Produtores de 3% desenvolvem série sobre caçadores de nazistas para a Netflix
A Boutique Filmes, produtora da primeira série brasileira da Netflix, a sci-fi “3%”, anunciou o desenvolvimento de uma nova atração para o serviço de streaming. Intitulada “A Perseguição”, a série vai acompanhar agentes da Mossad, o serviço secreto israelense, que vieram ao Brasil e outros países vizinhos rastrear e matar ex-oficiais nazistas foragidos, que se esconderam na América do Sul após a 2ª Guerra. O projeto está sendo escrito por Rodrigo Castilho (criador de “O Negócio”, da HBO), e a Netflix já teria garantido três temporadas, cobrindo um período de 20 anos. Cada temporada mostrará a caça de uma personalidade famosa do regime nazista: Adolf Eichmann, o mentor do Holocausto, foi capturado na Argentina em 1960, Josef Mengele, o infame cientista louco de Auschwitz, conseguiu escapar dos caçadores de nazistas até sua morte por derrame em 1979, em Bertioga, no litoral paulista, e Klaus Barbie, o general conhecido como “o Açougueiro de Lyon”, chegou a trabalhar para a ditadura do General Luis García Meza na Bolívia, antes de ser identificado e extraditado nos anos 1980. A série será realizada em coprodução com a canadense Connect 3 Productions, e terá lançamento no mercado internacional com o título de “The Chase”.
Primeiras fotos da série britânica sobre a Guerra de Troia revelam Aquiles negro
A BBC divulgou as primeiras fotos de “Troy: Fall of a City”, série sobre a lendária Guerra da Troia. E o material imediatamente chama a atenção para a escalação de um ator negro no papel do herói grego Aquiles. A escalação é uma liberdade artística dos produtores, um anacronismo politicamente correto, que inspirou protestos e comemorações nas redes sociais por motivos diversos. Vale lembrar que o personagem é fictício, mas foi descrito como loiro por Homero e retratado em afrescos, estátuas e até em moedas da Grécia antiga como um homem branco. De todo modo, seu intérprete, David Gyasi (“Interestelar”), não é o único negro do elenco. O “brasileiro” Alfred Enoch (“How To Get Away With Murder”) vive o herói troiano Eneias, igualmente registrado em inúmeras pinturas como um homem branco. Até Zeus, maior deus dos gregos, é representado por um ator negro, Hakeem Kae-Kazim (“Black Sails”), jogando por terra inúmeras representações pictóricas do velhinho de barbas, roupas e pele claras, soltando raios nos pobres mortais. Como as escalações dizem mais respeito ao século 21 do que ao século 13 antes de Cristo, frustram quem esperava uma recriação mais fiel do épico de Homero, mas alegraram os defensores de uma agenda de inclusão. A atração terá oito episódios, que contarão como o rapto escandaloso de Helena, a mulher mais linda da Grécia, pelo príncipe troiano Paris levou à formação do maior exército de sua era, culminando na queda da cidade mais rica do antigo Oriente. Esta história se tornou tão famosa que rendeu até “continuações” igualmente épicas – “A Odisséia”, de Homero, e “A Eneida”, de Virgílio, centradas, respectivamente, na viagem amaldiçoada de retorno de Ulisses (ou Odisseus), o general grego que insultou os deuses ao criar o Cavalo de Troia, e na fuga de Eneias, o general troiano que, favorecido pelos deuses, acabou fundando Roma. Sem esquecer do “spin-off” “Electra”, de Eurípedes, sobre a filha de Agamenon, comandante do cerco à Troia. Além dos citados, o elenco inclui Louis Hunter (“The Fosters”) como Paris, Bella Dayne (“Humans”) como Helena, Joseph Mawle (“Game of Thrones”) como Odisseus (ou Ulisses, conforme era conhecido entre os romanos), Jonas Armstrong (“Robin Hood”) como Menelau, Johnny Harris (“Fortitude”) como o rei grego Agamenon, David Threlfall (“Shameless”) como o rei Príamo de Troia, Frances O’Connor (série “The Missing”) como a rainha Hécuba, Tom Weston-Jones (“Copper”) como o príncipe Heitor, Chloe Pirrie (minissérie “War & Peace”) como a princesa Andrômaca, Aimee-Ffion Edwards (“Peaky Blinders”) como a princesa Cassandra e Carl Beukes (“Dominion”) como o guerreiro grego Diomedes. Com roteiro de David Farr (“The Night Manager”), a série pretende contar a história dos dez anos do cerco de Troia a partir do ponto de vista da família real troiana. Ressalte-se que esta não é uma ideia nova, já que o livro “O Incêndio de Troia”, de Marion Zimmer Bradley, já tinha a perspectiva da princesa Cassandra. A direção dos episódios foi dividida entre Owen Harris (“Sucesso Acima de Tudo” e série “Black Mirror”) e Mark Brozel (série “Humans”). E a exibição no Brasil deve acontecer pela Netflix, que adquiriu os direitos internacionais da produção, mas ainda não há previsão para a estreia.
