguinte, que a desconhecida foi morta ali perto. O sentimento de culpa ainda lhe cobra pelo afastamento de um estagiário, que chegou a desistir da Medicina depois de uma crise. E isso a torna obcecada por descobrir mais a respeito da falecida, lançando-a numa investigação mais intensa que a da própria polícia. Até que fica claro que, por questões sociais, ela é na verdade a única interessada em descobrir algo sobre aquela morte. “Questões morais sempre partem de pontos de vistas pessoais. Nos sentimos compelidos a buscar histórias que explorem essa perspectiva”, explicou Luc Dardenne, durante a entrevista coletiva do festival. Se o ponto de vista pessoal é o ponto de partida, o objetivo final é, claramente, ecoar como uma parábola moral, onde o sentimento de culpa vira martírio para quem busca a redenção. “O público, claro, pode entender o filme como quiser. Uma vez que tenha sido visto, um filme pertence aos espectadores. Se eles quiserem ver algum exemplo neste, têm liberdade para fazê-los. Podem vê-lo tanto como uma história individual moral quanto como um diagnóstico da sociedade”, Luc completa. A ambição de diagnosticar a sociedade se deve à forma sutil como a trama trata a responsabilidade de sua protagonista diante de uma vítima das classes menos favorecidas. A morta, descobre-se, era uma imigrante africana. E, assim, a trama embute a questão da imigração que está no centro dos debates da Europa atual. “Não estamos tentando mandar nenhum recado”, ele avisa, antes que lhe passem alguma bandeira para agitar. “Estamos contando a história de alguém que se sente responsável… e se recusa a dizer ‘não vi nada'”, explica, para justificar o purgatório em que a personagem passa a habitar. “Ela não abriu a porta quando deveria”.
Ator da série Suits é preso após agredir casal em discussão política
Acham que é só no Brasil que discutir política pode fazer a temperatura subir? O ator Wendell Pierce, conhecido pelas séries “The Wire”, “Treme”, “Suits” e “Odd Couple”, foi preso no último domingo (15/5) por agredir um casal que apoia a candidatura do democrata Bernie Sanders à presidência dos Estados Unidos. De acordo com o site TMZ, Pierce, que é eleitor de Hillary Clinton, adversária de Sanders na corrida eleitoral do Partido Democrata, envolveu-se na confusão em um hotel na cidade de Atlanta. Segundo funcionários do local, o casal e o ator iniciaram uma discussão sobre política, e Pierce, irritado, teria empurrado o homem e, em seguida, segurado a mulher pelos cabelos e batido na cabeça dela. A polícia foi acionada pelos seguranças do hotel e encaminhou o ator à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele foi liberado após pagar fiança de US$ 1 mil. Procurado pela imprensa local, Wendell não quis se pronunciar sobre o assunto.
Operação Lava-Jato também vai virar filme
Além da série do Netflix, desenvolvida pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”), os bastidores da Operação Lava-Jato também vão ganhar as telas do cinema. Orçado em R$ 12 milhões, “Polícia Federal — A Lei É Para Todos” tem previsão de filmagens entre agosto e setembro em Brasília, Curitiba, Rio, São Paulo e São Luís, com direção de Marcelo Antunez e Roberto Santucci, especialistas em besteiróis, que trabalharam juntos antes em “Qualquer Gato Vira-Lata 2” (2015), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final (2015)” e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Segundo o produtor Tomislav Blazic, apesar do orçamento elevado, até o momento nenhum dinheiro público foi investido na superprodução, que conta com recursos próprios e de patrocinadores. O objetivo é lançar o filme já em dezembro, o que significa pouco tempo de pós-produção – de cara, um fator prejudicial à qualidade do produto. Em entrevista ao jornal O Globo, o diretor Marcelo Antunez revelou que a produção conta com consultoria da própria PF, que contribuirá com informações detalhadas sobre a investigação. Mesmo assim, alega que não será “um filme institucional da PF”. “Teremos a liberdade criativa garantida a ponto de não ter que submeter nada à polícia, nem o roteiro, nem as ideias, nem o corte final. Isso está previsto oficialmente no acordo que firmamos”, ele contou. “É um filme de ficção fortemente baseado na realidade”, explicou. “Não estamos inventando os fatos da investigação. O que trazemos de ficção é o que normalmente se faz no cinema, como em ‘Spotlight’: pegamos os eventos e os intensificamos numa estrutura dramática, que necessita de conflitos e arcos pessoais.” Aparentemente, já há planos para uma continuação. Claro que tudo vai depender do sucesso do filme. Que será um desafio pessoal para o diretor, à frente de seu primeiro drama, após três comédias besteiróis. “Trata-se de uma busca pessoal para me abrir a outros gêneros”, ele admitiu. “Adoro fazer comédia, mas, acima de todo, quero contar boas histórias. E o gênero a que gosto mais de assistir é justamente o thriller político.”
