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  • Série

    Série dos quadrinhos da Academia Umbrella ganha novo trailer legendado e 20 fotos

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou 20 fotos e o segundo trailer legendado da série “The Umbrella Academy”, baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (My Chemical Romance) ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá. A prévia resume a origem dos protagonistas e sua missão, que é basicamente a mesma de todo grupo de super-heróis: salvar o mundo. Os quadrinhos, publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”, acompanham um grupo de crianças que nasceu misteriosamente com poderes especiais e são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e percebem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. O elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”). A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e Cameron Britton (“Stitchers”) também fazem parte da produção. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulou por pelo menos dois anos até chegar na Netflix. A estreia está marcada para 15 de fevereiro.

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  • Série

    Netflix coloca Lucas Jagger e Luciana Gimenez na série Sex Education

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo com Lucas Jagger e Luciana Gimenez para “abrasileirar” a série britânica “Sex Education”. A edição faz com que Lucas entre na série para ter uma conversa com o personagem de Asa Butterfield, na qual compara as mães dos dois. O detalhe que chama atenção é a ironia criada no final, quando Luciana avisa ao filho sobre peguetes e mostra camisinhas, e soa quase como uma lição de história para o filho brasileiro de Mick Jagger. Uma das séries recentes mais vistas da Netflix, “Sex Education” estreou em 11 de janeiro, mostrando como o filho (Butterfield) de uma terapeuta sexual (Gillian Anderson) supera o constrangimento da situação para ajudar colegas de aula com problemas de sexo.

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  • Filme,  Música

    Beck e Billie Eilish lançam músicas inspiradas pelo filme Roma

    23 de janeiro de 2019 /

    Após se tornar o filme com mais indicações no Oscar 2019, “Roma”, de Alfonso Cuarón, vai ganhar um disco com músicas inéditas. A Sony Music vai produzir uma seleção musical inspirada pelo longa da Netflix. As músicas foram compostas por diversos artistas famosos após o lançamento do filme e, portanto, não fazem parte da trilha original. Intitulado “Music Inspired by the Film Roma”, o lançamento está previsto para o próximo dia 8 de fevereiro, e as primeiras músicas já começaram a vir à tona. Duas faixas estão disponíveis no YouTube, entre elas “Tarantula”, cover do grupo Colourbox gravado por Beck, que conta com participação vocal das cantoras Feist e Alex Lilly, e arranjo orquestral do pai do artista, David Richard Campbell. A segunda música é “When I Was Older”, de Billie Eilish. Outros artistas que participam do projeto são El-P, Patti Smith, DJ Shadow, Unkle, Laura Marling e até Bo Cuarón, filha do diretor, mas suas músicas ainda não são conhecidas. Confira as primeiras faixas abaixo.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Caio Junqueira (1976 – 2019)

    23 de janeiro de 2019 /

    O ator Caio Junqueira não resistiu e morreu na madrugada desta quarta-feira (23/1), aos 42 anos, uma semana após ter sofrido um grave acidente de carro no Rio de Janeiro. Ele bateu o carro que dirigia no Aterro do Flamengo, na altura do Monumento aos Pracinhas, na zona sul do Rio, no dia 16 de janeiro. Ele estava sozinho no veículo e foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde passou por uma cirurgia de emergência. Caio era filho do ator Fábio Junqueira (1956-2008) e irmão de Jonas Torres, conhecido como o Bacana da série “Armação ilimitada” (1985-1988). Ele deu seus primeiros passos na carreira aos 9 anos, ao participar da série “Tamanho família” (1985-1986), da extinta Rede Manchete. Em 1990 estreou na Globo, participando da minissérie “Desejo” e da novela “Barriga de Aluguel”. Ele fez poucas novelas, entre elas “A Viagem” (1994) e “O Clone” (2001), mas se destacou em minisséries, como “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998), “Chiquinha Gonzaga” (1999) e “Um Só Coração” (2004), antes de mudar de canal. Na Record, fez o remake de “Escrava Isaura” (2004), a série “A Lei e o Crime” (2009), protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014). Paralelamente, fez teatro e ainda obteve bastante destaque no cinema, atuando em filmes marcantes como “O aue É Isso Companheiro” (1997), “Central do Brasil” (1998), “Abril Despedaçado” (2001), “Zuzu Angel” (2006) e “Tropa de Elite” (2007), onde viveu Neto, soldado do Bope. Os trabalhos mais recentes foram nas séries “O Mecanismo”, da Netflix, e “Um Contra Todos”, da Fox Brasil.

