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  • Série

    Netflix revela teaser da primeira série animada de “O Menino Maluquinho”

    23 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou nas redes sociais o teaser da primeira série animada do “O Menino Maluquinho”. A adaptação do personagem de Ziraldo foi anunciada na manhã desta terça (23/11) durante o evento “Mais Brasil na Tela”, promovendo as produções nacionais da plataforma. “O Menino Maluquinho” foi originalmente um livro infantil de mesmo nome publicado em 1980, que se tornou um fenômeno de vendas e inspirou o lançamento de histórias em quadrinhos do personagem, publicadas pelas editoras Abril e Globo, de 1989 até 2007. As histórias giram em torno de uma criança alegre e sapeca – ou, como descreve o primeiro parágrafo do livro original, “um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés”. Cheio de imaginação, o personagem adora aprontar e viver aventuras com os amigos, e diferencia-se por usar um panelão na cabeça, como se fosse um capacete ou chapéu. Antes da série da Netflix, ele já tinha ganhado duas adaptações live-action para o cinema. Ainda não há previsão para a estreia da série animada. Pode chamar a família toda pra sentar no sofá e assistir A PRIMEIRA série de animação de O Menino Maluquinho. Estreia em breve.❤️🍳 pic.twitter.com/oTrraywRaN — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021

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  • Série

    Incêndio da Boate Kiss vai virar minissérie da Netflix

    23 de novembro de 2021 /

    Uma das maiores tragédias da história do Brasil vai virar minissérie da Netflix. A plataforma anunciou nesta terça-feira (23/11) que está desenvolvendo uma produção dramática sobre o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2013. A história dos sobreviventes e dos familiares foi contada no livro “Todo Dia a Mesma Noite” (2018), da jornalista Daniela Arbex, e agora vai virar uma minissérie em cinco capítulos da Netflix. A novidade foi anunciada na manhã de hoje durante o evento “Mais Brasil na Tela”, promovendo as produções nacionais da plataforma. A escritora estará envolvida no projeto como consultora de roteiro dos cinco episódios, que serão escritos por Gustavo Lipsztein (“O Paciente – O Caso Tancredo Neves”) e dirigidos por Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”). O incêndio na Boate Kiss aconteceu em 27 de janeiro de 2013 causado pelo uso de um artefato pirotécnico em ambiente fechado. Além de custar a vida de 242 pessoas, deixou outras 680 feridas. Segundo as investigações, a casa noturna funcionava com mais pessoas do que a capacidade permitida. Quase nove anos depois, o julgamento dos donos da casa noturna e integrantes da banda que usou pirotecnia ainda não aconteceu. Por coincidência, está marcado para iniciar na semana que vem, dia 1 de dezembro. A minissérie não teve cronograma de produção divulgado, mas o lançamento provavelmente acontecerá no aniversário de 10 anos da tragédia. A minha nova minissérie Todo Dia a Mesma Noite conta a história real do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria – RS, em que 242 pessoas morreram em 2013. A série é baseada no livro da autora Daniela Arbex, que traz mais de 100 entrevistas com pessoas conectadas à tragédia. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021

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  • Série

    “Sintonia” é renovada para 3ª temporada

    23 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Sintonia” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito pelas redes sociais nesta terça (23/11), acompanhando imagens inéditas de comemoração do trio protagonista Jottapê Carvalho (MC Doni), Bruna Mascarenhas (Ritinha) e Christian Malheiros (Nando). Os três vivem amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências em caminhos muito divergentes, até perceberem que precisam um do outro. A atração produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, teve sua 2ª temporada disponibilizada em 27 de outubro. Não há previsão para a estreia dos novos capítulos. ⚠️ Urgente ⚠️Acabei de sair de uma ligação com a advogada do Nando e ela mandou avisar que Sintonia foi renovada para a 3ª temporada!!! 😎💥 pic.twitter.com/nvZfvIR8xZ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021

