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    O Irlandês traz elenco sublime em obra-prima de Martin Scorsese

    23 de novembro de 2019 /

    Cineastas católicos costumam lidar com a culpa de maneira muito intensa. Alfred Hitchcock, Abel Ferrara, Clint Eastwood, Robert Bresson, Éric Rohmer são alguns desses exemplos. Basta citar seus nomes para lembrar da temática da culpa em alguns de seus trabalhos mais marcantes. Mas Martin Scorsese, que vem tratando do peso dos atos de seus personagens, e possivelmente dele mesmo como espelho desses alter-egos, conseguiu chegar a um desses exemplares definitivos em que o remorso acompanha também o espectador, até pela duração e pelo andamento mais pausado – e de certa forma pesado – de “O Irlandês”. Se os filmes de máfia do diretor trazem momentos de euforia e alegria entre suas muitas mortes, Scorsese também sempre foi mestre em mostrar o fundo do poço, a descida aos infernos de seus personagens. Isso aconteceu em “Caminhos Perigosos” (1973), “Os Bons Companheiros” (1990), “Cassino” (1995) e até em “O Lobo de Wall Street” (2013), uma espécie de atualização do gênero. Porém, “O Irlandês” oferece algo de natureza distinta, feita com carta branca da Netflix, que investiu os US$ 159 milhões necessários para a realização deste projeto acalentado há mais de dez anos. O projeto nasceu quando Robert De Niro leu o livro de Charles Brandt, “I Heard You Paint Houses”, e ficou fascinado. Comentou com Scorsese, que percebeu o entusiasmo do amigo. Isso foi na época em que De Niro dirigiu “O Bom Pastor” (2006). Importante lembrar que Scorsese não se reunia com De Niro – e Joe Pesci – nas telas desde “Cassino” (1995). Qualquer reencontro seria cercado de expectativas. Ao incluir Al Pacino, então, a expectativa atingiu o infinito. O livro de Brandt, adaptado pelo roteirista Steve Zaillian (“A Lista de Schindler”, “O Gângster”), gira em torno de Frank Sheeran, um hitman da máfia que foi guarda-costas do líder sindical Jimmy Hoffa, e que conta sua própria versão dos fatos envolvendo a misteriosa morte do sindicalista, desaparecido em 30 de julho de 1975, e declarado morto 10 anos depois. É importante não saber detalhes dessa história – bem popular nos EUA, mas menos conhecida no Brasil – para não estragar as surpresas e principalmente o impacto que o filme provoca. A narrativa atravessa seis décadas e, para viver os personagens na fase mais jovem da vida, Scorsese recorreu a uma tecnologia de rejuvenescimento digital. A decisão encareceu bastante o projeto, mas decorreu da visão do diretor, que acreditava que colocar atores jovens para interpretar os mesmos papéis de De Niro e Pesci seria algo inconcebível, ainda mais que eles viveram na época retratada e conheciam bem demais os nuances da trama, algo importantíssimo para o filme. Scorsese também considerou que utilizar próteses e maquiagem serviria mais para situações de envelhecimento e não ao contrário – o próprio De Niro fez isso em “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, quando teve que envelhecer na base da maquiagem. O resultado do processo digital na tela é o mais bem-sucedido uso dessa tecnologia, embora seja possível notar que os corpos não acompanham a aparência jovial dos personagens – continuam se movimentando como homens septuagenários. No entanto, uma vez que se embarca na história, é fácil ficar não apenas envolvido, mas também muito impressionado com a interpretação das versões mais jovens de De Niro, Pesci e Pacino. Especialmente De Niro e Pesci, sublimes. E pensar que Pesci já estava aposentado e só aceitou voltar a atuar após muita insistência de Scorsese e De Niro… De forma interessante, ele tem um papel bastante distinto de suas parcerias anteriores com Scorsese, geralmente muito elétricas. Em “O Irlandês”, o ator vive um chefão da máfia gentil, doce até. E com uma fala mansa e pacificadora, mesmo quando precisa lidar com situações em que assassinatos são detalhes corriqueiros. Scorsese também elencou atores do porte de Harvey Keitel e Bobby Cannavale e se dá ao luxo de utilizá-los muito pouco. O mesmo poderia ser dito de Anna Paquin, que vive um das filhas de Frank Sheeran, mas sua interpretação, com uma ausência de falas bem explícita, é compensada com o olhar de confronto que ela trava com o pai. Aquilo é forte o suficiente para magoar o coração de um homem velho cheio de remorsos. Um peso que o personagem leva como uma cruz. Velhinho, ele precisa de muletas, cai em uma cena. O filme mostra sua decadência física, seu desaparecimento. Como se ele precisasse daquela trajetória toda para que compensasse, de algum modo, o mal que fez no passado. Do ponto de vista temático, “O Irlandês” ainda coincide com outra reflexão cinematográfica recente sobre a velhice, “Dor e Glória”, de Pedro Amodóvar. Ambos os filmes são trabalhos que lidam com o processamento da dor, com os arrependimentos, com as mudanças provocadas pelo tempo no modo de ver a vida. Saímos deles diferentes de quando entramos. E não apenas por termos acabado de ver uma obra-prima.

