Episódio de Black Mirror esconde pegadinha para fãs compulsivos
Os produtores de “Black Mirror” resolver zoar com os fãs compulsivos da série, aqueles que pausam a atração para verificar cada detalhe em busca de pistas que possam render teorias em fóruns nerds, como os do Reddit. O episódio “Crocodile”, da recém-lançada 4ª temporada, embute uma pegadinha escondida, para trollar os mais obsessivo-compulsivos. Numa cena, o personagem de Andrew Gower entrega para a personagem de Andrea Riseborough uma folha de jornal. Nela, está escrito, no seguinte parágrafo, em tradução livre: “‘É claro que a verdadeira questão é por que alguém pausaria o que estiver assistindo só para ler o parágrafo impresso em um artigo de jornal’, disse a voz em sua cabeça, antes de avisá-lo para continuar e compartilhar o que encontrou no Reddit”. Por sinal, foi exatamente o que aconteceu. Não contente em cair na pegadinha, o usuário do Reddit AFellowOfLimitedJest postou o texto no fórum. Virou meta. Muitos ficaram chateados por Charlie Brooker ter mirado o Reddit. Mas como o site é famoso por suas teorias de conspiração, outros acham que ele mesmo pode ter postado a descoberta no fórum, com um pseudônimo, e estar observando as reações para escrever um novo episódio da série.
She’s Gotta Have It: Série de Spike Lee é renovada para a 2ª temporada
A Netflix renovou a série “She’s Gotta Have It”, adaptação do filme “Ela Quer Tudo” (1986), de Spike Lee, para sua 2ª temporada. O próprio cineasta anunciou a novidade, num vídeo postado em seu Instagram. Veja abaixo. A atração tem o título original da comédia, que foi primeiro longa-metragem da carreira de Spike Lee, rodado em duas semanas de 1986 por apenas US$ 175 mil. Mas amplia, atualiza e extrapola a trama, centrada em Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco, que foi reformulado para manter os personagens jovens, traz DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. O próprio Spike Lee criou a série e dirigiu todos os 10 episódios da 1ª temporada, que estreou em 23 de novembro e foi bastante elogiada, com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ainda não há previsão para o lançamento da 2ª temporada. Happy New Year. Happy Year. Great News For 2018. Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em 1 de Jan, 2018 às 3:09 PST
Teaser revela data de estreia da 2ª temporada de Desventuras em Série
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que revela a data de estreia dos novos episódios, com apresentação de ninguém menos que o vilão Conde Olaf (Neil Patrick Harris). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção.
Série britânica com trilha do guitarrista do Blur ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da série britânica “The End of the F**king World”, uma comédia de humor negro sobre adolescentes antissociais, que embarcam numa jornada de destruição. A série adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Os dois roubam um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi escrita pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), a direção é de Jonathan Entwistle, que estreia na TV após dirigir clipes (como o do Seafret estrelado por Maisie Williams), e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. “The End of the F**king World” foi exibida em outubro no Reino Unido e estreia na plataforma de streaming na sexta (5/1).
Netflix faz retrospectiva de 2017 com cenas da série Black Mirror
A Netflix divulgou um vídeo de retrospectiva bizarra de 2017, que junta inovações tecnológicas, acontecimentos políticos e eventos violentos com cenas das primeiras temporadas de “Black Mirror”, para mostrar como o futuro mostrado pela série de ficção científica é muito parecido com o presente. A 4ª temporada de “Black Mirror”, com seis novos episódios, chega na Netflix nesta sexta (29/12).
Pesquisa de audiência revela que Bright tem público de blockbuster na Netflix
Apesar de malhado pela crítica, “Bright” atraiu um grande público na Netflix. Segundo pesquisa de audiência da Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma. Os dados contabilizados são de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Vale lembrar que o longa estrelado custou quase US$ 100 milhões de produção, além de uma fábula encantada de marketing. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. Entretanto, este método só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão. Ou seja, os números de “Bright” devem ser muito, mas muito maiores que estes.
