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  • Filme

    Netflix anuncia produção de série live-action baseada no anime Cowboy Bebop

    28 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou que vai lançar uma série em live-action baseada no anime (desenho animado) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”. O projeto é antigo, mas seu destino é novidade. “Acho que é hora de anunciar que ‘Cowboy Bebop’, a série em live-action, está indo para a Netflix”, revelou o Twitter oficial da plataforma de streaming, com um vídeo que não entregou detalhes da atração. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. Em 26 episódios, a série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viaja na espaçonave Bebop, em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento há pelo menos uma década, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a Fox suspendeu a produção pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi criada pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor da anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há cronograma de produção nem previsão para sua estreia. Veja abaixo o anúncio original e a “versão otaku brasileira”. Guess it’s time to announce that Cowboy Bebop, the live-action series, is heading to @Netflix. pic.twitter.com/bKe0d8EKoH — NX (@NXOnNetflix) 28 de novembro de 2018 Meu coração otaku está em festa. Em breve, uma série live-action de Cowboy Bebop! pic.twitter.com/frVbkumKzj — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) November 28, 2018

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  • Série

    Fuller House: Trailer da 4ª temporada dá mais espaço para o elenco de Três É Demais

    28 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer da 4ª temporada de “Fuller House”, que terá maior presença dos “pais” das protagonistas. Conforme revelado nos últimos episódios, eles estão se mudando de volta para San Francisco, num período que também coincide com a gravidez de Kimmy (Andrea Barber). “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. As primeiras temporadas renderam algumas das maiores audiências da Netflix, segundo medições independentes, mas a produção dos novos episódios foi marcada por bastidores tumultuados, que têm rendido boatos de cancelamento da série. Jeff Franklin, o criador da atração, foi demitido em março, após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set das gravações e na sala de roteiristas. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. Mas, como resultado das alegações, a WBTV (Warner Bros. Television) resolveu não renovar o contrato de produção do veterano roteirista de TV, criador de “Três É Demais” (Full House) em 1987 e seu spin-off atual na Netflix. Em nota, a divisão televisiva da Warner foi sucinta: “Não renovamos o acordo de produção de Jeff Franklin e ele não estará mais trabalhando conosco”. Os próximos episódios serão os primeiros a mostrar a família Tanner sem produção de Franklin. A série original dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos – que no começo de “Fuller House” tinham 12, 7 anos e poucos meses de idade – , ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando “Três É Demais” começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada estreia em 14 de dezembro em streaming.

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  • Filme

    Netflix vai produzir continuação de Para Todos os Garotos que Já Amei

    27 de novembro de 2018 /

    A Netflix vai produzir uma sequência do sucesso adolescente “Para Todos os Garotos que Já Amei”. De acordo com uma reportagem da revista The Hollywood Reporter, a sequência será o primeiro projeto da plataforma de streaming em sua parceria com a Paramount. Há duas semanas, o estúdio firmou contrato para produzir filmes diretamente para a Netflix. “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para os cinemas pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, mas acabou adquirido pela Netflix e se tornou um dos maiores sucessos do ano na plataforma. O longa estrelado por Lana Condor e Noah Centineo é inspirado em uma trilogia de livros assinada por Jenny Han. As continuações literárias são intituladas “P.S.: Ainda Amo Você” e “Agora e Para Sempre, Lara Jean”. E provavelmente o terceiro livro também terá adaptação. A data de estreia do segundo filme ainda não foi definida. Vale lembrar que os contratos do elenco não previam continuações e terão que ser renegociados individualmente.

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  • Série

    Netflix vai produzir séries animadas baseadas nos clássicos Matilda e A Fantástica Fábrica de Chocolate

    27 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou que irá transformar os clássicos infantis “Matilda” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate” em séries animadas. A empresa de streaming fechou contrato com a Roald Dahl Story Company, responsável pelos direitos das obras do escritor Roald Dahl, para produzir séries e especiais baseados em suas obras. Além das citadas, o projeto inclui adaptações de “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”, que volta a companhar o protagonista de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, “Os Pestes”, “O Bom Gigante Amigo” e muitos outros livros. A viúva do escritor, Felicity Dahl, celebrou a parceria. “Nossa missão é levar para o maior número de crianças possível a experiência da magia singular e das mensagens positivas das histórias de Roald Dahl. Essa parceria com a Netflix marca um movimento significativo que possibilitará isso, e é um novo capítulo animador para a Roald Dahl Story Company. Sei que Roald ficaria emocionado”, disse, em comunicado oficial. O primeiro projeto deve começar a ser produzido em 2019. As datas de estreia ainda não foram definidas.

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  • Série

    Remake da série animada dos Cavaleiros do Zodíaco ganha pôster nacional

    27 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o poster nacional do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco”, revelando o visual do protagonista Seiya em versão computadorizada. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 2019, em data ainda não divulgada.

