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  • Filme

    Yasuke: Anime sobre o primeiro samurai negro ganha novo trailer

    27 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer de “Yasuke”, série animada sobre o primeiro samurai negro da História. De acordo com a sinopse oficial: “Ele veio da África para lutar ao lado de um poderoso senhor feudal no violento Japão do século 16 – e se tornou uma lenda”. Coprodução nipo-americana, o projeto foi desenvolvido por LeSean Thomas, diretor e animador da série “Black Dynamite”, e tem produção do estúdio Mappa, responsável por animes como “Dorohedoro” e a temporada final de “Ataque dos Titãs”. Já a dublagem original destaca o ator americano Lakeith Stanfield (indicado ao Oscar 2021 por “Judas e o Messias Negro”) como a voz do personagem-título. Vale lembrar que Yasuke também ganharia um filme, que seria estrelado por Chadwick Boseman (“Pantera Negra”), mas a morte do ator jogou o projeto no limbo. A estreia de série está marcada para quinta-feira (29/4) na Netflix. Veja abaixo o trailer dublado em português e a versão original com a voz de LaKeith Stanfield.

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  • Série

    Quem Matou Sara?: Trailer apresenta 2ª temporada da série mais popular da Netflix em 2021

    27 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Quem Matou Sara?”, thriller mexicano que se tornou a série mais popular da plataforma no primeiro trimestre de 2021, com uma estimativa de 55 milhões de visualizações de assinantes em seu primeiro mês de lançamento. Criação de José Ignacio Valenzuela (“La Hija Prodiga”), “Quem Matou Sara?” gira em torno da vingança de um homem que passou 18 anos preso injustamente pelo assassinato da irmã. Ao ser libertado, Alex Guzmán (Manolo Cardona) decide se vingar da família Lazcano, que o culpou pelo crime, e descobrir quem realmente matou sua irmã Sara (Ximena Lamadrid). O que ele não imaginava é que a busca por provas o levaria a se apaixonar por Elisa (Carolina Miranda), filha de seu principal suspeito, e perceber que os muitos segredos de Sara são seu principal obstáculo para chegar à verdade. A série foi lançado em 24 de março e renovada quase imediatamente, três dias após chegar em streaming. A 2ª temporada estreia no dia 19 de maio.

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  • Etc

    Viola Davis festeja primeiro Oscar vencido por cabeleireiras negras

    27 de abril de 2021 /

    O Oscar que premiou a primeira atriz sul-coreana e a primeira cineasta chinesa também fez História ao consagrar as responsáveis pela maquiagem e cabelo do filme “A Voz Suprema do Blues”. Mia Neal e Jamika Wilson foram as primeiras mulheres negras indicadas na categoria em 93 anos de premiação. E saíram premiadas. Ao festejar a vitória de sua “posse” (turma), a atriz Viola Davis publicou em seu Instagram fotos da comemoração do Oscar, um vídeo com os discursos históricos da conquista e imagens do processo de maquiagem e penteado que envolveu a criação de sua personagem no filme. “Não há absolutamente nenhuma palavra para descrever o quanto estou feliz por elas”, ela ainda escreveu. Ao falar para a Vogue americana, Jamika Wilson, cabeleireira pessoal de Viola Davis desde 2008, disse que o Oscar foi uma experiência surreal, com sair do próprio corpo. “Eu não consigo acreditar nisso. É uma grande honra e bênção. Não era o meu objetivo ser indicada para um prêmio, queria apenas trabalhar e fazer o meu melhor”. Na mesma conversa, Neal revelou detalhes dos bastidores do filme. Disse que recebeu a “permissão” de Viola para focar na personagem e não na atriz. “Ela não estava preocupada em como apareceria nas filmagens. Ela queria que oferecessemos ao público a mesma experiência que Ma Rainey sentia ao cantar”, contou. Ela e Jamika Wilson trabalharam juntas por meses para chegar ao resultado exibido na Netflix. Ao todo, Neal criou mais de 100 perucas para todos os personagens, inclusive uma peça produzida com crina de cavalo, porque a verdadeira Ma Rainey usava peruca de crina de cavalo nos anos 1920. Os fios foram importados da Inglaterra e chegaram aos Estados Unidos cobertos de esterco e ovos de piolho. Para tornar o material utilizável, Neal protegeu-se com roupas de plástico, untou os cabelos com óleo inúmeras vezes e ferveu o material. Depois do processo, as mechas amoleceram, mas continuaram encaracoladas, explicando a razão da artista optar por este produto. Além das duas profissionais, Sergio Lopez-Rivera, maquiador pessoal de Davis, também recebeu o prêmio. “A Voz Suprema do Blues” ainda venceu o Oscar de Melhor Figurino, conquistado pela veterana Ann Roth, de 89 anos. Foi ela quem conseguiu fotos originais de Ma Raney para compartilhar com as cabeleireiras. “Existem apenas sete fotos da verdadeira Ma Rainey e eu só consegui encontrar duas online”, disse Neal. “Agora percebo como trabalhar com uma equipe criativa foi importante”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por VIOLA DAVIS (@violadavis)

