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  • Filme

    Henry Cavill pode ter encerrado sua carreira como Superman

    12 de setembro de 2018 /

    O Superman deve mudar de intérprete no cinema. Pelo menos é o que afirma a revista The Hollywood Reporter num artigo publicado nesta quarta-feira (12/9). De acordo com a apuração da publicação, Henry Cavill estaria rompido com a Warner Bros., o que significa que o ator não voltará mais a vestir sua capa vermelha. Apesar de nenhuma das partes confirmar oficialmente, o THR afirma ter ouvido de fontes do estúdio que a carreira de Cavill como o Superman acabou após três filmes em que ele interpretou o super-herói. O ator vestiu a capa nas telas em “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017). O que teria motivado o rompimento foi uma negociação frustrada da Warner para uma aparição de Cavill como Superman em “Shazam!”, que estreia em abril. As conversas acabaram mal e o desentendimento teria sido tão grave que as portas para que ele voltasse a viver Superman novamente teriam sido fechadas. Pouco depois da informação do site, a agente de Cavill, Dany Garcia, desmentiu a notícia. “Fiquem tranquilos, a capa ainda está no armário. A Warner foi e continua sendo uma parceira no desenvolvimento do universo DC. Aguardem por um comunicado mais tarde”. A Warner soltou seu comunicado, que não teve o mesmo tom otimista. “Embora nenhuma decisão tenha sido tomada em relação aos próximos filmes do Superman, sempre tivemos grande respeito e um ótimo relacionamento com Henry Cavill, e isso permanece inalterado”, diz o texto oficial do estúdio sobre a polêmica. De todo modo, o THR cometeu um erro crasso ao tentar dar contexto para a mudança, afirmando que o rompimento também passaria pelo filme da Supergirl, atualmente em desenvolvimento. A reportagem afirma que Superman teria que ser uma criança neste filme, o que não faz o menor sentido. Provavelmente quem escreveu o artigo nem sequer vê a série “Supergirl”. Com esse tipo de argumentos, fica difícil dar muita credibilidade à apuração. Mesmo assim, é fato que a DC não tem planos para voltar a Superman, como diz o próprio comunicado da Warner. Não há previsão de lançamento de um novo filme solo do herói, nem mesmo um reencontro da Liga da Justiça. Entretanto, havia, sim, planos para um encontro entre Superman e Adão Negro, que será vivido por Dwayne “The Rock” Johnson, no filme solo do vilão do universo de Shazam!. Cavill e Johnson estavam entusiasmados por isso, especialmente por terem a mesma agente – Johnson é ex-marido de Garcia e sócio dela em sua empresa de produção. Enfim, as fontes que não conhecem Supergirl também garantem que há na Warner uma vontade de sacudir o universo DC para que ele atinja seu potencial, como a Marvel. Isso supostamente passaria por uma troca de atores, como Cavill e Ben Affleck, que viveu o Batman, além, claro, de realizadores.

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  • Série

    Humilhado por trabalhar em supermercado, Geoffrey Owens vai participar de NCSI: New Orleans

    11 de setembro de 2018 /

    Depois da humilhação, a redenção. O ator Geoffrey Owens, que participou da série “The Cosby Show” entre 1985 e 1992, continua recebendo convites para aparecer em séries, após a repercussão de reportagens humilhantes do jornal Daily Mail e da Fox News que o flagraram trabalhando como caixa de supermercado (foto acima). Diversos atores se revoltaram com o tratamento dado a Owens apenas por trabalhar num mercado, quanto enfrenta dificuldades de exercer sua profissão. Um deles foi Tyler Perry, que imediatamente o contratou para participar de 10 episódios de “The Haves and the Have Nots”, que vai entrar em sua 6ª temporada e lidera a audiência do OWN, canal pago de Oprah Winfred. Mas não ficou nisso. Agora, Owens foi contratado para participar de “NCSI: New Orleans”. Ele vai aparecer no sexto episódio da 5ª temporada da série, que será exibida em outubro nos Estados Unidos, no papel do comandante Adams, um velho amigo do protagonista Pride (Scott Bakula). “Para o comandante Adams, precisávamos de uma alguém com paixão, competência e coração. Isso tudo é Geoffrey”, disse o produtor executivo Christopher Silber. “Um ator competente que parece ser a escolha perfeita para adicionar ao nosso elenco. Temos sorte de tê-lo no time”. Owens nunca deixou de atuar e este ano já tinha aparecido num episódio de “Elementary”, mas as oportunidades de exercer sua profissão vinham se tornando tão escassas que ele passou a trabalhar como caixa no Trader Joe’s há 15 meses. Se os convites continuarem, ele deve voltar a se concentrar apenas na atuação.

