Filme da Operação Lava-Jato começa a ser rodado em Curitiba
As filmagens da produção cinematográfica baseada na Operação Lava-Jato já começaram em Curitiba. Intitulado “Polícia Federal — A Lei É Para Todos”, o longa conta com um elenco de novela da Globo e diretor de besteirol nacional. Segundo reportagem do jornal O Globo, as primeiras cenas foram filmadas na sexta-feira (18/11) no interior da Superintendência da Polícia Federal no Paraná, no bairro Santa Cândida, em Curitiba, e a equipe ficará na capital paranaense até o próximo fim de semana. Locais que fazem parte do cotidiano do juiz Sérgio Moro em Curitiba — como o prédio da Justiça Federal e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde leciona — servirão de cenários para o filme, que também será rodado em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Entre as cenas previstas no cronograma de produção está a interceptação de um caminhão, com viaturas das polícias Federal e Rodoviária Federal na estrada PR-510, tiros e outros elementos que dão o tom do filme: um thriller político com ação e entretenimento, mas que também quer humanizar o trabalho dos profissionais envolvidos na operação. A trama vai apelar para a ficção, com protagonistas fictícios da polícia, mas se aterá às fases e aos principais acontecimentos da Lava-Jato. A soltura do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, vivido pelo ator Roney Facchini, foi uma das primeiras cenas gravadas. Ao encontrar a mulher, interpretada por Sandra Corveloni, ele a indaga sobre quem salvará sua reputação. O elenco ainda conta com nomes como João Baldasserini, Flávia Alessandra, Antonio Calloni, Bruce Gomlevsky, Adélio Lima e Ary Fontoura, que viverá Lula. Apesar de anteriormente confirmada, a participação de Rodrigo Lombardi como Sergio Moro não foi mantida pela produção, devido a sua agenda lotada. O roteiro foi escrito por Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros (ambos da série de “1 Contra Todos”), e a direção está a cargo de Marcelo Antunez — de blockbusters como “Qualquer Gato Vira-Lata 2” e “Até que a Sorte nos Separe 3″, entre outros besteiróis. Com um orçamento de R$ 13,5 milhões, bancado por recursos de empresas privadas, de acordo com os produtores, o filme deve chegar aos cinemas no segundo semestre de 2017 e abrir uma trilogia sobre o tema. Nos bastidores, porém, brinca-se que o projeto pode vir a ser ser uma tetralogia, por conta do desenrolar da Lava-Jato. A verdade é que pode chegar ultrapassado às telas, atropelado pelos fatos da Lava-Jato real. Vale lembrar que o cineasta José Padilha (série “Narcos”) também está preparando uma série sobre a Lava-Jato para a plataforma de streaming Netflix. Para os mais curiosos, existe até mesmo um vídeo pornô da Lava-Jato.
Promotor indicia Secretário de Turismo de Canindé pela morte de Domingos Montagner
O secretário de Turismo de Canindé do São Francisco (SE), José Dimas dos Santos Roque, foi denunciado pela morte do ator Domingos Montagner, ocorrida no dia 15 de setembro após o artista ser arrastado pela correnteza do Rio São Francisco. O promotor estadual de Justiça do município Emerson Oliveira Andrade denunciou o secretário por conduta delituosa, devido à retirada de placas que informavam à população que a área não era adequada ao banho e que oferecia perigo em razão da correnteza e de redemoinhos no local. Para o promotor, se o lugar era perigoso e não havia nenhum aviso do tipo, a morte não pode ser considerada acidente. Recentemente, o delegado da Canindé do São Francisco, Antônio Francisco de Oliveira Filho, concluiu o inquérito policial e pediu o arquivamento do caso, por acreditar que foi um fato atípico, um acidente que poderia acontecer com qualquer um. “A polícia civil não encontrou nenhum tipo de referência a crime ou repercussão penal, mas são fatos que merecem uma apreciação do Ministério Público sob o ponto de vista de responsabilidade da prefeitura”, disse o delegado, na ocasião. A denúncia do promotor já foi despachada pelo juiz de Canindé de São Francisco (SE), Paulo Roberto Fonseca Barbosa, e agora deve entrar na fase de apuração de provas. No despacho, o promotor Emerson diz que “José Dimas dos Santos Roque, conhecido por Dimas Roque, tinha o dever legar de agir, vez que com seu comportamento anterior (retirada de bóias, das placas de sinalizações e demissão dos guardas vidas), criou o risco da ocorrência do resultado ao liberar a área para banho, sem atender os deveres objetivos de cuidados, sem tentar impedir a ocorrência de resultados danosos, cuja ação resultou na morte do ator Domingos Montagner”. O Secretário de Turismo Dimas Roque disse que até o momento não foi intimado. Montagner morreu na tarde do dia 15 de setembro após desaparecer nas águas do Rio São Francisco, onde foi arrastado pela correnteza, ao aproveitar uma folga nas gravações da novela “Velho Chico” para nadar. O ator tinha 54 anos e interpretava o personagem Santo na novela da TV Globo. O corpo foi encontrado a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem do rio. E segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi asfixia mecânica provocada por afogamento.