Netflix revela primeiras fotos de comédia adolescente da criadora de Awkward
Netflix divulgou as primeiras fotos de uma nova série de comédia adolescente. “On My Block” é uma criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”) em parceria com Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez On Me”, a cinebiografia de Tupac Shakur) e acompanha quatro amigos que compartilham triunfos e fracassos enquanto frequentam o colegial em seu bairro barra pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. Com 10 episódios, a 1ª temporada deve ir ao ar na segunda metade de 2018.
Bright está na disputa do Oscar 2018 de Melhor Maquiagem
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas revelou os sete filmes pré-selecionados para a disputa do Oscar 2018 na categoria de Melhor Maquiagem. E “Bright”, da Netflix, que um crítico famosamente considerou “o pior filme do ano”, está no páreo. A fantasia estrelada por Will Smith vai disputar uma vaga com a transformação de Gary Oldman em Winston Churchill, no filme “O Destino de uma Nação”, de Judi Dench na rainha Victoria, em “Victoria & Abdul: O Confidente da Rainha”, de Margot Robbie em Tonya Harding, em “Eu, Tonya”, e do menino Jacob Trembley em Auggie, o protagonista deformado de “Extraordinário”, além do extenso trabalho realizado em dois filmes carregados de efeitos visuais: “Ghost in the Shell – A Vigilante do Amanhã” e “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Os finalistas serão anunciados junto com os indicados nas demais categorias da premiação, no dia 23 de janeiro. A cerimônia de premiação acontecerá em 4 de março e será transmitida para 225 países, incluindo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.
Veja 37 fotos de Todo o Dinheiro do Mundo, o novo filme de Ridley Scott
A Sony divulgou 37 fotos de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), novo filme do diretor Ridley Scott (“Perdido em Marte”). As imagens incluem cenas de bastidores e destacam a participação de Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”), que substituiu Kevin Spacey após o filme já estar pronto. Plummer entrou no filme na pós-produção, após Spacey se envolver num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil acontece em 25 de janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.
Seven Seconds: Nova série criminal da criadora de The Killing ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Seven Seconds”, nova série de antologia criminal criada por Veena Sud (“The Killing”). A prévia mostra muito sangue sobre gelo e a personagem de Regina King (“American Crime”), com a Estátua da Liberdade ao fundo. A sinopse oficial/genérica diz o seguinte: “Em uma sociedade marcada pela tensão racial, manchetes sensacionalistas e uma audiência que prefere ser entretida do que informada, sete segundos podem significar vida ou morte. A nova série original da Netflix dá aos telespectadores um vislumbre das histórias humanas por trás das manchetes”. Na prática, a série pretende explorar as vidas de pessoas afetadas por crimes violentos e acontecimentos terríveis. A ideia é que em sete segundos tudo pode mudar. Um desses casos é o assassinato de um jovem negro por um policial branco, uma situação de abuso de poder que causa uma verdadeira revolta popular. O elenco também vai contar com David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”). A estreia está prevista para 23 de fevereiro.
