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  • Série

    Após final da série, Picard pode ganhar filme

    23 de julho de 2022 /

    Durante o painel da Paramount+ dedicado a “Star Trek: Picard” na Comic-Con Internacional, em San Diego, o astro Sir Patrick Stewart demonstrou não estar pronto para se despedir de Jean-Luc Picard. A 3ª temporada será a última da série, mas Stewart manifestou desejo de voltar a viver o personagem em um novo filme. “Acho que seria algo maravilhoso de fazer”, afirmou. Produtor executivo da franquia “Star Trek”, Alez Kurtzman apoiou a ideia, dizendo que se a recepção à última temporada de “Picard” for positiva, há realmente a possibilidade de um filme dedicado ao personagem. Vale lembrar que Picard já apareceu em quatro filmes entre 1994 e 2002, junto com os demais integrantes da série clássica “Star Trek: A Nova Geração”. E a 3ª temporada de “Star Trek: Picard” marcará justamente o reencontro entre os personagens de “A Nova Geração”, 20 anos desde a última vez em que atuaram juntos no filme “Jornada nas Estrelas: Nemesis”. Por sinal, Stewart disse que não consegue imaginar um reboot de seu personagem como aconteceu com o Capitão Kirk da primeira série clássica de “Jornada nas Estrelas”. “Muito difícil responder isso. Como eu disse, sou cada vez mais Picard. Não sei quem poderia entrar nesse papel”, considerou.

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  • Série

    Picard encontra “A Nova Geração” em teaser e pôsters do final da série

    23 de julho de 2022 /

    A Paramount+ aproveitou a Comic-Con Internacional, em San Diego, para divulgou o primeiro teaser e uma coleção de pôsteres com os personagens da 3ª e última temporada de “Star Trek: Picard”. Os próximos capítulos da série vão reunir o elenco original da série clássica “Star Trek: A Nova Geração”, série que introduziu o personagem-título Jean-Luc Picard nos anos 1980. A trama promoverá o reencontro de Patrick Stewart (Picard) com Jonathan Frakes (Ryker), LeVar Burton (Geordi La Forge), Michael Dorn (Worf), Marina Sirtis (Deanna Troi) e Gates McFadden (Dr. Beverly Crusher), além de manter duas integrantes do elenco das temporadas anteriores de “Picard”, Michelle Hurd (Raffi) e Jeri Ryan (Seven of Nine). Os tripulantes da Enterprise NCC1701-D não compartilham uma missão conjunta há duas décadas, desde que a Paramount lançou o filme “Jornada nas Estrelas: Nêmesis” (2002), mas Picard encontrou Ryker e Troi – e conheceu a filha deles – na 1ª temporada da nova série, que ainda mostrou lembranças de Data. Por sinal, o ator Brent Spiner tem sido visto na série em outros papéis – como o Dr. Altan Inigo Soong, criador de Data, e seu antepassado Adam Soong. Além deles, até Wil Wheaton, que viveu Wesley Crusher nas primeiras temporadas de “A Nova Geração”, retomou brevemente seu papel no final da temporada passada. Vale observar que as baixas no elenco de Isa Briones, Evan Evagora, Santiago Cabrera e Alison Pill aconteceram de forma orgânica, após seus personagens terem destinos definidos no final da 2ª temporada. Infelizmente, a 3ª temporada será a última de “Star Trek: Picard”, com previsão de estreia em 2023. A série é exibida no Brasil pela plataforma Amazon Prime Video.

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    Trailer de “Teen Wolf” faz Comic-Con gritar com volta de personagem