Ary Fontoura viverá Lula no filme sobre a Lava-Jato
O veterano ator Ary Fontoura (o eterno Nonô Correa, de “Amor com Amor se Paga”) vai viver o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva no filme sobre a Operação Lava-Jato. Intitulado “Polícia Federal – A Lei É para Todos”, o filme tem orçamento de R$ 14 milhões, levantado junto a investidores privados, segundo sua equipe. Apesar de trazer personagens reais, como Lula e o juiz Sérgio Moro, que será vivido por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), os protagonistas serão fictícios, inspirados em agentes da PF encarregados da operação. Na trama, eles serão vividos por Flavia Alessandra, Antonio Calloni e Bruce Gomlevsky. O longa será dirigido por Marcelo Antunez, especialista em besteiróis, que fez “Qualquer Gato Vira-Lata 2” (2015), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final (2015)” e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Segundo o produtor Tomislav Blaziac, o filme será o primeiro de uma trilogia e também deve render uma série de televisão. Vale lembrar que o cineasta José Padilha (série “Narcos”) também está preparando uma série sobre a Lava-Jato para a plataforma de streaming Netflix.
Bruno Gagliasso presta queixa na polícia contra ataque racista sofrido por sua filha
O ator Bruno Gagliasso decidiu ir pessoalmente à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática prestar queixa de racismo contra sua filha, na manhã dessa quarta-feira (16/11). A menina Titi, de dois anos, foi alvo de comentários racistas nas redes sociais após a mulher de Bruno, a atriz Giovanna Ewbank, postar uma foto do casal com a filha no seu perfil no Instagram. “Vocês tinham que adotar uma menina de olhos azuis isso sim iria combinar e não aquela pretinha parece uma macaquinha #lugardepretoénaafrica!”, escreveu um usuário. “Você e seu marido até que combina, mas a criança que vocês adotaram não combinou muito porque ela é pretinha e lugar de preto é na África”, ele ainda insistiu. O perfil racista já foi excluído. “Não foi o primeiro, mas espero que seja o último. Que esse caso sirva de exemplo e eu vou até o final. A polícia vai achar e quem fez isso vai ter que pagar”, disse Bruno ao jornal Hoje, da rede Globo, na delegacia. “Não adianta apagar o perfil, não adianta apagar o comentário, não adianta usar de subterfúgios para mascarar a conexão, porque a Polícia Civil tem tecnologia suficiente para identificar os criminosos, que serão individualizados e punidos ao rigor da lei”, afirmou a delegada Daniela Terra. Titi nasceu em Malauí, na África. Casados desde 2010, Bruno e Giovanna adotaram a menina em julho e, desde então, postam muitas fotos da menina em momentos felizes. O comentário racista foi postado em uma destas fotos. A polícia já tem pistas de dois perfis suspeitos na internet e vai tentar chegar aos responsáveis. A pena para os crimes de injúria por preconceito e racismo pode chegar a quatro anos de prisão.