Novo trailer de Todo o Dinheiro do Mundo destaca elogios da crítica e atuação de Christopher Plummer
A Sony divulgou um novo trailer de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), que destaca os elogios da crítica ao trabalho do diretor Ridley Scott. Repleto de cenas inéditas, o vídeo também explora a tensão da trama e a interpretação de Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”), que substituiu Kevin Spacey após o filme já estar pronto. Plummer entrou no filme na pós-produção, após Spacey se envolver num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil acontece em 25 de janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.
Evaristo Costa é preso por Will Smith em novo comercial de Bright
A Netflix divulgou um segundo vídeo promocional de “Bright” com Evaristo Costa. Desta vez, ele aparece preso no camburão de Will Smith, e tenta argumentar em português – e espanhol – que não soltou spoiler e não merece ser preso. Mas Will Smith não entende português e acha que ele está falando a língua dos orcs. O vídeo foi divulgado após Evaristo voltar à bancada de um telejornal num “plantão” para noticiar tiros e explosões na cidade, que iniciou a campanha de marketing brasileira do filme. Apesar de ter se afastado do “Jornal Hoje” em julho, o contrato de Evaristo só foi oficialmente encerrado com a Globo no dia 31 de outubro. Até então, ele não podia fazer campanhas publicitárias ou fornecer conteúdo patrocinado nas redes sociais, mas fortaleceu a presença no meio digital, sobretudo no Instagram, na qual seu perfil acumula quase 6 milhões de seguidores. O jornalista, inclusive, usou suas redes sociais como parte da ação de marketing da Netflix, ao postar uma imagem na bancada de um telejornal como teaser, deixando os fãs curiosos. “Plantão de Natal. De volta para a bancada”, escreveu ele, antecipando o primeiro comercial. “Bright”, a primeira superprodução da Netflix, chegou nesta sexta-feira (22/12) na plataforma de streaming. E a crítica odiou.
Evaristo Costa volta a “telejornal” para noticiar explosões e tiroteios de filme com Will Smith
A Netflix divulgou um comercial brasileiro do filme “Bright”, que usa o formato de um plantão de telejornal para anunciar explosões pela cidade e um tiroteio entre o policial vivido por Will Smith e gangues de orcs. O apresentador é Evaristo Costa, que volta a uma bancada de telejornal após sair do “Jornal Hoje”, em julho. Claro que funcionaria melhor se “Bright” se passasse em São Paulo e não em Los Angeles, e os nomes dos personagens fossem mais fáceis de pronunciar. E também se o filme não tivesse sido destruído pela crítica na véspera. Mas serve para lembrar que a primeira superprodução da Netflix chegou nesta sexta-feira (22/12) na plataforma de streaming. Apesar de ter se afastado da televisão, anunciando um ano sabático, o contrato de Evaristo só foi oficialmente encerrado com a Globo no dia 31 de outubro. Até então, ele não podia fazer campanhas publicitárias ou fornecer conteúdo patrocinado nas redes sociais, mas fortaleceu a presença no meio digital, sobretudo no Instagram, na qual seu perfil acumula quase 6 milhões de seguidores. O jornalista, inclusive, usou suas redes sociais como parte da ação de marketing da Netflix, ao postar uma imagem na bancada de um telejornal como teaser, deixando os fãs curiosos. “Plantão de Natal. De volta para a bancada”, escreveu ele. Veja abaixo. Plantão de Natal. De volta para a bancada. Uma publicação compartilhada por Evaristo Costa (@evaristocostaoficial) em 21 de Dez, 2017 às 11:31 PST
Diretor de Bright vai ao Twitter responder a crítico que chamou seu filme de “o pior de 2017”