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  • Série

    Showrunner de The Witcher sai do Twitter após ataques por mudança de etnia da protagonista feminina

    11 de setembro de 2018 /

    A showrunner responsável pela adaptação de “The Witcher” para a Netflix, Lauren Schmidt Hissrich (“Os Defensores”), anunciou sua saída do Twitter pouco tempo depois do vazamento da descrição da intérprete de Ciri na série. Ela foi atacada por mudar a etnia da protagonista feminina. “Esta na hora de um hiato do Twitter. O amor aqui é incrível, e o ódio é esclarecedor, como um Trial of Grasses [referência ao jogo], mas eu preciso ler menos e escrever mais, ou não vamos ter um episódio final. Volto logo com mais informações. Sejam legais uns com os outros, okay?”, ela postou. Hissrich foi atacada quando veio à nota uma chamada para o teste de elenco que vai definir a intérprete de Ciri. Na descrição, a produção convocava atrizes “de 16 ou 15 anos, negras, asiáticas ou de minorias étnicas, que possam interpretar uma personagem de 13 ou 14 anos. Não pode ter mais de 18 anos”. Usuários do Twitter mostraram descontentamento e resgataram tuítes antigos, publicados em maio, onde a showrunner dizia que não alteraria etnias dos personagens originais. Nos livros do escritor Andrzej Sapkowski e no jogo de “The Witcher”, Ciri é de raça branca. Em poucos horas, um abaixo assinado que pedia respeito à obra original reuniu 35 mil assinaturas. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. A atriz de Ciri ainda não foi anunciada. O único ator confirmado na produção até o momento é Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) no papel de Geralt de Rivia. Ainda não há previsão para o lançamento da série.

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  • Filme

    Presidente da rede CBS vai perder o cargo após novas acusações de assédio sexual

    9 de setembro de 2018 /

    O executivo Leslie Moonves, um dos homens mais poderosos de Hollywood, vai deixar o cargo de CEO da rede CBS após novas acusações de assédio virem à tona, informaram vários órgãos da imprensa americana neste domingo (9/9). Ele comanda a empresa desde 2003, quando tornou a CBS a rede de TV mais assistida dos Estados Unidos. Os detalhes da mudança de cúpula de um dos maiores grupos de comunicação do mundo devem ser anunciados na segunda-feira (10). Oficialmente, a CBS ainda não comentou as novas acusações, publicadas pelo jornalista Ronan Farrow na revista The New Yorker deste domingo, ou a situação de Moonves na empresa. Moonves é o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Sim, o CEO da CBS é muito mais influente que o dono do estúdio The Weinstein Company, por comandar um império que inclui, além da CBS, metade da rede The CW (joint venture da CBS com a Warner), a plataforma de streaming CBS All Access, estúdios de TV e cinema e estações de rádio, além de participar do conglomerado Viacom, dono da Paramount Pictures, MTV, Nickelodeon, etc. Em julho, seis mulheres entrevistadas por Farrow (responsável também por uma das reportagens que derrubou Weinstein) afirmam terem sido vítimas de abusos de Moonves. Quatro delas disseram que ele as tocou ou beijou à força enquanto outras duas afirmam ter sido intimidadas fisicamente ou com ameaças de que suas carreiras seriam arruinadas. Os fatos teriam acontecido entre a década de 1980 e os anos 2000. Moonves admitiu ter feito avanços sobre as mulheres “há várias décadas”, mas negou tê-las assediado sexualmente. Neste domingo, outras seis mulheres acusaram Moonves de assédio, abuso e violência, em mais uma reportagem de Farrow para a New Yorker.

