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  • Reality,  TV

    Jimmy Bennett decide processar criminalmente Asia Argento por abuso sexual

    7 de setembro de 2018 /

    Após acusar Asia Argento de abuso sexual quando tinha 17 anos, o ator Jimmy Bennett resolveu levar o caso à justiça. A decisão teria sido causada por declarações do advogado da atriz, que contradisse a versão apresentada pelo jovem. O advogado de Argento, Mark Jay Heller, inverteu a história que teve início numa denúncia do jornal The New York Times, ao dizer ao site TMZ que foi sua cliente quem foi assediada, agredida sexualmente e depois extorquida, mas “escolheu não denunciar Bennett” por pena. Anteriormente, Asia tinha dito, via comunicado, que nunca havia feito sexo com o rapaz. Mas uma mui amiga resolveu tornar públicas mensagens de texto pessoais em que ela admitia ter transado com o adolescente, embora sua descrição do caso tenha sido como vítima de um abuso. “Asia não tem intenção de processar Bennett pela sua conduta e reconhece que seu passado infeliz, sua fracassada carreira artística e uma ação contra os próprios pais por apropriação indébita de mais de US$ 1,5 milhão de sua conta bancária possam explicar seu desespero para tentar tirar dinheiro sobre um caso falso que aconteceu há cinco anos”. O advogado confirmou que Bennett tentou extorquir Asia, especialmente após ela começar a namorar o chef e apresentador Anthony Bourdain. “Decidiu invadir aquele relacionamento e exigiu recompensa financeira de Bourdain para não expor Asia”. E conseguiu fazer com que Bourdain concordasse em pagar US$ 380 mil para que ele não trouxesse a história à tona. Até o momento de sua morte, o chef tinha pago uma quantia de US$ 250 mil. Segundo o TMZ, Bennett, que hoje tem 22 anos, estava em dúvida se levaria a denúncia à justiça, mas decidiu abrir ocorrência criminal após o advogado da atriz ter feito as declarações públicas sobre seu “passado infeliz”, “carreira inexpressiva” e “sua busca desesperada por dinheiro”. “Essa situação se intensificou devido à interpretação ofensiva e desdenhosa da Asia em relação a toda essa situação”, disse o advogado de Bennett, Gordon K. Sattro , à revista Us Weekly. Ele afirmou que Bennett irá agora formalizar a queixa e cooperar com a polícia de Los Angeles para que Asia seja condenada e presa por abuso de menor. Argento é uma das atrizes que acusou o produtor Harvey Weinstein de estupro. Ela vinha sendo uma das vozes mais ativas do movimento #MeToo e agora terá que lidar com seu próprio processo por assédio.

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  • Filme

    Academia desiste de criar o Oscar de Melhor Filme Popular

    7 de setembro de 2018 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos desistiu de introduzir a anunciada categoria do Oscar que premiaria o Melhor “Filme Popular” do ano – por enquanto. A novidade foi anunciada no mês passado e deveria estrear no Oscar 2019, que será entregue no próximo dia 24 de fevereiro. Mas, em comunicado oficial, Dawn Hudson, CEO da Academia, admitiu que a recepção negativa ao anúncio original fez a Academia repensar a decisão. “Houve um leque muito grande de reações à introdução desse novo prêmio e reconhecemos que existe a necessidade de discuti-lo melhor entre os nossos membros”, comentou. “Fizemos muitas mudanças no Oscar ao longo do tempo e vamos continuar evoluindo, embora respeitando o incrível legado dos últimos 90 anos”. O anúncio feito pela Academia no mês passado não estabelecia os critérios pelos quais os longas seriam selecionados para a categoria de “filme popular”, demonstrando um certo improviso na novidade. Especula-se que a iniciativa tenha sido resultado de uma pressão da rede ABC, que transmite a cerimônia. O Oscar deste ano deste ano registrou a pior audiência televisiva da história da premiação nos Estados Unidos. E foi considerado significativo o fato de os principais concorrentes serem filmes independentes que pouca gente assistiu. Os nove indicados ao Oscar de Melhor Filme faturaram, em média, US$ 78,7 milhões nas bilheterias dos EUA. Com contrato para transmitir o Oscar até 2028, a ABC teria apontado outros problemas que a Academia deveria resolver, segundo apurou a revista Variety. Além da falta de filmes populares, o que mais estaria sendo reclamado é a longa duração do evento. A transmissão de 2018 durou 3 horas e 53 minutos. Incorporando as sugestões da ABC, a Academia também vai buscar reduzir o evento para 3 horas. Uma das ideias sendo discutidas é a entregas de prêmios técnicos, como som, edição e maquiagem, durante os intervalos. Os indicados ao Oscar 2019 serão anunciados no dia 22 de janeiro.