Série dos Inumanos é a pior do ano na cotação do Rotten Tomatoes
O site Rotten Tomatoes divulgou seu balanço com as cotações de fim de ano. E “Inhumans”, a série da Marvel exibida em IMAX, liderou o levantamento negativo, como a pior atração televisiva do ano. A série, que foi ao ar no canal pago Sony no Brasil, teve apenas 10% de aprovação. A lista também considerou os filmes produzidos pela Netflix como “telefilmes” – assim como os filmes produzidos pela HBO – , por não passarem nos cinemas, e isso rendeu destaque para “Bright” entre os 10 piores programas de ficção de 2017. Para chegar nesse resultado, o site só levou em consideração produções que tiveram mais de 10 críticas norte-americanas avaliadas. As percentagens que definiram os piores representam uma média da opinião manifestada nas resenhas. Confira abaixo as 10 séries/telefilmes de pior cotação no Rotten Tomatoes em 2017. 1. “Inhumans” (10%) 2. “9JKL” (13%) 3. “The Orville” (20%) 4. “Valor” (24%) 5. “Bright” (26%) 6. “Widsom of the Crowd” (28%) 7. “Neo Yokio” (36%) 8. “The Brave” (38%) 9. “S.W.A.T.” (45%) 10. “Dynasty” (53%)
Trailer de terror da Netflix traz ator de 13 Reasons Why assombrado na própria casa
A Netflix divulgou o trailer de “The Open House”, terror estrelado por Dylan Minnette, em que o astro da série “13 Reasons Why” volta a experimentar a paranoia de uma invasão doméstica. Mas, ao contrário da trama que ele viveu no terror “O Homem nas Trevas”, desta vez seu personagem é que enfrenta a sensação de ter a privacidade invadida. O filme gira em torno do rapaz e sua mãe viúva, que se mudam para uma nova casa numa comunidade afastada, e aos poucos passam a perceber um clima estranho entre os moradores. Todos parecem ter muito interesse em sua segurança naquele local. E isso coincide com barulhos estranhos que não os deixam dormir, como se alguém tivesse invadido a residência. Escrito e dirigido pelos estreantes Matt Angel e Suzanne Coote, “The Open House” também traz em seu elenco Piercey Dalton (“The Orchard), Patricia Bethune (série “True Blood”), Sharif Atkins (série “White Collar”) e os próprios diretores. A estreia está marcada para 19 de janeiro.
Nova série do cultuado anime Devilman ganha três vídeos japoneses
A Netflix do Japão divulgou o pôster, dois teasers e o primeiro trailer completo de “Devilman Crybaby”, nova encarnação de um anime/mangá clássico e cultuadíssimo. “Devilman” (Debiruman, no original) foi criado por Go Nagai em 1972 e lançado quase simultaneamente em quadrinhos e desenhos animados. O anime até já teve um revival em 1987. Na trama, o protagonista Akira Fudo se funde a um demônio para ganhar poderes sobrenaturais e impedir um ataque de demônios na Terra, mesmo que isso possa custar sua alma. A trama do remake é a mesma. O anime vai acompanhar o protagonista Akira Fudo, que ao saber que demônios pretendem invadir o mundo para dominá-lo, decide se fundir com um demônio. Com isso, Akira se torna Devilman, uma criatura com o poder de um demônio e o coração de um ser humano. O anime tem direção de Masaaki Yuasa (“Ping Pong”) e roteiro de Ichiro Okouchi (“Code Geass: Lelouch of the Rebellion”), e sua estreia em 2018 marcará o aniversário de 50 anos de carreira de Go Nagai, criador do personagem.