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  • Série

    Ator que foi humilhado por virar caixa de supermercado é confirmado em série

    7 de setembro de 2018 /

    O ator Geoffrey Owens fechou acordo para participar do elenco recorrente da série “The Haves and the Have Nots”. Ele vai aparecer em 10 episódios da 6ª temporada da atração, líder de audiência do canal pago OWN, de Oprah Winfrey. Este foi o final feliz de uma tentativa de humilhação do ator, perpetrada pela rede de notícias Fox News, o jornal Daily Mail e sites de fofoca, após ele ser flagrado no fim de semana passado trabalhando como caixa em um supermercado. Conhecido pelo papel de Elvin Tibideaux, o marido da filha mais velha de Bill Cosby na série “The Cosby Show” entre 1985 e 1992, Owens foi ridicularizado por aparecer num uniforme sujo, atendendo clientes num mercadinho de Nova Jersey. Mas a cobertura causou comoção nacional. Após a notícia viralizar em sites de fofoca, diversos artistas famosos manifestaram-se em solidariedade a Owens e em protesto contra um novo tipo de bullying: “humilhação de trabalhador”. Detalhe: para aumentar o equívoco de julgamento, a reportagem foi ao ar na semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. O ator, produtor e roteirista Tyler Perry foi um dos que se manifestou via Twitter, onde fez o convite para Owens entrar na série. “Estou prestes a gravar a série ‘The Haves and the Have Nots’ na próxima semana. Venha se juntar a nós! Eu tenho muito respeito por quem luta entre papéis. É o que demonstra [ser] um grande artista”. Em entrevista ao programa “Entertainment Tonight”, Owens comentou o convite. “Isso foi muito legal. Eu fiquei um pouco cético na hora, ‘Sério? Você realmente está falando para trabalhar comigo?’. Porque nunca fizemos nada juntos antes. Então, isso é uma coisa muito, muito generosa de se falar. E vamos ver o que vai acontecer a partir de agora, mas é encorajador”. Owens nunca deixou de atuar e este ano já apareceu num episódio de “Elementary”, mas as oportunidades de exercer sua profissão são escassas. Por conta disso, passou a trabalhar como caixa no Trader Joe’s há 15 meses.