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  • Filme

    Larissa Manoela pode ouvir pensamentos no trailer de sua nova comédia na Netflix

    22 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Lulli”, terceira comédia estrelada por Larissa Manoela na plataforma. Depois de “Modo Avião” (2020) e “Diários de Intercâmbio” (2021), ela embarca no humor fantasioso ao encarnar uma estudante de Medicina que toma um choque nos primeiros dias de residência e passa a ouvir os pensamentos de todos ao seu redor. O filme também marca uma nova parceria de Larissa com a escritora Thalita Rebouças após “Fala Sério, Mãe!” (2017). Desta vez, porém, não se trata da adaptação de um livro, mas um roteiro original escrito em parceria com Renato Fagundes (“Modo Avião”). O elenco ainda conta com Sérgio Malheiros (“Cinderela Pop”), Amanda de Godoi (“Malhação”), Vinícius Redd (“Perrengue”), Yara Charry (“Velho Chico”) e Paula Possani (“Assédio”), entre outros. Com direção de César Rodrigues (também de “Modo Avião”), “Lulli” estreia em 26 de dezembro.

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  • Série

    Julia Garner vive golpista no teaser da nova série da criadora de “Grey’s Anatomy”

    22 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Inventando Anna” (Inventing Anna), minissérie estrelada por Julia Garner, que venceu dois prêmios Emmy por “Ozark”. A atriz vai continuar a viver uma criminosa na plataforma após o fim previsto de “Ozark” em 2022. Desta vez, interpretará uma socialite golpista da vida real. “Inventando Anna” é uma minissérie criada e produzida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e produtora de “Bridgerton”). Baseada numa reportagem da revista The Cut, a atração vai girar em torno da jornalista que investiga o caso de Anna Delvey, uma mulher que roubou os corações – e muito dinheiro – da alta sociedade em Nova York. Além de Garner, o elenco também destaca Anna Chlumsky (“Veep”), Katie Lowes (“Scandal”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”) e Alexis Floyd (“The Bold Type”). Ainda não há previsão de estreia.

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  • Etc

    Kevin Spacey terá que pagar US$ 31 milhões à produtora de “House of Cards”

    22 de novembro de 2021 /

    O ator Kevin Spacey foi condenado a pagar à MRC Entertainment, produtora da série “House of Cards”, quase US$ 31 milhões por má conduta sexual nos bastidores da série. O veredito foi proferido por uma corte de arbitragem e nesta segunda (22/11) a MRC deu entrada na Corte Superior de Los Angeles para confirmar a sentença. O intérprete de Frank Underwood foi demitido da produção após denúncias de abuso sexual. As acusações, que incluíam tocar um assistente de produção, fizeram com que o MRC conduzisse uma investigação e, por fim, rescindisse seus contratos de atuação e produção. De acordo com a decisão de 19 de outubro, Spacey violou repetidamente as obrigações contratuais de fornecer serviços “de maneira profissional” e “consistente com as orientações, práticas e políticas razoáveis” da produtora. Além disso, a produtora teve que interromper as gravações da 6ª temporada da série, reescrever a temporada e encurtá-la de 13 para oito episódios para cumprir o prazo de entrega. Além disso, a Netflix optou por cancelar a série após o escândalo. Spacey chegou a alegar que tinha direito a uma indenização, porque foi a decisão da MRC e da Netflix de demiti-lo — ou seja, não sua conduta — que causou perdas financeiras. Não conseguiu convencer. A produção de “House of Cards” foi interrompida dois dias após a primeira denúncia, quando o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) revelou que Spacey tentou abusar dele quando tinha 14 anos, em 1986. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. Outro prejuízo causado pelo ator foi a refilmagem de “Todo o Dinheiro do Mundo”. O diretor Ridley Scott decidiu refazer parte do filme para retirar o ator do longa, que já estava finalizado quando o escândalo estourou. Ele foi substituído por Christopher Plummer, que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho. Spacey também chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas impediram todos os casos de ir a julgamento. Por conta disso, ele não foi condenado e ainda brincou num vídeo de 2019 que aquele “foi um ano muito bom”. Embora “House of Cards” tenha sido cancelada, Spacey continua postando vídeos caracterizado como seu personagem. No ano passado, comparou sua situação à das pessoas que perderam empregos durante a pandemia.