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  • Série

    Terminam as gravações da 3ª temporada de “Você”

    27 de abril de 2021 /

    O Instagram oficial da série “Você” (You), da Netflix, anunciou o final das gravações da 3ª temporada. A divulgação foi acompanhada por uma foto de bastidores do ator Penn Badgley, que vive o psicopata Joe Goldberg. A imagem chama atenção por um detalhe: a cadeira utilizada pelo ator é identificada com o nome “stalker” (perseguidor), uma alusão ao seu personagem. “Não se preocupe, ficamos de olho em Joe o tempo todo”, acrescenta o texto. A série é inspirada na coleção literária de Caroline Kepnes e conta com produção de Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por YOU (@younetflix)

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  • Série

    Novo teaser de “Elite” promove trisal da 4ª temporada

    26 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou um novo teaser da 4ª temporada de “Elite”, que promove a formação de um trisal. Omar (Omar Ayuso) e Ander (Arón Piper) terão a companhia do estreante Manu Rios, que chega para balançar o casal original e aumentar a temperatura LGBTQIA+ da série espanhola. Além de Manu Rios (de “Chiringuito de Pepe”), a 4ª temporada trará mais três alunos novos ao colégio de Las Encinas, vividos por Carla Díaz (“El Príncipe”), Martina Cariddi (“O Guardião Invisível”) e o estreante Pol Granch (cantor revelado pelo “X Factor” espanhol). Em compensação, a série criada por Carlos Montero e Darío Madrona não terá as voltas de Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério) e Álvaro Rico (Polo) e ainda perderá mais dois integrantes de seu elenco fixo ao longo dos próximos capítulos. Itzán Escamilla e Omar Ayuso, intérpretes de Samuel e Omar, anunciaram que saem da produção no quarto ano. Mas isso não significa que a série está chegando ao fim. A 5ª temporada já está começou a ser produzida e marcará a estreia do brasileiro André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel por “Juacas” e “Bia”. A 4ª temporada de “Elite” tem estreia marcada para 18 de junho.

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  • Série

    “Master of None” muda tudo na 3ª temporada

    26 de abril de 2021 /

    A Netflix revelou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “Master of None”, que, além de chegar quatro anos após a temporada anterior, sugere uma série completamente diferente. Se o vídeo não tivesse a marcação “Master of None T3” seria difícil até fazer a ligação com a série original, a começar pela inclusão de um título inesperado na produção: “Momentos” (ou “Moments in Love” na versão original estendida). A prévia foca na relação lésbica entre a coadjuvante Denise (Lena Waithe) e sua parceira Alicia (Naomi Ackie), ignorando completamente as aventuras românticas do protagonista Dev Shah, personagem do criador da série, Aziz Ansari. O próprio Ansari aparece brevemente sem diálogos no trailer, mas assina a direção dos episódios. Ele também compartilha os roteiros com Waithe. A mudança de foco reflete uma decisão pessoal de Ansari, que buscou sair dos holofotes após ter seu nome envolvido numa denúncia de assédio no auge do movimento #MeToo. O problema foi apenas uma encontro romântico ruim de 2017, mas ele ficou surpreso e decidiu deixar a série esfriar. A denúncia foi publicada sob o título “Eu fui num encontro com Azis Ansari, que se tornou a pior noite da minha vida” no site Babe. Com apenas cinco episódios, a 3ª temporada de “Master of None” vai estrear em 23 de maio.