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  • Etc,  Série

    Fox corta cena de O Predador com participação de amigo pedófilo do diretor

    7 de setembro de 2018 /

    A Fox decidiu intervier e cortar uma cena de “O Predador”, após descobrir que o diretor Shane Black havia escalado um amigo condenado por pedofilia para aparecer no filme. O ator Steven Wilder Striegel, de 47 anos, aparecia em uma rápida cena na qual dialogava com Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A atriz descobriu mais tarde que Striegel foi condenado em 2010 por tentar atrair pela internet uma garota de 14 anos para um relacionamento sexual. Quando Munn notificou o estúdio de sua descoberta, a Fox decidiu cortar a cena. “Nós não estávamos cientes do passado de Striegel durante as filmagens ou o processo de escalação. Existem barreiras legais que nos impedem de pesquisar sobre o passado dos atores”, explicaram representantes da Fox em comunicado oficial, após o jornal The Los Angeles Times começar a investigar a história. O diretor Shane Black, no entanto, sabia da condenação do amigo. Os dois se conhecem desde 2004, quando foram apresentados por amigos em comum. “Eu, pessoalmente, decidi ajudar um amigo”, disse o cineasta. “Eu entendo que outras pessoas possam desaprovar. A condenação dele foi por uma acusação séria, que não deve ser desconsiderada”. Ele se justificou afirmando que não sabia de toda a história, apenas a versão contada por Striegel. O diretor acreditava que o amigo foi “pego em uma situação complicada, e não tinha uma intenção maligna de fazer o que fez”. Striegel passou seis meses na cadeia em 2010. O primeiro papel que conseguiu ao sair da prisão foi em “Homem de Ferro 3”, também dirigido por Black. Mais tarde, apareceria em outro dos projetos do amigo: “Dois Caras Legais”, comédia de ação lançada em 2016. Entretanto, após o alerta de Munn, Black foi pesquisar e descobriu que Striegel lhe mentira sobre a gravidade do caso. “Infelizmente, ficou claro para mim que fui enganado por um amigo em que eu realmente quis acreditar que estava me dizendo a verdade quando descreveu as circunstâncias de sua condenação”, disse Black em seu próprio comunicado. “Eu acredito fortemente em dar às pessoas uma segunda chance, mas às vezes você descobre que a chance não é tão garantida quanto você esperava. E depois de aprender mais sobre o depoimento, transcrições e detalhes adicionais sobre a sentença de Steve Striegel, fiquei profundamente desapontado comigo mesmo. Peço desculpas a todos, no passado e no presente, a quem decepcionei por deixar Steve ao seu redor sem lhes dar chance de serem ouvidos”. “O Predador” estreia na quinta (13/9) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Terry Crews recebe indenização do agente de Hollywood que teria lhe assediado

    7 de setembro de 2018 /

    O ator Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) recebeu uma indenização do agente de Hollywood que ele acusa de tê-lo assediado sexualmente. As partes chegaram a um acordo privado, e Adam Venit pagará uma quantia não revelada a Crews. O anúncio foi feito em um comunicado da William Morris Endeavor, empresa que gerencia a carreira de atores e outras personalidades, que tem Venit entre seus sócios. Crews acusou Venit de apalpá-lo durante um evento. Em documentos obtidos pelo jornal USA Today, a interação entre os dois teria se dado da seguinte forma: “Venit encarou Crews intensamente, mostrando sua língua para ele provocativamente”. Em seguida, “Venit agarrou o pênis e os testículos de Crews com tanta força que causaram dor imediata.” Em seu processo, o ator pediu que fossem tomadas medidas punitivas e exemplares para os danos causados pelo agente. Mas acabou se contentando em receber uma indenização e na aposentadoria de Venit. A procuradoria de Los Angeles não deu prosseguimento no caso como uma ocorrência criminal, e as partes não revelaram os detalhes de seu acordo. Venit anunciou que estava se aposentando do empresariamento de artistas.