    21 de julho de 2022 /

    A Paramount+ divulgou o trailer de “Teen Wolf: O Filme”, que destaca, entre muitos lobisomens e ameaças sobrenaturais obscuras, a volta da personagem Allison, interpretada por Crystal Reed, que morreu há oito anos no final da 3ª temporada da série da MTV. Exibido na Comic-Con Internacional, o vídeo fez os fãs gritam com a revelação de que Allison não morreu. A personagem era a herdeira de uma família de caçadores de lobisomens que se apaixonava pelo lobo adolescente vivido por Tyler Posey, e muitos fãs não aceitaram bem sua morte na trama. No filme, os velhos amigos sobrenaturais voltam a se juntar sob o comando de Scott McCall (Posey), que deixou de ser teen para virar um lobo alfa, numa luta contra o inimigo mais poderoso e mortal que já enfrentaram. Mas o teor da ameaça é tão vago quanto as imagens da prévia. O roteirista do filme e criador de “Teen Wolf”, Jeff Davis, explicou para o público da Comic-Con que a produção tem 20 personagens ao todo, o que o torna longo, praticamente como “uma sétima temporada curta”. Também presente em San Diego, Posey ajudou a contextualizar a trama, explicando que seu personagem ficou tão traumatizado com os eventos da série, encerrada em 2017, que deixou Beacon Hills. “Ele mora em Los Angeles e é uma pessoa normal. Ele trabalha como veterinário e é solitário. Ele é um adulto e está passando pelo que todos nós passamos… lidando com a realidade de ser um humano de verdade, em vez de um lobisomem que salva o mundo de vez em quando. Nós nunca vimos Scott assim, nunca.” Sem dar mais detalhes da trama, Davis acrescentou apenas que “é um final emocionante”. Mas pode não ser realmente um final. “Há uma discussão sobre fazer mais”, assumiu o produtor-roteirista. Para viver os 20 personagens citados pelo criador da franquia, estão confirmados os retornos de Tyler Posey (hoje dublando “Velozes & Furiosos: Espiões do Asfalto”), Crystal Reed (que após morrer na série foi parar em “Gotham” e “Monstro do Pântano”), Holland Roden (“Mayans MCs”), Tyler Hoechlin (o Superman de “Superman and Lois”), Colton Haynes (“Arrow”), Shelley Hennig (“Dollface”), JR Bourne (“The 100”), Dylan Sprayberry (“Light as a Feather”), Ian Bohen (“Yellowstone”), Seth Gilliam (“The Walking Dead”), Orny Adams (“Tá Rindo do Quê?”), Melissa Ponzio (“Chicago Fire”), Ryan Kelley (“Terra dos Bravos”), Linden Ashby (“Gatunas”) e Khylin Rhambo (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”), além de novidades como Vince Mattis (“Halloween”) e Amy Workman (“Vikes”), entre outros. Ainda não há previsão de estreia para a atração.

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  • Filme

    Sarah Michelle Gellar vai estrelar spin-off de “Teen Wolf” na Paramount+

    21 de julho de 2022 /

    A atriz Sarah Michelle Gellar vai estrelar sua primeira série sobrenatural desde o fim de “Buffy: A Caça-Vampiros” (1997-2003) há quase 20 anos. A eterna Buffy foi anunciada na Comic-Con Internacional como protagonista de “Wolf Pack”, série derivada de “Teen Wolf” que será lançada na Paramount+. Escrita e produzida por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”, a nova série é baseada na coleção de livros de Edo Van Belkom sobre um casal de adolescentes que tem as vidas mudadas para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma aterrorizante criatura sobrenatural – isto é, um lobisomem. Gellar interpretará a investigadora de incêndios criminosos Kristin Ramsey, uma especialista altamente conceituada em seu campo e acostumada à perdas pessoais, que assume a frente da investigação do responsável por iniciar um grande incêndio florestal – que também pode ter desentocado o predador sobrenatural que aterroriza Los Angeles. O casal de adolescentes envolvido com o incêndio será interpretado por Armani Jackson (“O Último Caçador de Bruxas”) e Bella Shepard (“The Wilds”), e o elenco também inclui os estreantes Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray. Além de estrelar, Gellar será coprodutora da atração, que deverá ser lançada ainda este ano em streaming.

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  • TV

    Globo fecha com a Paramount exibição de “Pantanal” na América do Sul

    14 de julho de 2022 /

    O Grupo Globo fechou com a Paramount Global um acordo milionário para a transmissão de Pantanal para toda a América do Sul. A notícia chegou à mídia em declaração de Francisco Espinoza, diretor de Programação da Chilevision. Em entrevista para a imprensa chilena na quarta (13/7), ele revelou: “Adquirimos os direitos desta série de televisão, que é um sucesso indiscutível no Brasil, e estamos vendo agora qual será o plano de exibição em cada um de seus canais de exibição”. Cada mercado terá uma forma diferente de exibir a novela. No Chile e na Argentina, “Pantanal” chegará pelos canais Chilevisión e Telefé, emissoras de TV aberta que pertencem à Paramount. No resto do continente, o lançamento será via streaming pela Paramount+. Espinoza também disse à imprensa chilena que o negócio é o primeiro de muitos, já que a Paramount deseja comprar mais novelas da Globo para exibição no resto do continente. De acordo com o site Notícias da TV, o contrato é estimado em US$ 10 milhões (R$ 54,7 milhões) e permite à Paramount distribuir a atração para outros países do continente até 2025. O negócio não afeta o mercado brasileiro, onde a trama é disponibilizada pela rede Globo e em streaming pela Globoplay. Além desse contrato, a Globo espera fechar novas vendas internacionais para Pantanal ainda neste ano. Quatro redes de TV da Europa já conversavam com a área de aquisição da Globo, incluindo a SIC, emissora de Portugal que já exibe novelas brasileiras.