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  • Etc,  Série

    Após humilhação por virar caixa de supermercado, Geoffrey Owens voltará a integrar uma série

    5 de setembro de 2018 /

    Geoffrey Owens não deve ficar muito tempo mais em seu emprego como caixa de supermercado. Após a repercussão de reportagens humilhantes do jornal Daily Mail e da Fox News sobre o ator, conhecido pelo papel de Elvin Tibideaux, o marido da filha mais velha de Bill Cosby na série “The Cosby Show” entre 1985 e 1992, Owens recebeu convite para integrar uma nova série. O ator, produtor e roteirista Tyler Perry convidou Owens via Twitter. “Estou prestes a gravar a série ‘The Haves and the Have Nots’ na próxima semana. Venha se juntar a nós! Eu tenho muito respeito por quem luta entre papéis. É o que demonstra [ser] um grande artista”. “The Haves and the Have Nots”, que vai entrar em sua 6ª temporada, é um novelão e lidera a audiência do OWN, canal pago de Oprah Winfred. Em entrevista ao programa “Entertainment Tonight”, Owens comentou o convite. “Isso foi muito legal. Eu fiquei um pouco cético na hora, ‘Sério? Você realmente está falando para trabalhar comigo?’. Porque nunca fizemos nada juntos antes. Então, isso é uma coisa muito, muito generosa de se falar. E vamos ver o que vai acontecer a partir de agora, mas é encorajador”. Ele nunca deixou de atuar e este ano já apareceu num episódio de “Elementary”, mas as oportunidades de exercer sua profissão tem sido escassas. Por conta disso passou a trabalhar como caixa no Trader Joe’s há 15 meses. Além de ajudar a pagar as contas, o emprego lhe dá flexibilidade de horários, que lhe permite aceitar eventuais participações em episódios televisivos. Mas a forma como a Fox abordou o fato dele ter virado caixa de supermercado de Nova Jersey causou comoção nacional. Ele foi humilhado e, após a notícia viralizar em sites de fofoca e tabloides neste mesmo tom jocoso, despertou revolta nas redes sociais. Diversos artistas famosos manifestaram-se em solidariedade a Owens e em protesto contra um novo tipo de bullying: “humilhação de trabalhador”. Detalhe: para aumentar o equívoco de julgamento da emissora, a reportagem foi ao ar na semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. A polêmica acabou dando nova visibilidade a Owens e pelo menos uma nova oferta de trabalho. Entre os diversos atores que saíram em sua defesa, Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) contou no Twitter que varreu chão após trabalhar no humorístico “Saturday Night Live”. “Se necessário, eu faria de novo. Trabalho bom e honesto não é nada para se envergonhar”, afirmou. “Que notícia é essa?”, questionou Patricia Heaton (“Everybody Loves Raymond”), atacando a Fox. “Por que vocês estão tentando humilhar esse ator honrado e trabalhador? Vocês deviam se envergonhar”. O veterano James Woods (“O Ataque”) também se manifestou, ironizando o fato de que Owens está ganhando hoje mais do que Bill Cosby, o protagonista da série que ele estrelava na juventude. “Agora, talvez, algum diretor de elenco tome nota deste bom homem que engoliu o seu orgulho e está disposto a trabalhar”, completou.