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  • Reality,  TV

    Jimmy Bennett decide processar criminalmente Asia Argento por abuso sexual

    7 de setembro de 2018 /

    Após acusar Asia Argento de abuso sexual quando tinha 17 anos, o ator Jimmy Bennett resolveu levar o caso à justiça. A decisão teria sido causada por declarações do advogado da atriz, que contradisse a versão apresentada pelo jovem. O advogado de Argento, Mark Jay Heller, inverteu a história que teve início numa denúncia do jornal The New York Times, ao dizer ao site TMZ que foi sua cliente quem foi assediada, agredida sexualmente e depois extorquida, mas “escolheu não denunciar Bennett” por pena. Anteriormente, Asia tinha dito, via comunicado, que nunca havia feito sexo com o rapaz. Mas uma mui amiga resolveu tornar públicas mensagens de texto pessoais em que ela admitia ter transado com o adolescente, embora sua descrição do caso tenha sido como vítima de um abuso. “Asia não tem intenção de processar Bennett pela sua conduta e reconhece que seu passado infeliz, sua fracassada carreira artística e uma ação contra os próprios pais por apropriação indébita de mais de US$ 1,5 milhão de sua conta bancária possam explicar seu desespero para tentar tirar dinheiro sobre um caso falso que aconteceu há cinco anos”. O advogado confirmou que Bennett tentou extorquir Asia, especialmente após ela começar a namorar o chef e apresentador Anthony Bourdain. “Decidiu invadir aquele relacionamento e exigiu recompensa financeira de Bourdain para não expor Asia”. E conseguiu fazer com que Bourdain concordasse em pagar US$ 380 mil para que ele não trouxesse a história à tona. Até o momento de sua morte, o chef tinha pago uma quantia de US$ 250 mil. Segundo o TMZ, Bennett, que hoje tem 22 anos, estava em dúvida se levaria a denúncia à justiça, mas decidiu abrir ocorrência criminal após o advogado da atriz ter feito as declarações públicas sobre seu “passado infeliz”, “carreira inexpressiva” e “sua busca desesperada por dinheiro”. “Essa situação se intensificou devido à interpretação ofensiva e desdenhosa da Asia em relação a toda essa situação”, disse o advogado de Bennett, Gordon K. Sattro , à revista Us Weekly. Ele afirmou que Bennett irá agora formalizar a queixa e cooperar com a polícia de Los Angeles para que Asia seja condenada e presa por abuso de menor. Argento é uma das atrizes que acusou o produtor Harvey Weinstein de estupro. Ela vinha sendo uma das vozes mais ativas do movimento #MeToo e agora terá que lidar com seu próprio processo por assédio.

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  • Filme

    Academia desiste de criar o Oscar de Melhor Filme Popular

    7 de setembro de 2018 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos desistiu de introduzir a anunciada categoria do Oscar que premiaria o Melhor “Filme Popular” do ano – por enquanto. A novidade foi anunciada no mês passado e deveria estrear no Oscar 2019, que será entregue no próximo dia 24 de fevereiro. Mas, em comunicado oficial, Dawn Hudson, CEO da Academia, admitiu que a recepção negativa ao anúncio original fez a Academia repensar a decisão. “Houve um leque muito grande de reações à introdução desse novo prêmio e reconhecemos que existe a necessidade de discuti-lo melhor entre os nossos membros”, comentou. “Fizemos muitas mudanças no Oscar ao longo do tempo e vamos continuar evoluindo, embora respeitando o incrível legado dos últimos 90 anos”. O anúncio feito pela Academia no mês passado não estabelecia os critérios pelos quais os longas seriam selecionados para a categoria de “filme popular”, demonstrando um certo improviso na novidade. Especula-se que a iniciativa tenha sido resultado de uma pressão da rede ABC, que transmite a cerimônia. O Oscar deste ano deste ano registrou a pior audiência televisiva da história da premiação nos Estados Unidos. E foi considerado significativo o fato de os principais concorrentes serem filmes independentes que pouca gente assistiu. Os nove indicados ao Oscar de Melhor Filme faturaram, em média, US$ 78,7 milhões nas bilheterias dos EUA. Com contrato para transmitir o Oscar até 2028, a ABC teria apontado outros problemas que a Academia deveria resolver, segundo apurou a revista Variety. Além da falta de filmes populares, o que mais estaria sendo reclamado é a longa duração do evento. A transmissão de 2018 durou 3 horas e 53 minutos. Incorporando as sugestões da ABC, a Academia também vai buscar reduzir o evento para 3 horas. Uma das ideias sendo discutidas é a entregas de prêmios técnicos, como som, edição e maquiagem, durante os intervalos. Os indicados ao Oscar 2019 serão anunciados no dia 22 de janeiro.