Juiz manda soltar jovem condenado que foi foco da série Making a Murderer
Um juiz de Wisconsin, nos EUA, ordenou na segunda-feira (14/11) a soltura de Brendan Dassey, de 27 anos, um dos dois homens condenados por assassinato no caso desmontado pela premiada série documental “Making a Murderer”, da Netflix. O juiz William Duffin decidiu que Dassey deveria ser solto imediatamente da prisão, após um veredito de agosto anular sua condenação. Mas o procurador-geral em Wisconsin, Brad Schimel, anunciou que entrará com um recurso para impedir que o réu seja solto. Dassey e seu tio Steven Avery, de 54 anos, foram condenados à prisão perpétua pelo homicídio da fotógrafa Teresa Halbach, então com 25 anos, em 2005. O caso foi tema de “Making a Murderer”, lançada na Netflix em dezembro passado, que denunciou falhas ou simulações na investigação, assim como vários elementos que levam a pensar que Dassey e Avery foram presos injustamente. A decisão do juiz Duffin expôs, principalmente, a defesa desastrosa que Dassey teve em 2006, a cargo do advogado Leonard Kachinsky. A conduta do advogado de Dassey, que tinha então 16 anos e coeficiente intelectual limitado, foi “indefensável”, de acordo com o juiz. Kachinsky teria, inclusive, procurado provas para incriminar seu cliente e permitido que ele fosse interrogado sem estar presente. Depois do lançamento da série na Netflix, cresceram os pedidos para libertar o jovem e seu tio, a ponto de a Casa Branca receber um abaixo-assinado com mais de 130 mil assinaturas, pedindo o perdão presidencial. A Casa Branca respondeu que os dois acusados não foram condenados em um processo federal, e sim pelo sistema judiciário de Wisconsin. Por esse motivo, o presidente não poderia lhes conceder o indulto. Apesar da libertação de Dassey, seu tio e foco do documentário, Steven Avery, permanece preso. Os dois estão encarcerados há 18 anos por tentativa de assassinato e agressão sexual, mas um exame de DNA já tinha inocentado Avery, que chegou a ser libertado. Seus problemas voltaram quando ele pediu uma indenização milionária e denunciou os policiais do condado de Manitowoc. De uma hora para outra, voltou a ser condenado à prisão perpétua pelo homicídio da fotógrafa. A série sustentou a tese de que as duas condenações foram injustas e resultado de manipulação, por parte da polícia, para incriminar e calar Avery. A produção de “Making a Murderer” acabou tendo uma grande repercussão nos EUA, venceu quatro Emmys e o Netflix já encomendou uma 2ª temporada para suas criadoras, a dupla de cineastas Moira Demos e Laura Ricciardi, que escreveram, dirigiram e produziram os dez episódios da atração.
Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank acionam justiça por racismo contra sua filha
Os atores Bruno Gagliasso (série “Dupla Identidade”) e Giovanna Ewbank (novela “Escrito nas Estrelas”) já encaminharam seus advogados a prestar queixa por racismo, sofrido por sua filha Titi nas redes sociais, na Delegacia de Repressão a Crimes de Informática no Rio de Janeiro. Os ataques aconteceram nos perfis dos artistas em posts de fotos em que a menininha aparecia. “Vocês tinham que adotar uma menina de olhos azuis isso sim iria combinar e não aquela pretinha parece uma macaquinha #lugardepretoénaafrica!”, escreveu um usuário. “Você e seu marido até que combina, mas a criança que vocês adotaram não combinou muito porque ela é pretinha e lugar de preto é na África”, ele ainda insistiu. O perfil racista já foi excluído. Titi, que tem apenas dois anos de idade, não foi a única vítima do perfil racista no Instagram. A mesma conta atacou também a cantora Gaby Amarantus, escrevendo a hashtag #Forapretos no perfil dela. Bruno e Gaby estiveram no Domingão do Faustão na noite do último domingo (13/11) como parte do júri da Dança dos famosos e falaram sobre os ataques. “Cabe à polícia cuidar disso”, disse o ator, confirmando que entrou na justiça para lidar com o caso. “Existem muitas formas de combater o preconceito e a gente combate com amor e justiça. Temos policiais bons que vão descobrir quem fez isso. Minha filha tem algo que esses caras não têm: amor”, completou. No Instagram, Giovanna também se pronunciou. Ela usou uma frase de Nelson Mandela para refletir sobre o ocorrido: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”. Casados desde 2010, Bruno e Giovanna adotaram Titi em julho. Eles viajaram a Malauí, na Sul do continente africano, cerca de sete vezes até finalizar o processo de adoção da menina. A primeira “aparição” de Titi ao público foi por meio de uma publicação do irmão de Giovana nas redes sociais. “O anjo da família chegou. Bem-vinda, Titi, nós te amamos!”, escreveu o tio. Recentemente, o casal adotou outra criança da África, chamada Chissomo. Os cuidados, entretanto, serão à distância. Os dois vão arcar com as despesas da menina, como alimentação e estudos, enquanto ela permanece sob os cuidados dos pais biológicos no seu país de origem.
