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  • Música

    Clipe de Pabllo Vittar traz cantor animado com música da série Super Drags

    8 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o clipe da música “Highlight”, que Pabllo Vittar canta na série animada “Super Drag”. O vídeo em estilo “cheguei” começa com a versão animada de Vittar na série, a cantora Goldiva, e logo mostra a carne, osso e closes por trás da personagem, com seu arsenal de figurinos e força nas perucas. Além de Pabllo – que, vale lembrar, faz sucesso como drag queen, mas não é transexual – , a série contará com as vozes de ícones LGBTQIA+ brasileiros, como Silvetty Montilla e Suzy Brasil. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. A animação é para maiores de 16 anos e estreia nesta sexta (9/11) em streaming.

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  • Filme

    Próxima animação do diretor de Operação Big Hero e Moana será lançada pela Netflix

    5 de novembro de 2018 /

    A Netflix dá sequência à sua disputa com a Disney com o anúncio de que produzirá o próximo filme de animação de Chris Williams, diretor de três longas de sucesso do estúdio do Mickey, “Bolt: O Supercão” (2008), “Operação Big Hero” (2014, pelo qual venceu um Oscar) e “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). Uma curiosidade é que, em todos os seus trabalhos na Disney, ele sempre dividiu os créditos com um codiretor. A produção da Netflix, intitulada “Jacob and the Sea Monster”, marcará a primeira vez que Williams assina um filme sozinho. Ele também escreveu o roteiro da aventura, inspirada por mapas dos séculos 16 e 17 que incluíam detalhados desenhos de monstros marinhos nas regiões mais afastadas do oceano. Assim como “Moana”, a animação será uma jornada por mares distantes. Mas com um protagonista masculino – um “charmoso marinheiro”, segundo a sinopse divulgada. Intrépido, ele decide conduzir o seu navio por águas ainda não mapeadas e encontra um improvável aliado ao se deparar com um simpático monstro marinho. A Netflix espera lançar o longa em 2022.

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  • Filme

    The Ballad of Buster Scruggs: Comédia western dos irmãos Coen ganha segundo trailer e 13 fotos

    5 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou 13 fotos e o segundo trailer de “The Ballad of Buster Scruggs”, filme dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Ave, César!”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2018. Ainda sem legendas, o vídeo também reforça que o lançamento vai chegar aos cinemas americanos uma semana antes do streaming. Originalmente planejado como uma série, o filme é uma antologia que reúne seis histórias independentes do Velho Oeste, todas conectadas ao personagem título Buster Scruggs, interpretado por Tim Blake Nelson (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”). A volta dos Coen ao western, após o sucesso de “Bravura Indômita” (2010), se dá em tom de sátira com uma comédia mordaz, que lida com os exageros dos mitos do Velho Oeste – inclusive os hollywoodianos, como o “cowboy cantor” – e inclui em seu elenco James Franco (“Artista do Desastre”), Liam Neeson (“Busca Implacável”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). A estreia está marcada para 16 de novembro em streaming.

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  • Série

    Novo trailer da série de She-Ra revela música-tema e princesa com… bigode!

    4 de novembro de 2018 /

    A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da série “She-Ra e as Princesas do Poder”, que vai estrear em 12 dias na Netflix. A prévia destaca a nova musiquinha da produção, “Warriors”, cantada por Aaliyah Rose, além de apresentar as princesas do título, inclusive uma princesa com… bigode! Aguarda-se reações contra o “kit gay” da agenda LGBTQIA+ para desencaminhar as criancinhas. Por outro lado, “Super Drags” deixará de ser alvo exclusivo da extrema direita. Curiosamente, a produção já foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que a aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização da personagem, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas, e é descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Nota-se, pela coleção de Princesas, uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreia na Netflix em 16 de novembro.

