Nova série animada de Godzilla ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Godzilla Ponto Singular”, nova série animada do rei dos monstros gigantes japoneses, que conta uma nova história original – sem relação com os três longas animados do personagem, que foram lançados pela plataforma entre 2017 e 2018. Realizada em estilo anime, a série conta com design de personagens de Kazue Kato (“Blue Exorcist”) e um novo Godzilla desenhado pelo lendário animador do estúdio Ghibli Eiji Yamamori (“Princesa Mononoke”, “A Viagem de Chihiro”, etc). A direção é de Atsushi Takahashi (diretor assistente do clássico “A Viagem de Chihiro”, vencedor do Oscar de Melhor Animação em 2003). Assim como todos conteúdos envolvendo Godzilla, a produção executiva está a cargo da Toho Company, que detém os direitos do monstro. A estreia está marcada para o mês de junho.
Produtora ficou chocada com reação de fãs à saída de Regé-Jean Page de “Bridgerton”
A produtora do fenômeno “Bridgerton”, Shonda Rhimes, se disse “chocada” com a reação dos fãs à saída de Regé-Jean Page da série. Ele não vai voltar ao papel do encantador Duque de Hastings nas próximas temporadas. “Fiquei realmente em choque, porque isso geralmente acontece quando eu mato um personagem. Tipo, a gente não o matou, ele ainda está vivo!”, disse Rhimes em entrevista à revista Vanity Fair, lembrando sua predileção por remover personagens de forma trágica – conforme visto em “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”. A dona da produtora Shondaland confirmou que o contrato de Regé-Jean Page sempre foi de apenas uma temporada, mas após o sucesso da série ela tentou convencê-lo a aparecer em alguns episódios da 2ª temporada. Entretanto, ele se negou. Ela elogiou o ator e também a si mesma ao comentar a repercussão conquistada pelo Duque de Hastings na série. “Ele é um ator poderoso e incrível, e isso significa que fizemos o nosso trabalho — em todas as temporadas, o nosso trabalho é encontrar as pessoas certas para montar esse romance maravilhoso e impactante”. Para concluir, ela voltou a se dizer surpresa com a comoção dos fãs. “Não sei se eu esperava toda essa explosão, porque cada um dos livros foca em um romance diferente. Como seria o futuro desse casal? Sério: o que o Regé-Jean faria, sabe? Já demos o ‘felizes para sempre’ deles! E agora temos um novo casal chegando”. Embora tenha criado “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, Rhimes não assina a criação de “Bridgerton”. O desenvolvimento ficou a cargo do roteirista-produtor Chris Van Dusen, funcionário da Shondaland, que trabalhou nas séries anteriores da produtora. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e foi renovada nesta terça-feira (13/4) até a 4ª temporada. Os primeiros episódios levaram às telas “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e termina casada com Simon Basset (Regé-Jean Page), o Duque de Hastings. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Simone Ashley (de “Sex Education”) já foi escalada como a improvável noiva na nova história romântica da produção.
Army of the Dead: Zumbis mutantes de Zack Snyder ganham trailer legendado
A Netflix divulgou novos pôsteres e o aguardado trailer legendado de “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, filme de zumbis de Zack Snyder. A prévia revela que a volta do diretor de “Liga da Justiça” ao subgênero dos zumbis é mais “Resident Evil” que “The Walking Dead”. Isto porque os mortos-vivos parecem mutantes, demonstrando inteligência e supervelocidade. Além disso, não há como minimizar a presença de um tigre zumbificado. “Estão pegando pesado” é a reação do personagem de Garrett Dillahunt, ator com experiência com as criaturas, tendo estrelado “Fear the Walking Dead”. Nunca é demais lembrar que Snyder foi um dos primeiros cineastas a filmar mortos-vivos velocistas em “Madrugada dos Mortos” (2004), remake do clássico “Despertar dos Mortos” (1978), que apesar de bem feitinho desagradou o diretor do filme original, o mestre George A. Romero, por alterar as características de seus famosos canibais lentos. Em “Army of the Dead”, um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis – a epidemia estaria supostamente restrita a Vegas. O elenco inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”), Theo Rossi (“Luke Cage”), a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”) e Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”) – que substituiu Chris D’Elia (“Undateable”) em refilmagens, após o ator sofrer acusações de abuso sexual. A estreia está marcada para 21 de maio.