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  • Série

    Suburra: 2ª temporada da série mafiosa da Netflix ganha 51 fotos e trailer legendado

    23 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou 51 fotos e o trailer legendado da 2ª temporada de “Suburra”, sua primeira série original italiana. Considerada “a resposta italiana a ‘Narcos'”, a atração foi lançada em outubro do ano passado com sucesso em mais de 190 países. E voltará para sua 2ª temporada “com mais ação, drama e jogos de poder”, na definição da plataforma de streaming, que pode ser comprovada pela prévia intensa, repleta de violência. A série é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e dirigiu “Sicario: Dia do Soldado”, sua estreia em Hollywood. A trama se passa vários anos antes dos eventos vistos no filme homônimo, funcionando como um prólogo, ao revelar a formação de uma aliança no submundo mafioso entre três jovens de diferentes grupos, que resolvem se juntar contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder num território disputado por empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. A 2ª temporada estreia em 22 de fevereiro.

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  • Série

    Post de Brenton Thwaites sugere participação de Batgirl na 2ª temporada de Titãs

    23 de janeiro de 2019 /

    O ator Brenton Thwaites, que vive Robin na série “Titãs”, compartilhou no Stories uma imagem da série clássica “Batman” dos anos 1960, que mostra um diálogo picante entre Robin e Batgirl. Confira abaixo. Não foi preciso muito mais para os seguidores especularem que o post faz uma referência à aparição da heroína na 2ª temporada de “Titãs”. Nos quadrinhos – e na série animada “Young Justice” – os dois heróis formam um casal intermitente. Entre idas e vindas, têm sido os principais parceiros românticos um do outro desde os anos 1970. Todos os episódios da 1ª temporada de “Titãs” já estão disponíveis na Netflix.

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  • Filme

    Oficial: Netflix vira parte de Hollywood como membro da MPA

    22 de janeiro de 2019 /

    É oficial: a Netflix agora faz parte de Hollywood. A empresa de streaming se tornou membro da Associação de Cinema dos EUA (Motion Picture Association of America, conhecida pela sigla MPA), entidade de comércio e lobby que representa os seis principais estúdios americanos. A organização baseada em Washington, DC, confirmou a filiação da empresa de tecnologia com um comunicado na noite desta terça (22/1). “Em nome da MPA e de suas empresas associadas, tenho o prazer de dar as boas-vindas à Netflix como parceira”, diz o texto assinado por Charles Rivkin, presidente e CEO da MPA. “Todos os nossos membros estão empenhados em impulsionar a indústria cinematográfica e televisiva, tanto na forma como contamos histórias e em como atingimos o público. Adicionar a Netflix nos permitirá defender de forma mais eficaz a comunidade global de contadores de histórias criativos, e estou ansioso para ver o que todos podemos alcançar juntos”, completou. Com a filiação à MPA, a Neflix se junta oficialmente à comunidade de estúdios de cinema dos Estados Unidos, ao lado dos outros seis sócios da entidade: Disney, Paramount, Sony, Fox, Universal e Warner Bros. “Associar-se à MPA exemplifica ainda mais o nosso compromisso em garantir a vitalidade dessas indústrias criativas e as muitas pessoas talentosas que trabalham nelas em todo o mundo”, disse Ted Sarandos, diretor de conteúdo da Netflix. “Estamos ansiosos para apoiar a equipe da associação e seus importantes esforços.” As negociações para a filiação da Netflix vieram à tona durante a tarde, em meio à celebração do recorde de 15 indicações da plataforma no Oscar 2015. Os dois fatos criam uma mudança de patamar para a empresa de tecnologia, transformando-a numa força legítima do setor cinematográfico americano. Ao mesmo tempo, a filiação também modifica o entendimento do que constitui um estúdio de cinema para a MPA. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter dizem que a Associação estaria cortejando outros novos membros com o mesmo perfil, citando a Amazon como candidata em potencial. A Netflix e a MPA já trabalharam juntos em campanhas de proteção de direitos autorais, uma prioridade para os estúdios de Hollywood e também para a empresa de streaming, que consideram a pirataria um inimigo em comum. No entanto, a filiação da Netflix tende a irritar os proprietários de cinemas, já que a a empresa é contra a manutenção das janelas de exibição tradicionais – janelas são o período de tempo que separa o lançamento de um filme no cinema da sua disponibilização em streaming ou vídeo. A MPA e a Associação Nacional de Proprietários de Cinema administram em conjunto o sistema de classificação etária dos filmes lançados nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Netflix negocia se juntar a Hollywood na Associação de Cinema dos EUA