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  • Filme

    “Ghostbusters: Mais Além” estreia em 1º lugar nos EUA

    21 de novembro de 2021 /

    “Ghostbusters: Mais Além” estreou em 1º lugar no fim de semana na América do Norte com US$ 44 milhões de arrecadação. O valor é similar à abertura de “Caça-Fantasmas”, a malvista versão feminina da franquia de 2016. A diferença é que o novo lançamento teve que enfrentar a pandemia, o que faz seus números parecerem muito maiores na comparação. Embora o filme da Sony tenha causado menos impacto no mercado internacional – US$ 16 milhões em 31 países para uma soma mundial de US$ 60 milhões – , o público gostou do que viu, dando uma nota A- no CinemaScore, a pesquisa de opinião feita na saída dos cinemas dos EUA. Já a crítica se dividiu com menos empolgação. A média foi de 61% de aprovação na avaliação geral do Rotten Tomatoes, mas apenas 40% entre os críticos top (dos jornais e imprensa tradicional). A outra grande novidade do fim de semana foi a estreia do filme biográfico “King Richard: Criando Campeãs”, que só chega no Brasil em 2 de dezembro. Entretanto, o drama estrelado por Will Smith como pai das campeãs do tênis Serena e Venus Williams fez somente US$ 5,7 milhões, um valor decepcionante para uma produção exibida em 3,3 mil cinemas. Também disponível em HBO Max, o filme da Warner ficou em 4º lugar no ranking das bilheterias. A boa notícia para o estúdio é que o público deu nota A no CinemaScore e a crítica cobriu a obra de elogios – 92% no Rotten Tomatoes geral e 93% entre os jornalistas top. São ventos favoráveis para impulsionar “King Richard” durante a temporada de premiações. A Warner vai investir numa campanha para tentar o Oscar para Will Smith. Entre os remanescentes da programação, “Eternos” caiu para o 2º lugar em seu terceiro fim de semana, com US$ 10,8 milhões. Isto resulta num total doméstico de US$ 135,8 milhões e um total mundial de US$ 336,1 milhões. Ainda inédito no Brasil, “Clifford – O Gigante Cão Vermelho” ficou em 3º com US$ 8,1 milhões em sua segunda semana, totalizando US$ 33,5 milhões nos EUA e Canadá. O filme infantil só vai chegar em 2 de dezembro no país. “Duna” fecha o Top 5 com US$ 3,1 milhões em seu quinto fim de semana, impulsionando seus números para US$ 98,2 milhões na América do Norte e US$ 367 milhões mundiais. Para completar a contabilização do fim de semana, um lançamento limitado chamou a atenção por registrar um recorde. “Sempre em Frente” (C’mon, C’mon), filme do estúdio indie A24 estrelado por Joaquin Phoenix, registrou a maior arrecadação por sala de toda a pandemia, ao faturar US$ 134.447 em apenas cinco cinemas. Sua média de US$ 26,8 mil por tela supera o fim de semana inaugural de “A Crônica Francesa”, o antigo recordista com US$ 25,9 mil. Filmado em preto e branco por Mike Mills (“Mulheres do Século 20”), “Sempre em Frente” traz Phoenix como um documentarista que decide entrevistar crianças sobre a situação do mundo, enquanto estabelece um relacionamento transformador com seu sobrinho de 8 anos. O filme só estreia em fevereiro no Brasil.