Netflix revela trailer de documentário sobre Chadwick Boseman
A Netflix divulgou o trailer de um documentário sobre o ator Chadwick Boseman. Intitulado “Chadwick Boseman: Portrait of an Artist”, o filme traz depoimentos do ator, que realizou seus últimos trabalhos para a plataforma de streaming, antes de morrer em agosto passado, aos 43 anos, vítima do câncer. A produção também inclui declarações de colegas, como Danai Gurira, que contracenou com Boseman em “Pantera Negra”, Viola Davis, com quem ele trabalhou em seu último filme, “A Voz Suprema do Blues”, e o diretor Spike Lee, que o dirigiu em seu penúltimo desempenho, “Destacamento Blood”. Para Lee, o ator tinha “um peso e uma aura” incomparáveis. E o próprio Boseman se define no filme: “As pessoas dizem que eu sou um ator. Eu não diria isso, necessariamente. Eu diria que sou um artista”. O lançamento do documentário está marcada para 17 de abril, oito dias antes do Oscar 2021, onde Chadwick Boseman pode vencer o troféu póstumo de Melhor Ator por sua performance em “A Voz Suprema do Blues”. A cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA está marcada para 25 de abril.
Netflix renova “Bridgerton” até a 4ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “Bridgerton” até sua 4ª temporada, em post publicado em sua conta oficial do Twitter. Trata-se de uma decisão bastante antecipada. Atualmente, a série está produzindo a sua 2ª temporada. “Esta renovação para duas temporadas é um voto de confiança em nosso trabalho, e me sinto grata por ter parceiros tão criativos e colaborativos quanto a Netflix. Estamos felizes por poder continuar trazendo o mundo dos Bridgerton para a audiência internacional da plataforma”, disse a produtora Shonda Rhimes, em comunicado. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes. A renovação garante a adaptação de quase metade de toda a obra. Os primeiros episódios levaram às telas “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e termina casada com Simon Basset (Regé-Jean Page), o Duque de Hastings. Infelizmente, Regé-Jean Page já adiantou que não voltará à série, embora a trama continue a abordar a família de sua esposa. A adaptação do segundo volume, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”, contará apenas com o retorno de Phoebe Dynevor em pequena participação. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Simone Ashley (de “Sex Education”) foi escalada como a improvável noiva. Eu tô só a Daphne lendo as últimas novidades da Lady Whistledown. A 3ª e 4ª temporadas de Bridgerton estão confirmadas. 🐝 👑 pic.twitter.com/jlC8lp1DfX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 13, 2021
Diretores de “Vingadores: Ultimato” vão produzir série de terror
O canal pago Epix, empresa do grupo MGM, anunciou a produção de “From”, uma série de terror que reúne um supertime de produção. A série é o primeiro resultado de uma acordo de desenvolvimento firmado há dois anos entre as produtoras AGBO, criada pelos irmãos Joe e Anthony Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”), e a Midnight Radio, que reúne quatro produtores-roteiristas: Josh Appelbaum, André Nemec (ambos de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma”), Jeff Pinkner e Scott Rosenberg (dos dois recentes “Jumanji”). Criada por John Griffin (roteirista de um episódio do reboot de “Além da Imaginação/Twilight Zone”), a série gira em torno do mistério de uma cidade de pesadelo no centro dos EUA, que prende todos aqueles que nela entram. Enquanto os residentes relutantes procuraram uma saída, eles também devem sobreviver às ameaças da floresta a seu redor – incluindo as criaturas aterrorizantes que surgem quando o sol se põe. “’From’ vai entregar momentos de suspense, terror e angústia, ao mesmo tempo em que conta uma história verdadeiramente envolvente com personagens ricos”, disse Michael Wright, presidente do