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  • Série

    Anime B: The Beginning ganha primeiro teaser legendado

    20 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o teaser legendado de sua nova série anime “B: The Beginning”. A animação japonesa tem uma trama de suspense e traz como protagonistas um lendário investigador que resolve crimes cometidos por serial killers. O título é uma referência ao nome do vilão, denominado de Killer B. “B: The Beginning” é uma criação de Kazuto Nakazawa, diretor do trecho animado de “Kill Bill” (2003) e da série “Samurai Shamploo”, e produzida pelo estúdio Production I.G, responsável por “Ghost in the Shell”. Com 12 episódios, a série tem estreia mundial marcada para 2 março de 2018.

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  • Série

    Teaser revela que 4ª temporada de Narcos será estrelada por Diego Luna e Michal Peña

    19 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Narcos”, que traz mariachis, confirmando a locação no México, e revela que a nova trama será estrelada por Diego Luna (“Rogue One”) e Michal Peña (“Homem-Formiga”). Os dois trabalharam juntos anteriormente na cinebiografia dramática “Cesar Chavez” (2014), que Peña protagonizou e Luna dirigiu. A divulgação sugere que o agente Javier Peña, vivido por Pedro Pascal nas três primeiras temporadas, não deve fazer parte da narrativa, que mudará de foco, deixando para trás o tráfico na Bolívia para mostrar a ascensão dos cartéis mexicanos – onde o verdadeiro agente Peña não atuou. Em sua última aparição na série, o próprio personagem disse ter chegado ao seu limite, após toda a sujeira que descobriu em sua luta contra os traficantes de Cali. A 4ª temporada vai estrear em 2018, em data ainda não confirmada.

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  • Série

    Altered Carbon: Vídeo legendado traz entrevistas e explica premissa da nova série sci-fi

    19 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Altered Carbon”, que traz entrevistas do elenco e da criadora da série. A prévia explica a premissa de ficção científica e introduz os personagens centrais, além de reforçar o visual cinematográfico da produção. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. A direção do piloto ficou a cargo do inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”), que curiosamente já tinha filmado uma sci-fi de medicina distópica: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.

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  • Filme

    Bright: Vídeo legendado revela bastidores da superprodução da Netflix

    18 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Bright”, que revela os bastidores da superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. A prévia mostra a gravação de algumas cenas de ação e traz comentários do elenco e do cineasta. A trama se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Noomi Rapace (“Prometheus”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Primeira superprodução feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.

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  • Filme

    Ridley Scott não avisou Kevin Spacey que ele seria cortado de Todo o Dinheiro do Mundo

    17 de dezembro de 2017 /

    O diretor Ridley Scott disse que não avisou Kevin Spacey que iria substitui-lo por Christopher Plummer em “Todo o Dinheiro do Mundo”. Em entrevista ao jornal New York Times, Scott afirmou que esperava uma ligação do ator após as várias acusações de assédio e, como ele não se dignou a fazer isso, também não fez questão de explicar porque ele seria cortado e substituído após ter feito o seu trabalho. “Uma ligação teria sido legal. Primeiro fiquei desapontado, depois fiquei louco”, disse Scott, completando que Spacey foi pago pelo papel e não havia nada em seu contrato que proibisse a substituição. “Todo o Dinheiro do Mundo” acabou conquistando três indicações ao Globo de Ouro 2018, inclusive na categoria de Melhor Ator Coadjuvante para Christopher Plummer. Plummer entrou no filme na pós-produção, após o estouro do escândalo sexual envolvendo Spacey. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. Mesmo assim, o filme acabou adiado para 25 de dezembro. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil está marcada para 25 de janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.

