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  • Série

    Gillian Anderson viverá Margaret Thatcher na série The Crown

    20 de janeiro de 2019 /

    A atriz Gillian Anderson (de “Arquivo X”) entrou no elenco da série “The Crown” no papel da ex-Primeira Ministra Margaret Thatcher. No entanto, a sua aparição acontecerá apenas na 4ª temporada. Assim, os espectadores terão que esperar até 2020 para ver a sua interpretação da Dama de Ferro. A Netflix ainda nem sequer agendou a estreia da 3ª temporada, prevista para este ano. Os episódios da próxima temporada vão apresentar um elenco completamente diferente. Todos os atores foram trocados para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou sua trama na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. O elenco central trará Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth II, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) como a princesa Margaret, Ben Daniels (série “The Exorcist”) como Antony Armstrong-Jones, o controverso marido da princesa, Marion Bailey (“Aliados”) como a Rainha Mãe, Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“O Reino de Deus”) como Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) no papel de Camilla Parker Bowles, namorada, amante e atual mulher de Charles.

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  • Filme

    Atrizes de Sabrina e Transformers vão estrelar adaptação de Deixe a Neve Cair na Netflix

    20 de janeiro de 2019 /

    A Netflix definiu o elenco da adaptação de “Deixe a Neve Cair”. O livro de John Green (“A Culpa é das Estrelas”) vai ganhar vida com Kiernan Shipkman (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Isabela Moner (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Shameik Moore (“Homem-Aranha no Aranhaverso”) e Odeia Rush (“Dumplin’”). Além deles, o elenco coadjuvante ainda destaca Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Miles Robbins (“Halloween”), Mitchell Hope (“Descendentes”), Liv Hewson (“Santa Clarita Diet”), Anna Akana (“You Get Me”) e Joan Cusack (“Shameless”). A história se passa na noite de Natal, quando uma tempestade de neve transforma uma pequena cidade americana no cenário de três encontros românticos. No livro, cada um desses encontros é narrado em um conto separado, assinado por autores diferentes – além de Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle. As filmagens estão marcadas para as próximas semanas com direção de Luke Snellin, que fará sua estreia em longas após dirigir episódios de séries britânicas como “Wanderlust” e “The A Word”. A produção é de Dylan Clark, que recentemente ajudou a levar “Bird Box” à Netflix. Anteriormente, Green teve dois livros adaptados por Hollywood, “A Culpa é das Estrelas”, que virou filme bem-sucedido em 2014, e “Cidades de Papel”, em 2015. A Fox ainda planeja filmar “Tartarugas Até Lá Embaixo”, sem previsão de estreia. “Deixe a Neve Cair” deve ser lançado no próximo Natal.

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  • Filme

    Bird Box não é o fim do mundo, mas lembra o Fim dos Tempos

    19 de janeiro de 2019 /

    “Bird Box” não é o pior filme do mundo. É uma “Tela Quente” bem mais interessante que “Fim dos Tempos” (2008), aquela porcaria do M. Night Shyamalan, que vem aí de novo com “Vidro”. Ele é um diretor bem mais talentoso e com um repertório narrativo cheio de soluções visuais mais criativas que a dinamarquesa Susanne Bier. Mas colocou Mark Wahlberg para falar com uma planta em “Fim dos Tempos”, enquanto Sandra Bullock não passa vergonha em “Bird Box” e sabe atuar. Claro que, quando a referência imediata vem de um filme ruim que quase ninguém lembra que viu, a coisa não pode ser muito bonita. Mas também não precisa vendar os olhos para encarar “Bird Box”, porque Sandra Bullock é uma mulher capaz de tudo. Poucas atrizes sabem transitar entre drama e comédia com tamanha eficiência e experiência para segurar qualquer filme nas costas, atraindo praticamente toda a atenção do público. E ainda tem uma garotinha sensacional no elenco, a pequena notável Vivien Lyra Blair, além do talento promissor de Trevante Rhoades, de “Moonlight”, embora John Malkovich, Sarah Paulson e Jackie Weaver aparecem apenas pela obrigação de manter as contas em dia. “Bird Box” é sobre algo que surge do nada e que não pode ser visto, então, leva as pessoas a cometer suicídio. Alienígenas? Entidades malignas? A câmera não mostra e é melhor assim. Talvez seja uma metáfora para a depressão, o medo que de nós mesmos e da possível e consequente desistência da vida. Ótimo que o espectador possa entender “Bird Box” como quiser, afinal arte é uma experiência bem pessoal. E a analogia sobre depressão não é absurda, pois a jornada da personagem de Sandra envolve sua aceitação da maternidade, solução que representa sua própria razão para viver. Pena que a diretora Susanne Bier dilua qualquer simbologia em prol do melodrama e de uma história mais convencional. Fica a sensação de que o roteiro de Eric Heisserer (“A Chegada”), baseado no livro de Josh Malerman, precisava de um olhar mais profundo para traduzir a reflexão que parece ter repercutido mais em quem leu a obra original. Em vez disso, a trama prefere investir nos momentos clichês da estupidez humana, que existem em nove de cada dez filmes que flertam com o terror – como abrir portas para estranhos no meio do caos, ver uma notícia sobre suicídio em massa na Rússia e ignorar o fato como se fosse a coisa mais normal do mundo, e correr por uma floresta com os olhos vendados só para tomar inúmeros tombos. Para se arriscar em um território tão explorado é preciso desbravar fronteiras e percorrer caminhos jamais percorridos. Não é o que faz Susanne Bier que, numa era não muito distante, conquistou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Em um Mundo Melhor” (2010). Era de se esperar mais dela. Especialmente após outro filme com temas mais ou menos similares ir muito além e se destacar em 2018, o excelente “Um Lugar Silencioso”.