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  • Série

    “Criminal Minds” é revivida na Paramount+

    13 de julho de 2022 /

    A Paramount+ bateu o martelo e a série “Criminal Minds” vai voltar em streaming, dois anos após interromper sua jornada de 15 temporadas na rede CBS. A produção reunirá alguns dos principais membros do elenco original, como Joe Mantegna, Kirsten Vangsness, Adam Rodriguez, AJ Cook, Aisha Tyler e Paget Brewster. A showrunner de longa data Erica Messer também está a bordo. Mas os atores Matthew Gray Gubler e Daniel Henney não fecharam acordo para retornar. O revival foi antecipado por Mantegna em seu Twitter na terça-feira (12/7), com uma foto de um set parcialmente construído. “Apenas fazendo uma pequena inspeção hoje para um próximo projeto. #criminalminds”, ele escreveu. A notícia coincide com a saída da série da Netflix, formalizada em 30 de junho, onde costumava figurar entre os líderes da audiência em streaming. Criada por Jeff Davis, “Criminal Minds” foi um dos programas mais populares da rede CBS neste século e deu origem a dois spin-offs. A atração acompanha um esquadrão de elite do FBI, que estuda as maiores mentes criminosas, antecipando seus próximos passos, antes que eles ataquem novamente. Mas a mudança para o streaming trará mudanças de formato para as investigações. Originalmente uma série procedimental de um crime por capítulo desde 2005, a nova versão da Paramount+ será serializada, com a equipe da BAU (Unidade de Análise Comportamental, na sigla em inglês) trabalhando em um único caso ao longo da temporada – que terá 10 episódios, em vez dos 22 tradicionais da TV aberta. Just doing a little inspection today for an upcoming project. #criminalminds pic.twitter.com/fz9nrigXIm — Joe Mantegna (@JoeMantegna) July 12, 2022

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  • Série

    “Yellowjackets” vira destaque da Paramount+ no Emmy 2022

    12 de julho de 2022 /

    Novata na guerra dos streamings, a Paramount+ emplacou um hit no Emmy 2022. A série “Yellowjackets” surpreendeu expectativas com sete indicações, incluindo Melhor Série de Drama, Atriz para Melanie Lynskey e Atriz Coadjuvante para Christina Ricci. A relação foi revelada nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. Originalmente exibida no canal pago Showtime nos EUA, a atração chega pelo streaming da Paramount+ no Brasil. Sua trama chama atenção por girar em torno de um grupo de garotas de um time de futebol feminino que precisa sobreviver numa região isolada após a queda do avião que as transportava. Ao estilo de “Lost”, a história é contada em duas linhas temporais distintas: na época da queda, quando as protagonistas eram adolescentes, e vários anos depois, quando se reencontram já adultas após serem chantageadas pelo que esconderam de sua sobrevivência. Falando sobre a primeira indicação ao Emmy de sua longa carreira – iniciada na década de 1990 – , Melanie Lynskey brincou: “Todo mundo só quer saber sobre o canibalismo”. Falando ao site Deadline, a atriz adiantou que nem mesmo ela sabe detalhes sobre isso: “Eu não tenho nenhuma informação. Vocês têm que continuar assistindo. Por favor, continuem assistindo”. O conteúdo da Paramount+ também conquistou uma indicação para “Yellowstone” (Melhor Design de Produção), que é a série mais popular do canal pago Paramount nos EUA.

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    Seu Jorge será pai de Anderson Silva em série da Paramount+

    9 de julho de 2022 /

    A série sobre a vida de Anderson Silva, em desenvolvimento na Paramount+, escalou Seu Jorge (“Marighella”) como o pai do lutador. Curiosamente, o artista chegou a fazer a narração de um vídeo que mostrava a preparação do atleta para o UFC em 2016. O papel do protagonista caberá a William Nascimento (“Genesis”), que está há dois meses treinando em academias de luta no Rio de Janeiro. Além de muay thai, também treinou jiu-jitsu. Anderson Silva ainda não se encontrou com seu intérprete. Mas, enquanto as gravações não começam, ele tem participado de encontros virtuais com os roteiristas Parte dos roteiristas veio do projeto Narrativas Negras, que desenvolve conteúdo exclusivo para a ViacomCBS, conglomerado dono da Paramount+. Entre eles, Marton Olympio, Nathalia Cruz, Eliana Alves Cruz, Luiz Assis e Raul Perez.

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    Nicolas Cage será um dragão em série da Paramount+

    7 de julho de 2022 /

    A Paramount+ está desenvolvendo uma série de fantasia que vai trazer Nicolas Cage (“O Peso do Talento”) como um dragão. O projeto não é uma animação para crianças, mas uma produção híbrida baseada no livro de suspense adulto “Highfire”, de Eoin Colfer (autor de “Artemis Fowl”). A premissa é uma combinação de “True Detective” com “Meu Amigo, o Dragão”, e está sendo desenvolvida por Davey Holmes, o criador da série “Get Shorty”. Na trama, Highfire (Cage) é um dragão que bebe vodka, adora “Flashdance” e vive uma existência isolada nos pântanos da Louisiana. Escondido entre árvores e jacarés, ele só quer passar a eternidade bebendo e vendo TV. Mas um dia um adolescente humano cruza seu caminho, fugindo de problemas após se tornar vendedor de bebidas para a máfia local. E esse encontro acaba originando uma improvável amizade e… uma luta pela sobrevivência. Ainda em fase inicial, “Highfire” ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.