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  • Filme

    Roma: Primeiro filme da Netflix no Festival de Veneza é aplaudido de pé

    1 de setembro de 2018 /

    A exibição de “Roma”, novo filme de Alfonso Cuarón, foi aplaudida de pé no Festival de Veneza 2018, marcando a estreia da Netflix na competição. Foram sete minutos de aplausos efusivos ao fim da sessão, com vivas para o elenco feminino da produção. Assim como aconteceu em Cannes, os donos de cinema da Itália também se juntaram para pressionar os responsáveis pelo Festival de Veneza, com o objetivo de barrar a Netflix da competição. Mas desta vez não conseguiram. E “Roma” pode agora ganhar reconhecimento do júri. Já há quem acredite que o longa deva ganhar algum prêmio, aumentando a polêmica sobre a participação de filmes da Netflix em festivais de prestígio. A obra atingiu 94% de aprovação da crítica, na média aferida pelo site Rotten Tomatoes. “’Roma’ não é um filme de gênero, não tem elenco internacional, foi filmado em preto e branco e é falado em espanhol. É um tipo de projeto que teria enormes dificuldades para encontrar espaço no mercado”, disse o diretor mexicano sobre a importância da Netflix para tirar seu projeto do papel. Excluída de Cannes por não lançar seus filmes em salas de cinema, a Netflix tem outros cinco títulos espalhados por diversas seções do evento italiano, entre eles dois outros candidatos ao Leão de Ouro: “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, e “22 july”, de Paul Greengrass.

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  • Filme

    Amazon revela não ter planos de lançar o novo filme de Woody Allen

    1 de setembro de 2018 /

    O mais recente filme de Woody Allen, o inédito “A Rainy Day in New York”, não será lançado pela Amazon Studios tão cedo. A produtora, que tem um contrato para outros trabalhos com o cineasta, divulgou comunicado dizendo que “ainda não há data de lançamento prevista”. O estúdio é obrigado por contrato a distribuir o longa, que tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. “A Rainy Day in New York”, o 48º e até aqui derradeiro filme dirigido pelo cineasta, foi rodado no ano passado e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. Curiosamente, a onda de protestos femininos nas redes sociais foi precipitada com a ajuda do filho do diretor, Ronan Farrow, autor da reportagem da revista New Yorker que denunciou o produtor Harvey Weinstein em outubro do ano passado. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. No entanto, a campanha de Dylan fez vários atores que trabalharam com Allen dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, entre eles os integrantes de “A Rainy Day in New York”, razão pelo qual a Amazon não sabe como lançar o filme. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme de Allen. Por isso, não há planos para realizar uma première ou envolver o elenco na divulgação. A tática da Amazon é esperar. E, por enquanto, “A Rainy Day in New York” está sendo guardado para quando as nuvens passarem. Sem previsão alguma de sair do depósito da empresa. Woody Allen, por sua vez, também não tem previsão de voltar a filmar tão cedo. É a primeira vez em 37 anos que ele ficará um ano inteiro sem realizar uma nova produção. O último hiato foi em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton.

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  • Filme

    Vídeo de bastidores de Animais Fantásticos explora volta à escola de magia de Harry Potter