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  • Série

    Whindersson Nunes vai ganhar série no Multishow e especial de humor na Netflix

    4 de novembro de 2018 /

    O YouTuber Whindersson Nunes fechou contrato e protagonizará uma série no Multishow, que já tem duas temporadas garantidas. Intitulada “Família Nordestina”, a produção terá a participação da família do comediante mais popular da internet, além de atores conhecidos como Oscar Magrini, Tirullipa, Carlinhos Maia, Titina Medeiros, Géssica Kayane e Ilva Niño, entre outros. O programa faz parte de um pacote de novidades do Multishow para o ano que vem. As gravações vão começar em 26 de novembro para um lançamento no primeiro semestre de 2019. Além disso, Whindersson Nunes também prepara um especial de humor para a Netflix. Com o detalhe de que pretende doar o cachê de mais de R$ 1 milhão que receberá da plataforma para a Fundação Lar de Maria, instituição que presta apoio à crianças com câncer no Piauí, seu estado natal. As gravações vão acontecer ao vivo, durante um show marcado para o centro de Formação Olímpica (CFO), de Fortaleza, no dia 15 de dezembro, que trará o comediante em um palco 360 graus. Curiosamente, Whindersson Nunes também planeja lançar o show em DVD, uma mídia que a Pipoca Moderna nem sabia que ainda existia. E já será o terceiro DVD de humor da carreira dele.

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  • Série

    Atriz de Rock of Ages vai estrelar série baseada nas músicas de Dolly Parton

    2 de novembro de 2018 /

    A série da Netflix baseada nos hits da veterana estrela da música country Dolly Parton começou a definir seu elenco. O projeto será composto por oito episódios, cada um deles inspirado em um hit diferente da cantora, e a atriz Julianne Hough, que dançou e cantou em “Rock of Ages” (2012), dará vida à personagem do título de um dos maiores sucessos da cantora, “Jolene”, de 1973. Intitulada “Dolly Parton’s Heartstrings”, a atração tem produção da WBTV (Warner Bros. Television) e da Dixie Pixie Productions, empresa da cantora, e contará histórias de amor, faroeste e comédias de vingança. Em “Jolene”, Julianne Hough interpretará uma mulher de espírito livre que quer fugir de sua cidade natal, Coventry, na Geórgia, e se tornar uma cantora e compositora, mas acaba virando garçonete do bar de Dolly Parton. A cantora participa da história como Babe, uma mulher de personalidade forte e dona da Baby Blue’s, bar conhecido por seus atendentes seminus e público eclético. Ela cuida de todas as suas garçonetes, mas se sente especialmente próxima de Jolene. O roteiro é de John Sacret Young (criador de “China Beach”, premiada série de guerra dos anos 1980) e o elenco também incluirá Dallas Roberts (“Insatiable”) e Kimberly Williams-Paisley (“Nashville”). Vale lembrar que “Dolly Parton’s Heartstrings” não é o primeiro projeto do gênero realizado com as músicas da cantora. Em 2015 e 2016, a NBC fechou contrato similar para a produção de dois telefilmes natalinos baseados em seus hits. O primeiro, “Coat Of Many Colors”, foi visto por quase 16 milhões de telespectadores ao vivo. Relembre abaixo a música “Jolene”.

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  • Série

    Netflix renova The Ranch após demissão de Danny Masterson

    2 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação da série de comédia “The Ranch” para a 4ª temporada. O programa recebeu a encomenda de 20 novos episódios, sobrevivendo à demissão de um de seus protagonistas. O ator Danny Masterson, que interpretava o irmão de Ashton Kutcher na trama, foi demitido durante as gravações da temporada passada após ser acusado de crimes sexuais (cometidos no início dos anos 2000). Criada por Don Reo e Jim Patterson (produtores-roteiristas de “Two and a Half Men”), “The Ranch” foi a primeira série de comédia de estilo multi-câmera (gravada em estúdio diante de uma plateia) produzida pela Netflix e marcava o reencontro de Masterson e Ashton Kutcher, que trabalharem juntos na sitcom clássica “That ’70s Show”. Na nova atração, os dois viviam irmãos, que voltavam a conviver após vários anos quando o personagem de Kutcher, que morava na cidade grande, decide retornar ao “rancho” da família. . O ator Dax Shepard (“CHiPs”), que entrou no lugar de Masterson no final da 3ª temporada, foi promovido ao elenco fixo da atração, que também conta com Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e Elisha Cuthbert (a eterna Kim Bauer de “24 Horas”), além de Debra Winger (“Laços de Ternura”) em participações especiais.