Brad Pitt faz primeira aparição pública após divórcio na première de Aliados
Com o fim do principal problema criado por seu divórcio, Brad Pitt mudou seus planos. Inocentado das acusações de agressão a seu filho mais velho, Maddox, justificativa de Angelina Jolie para o divórcio, o ator resolveu retomar sua agenda e fez sua primeira aparição pública após a separação, na première de seu novo filme, “Aliados”. Originalmente, ele pretendia evitar se expor à mídia e tinha cancelado a participação no evento, mas, com a reviravolta, decidiu usar o tapete vermelho do filme para reafirmar sua volta por cima e demonstrar que está retomando sua vida e carreira. Ele até posou para fotos ao lado da atriz Marion Cotillard, que fofocas iniciais apontaram como possível responsável pelo divórcio. Fãs de Angelina chegaram a atacar injustamente a atriz francesa em seu perfil, que ficou devastada pelo ódio alimentado por boatos de tabloides, num momento em que iniciava uma nova gravidez. A situação levou seu marido, o também ator Guillaume Canet a publicar um desabafo em defesa da mulher nas redes sociais. Tudo resolvido, com os mentirosos calados, o casal de colegas finalmente se reencontrou na noite de quarta-feira (9/11) no teatro Regency Village, em Westwood, na grande Los Angeles, para cumprir a agenda de promoção do filme “Aliados”. Conseguiram até sorrir, ao lado do diretor Robert Zemeckis, conforme mostram as fotos da galeria acima.
Brad Pitt é inocentado da acusação de abuso infantil
A novela do divórcio de Angelina Jolie e Brad Pitt ganhou um novo capítulo, com direito a reviravolta. O site TMZ apurou que o ator está livre das acusações de abuso infantil. As conclusões da investigação do Departamento de Serviços da Criança e da Família (DCFS) inocentaram Brad. Segundo o site, elas incluíram entrevistas com a família, todas as crianças e testemunhas, e a conclusão foi de que não houve violência do ator contra o filho mais velho, Maddox, apenas uma discussão. A investigação foi iniciada após denúncia de Angelina Jolie, que teria procurado a polícia contra o ex para proteger seus seis filhos. E estava sendo usada como principal argumento de seu divórcio, para requisitar guarda exclusiva das crianças. A reviravolta dá
Polícia conclui as investigações sobre a morte de Domingos Montagner
A Polícia de Sergipe concluiu as investigações sobre a morte do ator Domingos Montagner. O inquérito foi encerrado após um mês e meio de investigação e confirma que o ator morreu por afogamento. A conclusão é que foi um fato atípico, ou seja, para os investigadores foi um acidente, não houve crime. O delegado responsável pela investigação ouviu 14 pessoas, entre elas a atriz Camila Pitanga, que estava com Montagner no momento de sua morte. Também foram feitas vistorias no local do afogamento, que constataram a falta de sinalização e salva-vidas, avisando da proibição de banho naquela área. Apesar disso, ninguém foi indiciado pela polícia. “A polícia civil não encontrou nenhum tipo de referência a crime ou repercussão penal, mas são fatos que merecem uma apreciação do Ministério Público sob o ponto de vista de responsabilidade da prefeitura”, disse o delegado Alessandro Vieira. Os promotores vão avaliar se as falhas de sinalização do local contribuíram para o acidente. Domingos Montagner morreu no dia 15 de setembro depois de um mergulho com a atriz Camila Pitanga num lugar conhecido como Prainha, em Canindé de São Francisco. A área é considerada perigosa para banho, por causa da correnteza e da formação de redemoinhos. Há um ano, havia avisos de risco no local, mas, após uma reforma, a sinalização foi retirada e só foi reinstalada depois da morte do ator. Em setembro, a prefeitura declarou que não tinha instalado os avisos porque a obra foi interditada pelo Ministério Público. Por sua vez, o Ministério afirmou que o embargo não eximia a responsabilidade do município. A prefeitura de Canindé de São Francisco declarou que vai aguardar o posicionamento final do Ministério Público.