Epix, que também foi recentemente nomeado presidente do departamento de Scripted Television da MGM. “Estamos entusiasmados em trabalhar com John Griffin e esta talentosa equipe criativa para trazer a série para o nosso público.” Os quatro primeiros episódios serão dirigidos por Jack Bender, indicado ao Emmy de Melhor Direção pelas séries “Lost” e “Game of Thrones”. As gravações vão começar em maio em Halifax, no Canadá, visando uma estreia em 2022 no Epix. Já o público brasileiro poderá acompanhar a série pela Netflix, que adquiriu seus direitos de exibição fora dos Estados Unidos
Diretor de “Kong: Ilha da Caveira” vai filmar versão live-action de “Gundam”
A Netflix anunciou ter assumido a produção de um filme live-action baseado no anime clássico “Mobile Suit Gundam”. Em desenvolvimento desde 2018, o filme da Legendary Pictures terá roteiro de Brian K. Vaughan, premiado criador dos quadrinhos de “Saga”, “Y: O Último Homem” e “Fugitivos”, e direção de Jordan Vogt-Roberts, de “Kong: Ilha da Caveira” (2017). A trama de “Mobile Suit Gundam”, ou simplesmente “Gundam”, passa-se em um futuro no qual a humanidade deixou a Terra e se espalhou por várias colônias espaciais. Quando uma dessas colônias tem o poder usurpado por uma família tirânica, tem início uma batalha protagonizada por robôs gigantes pelo destino da raça humana. Lançada originalmente em 1979, a franquia criada pelo animador Yoshiyuki Tomino é creditada por popularizar os mecha nos desenhos japoneses de ficção científica, por ter sido a primeira a apresentar robôs pilotáveis como armas militares. Graças a esse pioneirismo, “Gundam” é considerado a grande inspiração para tudo o que veio depois, inclusive “Círculo de Fogo”, a sci-fi de Guillermo del Toro que foi produzida, justamente, pela Legendary. Popular até hoje, “Gundam” continua a render séries de TV (já passaram de uma dezena), além de inúmeros spin-offs, filmes para o mercado de home video, mangás e video games. Ainda não há data de lançamento definida para a versão live-action americana. Veja abaixo o trailer do desenho original.
Elite: Teaser revela data de estreia da 4ª temporada
A Netflix divulgou um teaser da 4ª temporada de “Elite”, em que os protagonistas fazem caras e bocas, para divulgar a data de estreia dos novos capítulos da série espanhola: 18 de junho. De forma coreografada, o vídeo mostra algumas interações entre os atores que servem de ensaio sobre os conflitos que virão a seguir. Entre as cenas, Cayetana (Georgina Amorós) se aproxima de um novo rapaz, Samuel (Itzan Escamilla) e Guzmán (Miguel Bernardeau) parecem disputar uma garota novata e o estreante Manu Rios mostrou que se meterá no meio da relação de Omar (Omar Shanaa) e Ander (Arón Piper). Além de Manu Rios (de “Chiringuito de Pepe”), a 4ª temporada trará mais três alunos novos ao colégio de Las Encinas, vividos por Carla Díaz (“El Príncipe”), Martina Cariddi (“O Guardião Invisível”) e o estreante Pol Granch (cantor revelado pelo “X Factor” espanhol). Paralelamente, a série criada por Carlos Montero e Darío Madrona não terá as voltas de Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério) e Álvaro Rico (Polo) e ainda perderá mais dois integrantes de seu elenco fixo ao longo dos próximos capítulos. Itzán Escamilla e Omar Ayuso, intérpretes de Samuel e Omar, anunciaram que saem da produção no quarto ano. Mas isso não significa que a série está chegando ao fim. A 5ª temporada já está engatilhada e marcará a estreia do brasileiro André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel pelas séries “Juacas” e “Bia”.
Público considera Esquadrão Trovão um dos piores filmes da Netflix