    31 de agosto de 2018 /

    A Warner divulgou um novo vídeo de bastidores de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, continuação da saga “Animais Fantásticos”, que por sua vez é um prólogo da franquia “Harry Potter”. E o vídeo se foca justamente no retorno ao universo do bruxinho. A data de divulgação não foi aleatória, já que o dia 1º de setembro marca “tradicionalmente” a volta às aulas em Hogwarts. E a prévia é focada na escola de magia. “Eu amei voltar a Hogwarts. É claro que amei”, diz no vídeo a autora J.K. Rowling, roteirista do filme. “É um cenário muito familiar para qualquer um que viu os filmes de ‘Harry Potter’, mas, obviamente, os professores são diferentes. Eu fiquei muito sentimental em voltar para lá”. O longa marcará a primeira vez que a nova franquia visita Hogwarts, mostrando como era a escola décadas antes do nascimento de Harry, Hermione e companhia. Por conta disso, o destaque é a presença do jovem Alvo Dumbledore, interpretado por Jude Law. “Para mim, foi uma experiência fora do meu corpo”, define Jude Law no vídeo. “Eu assisti aos filmes como todo mundo, mas estar dentro deles é diferente. Nas filmagens, você só está trabalhando, mas depois olha para trás e pensa: ‘Isso foi muito especial'”. “Os nomes, a história, tudo que está no fundo das nossas mentes por causa da saga ‘Harry Potter’, começa a se entrelaçar com essa nova trama”, acrescenta o astro do filme, Eddie Redmayne, que reprisa o papel de Newt Scamander após “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. “Os Crimes de Grindelwald” filmou suas cenas de Hogwarts em Lacock Abbey, onde os primeiros filmes da saga de Harry Potter, “A Pedra Filosofal” e “A Câmara Secreta”, também foram rodados. Novamente escrito por J.K. Rowling e dirigido por David Yates, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” vai chegar aos cinemas brasileiros em 15 de novembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Filme

    Woody Allen não consegue mais filmar após atores desistirem de trabalhar com ele

    30 de agosto de 2018 /

    Woody Allen não lançará nenhum filme em 2019, porque não consegue atores para filmar seu novo projeto. Será a primeira vez em 37 anos que ele ficará um ano inteiro sem realizar uma nova produção. O último hiato foi em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. “A Rainy Day in New York”, o 48º e até aqui derradeiro filme dirigido pelo cineasta, foi rodado no ano passado e será lançado ainda em 2018 pela Amazon, com quem Allen celebrou contrato que previa a produção de outras três longas. Entretanto, a Amazon deve romper o acordo, pagando uma pesada multa, segundo artigo da revista The Hollywood Reporter. Isto porque o cineasta virou dano colateral do movimento #MeToo, que foi precipitado com a ajuda de seu filho Ronan Farrow, autor da reportagem da revista New Yorker que denunciou o produtor Harvey Weinstein em outubro do ano passado. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente deu contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. No entanto, a campanha de Dylan fez vários atores que trabalharam com Allen dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, entre eles os integrantes de “A Rainy Day in New York”, razão pelo qual o filme ainda não foi lançado. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme mais recente de Allen. A polêmica deve fazer com que a estreia aconteça sem participação do elenco e pouca divulgação. Isto não significa que o cineasta vá tirar “férias forçadas”, como declararam alguns blogues. Ou a garganta profunda anônima do Page Six, coluna de fofocas nova-iorquina transformada em site. “Woody adora trabalhar. Nunca sai de férias, mas vai tirar um tempo para descansar este ano até que encontre um patrocinador”, disse uma fonte identificada como “produtor de cinema de Hollywood”. Se não pode filmar, Allen continua a escrever. Ele já tem um roteiro pronto para ser filmado, que poderia ser lançado em 2020. E deve continuar desenvolvendo suas ideias, que é algo que sua mente criativa está acostumada a fazer. Na pior das hipóteses, pode escrever livros, como adiantou uma fonte com nome e endereço, Letty Aronson, irmã mais nova do cineasta. Mas provavelmente acumulará roteiros, esperando a chance de retomar a carreira ou deixá-los para a posteridade e para outros cineastas aproveitarem. “Woody Allen sempre conseguiu atores fantásticos. As estrelas trabalhavam por um salário mínimo porque recebiam prestígio, mas com o movimento #MeToo, agora ele é tóxico”, disse a fonte do Page Six, que ainda lembrou que “suas produções não geram dinheiro”. “Durante anos, passou de um de um patrocinador para outro. Inclusive foi à Europa, mas já está sem opções”, acrescentou a fonte. Na verdade, “Roda Gigante” foi o único filme de Woody Allen que deu prejuízo com lançamento em mais de 500 cinemas na América do Norte. Ele foi lançado em dezembro de 2018, em plena explosão das denúncias de Dylan Farrow, que chegou a assediar os atores que trabalharam no filme. O lançamento rendeu apenas US$ 1,4 milhão no mercado doméstico, mas atingiu US$ 15 milhões no mundo inteiro. Em entrevista posterior, ela disse que seu objetivo era arruinar o pai e acabar com a carreira dele. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a Allen em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein é que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. Nenhuma atriz filmada por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. Mesmo assim, em janeiro deste ano a Pipoca Moderna publicou um artigo em que já ponderava o impacto da campanha negativa, afirmando que a carreira de Woody Allen poderia ter chegado ao fim.