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  • Filme

    Netflix revela trailer de comédia de Carnaval sem pandemia

    26 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Carnaval”, comédia que devia se chamar micareta, pois vai estrear em junho no streaming. As imagens são gatilho, como anuncia a própria prévia, pois abusam das aglomerações. É que as filmagens começaram antes da pandemia. Na trama, a influenciadora digital Nina descobre um vídeo de traição do namorado sendo viralizado e, para superar o término, ela usa seus contatos para viajar para Salvador no Carnaval, junto das três melhores amigas, com tudo pago. A premissa lembra comédias de “Viagens das Garotas” recentes de Hollywood, inclusive “Ibiza”, outra produção com locação festiva e turística da Netflix. Apostando em “influencers”, o elenco destaca Flávia Pavanelli (“As Aventuras de Poliana”), GKay (“Os Roni”), Giovanna Cordeiro (“Socorro, Virei uma Garota!”), Bruna Inocencio (“Bom Sucesso”) e Samya Pascotto (“Todas as Mulheres do Mundo”), além de Micael (“Rebelde BR”) e o cantor Jean Pedro (“Tungstênio”) como interesses românticos. O filme tem direção de Leandro Neri (“Socorro, Virei uma Garota!”), que também escreveu o roteiro com Audemir Leuzinger (“Vestida para Casar”) e Luisa Mascarenhas (autora do livro “A Vida Virtual como Ela É”). O lançamento chega à plataforma em 2 de junho.

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  • Filme

    Com recorde de prêmios, Oscar 2021 reconhece qualidade dos filmes de streaming

    26 de abril de 2021 /

    O streaming foi o principal vencedor do Oscar 2021. Graças à pandemia, a distribuição digital consolidou-se como forma utilizada por um número recorde de filmes premiados. Líder do mercado, a Netflix também liderou as plataformas no Oscar, conquistando sete troféus por cinco filmes na noite de domingo (26/4) – e vencendo a categoria de Melhor Documentário pelo segundo ano consecutivo. A Amazon Prime Video ganhou outros dois prêmios por “O Som do Silêncio. Com títulos originalmente feitos para o cinema, a Disney+ e a HBO Max atingiram o mesmo número com “Soul” e “Judas e o Messias Negro”, embora o segundo longa também tenha sido disponibilizado simultaneamente nas salas de exibição. Além disso, a Hulu também distribuiu o vencedor do Oscar “Nomadland” nos EUA, em paralelo ao circuito cinematográfico. Seja qual for a conta – se apenas os 7 da Netflix ou os 16 prêmios totais – , a quantidade de troféus conquistados por filmes distribuídos em streaming eclipsa o recorde anterior de quatro vitórias estabelecidas pela Netflix nas cerimônias realizadas em 2017 e 2019. Em um ano atípico, a Academia permitiu que mais filmes exibidos em streaming disputassem o Oscar, sem ter pelo menos a contrapartida de uma semana de exibição nas salas de cinema. E até agora os organizadores da premiação não indicaram se esse processo excepcional será interrompido ou mantido no próximo ano, podendo virar uma norma regular daqui para frente. Independente de ser ou não exceção, a premiação inevitavelmente reconheceu a qualidade dos lançamentos digitais, dificultando que argumentos contrários à sua incorporação no Oscar possam prosperar no futuro.

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    Oscar 2021 abre mais espaço para streaming e diversidade