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    “Evil” é renovada para 4ª temporada

    6 de julho de 2022 /

    A Paramount+ anunciou a renovação de “Evil” para a 4ª temporada. O anúncio chega quatro semanas após a estreia do terceiro ano da série de terror, criada pelo casal Robert e Michelle King (criadores também de “The Good Wife” e “The Good Fight”). O streamer apoiado pela Paramount Global entregou uma rápida renovação da quarta temporada para o ex-drama da CBS de , Evil. A notícia chega poucas semanas após a terceira temporada da série estrelada por Katja Herberts e Mike Colter lançar sua terceira temporada na plataforma. “’Evil continua a expandir sua base de fãs tanto entre críticos quanto espectadores. A 3ª temporada atualmente tem uma classificação de 100% no Rotten Tomatoes e é consistentemente uma das cinco séries originais mais assistidas do serviço”, disse Nicole Clemens, presidente da divisão de séries originais roteirizadas da Paramount+. “Não poderíamos estar mais empolgados com o que Robert e Michelle criaram para a 4ª temporada com nosso excelente elenco dando vida a tudo.” A atração acompanha um funcionário da Igreja Católica encarregado de investigar possessões, que se alia a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja, a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga e o elenco ainda destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como um investigador técnico dos fenômenos e Michael Emerson (“Person of Interest”) no papel de um agente do Mal. No Brasil, a série é disponibilizada pela Globoplay.

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    As 10 melhores séries de junho