Brad Pitt aceita estender as condições de guarda temporária de seus filhos com Angelina Jolie
A briga de Brad Pitt e Angelina Jolie ganhou uma trégua. Brad concordou em estender as condições do período de guarda temporária de seus filhos com Angelina, fazendo a vontade da ex-esposa. “Com este acordo, as seis crianças permanecerão sob custódia da mãe e continuarão com as visitas terapêuticas com seu pai”, afirmou na segunda-feira um representante da atriz em uma nota dirigida ao programa de TV “Entertainment Tonight”. Mas embora muitas publicações tenham dado este acordo como definitivo, ele é apenas um arranjo para a guarda temporária das crianças, enquanto não houver sentença sobre o pedido de custódia compartilhada, que Brad Pitt reivindica. Na semana passada, Brad entrou na Justiça com seu pedido de guarda compartilhada, confrontando o desejo de Angelia, que, ao dar entrada nos papéis do divórcio, fez uma única exigência: a guarda exclusiva. Pelo acerto atual, foi ampliado o período do acordo inicial do ex-casal, firmado quando a Vara da Família de Los Angeles abriu uma investigação por Brad supostamente agredir o filho mais velho, Maddox – o que teria sido o motivo do pedido de divórcio por parte de Angelina. O acordo previa que Brad fizesse exames periódicos para drogas e fosse acompanhado por um psicólogo durante as visitas. O ator cumpriu todas as exigências e o período de acompanhamento já acabou. Fontes próximas à atriz contaram ao TMZ que a família ainda não se recuperou do episódio para que Pitt volte a ter uma relação normal com os filhos. E, até que isso aconteça, a atriz pretende impedir maior contato do ator com as crianças, pois acredita que ele tem problemas com drogas e com controle da raiva que precisa resolver. O site também ouviu outras fontes, ligadas ao ator, que apostam que a conclusão da Justiça será que Pitt é um bom pai e todo o resto tem sido exagerado demais.
Angelina Jolie e Brad Pitt vão brigar por guarda dos filhos
O divórcio de Angelina Jolie e Brad Pitt não deve ser fácil. Embora o ex-casal não brigue por bens, eles devem travar uma longa batalha pela custódia de seus seis filhos. Quando Angelina deu entrada nos papéis do divórcio, sua única exigência foi guarda exclusiva. Na semana passada, Brad entrou na Justiça com um pedido de guarda compartilhada. E agora, uma fonte ouvida pelo site TMZ, indica que a atriz não vai permitir isso e pretende dificultar até as visitas do ex-marido aos filhos. Segundo a informação do site, Angelina só permitirá que o ator veja as crianças se for monitorado, “até que resolva os seus problemas”. Entre os “problemas” de Pitt, estaria o de consumir drogas e beber acima da média, conforme relatos provenientes da equipe da atriz. A atriz quer perpetuar o acordo inicial do ex-casal, firmado quando a Vara da Família de Los Angeles abriu uma investigação por Brad supostamente agredir o filho mais velho, Maddox – o que teria sido o motivo do pedido de divórcio por parte de Angelina. O acordo previa que Brad fizesse exames periódicos para drogas e fosse acompanhado por um psicólogo durante as visitas. O ator cumpriu todas as exigências e o período de acompanhamento já acabou. Fontes próximas à atriz contaram ao TMZ que a família ainda não se recuperou do episódio para que Pitt volte a ter uma relação normal com os filhos. E, até que isso aconteça, a atriz pretende impedir maior contato do ator com as crianças, pois acredita que ele tem problemas com drogas e com controle da raiva que precisa resolver. O site também ouviu outras fontes, ligadas ao ator, que apostam que a conclusão da Justiça será que Pitt é um bom pai e todo o resto tem sido exagerado demais.
