PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Beyoncé arrasa em música e clipe lançados de surpresa, mais politizada que nunca

    7 de fevereiro de 2016 /

    A rainha das surpresas Beyoncé lançou um novo single, acompanhando por um novo clipe, pegando a internet desprevenida. A façanha não é tão impressionante quando a vez, em 2013, em que ela gravou um disco inteiro na surdina. Mas o vídeo explodiu feito bomba nas redes sociais. Não só pela falta de divulgação antecipada, mas pelas imagens. “Formation” é uma das músicas mais politizadas da cantora, algo vagamente aludido no discurso feminista de hits como “Flawless” e “Pretty Hurts”, mas que agora surge escancarado, com direito a imagens ilustrativas. Ela canta sobre o orgulho de sua negritude, entrando no clipe sentada sobre o capô de uma viatura da polícia de Nova Orleans, que afunda numa inundação das águas do Mississippi. O vídeo também mostra um garotinho dançando diante de uma formação da SWAT, e quando Beyoncé prega respeito às raízes negras, surge um jornal com a foto de Martin Luther King Jr. e imagens captadas em VHS, remontando danças de rua dos anos 1990, época em que o vídeo do espancamento de um negro chamado Rodney King pela polícia de Los Angeles gerou o maior levante racial já visto no país. Em uma das cenas, policias levam as mãos ao alto, em frente a um muro onde está escrito “parem de atirar em nós”. Beyoncé chama atenção para tudo isso sem perder sua pose ostentação, evocando os paparazzi que a perseguem e seu vestido Givenchy. Ela se descreve como uma negra poderosa e orgulhosa, que adora seu nariz, suas raízes sulistas e o cabelo afro da filhinha Blue Ivy – que, por sinal, participa do vídeo. E ela “arrasa”, como diz o refrão, sobre um arranjo minimalista de hip-hop, que privilegia a batida eletrônica e sua voz sobre os demais elementos da canção, favorecendo contorcionismos coreográficos bastante criativos. Já o vídeo, dirigido por Melina Matsoukas (a mesma diretora de “Pretty Hurts”), inclui cenas do documentário em curta-metragem “That B.E.A.T.”, sobre o hip-hop de New Orleans, o que pegou os diretores da obra de surpresa e ameaçou virar uma mini-polêmica no Twitter, até os produtores reconhecerem terem cedido as imagens para a cantora. Os cineastas, por sinal, são creditados na produção do vídeo.

    Leia mais
  • Filme

    Diretora de Guerra ao Terror vai filmar drama sobre tumultos raciais dos anos 1960

    29 de janeiro de 2016 /

    A diretora Kathryn Bigelow, vencedora do Oscar por “Guerra ao Terror” (2008) e indicada por “A Hora Mais Escura” (2012), vai filmar um drama sobre os tumultos raciais de Detroit em 1967. A informação é do site Variety. Ainda sem título, o projeto será o 10º filme da cineasta e o terceiro de sua bem-sucedida parceria com o roteirista Mark Boal, que escreveu seus longas mais recentes. A trama retratará a devastadora revolta popular que tomou conta da cidade de Detroit ao longo de cinco dias, deixando 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados em 1967. Tudo começou quando a polícia resolveu fechar um bar sem licença num bairro pobre, durante uma festa de comemoração pela volta de dois soldados da Guerra do Vietnã. Ao decidir prender todo mundo, os policiais geraram ultraje e precipitaram protestos que descambaram para a violência, motivada pela questão racial – todos os 82 clientes detidos do bar eram negros. A reação do governo, enviando a guarda nacional e até tropas militares, apenas serviu para transformar a rebelião civil numa batalha campal. As filmagens devem começar na metade do ano para um lançamento em 2017, quando se comemora o 50º aniversário da rebelião. Além deste filme, Bigelow e Boal também desenvolvem “The Recruiters”, uma série sobre jihadistas para o canal pago HBO

    Leia mais
  • Etc

    Polícia Federal prende responsáveis pelo site pirata Mega Filmes HD

    19 de novembro de 2015 /

    Uma operação deflagrada na manhã de quarta-feira (18/11) pela Polícia Federal resultou no fechamento e na prisão do grupo que gerenciava o site pirata Mega Filmes HD. Batizada de Barba Negra, a operação cumpriu dois mandados de prisão temporária visando desarticular uma organização criminosa especializada na prática de crimes contra os direitos autorais. O Mega Filmes HD oferecia um acervo de 150 mil filmes, documentários, séries de TV e shows de forma ilegal. Segundo a Polícia Federal, o site recebeu 60 milhões de visitas únicas mensais no primeiro semestre de 2015 — 85% originadas no Brasil e 15% de locais como Portugal e Japão. Os conteúdos eram oferecidos de forma gratuita, mas o site lucrava com a exibição de anúncios publicitários a seus visitantes. Além de ter realizado as prisões, a PF bloqueou as contas bancárias de sete suspeitos de gerenciar a página. Os investigados serão indiciados não apenas pela violação de direitos autorais, que tem uma pena de dois a quatro anos e multa, mas também por constituição de organização criminosa, que acrescenta ao delito uma pena de três a oito anos de prisão e multa.

    Leia mais
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie