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    Mulher de Woody Allen fala pela primeira vez das alegações de pedofilia contra o diretor e ataca Mia Farrow

    17 de setembro de 2018 /

    Soon-Yi Previn, esposa de Woody Allen, falou pela primeira vez na imprensa sobre seu relacionamento com o cineasta e as acusações feitas por Mia Farrow contra ele. Em uma entrevista-perfil publicada pelo New York Magazine e compartilhada pelo site Vulture, da mesma empresa, ela afirmou categoricamente que as alegações de que Woody Allen teria molestado a própria filha Dylan Farrow são falsas e que Mia Farrow foi quem abusou dela, com violência, quando criança. “Mia nunca foi maternal comigo desde o começo”, disse Previn a Daphne Merkin, autora do artigo e amiga de Allen há quatro décadas. “Eu nunca me interessei em escrever um ‘Mamãezinha Querida’ focado em Mia – nada disso”, explicou Previn, que foi adotada na Coreia do Sul por Farrow e seu então marido Andre Previn quando ela tinha seis anos de idade. “Mas o que aconteceu com Woody é tão perturbador, tão injusto. [Mia] aproveitou o movimento #MeToo e desfilou Dylan como uma vítima. E toda uma nova geração está ouvindo sobre isso da forma errada, quando não deveria”. E daí passou a descrever como foi sua infância com Mia Farrow. “Ela tentou me ensinar o alfabeto com blocos de madeira. Se eu não os acertasse, às vezes ela os jogava em cima de mim ou no chão. Quem pode aprender sob essa pressão? Previn afirmou que, como não falava inglês, teve uma “pequena dificuldade de aprendizagem” e Farrow passou a escrever palavras em seus braços para fazê-la se lembrar delas, “o que era humilhante, então eu sempre usava camisas de mangas compridas”. A mãe adotiva também tinha o costume de pendurá-la de cabeça para baixo por períodos de tempo, porque “ela pensou – ou talvez leu, Deus sabe onde ela tirou essa ideia – que o sangue correr para à minha cabeça me tornaria mais esperta ou algo assim”. Ela disse que Mia Farrow também a esbofeteava e a espancava com uma escova de cabelo, enquanto a chamava de “estúpida”. A atriz teria, inclusive, pedido para ela gravar numa fita uma declaração de que era realmente uma filha da p*ta, mas ela se recusou. Sua mãe biológica era uma prostituta que a abandonou. Contou ainda que Mia que elegia filhos favoritos, entre os mais inteligentes e mais loiros, tratando os demais como empregados, que deveriam fazer as tarefas da casa para ela. Sobre o início de seu relacionamento com Allen, ela observou que os dois eram adultos na época – ela tinha 21 anos – e se aproximaram porque ela o via como outro “loser” (perdedor) e ele simplesmente via ela. “Mia nunca foi gentil comigo. E de repente eu tive a chance de encontrar alguém que demonstrava afeição e era gentil, e é claro que adorei”. Ela diz que, no começo, nenhum dos dois pensava que o caso duraria, mas com o tempo eles se aproximaram. “Eu conheceria alguém na faculdade, e isso acabaria”, contou Soon-Yi sobre o relacionamento. “Só se tornou realmente um relacionamento quando nós fomos jogados juntos em público por causa da acusação de abuso sexual”. Depois que Farrow descobriu sobre o caso, encontrando fotos nuas de Previn, a relação de Previn com Farrow se deteriorou ainda mais. “Eu lembro do telefonema quando ela encontrou as fotos”, disse Previn. “Peguei o telefone e Mia disse: ‘Soon-Yi’. Isso é tudo que ela precisava dizer, naquele tom de voz arrepiante. Eu sabia que minha vida terminara e que ela sabia, apenas pelo modo como ela dizia meu nome. Quando ela chegou em casa, me perguntou sobre isso, e eu – por instinto de sobrevivência – neguei. Mas ela disse: “Eu tenho fotos”. Então eu sabia que tinha sido pega. Claro, ela me deu um tapa, você sabe o rumo dessas coisas. E então ela ligou para todos. Ela não conteve a situação. Ela espalhou como fogo”. Previn expressou remorso pelo efeito que seu caso com Woody Allen teve em Farrow, chamando o relacionamento de “uma enorme traição de ambas as partes, uma coisa terrível de se fazer, um choque terrível para infligir a ela”. Mesmo assim, ficou surpresa pela forma como o público em geral viu o caso, como se tivesse sido incesto. Soon-Yi garante que nunca viu Allen como um figura paterna. “Eu já tinha um pai”, ressalta. “Ele era André Previn e Mia nunca se casou com Woody, nem eles moravam juntos. Ele era o namorado da minha mãe, pura e simplesmente. Ele era como uma entidade separada. Eu achava que Mia tinha o fazia de tolo, fazendo-o acreditar que ela era uma ótima mãe. Eu achei que ele não era muito observador, não era alguém que valesse a pena conhecer. É por isso que foi o maior choque para mim quando acabamos juntos”. Ela está casada até hoje com Woody Allen, nunca passou uma noite sequer longe dele desde então e também adotou crianças. Meninas. Bechet, atualmente com 19 anos, e Manzie, de 18. Nenhuma fez qualquer denúncia contra o pai. A autora do artigo lembra que Moses Farrow, irmão de Soon-Yi, descreveu recentemente suas lembranças de infância com Mia Farrow da mesma maneira, com lembranças de violência física contra a irmã e ele próprio. “Ela até trancou meu irmão Thaddeus, paraplégico de polio, no quintal durante a noite por punição por alguma transgressão”, ele disse, referindo-se ao irmão que se suicidou aos 27 anos. Outra filha adotiva de Mia, uma órfã cega vietnamita chamada Tam, morreu aos 19 anos. De acordo com Mia, de ataque cardíaco. De acordo com o que Thaddeus teria dito a Moses: suicídio por overdose. A irmã de Allen, Letty Aronson, completou a história com uma declaração à Vulture, lembrando o que Mia lhe disse naquela época: “’Ele levou minha filha, eu vou levar a dele’. Eu disse: ‘Não seja ridícula. [Dylan] ama Woody. Uma criança deveria ter um pai. Ela disse: ‘Eu não me importo'”. E assim teria começado a acusação de que Woody Allen molestou a própria filha. Em agosto de 1992, Mia levou Dylan para a justiça para declarar que Allen havia abusado dela, o que Allen negou e continua negando até hoje, afirmando que tudo começou com uma manipulação de Mia, que virou lavagem cerebral em Dylan. As alegações levaram a uma batalha de custódia muito divulgada e prolongada, que não encontraram evidências contra Allen, mas resultaram na perda da guarda de seus filhos. É, de fato, notório que o diretor gosta de filmar histórias de relacionamentos entre homens mais velhos e mulheres muito mais novas, e que ele próprio se envolveu com uma garota de 21 anos quando tinha mais de 50. Mas também é fato que nenhuma atriz jamais o acusou de assédio, em mais de meio século de carreira. Dylan Farrow é a única mulher que acusa Woody Allen de abuso, baseada em memórias de sua infância. Ela rebatou a publicação do artigo voltando ao Twitter para reforçar sua acusação. AS primeiras palavras de seu texto são “Woody Allen me molestou quando eu tinha sete anos de idade”. Ela e seu irmão Ronan Farrow reforçaram que foram criados por uma mãe amável e condenaram a publicação por simplesmente realizar a entrevista. “Eu tenho uma mensagem para a mídia e os aliados de Woody Allen: ninguém está me ‘desfilando como vítima’. Eu continuo sendo uma mulher adulta fazendo uma alegação plausível que não se alterou em duas décadas, sustentada por evidências”, escreveu Dylan. “Eu devo tudo o que sou a Mia. Ela é uma mãe devotada que passou pelo inferno para criar os filhos e um lar amável para nós. Mas isto nunca impediu Woody Allen e seus aliados de plantar histórias que atacam e vilipendiam minha mãe para desviar de uma acusação plausível de abuso contra minha irmã”, escreveu Ronan. Ele ainda se disse chocado, como jornalista, pela cumplicidade do New York Magazine, que não teria ouvido o outro lado nem contraditórios de testemunhas, e ainda permitiu que o artigo fosse escrito por uma amiga notória de Woody Allen. O New York Magazine rebateu Ronan, lembrando que deixou claro no texto o relacionamento entre a jornalista e Allen, e que a entrevista só aconteceu por conta dessa amizade, porque Soon-Yi jamais tinha falado com a imprensa antes. Este fato apenas já tornava o material jornalisticamente relevante. Além disso, o perfil queria mostrar um lado diferente da história que ele e a irmã tornaram tão conhecida e que até então tinha tão poucos contraditórios. Um porta-voz da família de Mia Farrow também refutou todas as alegações de abuso físico, negligência e as demais acusações feitas na entrevista. Após a publicação, várias pessoas se alinharam a Ronan Farrow no Twitter atacando o artigo pela falta de isenção da entrevistadora. A porta-voz do New York Magazine, Lauren Starke, defendeu a história dizendo: “Esta é uma história sobre Soon-Yi Previn, e apresenta sua perspectiva sobre o que aconteceu em sua família. Acreditamos que ela tem direito a ser ouvida. O relacionamento de Daphne Merkin com Woody Allen é revelado e é uma parte da história, como foi a razão de Soon-Yi aceitar ser entrevistada. Esperamos que as pessoas leiam por si mesmas”.