    22 de janeiro de 2019 /

    A Netflix está em negociações avançadas para se tornar membro da Associação de Cinema dos EUA (Motion Picture Association of America, conhecida pela sigla MPA), entidade de comércio e lobby que representa os seis principais estúdios de Hollywood. A movimentação foi noticiada pelo site americano Politico Pro e confirmada pelas publicações especializadas na indústria cinematográfica. E acontece após a empresa de streaming conseguir 15 indicações ao Oscar 2019, superando os estúdios tradicionais. A decisão sobre a filiação pode representar uma guinada, já que seria a primeira vez na história que uma empresa de tecnologia se tornaria membro da MPA. O chefe da Netflix, Reed Hastings, e o diretor de conteúdo, Ted Sarandos, estão empenhados em elevar o perfil da empresa como uma força legítima no setor cinematográfico, e a adesão à MPA cumpriria esse objetivo. Além disso, assim que a Fox for fundida com a Disney, a MPA terá um membro a menos, o que significa uma perda financeira de até US$ 12 milhões em contribuições anuais. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter dizem que a MPA está cortejando outros novos membros com o mesmo perfil, citando a Amazon como candidata em potencial. A Netflix e a MPA já trabalharam juntos em campanhas de proteção de direitos autorais, uma prioridade para os estúdios de Hollywood e também para a empresa de streaming, que consideram a pirataria um inimigo em comum. No entanto, a filiação da Netflix na MPA tem potencial para irritar os proprietários de cinemas, já que a empresa é contra a manutenção das janelas de exibição tradicionais – janelas são o período de tempo que separa o lançamento de um filme no cinema da sua disponibilização em streaming ou vídeo. A MPA e a Associação Nacional de Proprietários de Cinema administram em conjunto o sistema de classificação etária dos filmes lançados nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Oscar 2019: Roma atinge recorde de indicações para filme estrangeiro na premiação

    22 de janeiro de 2019 /

    As indicações ao Oscar 2019 refletem uma internacionalização da premiação do cinema americana, marcada pela inclusão de diversos filmes de línguas estrangeiras em categorias importantes. Falado em espanhol, “Roma” foi o filme com mais destaque na lista divulgada nesta terça (22/1) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Disputando prêmios em 10 categorias, igualou o recorde de “O Tigre e o Dragão”, primeiro filme estrangeiro a obter uma dezena de indicações ao Oscar – venceu quatro em 2001. Além de “Roma”, o polonês “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski, destacou-se em três categorias, incluindo Direção e Fotografia, em que enfrentará o filme de Cuarón. Os dois ainda disputarão com o alemão “Never Look Away’, de Florian Henckel von Donnersmarck, o Oscar de Melhor Fotografia. Os três filmes ainda fazem parte da acirrada categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, que também inclui o drama libanês “Cafarnaum”, de Nadine Labaki, e o japonês “Assunto de Família”, de Hirokazu Kore-eda. Além destes, o filme japonês “Mirai” entrou na lista de Melhor Animação, a produção síria-alemã “Of Fathers and Sons” na disputa de Documentário, e o drama sueco “Border” na categoria de Melhor Maquiagem e Penteado. Para completar, a Academia indicou o grego Yorgos Lanthimos na disputa de Melhor Direção por “A Favorita”. Esta dramédia de época é, por sinal, uma produção britânica. E empatou com “Roma” em quantidade de nomeações ao Oscar 2019. Ambos são coproduções com os Estados Unidos, mas é relevante que um longa essencialmente mexicano e uma produção essencialmente britânica tenham dominando a premiação do cinema americana. E isto é sintomático da abertura cada vez maior da Academia para eleitores estrangeiros, privilegiando a visão de cineastas de vários cantos do mundo. Entretanto, com reflexos inesperados, já que os estrangeiros não valorizaram a produção independente americana. Vale reparar, por isso, que os filmes estrangeiros são os que possuem maior aprovação da crítica entre os títulos que disputam o Oscar 2019. E isto se dá pela ausência maciça de representantes do cinema de qualidade feito nos Estados Unidos. No lugar de filmes independentes premiados, o Oscar estendeu seu tapete vermelho para obras americanas mais convencionais, de sucesso comercial e apelo popular, como “Pantera Negra”, “Bohemian Rhapsody” e “Nasce uma Estrela”, conhecidas por todo mundo.