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  • Série

    Versão animada de Ultraman ganha primeiro trailer

    27 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer da nova série animada de “Ultraman”, que é continuação do programa clássico do “super-herói” japonês dos anos 1960. Fenômeno internacional, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados brigando. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. A prévia da Netflix, que apresenta a luta do herdeiro de Hayata contra um impostor que se diz Ultraman, serve de alegoria para a profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que levara a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo a seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, com direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A estreia está marcada para 1 de abril em streaming

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  • Série

    Rilakkuma e Kaoru: Animação em stop-motion japonesa ganha trailer legendado

    27 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Rilakkuma e Kaoru”. A nova animação japonesa se diferencia das outras ofertas do gênero por usar maquetes, massinhas e a técnica do stop-motion. A série animada foi produzida para comemorar os 15 anos do ursinho Rilakkuma. Mas não é adaptação de nenhum mangá. Trata-se de um derivado de outro tipo de cultura popular no Japão. Criado por Aki Kondo como um projeto de marketing, Rilakkuma tornou-se um dos maiores sucessos da empresa San-X, que cria designs de bichos fofinhos para explorar comercialmente. Ao estilo de Hello Kitty, o personagem ilustra inúmeros produtos – de cadernos a livros infantis ilustrados. Na série, Rilakkuma é supostamente alguém fantasiado de ursinho, que apareceu um dia para morar com um mulher chamada Kaoru. Ele passa seus dias no apartamento, enquanto Kaoru trabalha num escritório. Embora tenha um zíper em suas costas, ninguém nunca o viu sem a fantasia. O que está lá dentro é um mistério. Comilão, ele tem como companhia um pequeno filhote de urso branco chamado Korilakkuma, que também apareceu do nada na casa de Kaoru. “Rilakkuma e Kaoru” estreia em 19 de abril em streaming.

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    BBC retoma produção da série White Gold após Ed Westwick se livrar de acusação de estupro

    27 de novembro de 2018 /

    A BBC retomou a produção da série “White Gold”, que tinha sido suspensa após o ator Ed Westwick ser acusado de estupro por três mulheres diferentes. De acordo com o site Digital Spy, o elenco já retornou para as gravações da 2ª temporada, continuando os trabalhos após uma pausa de quase um ano. A volta da série foi consequência da exoneração de Westwick, que não foi processado criminalmente. A promotoria de Los Angeles anunciou em julho que as “evidências eram insuficientes” para levar o caso ao tribunal. Segundo os promotores, duas das supostas vítimas conseguiram obter testemunhas que estavam na mesma casa quando os incidentes teriam ocorrido. “Essas testemunhas, no entanto, não puderam dar evidências que provariam, acima de qualquer suspeita, que os incidentes haviam ocorrido como essas mulheres o descreveram em suas denúncias”, disseram em comunicado. A terceira denunciante, segundo os promotores, afastou-se do caso em meio à investigação, recusando-se a obter testemunhas. Na ocasião, a advogada de Westwick, Blair Berk, disse ao site TMZ: “A evidência era clara desde o início de que todas as alegações feitas por essas três mulheres eram absolutamente falsas. É uma vergonha que tenha demorado mais de 8 meses para Ed ser oficialmente inocentado de todas essas acusações. Espero que aqueles que fizeram um julgamento tão rápido aqui, sem saber nada sobre a abundante evidência de inocência neste caso, hesitem na próxima vez antes de acusarem publicamente alguém quem não cometeu nenhum delito.” Desde que as acusações vieram à tona, Westwick foi dispensado de todos projetos em que estava envolvido, entre eles a série “White Gold”. Ele também foi substituído na pós-produção da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada para tirar o ator de seu elenco. “White Gold” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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    Tidelands: Marco Pigossi explica a premissa da série australiana em vídeo de bastidores

    26 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um pôster e um vídeo legendado de bastidores de “Tidelands”, primeira série original australiana da plataforma, que destaca em seu elenco o brasileiro Marco Pigossi (novela “Onde Nascem os Fortes”). Ele e a espanhola Elsa Pataky (“Velozes e Furiosos”) são os que mais falam na prévia, na qual os atores explicam a premissa da série. Com temática fantástica, “Tidelands” foi desenvolvida por Stephen M. Irwin (criador da versão original de “Secrets and Lies”) e apresenta um mundo em que existem sereias. A trama acompanha Cal (Charlotte Best, de “Puberty Blues”), uma ex-delinquente recém-libertada da detenção juvenil, que retorna à pequena e perigosa vila de pescadores onde cresceu. Quando o corpo de um pescador local é encontrado na praia, a relação clandestina da cidade com contrabando de drogas se torna pública. E Cal busca desvendar os segredos da cidade enquanto investiga uma comunidade marginalizada que vive em um local afastado da baía: um grupo de seres sensuais e perigosos, metade sereia e metade humanos, chamados de “Tidelanders” e liderados pela personagem de Elsa Pataky.​ Pigossi vive o par romântico da protagonista e o elenco ainda inclui o australiano Aaron Jakubenko (“The Shannara Chronicles”), como o irmão desorientado de Cal, o neozelandês Mattias Inwood (“Will”), no papel de um oficial da polícia que também possui um segredo a ser desvendado, além de Hunter Page-Lochard (“Cleverman”), Madeleine Madden (minissérie “Picnic at Hanging Garden”), Caroline Brazier (“Terra Nova”), Peter O’Brien (“X-Men Origens: Wolverine”) e Dalip Sondhi (“Secret City”). “Tidelands” estreia em 14 de dezembro.