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    Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

    23 de novembro de 2019 /

    O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.

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    Sem Remorso: Michael B. Jordan revela primeiro teaser do thriller de ação

    22 de novembro de 2019 /

    O ator Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) publicou em seu Instagram o primeiro teaser do filme “Sem Remorso” (Without Remorse), adaptação do livro de Tom Clancy focado no personagem John Clark. No vídeo, o ator aparece vestido como soldado e tem imagens de confrontos projetadas em seu rosto. A trama é baseada no livro homônimo, publicado em 1993, que conta uma história de vingança e como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal. “Sem Remorso” será o primeiro filme a abordar a origem do personagem, que apareceu em 17 livros de Clancy, primeiro como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar suas próprias histórias. Por conta disso, ele já ganhou vida no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). O filme tem roteiro de Taylor Sheridan e direção de Stefano Sollima, que antes trabalharam juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado”. O elenco ainda inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Cam Gigandet (“Sete Homens e um Destino”), Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”), Brett Gelman (“Stranger Things”), Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”) e Jack Kesy (“The Strain”). A estreia está marcada para 17 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram #WithoutRemorse 2020 Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 20 de Nov, 2019 às 12:56 PST

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    Criador de Fargo e Legion vai dirigir próximo filme de Star Trek

    19 de novembro de 2019 /

    A Paramount encomendou uma nova jornada cinematográfica para a franquia “Star Trek”. Noah Hawley, que é mais conhecido por seu trabalho como roteirista televisivo, fechou contrato para dirigir o próximo filme da saga cinquentenária. O filme encomendado ao criador das séries “Fargo” e “Legion” não tem relação com outro projeto da franquia, encabeçado por Quentin Tarantino, que faz parte de outras conversas – e só depende da vontade do diretor para acontecer. Na verdade, o novo longa corresponde à continuação de “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016), que foi abandonada após uma crise criativa e financeira. O estúdio estava desenvolvendo um filme de viagem no tempo que juntaria Chris Pine (o Capitão Kirk) e Chris Hemsworth (que viveu o pai de Kirk no reboot de 2009), mas as negociações com os atores para este projeto foram abandonadas em 2018, após não haver consenso financeiro. Todo o elenco dos três filmes anteriores já está com contratos vencidos, o que neste momento faria a Paramount ter que passar por nova rodada intensa de negociações. Mas o filme de Hawley também pode relançar a franquia com novos atores, considerando que a produção já não poderá contar com Anton Yelchin, falecido em 2016. Hawley recentemente estreou como diretor de cinema, abordando justamente viagens espaciais, mas numa história baseada em fatos reais – o drama “Lucy in the Sky”, estrelado por Natalie Portman, que estreou no mês passado nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil. A produção do novo “Star Trek” vai incluir a Bad Robot, produtora do cineasta J.J. Abrams, que dirigiu os dois primeiros longas da encarnação atual da franquia.