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  • Filme

    Oscar 2019 considera Netflix um dos mais importantes estúdios de Hollywood

    22 de janeiro de 2019 /

    A Netflix já é um dos mais importantes estúdio de Hollywood, de acordo com a amostragem do Oscar 2015. Ao todo, produções do gigante de streaming tiveram 15 indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Este sucesso foi puxado por “Roma”, de Alfonso Cuaron, que liderou a lista com 10 nomeações, seguido por “A Balada de Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, com três, e se completa com mais duas indicações para Curtas de Documentário. O número de 15 indicações também é igual ao total de vezes que a Netflix tinha sido lembrada em todas as edições anteriores do Oscar. Somando até agora 30 nomeações, a empresa tem apenas uma vitória: o Oscar de Melhor Documentário por “Ícaro” no ano passado. A liderança em 2019 é compartilhada com o tradicional estúdio Fox Searchlight, que também disputa 15 prêmios. No ano passado, a Searchlight venceu o Oscar de Melhor Filme com “A Forma da Água”. Este ano, compete com “A Favorita” (empatado com “Roma” com 10 nomeações), “Poderia Me Perdoar?” (3) e “Ilha dos Cães” (2). A Annapurna, maior estúdio 100% indie da premiação, aparece em 3º lugar com 11 indicações, divididas entre “Vice” (8) e “Se a Rua Beale Falasse” (3). A combinação de estúdios conglomerados, porém, faz estes números mudarem radicalmente. Juntando suas produções, como “Bohemian Rhapsody”, aos títulos da Fox Searchlight, o grupo Fox se destaca em 20 prêmios. E é seguido pela junção de Universal e Focus, bem como da Disney e suas subdivisões (Pixar, Marvel e Lucasfilm), empatados com 17 indicações. Mas o detalhe é que a Disney comprou a Fox, o que, na prática, eleva a quantidade de nomeações sob controle do CEO Bob Iger para 37. E esta vantagem global da Disney, somada à quantidade de indicações da Netflix, implica que muita coisa mudou no Oscar. Afinal, se uma plataforma de streaming e o estúdio de menor tradição na premiação – que sempre preferiu dinheiro a críticas positivas – foram os mais valorizados, talvez a Academia já tenha implementado neste ano seu projeto de transformar o Oscar na eleição do Filme mais Popular do ano. Vale lembrar que uma categoria de Filme Popular foi esboçada para a premiação deste ano, mas acabou arquivada após reclamações generalizadas. Ela pode estar não visível no Oscar 2019, porque foi incorporada em espírito.