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  • Série

    O Método Kominsky: Renovação da série inspira vídeo divertido com Michael Douglas e Alan Arkin

    19 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo para anunciar a renovação da série de comédia “O Método Kominsky” (The Kominsky Method), estrelada por Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Alan Arkin (“A Pequena Miss Sunshine”). O vídeo traz os dois protagonistas conversando informalmente sobre a série durante uma refeição, e o resultado divertido ajuda a explicar o sucesso da atração – para quem entende inglês, ao menos, já que a plataforma não disponibilizou versão legendada. Lançada há apenas dois meses, “O Método Kominsky” já venceu dois Globos de Ouro, como Melhor Série de Comédia e Melhor Ator de Comédia (Douglas). Engraçada, dramática, sensível e tocante, a atração acompanha a amizade dos dois protagonistas, enquanto adentram a idade da solidão, frustração com os filhos e tristeza pela morte dos entes queridos. Na trama, Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de elencos. Alan Arkin interpreta o antigo agente de Kominsky, Norman, que na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série acompanha os altos e baixos dessa amizade. A série é produzida por Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”) e seu elenco também inclui Sara Baker (“Um Pequeno Favor”) e Nancy Travis (“Last Man Standing”), e participações de Lisa Edelstein (“House”), Emily Osment (“Young & Hungry”), Graham Rogers (“Quantico”), Danny Devito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ann-Margret (“Dois Velhos Rabugentos”), Jay Leno (“A Garagem de Jay Leno”), Patti LaBelle (“Star”) e Ashleigh LaThrop (“Cinquenta Tons de Liberdade”), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que começará a ser gravada no final do mês em Los Angeles e será menor, com apenas oito episódios.

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  • Série

    Trailer do final de Unbreakable Kimmy Schmidt revela participações especiais

    18 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer dos episódios finais de “Unbreakable Kimmy Schmidt”. A prévia mostra várias participações especiais, de Jon Bernthal (“O Justiceiro”) a Zachary Quinto (“Star Trek”), mas o foco é mesmo em Kimmy (Ellie Kemper), Titus (Tituss Burgess), Jacqueline (Jane Krakowski) e Lilian (Carol Kane), que começam a se despedir do público. Criada por Tina Fey e Robert Carlok, ambos de “30 Rock”, “Unbreakable Kimmy Schmidt” foi a primeira sitcom de meia hora da Netflix e rapidamente se tornou um dos programas mais aclamados da plataforma de streaming. Até o momento, ganhou 16 indicações ao Emmy, incluindo como Melhor Série de Comédia para suas três primeiras temporadas. A comédia também viralizou com paródias da cultura pop e canções como “Pinot Noir” que acumularam seguidores nas redes sociais. Os últimos episódios de “Unbreakable Kimmy Schmidt” chegam na Netflix no dia 25 de janeiro, mas há planos para continuar a história num filme.