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    Atriz de Guardiões da Galáxia entra na franquia Missão: Impossível

    19 de novembro de 2019 /

    A atriz canadense Pom Klementieff, que ficou conhecida ao interpretar a heroína Mantis em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, entrou no elenco do próximo filme da franquia “Missão: Impossível”. A novidade foi anunciada pelo diretor e roteirista Christopher McQuarrie no Twitter. “Como se soletra femme fatale?”, ele escreveu ao lado de uma foto da atriz. E ela respondeu dizendo que aceitava a missão. Ou melhor, a “travessura”. Veja abaixo. Em sua publicação, McQuarrie usou a hastagh #MI78, sugerindo que a atriz fará parte dos dois próximos filmes da franquia, “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8”, que ainda não têm títulos oficiais. Ela vai se juntar à inglesa Hayley Atwell (a Agente Carter da Marvel), primeiro nome confirmado na produção após o anúncio de que Tom Cruise estrelaria mais dois filmes como Ethan Hunt, com estreias previstas para 2021 e 2022. Os dois novos longas também devem trazer outros integrantes recorrentes da franquia, como Simon Pegg e Rebecca Ferguson. Elogiadíssimo pela crítica internacional, o sexto “Missão: Impossível” foi considerado o Melhor Filme de Ação de 2018 na premiação do Critics Choice Awards. .@PomKlementieff, How do you spell femme fatale? #MI78 pic.twitter.com/OYnPYxGOZM — Christopher McQuarrie (@chrismcquarrie) November 19, 2019 Mischief: Accepted https://t.co/faRvtIL0QQ — Pom Klementieff (@PomKlementieff) November 19, 2019

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    O Irlandês: Novo trailer destaca os elogios da crítica ao novo filme de Martin Scorsese

    19 de novembro de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “O Irlandês”, de Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”). A prévia destaca os elogios da crítica à produção e especialmente ao elenco veterano, encabeçado por Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci, rejuvenescidos digitalmente para contar uma trama que atravessa décadas. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian, que adapta o livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, sobre a vida de Frank “O Irlandês” Sheeran, o maior assassino da máfia americana. A prévia começa com agentes federais pedindo a Sheeran (De Niro) contar o que sabe sobre todos os crimes que ele cometeu ou testemunhou enquanto trabalhava para a máfia. A trama mostra o envolvimento da máfia na política e no sindicalismo, e ainda aborda um dos grandes mistérios criminais dos Estados Unidos: que fim levou Jimmy Hoffa (interpretado por Pacino), líder sindicalista e do crime organizado, que sumiu inesperadamente e até hoje ninguém sabe como morreu. Robert De Niro e Scorsese não filmavam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). O mesmo filme também marcou a última parceria do ator e do diretor com Joe Pesci, que foi convencido a abandonar a aposentadoria para estrelar a nova produção. O elenco ainda conta com Anna Paquin (“X-Men”), Jesse Plemons (“Fargo”), Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) e Bobby Cannavale (“Homem-Formiga”). A première mundial aconteceu no Festival de Nova York, quando o longa foi coberto de elogios – está com 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O filme teve lançamento limitado nos cinemas em 14 de novembro e chega ao streaming na próxima semana, no dia 27 de novembro.

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    Netflix vai produzir Um Tira da Pesada 4 com Eddie Murphy