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  • Filme

    Oscar 2019: Alfonso Cuarón bate recorde de indicações a prêmios individuais

    22 de janeiro de 2019 /

    Com suas cinco indicações ao Oscar de 2019, o cineasta mexicano Alfonso Cuaron bateu o recorde de nomeações individuais da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Além de ser indicado como Melhor Diretor por “Roma”, Cuarón foi selecionado para a disputa de Melhor Roteiro Original, Direção de Fotografia e também na categoria de Melhor Filme como produtor. Para completar, também disputa como diretor e produtor o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Assim, ele superou os três antigos campeões da Academia, Orson Welles, os irmãos Coen e Warren Beatty, que somaram quatro indicações anteriormente. Welles em 1942, por seu trabalho como diretor, roteirista, produtor e ator principal na obra-prima “Cidadão Kane” – mas só venceu a estatueta de Melhor Roteiro Original. Beatty duas vezes: em 1979 por “O Céu pode Esperar” e em 1982 por “Reds”, em ambas como diretor, roteirista, produtor e ator principal – venceu o Oscar de Melhor Direção por “Reds”. Já os irmãos Ethan e Joel Coen compartilharam as indicações de Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado e Edição e venceram as três primeiras por “Onde os Fracos Não Têm Vez” em 2008. Alan Menkel também teve quatro indicações num mesmo ano, mas três concentradas na mesma categoria, Melhor Canção Original, por “A Bela e a Fera” em 1992. Cuarón teve cinco indicações, mas poderia chegar a seis. Só não atingiu esse número porque não foi selecionado na categoria de Melhor Edição. Ao todo, seu filme “Roma” disputa 10 prêmios, incluindo Melhor Atriz e Atriz Coadjuvante. Veja a lista completa aqui. As indicações ao Oscar de 2019 foram anunciadas nesta terça-feira (22/1) e a premiação acontecerá no dia 24 de fevereiro no Dolby Theater, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Série

    Turn Up Charlie: Idris Elba vira DJ nas fotos da nova série de comédia da Netflix

    21 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Turn Up Charlie”, uma nova série de comédia estrelada e produzida pelo astro Idris Elba (“Thor: Ragnarok”). A série britânica trará Elba interpretando o Charlie do título, um DJ esforçado e solteirão assumido, que tem uma chance final de sucesso quando relutantemente se torna babá da filha problemática de seu melhor amigo. Escrita por Laura Neal (série “Secret Diary of a Call Girl”), Victoria Asare-Archer (série “Wolfblood”) e a atriz Femi Oyeniran (“Juventude Rebelde”), a comédia possui similaridades com a história de vida de Elba. Ele surgiu como DJ no Reino Unido antes de se tornar uma estrela da TV e do cinema. Embora não tenha alcançado sucesso na música, até hoje ele trabalha como DJ por diversão. “Turn Up Charlie” terá 8 episódios de meia hora e seu elenco também inclui Piper Perabo (“Covert Affairs”) e JJ Feild (“Turn”). Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Você: Penn Badgley aprende refrão de Cilada para dar recado aos fãs brasileiros

    21 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo da série “Você” (“You”, no original) para lembrar que a história continua na 2ª temporada. O vídeo traz Penn Badgley (o “Gossip Girl”), que interpreta o protagonista Joe, revelando que aprendeu uma frase em português que resume a série: “Não era amor, era cilada!”. A própria Netflix já usou a frase antes para divulgar “Você”. Ou melhor, a música que popularizou a expressão. Trata-se, claro, do pagode “Cilada”, da banda Molejo. E o vídeo anterior, que mescla a série com a canção, pode ser visto aqui. Em “Você”, o personagem de Badgley é um gerente de livraria que se apaixona por uma escritora aspirante e decide usar as mídias sociais como suas ferramentas para se aproximar dela, reunindo informações sobre as coisas favoritas de seu alvo, ao mesmo tempo em que age estrategicamente para remover todos os obstáculos – e pessoas – que possam atravessar seu caminho. A perseguição o faz estar no lugar e na hora certa para salvar a vida da jovem, o que os aproxima, ao mesmo tempo em que desperta a desconfiança dos amigos da vítima de sua obsessão. A série é criação de uma dupla de peso, Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”), e o elenco também inclui Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Liars”). Exibida nos EUA pelo canal Lifetime, “Você” explodiu em audiência ao chegar na Netflix, que decidiu assumir sozinha a produção de sua 2ª temporada.

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