Netflix providencia seus próprios críticos para elogiar Bright: orcs adolescentes
Até filmes ruins ganham bons comerciais. E a Netflix está se tornando expert em encontrar formas diferenciadas para promover seus lançamentos. Diante do massacre sofrido por “Bright”, que chegou até a ser chamado de “pior filme do ano” pela imprensa norte-americana, a plataforma providenciou sua própria crítica da produção, num vídeo gravado por dois orcs adolescentes. Que como típicos orcs adolescentes adoram explosões, rock pesado e elfas bonitas. Eles também vibram com a surra sofrida por Will Smith por chamar orcs de Shrek. “Somos orcs, não ogros”, reparam. E só lamentam que o orc policial não seja o herói principal da história – o que justifica uma nota 9. Para que perder tempo com o que humanos acham de um filme, se os orcs são muito mais divertidos? Acredita a Netflix.
Bright é acusado de omitir 60 profissionais de maquiagem de seus créditos
Além das críticas negativas, o filme “Bright”, primeira superprodução da Netflix, está tendo que conviver com polêmicas. Após múltiplas denúncias de assédio sexual disparadas no Twitter contra o roteirista Max Landis, agora a produção é acusada de ter omitido os nomes de 60 maquiadores do studioADI (com extensa filmografia de blockbusters) em seus créditos. O detalhe é que o filme está na lista de finalistas às indicações do Oscar 2018 na categoria de Melhor Maquiagem, o que torna a omissão mais notável. Em nota oficial, o estúdio afirma que grandes produções como “Bright” eventualmente têm problemas nos créditos, dado o tamanho da equipe. Entretanto, pede que a plataforma de streaming corrija o erro. “Em raras ocasiões, créditos são omitidos. Quando você vê aquelas listas sem fim de membros da produção em filmes como ‘Bright’, pode ter certeza de que ocorrerão erros. E foi o que aconteceu com a gente. Nossa equipe inteira ficou de fora dos créditos. Estamos tendo as conversas necessárias sobre corrigir isso (é streaming, certo? Parece possível fazê-lo), mas até termos uma resolução, pensamos em publicar a lista completa dos caras incríveis que trabalharam na equipe do ADI”. A lista integral dos funcionários do studioADI que trabalharam na maquiagem do filme pode ser lida aqui.
The Crown recria mensagem de Natal de 60 anos e a própria Rainha Elizabeth lembra o fato
A Netflix divulgou um vídeo de “The Crown” com uma mensagem de Natal da Rainha Elizabeth II, interpretada pela atriz Claire Foy. A cena é inspirada na primeiríssima transmissão televisiva de Natal da coroa britânica, realizada em 1957. A edição coloca a imagem em TVs de outras séries do serviço de streaming, como “Stranger Things”, “Narcos”, “Orange Is the New Black” e até a futurista “Black Mirror”. Mas o mais interessante é comparar a recriação com a transmissão original de 60 anos atrás e reparar que a própria Rainha Elizabeth II se referiu ao mesmo pronunciamento em seu vídeo de 2017, no qual também falou dos ataques terroristas na Inglaterra e do aumento da família real no próximo ano – num referência ao noivado do neto, Príncipe Harry, com a atriz Meghan Markle. Veja os três vídeos baixo.
Veja a refeição de Natal do serial killer de Mindhunter
A Netflix divulgou um vídeo “natalino” de sua série “Mindhunter”, que revela a refeição especial que o serial killer Ed Kemper saboreou na data festiva. O vídeo desconsertante traz o ator Cameron Britton caracterizado como seu personagem na série, pacientemente comendo um sanduíche de ovo e salada, sem dizer nenhuma palavra por dois longos minutos. Já renovada para a 2ª temporada, a série conta a história real da primeira equipe de elite do FBI dedicada a investigar serial killers e é baseada em casos descritos no livro de memórias do agente John Douglas – vivido por Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”) na atração. A trama mostra como ele juntou especialistas de várias áreas para estudar a mente de psicopatas, que se encontram encarcerados, e como passou a utilizar esse conhecimento para caçar assassinos soltos. O elenco inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”), Cotter Smith (série “The Americans”), Sonny Valicenti (“A Última Ressaca do Ano”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”). A produção é do cineasta David Fincher (“Seven”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”) e da atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”). E além de produzir, Fincher também dirigiu quatro capítulos na 1ª temporada. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que deve ser disponibilizada no final de 2018.