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  • Etc,  Série

    Clayne Crawford diz que foi chantageado pelos produtores de Máquina Mortífera

    30 de agosto de 2018 /

    O ator Clayne Crawford ressurgiu após ser demitido da série “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, acusado de ter um comportamento tóxico entre seus colegas e ter sido duramente criticado pelo outro protagonista, Damon Wayans. E resolveu contra-atacar. Depois de declarações genéricas e um longo silêncio, Crawford soltou o verbo no podcast “Drinkin’ Bros.”, de Ross Patterson. Em sua primeira entrevista após a demissão, ele afirmou que foi chantageado para ficar em silêncio e que seu relacionamento com Wayans no set sempre foi ruim. “Eles me chantagearam durante a 2ª temporada inteira. Foram meses e mais meses”, disse ele. As ameaças envolveriam a divulgação de vídeos de seu comportamento nos bastidores. “Era um programa de b*** pra mim. Eu sentia que eles estavam mentindo dizendo que Damon estava empolgado”, alegou, dizendo que sentia que tudo estava sendo armado para que as coisas dessem errado para ele. Em um dos casos que culminaram em sua demissão, Crawford dirigiu uma cena onde havia uma explosão e um dos estilhaços atingiu Wayans, que ficou com a cabeça sangrando. Em outro episódio, o ator foi acusado de gritar com um assistente, além de pedir silêncio para crianças perto do set de gravação. “Essa é uma mentira. Claramente eu gritei com Newman [o assistente], o cara cujo trabalho é fazer o set ficar em silêncio. Fiz uma escolha ruim? Absolutamente. Eu me sinto envergonhado porque eu estava muito bravo. Estávamos filmando uma cena de três páginas há oito horas”, afirmou. O ator também reclamou da falta de apoio dos produtores da série para resolver esses problemas. “Essas coisas aconteciam e eu ia reclamar. Quando apareceu o vídeo [dos gritos com o assistente], toda vez que eu falava alguma coisa eles diziam que aquilo iria arruinar minha carreira. Quando tudo aquilo aconteceu eu tive que dar metade do meu salário e passei seis semanas em terapia, que fazia na hora do almoço. Um segurança tinha que me acompanhar para fora do meu camarim. Era humilhante”, continuou. Com o relacionamento com a produção em declínio, além das brigas com Wayans, Clayne acabou demitido. “Eu não esperava que eles fossem se livrar de mim”, disse, provavelmente considerando que interpretava Martin Riggs, personagem vivido por Mel Gibson na franquia cinematográfica homônima, sem o qual a série se desvincularia dos filmes. “Imaginei que dariam um alerta. Mas eles estavam dando mais corda para eu mesmo me enforcar. Eu acho que o fato de eu ter tido sucesso como diretor estava enfurecendo eles”, completou. Crawford foi substituído por Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”) no elenco da 3ª temporada, que estreia em 25 de setembro. O novo ator foi imediatamente elogiado por Wayans.