O diretor e roteirista David Ayer resolveu responder uma das críticas negativas recebidas por “Bright”, seu novo filme estrelado por Will Smith. Acostumado à reações extremas, após “Esquadrão Suicida”, ele optou por humor depreciativo ao abordar o jornalista que definiu seu trabalho como “o pior de 2017”. “Esta vai para a porta da geladeira. De todo modo, uma reação forte é o melhor elogio possível. Essa foi uma crítica épica para caramba. É um filme muito divertido. Você com certeza sabe juntar um amontoado de palavras, sr. Erlich. Eu adoraria ler qualquer roteiro que tenha escrito.” Além de chamar “Bright” de “o pior filme de 2017”, David Ehrlich, do site IndieWire, descreveu-o como algo “profundamente horrível”. Ele ainda sugeriu que não se poderia esperar nada diferente do diretor de “Esquadrão Suicida” e do roteirista de “Victor Frankenstein”, mas que “Bright” representa um “novo ponto baixo para a carreira de ambos”. Após o post de Ayer, o jornalista respondeu: “Você é um bom homem, sr. Ayer. Estarei aguardando com bons olhos o que quer que venha depois disso.” Ayer encerrou a discussão dizendo que seus filmes são “trabalhos feitos com amor”, mas sabe que podem ser “polarizantes”. Leia abaixo os tuítes originais. “Bright” estreia na Netflix nesta sexta (22/12). This is going on my fridge. Highest compliment is a strong reaction either way. This is a f*cking epic review. It’s a big fun movie. You can sure string words together Mr. Erlich. I’d love to read any script you’ve written. — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017 you’re a good man, mr. Ayer. i'll be waiting with fresh eyes for whatever comes next. — david ehrlich (@davidehrlich) December 21, 2017 I really appreciate that. Every movie is a labor of love for me. I’ve never chased the audience, and I know my work can be polarizing. I’ve lived a crazy love and I guess my movies reflect that. https://t.co/YZBp2DwKlO — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017
“Pior filme do ano” dizem críticos sobre Bright, superprodução da Netflix com Will Smith
A crítica norte-americana destruiu a primeira superprodução da Netflix. “Desastre”, “embaraçoso” e “horrível” foram algumas das definições dadas a “Bright”, também chamado de “pior filme do ano” e “um presente de Natal da Netflix para os estúdios de cinema”, para mostrar que não precisam ter medo de sua pretensão de fazer-lhes concorrência. “Bright” está registrando apenas 29% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mesmo com um orçamento aproximado de US$ 100 milhões, astros como Will Smith (“Esquadrão Suicida”), Joel Edgerton (“Ao Cair da Noite”) e Noomi Rapace (“Prometheus”), roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e direção de David Ayer (também de “Esquadrão Suicida”), o consenso é que a produção seria um fracasso estrondoso se fosse lançado nos cinemas norte-americanos, ainda mais nesta semana, contra “Star Wars: Os Últimos Jedi”, “O Rei do Show” e “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A trama se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. John DeFore, da revista The Hollywood Reporter, chamou a história de “muito embaraçosa” e com pouca recompensa para a Netflix. “As estrelas Will Smith e Joel Edgerton fazem sua parte para vender a premissa malucona, mas o roteiro oferece aos espectadores pouca recompensa até para quem embarcar em sua suspensão de descrença”, escreve DeFore. “Os elementos sobrenaturais são tão mal explicados e implementados que nos fazem desejar que estivéssemos assistindo algum policial genérico baseado na realidade”. Jordan Hoffman, da Vanity Fair, também ficou desapontado com o filme, escrevendo que há “um resquício de uma ideia interessante aí”, mas ela é submersa por “cenas tediosas sem direção clara, tomadas genéricas (e mal iluminadas) e diálogos insuportáveis de brincadeiras alegadamente espirituosas”. Hoffman diz que o filme de orçamento milionário é um verdadeiro “desastre absoluto” e acabará por refletir mal o projeto de filmes da Netflix. David Ehrlich, do site IndieWire, foi o mais feroz, chamando “Bright” de “o pior filme de 2017” e descrevendo-o como algo “profundamente horrível”. Ele ainda sugere que não se poderia esperar nada diferente do diretor de “Esquadrão Suicida” e do roteirista de “Victor Frankenstein”, mas que “Bright” representa “novo ponto baixo para a carreira de ambos”. Scott Mendelson, da Forbes, foi quem falou em “presente de Natal da Netflix para os grandes estúdios”, porque mostrou que o serviço de streaming fracassou em sua tentativa de replicar o caro formato de blockbuster. Mendelson aponta particularmente para o roteiro do filme, que “parece um primeiro rascunho não