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    Após denunciar pedófilo, Olivia Munn reclama de falta de apoio do elenco de O Predador

    13 de setembro de 2018 /

    Olivia Munn passou uma semana agitada, sentindo-se isolada e temendo a fama de “difícil”. Depois de trazer a público seu pedido para a Fox remover uma cena de “O Predador” em que ela contracenou sem saber com um pedófilo condenado, a atriz chegou a reclamar da falta de apoio pessoal que recebeu de seus colegas de elenco e do diretor Shane Black. Eles simplesmente a abandonaram sozinha para promover o filme no Festival de Toronto, após a revelação do caso chegar na imprensa. A preocupação se devia também ao fato deste ser o segundo caso de abuso denunciado pela atriz. Ela foi uma das seis mulheres que acusaram o diretor Brett Ratner de assédio sexual, o que fez com que ele perdesse um contrato de produção milionário com a Warner. Mas já na estreia do filme em Los Angeles no Egyptian Theatre, na quarta-feira (12/9), Munn disse ao site da revista The Hollywood Reporter que estava mais encorajada, graças principalmente ao grau substancial de apoio que recebeu nas redes sociais e na imprensa, além de um apoio tardio de seus colegas. “Fiquei tão impressionado com a resposta nas mídias sociais, fãs, notícias, blogs”, disse Munn ao THR . “Quando algo assim acontece, muitas vezes pode ser polarizador, mas tem sido incrível ver que há muitas pessoas sensatas por aí que estão expressando o mesmo tipo de indignação e compreensão, e também apoio”. Munn pediu a remoção de sua cena em frente ao ator Steven Wilder Striegel, um amigo de longa data do diretor Shane Black, que foi condenado a seis meses de prisão em 2010 por seduzir sexualmente sua prima de 14 anos por meio de trocas de mensagens online e pessoais. Ao saber do histórico de Streigel, Munn fez seu pedido e o estúdio consentiu, cortando a cena da edição final. Ela confessou ter ficado aliviada quando o resto do elenco finalmente demonstrou apoiar sua posição. “Sou grato por meus colegas terem falado”, disse ela. “Eu falei com alguns deles em particular, e eles entendem a situação e expressaram seu pesar pela forma como ela aconteceu. E eu acho que eles entendem agora. Mas é uma situação difícil.” Ao ser perguntado se ela estava satisfeita com a decisão de Black – o diretor-roteirista inicialmente disse que estava apenas tentando apoiar um amigo, depois revisou sua opinião quando soube que as acusações contra a Streigel eram muito mais sérias e perturbadoras do que havia sido representado para ele – , ela fez uma pausa longa antes de oferecer uma resposta dura. “Eu ainda tenho a minha conversa com ele”, disse ela. “Eu preciso ter uma conversa completa, e então há coisas que eu ainda posso dizer que eu sinto que ele deveria ouvir primeiro, antes de eu dizer em público.” Black também expressou preocupação sobre a reparação de qualquer falha que tenha cometido com Munn, na esperança de iniciar a reconciliação em particular. “Eu estendi a mão para Olivia, porque sei que devo a ela algum tipo de desculpa”, disse Black ao THR. “Espero que você possa entender que eu preferiria manter essa comunicação entre nós dois em particular”, completou. De qualquer forma, o cineasta diz assumir a responsabilidade de ter criado uma situação desconfortável para o elenco e a equipe. “Sinto muito, realmente estou, por qualquer dor que causei”, disse ele. “Eu sou o capitão do navio, certo? Então, não importa que esse cara que eu coloquei no filme é um amigo meu. Ele não era franco. Ele não era honesto comigo. Mas isso não importa, porque eu não tenho permissão para tomar uma decisão com base no que eu penso. Eu tinha um cara com um passado criminoso – isso é sensível, para dizer o mínimo – , e eu o coloquei no filme, sem contar ao elenco e à equipe. Isso é culpa minha. Eu assumo total responsabilidade. Isso é irresponsável, e eu não deveria ter feito isso.” Sterling K. Brown foi o primeiro a divulgar uma declaração pública de apoio a Munn via Instagram, depois que ele soube da situação, em que ela ficou abandonada em Toronto, e disse ao THR que estava satisfeito com a resolução. “Estou muito feliz que ela tenha dito alguma coisa”, disse a estrela da série “This Is Us”. “Estou muito feliz que um cara que tentou se relacionar com sua prima de 14 anos não esteja em nosso filme, porque muitas pessoas dedicam muito trabalho a isso, e eu não acho que ele deveria estar colhendo os benefícios de nosso trabalho duro”. Boyd Holbroock também ecoou seu apoio à distância. “A última coisa que queria era que Olivia se sentisse abandonada”, ele disse, num comunicado que começa pedindo desculpas por sua demora em se manifestar. “Eu já disse antes, e vou declarar de novo, estou orgulhosa de Olivia pela maneira como ela lidou com uma situação difícil e alarmante, e agradeço que Fox tenha levado a informação a sério e agido rapidamente.” Diante de todo esse noticiário negativo, o filme está sendo destruído pela crítica americana. Tinha apenas 41% de aprovação na quinta, mas 24 horas depois caiu ainda mais no conceito dos críticos, com 39% na média de opiniões registrada pelo site Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Petição para a Disney recontratar James Gunn atinge 400 mil assinaturas

    13 de setembro de 2018 /

    Os fãs de “Guardiões da Galáxia” não vão deixar a Disney esquecer que sem James Gunn pode não haver franquia. Um abaixo-assinado pedindo sua recontratação no site Change.org atingiu 400 mil assinaturas. E isto é um volume muito grande, capaz de intimidar qualquer candidato a substituir o cineasta em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, depois que tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, foram trazidos à tona pela extrema direita americana. Horn classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e a petição dos fãs na internet. Havia a expectativa de que aos poucos o ímpeto da campanha pela volta do diretor diminuísse. Mas os fãs continuaram assinando a petição. E o ator Dave Bautista, que interpreta Drax em “Guardiões da Galáxia”, não perde oportunidades para destacar o equívoco cometido pelo estúdio, que para ele legitima campanha de difamação de cibernazistas da internet. A Marvel terá agora que lidar com um elenco descontente e fãs enfurecidos, se realmente for adiante e produzir “Guardiões da Galáxia Vol. 3” com um novo diretor. Além disso, cineastas que poderiam substituí-lo no filme consideram-se seus amigos e não pretendem assumir a função. Segundo rumores, já houve várias reuniões com substitutos em potencial, que não renderam contratações pelos motivos citados.

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    Tuíte racista sobre Mbappé rende processo de R$ 7 milhões para o youtuber Júlio Cocielo

    13 de setembro de 2018 /

    O youtuber Júlio Cocielo vai responder na Justiça sua “brincadeira” com o jogador francês Mbappé no Twitter. Os promotores de Direitos Humanos Eduardo Valério e Bruno Orsini Simonetti acusaram o influenciador digital de racismo e entraram com uma ação em que exigem um pagamento de R$ 7 milhões por danos coletivos. Durante a Copa do Mundo da Rússia, Cocielo publicou que “Mbappé conseguiria fazer uns (sic) arrastão top na praia”. O youtuber foi duramente criticado por usuários e gerou uma grande discussão na internet. Diante da polêmica, os promotores decidiram levar o caso para a justiça – a dupla pediu a quebra do sigilo bancário, além da condenação por racismo. “Trata-se de um jovem jogador negro, francês de ascendência camaronesa, de compleição física robusta e que mostrou, nos jogos da seleção francesa na Copa da Rússia, impressionantes velocidade e explosão, daí advindo, em notória manifestação de racismo, a sua associação com os assaltantes (negros, na ótica do autor) que praticam crimes de roubo nas praias brasileiras, sobretudo fluminenses, sempre sob contínua e desabalada corrida”, escrevem na ação. Para reforçar a denúncia, Valério e Simonetti anexaram comentários racistas feitos por Cocielo entre 2010 e 2018 na mesma rede social. Na visão dos acusadores, o influenciador digital ‘violou direitos fundamentais e o Tratado Internacional de Direitos Humanos’ com as postagens ofensivas. Na ação, os promotores ainda se apegam aos números de tuítes de Cocielo antes e depois dos comentários sobre Mbappé. De acordo com o relato inserido na denúncia, o youtuber apagou mais de 50 mil tuítes antigos. De pouco mais de 81 mil posts, a conta caiu para 32 mil no dia seguinte à postagem sobre o atacante francês. Cocielo usou a mesma rede social para pedir desculpas pelos comentários sobre o jogador do PSG, eleito a revelação do último Mundial e que teve papel fundamental na conquista da Copa do Mundo pela França. Mas assim mesmo perdeu diversos patrocínios.

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    Henry Cavill debocha das notícias sobre seu futuro como Superman

    13 de setembro de 2018 /

    O ator Henry Cavill postou um vídeo bizarro em seu Instagram, em que aparece com o semblante sério, segurando um boneco de Superman ao som da valsa “Danúbio Azul”, numa gravação marcada por latidos de cachorros. “Dia interessante”, ele descreveu, na legenda. O vídeo faz referência às notícias de que ele não será mais Superman nos filmes da Warner, após abandonar negociações para fazer uma participação em “Shazam!”, uma das próximas adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Apesar de nenhuma das partes confirmar oficialmente, o site The Hollywood Reporter afirmou na quarta-feira (12/9) ter ouvido de fontes do estúdio que a carreira de Cavill como o Superman acabou após três filmes em que ele interpretou o super-herói. O ator vestiu a capa nas telas em “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017). Pouco depois da informação do site, a agente de Cavill, Dany Garcia, desmentiu a notícia. “Fiquem tranquilos, a capa ainda está no armário. A Warner foi e continua sendo uma parceira no desenvolvimento do universo DC. Aguardem por um comunicado mais tarde”. A Warner soltou seu comunicado, que não teve o mesmo tom otimista. “Embora nenhuma decisão tenha sido tomada em relação aos próximos filmes do Superman, sempre tivemos grande respeito e um ótimo relacionamento com Henry Cavill, e isso permanece inalterado”, diz o texto oficial do estúdio sobre a polêmica. A manifestação enigmática de Cavill tenta ser engraçada, mas não desmente a notícia. Visualizar esta foto no Instagram. Today was exciting #Superman Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em 12 de Set, 2018 às 4:23 PDT

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  • Série

    Netflix renova Insatiable, série acusada de gordofobia e com apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes

    12 de setembro de 2018 /

    A Netflix renovou a série “Insatiable”, que virou alvo de polêmicas após ser acusada de incentivar a gordofobia e humilhação corporal (body shaming). O anúncio foi feito pelo Twitter americano da plataforma. A série deu muito o que falar e aparentemente isso agradou a Netflix, mesmo que todos os comentários tenham sido negativos. A renovação aconteceu contra um abaixo-assinado online com mais de 235 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento. E mesmo com a pior avaliação já registrada de uma série da Netflix, apenas 11% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. A Netflix se baseia em visualizações de episódios para decidir renovar suas séries, e provavelmente muita gente foi conferir a atração por conta da polêmica. O detalhe é que, depois de assistir, o público médio gostou da atração, como demonstram os 83% de aprovação popular no mesmo Rotten Tomatoes. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. A 2ª temporada deve estrear em 2019. #Insatiable has been renewed for Season 2 pic.twitter.com/Q40Khtix5s — See What's Next (@seewhatsnext) September 12, 2018

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  • Filme

    Henry Cavill pode ter encerrado sua carreira como Superman

    12 de setembro de 2018 /

    O Superman deve mudar de intérprete no cinema. Pelo menos é o que afirma a revista The Hollywood Reporter num artigo publicado nesta quarta-feira (12/9). De acordo com a apuração da publicação, Henry Cavill estaria rompido com a Warner Bros., o que significa que o ator não voltará mais a vestir sua capa vermelha. Apesar de nenhuma das partes confirmar oficialmente, o THR afirma ter ouvido de fontes do estúdio que a carreira de Cavill como o Superman acabou após três filmes em que ele interpretou o super-herói. O ator vestiu a capa nas telas em “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017). O que teria motivado o rompimento foi uma negociação frustrada da Warner para uma aparição de Cavill como Superman em “Shazam!”, que estreia em abril. As conversas acabaram mal e o desentendimento teria sido tão grave que as portas para que ele voltasse a viver Superman novamente teriam sido fechadas. Pouco depois da informação do site, a agente de Cavill, Dany Garcia, desmentiu a notícia. “Fiquem tranquilos, a capa ainda está no armário. A Warner foi e continua sendo uma parceira no desenvolvimento do universo DC. Aguardem por um comunicado mais tarde”. A Warner soltou seu comunicado, que não teve o mesmo tom otimista. “Embora nenhuma decisão tenha sido tomada em relação aos próximos filmes do Superman, sempre tivemos grande respeito e um ótimo relacionamento com Henry Cavill, e isso permanece inalterado”, diz o texto oficial do estúdio sobre a polêmica. De todo modo, o THR cometeu um erro crasso ao tentar dar contexto para a mudança, afirmando que o rompimento também passaria pelo filme da Supergirl, atualmente em desenvolvimento. A reportagem afirma que Superman teria que ser uma criança neste filme, o que não faz o menor sentido. Provavelmente quem escreveu o artigo nem sequer vê a série “Supergirl”. Com esse tipo de argumentos, fica difícil dar muita credibilidade à apuração. Mesmo assim, é fato que a DC não tem planos para voltar a Superman, como diz o próprio comunicado da Warner. Não há previsão de lançamento de um novo filme solo do herói, nem mesmo um reencontro da Liga da Justiça. Entretanto, havia, sim, planos para um encontro entre Superman e Adão Negro, que será vivido por Dwayne “The Rock” Johnson, no filme solo do vilão do universo de Shazam!. Cavill e Johnson estavam entusiasmados por isso, especialmente por terem a mesma agente – Johnson é ex-marido de Garcia e sócio dela em sua empresa de produção. Enfim, as fontes que não conhecem Supergirl também garantem que há na Warner uma vontade de sacudir o universo DC para que ele atinja seu potencial, como a Marvel. Isso supostamente passaria por uma troca de atores, como Cavill e Ben Affleck, que viveu o Batman, além, claro, de realizadores.

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  • Série

    Humilhado por trabalhar em supermercado, Geoffrey Owens vai participar de NCSI: New Orleans

    11 de setembro de 2018 /

    Depois da humilhação, a redenção. O ator Geoffrey Owens, que participou da série “The Cosby Show” entre 1985 e 1992, continua recebendo convites para aparecer em séries, após a repercussão de reportagens humilhantes do jornal Daily Mail e da Fox News que o flagraram trabalhando como caixa de supermercado (foto acima). Diversos atores se revoltaram com o tratamento dado a Owens apenas por trabalhar num mercado, quanto enfrenta dificuldades de exercer sua profissão. Um deles foi Tyler Perry, que imediatamente o contratou para participar de 10 episódios de “The Haves and the Have Nots”, que vai entrar em sua 6ª temporada e lidera a audiência do OWN, canal pago de Oprah Winfred. Mas não ficou nisso. Agora, Owens foi contratado para participar de “NCSI: New Orleans”. Ele vai aparecer no sexto episódio da 5ª temporada da série, que será exibida em outubro nos Estados Unidos, no papel do comandante Adams, um velho amigo do protagonista Pride (Scott Bakula). “Para o comandante Adams, precisávamos de uma alguém com paixão, competência e coração. Isso tudo é Geoffrey”, disse o produtor executivo Christopher Silber. “Um ator competente que parece ser a escolha perfeita para adicionar ao nosso elenco. Temos sorte de tê-lo no time”. Owens nunca deixou de atuar e este ano já tinha aparecido num episódio de “Elementary”, mas as oportunidades de exercer sua profissão vinham se tornando tão escassas que ele passou a trabalhar como caixa no Trader Joe’s há 15 meses. Se os convites continuarem, ele deve voltar a se concentrar apenas na atuação.

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  • Série

    Showrunner de The Witcher sai do Twitter após ataques por mudança de etnia da protagonista feminina