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  • Etc,  Série

    Após humilhação por virar caixa de supermercado, Geoffrey Owens voltará a integrar uma série

    5 de setembro de 2018 /

    Geoffrey Owens não deve ficar muito tempo mais em seu emprego como caixa de supermercado. Após a repercussão de reportagens humilhantes do jornal Daily Mail e da Fox News sobre o ator, conhecido pelo papel de Elvin Tibideaux, o marido da filha mais velha de Bill Cosby na série “The Cosby Show” entre 1985 e 1992, Owens recebeu convite para integrar uma nova série. O ator, produtor e roteirista Tyler Perry convidou Owens via Twitter. “Estou prestes a gravar a série ‘The Haves and the Have Nots’ na próxima semana. Venha se juntar a nós! Eu tenho muito respeito por quem luta entre papéis. É o que demonstra [ser] um grande artista”. “The Haves and the Have Nots”, que vai entrar em sua 6ª temporada, é um novelão e lidera a audiência do OWN, canal pago de Oprah Winfred. Em entrevista ao programa “Entertainment Tonight”, Owens comentou o convite. “Isso foi muito legal. Eu fiquei um pouco cético na hora, ‘Sério? Você realmente está falando para trabalhar comigo?’. Porque nunca fizemos nada juntos antes. Então, isso é uma coisa muito, muito generosa de se falar. E vamos ver o que vai acontecer a partir de agora, mas é encorajador”. Ele nunca deixou de atuar e este ano já apareceu num episódio de “Elementary”, mas as oportunidades de exercer sua profissão tem sido escassas. Por conta disso passou a trabalhar como caixa no Trader Joe’s há 15 meses. Além de ajudar a pagar as contas, o emprego lhe dá flexibilidade de horários, que lhe permite aceitar eventuais participações em episódios televisivos. Mas a forma como a Fox abordou o fato dele ter virado caixa de supermercado de Nova Jersey causou comoção nacional. Ele foi humilhado e, após a notícia viralizar em sites de fofoca e tabloides neste mesmo tom jocoso, despertou revolta nas redes sociais. Diversos artistas famosos manifestaram-se em solidariedade a Owens e em protesto contra um novo tipo de bullying: “humilhação de trabalhador”. Detalhe: para aumentar o equívoco de julgamento da emissora, a reportagem foi ao ar na semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. A polêmica acabou dando nova visibilidade a Owens e pelo menos uma nova oferta de trabalho. Entre os diversos atores que saíram em sua defesa, Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) contou no Twitter que varreu chão após trabalhar no humorístico “Saturday Night Live”. “Se necessário, eu faria de novo. Trabalho bom e honesto não é nada para se envergonhar”, afirmou. “Que notícia é essa?”, questionou Patricia Heaton (“Everybody Loves Raymond”), atacando a Fox. “Por que vocês estão tentando humilhar esse ator honrado e trabalhador? Vocês deviam se envergonhar”. O veterano James Woods (“O Ataque”) também se manifestou, ironizando o fato de que Owens está ganhando hoje mais do que Bill Cosby, o protagonista da série que ele estrelava na juventude. “Agora, talvez, algum diretor de elenco tome nota deste bom homem que engoliu o seu orgulho e está disposto a trabalhar”, completou.

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  • Filme

    Roma: Primeiro filme da Netflix no Festival de Veneza é aplaudido de pé

    1 de setembro de 2018 /

    A exibição de “Roma”, novo filme de Alfonso Cuarón, foi aplaudida de pé no Festival de Veneza 2018, marcando a estreia da Netflix na competição. Foram sete minutos de aplausos efusivos ao fim da sessão, com vivas para o elenco feminino da produção. Assim como aconteceu em Cannes, os donos de cinema da Itália também se juntaram para pressionar os responsáveis pelo Festival de Veneza, com o objetivo de barrar a Netflix da competição. Mas desta vez não conseguiram. E “Roma” pode agora ganhar reconhecimento do júri. Já há quem acredite que o longa deva ganhar algum prêmio, aumentando a polêmica sobre a participação de filmes da Netflix em festivais de prestígio. A obra atingiu 94% de aprovação da crítica, na média aferida pelo site Rotten Tomatoes. “’Roma’ não é um filme de gênero, não tem elenco internacional, foi filmado em preto e branco e é falado em espanhol. É um tipo de projeto que teria enormes dificuldades para encontrar espaço no mercado”, disse o diretor mexicano sobre a importância da Netflix para tirar seu projeto do papel. Excluída de Cannes por não lançar seus filmes em salas de cinema, a Netflix tem outros cinco títulos espalhados por diversas seções do evento italiano, entre eles dois outros candidatos ao Leão de Ouro: “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, e “22 july”, de Paul Greengrass.