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  • Etc

    Gérard Depardieu é investigado por estupro de atriz francesa de 22 anos

    30 de agosto de 2018 /

    O Ministério Público de Paris abriu uma investigação preliminar nesta quinta (30/8) contra o astro do cinema francês Gérard Depardieu por estupro e agressão sexual a uma atriz francesa de 22 anos, após uma queixa apresentada na segunda-feira em Aix-en-Provence, no sul da França, que encaminhou o caso às autoridades da capital francesa. A atriz, que não teve o nome revelado, afirma ter sido abusada durante duas ocasiões por Depardieu. Por meio de seu advogado, o ator de 69 anos nega a acusação. “Uma queixa foi apresentada no dia 27 de agosto. No dia seguinte, fui convocado por jornalistas. Eu deploro a denúncia. Os fatos causam um sério prejuízo a Depardieu”, afirmou o advogado do ator, Hervé Témime, ao jornal Le Parisien. “Peço a maior cautela e reserva, e estou convencido de que esta queixa não irá prosperar na Justiça.” Os fatos teriam ocorrido nos dias 7 e 13 de agosto em uma das residências parisienses do ator, durante o que foi descrito como uma “colaboração profissional”. A jovem que ainda não se manifestou publicamente, afirma ter sido abusada dentro do contexto de um ensaio informal de uma peça. Segundo a imprensa francesa, o ator e a jovem já se conheciam. Uma fonte próxima ao caso diz que Depardieu é amigo do pai da garota e teria tornado a atriz sua “protegida” na estreia de sua carreira.

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  • Filme

    Jessica Chastain vai voltar a filmar com o diretor de Vidas Cruzadas

    28 de agosto de 2018 /

    Tate Taylor, que dirigiu Jessica Chastain em “Vidas Cruzadas” (The Help), vai voltar a filmar a atriz em “Ava”, filme de ação indie que perdeu seu diretor original, o cineasta australiano Matthew Newton (“From Nowhere”), responsável pelo projeto. Newton, que também escreveu o roteiro, demitiu-se após pressão dos fãs da atriz nas redes sociais, que verberaram várias acusações de abuso e violência doméstica que pesam contra ele. O australiano assumiu-se culpado por ter agredido a namorada Brooke Satchwell em 2007. Na época, um psiquiatra testemunhou que o cineasta sofria de depressão e dificilmente voltaria a ser violento, o que ajudou a mantê-lo em liberdade. Desde então, porém, Newton foi acusado de assédio sexual e abuso por várias mulheres, incluindo outra namorada, Rachael Taylor, que conseguiu ordem de restrição contra o diretor. Chastain, que é produtora de “Eve”, convocou Taylor para assumir o projeto enquanto os dois discutiam planos para filmar “The Eyes of Tammy Faye”, cinebiografia de uma famosa tele-evangelista americana, agendado para depois do filme de ação. A trama de “Ava” ainda não foi divulgada. O filme também não tem cronograma de produção ou previsão de estreia. Jessica Chastain foi indicada a seu primeiro Oscar por seu papel em “Vidas Cruzadas”.

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  • Reality,  TV

    Namorada de Rose McGowan foi quem revelou mensagens de texto incriminadoras de Asia Argento