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    Fotos flagram prisão de Jessica Jones durante a gravação da 3ª temporada

    24 de novembro de 2018 /

    Os paparazzi flagraram a gravação de um episódio da 3ª temporada de “Jessica Jones” nas ruas de Nova York. E as imagens mostram a atriz Krysten Ritter, intérprete da protagonista, tendo problemas com a polícia. Uma das fotos registra o momento em que ela é algemada sob a mira de um revólver. Mas há também uma imagem mais alegre, em que Krysten aparece ao lado de Rachael Taylor, intérprete de sua melhor amigo na série, Trish Walker. As gravações da 3ª temporada de “Jessica Jones” começaram em junho e vão marcar a estreia de Krysten Ritter como diretora. Ainda não há previsão de estreia dos novos capítulos, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish na temporada anterior.

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    Pine Gap: Série australiana de espionagem ganha trailer da Netflix

    23 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Pine Gap”, série australiana de espionagem adquirida pelo serviço de streaming para o mercado internacional. A série gira em torno do compartilhamento de informações de segurança entre os EUA e a Austrália, centrada na base conjunta dos dois países localizada na Austrália central e batizada de Pine Gap. Quando surge uma ameaça inesperada durante o monitoramento do espaço aéreo americano, a parceria começa a ser questionada, forçando divisões e segredos, que colocam em risco o relacionamento entre os funcionários e seus países. Criada por Greg Haddrick e Felicity Packard, que escreveram a série baseada no terror “Wolf Creek”, a produção inclui em seu elenco Parker Sawyers (“A Múmia”), Tess Haubrich (“Alien: Covenant”), Jacqueline McKenzie (“The 4400”), Steve Toussaint (“Berlin Station”), Stephen Curry (“Predadores do Amor”), Mark Leonard Winter (“A Vingança Está na Moda”) e Sachin Joab (“Lion”). Exibida em outubro na TV australiana, “Pine Gap” estreia no catálogo da Netflix em 7 de dezembro.

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    A Balada de Buster Scruggs é uma aula de estilo dos irmãos Coen