    11 de setembro de 2018 /

    A showrunner responsável pela adaptação de “The Witcher” para a Netflix, Lauren Schmidt Hissrich (“Os Defensores”), anunciou sua saída do Twitter pouco tempo depois do vazamento da descrição da intérprete de Ciri na série. Ela foi atacada por mudar a etnia da protagonista feminina. “Esta na hora de um hiato do Twitter. O amor aqui é incrível, e o ódio é esclarecedor, como um Trial of Grasses [referência ao jogo], mas eu preciso ler menos e escrever mais, ou não vamos ter um episódio final. Volto logo com mais informações. Sejam legais uns com os outros, okay?”, ela postou. Hissrich foi atacada quando veio à nota uma chamada para o teste de elenco que vai definir a intérprete de Ciri. Na descrição, a produção convocava atrizes “de 16 ou 15 anos, negras, asiáticas ou de minorias étnicas, que possam interpretar uma personagem de 13 ou 14 anos. Não pode ter mais de 18 anos”. Usuários do Twitter mostraram descontentamento e resgataram tuítes antigos, publicados em maio, onde a showrunner dizia que não alteraria etnias dos personagens originais. Nos livros do escritor Andrzej Sapkowski e no jogo de “The Witcher”, Ciri é de raça branca. Em poucos horas, um abaixo assinado que pedia respeito à obra original reuniu 35 mil assinaturas. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. A atriz de Ciri ainda não foi anunciada. O único ator confirmado na produção até o momento é Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) no papel de Geralt de Rivia. Ainda não há previsão para o lançamento da série.

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    Presidente da rede CBS vai perder o cargo após novas acusações de assédio sexual

    9 de setembro de 2018 /

    O executivo Leslie Moonves, um dos homens mais poderosos de Hollywood, vai deixar o cargo de CEO da rede CBS após novas acusações de assédio virem à tona, informaram vários órgãos da imprensa americana neste domingo (9/9). Ele comanda a empresa desde 2003, quando tornou a CBS a rede de TV mais assistida dos Estados Unidos. Os detalhes da mudança de cúpula de um dos maiores grupos de comunicação do mundo devem ser anunciados na segunda-feira (10). Oficialmente, a CBS ainda não comentou as novas acusações, publicadas pelo jornalista Ronan Farrow na revista The New Yorker deste domingo, ou a situação de Moonves na empresa. Moonves é o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Sim, o CEO da CBS é muito mais influente que o dono do estúdio The Weinstein Company, por comandar um império que inclui, além da CBS, metade da rede The CW (joint venture da CBS com a Warner), a plataforma de streaming CBS All Access, estúdios de TV e cinema e estações de rádio, além de participar do conglomerado Viacom, dono da Paramount Pictures, MTV, Nickelodeon, etc. Em julho, seis mulheres entrevistadas por Farrow (responsável também por uma das reportagens que derrubou Weinstein) afirmam terem sido vítimas de abusos de Moonves. Quatro delas disseram que ele as tocou ou beijou à força enquanto outras duas afirmam ter sido intimidadas fisicamente ou com ameaças de que suas carreiras seriam arruinadas. Os fatos teriam acontecido entre a década de 1980 e os anos 2000. Moonves admitiu ter feito avanços sobre as mulheres “há várias décadas”, mas negou tê-las assediado sexualmente. Neste domingo, outras seis mulheres acusaram Moonves de assédio, abuso e violência, em mais uma reportagem de Farrow para a New Yorker.

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  • Série

    Ator que foi humilhado por virar caixa de supermercado é confirmado em série

    7 de setembro de 2018 /

    O ator Geoffrey Owens fechou acordo para participar do elenco recorrente da série “The Haves and the Have Nots”. Ele vai aparecer em 10 episódios da 6ª temporada da atração, líder de audiência do canal pago OWN, de Oprah Winfrey. Este foi o final feliz de uma tentativa de humilhação do ator, perpetrada pela rede de notícias Fox News, o jornal Daily Mail e sites de fofoca, após ele ser flagrado no fim de semana passado trabalhando como caixa em um supermercado. Conhecido pelo papel de Elvin Tibideaux, o marido da filha mais velha de Bill Cosby na série “The Cosby Show” entre 1985 e 1992, Owens foi ridicularizado por aparecer num uniforme sujo, atendendo clientes num mercadinho de Nova Jersey. Mas a cobertura causou comoção nacional. Após a notícia viralizar em sites de fofoca, diversos artistas famosos manifestaram-se em solidariedade a Owens e em protesto contra um novo tipo de bullying: “humilhação de trabalhador”. Detalhe: para aumentar o equívoco de julgamento, a reportagem foi ao ar na semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. O ator, produtor e roteirista Tyler Perry foi um dos que se manifestou via Twitter, onde fez o convite para Owens entrar na série. “Estou prestes a gravar a série ‘The Haves and the Have Nots’ na próxima semana. Venha se juntar a nós! Eu tenho muito respeito por quem luta entre papéis. É o que demonstra [ser] um grande artista”. Em entrevista ao programa “Entertainment Tonight”, Owens comentou o convite. “Isso foi muito legal. Eu fiquei um pouco cético na hora, ‘Sério? Você realmente está falando para trabalhar comigo?’. Porque nunca fizemos nada juntos antes. Então, isso é uma coisa muito, muito generosa de se falar. E vamos ver o que vai acontecer a partir de agora, mas é encorajador”. Owens nunca deixou de atuar e este ano já apareceu num episódio de “Elementary”, mas as oportunidades de exercer sua profissão são escassas. Por conta disso, passou a trabalhar como caixa no Trader Joe’s há 15 meses.