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  • Série

    Ratched: Sharon Stone e Cynthia Nixon entram na nova série de Ryan Murphy

    18 de janeiro de 2019 /

    Um dos produtores mais poderosos das séries americanas, Ryan Murphy (“American Horror Story”) adicionou mais star power em sua próxima atração. As atrizes Sharon Stone (“Instinto Selvagem”) e Cynthia Nixon (“Sex and the City”) vão reforçar o elenco de “Ratched”, série sobre a juventude da enfermeira sádica do clássico “Um Estranho no Ninho”, filme premiado de Milos Forman. Seus papéis não foram reveladas, mas elas se juntam a um elenco de respeito na atração da Netflix, que inclui Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”, Hunter Parrish (“Weeds”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”), além de Sarah Paulson (“Bird Box”) no papel-título. A história da série vai se iniciar em 1947, acompanhando a jornada que transformou uma enfermeira inocente num “verdadeiro monstro”, conforme visto no filme de 1975. A trama vai revelar a progressão de seus assassinatos, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental. O ator Michael Douglas, que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, será um dos produtores executivos da série ao lado de Murphy. Mas a criação do projeto partiu de um roteirista inexperiente, Evan Romansky, que escreveu o roteiro do piloto e ofereceu no mercado. O texto acabou caindo nas mãos de Murphy, que organizou um “pacote de talentos” e foi ao mercado, gerando um frenesi entre os interessados. “Rachted” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Steve Carell vai estrelar série descrita como “The Office no espaço”

    18 de janeiro de 2019 /

    Steve Carell fechou um contrato milionário para voltar a estrelar uma série. Não é o revival que os fãs aguardam, mas o ator trabalhará novamente com Greg Daniels, o criador da versão americana de “The Office”. Intitulada “Space Force”, a série, por sinal, está sendo definida como “‘The Office’ no espaço”. A ideia de Daniels foi inspirada numa novidade do governo de Donald Trump, que no ano passado anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Inicialmente, Daniels pretendia discutir o projeto com o mercado, mas assim que soube que “Space Force” poderia ser estrelada por Carell, a Netflix correu para adquirir seus direitos, pagando uma fortuna para trazer o ator à bordo e impedindo um leilão. É que “The Office” é uma das maiores audiências da plataforma de streaming. Os valores não foram revelados, mas a revista The Hollywood Reporter especula que Carell receberá o salário mais alto já pago para um ator por episódio de série, superando os vencimentos dos astros de “The Big Bang Theory”. Carell e Daniels vão coproduzir a série com Howard Klein, que também produziu “The Office”. E embora nenhum roteiro tenha sido escrito, a Netflix já divulgou um teaser do projeto, que explica que “o objetivo da nova divisão militar é ‘defender satélites de ataques’ e ‘realizar outras missões espaciais relacionadas’… ou algo assim. Esta é a história dos homens e das mulheres que precisam descobrir isso”. Além de “Space Force”, Carell assinou para aparecer como convidado na 1ª temporada da série jornalística sem título que vai juntar Jennifer Aniston e Reese Witherspoon na Apple. Nenhuma das duas atrações tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Netflix chega a 139 milhões de assinantes com crescimento acima das expectativas

    18 de janeiro de 2019 /

    A Netflix superou sua estimativa de crescimento e adicionou 8,8 milhões de assinantes a seu serviço de streaming no último trimestre de 2018, um aumento de 33% em relação ao mesmo período do ano anterior, informou a companhia em relatório divulgado na quinta-feira (17/1) para o mercado financeiro. O número esperado era de 7,6 milhões de pessoas. A grande parte de novos usuários veio de fora dos Estados Unidos (7,3 milhões), um crescimento de 42%. Por conta disso, a empresa registrou 29 milhões de novos assinantes em 2018, contra 22 milhões em 2017. A empresa encerrou o ano com 139 milhões de assinantes em todo o mundo. E, para o primeiro trimestre de 2019, projeta acrescentar mais 8,9 milhões de novos assinantes, 8% de crescimento no comparativo anual. Apesar disso, a receita cresceu menos que o esperado: 27% em relação ao ano anterior, para US$ 4,19 bilhões. Assim, seu lucro caiu para US$ 134 milhões, queda de 28% em relação aos US$ 186 milhões de 2017. Em reação a esses valores, a Netflix anunciou que o serviço de streaming ficará mais caro nos Estados Unidos. O plano básico passará de cerca de US$ 11 para US$ 13. No Brasil, a assinatura segue com o mesmo valor. “Mudamos os preços de tempo em tempo para continuar investimento em bom entretenimento e melhorando a experiência da Netflix”, disse em relatório financeiro. Para garantir a manutenção de clientes e novas assinaturas, a Netflix vai seguir apostando na multiplicação de conteúdos originais. O relatório revelou que seu filme “Bird Box” foi visto por 80 milhões de pessoas em quatro semanas, e que séries novas como “Você” e “Sex Education” tem expectativa de atingir 40 milhões no mesmo período. Mas os números elevados não devem se perpetuar. A partir deste ano, a Netflix passará a ter concorrentes de peso no streaming como os novos serviços da WarnerMedia, Disney e Apple.