    14 de novembro de 2019 /

    A Netflix fechou contrato com a Paramount para produzir o quarto filme da franquia “Um Tira da Pesada” (Beverly Hills Cop), que contará com a volta de Eddie Murphy ao papel do detetive policial Axel Foley. O projeto faz parte de um acordo firmado entre a plataforma e o estúdio, que prevê vários lançamentos. O conglomerado ViacomCBS, dono da Paramount, viu uma oportunidade de negócios com a Netflix, diante da saída da Disney e da Warner do catálogo do serviço. Em vez de seguir o modelo dos rivais e concentrar seus produtos numa plataforma própria de streaming, preferiu se tornar um fornecedor de conteúdo. O estúdio tinha tentado, anteriormente, lançar uma série baseada na franquia, mas o piloto foi rejeitado pela rede CBS. Diante do revés, começou a pensar novamente em retomar “Um Tira da Pesada” no cinema, e até chegou a contratar uma dupla de diretores belgas, Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Black”), para comandar a nova sequência em 2016. Na época, o roteiro era de Josh Appelbaum e Andre Nemec (ambos de “As Tartarugas Ninja”). Mas o projeto nunca saiu da fase de pré-produção. A popularidade da franquia chamou atenção da Netflix, que resolveu investir em seu resgate. “Um Tira da Pesada 4” vai retomar a história interrompida há 25 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A produção continuará a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. Atualmente, Eddie Murphy trabalha em outra sequência de filme dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que vai estrear em dezembro de 2020. Já “Um Tira da Pesada 4” não tem previsão de lançamento.

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    Trailer do novo filme de Bob Esponja revela participação de Keanu Reeves

    14 de novembro de 2019 /

    A Paramount mais um pôster internacional e o trailer dublado em português do novo longa animado de Bob Esponja. E a principal novidade da prévia é a participação de Keanu Reeves (“John Wick”) como um sábio que Bob e Patrick encontram em sua nova aventura. Intitulado “Bob Esponja: O Incrível Resgate”, o filme acompanha os dois amigos numa jornada para encontrar Gary, o caracol de estimação de Bob, que está desaparecido. Com direção de Tim Hill (“Alvin e os Esquilos”), a animação vai estrear em 11 de junho no Brasil, três semanas depois do lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo o trailer dublado em português e o original em inglês.

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    Novo filme do Bob Esponja ganha pôsteres, título nacional e previsão de estreia

    13 de novembro de 2019 /

    A Paramount divulgou dois pôsteres, um para os EUA e outro para o Brasil, o título nacional e a previsão de estreia do novo longa animado de Bob Esponja. Intitulado “The SpongeBob Movie: Sponge on the Run”, o filme ganhou o nome de “Bob Esponja: O Incrível Resgate” no Brasil – o fato de ser melhor e mais curto contraria o costume nacional. Na trama, Bob Esponja e Patrick irão embarcar numa jornada para encontrar Gary que está desaparecido. Com direção de Tim Hill (“Alvin e os Esquilos”), a animação vai estrear em 11 de junho no Brasil, três semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Novos trailers mostram as mudanças no visual de Sonic: O Filme

    12 de novembro de 2019 /

    A Paramount divulgou pôsteres internacionais e trailers diferentes de “Sonic: O Filme”, que registram as mudanças no visual do protagonista animado da produção. A prévia é bem melhor que a anterior (devidamente deletado pelo estúdio), deixando claro que a aparência do personagem-título faz muita diferença. O visual humanizado, com dentes e pernas muito longas com que o ouriço azul foi retratado no trailer anterior sofreu grande rejeição do público – no Brasil, chegou a ser comparado à Carreta Furacão. Diante da repercussão negativa, o estúdio e o diretor Jeff Fowler decidiram interromper a pós-produção para que a equipe de efeitos mudasse o visual de Sonic. O resultado é um Sonic mais fofo, que mesmo mantendo o aspecto felpudo (como Pikachu em seu filme live-action) lembra mais o personagem dos games clássicos da Sega. Jeff Fowler faz sua estreia como diretor de longas à frente de “Sonic”, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. O elenco inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”), Ben Schwartz (“House of Lies”) como a voz em inglês de Sonic e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic nos games. A estreia está marcada para 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo o trailer nacional em versões legendada e dublada em português e também o trailer internacional, que é diferente, mas não tem legendas.