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    Fox corta cena de O Predador com participação de amigo pedófilo do diretor

    7 de setembro de 2018 /

    A Fox decidiu intervier e cortar uma cena de “O Predador”, após descobrir que o diretor Shane Black havia escalado um amigo condenado por pedofilia para aparecer no filme. O ator Steven Wilder Striegel, de 47 anos, aparecia em uma rápida cena na qual dialogava com Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A atriz descobriu mais tarde que Striegel foi condenado em 2010 por tentar atrair pela internet uma garota de 14 anos para um relacionamento sexual. Quando Munn notificou o estúdio de sua descoberta, a Fox decidiu cortar a cena. “Nós não estávamos cientes do passado de Striegel durante as filmagens ou o processo de escalação. Existem barreiras legais que nos impedem de pesquisar sobre o passado dos atores”, explicaram representantes da Fox em comunicado oficial, após o jornal The Los Angeles Times começar a investigar a história. O diretor Shane Black, no entanto, sabia da condenação do amigo. Os dois se conhecem desde 2004, quando foram apresentados por amigos em comum. “Eu, pessoalmente, decidi ajudar um amigo”, disse o cineasta. “Eu entendo que outras pessoas possam desaprovar. A condenação dele foi por uma acusação séria, que não deve ser desconsiderada”. Ele se justificou afirmando que não sabia de toda a história, apenas a versão contada por Striegel. O diretor acreditava que o amigo foi “pego em uma situação complicada, e não tinha uma intenção maligna de fazer o que fez”. Striegel passou seis meses na cadeia em 2010. O primeiro papel que conseguiu ao sair da prisão foi em “Homem de Ferro 3”, também dirigido por Black. Mais tarde, apareceria em outro dos projetos do amigo: “Dois Caras Legais”, comédia de ação lançada em 2016. Entretanto, após o alerta de Munn, Black foi pesquisar e descobriu que Striegel lhe mentira sobre a gravidade do caso. “Infelizmente, ficou claro para mim que fui enganado por um amigo em que eu realmente quis acreditar que estava me dizendo a verdade quando descreveu as circunstâncias de sua condenação”, disse Black em seu próprio comunicado. “Eu acredito fortemente em dar às pessoas uma segunda chance, mas às vezes você descobre que a chance não é tão garantida quanto você esperava. E depois de aprender mais sobre o depoimento, transcrições e detalhes adicionais sobre a sentença de Steve Striegel, fiquei profundamente desapontado comigo mesmo. Peço desculpas a todos, no passado e no presente, a quem decepcionei por deixar Steve ao seu redor sem lhes dar chance de serem ouvidos”. “O Predador” estreia na quinta (13/9) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Terry Crews recebe indenização do agente de Hollywood que teria lhe assediado

    7 de setembro de 2018 /

    O ator Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) recebeu uma indenização do agente de Hollywood que ele acusa de tê-lo assediado sexualmente. As partes chegaram a um acordo privado, e Adam Venit pagará uma quantia não revelada a Crews. O anúncio foi feito em um comunicado da William Morris Endeavor, empresa que gerencia a carreira de atores e outras personalidades, que tem Venit entre seus sócios. Crews acusou Venit de apalpá-lo durante um evento. Em documentos obtidos pelo jornal USA Today, a interação entre os dois teria se dado da seguinte forma: “Venit encarou Crews intensamente, mostrando sua língua para ele provocativamente”. Em seguida, “Venit agarrou o pênis e os testículos de Crews com tanta força que causaram dor imediata.” Em seu processo, o ator pediu que fossem tomadas medidas punitivas e exemplares para os danos causados pelo agente. Mas acabou se contentando em receber uma indenização e na aposentadoria de Venit. A procuradoria de Los Angeles não deu prosseguimento no caso como uma ocorrência criminal, e as partes não revelaram os detalhes de seu acordo. Venit anunciou que estava se aposentando do empresariamento de artistas.

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