    3 de julho de 2022 /

    Com a quantidade de séries lançadas todas as semanas na disputa pelas assinaturas de streaming, alguns títulos importantes podem passar em branco. Como ninguém consegue acompanhar uma centena de temporadas novas por mês, esse seleção mensal reúne as 10 estreias que merecem mais atenção. Encabeçada pelo fenômeno “The Boys”, a mostra de maio favorece super-heróis e ficção científica. Metade da seleção são produções fantasiosas, mas também há comédias muito divertidas, dramas de arte e tramas criminais, tanto de época quanto inspirados em fatos da atualidade. Confira abaixo o Top 10 com detalhes e trailers de cada destaque.   | THE BOYS # 3 | AMAZON PRIME VIDEO   A série de super-heróis com mais sexo e violência já feita voltou ainda mais explícita e extrema, com closes urológicos, orgia de super-heróis e chuvas de vísceras, numa temporada marcada por banhos de sangue literais – e que ainda contrabandeia uma participação surpreendente de Charlize Theron (“The Old Guard”) em sua abertura. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a produção acompanha um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. Na verdade, aqueles que normalmente seriam considerados vilões é que são os verdadeiros heróis, lutando contra um esquema superpoderoso que mantém a farsa para dominar a economia e a política dos EUA. Esta luta desigual pelos corações e mentes da população começou a se equilibrar com a revelação de que Tempesta (Storm Front, interpretada por Aya Cash), uma das integrantes dos Sete (a Liga da Justiça da trama), era em segredo uma nazista alucinada. Mas se a desgraça da personagem na 2ª temporada jogou nova luz sobre os heróis, ela também alimentou a psicopatia crescente do Capitão Pátria (Homelander, vivido por Antony Starr), o líder dos Sete, que começa a surtar com a morte da namorada, com a revelação de seus podres e com a chegada de um rival à altura: Soldier Boy (Jensen Ackles, o Dean de “Supernatural”), resgatado após décadas de prisão na Rússia pelos boys de Billy Bruto (Billy Butcher, de Karl Urban). Grande vencedora do Critics Choice Super Awards, a premiação geek da crítica americana, “The Boys” também é a série mais popular da Amazon, quebrando o o recorde de público da plataforma de streaming em sua 3ª temporada. Não por acaso, a atração ganhou um spin-off animado, “The Boys: Diabolical” (veja antes de começar os novos episódios) e prepara um spin-off juvenil, centrado em estudantes de uma universidade de super-heróis, que contará com participação do brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”).   | MS. MARVEL # 1 | DISNEY+   A primeira heroína muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) arrancou elogios até de Malala Yousafzay, que aos 17 anos se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz – por sua luta pelo direito à educação de meninas paquistanesas. Apresentada como uma comédia adolescente, a história de Kamala Khan também é a mais fofa e adorável das séries já produzidas pela Marvel. A trama chegou na Disney+ como uma grande homenagem aos fãs dos super-heróis, dando a Iman Vellani, a novata de 18 anos que foi selecionada entre várias candidatas, o papel da fangirl definitiva. Na trama, Kamala é uma adolescente geek obcecada pela Capitã Marvel, que sofre bullying na escola e repressão na família muçulmana tradicional, mas não abre mão de seus sonhos, mostrando enorme talento artístico para desenhar, criar vídeos e até fantasias de cosplay. Para incrementar uma dessas fantasias, ela decide usar um velho bracelete largado entre as lembranças encaixotadas de sua família, que de repente lhe confere superpoderes. Desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali (“Sex Education”), a produção conta com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (diretores do blockbuster “Bad Boys Para Sempre” e do vindouro filme da “Batgirl”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois Oscars de Melhor Documentário em Curta-metragem) e Meera Menon (que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”).   | PEAKY BLINDERS # 6 | NETFLIX   A grandiosa e épica produção britânica chega ao final numa 6ª temporada repleta de violência, explosões, mortes e vinganças – além de boinas, roupas masculinas impecáveis, rock contemporâneo, visual espetacular e luta contra o fascismo. Embora tenha chegado apenas em junho na Netflix, a reta final da produção foi exibida no Reino Unido entre 27 de fevereiro e 3 de abril, e o episódio de estreia atingiu a maior audiência de toda a série ao mostrar o destino de Polly Shelby, personagem da atriz Helen McCrory, que morreu em abril do ano passado devido a um câncer de mama. O final teve praticamente a mesma audiência e ainda rendeu comoção nacional. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar como Thomas Shelby (Cillian Murphy), um veterano da 1º Guerra Mundial, transformou sua família e amigos numa perigosa gangue de rua dos anos 1920 e, pouco a pouco, estabeleceu uma reputação de ser um homem tão perigoso quando respeitável, ampliando sua influência por todo o Reino Unido. Não contente em conquistar seu bairro, ele expandiu seus negócios ilícitos até os EUA e virou político, sendo eleito para o parlamento britânico. Mas também conquistou inimigos à sua altura, entre gangues e políticos rivais, além do IRA, grupo terrorista que luta pela independência da Irlanda. Desde sua estreia em 2013, a série criada por Steven Knight recebeu críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018.   | IRMA VEP # 1 | HBO MAX   A minissérie estrelada pela sueca Alicia Vikander, vencedora do Oscar por “A Garota Dinamarquesa” (2015), é baseada no filme homônimo do francês Olivier Assayas, originalmente lançado em 1996, e tem seus oito episódios escritos e dirigidos pelo próprio cineasta. Na trama, Vikander interpreta Mira, uma estrela de Hollywood desiludida com sua carreira em filmes de super-heróis e enfrentando uma separação recente, que se muda para a França para estrelar um remake do clássico do cinema mudo “Les Vampires”. Aos poucos, porém, as distinções entre atriz e personagem passam a se apagar, graças aos métodos alucinados do diretor à frente do projeto. A atração inclui entre seus produtores Sam Levinson, o criador de “Euphoria”, e ainda traz em seu elenco os atores Tom Sturridge (o “Sandman” da Netflix), Adria Arjona (“Morbius”), Vincent Lacoste (“Amanda”), Byron Bowers (“Personal Shopper”), Fala Chen (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Carrie Brownstein (“Portlandia”), Jeanne Balibar (“Barbara”) e a estreante Devon Ross.   | ONLY MURDERS ON THE BUILDING # 2 | STAR+   A série de comédia traz Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short como três vizinhos obcecados por documentários criminais, que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir – o que, por azar, também os transforma nos principais suspeitos do crime. Na 2ª temporada, eles se veem confrontados por uma pessoa misteriosa interessada em incriminá-los e vê-los presos, ao mesmo tempo em que surge um podcast rival e todos no prédio passam a olhá-los com desconfiança. Para completar, a trama ainda passa a contar com novas e variadas participações especiais, incluindo a premiada atriz Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por “Laços de Ternura”), a comediante Amy Schumer (“Descompensada”) e a modelo/atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). Criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a atração é a primeira série da carreira do veterano comediante de e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place” – encerrada em 2012 no Disney Channel.   | FOR ALL MANKIND # 3 | APPLE TV+   Em sua 3ª temporada, a ousada sci-fi da Apple TV+ chegou aos anos 1990 em meio a uma nova corrida espacial, desta vez rumo ao planeta Marte. Desenvolvida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, a atração explora uma linha temporal alternativa da história, que leva a Guerra Fria até o espaço com consequências dramáticas. Na realidade da série, os astronautas soviéticos foram os primeiros a pousar na Lua e a trama imagina o impacto deste feito na corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. A 1ª temporada concentrou-se principalmente numa recriação alternativa da década de 1970, com avanços que não existiram na época – como a participação de astronautas femininas nos primeiros voos para a Lua. A 2ª temporada levou a história aos anos 1980, com a criação de uma Força Espacial americana para enfrentar batalhas lunares, e os novos episódios mostram como a competição das duas potências acelerou a conquista de Marte. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), que vive um dos principais astronautas da NASA, e o elenco também inclui Michael Dorman (“Patriot”), Wrenn Schmidt (“The Looming Tower”), Jodi Balfour (“The Crown”), Chris Bauer (“True Blood”), Sarah Jones (“Damnation”), Sonya Walger (“Lost”), Shantel VanSanten (“O Atirador”) e Michael Harney (“Orange Is the New Black”).   | WESTWORLD # 4 | HBO MAX   A 4ª temporada retoma os mistérios da premiada sci-fi em clima apocalíptico. Bem diferente de tudo que veio antes, a trama é culminação da luta entre androides e humanos, e envolve um plano de extermínio levado adiante por Charlotte (Tessa Thompson) – a principal antagonista após a morte de Dolores (Evan Rachel Wood) – com ajuda da versão androide do Homem de Preto (Ed Harris) e insetos de laboratório capazes de colocar a humanidade sob seu controle, invertendo a premissa original da série. Alguns anos se passaram desde a última temporada, tempo suficiente para que Caleb (Aaron Paul) tenha se casado e virado pai, mas principalmente para que os parques temáticos fossem reabertos – agora com um passeio pela era do jazz e dos gângsteres (anos 1930), que serve de crítica, como metatexto, à cultura dos reboots. Mas depois de deter Dolores, Maeve (Thandiwe Newton) está alerta e pronta para enfrentar a nova ameaça. Só que nada é realmente o que parece. Entre outros detalhes, Evan Rachel Wood reaparece como uma nova personagem, envolvida em segredos obscuros e stalkeada por Teddy (James Marsden), ambos em participações enigmáticas. São tantos personagens e jornadas que Bernard (Jeffrey Wright) e Ashley (Luke Hemsworth) só ressurgem no 3º episódio, junto com uma força de “resistência” no deserto. Ainda mais intrincada que o costume, a trama começa a encaixar a partir do 4º capítulo, quando uma reviravolta explica o papel de Aurora Perrineau (“Prodigal Son”) – e é uma guinada estilo “Matrix”, ou a sequência de “Matrix” que os fãs gostariam de ter visto. Certamente, com um episódio liberado por semana, pode ser cansativo esperar até lá. Mas não seria “Westworld” se não fosse lento e cerebral. Entre as novidades do elenco, destacam-se ainda Ariana DeBose (vencedora do Oscar por “Amor, Sublime Amor”) e Daniel Wu (“Into the Badlands”).   | THE UMBRELLA ACADEMY # 3 | NETFLIX   Partindo da cena que encerrou a temporada passada, os heróis interpretados por Elliot Page, Tom Hopper, David Castañeda, Emmy Raver-Lampman, Robert Sheehan e Aidan Gallagher voltam dos anos 1960 para se deparar com um presente completamente diferente do que lembravam – e com uma nova equipe de heróis instalada em sua residência: a Sparrow Academy. Os integrantes da Academia Umbrella logo percebem que criaram um paradoxo ao viajar no tempo e, só para variar, tornaram-se novamente responsáveis por eventos cataclísmicos que irão acabar com o mundo – pela terceira vez. A série é baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá (publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”), e entre brigas com a Academia rival e planos para salvar o mundo, os novos episódios também mostram a transformação da personagem Vanya em Viktor, refletindo...