Fracasso de crítica, com apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes, a comédia “Esquadrão Trovão” também está sendo destruída pelo público nas redes sociais. “Esquadrão Trovão” traz Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”) como super-heroínas e representa a quinta parceria de McCarthy com seu marido, o ator Ben Falcone, que resolveu virar diretor e roteirista após se casar com a estrela. Por coincidência, todos os filmes que ele escreveu e dirigiu compõem o Top 5 dos piores trabalhos de McCarthy – os demais são “Tammy” (2014), “A Chefa” (2016), “Alma da Festa” (2018) e “Superinteligência” (2020). Além de atestar a ruindade do filme, usuários do Twitter listam roteiro e atuação como razões para “Esquadrão Trovão” ser o pior lançamento da Netflix em 2021. Dezenas de comentários negativos ainda trazem promessas de nunca mais assistir a um filme de Ben Falcone, enquanto buscam decidir qual das parcerias com o marido é “a mais horrível” da carreira de McCarthy. Claro que também há quem ache que, por ser tão ruim, o filme na verdade é ótimo. Veja abaixo os comentários do público – e alguns críticos – , a maioria em inglês. Quem não conhece o idioma, basta saber que “awful”, “horrible” e “terrible” são sinônimos de horrível, “bad” é simplesmente ruim e “no funny” e “unfunny” significam sem graça. Conte quantas vezes essas expressões aparecem nos tuítes para ter uma ideia do desastre. Detalhe: teve gente que adorou e chama quem não gostou de “chato”. agora q o embargo caiu posso falar sobre a bomba q é #EsquadrãoTrovão Claro minhas expectativas não eram das maiores, mas pensei q pelo menos eu iria me divertir. Ahá! Até acho Melissa McCarthy engraçada, mas não ri em quase nenhum momento. Tudo muito ruim e embaraçoso. pic.twitter.com/k4rgTwqvI4 — Miguel (@mpmorales) April 9, 2021 Do assistindo o filme #EsquadraoTrovao mds que filme ruim com ótimas atrizes — euwenddy (@_EuWendel) April 10, 2021 Meu Deus que Bomba #EsquadraoTrovao pic.twitter.com/mlDG2rCNGG — slavesofpop (@Slavesofpop_) April 10, 2021 Já assisti muito filme ruim mas este aqui tá de parabéns conseguiu superar todos parabéns nota 0 #EsquadraoTrovao pic.twitter.com/CjkSSVrtOl — Flávio Nicácio (@flavionicacioo) April 9, 2021 Melissa McCartney Porquê Fez isso comigo? Que bomba esse filme. #EsquadraoTrovao pic.twitter.com/KnfbExduda — Danllourenco (@danllourenco) April 10, 2021 um elenco bom não consegue salvar um filme ruim, esse filme #EsquadraoTrovao uma bomba! 😖 — 𝗥𝗼𝗱𝗿𝗶𝗴𝗼 𝗩𝗮𝗿𝗴𝗮𝘀 (@rodrigo_vargas) April 11, 2021 #EsquadraoTrovao fui tentar assistir e desisti de tão chato que é Zzz — Junior (@osvaldojr_) April 11, 2021 Que decepção de filme 🤦🏽♀️ #EsquadraoTrovao — Keila✨ (@Keila_llid) April 11, 2021 Não assistam #EsquadraoTrovao. É muito chato, gente. — Rodrigo Alves (@RodrigoP_Alves) April 11, 2021 Alguém precisa descobrir qual podre que o Ben Falcone tem contra a Melissa McCarthy pra sempre conseguir colocar ela pra protagonizar essas bostas que ele dirige como #EsquadrãoTrovão — Eduardo Silva (@Edu_Sacer) April 11, 2021 Will never watch a Ben Falcone movie again. Holy smokes Thunder Force is awful 😞 I mean holy crap that’s bad.#ThunderForce #Netflix — Kevin ⚒⚒⚒ Wesley (@Kalel12Wesley) April 10, 2021 Thunder Force – Just awful, no plot, not funny. Spencer is slumming it.1/5#filmreview #film #NETFLIX — 10 Word Film Review (@10WordFilmRevi1) April 10, 2021 Wait until you watch Thunder Force. Ugh. It’s awful. Where are the writers? — jamokequeen (@jamokequeen) April 10, 2021 @JeffDLowe Thunder Force 17/100 . Horrible writing , horrible acting — Chris (@hanning_c) April 10, 2021 I kinda knew Thunder Force was going to be uneventful, but it was horrible. #ThunderForce #Netflix — Toni Braxton left booty cheek. (@Ayoowenzde) April 10, 2021 Just left a review of the movie Thunder Force on IMDb. It was awful and cringy. If you’re a fan of Melissa McCarthy then you can tolerate it. Octavia Spencer was horrible, not the role for her. — koach_dbailey (@DbaileyKoach) April 10, 2021 I'm only half way through Thunder Force, but it's already one of the most painfully