    25 de abril de 2021 /

    A disputa do Oscar 2021 é um retrato da situação do mercado cinematográfico atual, impactado pela pandemia de coronavírus, em que faltam blockbusters e cada vez mais filmes são lançados diretamente em streaming. O título com mais indicações, “Mank”, é da Netflix. E dos oito que disputam a categoria principal, apenas um foi produzido por um grande estúdio tradicional, “Judas e o Messias Negro”, da Warner. A retração do mercado causada pela covid-19 sepultou todos os argumentos contra o streaming, que tinha um detrator declarado em Steven Spielberg. O famoso cineasta chegou a esboçar um movimento para barrar produções do gênero no Oscar. Mas a natureza agiu de forma inesperada, mudando o destino da humanidade e da Academia. A pandemia também precipitou um grande aumento na compra de Smart TVs de tamanho família, diminuindo as diferenças entre as telas grandes do cinema e as da sala de estar. A questão de se o Oscar estaria pronto para aceitar o streaming foi superada com as 35 indicações conquistadas pela Netflix, um total não visto desde a “era de ouro” da Miramax de Harvey Weinstein, que acumulou 40 em 2003. Além disso, só o streaming tem apostado no mais cinematográfico de todos os formatos: o filme em preto e branco. Após produzir dessa forma o premiado “Roma”, de Alfonso Cuarón, a Netflix emplacou o preto e branco “Mank”, de David Fincher, na disputa de Melhor Filme. Antes da Netflix, o último filme em preto e branco a disputar – e vencer – o Oscar tinha sido “O Artista” em 2012, uma produção francesa. O último longa americano foi “A Lista de Schindler” em 1994 – dirigido adivinhe por quem? – , de Steven Spielberg. A falta de blockbusters também resgatou a participação do cinema independente na premiação da Academia. Desde a consagração de “Moonlight”, em 2017, os indicados vinham privilegiando produções de distribuição ampla e grandes bilheterias. A vitória de “Parasita”, no ano passado, foi notável não apenas por destacar um filme estrangeiro, mas por destoar do sucesso comercial de todos os demais concorrentes, a começar pelo longa com mais indicações, “Coringa” (US$ 1 bilhão nas bilheterias). A guinada pós-“Moonlight” se deu por pressão da rede ABC, que exibe o Oscar na TV americana, em reação à queda da audiência da cerimônia. Por conta disso, a Academia chegou até a cogitar, brevemente, a inclusão de uma categoria de Oscar de Filme Popular, mas abandonou as discussões após o tema se provar controverso entre seus membros. Com a relação dos indicados deste domingo (25/4), com excesso de filmes indies de distribuição precária devido à pandemia, a ABC já espera pelo inevitável recorde negativo. Mas até que ponto bilheteria realmente representa público em 2021? O Oscar também servirá para avaliar se o streaming é um fator diferencial. Com muitos candidatos disponíveis na Netflix, Amazon, Disney Plus e até em VOD, o público dos EUA (e em certa medida também do Brasil) tem, na verdade, maior acesso aos indicados – e no conforto do lar. O fato de o streaming e o cinema indie voltarem a ser temas principais das discussões acerta do Oscar revela outro detalhe da premiação deste ano: como ela se distanciou das críticas do #OscarSoWhite. Os questionamentos raciais ficaram para outros prêmios, enquanto a Academia avança cada vez mais em sua política de inclusão. O Oscar 2021 marca muitos avanços. Pela primeira vez, um longa com uma equipe de produtores totalmente negra, “Judas e o Messias Negro”, está sendo recebida na competição de Melhor Filme. Pela primeira vez, um intérprete de descendência asiática, Steven Yeun (“Minari”), e um muçulmano, Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”), vão concorrer ao prêmio de Melhor Ator. E pela primeira vez duas mulheres, Chloé Zhao (“Nomadland”) e Emerald Fennell (“Bela Vingança”), disputarão o Oscar de Melhor Direção – prêmio até hoje vencido apenas por uma cineasta, Kathryn Bigelow por “Guerra ao Terror” em 2010. Chloé Zhao, a diretora de “Nomadland”, ainda entrou na lista seleta de cineastas com quatro indicações individuais num único ano – número inferior apenas à façanha do fenômeno Walt Disney, indicado seis vezes em 1954. Para aumentar a representatividade, Chloé Zhao é chinesa. E pelo segundo ano consecutivo (depois de “Parasita” no ano passado), um filme com um elenco central composto por atores de ascendência coreana, “Minari”, vai disputar a categoria principal. De fato, o impulso por maior diversidade não se limitou a raça, gênero e até idade, seguindo ainda a inclinação recente da Academia para se tornar um órgão mais internacional. Isto pode ser visto na inclusão do grande cineasta dinamarquês Thomas Vinterberg na disputa de Melhor Direção por “Druk – Mais uma Rodada” (que também foi nomeado como Melhor Filme Internacional), no lugar de nomes como Aaron Sorkin, por “Os Sete de Chicago”, ou Regina King, por “Uma Noite em Miami”. Neste contexto, vale reparar que “Collective”, de Alexander Nanau, vencedor da Competição Internacional do É Tudo Verdade 2020, tornou-se não só o primeiro longa romeno a disputar o prêmio de Melhor Filme Internacional, mas também o segundo título já nomeado simultaneamente para esta categoria e Melhor Documentário, depois do turco-macedônio “Honeyland” no ano passado. Entre os intérpretes, o falecido Chadwick Boseman é favoritíssimo a vencer um Oscar póstumo de Melhor Ator por seu desempenho no último papel de sua carreira, em “A Voz Suprema do Blues”. O fato dele levar vantagem numa categoria que ainda inclui Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) e Steven Yeun (“Minari”), além de reconhecer os veteranos Anthony Hopkins (“Meu Pai”) e Gary Oldman (“Mank”), serve de resumo para o tamanho da inclusão e diversidade atingidos pelos Oscar 2021. Mesmo assim, ainda não é o Oscar ideal, por continuar a deixar conservadores ditarem pauta comportamental e barrar alguns dos melhores candidatos. Impossível esquecer como eleitores conservadores transformaram o medíocre “Crash” em Melhor Filme de 2005 ao se recusarem a assistir ao principal candidato, “O Segredo de Brokeback Mountain”, por ser um romance gay. Ainda mais porque a história voltou se repetir em 2021, com muitos votantes se recusando a considerar “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” por retratar o aborto adolescente. Premiado nos festivais de Sundance e Berlim, entre outros, o filme da cineasta Eliza Hittman não foi lembrado em nenhuma categoria do Oscar 2021. Detalhe: com 99% de aprovação em mais de 220 resenhas avaliadas no Rotten Tomatoes, “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” supera com folga as supostas qualidades da grande maioria dos candidatos ao prêmio principal da noite deste 25 de abril, inclusive de “Nomadland”, o grande favorito, que atingiu “apenas” 94% na média das avaliações dos críticos da América do Norte e do Reino Unido. Os vencedores da premiação serão conhecidos durante a transmissão televisiva, marcada para começar a partir das 20h nos canais pagos TNT e TNT Séries e na plataforma TNT Go. A rede Globo também vai exibir o Oscar 2021, mas só levará a cerimônia ao ar após o “Big Brother Brasil”, em sua reta final.