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    “Por que as Mulheres Matam” é cancelada após anúncio de renovação

    1 de julho de 2022 /

    A plataforma Paramount+ decidiu cancelar “Por que as Mulheres Matam” (Why Women Kill), sete meses após anunciar a renovação da série para sua 3ª temporada. A produção desenvolvida por Marc Cherry (criador de “Desperate Housewives”) estava no processo de escalar o elenco para os novos episódios quando o streamer reverteu sua orientação original. “A Paramount+ tomou a difícil decisão de não seguir em frente com a 3ª temporada de ‘Por que as Mulheres Matam’”, anunciou a Paramount+ em comunicado. “Gostaríamos de agradecer aos nossos parceiros da CBS Studios e da Imagine Television Studios, ao incrível criador e showrunner Marc Cherry e aos incríveis escritores, elenco e equipe por duas temporadas memoráveis.” Lançada em agosto de 2019, a série chegou a ser considerada uma das produções originais mais assistidas no serviço de streaming, quando ainda se chamava CBS All Access, condição referenciada no comunicado assinado pela vice-presidente executiva de conteúdo original da plataforma na época, Julie McNamara. Em dezembro passado, ao renovar a série, Nicole Clemens, presidente da atual Paramount+, chegou a mencionar o alto desempenho da atração, classificando-a como uma das “10 melhores séries do Paramount+ em termos de engajamento e aquisição de novos assinantes.” Criada por Marc Cherry, responsável pelo sucesso de “Desperate Housewives”, a série era uma antologia que contava diferentes histórias com novos elencos a cada temporada. Em sua estreia, foram três histórias com cada personagem vivendo em uma época diferente: Ginnifer Goodwin (“Once Upon a Time”) como uma dona de casa dos anos 1960, Lucy Liu (“Elementary”) como uma socialite dos anos 1980 e Kirby Honell-Baptiste (“The Good Place”) como uma advogada nos dias atuais. Em todos os casos, as personagens enfrentam situações de infidelidade em seus casamentos. A 2ª temporada seguiu um novo conjunto de personagens que também lidavam com atos de traição, destacando em seu elenco Allison Tolman (“Emergence”), Lana Parrilla (“Once Upon a Time”), B.K. Cannon (“The Politician”) e Veronica Falcón (“Ozark”).