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  • Filme

    The Witcher completa seu elenco com atriz de Harry Potter no papel de Triss Marigold

    1 de novembro de 2018 /

    Depois de revelar o primeiro vislumbre de Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) como Geralt of Rivia, a Netflix anunciou os últimos nomes do elenco da série “The Witcher”. Juntando-se a Cavill e outros integrantes do elenco previamente anunciados, como Freya Allen (Ciri) e Anya Chalotra (Yennefer), destaca-se a intérprete de uma das personagens favoritas dos fãs da franquia literária e de games. E a atriz escalada para viver Triss Marigold é uma ex-bruxinha de “Harry Potter”, Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes do jovem mago). A escalação marca um novo desvio étnico em relação aos personagens originais e já rendeu protestos no Reddit. A atriz é morena e irá interpretar uma ruiva de olhos verdes. Não há informações se ela usará peruca para o papel. O resto do elenco inclui Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). Entre os anteriormente anunciados, já estavam Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, e Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, integrantes da corte da Princesa Ciri, além de MyAnna Buring (“Ripper Street”) como Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla e Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, que pertencem à academia mágica de Yennefer. É realmente um elenco vultuoso, que corresponde à escala épica da saga iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, que a Netflix pode transformar no seu “Game of Thrones”. “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Cavill vai interpretar o protagonista da saga, Geralt of Rivia, um caçador de monstros em um mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). A série ainda não está em fase de pré-produção e ainda não possui previsão de estreia.

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  • Filme

    Netflix altera estratégia e decide exibir filmes de prestígio nos cinemas antes do streaming

    1 de novembro de 2018 /

    A Netflix deu o braço a torcer e lançará três de seus novos filmes originais em um número limitado de cinemas antes de estreá-los na plataforma de streaming. A nova estratégia da empresa visa cumprir qualificação para o Oscar e justificar escalações em festivais que enfrentam pressões do parque exibidor. Mas também é uma forma de atrair ainda mais diretores e astros de prestígio para seus projetos, já que muitos cineastas importantes são contra a ideia de que seus filmes sejam vistos apenas em telas pequenas. Os primeiros lançamentos que terão esta janela cinematográfica são “Roma”, de Alfonso Cuarón, “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, e “Bird Box”, de Susanne Bier. Os dois primeiros foram exibidos no Festival de Veneza, por sinal vencido por “Roma”. “Há uma grande resposta aos nossos filmes na temporada de festivais, incluindo ‘Outlaw King’, que estará nos cinemas e na Netflix na semana seguinte. O plano é construir um ‘momento’”, explicou Scott Stuber, chefe do grupo de cinema da Netflix, sobre a decisão. “A prioridade da Netflix é sempre seus assinantes e produtores de filmes, e estamos constantemente inovando para os servir”. A verdade é que não é de hoje que a Netflix tenta emplacar seus filmes no cinema. Quem não quer os filmes da Netflix é o circuito exibidor, que exige uma janela mínima de três meses de exclusividade, algo que a plataforma de streaming nem cogita. O investimento da Netflix em filmes de prestígio e sua obsessão em vê-los premiados resultou numa manifestação dura da Associação Nacional dos Donos de Cinema dos Estados Unidos, durante o Festival de Toronto, sobre o esforço da plataforma para levar aos cinemas filmes disponíveis em streaming. “Esse gesto no meio do caminho vai falhar em satisfazer tanto o público quanto os cineastas e assinantes da Netflix. A Netflix tem de entender que não é cinema x streaming – tem de ser cinema e depois streaming, com a sequência correta”, afirmou o comunicado. Mas o paradigma começa a mudar. Se antes a Netflix buscava distribuir no cinema títulos que lançava no mesmo dia em streaming, agora quer dar de uma a três semanas de exclusividade para a exibição em tela grande. Ainda é pouco para o gosto dos exibidores. Na França, por exemplo, a janela é de quase um ano, o que impede essa estratégia de ganhar simpatia do Festival de Cannes, que barrou os lançamentos da Netflix de competir pela Palma de Ouro, justamente por pressão dos donos de cinema. Por outro lado, o aval dos festivais de Veneza, Toronto e até a Mostra de São Paulo aos longas da Netflix também colocam pressão sobre o circuito exibidor para refrear suas exigências. De olho nesse desenvolvimento, também está a Amazon, que produz diversos filmes de prestígio, como o premiado no Oscar “Manchete à Beira-Mar”, mas segue à risca a janela cinematográfica.