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  • Etc,  Filme

    Brasileira faz parte da equipe de “Mank” que concorre ao Oscar 2021

    24 de abril de 2021 /

    Uma cenógrafa brasileira integra o time de profissionais do filme “Mank”, produção da Netflix dirigida por David Fincher, que disputa o Oscar 2021 neste domingo (25/4). Daniela Medeiros já recebeu, inclusive, reconhecimento do Sindicato dos Diretores de Arte, levando para casa seu ADG Award como integrante da equipe de “Mank”, premiada com o troféu de Melhor Direção de Arte em Filme de Época do ano. Formada em Arquitetura e Urbanismo e Design de Mobiliário em Curitiba, onde também fez um curso de cinema, ela se mudou para Los Angeles em 2013, a princípio para um mestrado no American Film Institute. Como surgiram convites de trabalho, em filmes da Marvel como “Thor: Ragnarok” e “Homem-Formiga e a Vespa”, ela acabou ficando em Hollywood, onde também trabalhou em “Godzilla II: Rei dos Monstros” e na série “Star Trek: Picard”, entre muitos outros projetos. Em “Mank”, ela foi responsável pelos desenhos de três sets diferentes, que levaram os espectadores de volta aos anos 1930, num trabalho de reconstituição que foi materializado em um grande galpão no centro de Los Angeles. Por conta da pandemia, que restringiu o número de participantes do Oscar, a premiação destacou apenas dois profissionais, chefes de departamento, para acompanhar a cerimônia. Daniela não foi convidada e deve torcer em casa sozinha. Ao todo, “Mank” tem 10 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, mas é favorito apenas na categoria em que a curitibana trabalhou, disputando o prêmio de Melhor Design de Produção com “Meu Pai”, “A Voz Suprema do Blues”, “Relatos do Mundo” e “Tenet”. A artista brasileira está atualmente envolvida nas produções do filme de super-herói “Adão Negro”, para a Warner Bros., e da fábula “Pinóquio, da Disney. Quem quiser conhecer melhor seu trabalho está convidado a visitar seu Instagram, onde ela detalha etapas da produção cenográfica, das plantas arquitetônicas ao visual finalizado das cenas cinematográficas. Clique abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DANIELA MEDEIROS (@danielamedeiros_)