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  • Música,  Série

    Steve Aoki remixa trilha de “Cowboy Bebop”

    20 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou um clipe com uma versão remix da música-tema de “Cowboy Bebop”. Criada, tocada e introduzida no vídeo pelo DJ Steve Aoki, a nova versão de “Tank!” troca o jazz original de Yoko Kanno pelas batidas eletrônicas da house music, preservando apenas sopros esparsos da gravação original. “Tank!” foi criada por Kanno e a banda Seatbelts especificamente para a série animada original de 1998, que a Netflix refez em live-action numa produção lançada na sexta-feira (19/11) em streaming. Confira e compare abaixo o remix e o original, em vídeos com cenas da nova série e da animação clássica.

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  • Série

    Netflix renova “Arcane” para 2ª temporada

    20 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Arcane” para 2ª temporada. Não só isso: os novos episódios já estão sendo produzidos. Publicado nas redes sociais da empresa, o anúncio ajuda a evitar o estresse dos fãs, que tiveram acesso aos três últimos episódios neste sábado (20/11) e entraram em crise com o cliffhanger (gancho) exibido no capítulo final. Desde o lançamento dos três primeiros capítulos, em 6 de novembro, a série tem sido uma fonte inesgotável de comentários elogiosos no Twitter. Além de destacar a história original e a arte belíssima da animação, a repercussão serviu de boa mostra do sucesso da produção entre o público. A série é ambientada no universo do game “League of Legends” (LoL) e conta a origem de duas personagens favoritas dos jogadores: as irmãs Vi e Jinx, icônicas campeãs da Liga, que cresceram com uma enorme rivalidade por conta de visões diferentes de mundo. Ao longo dos episódios, elas se unem na busca por um poder que, paradoxalmente, pode acabar lhes destruindo. A produção caprichada, com muitas lutas e cenas de ação, teve sua animação animação digital desenvolvida pelo estúdio Fortiche, de Paris, e destaca em sua dublagem em inglês as vozes de Hailee Steinfeld (“Gavião Arqueiro”) e Ella Purnell (“Army of the Dead”) como Vi e Jinx – além de Katie Leung (da franquia “Harry Potter”), Harry Lloyd (“Counterpart”), Kevin Alejandro (“Lucifer”), Toks Olagundoye (“The Rookie”), Jason Spisak (dublador da “Justiça Jovem”) e J.B. Blanc (“Better Call Saul”). Primeira incursão da Riot Games no mundo das séries, a adaptação foi desenvolvida por showrunners ligados ao universo “LoL”, Christian Linke (diretor criativo da Riot) e Alex Yee (designer do jogo). A segunda temporada de #Arcane está confirmada e já está sendo produzida. pic.twitter.com/mPjbVrWLA3 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 21, 2021 Ready yourselves, friends. Season 2 of Arcane is now in production. pic.twitter.com/L9oYFzOn0X — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) November 21, 2021

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  • Música,  Reality,  Série

    Luciano teria proibido suas imagens na série de Zezé Di Camargo na Netflix

    20 de novembro de 2021 /

    O reality “É o Amor: Família Camargo”, estrelada por Zezé Di Camargo e Wanessa Camargo, teria ido parar na Justiça. Luciano, irmão e parceiro de Zezé, decidiu ingressar com uma liminar para impedir que a plataforma de streaming – responsável pela produção – utilize imagens suas nos episódios. O cantor não quer aparecer na série nem mesmo em imagens antigas, de arquivo. Segundo fontes ouvidas pelo colunista Leo Dias, a questão seria financeira. Zezé e Wanessa assinaram um contrato milionário com a plataforma de streaming para a produção da série. Luciano, não. O cantor, então, teria achado injusto aparecer na série sem receber absolutamente nada. Luciano Camargo afirmou, por meio da assessoria, que prefere não se manifestar sobre o assunto. Espécie de “The Osbournes” sertanejo, “É o Amor: Família Camargo” explora o relacionamento entre Zezé e sua filha famosa enquanto gravam um disco inédito em parceria. Para complementar o aspecto promocional da empreitada, momentos de dramaticidade são flagrados entre conversas sérias e abraços lacrimosos, e por meio da presença tanto da atual noiva de Zezé, Graciele Lacerda, quanto da ex-mulher, Zilú Godoy, mãe dos três filhos do cantor. Gravado na fazenda do cantor em Goiás, onde um estúdio para gravação de músicas foi improvisado durante a quarentena, a série também conta com participações de amigos famosos de pai e filha, como Thiaguinho, Paula Fernandes, Léo Santana e Felipe Araújo, Tiago Abravanel, o ex-jogador Denilson (cunhado de Zezé), Cleo Pires e Priscila Fantin. Vale lembrar que a música que batiza a produção, o primeiro hit e até hoje um dos maiores sucessos de Zezé Di Camargo e Luciano, completou 30 anos em 2021. Com direção de Ricardo Perez, “É o Amor: Família Camargo” estreia em 9 de dezembro. Veja abaixo o trailer da produção.