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    Série animada Castlevania é renovada para a 3ª temporada

    31 de outubro de 2018 /

    A animação “Castlevania” foi renovada para sua 3ª temporada pela Netflix. A novidade foi compartilhada nesta quarta (31/10) pelo produtor da série, Adi Shankar, nas redes sociais. A renovação estabeleceu um novo recorde no serviço de streaming, já que foi anunciada apenas cinco dias após a disponibilização da 2ª temporada. Mas a verdade é que a produção dos novos episódios estava definida desde muito antes da estreia do segundo ano. Afinal, já tem quatro meses que o ator Richard Armitage (de “O Hobbit”) revelou que estava voltando ao estúdio para dublar Trevor Belmont na 3ª temporada da série animada. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série animada segue a trama dos games, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Na 2ª temporada ele teve apoio do filho do vampiro, mas enfrentou um exército de criaturas das trevas sedentas. Além de Richard Armitage, o elenco de vozes inclui Graham McTavish (também de “O Hobbit”) como Drácula, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. O terceiro ano da adaptação da clássica franquia de videogames da Konami contará com 10 episódios e deve estrear em 2019. Castlevania Season 3 just got greenlit!!!! ???. Thank you to Netflix and to our wonderful fans. This is a dream come true. I’m so happy. Lots of love to go around. — Adi Shankar (@adishankarbrand) October 31, 2018

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    Netflix revela visual de Henry Cavill na série The Witcher

    31 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou um teaser a produção de “The Witcher”, que revela primeira vez o visual de Henry Cavill como Geralt of Rivia, protagonista da famosa saga de fantasia. Iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, a saga “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Na trama, Geralt of Rivia é um caçador de monstros num mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). Oi Henry Cavill. Temos Geralt de Rívia. #TheWitcher chega em 2019. pic.twitter.com/fCorSbXsrF — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 31 de outubro de 2018

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    El Diablero: Série de terror mexicano da Netflix ganha primeiro trailer legendado

    31 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado de sua série mexicana “Diablero”, uma produção de terror, que acompanha a batalha eterna entre o bem e o mal em meio a demônios e anjos nas ruas da Cidade do México. A prévia é repleta de possessões, criaturas das trevas e efeitos visuais, centrando-se na aliança instável dos protagonistas. A trama começa quando o Padre Ramiro Ventura busca o auxílio do legendário “diablero”, ou caçador de demônios, Elvis Infante, para encontrar sua filha. Com a ajuda de Nancy, uma heroína dos tempos modernos, esse trio improvável vive em uma constante batalha entre os dois mundos e inicia uma série de eventos que podem determinar o destino da humanidade. Ao longo do caminho, eles irão prender e vender demônios, anjos caídos e criaturas de outro mundo em um mercado negro que tem conexão com um circuito de luta clandestino. A trama é baseada no livro “El Diablo me Obligó”, de F. G. Haghenbeck, e tem produção e direção de José Manuel Cravioto (“Sr. Ávila”). O elenco inclui Christopher Von Uckermann (da série “Kdabra”), Horacio Garcia Rojas (“Carga Preciosa”), Giselle Kuri (“Sonho em Outro Idioma”), Dolores Heredia (série “El Chapo”), Humberto Busto (também de “El Chapo”), Flavio Medina (“A Ditadura Perfeita”) e Quetzalli Cortes (série “Tres Milagros”), entre outros. A estreia está marcada para 21 de dezembro e faz parte de um esforço da plataforma para lançar mais produções em espanhol e português e aumentar sua presença no mercado latino-americano.

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    Netflix anuncia data da 4ª temporada de Fuller House após demissão do criador da série

    30 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo nas redes sociais com o elenco de “Fuller House” para revelar a data de estreia da 4ª temporada da série: 14 de dezembro. Isto provavelmente significa novos episódios de temática natalina. “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. As primeiras temporadas renderam algumas das maiores audiências da Netflix, segundo medições independentes, mas a produção dos novos episódios foi marcada por bastidores tumultuados, que tem rendido boatos de cancelamento da série. Jeff Franklin, o criador da atração, foi demitido em março, após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set da gravações e na sala de roteiristas. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. Mas, como resultado das alegações, a WBTV (Warner Bros. Television) resolveu não renovar o contrato de produção do veterano roteirista de TV, criador de “Três É Demais” (Full House) em 1987 e seu spin-off atual na Netflix. Em nota, a divisão televisiva da Warner foi sucinta: “Não renovamos o acordo de produção de Jeff Franklin e ele não estará mais trabalhando conosco”. Os próximos episódios serão os primeiros a mostrar a família Tanner sem produção de Franklin. A série original dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de três filhos – de 12, 7 anos e poucos meses de idade, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada terá maior presença dos “pais”, que, conforme revelado nos últimos episódios, estão se mudando de volta para San Francisco, além da gravidez de Kimmy.

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