José Padilha começa a formar a equipe de consultores da série sobre a Lava-Jato
O cineasta José Padilha (série “Narcos”) está reunindo uma equipe de especialistas em segurança pública nacional para prestar consultoria e ajudar a formatar o roteiro de sua nova série sobre a Operação Lava-Jato. Entre as pessoas convidadas para ajudar na formatação do roteiro estão o ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel, o “Capitão Nascimento”, que trabalhou com o diretor nos dois “Tropa de Elite”, e o ex-diretor da Interpol, o delegado da Polícia Federal Jorge Pontes. Pontes tem perspectiva única sobre a investigação, por acompanhar de perto o drama e as pressões que sofrem seus colegas, que já prenderam mais de 100 figurões envolvidos nos esquemas do petrolão. Ainda sem título, a série será escrita por Elena Soares (“Xingu” e série “Filhos do Carnaval”) e rodada no Brasil. Será a segunda produção do Netflix realizada no país, após a ainda inédita série sci-fi “3%”, que será lançada no final do ano. Além de produzir, Padilha deve dirigir o primeiro episódio da atração, cuja 1ª temporada terá 10 episódios.
Wagner Moura estaria cotado para viver Aécio Neves na série da Lava-Jato
Um rumor espalhado pelo site de celebridades F5 diz que o ator Wagner Moura (série “Narcos”) estaria cotado para viver Aécio Neves na série da Lava-Jato. Não há fonte ou declaração que sustente a informação. Mas há vários motivos para desconfiar do boato. Wagner Moura tem mesmo uma ótima relação profissional com o cineasta José Padilha, criador da nova série. Os dois trabalharam juntos nos filmes da “Tropa da Elite” e atualmente estão envolvidos na série “Narcos”, produção de Padilha estrelada por Moura. O papel seria uma participação especial, ou seja, uma aparição pequena, do tipo que não tende a ser dispensada com a desculpa do conflito de agenda. Entretanto, há controvérsias políticas em jogo e, especulação por especulação, Moura teria motivos para dizer “não”. Nos últimos dias, ele tem se manifestado publicamente sobre o Impeachment de Dilma Rousseff, assumindo o lado dos que falam em golpe – o discurso fomentado pelo PT. Aécio, obviamente, representa o extremo oposto deste espectro político. Mas também é óbvio que atuar não significa tomar partido de um personagem. Moura não virou bandido nem passou a defender traficantes ao interpretar Pablo Escobar em “Narcos”. Nem sequer aprendeu com a trama da série, na qual seu personagem participou de uma eleição, mas encontrou um Congresso com coragem para destituí-lo, uma polícia federal firme e um judiciário intransigente, que impediram a Colômbia de ser governada por bandidos. De fato, ao contrário do que viveu na série, ele se posicionou, em vídeo, contra a “politização” da Operação Lava-Jato. Infelizmente, essa postura não combina com alguém que aceitaria participar de uma série que tende a valorizar o esforço policial que desbaratou a maior rede de corrupção já vista no mundo. O próprio Padilha tem uma visão contrária ao discurso de Moura sobre a Lava-Jato. “Toda vez que alguém fala dos indícios avassaladores contra Lula, um petista diz que o PSDB também rouba. Tenta-se transformar tudo numa questão ideológica. Mas tudo é caso de polícia”, ele resumiu, em uma entrevista à revista Veja. Padilha começa a gravar a série ainda este ano para exibição no Netflix em 2017. A 1ª temporada terá 13 episódios, com roteiros de Elena Soares, que escreveu “Filhos do Carnaval” para a HBO. Outros dois atores que participaram dos dois “Tropa de Elite”, Milhem Cortaz e Maria Ribeiro, também estariam cotados para a produção, segundo o F5.