    23 de novembro de 2018 /

    “A Balada de Buster Scruggs”, novo filme dos irmãos Joel e Ethan Coen, produção realizada pela Netflix que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, apresenta uma antologia formada por seis curtas/médias-metragens com histórias que se passam no Velho Oeste americano. O filme vem sendo comparado ao sucesso argentino “Relatos Selvagens” por conta da estrutura semelhante e pela inevitável violência com que seus conflitos e imbróglios são resolvidos. Embora o filme dos Coen tenha uma roupagem mais clássica comparada ao estilo mais anárquico de Damián Szifron. As seis histórias que compõem a trama trazem características marcantes dos diretores: o senso de humor estranho, às vezes escrachado, beirando a escatologia; a já citada violência, que surge de maneira inesperada, resolvendo conflitos em que aparentemente haveria outros métodos para solucionar as questões em si; personagens excêntricos, mas que à sua maneira possuem coerência dentro do universo estabelecido pelo filme; ritmo cadenciado, em que o local em que a trama acontece conta a história, com os personagens respeitando esse tempo; e um tom nefasto para tratar de histórias que podem sugerir maior leveza, ou vice-versa. Ethan e Joel são cineastas que não fazem muitas concessões à audiência, e tal característica se comprova como uma qualidade em Buster Scruggs. Trata-se de um exercício de estilo, em que a ambientação do local, personagens, tramas já são o filme, sem “nada além disso” por trás, ou sem nenhum maior objetivo. Ao mesmo tempo que as tramas se fecham em si, e como um todo, claramente não existe interesse dos diretores/roteiristas para que o filme se feche redondamente com uma história sendo facilmente reconhecível na outra. É outro tipo de coesão que é buscada aqui, mais interessada em seguir uma linha mestra estilística que é maior que as próprias histórias isoladamente. Somando-se a isso há a direção de fotografia de Bruno Delbonnel, que explora grandes cenários criando um visual arrebatador, com planos com grande profundidade de campo, estabelecendo um universo próprio de cores, sombras, sol escaldante, para auxiliar decisivamente na ambientação desse Velho Oeste que não se parece com outros, e que esconde perigos à espreita o tempo inteiro. O elenco, numeroso mas milimetricamente harmônico, tem função importante no filme. Todas as tramas trazem atuações destacadas, pois realmente cada personagem tem uma maneira própria de existir naquele tempo, naquele lugar, em atuações sucintas, evidentemente técnicas, precisas. Desde o ótimo Tim Blake Nelson, divertido, cafona na medida certa como o personagem título; James Franco e Stephen Root que fazem a dobradinha mais engraçada do filme; Zoe Kazan e Bill Heck criam uma forte relação entre seus personagens e com a plateia, na trama mais emocional; além do sempre excelente Brendan Gleeson, acompanhado de Jonjo O’Neill, Tyne Daly, Saul Rubinek e Chelcie Ross, que criam a única cena basicamente focada em diálogos, e fazem isso parecer fácil. Mas duas histórias se destacam: “Meal Ticket”, com Liam Neeson e Harry Melling, e “All Good Canyon”, com Tom Waits e Sam Dillon. Esses dois trechos são especiais por contarem com direção bastante econômica, com as informações relevantes sendo exibidas apenas visualmente, sem diálogos, e também por terem as melhores atuações do filme. Melling, o Duda da série “Harry Potter”, cria uma figura sensível, resvalando na autopiedade, mas que, pelo contraponto de Neeson, fica num meio termo dificílimo de ser alcançado. A cena em que Neeson assiste ao show da galinha, e conclui o óbvio, é o melhor momento do filme, uma aula de concisão de planos para passar uma informação interior do personagem. Já o outro trecho traz um verdadeiro exercício de paciência cinematográfica (para o lado bom), quando nos faz compreender seu ritmo, e que essa trama não teria metade do impacto se fosse decupada e montada de maneira mais ágil. A entrada do personagem de Sam Dillon é a chave para o entendimento de que filme (cena) estamos vendo, e o que se deve buscar. Tom Waits traz um peso diferente para este momento, e me faz torcer pra que ele retorne em breve para frente da câmera. Se for no próximo filme dos Coen, melhor ainda. Aliás, esses diretores já estão com o nome garantido na história, e para a nossa sorte parecem com lenha pra queimar por muito tempo ainda.

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    Homens adultos protestam ao perceber que novo desenho da She-Ra é para meninas

    23 de novembro de 2018 /

    Parece incrível, mas muitos homens adultos com mais de 30 anos ficaram surpresos ao descobrir que o novo desenho da heroína “She-Ra”, produzido pela DreamWorks para a Netflix, não é para eles, mas para meninas de até 14 anos. Mais incrível ainda é que fizeram questão de registrar seus protestos no site interativo IMDb (Internet Movie Data Base), o maior banco de dados de críticos amadores do mundo. Atualmente com nota 6,6 no site, “She-Ra e as Princesas do Poder” dividiu opiniões. A maioria dos usuários deu nota 10, mas a segunda nota mais votada foi 1, no extremo oposto. Um dos usuários que deu ao desenho nota 1 se justificou em uma resenha intitulada “A série é para garotinhas”. “Estava me sentindo nostálgico, e quando ouvi que a Netflix ia reimaginar ‘She-Ra’ pensei em dar uma chance. Assisti a quatro episódios antes de perceber que esse programa não era para mim. Apenas para esclarecer: o programa é terrível”, escreveu. Outro reclamou: “Quando as pessoas dizem ‘é um programa para crianças’, isso é verdade apenas até certo ponto. Sem todos nós, fãs da verdadeira ‘She-Ra’ do passado, os que fizeram dela o nosso mundo quando NÓS éramos crianças, nem valeria a pena refazer este desenho!”, reclamou outro fã. Mas houve quem percebesse que a atração sempre foi voltada para crianças, inclusive nos anos 1980. “Eu tenho quase 40 anos, e assistir ao desenho com a minha filha de 7 anos é ótimo. Ela ama o programa e eu também. Ler essas resenhas horríveis me faz perceber que pessoas da minha geração são burras. Se você quer ver o desenho original, com a animação e dublagens ruins, então vá assisti-lo. Essa reinvenção é fantástica. E exatamente o que essa geração de jovens precisa”, opinou outro usuário. Em meio aos protestos, também se viu reações similares a quem defende, no Brasil, a chamada “Escola sem Partido”, reclamando da agenda de gênero da série. “Isto é horrível, não é a She-Ra. Faça personagens de seios pequenos em suas próprias criações e pare de destruir tudo. O desenho não passa de outra desculpa para envenenar as crianças. Assisti um único episódio e foi difícil. Não há criatividade, apenas uma agenda esquisitona”, reclamou um dos que deu nota 1.

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