unfunny and cringeworthy movies I've ever seen. Melissa McCarthy has done it again, folks. pic.twitter.com/y36vgGnMIU — Cynical Reviews (@Cynical_CJ) April 10, 2021 I swear to God I’ve never seen a man holding his wife back limiting her talents than Ben Falcone to Melissa McCarthy. They made five movies together AND THEYVE NEVER GOTTEN BETTER. pic.twitter.com/8bYGfveJNc — Rendy Jones (@Rendy_Jones) April 10, 2021 Well Thunder Force was pretty terrible. It’s not particularly funny, nor does it contain any competent action. A big fail 👎🏼 — Scott Weatherly (@Scottweatherly) April 9, 2021 Thunder force is such a terrible movie lmao — nana, (@fatiabdullah_) April 9, 2021 “Thunder Force”: since the good cast involved, I was hoping, at least, to have a few laughs. No. It’s just really bad in everything. Don’t waste your time. — Matteo Pansa (@Cmdr_Cody) April 10, 2021 Thunder Force on Netflix is one of the worst movies I’ve ever seen I haven’t even finished it yet — Hector Zeroni (@jhutcherdad) April 10, 2021 Thunder Force is the best worst movie I’ve ever seen. It’s so fucking terrible it’s amazing. — Adam ☘️🇵🇸 (@AdamRosenbucket) April 10, 2021 Every so often you need to watch a truly bad movie to help appreciate the good ones. Thunder Force is the bad movie I wish I hadn’t just sat through. But I guess I’ll appreciate whatever I watch next! — Brock Wager (@BrockWager) April 10, 2021 Vcs tão falando mal desse filme mesmo? Vsf gente chataaaaa #EsquadraoTrovao — Henrique (@HenriKairo) April 9, 2021
The Crown: Matt Smith e Tobias Menzies homenageiam o Príncipe Philip
Os atores Matt Smith e Tobias Menzies, que interpretaram o Príncipe Philip nas duas primeiras fases (e quatro temporadas) de “The Crown”, reagiram à morte do marido da Rainha Elizabeth II. Philip ficou 28 dias internado e precisou passar por um procedimento no coração para se recuperar. Seu estado de saúde não era bom e ele piorou severamente entre quinta e sexta-feira (9/4), quando morreu aos 99 anos no Castelo de Windsor. Em uma declaração ao programa “Today”, Matt Smith disse: “Gostaria de oferecer minhas condolências a Sua Majestade a Rainha e à Família Real. O príncipe Philip era o cara. E ele sabia disso. 99 e fora, mas que innings (período de atividade). E que estilo. Obrigado pelo seu serviço, meu velho – não será o mesmo sem você. ” Tobias Menzies, por sua vez, preferiu tuitar sua reação. “Se eu sei alguma coisa sobre o duque de Edimburgo, tenho quase certeza de que ele não gostaria que um ator que o retratou na TV desse sua opinião sobre sua vida, então deixarei isso para Shakespeare. ‘Ó bom velho! Quão bem em ti aparece o serviço constante do mundo antigo…’ Descanse em paz. ”
O Legado de Júpiter: Super-Heróis da nova série da Netflix ganham pôsteres
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres da série “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar e Frank Quitely. As imagens destacam cinco personagens, com destaque para a família central da trama. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas e navega por uma dinâmica complexa de família, poder e lealdade. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, na tentativa de provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. O elenco é encabeçado por Josh Duhamel (“Transformers”), Leslie Bibb (“Homem de Ferro”), Ben Daniels (“The Exorcist”), Elena Kampouris (“Antes que Eu Vá”), Andrew Horton (“Como Falar com Garotas em Festas”), Mike Wade (“SEAL Team”), Ian Quinlan (“Gotham”), Tyler Mane (“X-Men”) e Matt Lanter (“90210”). A atração é a primeiro adaptação de quadrinhos da Millarworld desde que a Netflix comprou a editora em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming, mas o primeiro projeto, “Magic Order”, foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. Com oito episódios, a 1ª temporada tem estreia marcada para 7 de maio.