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  • Filme

    Netflix fará comédia de Natal com Vera Fischer, Gkay e Sérgio Malheiros

    19 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou uma nova comédia natalina com atores brasileiros para 2022. Depois de “Tudo Bem No Natal Que Vem”, protagonizada por Leandro Hassum no ano passado, vem aí uma nova produção, ainda sem título, estrelada por Vera Fischer (“Assédio”), Gkay (“Carnaval”) e Sérgio Malheiros (“Impuros”). O filme vai contar a história de Carlinhos (Sérgio Malheiros), que, após descobrir uma traição da namorada, resolve dispensá-la e levar uma desconhecida como companhia na ceia natalina servida na mansão de sua família. Só que Graça (Gkay) se revela uma convidada capaz de botar a casa abaixo e não agrada nada a matriarca da família, Lady Sofia (Vera Fischer). A publicação da novidade nas redes sociais gerou comentários de famosos. “Louca pra ver a Gessica natalina”, brincou Fernanda Paes Leme. “Que demaisss”, celebrou Maisa. Com produção da Glaz Entretenimento e direção de Pedro Antonio (“Um Tio Quase Perfeito”), o lançamento deve ficar para novembro ou dezembro que vem. Vim anunciar a produção do meu mais novo filme 🇧🇷 brasileiro 🇧🇷 de 🎄 Natal 🎄, uma comédia que estreia em ✨ 2022 ✨. Com @gessicakayane @SergioMalheiros e @VeraFischer. pic.twitter.com/hd7gVwL1vK — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 19, 2021