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  • Série

    Black Lightning: Nova série da DC Comics vai chegar ao Brasil pela Netflix

    17 de dezembro de 2017 /

    A nova série de super-heróis da DC Comics, “Black Lightning”, sobre o herói Raio Negro e suas filhas superpoderosas, teve sua exibição definida no Brasil. E, ao contrário das demais atrações da rede americana CW, ela não vai entrar na programação do canal pago Warner. A série vai chegar ao país pela Netflix, a partir do dia 23 de janeiro – uma semana após a estreia nos Estados Unidos. Isto pode prejudicar planos de crossover que possam incluir Raio Negro nas tramas de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. Todas as cinco séries tem o mesmo produtor, Greg Berlanti. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro e deverá mostrar a origem de duas novas super-heroínas: as filhas do personagem, vividas por Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”). Nos quadrinhos, elas viram Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning). O elenco também inclui Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce e o rapper Krondon como o vilão Tobias Whale. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce mais de uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, quando as filhas teimam em buscar justiça e ficam em perigo, ele será levado de volta à vida de vigilante mascarado.

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  • Série

    Pôsteres de Star Trek: Discovery destacam data de retorno da série

    17 de dezembro de 2017 /

    O serviço de streaming americano CBS All Access divulgou quatro pôsteres de “Star Trek: Discovery”, com personagens e a data de estreia da parte final da 1ª temporada, que será exibida a partir de janeiro. Os cartazes trazem Sonequa Martin-Green como Michael Burnham, Jason Isaacs como o capitão Gabriel Lorca, Doug Jones como o primeiro oficial Saru e Javid Iqba como o klingon Voq, que estava desaparecido da trama desde o quarto episódio. Anteriormente, também foi divulgado um trailer da midseason, com referências à episódios da série clássica dos anos 1960. Confira aqui. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro no Brasil, pela Netflix – um dia após a estreia nos EUA.

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  • Série

    George Clooney vai produzir minissérie sobre o escândalo Watergate para a Netflix

    16 de dezembro de 2017 /

    A Netflix vai produzir uma minissérie sobre o escândalo de Watergate, que contará com produção de George Clooney e seu sócio Grant Heslov (“Tudo pelo Poder”). Segundo a revista Variety, além de produzir, George Clooney também pode dirigir alguns episódios. A série foi desenvolvida por Matt Charman, roteirista de “Ponte dos Espiões”, de Steven Spielberg, e terá oito episódios centrados nos personagens principais do escândalo, um dos mais célebres da história da política americana. A crise política começou com a invasão do prédio Watergate, onde estava alojado o comitê nacional do Partido Democrata, em Washington. Cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do Partido Democrata. Mas a cúpula do FBI tentou interromper a investigação. O acobertamento envolveu altas esferas do governo federal e acabou denunciado numa série de reportagens históricas do jornal Washington Post, graças a uma fonte secreta no próprio FBI, identificada pelo pseudônimo de Garganta Profunda. A investigação jornalística sacudiu o poder e levou à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974, quando estava prestes a sofrer um processo de impeachment. O escândalo já rendeu diversos filmes. O mais famoso foi “Todos os Homens do Presidente” de 1976, quando o caso ainda era recente, centrado na investigação jornalística e estrelado por Robert Redford e Dustin Hoffman. Mais recentemente, Liam Neeson viveu o informante dos jornalistas em “Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”, exibido em outubro no Brasil.

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  • Série

    Netflix anuncia que 3ª temporada será a última da série Love

    15 de dezembro de 2017 /

    O relacionamento da Netflix com a série “Love” chegou ao fim. O serviço de streaming anunciou que a 3ª temporada da produção do cineasta Judd Apatow (“Descompensada”) será a última. “Love” acompanha o romance entre os personagens de Paul Rust (série “Super Fun Night”) e Gillian Jacobs (série “Community”), um nerd fracassado e uma alucinada sem noção, e mostra como esse casal improvável se apaixona e lida com suas diferenças. “Estou muito animado pela 3ª temporada. Acredito que seja a mais fofa e engraçada, e encerra a história uma forma muito bonita”, disse Apatow, em comunicado. Cindy Holland, executiva da Netflix, também se pronunciou, afirmando que “os espectadores choraram, riram e pagaram mico com o casal, e nós estamos animados em dividir a conclusão desta jornada com os fãs”. A série foi criada por Apatow, o ator Paul Rust e a roteirista Lesley Arfin (série “Girls”), e seus últimos episódios serão disponibilizados em 9 de março.