    27 de agosto de 2018 /

    A modelo não binária (sem gênero sexual definido) Rain Dove assumiu no Twitter ter sido a responsável por divulgar as mensagens de texto em que Asia Argento assumiu ter tido relações sexuais com o ator mirim Jimmy Bennett, então com 17 anos de idade. “Foi eu quem espalhou as mensagens e faria isso de novo”, escreveu a modelo, que já foi bombeiro e há três anos entrou numa lista de mulheres que estariam revolucionando o mundo da beleza. Rain resolveu assumir a autoria após sua namorada, a atriz Rose McGowan, ser acusada de ter sido responsável pelo vazamento das mensagens privadas. “Compartilhar minhas mensagens é meu direito legal. Eu confessei a este fórum que era eu porque Rose foi falsamente acusada”, esclareceu. Mas posteriormente apagou os posts originais, deixando apenas trechos da conversa no ar. As mensagens de texto trocadas entre Asia e Rain Dove confirmam que a atriz realmente teve relação sexual com Bennett, ao contrário do que ela afirmara em nota, após uma reportagem do jornal The New York Times denunciar que ela tinha pago pelo silêncio de Jimmy Bennet. Ele tinha 17 anos na data da suposta agressão sexual, em 2013, que teria acontecido em um hotel da Califórnia. Já na ocasião, a reportagem citava documentos de uma fonte não identificada. O ator ficou mais conhecido por interpretar a versão adolescente do futuro Capitão James Kirk no filme “Star Trek” de 2009, mas antes disso, em 2004, aos 8 anos, viveu o filho de Asia Argento no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração”, quando os dois desenvolveram uma relação de amizade. Ele estaria chantageando Argento com uma foto íntima dos dois. A imagem também acabou vindo à tona. No Twitter, Dove revelou que foi o próprio Bennett que vendeu a suposta selfie “pós-sexo” para publicação no TMZ por um valor de US$ 28 mil. Após essa revelação, Rose McGowan emitiu um comunicado para a imprensa com o objetivo de complementar a história, dizendo que Rain lhe contou que ia levar as mensagens privadas para a polícia, independente do fato de Asia ser sua amiga. “Rain ainda compartilhou que Asia vinha recebendo nudes indesejados de Jimmy desde que ele tinha 12 anos. Asia menciona nessas mensagens que ela não tomou nenhuma ação contra as fotos. Não falou com as autoridades, nem com os pais ou bloqueou Jimmy nas redes sociais. Nem mesmo uma simples mensagem, ‘Não me mande essas fotos. Elas são inapropriadas'”, ponderou McGowan em longo texto publicado nas redes sociais. “O choque foi perceber que tudo que o movimento #MeToo lutou a favor poderia ser colocado em cheque. Uma hora após nossa conversa, Rain confirmou que eles entregaram os textos para a polícia. Quase 48 horas depois, as mensagens foram parar na imprensa”, disse McGowan, que se refere à “pessoa com quem estou” na terceira pessoa do plural (eles). McGowan termina seu texto dirigindo-se diretamente para Asia. “Asia, você foi minha amiga. Eu a amei. Você arriscou muito para ficar ao meu lado no movimento #MeToo. Eu realmente espero que você encontre seu caminho no meio desse processo de reabilitação. Todos podem ser melhores. Espero que você consiga, também. Faça a coisa certa. Seja justa. Deixa a justiça seguir o seu rumo. Seja a pessoa que você gostaria que Harvey [Weinstein] tivesse sido”, concluiu. Rose McGowan e Asia Argento ficaram amigas após compartilharem em público que foram estupradas por Harvey Weinstein há alguns anos. A dupla se juntou a mais de 100 mulheres que denunciaram o produtor de Hollywood nas redes sociais, dando origem ao movimento #MeToo. McGowan apresentou sua namorada à Argento há um mês, logo após o suicídio do então namorado da atriz, o chef Anthony Bourdain. As três viajaram juntas à Berlim. Após a divulgação das mensagens por Rain Dove, Asia Argento foi demitida do reality de competição “X Factor Itália”. The truth helps me sleep well at night. That’s why it’s coming out no matter what. Friend, family, acquaintance it doesn’t matter when it comes to justice- you do not get special treatment. You get equal treatment. Hope you’re ready. #MeToo pic.twitter.com/xvn9aFWx7G — Rain Dove (@raindovemodel) August 22, 2018 Plus that’s my last message with Asia. That is NOT a happy human message haha. pic.twitter.com/wSDDe0C2ME — Rain Dove (@raindovemodel) August 26, 2018 2. @rosemcgowan has released a lengthy statement in response to the allegations against Asia Argento. The last bit: "Do the right thing. Be honest. Be fair. Let justice stay its course. Be the person you wish Harvey could have been." pic.twitter.com/swAbuCFtX2 — Yashar Ali ? (@yashar) August 27, 2018

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  • Reality,  TV

    Asia Argento é demitida do programa X Factor Itália após denúncia de abuso sexual