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  • Série

    O Método Kominsky é renovada para a 2ª temporada

    17 de janeiro de 2019 /

    A Netflix demorou, mas renovou a série de comédia “O Método Kominsky” (The Kominsky Method), estrelada por Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Alan Arkin (“A Pequena Miss Sunshine”). A série estreou em novembro e, desde então, venceu dois Globos de Ouro, como Melhor Série de Comédia e Melhor Ator de Comédia (Douglas). Engraçada, dramática, sensível e tocante, a atração acompanha a amizade dos dois protagonistas, enquanto adentram a idade da solidão, frustração com os filhos e tristeza pela morte dos entes queridos. Na trama, Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de elencos. Alan Arkin interpreta o antigo agente de Kominsky, Norman, que na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série acompanha os altos e baixos dessa amizade. A série é produzida por Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”) e seu elenco também inclui Sara Baker (“Um Pequeno Favor”) e Nancy Travis (“Last Man Standing”), e participações de Lisa Edelstein (“House”), Emily Osment (“Young & Hungry”), Graham Rogers (“Quantico”), Danny Devito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ann-Margret (“Dois Velhos Rabugentos”), Jay Leno (“A Garagem de Jay Leno”), Patti LaBelle (“Star”) e Ashleigh LaThrop (“Cinquenta Tons de Liberdade”), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que começará a ser gravada no final do mês em Los Angeles e será menor, com apenas oito episódios.

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  • Série

    Você e Sex Education são os novos fenômenos de público da Netflix

    17 de janeiro de 2019 /

    Depois de surpreender com a revelação da audiência inicial de “Bird Box”, a Netflix divulgou novos números de sucessos recentes. Segundo os dados da empresa, as séries “Você” (You) e “Sex Education” são os novos fenômenos da plataforma. Ambas foram vistas ou estão prestes a ser vistas por mais de 40 milhões de pessoas em suas primeiras semanas no serviço. O número mágico, pelo visto, ronda os 40 milhões. O público de “Bird Box” foi revelado quando o filme atingiu 45 milhões em sua primeira semana. Atualmente, está a caminho de atingir 80 milhões de telespectadores. Os dados foram revelados no novo relatório da Netflix para o mercado financeiro, que também afirma que a série espanhola “Elite” foi vista por 20 milhões, a italiana “Baby”, a inglesa “Segurança em Jogo” (Bodyguard) e a turca “O Último Guardião” (The Protector) foram vistos por 10 milhões. Das novas produções, vale lembrar que “Você” foi exibida na TV americana antes de chegar na Netflix. E foi um fracasso, tanto que seria cancelada se a Netflix não tivesse salvado a série e assumido a produção de sua 2ª temporada. Em sua passagem pelo canal pago Lifetime, “Você” tinha uma média ao vivo de 611 mil telespectadores! Com reprises e gravações digitais, chegava a 1,1 milhão. Mas ao chegar na Netflix explodiu. A empresa conta como “espectador” quem completa pelo menos 70% de um único episódio de uma série (ou 70% de um filme). Por isso, a audiência média de cada episódio provavelmente não seja tão alta. Embora a Netflix não divulgue publicamente números completos da audiência de seu conteúdo, as revelações seletivas ajudam a jogar luz sobre o que está funcionando na plataforma.