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  • Filme

    Jack Black é o Rei da Polca em trailer legendado de comédia golpista

    15 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado da comédia “O Rei da Polca” (The Polka King), estrelada por Jack Black (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e adquirida no Festival de Sundance 2017. O filme é baseado no documentário “The Man Who Would Be Polka King” e conta a história real de Jan Lewan (Black), imigrante polonês que, além de fazer shows de polca, tomava dinheiro de idosos com promessas de investimentos ilegais, semelhante a uma pirâmide financeira. Ele ganhou uma fortuna e ajudou a realizar os sonhos da esposa (vivida por Jenny Slate, da série “Married”), subornando juízes para elegê-la uma miss local. O elenco inclui ainda Jason Schwartzman (série “Blunt Talk”), Jacki Weaver (também de “Blunt Talk”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”) e Vanessa Bayer (“Saturday Night Live”) Roteiro e direção são de Maya Forbes (“Sentimentos que Curam”) e Wallace Wolodarsky (“Curvas Perigosas”), e a estreia está marcada para 12 de janeiro.

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  • Série

    Frontier: Série de Jason Momoa na Neflix é renovada para a 3ª temporada

    14 de dezembro de 2017 /

    A Netflix e a Discovery do Canadá confirmaram a produção da 3ª temporada de “Frontier”, série passada na América colonial e estrelada por Jason Momoa (“Liga da Justiça”). A notícia tinha sido antecipada em julho por um blog americano, mas só agora se tornou oficial. A 2ª temporada já tinha sido anunciada antes que qualquer capítulo da produção fosse ao ar, o que servia de precedente para a confirmação de forma antecipada. A trama de “Frontier” acontece em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que a atração foi filmada no norte do Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. Além de Momoa, o elenco inclui Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Katie McGrath (série “Supergirl”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”), Allan Hawko (série “Republic of Doyle”) e Jessica Matten (série “Blackstone”). Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), “Frontier” é uma coprodução com o canal pago Discovery Canada. A atração teve seis episódios em sua 1ª temporada, que foram disponibilizados na plataforma de streaming no final de 2016. Também com seis episódios, a 2ª temporada estreou em outubro na TV canadense e chegou na Netflix em 24 de novembro. O terceiro ano consistirá de mais seis episódios, com previsão de lançamento para o final de 2018.

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  • Etc,  Série

    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

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  • Filme,  Série

    Três Anúncios para Um Crime lidera indicações ao prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA

    13 de dezembro de 2017 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (13/12) os indicados a sua tradicional premiação anual, conhecida como o SAG Awards. Um dos principais termômetros para o Oscar, a lista destacou “Três Anúncios para Um Crime”, do inglês Martin McDonagh, com quatro indicações, incluindo Melhor Elenco, Atriz (Frances McDormand) e dois Atores Coadjuvantes (Woody Harrelson e Sam Rockwell). O segundo filme mais citado foi “Lady Bird: É Hora de Voar”, primeiro longa dirigido individualmente pela atriz Greta Gerwig, que concorre a Melhor Elenco, Atriz (Saoirse Ronan) e Atriz Coadjuvante (Laurie Metcalf). A disputa dos melhores intérpretes privilegiou o cinema independente, deixando de lado as grandes produções de Hollywood, como os novos filmes de Steven Spielberg (“The Post”) e Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), que impressionaram o Globo de Ouro. Mas “Dunkirk”, de Christopher Nolan, e “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, contrariam a tendência ao aparecer na seleção de Melhor Elenco. A lista de atores inclui James Franco (por “O Artista do Desastre”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) e Denzel Washington (“Roman J. Israel, Esq.”). Entre as atrizes, a disputa acontece entre Judi Dench (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Margot Robbie (“Eu, Tonya”) e as citadas Frances McDormand e Saoirse Ronan. Nos últimos anos, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tem repetido integralmente a lista dos concorrentes do SAG. Os prêmios do Sindicato também celebram os melhores desempenhos televisivos. “Big Little Lies” lidera a lista de Séries Limitadas, “Stranger Things” desponta entre as Séries Dramáticas e “Glow” é o destaque das Séries de Comédia. As três atrações conseguiram a mesma quantidade de indicações: quatro cada. “Big Little Lies”, por sinal, domina a categoria de Melhor Atriz de Telefilmes ou Séries Limitadas, com indicações para suas poderosas intérpretes: Nicole Kidman, Reese Whiterspoon e Laura Dern. Pela primeira vez, a lista registra um domínio da Netflix nas categorias televisivas, com 19 nomeações. A HBO aparece em seguida, com 12 indicações para suas produções, com a rede NBC num longínquo 3º lugar, com três. Além deste fato histórico, a Netflix também concorre a um prêmio cinematográfico, com a indicação de “Mudbound” como Melhor Elenco. A 24ª edição do Screen Actors Guild Awards vai acontecer em 21 de janeiro em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista completa dos candidatos aos prêmios. INDICADOS AO SAG AWARDS 2018 CINEMA Melhor Ator Timothee Chalamet, “Me Chame Pelo Seu Nome” James Franco, “Artista do Desastre” Daniel Kaluuya, “Corra!” Gary Oldman, “Darkest Hour” Denzel Washington, “Roman J. Israel, Esq.” Melhor Atriz Judi Dench, “Victoria & Abdul” Sally Hawkins, “A Forma da Água” Frances McDormand, “Três Anúncios Para Um Crime” Margot Robbie, “I, Tonya” Saoirse Ronan, “Lady Bird” Melhor Ator Coadjuvante Steve Carell, “A Guerra dos Sexos” Willem Dafoe, “The Florida Project” Woody Harrelson,”Três Anúncios Para Um Crime” Richard Jenkins, “A Forma da Água” Sam Rockwell, “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Atriz Coadjuvante Mary J. Blige, “Mudbound” Hong Chau, “Downsizing” Holly Hunter, “The Big Sick” Allison Janney, “I, Tonya” Laurie Metcalf, “Lady Bird” Melhor Elenco “The Big Sick” “Corra!” “Lady Bird” “Mudbound” “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Performance de Dublês “Baby Driver” “Dunkirk” “Logan” “Planeta dos Macacos” “Mulher Maravilha” TELEVISÃO Melhor Ator em Série Dramática Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Peter Dinklage, “Game of Thrones” David Harbour, “Stranger Things” Bob Odenkirk, “Better Call Saul” Melhor Atriz em Série Dramática Millie Bobby Brown, “Stranger Things” Claire Foy, “The Crown” Elisabeth Moss, “The Handmaid’s Tale” Robin Wright, “House of Cards” Laura Linney, “Ozark” Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson, “Black-ish” Aziz Ansari, “Master of None” Larry David, “Curb Your Enthusiasm” Sean Hayes, “Will & Grace” William H. Macy, “Shameless” Marc Maron, “GLOW” Melhor Atriz em Série de Comédia Uzo Aduba, “Orange Is the New Black” Alison Brie, “GLOW” Jane Fonda, “Grace and Frankie” Julia Louis-Dreyfus, “Veep” Lily Tomlin, “Grace and Frankie” Melhor Ator em Telefilme ou Série Limitada Benedict Cumberbatch, “Sherlock” Jeff Daniels, “Godless” Robert De Niro, “The Wizard of Lies” Geoffrey Rush, “Genius” Alexander Skarsgard, “Big Little Lies” Melhor Atriz em Telefilme ou Série Limitada Nicole Kidman, “Big Little Lies” Jessica Lange, “Feud: Bette & Joan” Susan Sarandon, “Feud: Bette & Joan” Reese Witherspoon, “Big Little Lies” Laura Dern, “Big Little Lies” Melhor Elenco em Série Dramática “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” Melhor Elenco em Série de Comédia “Black-ish” “Curb Your Enthusiasm” “GLOW” “Orange is the New Black” “Veep” Melhor Performance de Dublês em Série “Game of Thrones” “GLOW” “Homeland” “Stranger Things” “The Walking Dead”

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