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  • Filme

    Amazon revela não ter planos de lançar o novo filme de Woody Allen

    1 de setembro de 2018 /

    O mais recente filme de Woody Allen, o inédito “A Rainy Day in New York”, não será lançado pela Amazon Studios tão cedo. A produtora, que tem um contrato para outros trabalhos com o cineasta, divulgou comunicado dizendo que “ainda não há data de lançamento prevista”. O estúdio é obrigado por contrato a distribuir o longa, que tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. “A Rainy Day in New York”, o 48º e até aqui derradeiro filme dirigido pelo cineasta, foi rodado no ano passado e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. Curiosamente, a onda de protestos femininos nas redes sociais foi precipitada com a ajuda do filho do diretor, Ronan Farrow, autor da reportagem da revista New Yorker que denunciou o produtor Harvey Weinstein em outubro do ano passado. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. No entanto, a campanha de Dylan fez vários atores que trabalharam com Allen dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, entre eles os integrantes de “A Rainy Day in New York”, razão pelo qual a Amazon não sabe como lançar o filme. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme de Allen. Por isso, não há planos para realizar uma première ou envolver o elenco na divulgação. A tática da Amazon é esperar. E, por enquanto, “A Rainy Day in New York” está sendo guardado para quando as nuvens passarem. Sem previsão alguma de sair do depósito da empresa. Woody Allen, por sua vez, também não tem previsão de voltar a filmar tão cedo. É a primeira vez em 37 anos que ele ficará um ano inteiro sem realizar uma nova produção. O último hiato foi em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton.

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  • Filme

    Vídeo de bastidores de Animais Fantásticos explora volta à escola de magia de Harry Potter

    31 de agosto de 2018 /

    A Warner divulgou um novo vídeo de bastidores de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, continuação da saga “Animais Fantásticos”, que por sua vez é um prólogo da franquia “Harry Potter”. E o vídeo se foca justamente no retorno ao universo do bruxinho. A data de divulgação não foi aleatória, já que o dia 1º de setembro marca “tradicionalmente” a volta às aulas em Hogwarts. E a prévia é focada na escola de magia. “Eu amei voltar a Hogwarts. É claro que amei”, diz no vídeo a autora J.K. Rowling, roteirista do filme. “É um cenário muito familiar para qualquer um que viu os filmes de ‘Harry Potter’, mas, obviamente, os professores são diferentes. Eu fiquei muito sentimental em voltar para lá”. O longa marcará a primeira vez que a nova franquia visita Hogwarts, mostrando como era a escola décadas antes do nascimento de Harry, Hermione e companhia. Por conta disso, o destaque é a presença do jovem Alvo Dumbledore, interpretado por Jude Law. “Para mim, foi uma experiência fora do meu corpo”, define Jude Law no vídeo. “Eu assisti aos filmes como todo mundo, mas estar dentro deles é diferente. Nas filmagens, você só está trabalhando, mas depois olha para trás e pensa: ‘Isso foi muito especial'”. “Os nomes, a história, tudo que está no fundo das nossas mentes por causa da saga ‘Harry Potter’, começa a se entrelaçar com essa nova trama”, acrescenta o astro do filme, Eddie Redmayne, que reprisa o papel de Newt Scamander após “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. “Os Crimes de Grindelwald” filmou suas cenas de Hogwarts em Lacock Abbey, onde os primeiros filmes da saga de Harry Potter, “A Pedra Filosofal” e “A Câmara Secreta”, também foram rodados. Novamente escrito por J.K. Rowling e dirigido por David Yates, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” vai chegar aos cinemas brasileiros em 15 de novembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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