Séries online: Confira as 10 melhores estreias desta semana
Entre as atrações da semana, o destaque entre as séries online é uma produção que chega apenas no domingo (11/4) e no velho esquema dos episódios semanais. Só que “The Nevers” chama mais atenção pelos detalhes que cercam seus bastidores do que por sua suposta qualidade. Para começar, não é exatamente material típico da HBO, mas o tipo de atração que só faz sentido no contexto de ampliação de catálogo almejado pela AT&T após sua aquisição da Warner, visando conteúdo para streaming. “The Nevers” é uma fantasia juvenil convencional, que pode ser descrita como os X-Men (ou X-Women) na era vitoriana, além de reciclar os clichês de “a(s) escolhida(s)” (agora, as “tocadas”) que marcam as séries de Joss Whedon – de “Buffy: A Caça-Vampiros” a “Dollhouse”. O fato de possivelmente ser a última série de Whedon também exerce uma fascinação mórbida. Trata-se da exibição dos vestígios finais da carreira de um produtor-roteirista-cineasta que já foi cultuado, antes de cair em desgraça. O criador da série nem sequer tem sido mencionado na campanha de divulgação, após ser afastado em meio a denúncias de abuso e assédio moral, feitas por atores de “Liga da Justiça” e da própria “Buffy”. Embora Whedon continue creditado, após dirigir o piloto, ele foi desligado do programa no sexto episódio, que representa metade da temporada inaugural. A semana também traz “Outros” (Them), mistura de terror e drama racial passado nos anos 1950 (ao estilo de “Lovecraft Country”), e uma boa série sueca baseada na trilogia “Dinheiro Fácil” (Snabba Cash). O sucesso do primeiro longa, de 2010, ultrapassou a Europa e levou o diretor Daniel Espinosa e o ator Joel Kinnaman a seus primeiros contratos em Hollywood. A versão da Netflix foi desenvolvida pelo roteirista Oskar Söderlund (criador de “Greyzone”) e o escritor Jens Lapidus, autor dos livros originais em que a trama se baseia, e se passa em Estocolmo dez anos depois dos eventos mostrados no terceiro longa, “Dinheiro Fácil: Vida de Luxo” (2013). Para quem gosta de séries documentais, a dica é “A Corrida das Vacinas”, da Globoplay, que traz farto material exclusivo e joga luz sobre como as autoridades brasileiras lidaram com a necessidade de vacinar a população durante a pandemia. Deve ser candidato forte às premiações do Emmy Internacional no final do ano. Confira abaixo os trailers e a relação do Top 10 das séries disponibilizados em streaming nesta semana. The Nevers | EUA | 1ª Temporada (HBO Go) Os Outros | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Dinheiro Fácil: A Série | Suécia | 1ª Temporada (Netflix) Balthazar | França | 1ª Temporada (Globoplay) 1 Contra Todos | Brasil | 4ª Temporada (Globoplay) Reunião de Família | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Fresh Off The Boat | EUA | 6 Temporadas (Disney+) As Visões da Raven | EUA | 4 Temporadas (Disney+) Gokushufudou: Tatsu Imortal | Japão | 1ª Temporada (Netflix) A Corrida das Vacinas | Brasil | Minissérie (Globoplay)
Netflix fecha contrato por exclusividade dos filmes da Sony em streaming
A Netflix fechou um acordo para disponibilizar o catálogo e lançamentos da Sony Pictures exclusivamente na plataforma de streaming. Para títulos novos, o acordo de vários anos entrará em vigor em 2022, quando chegam aos cinemas filmes como “Morbius”, “Uncharted” e a sequência de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Com o negócio, a Netflix, que tem gasto bilhões para construir um catálogo próprio em antecipação à perda de conteúdo para os serviços de streaming próprios dos estúdios, terá acesso também ao catálogo de quase um século da Columbia, além de produções de terror recentes da Screen Gems. O negócio também permitirá à plataforma exibir filmes de personagens da Marvel, que tinham ficado fora de seu alcance com o lançamento da Disney+. Por sinal, isso pode azedar a relação entre a Disney e a Sony para futuros projetos conjuntos, prejudicando a continuidade do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mas “Spider-Man: No Way Home”, a sequência de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, ficou de fora do acordo por chegar aos cinemas ainda em 2021. Em contrapartida ao acesso do catálogo, a Netflix também se comprometeu a financiar vários filmes novos do estúdio, que serão lançados diretamente para streaming. O anúncio ainda reforça que a produção cinematográfica da Sony “continuará no volume atual”. O contrato é uma forma da Sony capitalizar seu conteúdo e conseguir lucrar com produção para streaming, já que, ao contrário de todos os outros estúdios grandes e médios de Hollywood, da Disney à Lionsgate, não possui uma plataforma digital própria. O pior é que tinha, mas, por falta de visão de mercado, vendeu a pioneira Crackle para uma produtora de conteúdo de autoajuda em 2019. “Na Sony Pictures, produzimos alguns dos maiores sucessos de bilheteria e os filmes mais criativos e originais da indústria. Este empolgante acordo demonstra ainda mais a importância desse conteúdo para nossos parceiros de distribuição, à medida que aumentam sua audiência e oferecem o melhor em entretenimento”, disse Keith Le Goy, presidente de distribuição mundial da Sony, em comunicado sobre o negócio. Scott Stuber, diretor de filmes da Netflix, acrescentou: “Isso não apenas nos permite trazer uma lista impressionante de franquias de filmes amados e lançar novas propriedades para a Netflix nos Estados Unidos, mas também estabelece uma nova fonte de filmes inéditos para os amantes de cinema da Netflix em todo o mundo.”