    27 de agosto de 2018 /

    A acusação de abuso sexual de menor contra Asia Argento provocou a demissão da atriz, diretora e cantora do “X Factor Itália”. O canal Sky Italia e a FremantleMedia, responsáveis pela competição de calouros, decidiram tirar a artista do programa. Mesmo assim, ela será vista nos primeiros sete episódios do reality show, que já tinham sido gravados, mostrando a busca dos jurados pelos 12 competidores do programa. Após o surgimento da denúncia contra Asia, a Sky Italia e a FremantleMedia divulgaram em um comunicado que anunciaram estar estudando a demissão da atriz. “Se as alegações reportadas pelo New York Times se confirmarem, essa questão é completamente inconsistente com a ética e valores da Sky, sendo assim, em acordo com a Fremantle, nós nos vemos obrigados a colocar um fim em nossa colaboração com Asia Argento”. Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do movimento #MeToo, mas foi denunciada há uma semana pelo jornal The New York Times por ter pago ao ator Jimmy Bennet para não ser processada pelo mesmo motivo. Ele tinha 17 anos na data da suposta agressão sexual, em 2013, que teria acontecido em um hotel da Califórnia, segundo a publicação, que cita documentos de uma fonte não identificada. O ator ficou conhecido ao interpretar a versão adolescente do futuro Capitão James Kirk no filme “Star Trek” de 2009, mas antes disso, em 2004, aos 8 anos, viveu o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração”, quando os dois desenvolveram uma relação de amizade. Asia chegou a negar ter feito sexo com o jovem. Mas logo vieram à tona uma foto dos dois na cama e mensagens de texto em que Asia admitia o sexo, embora diga que não sabia que Bennet era menor de idade. Jimmy Bennet também resolveu se pronunciar afirmando que era tudo verdade.

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  • Etc

    Dave Bautista posta vídeo repugnante para mostrar à Disney quem criou a campanha que demitiu James Gunn

    26 de agosto de 2018 /

    Dave Bautista, astro de “Guardiões da Galáxia”, publicou um post para lembrar à Disney quem é pessoa responsável pela campanha de extrema direita que levou o presidente do estúdio a demitir o diretor James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. “Ei, Disney, eis o seu cara. Que inspiração para a humanidade!”, escreveu Bautista, incluindo no post um vídeo bizarro, escroto e repugnante do jornalista Mike Cernovich, em que ele aparece se gabando de ter inventado uma mentira a respeito de um blogueiro que ousou falar mal dele, espalhando que ele tinha feito doxxing (significa revelar dados privados, geralmente num assédio virtual) num adolescente de 15 anos, e exultando por o rival ter recebido ameaças de morte e quase ser linchado por sua mentira no Twitter. “Eu consigo fazer os artigos mais nojentos que existem contra qualquer um”, proclama Cernovich no vídeo virulento. Ele conclui, entre muitos palavrões e dedos do meio erguidos para sua vítima de fake news, que “ninguém se importa se é verdade ou não, essa é a narrativa agora”. Mike Cernovich foi o principal responsável pela campanha contra James Gunn, distorcendo, redimensionando e denunciando antigos tuítes ofensivos do diretor, posts de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Gunn pediu desculpas pelos comentários e disse que eram piadas feitas quando ele estava em uma fase diferente da vida. Mas a Disney engoliu a isca. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, que classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Para piorar, a demissão validou Mike Cernovich. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e também lançou campanha para que o FBI analisasse o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. Como a tática deu resultado, Cernovich passou a vasculhar tuítes antigos de outros “inimigos”. Os comediantes Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Dan Harmon (criador de “Rick and Morty”) e Michael Ian Black (“Wet Hot American Summer: Ten Years Later”) estão entre os que foram intimidados pelo fã de Trump, buscando forçar novas demissões. Ele começou a postar tuítes e até um vídeo controverso dos artistas, feitos há vários anos atrás. Mas nenhuma outra produtora lhe deu bola. Na verdade, Cernovich é um falso moralista. Se não tem piadas de estupro em sua timeline, ele possui uma condenação criminal. O jornalista foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques, Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”. Hey @Disney ! Here’s your guy!! What an inspiration to humanity! https://t.co/vBW7s1ZtQx — Dave Bautista (@DaveBautista) August 24, 2018

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