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    “Westworld”, “The Umbrella Academy” e as séries da semana

    24 de junho de 2022 /

    A programação da semana está movimentada com vários gêneros e opções. Há desde super-heróis, ação e sci-fi até drama histórico, comédias e documentário pop. Com destaque para os aguardados retornos de “The Umbrella Academy” e “Westworld”, sem esquecer do final de “Killing Eve”, a lista também traz estreias variadas, com candidatos a novos favoritos para acompanhar. Confira abaixo as 10 melhores novidades disponíveis nas plataformas de streaming.       | WESTWORLD # 4 | HBO MAX   A 4ª temporada retoma os mistérios da premiada sci-fi em clima apocalíptico, a partir deste domingo (26/6). Bem diferente de tudo que veio antes, a trama é culminação da luta entre androides e humanos, e envolve um plano de extermínio levado adiante por Charlotte (Tessa Thompson) – a principal antagonista após a morte de Dolores (Evan Rachel Wood) – com ajuda da versão androide do Homem de Preto (Ed Harris) e insetos de laboratório capazes de colocar a humanidade sob seu controle, invertendo a premissa original da série. Alguns anos se passaram desde a última temporada, tempo suficiente para que Caleb (Aaron Paul) tenha se casado e virado pai, mas principalmente para que os parques temáticos fossem reabertos – agora com um passeio pela era do jazz e dos gângsteres (anos 1930), que serve, como metatexto, de crítica à cultura dos reboots. Mas depois de deter Dolores, Maeve (Thandiwe Newton) está alerta e pronta para enfrentar a nova ameaça. Só que nada é realmente o que parece. Entre outros detalhes, Evan Rachel Wood reaparece como uma nova personagem, envolvida em segredos obscuros e stalkeada por Teddy (James Marsden), ambos em participações enigmáticas. São tantos personagens e jornadas que Bernard (Jeffrey Wright) e Ashley (Luke Hemsworth) só ressurgem no 3º episódio, junto com uma força de “resistência” no deserto. Ainda mais intrincada que o costume, a trama começa a encaixar a partir do 4º capítulo, quando uma reviravolta explica o papel de Aurora Perrineau (“Prodigal Son”) – e é uma guinada estilo “Matrix”, ou a sequência de “Matrix” que os fãs gostariam de ter visto. Certamente, com um episódio liberado por semana, pode ser cansativo esperar até lá. Mas não seria “Westworld” se não fosse lento e cerebral. Entre as novidades do elenco, destacam-se ainda Ariana DeBose (vencedora do Oscar por “Amor, Sublime Amor”) e Daniel Wu (“Into the Badlands”).   | THE UMBRELLA ACADEMY # 3 | NETFLIX   Partindo da cena que encerrou a temporada passada, os heróis interpretados por Elliot Page, Tom Hopper, David Castañeda, Emmy Raver-Lampman, Robert Sheehan e Aidan Gallagher voltam dos anos 1960 para se deparar com um presente completamente diferente do que lembravam – e com uma nova equipe de heróis instalada em sua residência: a Sparrow Academy. Os integrantes da Academia Umbrella logo percebem que criaram um paradoxo ao viajar no tempo e, só para variar, tornaram-se novamente responsáveis por eventos cataclísmicos que irão acabar com o mundo – pela terceira vez. A série é baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá (publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”), e entre brigas com a Academia rival e planos para salvar o mundo, os novos episódios também mostram a transformação da personagem Vanya em Viktor, refletindo a transição sexual de Elliot Page.   | LA CASA DE PAPEL: COREIA # 1 | NETFLIX   Os algoritmos da Netflix tiveram um orgasmo com esse projeto: um remake da segunda série não falada em inglês mais popular da plataforma no idioma da primeira série mais popular. A adaptação tenta se diferenciar do original espanhol por introduz elementos políticos e contexto totalmente coreanos, ao se passar após uma imaginária unificação das Coreias. Replicando o que aconteceu na unificação da Alemanha, o fim das fronteiras mantiveram os antigos norte-coreanos pobres, enquanto os milionários do Sul se tornaram mais ricos. O desejo de ajuste de contas move o novo Professor e seu grupo, que resolvem tomar posse da fortuna do país num grande assalto. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos também adotam um disfarce diferente: Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que os ladrões pretendem atacar o sistema que sustenta os mais ricos. Os roteiros da adaptação são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e o elenco destaca alguns artistas conhecidos: Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor, Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jeon Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel.   | AMERICAN CRIME STORY: IMPEACHMENT # 3 | STAR+   Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a nova temporada da série de antologia de Ryan Murphy cobre o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. Os capítulos mostram como o escândalo envolvendo Clinton e a estagiária Monica Lewinsky vazou na mídia e a forma como foi usado para tentar derrubar o presidente, jogando nova luz sobre os bastidores da polêmica. A trama é baseada num best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor que já tinha inspirado a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca um irreconhecível Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) idêntica à Monica Lewinsky, Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora.   | KILLING EVE # 4 | GLOBOPLAY   Lançada em 2018, a série criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) se tornou o maior sucesso e a produção mais premiada da BBC America após o fim de “Orphan Black”. Mas chega ao final com a pior avaliação de sua trajetória – apenas 55% no Rotten Tomatoes. Muitos criticaram o desfecho, mas o grande vilão foi o hiato de dois anos desde a 3ª temporada. A produção acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta britânica que persegue Villanelle (Jodie Comer), assassina profissional de um cartel internacional, e aos poucos passa a desenvolver uma estranha obsessão por ela. Até que, inesperadamente, começa a ser correspondida de forma doentia. O jogo de gato e rato vira uma brincadeira perigosa entre duas gatas.   | CHLOE # 1 | AMAZON PRIME VIDEO   A minissérie britânica de suspense acompanha a história de Becky Green, uma stalker digital obcecada em acompanhar as redes sociais de sua antiga amiga de infância Chloe Fairbourne. A vida encantadora de Chloe, o marido adorável e o círculo de amigos bem-sucedidos estão sempre a um clique de distância, num grande contraste com a própria vida de Becky cuidando da mãe, que foi diagnosticada com demência precoce. Até que Chloe morre de repente, deixando a stalker em crise de abstinência. Inconformada, ela quer continuar seguindo a vida – ou melhor, a morte – da falecida. Para isso, assume uma nova identidade e se infiltra no cotidiano invejável dos amigos mais próximos da falecida, espantando-se ao descobrir que o mundo real de Chloe não era nada instagramável. O contraste levanta suspeitas, mas, para descobrir mais, Becky precisa ousar e mentir muito, arriscando-se a se perder em seu próprio jogo. Criada por Alice Seabright (roteirista e diretora de “Sex Education”), a minissérie é estrelada por Erin Doherty (a Princesa Anne de “The Crown”) como Becky e Poppy Gilbert (“Fique Comigo”) como Chloe.   | PLAYERS # 1 | PARAMONT+   Sátira do universo competitivo dos jogadores de LoL (League of Legends), a série é apresentada como uma falso documentário, que revela os bastidores de uma equipe de eSports. Em crise, a equipe precisa lidar com o choque de egos entre seus astros: o ex-campeão em decadência e o novato recém-chegado de 17 anos, considerado um prodígio dos jogos. A série é uma criação de Tony Yacenda e Dan Perrault, que usaram a mesma técnica de falso documentário na sátira “American Vandal”, da Netflix, e o elenco inclui vários rostos desconhecidos para dar a impressão de que as gravações são factuais – incluindo os protagonistas Misha Brooks e Da’Jour Jones como o veterano Creamcheese o prodígio Organizm.   | FORTUNA # 1 | APPLE TV+   Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”) vive uma bilionária mimada e extravagante, que tem sua vida virada do avesso ao descobrir a amante de duas décadas do marido. Ridicularizada pelas publicações de fofoca e sem saber como lidar com o divórcio, ela faz uma segunda descoberta: tem uma fundação beneficente em plena atividade no seu nome. A partir daí, decide provar que é mais que uma ricaça alienada, reinventando-se como filantropa. Criada por Alan Yang (“Little America”) e Matt Hubbard (“30 Rock”), “Fortuna” (Loot) é uma sátira da ostentação dos ricaços. Além de Rudolph, destaca ainda Michaela Jaé “MJ” Rodriguez em seu primeiro papel após “Pose”, como a gerente da fundação.   | HOMEM X ABELHA: A BATALHA # 1 | NETFLIX   Rowan Atkinson volta a estrelar uma série de humor físico, lembrando seu papel mais famoso, Mr. Bean. O ator vive o homem do título, que trava uma batalha destrutiva contra um inseto, enquanto cuida de uma mansão de luxo. O resultado deste conflito vai parar na Justiça. Criada por Atkinson e a equipe de sua franquia “Johnny English” – o roteirista William Davies e o diretor David Kerr – , a premissa é simples e leva a imaginar como foi estendida numa série de 10 episódios. A resposta é simples: cada capítulo dura em torno de 10 minutos cada. O que remete ao tamanho das produções da falida plataforma Quibi (do slogan dos “10 minutos ou menos”). Vista numa maratona, a atração tem tamanho de um filme de 90 minutos.   | MENUDO: SEMPRE JOVENS # 1 | HBO MAX   Os meninos que cantavam “Não se Reprima” nos anos 1980 contam tudo, desde o estresse causado pela rotatividade das formações aos assédios sexuais e até estupros que sofreram quando eram adolescentes. Mesmo para quem não sabe quem foi Menudo ou seu integrante mais famoso, Rick Martin, o registro documental da época é fascinante, ao desvendar como era a vida da primeira boy band do mundo, fabricada por um empresário de Porto Rico. A direção é de Ángel Manuel Soto, que está à frente da vindoura adaptação de quadrinhos “Besouro Azul”, e de Kristofer Ríos (de “Havana Skate Days”).

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