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    Tarantino diz que Predadores Assassinos foi seu filme favorito de 2019

    5 de novembro de 2019 /

    Quentin Tarantino demonstrou, mais uma vez, ter gosto eclético. Um dos diretores que mais conhece a história do cinema – e da cultura pop em geral – , ele revelou recentemente qual foi seu filme preferido de 2019, e a resposta surpreendeu seu interlocutor. Foi o jornalista Pete Hammond, do Deadline, quem fez a pergunta para o diretor, durante um bate-papo descontraído num evento, e a resposta foi o thriller de crocodilos “Predadores Assassinos” (Crawl), do diretor francês Alexandre Aja (“Piranha 3D”), estrelado por Kaya Scodelario e Barry Pepper (ambos da franquia “Maze Runner”). “Tarantino disse, por incrível que pareça, que o filme o impressionou em todos os sentidos, em termos de cinematografia pura”, escreveu Hammond. Apesar de ser um produção modesta, com elenco enxuto e um diretor especializado em terrores baratos, “Predadores Assassinos” agradou a crítica de um modo geral, atingiu 82% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Foi também um sucesso comercial para a Paramount. Custou US$ 13,5 milhões e rendeu US$ 90 milhões de bilheteria mundial. O roteiro foi escrito pelos irmãos Michael e Shawn Rasmussen, que também são especialistas em terror – têm no currículo a história de “Aterrorizada”, dirigida pelo mestre John Carpenter em 2010. A equipe ainda inclui o cineasta Sam Raimi (de “Evil Dead”).

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    Novo Exterminador do Futuro pode dar prejuízo de US$ 130 milhões

    4 de novembro de 2019 /

    Com título profético, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” deve representar o final da franquia nos cinemas. O lançamento deste fim de semana conseguiu ficar em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas a arrecadação de US$ 29 milhões foi muito abaixo do esperado. Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões para a a Skydance Media, Paramount Pictures e 20th Century Fox – cada um desses estúdios bancou 30% do orçamento. Além deles, a empresa chinesa Tencent cobriu 10% da produção, orçada em US$ 185 milhões sem incluir P&A (custos de cópias e publicidade). O desempenho internacional é que impede um desastre maior – acima de US$ 200 milhões de prejuízo, o que seria um recorde indesejável. Mas o fracasso é realmente global. Como medida de comparação, o lançamento na China foi similar ao americano, abaixo das expectativas, e ainda assim foi a maior abertura no exterior – US$ 28 milhões. O total do filme em todo o mundo está em US$ 123,6 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu o produtor e roteirista do novo/último “Exterminador do Futuro”, em tom quase de brincadeira.

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    Jack Ryan: Série estrelada por John Krasinski antecipa estreia da 2ª temporada

    31 de outubro de 2019 /

    A 2ª temporada de “Jack Ryan”, com lançamento anunciado para sexta (1/12), foi lançada com um dia de antecedência e já está disponível no serviço Prime Video da Amazon. Em vídeo compartilhado nas redes sociais, o protagonista da série, John Krasinski, anunciou a novidade com o tom de uma brincadeira de Halloween: “Nós fizemos uma travessura bem grande ao fazê-los esperar tanto pela 2ª temporada, então eu pensei: que tal uma gostosura? Quando você poderá ver a 2ª temporada de Jack Ryan? Que tal agora?”. Veja abaixo. A série que traz John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) no papel do famoso espião do título (já vivido no cinema por quatro atores diferentes: Alec Baldwin, Harrison Ford, Ben Affleck e Chris Pine) é repleta de ação, com muitas explosões, tiroteios e correria, e na 2ª temporada leva o espião americano até a América do Sul, onde enfrenta nada menos que o presidente da Venezuela. Sério. Os novos episódios têm participações da atriz sueca Noomi Rapace (“Prometheus”), do espanhol Jordi Mollà (“O Homem que Matou Dom Quixote”) e de Michael Kelly (“House of Cards”), além do retorno de Wendell Pierce (“The Wire”). O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem. As histórias que acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA são originais, concebidas pelo time liderado pelo showrunner Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). Por isso, refletem crises políticas mais atuais. Com produção da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), a série já se encontra renovada para sua 3ª temporada. Happy Halloween! To celebrate I thought I’d give all fans of Jack Ryan a little Halloween treat! When can you watch the new season? How about… right now!!! Yup! #JackRyan Season2! One day early! Only on @PrimeVideo pic.twitter.com/Pp7Qk6WLrM — John Krasinski (@johnkrasinski) October 31, 2019

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