Brad Pitt entra na justiça com pedido de guarda compartilhada dos filhos
Passado o período estabelecido pelo Serviço de Proteção à Criança e ao Adolescente de Los Angeles para que Angelina Jolie tivesse a guarda temporária de seus seis filhos, Brad Pitt entrou na sexta-feira (4/11) na justiça com o pedido de guarda compartilhada, segundo informações da revista People. Brad Pitt quer compartilhar os filhos com a ex-mulher e nisso não há acordo com Angelina, que, ao entrar com os papéis de divórcio, exigiu a custódia exclusiva, que não dá direito a Pitt de morar com as crianças, apenas direito de visitações. Assim como Angelina, o documento de Brad estabelece a data da separação em 15 de setembro. Isto confirma versões que colocam a briga num avião particular, em que o ator teria se exaltado fisicamente com o filho mais velho, Maddox, como causa da separação. A briga teria acontecido no dia 14. “Eles ainda estão trabalhando em questões que não conseguem concordar e envolvem as crianças”, disse uma fonte da People. “Brad e Angie não tiveram qualquer contato desde a separação, e tudo está sendo tratado através de suas equipes. É uma situação muito triste”, acrescentou a fonte úmida. Os filhos do casal são Maddox (15 anos), Pax (12), Zahara (11), Shiloh (10) e os gêmeos Knox e Vivienne (8 anos). De acordo com fofocas dos weblóides, Pax e Shiloh desejam morar com o pai, enquanto Maddox prefere evitar até vê-lo.
Rodrigo Lombardi lidera elenco do filme sobre a Lava-Jato
Apesar da novela, literalmente, sobre sua participação, Rodrigo Lombardi vai mesmo interpretar o juiz Sérgio Moro no cinema. Escalado para protagonizar “À Flor da Pele”, novela de Gloria Perez que substituirá “A Lei do Amor” na faixa das 9, ele acabou entrando também na série “Carcereiros”, para substituir o falecido Domingos Montagner, e tinha ficado sem espaço na agenda. Mesmo assim, seu nome apareceu encabeçando o elenco do longa, que foi divulgado no fim de semana. Além dele, participarão de “A Lei É para Todos” os atores Rainer Cadete (novela “Êta Mundo Bão”), como o procurador Deltan Dallagnol, Roberto Birindelli (série “1 Contra Todos”) como o doleiro Alberto Youssef, Werner Schünemann (novela “Haja Coração”) como o diretor-geral da Policia Federal, e Antonio Calloni (novela “Salve Jorge”), Flávia Alessandra (também da novela “Êta Mundo Bom!”) e Bruce Gomlevsky (minissérie “Liberdade, Liberdade”) como três delegados da Polícia Federal à frente da Operação Lava Jato. Com este elenco, é praticamente a versão novela da Globo da Lava-Jato. Mas os produtores falam em “superprodução” cinematográfica. “A Lei É para Todos” conta com um orçamento estimado em R$ 14 milhões, segundo o comunicado. “Os recursos foram levantados junto a investidores privados. Não há dinheiro público no filme”, diz o material. Ainda de acordo com release, a produção do longa-metragem firmou um acordo com a Polícia Federal que prevê “o apoio logístico da PF, que permitirá filmagens nas instalações onde a Lava-Jato está sendo conduzida e com os equipamentos (viaturas, helicópteros, armamentos, uniformes etc) reais”. “Nossa ambição é fazer um filme de entretenimento de grande bilheteria”, diz o produtor Tomislav Blazic. E o diretor do longa aumenta. “Nosso objetivo é fazer um blockbuster”, afirma Marcelo Antunez, parceiro de Roberto Santucci (que atua como consultor aqui, para dar medo) nas comédias “Até que a Sorte nos Separe 3” e “Qualquer Gato Vira-Lata 2”. De repente, a versão novela da Globo da Lava Jato já será lucro e preferível à versão besteirol. De todo modo, a versão Netflix vem logo em seguida, com direção e produção de quem entende de série e filme policial, José Padilha, responsável pelos dois blockbusters da franquia “Tropa de Elite” e a série “Narcos”.