Netflix vai produzir a série de José Padilha sobre a Lava-Jato
O serviço de streaming Netflix confirmou que produzirá a série sobre a Operação Lava-Jato criada, produzida e dirigida pelo cineasta José Padilha (“Tropa de Elite”). Padilha já havia falado do projeto, revelando que pretendia buscar uma parceria internacional. Agora, o parceiro está definido. “Esse projeto vai narrar a operação policial em si e mostrar detalhes sobre o maior esquema de corrupção já visto no Brasil. Era fundamental que a série fosse produzida com imparcialidade, e a Netflix é com certeza o melhor parceiro para que isso possa ser concretizado”, afirmou o diretor no comunicado que anunciou a atração. Erik Barmack, vice-presidente de Originais Internacionais da Netflix, aproveitou o comunicado para também elogiar o talento do cineasta, com quem já tem uma relação bem-sucedida por meio da série “Narcos”. “A Netflix reconhece o talento de José Padilha em transformar os eventos atuais ainda em constante evolução em narrativas atraentes, e ele está bem posicionado para documentar este momento importante na história do Brasil”, afirmou. Ainda sem título, a série será escrita por Elena Soares (“Xingu” e série “Filhos do Carnaval”) e rodada no Brasil. Será a segunda produção do Netflix realizada no país, após a ainda inédita série sci-fi “3%”, que será lançada no final do ano. Atualmente, Padilha prepara a 2ª temporada de “Narcos” para o Netflix e desenvolve uma atração sobre a história das gangues das prisões americanas, intitulada “The Brand”, para o canal pago Showtime. Além disso, vaidirigir o filme de ação “Entebbe”, sobre uma operação histórica de combate ao terrorismo.
Polícia investiga Charlie Sheen após ex-noiva denunciar agressão
O ator Charlie Sheen (série “Tratamento de Choque/Anger Management”) está sob investigação da polícia de Los Angeles, após uma acusação de agressão feita pela sua ex-noiva, a atriz pornô Brett Rossi. A informação é dos site Deadline. Rossi afirma que sofreu violência doméstica, agressões físicas e ameaças de morte durante o tempo em que esteve com Sheen. Além disso, ela também disse que Sheen não lhe contou sobre o fato de ser HIV positivo antes de eles fazerem sexo sem proteção. O caso está sendo investigado pelo LAPD (Departamento de Polícia de Los Angeles), que informou ao Deadline que Sheen foi listado como suspeito e que há um mandado de busca contra ele. A polícia, porém, encontrou resistência, quando intimou o site de celebridades Radar Online e o tabloide National Enquirer a entregarem as gravações de um áudio citados em suas reportagens, na qual um homem, supostamente Sheen, é ouvido dizendo que gostaria que alguém “pisoteasse a cabeça” de uma ex-noiva. Nem o site nem o jornal publicaram o áudio e se defendem dizendo que a liberdade de imprensa protege suas fontes. Só não protege o mau jornalismo, é claro. Vale lembrar que Brett Rossi está processando o ator por abusos e maus tratos, e por não ter revelado que era portador do vírus HIV enquanto mantiveram relações sexuais, o que faz com que tenha dinheiro em jogo nesta investigação policial. No processo apresentado em um tribunal de Los Angeles, Rossi também argumentou que Sheen havia concordado em pagar US$ 1 milhão e lhe dar 5% de participação na série “Anger Management”, mas que depois voltou atrás. Rossi, cujo nome verdadeiro é Scottine Ross, começou seu relacionamento com Sheen quando ele lhe ofereceu US$ 10 mil por uma noite de sexo, mas a prostituição teria evoluído para uma relação sentimental. Os dois ficaram noivos em fevereiro de 2014 e se separaram em outubro, um mês antes da data prevista para se casarem. O motivo da separação, segundo ela, foi o consumo de drogas e álcool, que deixava Sheen “violento e incontrolável”. Enquanto isso, Charlie Sheen está trabalhando em seu próximo filme, o drama “Nine Eleven”, que vai mostrar um grupo de pessoas presas em um elevador do World Trade Center, durante os ataques terroristas que destruíram as Torres Gêmeas.