desenvolvido”. O que se salva no filme, de acordo com Mendelson, são os desempenhos de Smith e Edgerton, particularmente o último. “Ele tem um arco envolvente, mesmo que (como francamente grande parte do filme) pareça um plágio de ‘Zootopia'”. Emily Yoshida, do site Vulture, até acha que o filme tem alguns “toques legitimamente divertidos”, como a aparência dos personagens elfos do filme, mas não aprova a analogia principal do filme. “Não estou inteiramente convencida sobre o que orcs e elfos deveriam representar diante da história extremamente real de violência policial racialmente controversa de Los Angeles, além do fato de que pode ser uma viagem para quem ficar chapadão”, escreveu. Rodrigo Perez, do site The Playlist, viu outra referência, dizendo que “Bright” é “risivelmente moldado como uma série sci-fi ruim dos anos 80 (pense em ‘V’ ou ‘Missão Alien’)”. E conclui chamando o filme de “desajeitado e muitas vezes bastante constrangedor”, além de “um desastre confuso de parábola e fábula”. Vinnie Mancuso, do site Collider, considerou que o fato de a produção ser lançada pela Netflix tem um lado positivo. “Ela pode ficar disponível por muito tempo, enquanto o público quiser”, ao passo que, se fosse distribuído no cinema, sairia rapidamente de cartaz. “É o oposto de filme obrigatório”, define. Mas um crítico inglês quase desafinou o coro dos descontentes. Steve Rose, do jornal The Guardian argumentou que “Bright” “merece crédito” por assumir uma mistura de gêneros e elogia a “premissa verdadeiramente original” do filme. Para ele, as “grandes ambições” do enredo precisariam de retoques, mas, em geral, “apesar de suas falhas, ‘Bright’ ainda é um grande impulso para um mundo novo e diferente”. “Bright” estreia na Netflix nesta sexta (22/12).
Trailer de Grace and Frankie revela estreia de Lisa Kudrow na série
A Netflix divulgou o trailer da 4ª temporada de “Grace and Frankie”, que revela, além de piadas da Terceira Idade, a estreia de Lisa Kudrow no elenco da produção. Ela vive Shereen, a manicure de Grace (Jane Fonda), que ameaça a amizade da protagonista com Frankie (Lily Tomlin). A participação de Kudrow marca um reencontro com Marta Kauffman, co-criadora de “Friends”, que também é responsável por “Grace and Frankie”. Estrelada pelas veteranas Lily Tomlin e Jane Fonda, que trabalharam juntas na comédia clássica “Como Eliminar Seu Chefe” (1980), a série acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam precisando conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”).
Netflix renova Dark para sua 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série alemã “Dark” para sua 2ª temporada. No comunicado, ficou claro que o sucesso da atração surpreendeu a plataforma. Mas a trama deixou muitos mistérios sem respostas, que agora poderão ser resolvidos. “Quando ouvimos pela primeira vez sobre ‘Dark’, percebemos que não tínhamos visto nada parecido antes – na Alemanha ou em qualquer outro lugar do mundo. ‘Dark’ é testemunho de que as grandes narrativas transcendem a geografia. Ficamos entusiasmados pela forma como nossos assinantes ficaram cativados pelo misterioso mundo de Winden e agora poderão continuar a ver como a história se desenrola”, disse Kelly Luegenbiehl, vice-presidente de originais internacionais da Netflix. “Estamos surpresos com a resposta a ‘Dark’ e estamos entusiasmados com o fato de nossa história ter sido sucesso em escala global”, acrescentaram o cineasta suiço Baran bo Odar e a roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”), criadores da atração. “Os espectadores ficaram cativados pelos segredos de nossos protagonistas e se deleitaram em desvendar os vários enigmas que a história apresenta. Saber que vamos agora embarcar na nossa próxima jornada é, para nós, showrunners, um sonho tornado realidade. E nossos fãs podem ter certeza de que temos muitas surpresas para a 2ª temporada”. Com clima de suspense nórdico, “Dark” foi a primeira produção original alemã da Netflix. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. “Dark” foi renovada 19 dias após a estreia na plataforma de streaming, e ainda não há previsão para a estreia de seus próximos episódios.