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  • Filme

    Netflix compra suspense com dois astros dos Vingadores e diretor “brasileiro”

    17 de janeiro de 2019 /

    A Netflix adquiriu os direitos de exibição de “The Devil All the Time”, filme do diretor semi-brasileiro Antonio Campos (“Christine”) estrelado por uma constelação de astros, entre eles dois Vingadores: Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Chris Evans (“Capitão América: Guerra Civil”), além de Robert Pattinson (“Crepúsculo”), Mia Wasikowska (“A Colina Escarlate”), Tracy Letts (“The Sinner”), Bill Skarsgard (“It: A Coisa”) e Eliza Scanlen (“Sharp Objects”). Para completar o time de astros, o produtor é Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), que não deve aparecer na frente das câmeras. Nascido e criado em Nova York, Campos nunca viveu no Brasil, mas o nome denuncia sua origem. Ele é filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (do programa “Manhattan Connection”) e da produtora indie americana Rose Ganguzza (“Margin Call”, “Versos de um Crime”), e vem se destacando com filmes bem avaliados no circuito de festivais desde sua estreia, “Buy It Now” (2005), premiada no Festival de Cannes. Ele também dirigiu “Depois da Escola” (2008), “Simon Assassino” (2012) e “Christine” (2016), sempre gerando comentários positivos, além de ter assinado os primeiros episódios das duas temporadas da série “The Sinner”. Seu novo filme é a adaptação do livro de Donald Ray Pollock, inédito no Brasil, que foi lançado em Portugal com o título “Sempre o Diabo”. A trama é um suspense que envolve diversos habitantes de uma cidadezinha americana, a fictícia Knockemstiff, em Ohio. Os protagonistas são Willard Russell e seu filho. Enquanto busca desesperadamente uma forma de salvar sua mulher doente, o pai se volta para as preces, enquanto seu filho se transforma de antiga vítima de bullying num homem que toma decisões ousadas. A trama também inclui o corrupto xerife local, um casal de serial killers e um pastor que começa a duvidar de sua fé. “The Devil All the Time” ainda não tem data de lançamento definida.

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  • Série

    Star Trek: Discovery revela nova abertura e fotos dos personagens da 2ª temporada

    16 de janeiro de 2019 /

    A plataforma CBS All Access divulgou fotos dos personagens principais, incluindo surpresas e novidades, e o vídeo da abertura da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que pode ser visto abaixo sem os créditos que acompanharão sua exibição na série. As novidades entre os personagens são o Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos), que desembarca da Enterprise para comandar a Discovery, e Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), seu oficial de ciências, que também é irmão adotivo da protagonista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green). Já as surpresas incluem o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), que morreu na temporada inaugural, a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh), que retorna após escapar do Universo Espelho (uma dimensão alternativa onde a Federação representa o mal), e Ash Tyler (Shazad Latif), afastado da Discovery após se revelar um klingon infiltrado. Completam a lista os tripulantes Saru (Doug Jones), Paul Stamets (Anthony Rapp) e Sylvia Tilly (Mary Wiseman). Além destes, a série também introduzirá a Número 1, oficial da Enterprise, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e uma tripulante chamada Jett Reno, interpretada pela comediante Tig Notaro (“One Mississippi”). A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro nos Estados Unidos, data que é homenagem à nave Enterprise, da série clássica “Star Trek”, cujo registro é NCC-1701. O primeiro episódio, por sinal, trará o encontro entre a Discovery e a Enterprise. Todos os capítulos serão disponibilizada semanalmente no Brasil pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.

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  • Série

    Data de estreia da 2ª temporada de Star Trek: Discovery é homenagem à nave Enterprise

    16 de janeiro de 2019 /

    A nova temporada de “Star Trek: Discovery” estreia nesta quinta, dia 17 de janeiro, nos Estados Unidos. E o detalhe é que não se trata de uma data aleatória. Trata-se de uma referência à série clássica, conhecida no Brasil como “Jornada nas Estrelas”. A abreviatura da data, 17.01 corresponde ao registro da nave Enterprise, que é NCC-1701. Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (versão 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. O capitão original da Enterprise, Christopher Pike, será o novo capitão da Discovery a partir da 2ª temporada. E ele virá acompanhado por outros dois personagens clássicos, saídos do piloto original de “Star Trek”, gravado em 1964, que acabou recusado e refeito em 1966 com novo elenco. A tripulação original só ficou conhecida porque acabou resgatada num episódio especial da 1ª temporada da atração dos anos 1960, intitulado “The Cage”, que incluiu as cenas do piloto num longo flashback. Pike é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos), sua primeira oficial, conhecida como Número 1, por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e, como todo trekker sabe, a Enterprise original ainda inclui um oficial de ciências chamado Sr. Spock,. Ele mesmo, que vai aparecer em interpretação de Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck (vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos”, em 1963). A estreia da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” na Netflix acontece no dia seguinte, na sexta-feira (18/1). A plataforma seguirá disponibilizando os demais episódios da temporada com um dia de diferença em relação ao lançamento nos Estados Unidos.

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