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  • Série

    Estrelada por Ewan McGregor, minissérie sobre o estilista Halston ganha imagens

    24 de abril de 2021 /

    O produtor Ryan Murphy (“Pose”, “American Horror Story”) divulgou em seu Instagram o pôster e as fotos de personagens de sua nova atração na Netflix, a minissérie “Halston”, baseada na vida badalada do estilista Roy Halston Frowick na Nova York da era disco. As imagens, inclusive, imitam fotos de polaroides tiradas na famosa casa noturna Studio 54. Halston foi um dos maiores nomes da moda dos anos 1970. Seus designs minimalistas e limpos, muitas vezes feitos de cashmere ou ultrasuede, tornaram-se um fenômeno nas discotecas e redefiniram a moda americana. Mas ele perdeu toda a sua fortuna com problemas financeiros na década seguinte e morreu de Aids logo em seguida, nos anos 1990, aos 57 anos de idade. O protagonista é vivido por Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) e o elenco ainda inclui Krysta Rodriguez (“Daybreak”), que viverá Liza Minnelli, Rebecca Dayan (“Noviciado”) como Elsa Peretti, Bill Pullman (“The Sinner”) como David Mahoney, o venezuelano Gian Franco Rodriguez (“Simón”) como Victor Hugo, David Pittu (“A História Verdadeira”) com Joe Eula, Sullivan Jones (“The Looming Tower”) como Ed Austin, Rory Culkin (“Waco”) como o cineasta Joel Schumacher, Kelly Bishop (“Gilmore Girls”) como Eleanor Lambert, e Vera Farmiga (“Invocação do Mal”) como Adele. Com cinco episódios, a minissérie também ganhou previsão de estreia: 14 de maio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)

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  • Série

    Séries online: Prepara-se para cultuar “Sombra e Ossos” – e outras estreias

    23 de abril de 2021 /

    Os lançamentos da semana tem séries cultuadas e outras que vão virar cult, como “Sombra e Ossos”, uma produção de fantasia épica com construção de mundo envolvente, figurino luxuoso, design de produção caprichado, efeitos visuais impressionantes e um elenco atraente. E o que é melhor: ao contrário de seus predecessores na Netflix, esta adaptação de coleção literária juvenil consegue superar os livros em que se baseia, ao deixar no papel os clichês cansados ​​e sexistas do material de origem para trazer à tela escolhas ousadas, que permitem usufruir sem ressalvas de seu universo abrangente. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo, a série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov (vivida pela estreante Jessie Mei Li) descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Entre as atrações com fama estabelecida de cult, a seleção destaca as quatro primeiras (de cinco) temporadas de “iZombie”, os três anos de produção do desenho “Gárgulas” (que inclui um spin-off) e a atração tailandesa “Lutando Contra Fantasmas” (remake da sul-coreana “Hey Ghost, Let’s Fight”). Em contraste com as opções sobrenaturais, há ainda o suspense espanhol “El Embarcadero” com Álvaro Morte (o Professor de “La Casa de Papel”) e a curiosidade de rever (ou conhecer) a primeira série da carreira de Zendaya (protagonista ao lado de então já experiente Bella Thorne), com a disponibilização de duas (de um total de três) temporadas de “No Ritmo”. Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores séries selecionadas entre os lançamentos em streaming desta semana.     Sombra e Ossos | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     iZombie | EUA | 4 Temporadas (Globoplay)     Lutando Contra Fantasmas | Tailândia | 1ª Temporada (Netflix)     Gárgulas | EUA | 3 Temporadas (Disney+)     Zero | Itália | 1ª Temporada (Netflix)     O Golpe do Amor | Reino Unido | Minissérie (Globoplay)     El Embarcadero | Espanha | 2 Temporadas (Starzplay)     A Million Little Things | EUA | 3ª Temporada (Globoplay)     No Ritmo | EUA | 2 Temporadas (Disney+)     A Vida em Cores com David Attenborough | EUA | 1ª Temporada (Netflix)

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  • Filme

    Disney fecha acordo e filmes do Homem-Aranha vão aparecer na Disney+

    21 de abril de 2021 /

    A Disney anunciou nesta quarta (21/4) ter chegado a um acordo com a Sony para trazer os novos filmes da franquia “Homem-Aranha” e outros lançamentos do estúdio para a Disney+, Hulu (Star+ no Brasil) e seus vários canais de televisão. O contrato foi fechado após a Netflix ser mais rápida e obter exclusividade das produções da Sony por 18 meses. Com o acordo, a Disney vai virar a terceira janela dos filmes da Sony, após eles passarem nos cinemas e serem disponibilizados na Netflix e/ou por serviços de VOD (vídeo sob demanda). O negócio inclui produções que serão lançadas entre 2022 e 2026 e prevê que a Disney começará a oferecer os novos filmes a partir de 2023. Entre as obras com lançamento agendado no período estão o filme da Marvel “Morbius”, a adaptação do livro best-seller “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e o thriller “Bullet Train”, com Brad Pitt, além de nova parte da franquia “Bad Boys”. Filmes anteriores do Homem-Aranha também fazem parte do contrato, assim como animações e outras produções populares do estúdio – “Hotel Transilvânia”, “Jumanji”, etc. Os termos financeiros do negócio não foram revelados.

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