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  • Filme

    Filmes online: 10 estreias para ver em streaming

    19 de novembro de 2021 /

    O Top 10 está de volta. Com o aumento avassalador de ofertas de filmes para ver em casa, destacar as opções mais relevantes passa a ser a melhor curadoria. Mas as listas também se multiplicaram. Para a refletir a evolução do mercado com a chegada de muitas plataformas novas em 2021, a partir de agora serão duas listas de filmes: uma para as assinaturas de streaming e outras para os lançamentos de VOD (locação digital). E a programação deste fim de semana em streaming é marcada por musicais envolventes, animações de vanguarda, histórias adolescentes e um mergulho no cinema japonês.     Tick Tick… Boom! | Netflix   Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”) trabalhou em nada menos que quatro filmes em 2021. E depois de duas animações e a adaptação de sua peça “Em um Bairro de Nova York”, agora faz sua estreia na direção com “Tick, Tick… Boom!”, em que homenageia outro célebre autor da Broadway. O resultado não é menos que espetacular. O filme adapta a peça homônima de Jonathan Larson e traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) no papel do dramaturgo antes do sucesso, ansioso pela véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de seu projeto dos sonhos: “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell – que na vida real nunca foi produzido. O texto é um grande desabafo, dispensando a estrutura grandiosa da Broadway para ser apresentado como show “de bolso” em pequenos palcos. Originalmente estrelado apenas por Larson e uma banda em 1990, a peça foi ampliada após a morte do autor em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega ao streaming é a póstuma, que incluiu outros personagens além de Larson. E conta com roteiro, por sinal, de mais uma estrela da Broadway: Steven Levenson, responsável por “Querido Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem aos musicais. Vale lembrar que, enquanto expressava sua frustração no espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente ele nunca pôde apreciar. O dramaturgo morreu de problemas cardíacos na manhã da première de “Rent”, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente.     Rocketman | Netflix   A Netflix também disponibilizou a premiada cinebiografia do cantor Elton John. Muito diferente de “Bohemian Rhapsody”, ainda que compartilhe o diretor (Dexter Fletcher foi quem salvou o filme do Queen após a demissão de Bryan Singer), tem uma estrutura mais próxima dos espetáculos da Broadway. Só que até seus arroubos de fantasia poética são fiéis à realidade. Taron Egerton, praticamente um menino em “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), surpreende no papel principal. E, claro, não faltam hits. O detalhe é que o próprio ator canta os sucessos, sem fazer lip synch – ao contrário, novamente, de “Bohemian Rhapsody”.     Oitava Série | Netflix   Um dos principais títulos indies recentes, com nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Oitava Série” marcou a estreia do humorista Bo Burnham como diretor de cinema em 2019 e fez deslanchar a carreira da atriz mirim Elsie Fisher, até então dubladora (é dela a voz original da pequena Agnes de “Meu Malvado Favorito”). A estrelinha interpreta a protagonista, uma menina da 8ª série do Ensino Fundamental que enfrenta as crises de sua idade, como a timidez absurda, a falta de popularidade e a sensação de que sua vida é um fracasso, tudo antes de atingir a puberdade. Combinando drama e humor, o filme é de uma ternura impossível de resistir e somou nada menos que 60 prêmios internacionais.     Stop-Zemlia | Filmicca   Longa de estreia de Kateryna Gornostai, “Stop-Zemlia” tira seu título de uma brincadeira infantil e apresenta uma abordagem contemplativa da adolescência, ao acompanhar uma menina em sua jornada de autodescoberta, rumo à maturidade, com uma fotografia de tirar o fôlego. Venceu 10 prêmios, incluindo o Urso de Cristal do Festival de Berlim, como Melhor Filme da mostra Generation para crianças acima de 14 anos.     Antes que Tudo Desapareça | MUBI   Mais premiado autor japonês do cinema fantástico, Kiyoshi Kurosawa inspira-se no clássico “Vampiros de Almas” para contar uma história de invasão silenciosa da Terra, em que três alienígenas se passam por humanos para abrir caminho para um ataque. Apesar da referência clara, trata-se da adaptação de uma peça japonesa (de Tomohiro Maekawa) e a abordagem se diferencia da trama tradicional de “Invasores de Corpos” por reforçar o humanismo como arma contra a aniquilação.     The Fable | Netflix (Netflix)     The Fable: O Assassino Que Não Podia Matar | Netflix (Netflix)   “The Fable” e sua continuação adaptam o popular mangá homônimo de Katsuhisa Minami, que venceu o Kodansha Manga Award e já vendeu mais de 8 milhões de exemplares. Trata-se de uma comédia de ação sobre um assassino profissional que recebe uma missão incomum: não matar. Ele deve arranjar um emprego normal e viver com uma colega de profissão como se fossem dois irmãos por um ano – ou até receber a ordem de agir, que nunca vem. Entretanto, Akira “The Fable” Sato não consegue manter indiferença quando vê injustiças ao seu redor, o que gera várias complicações – e diversão para o público.     Aya e a Bruxa | Netflix   A primeira animação criada por computação gráfica é também a mais fraca do célebre Studio Ghibli. O filme de Goro Miyazaki, filho do fundador do estúdio, Hayao Miyazaki (“A Viagem de Chihiro”), baseia-se no livro infantil de Diana Wyne Jones (a mesma autora de “O Castelo Animado”) e sua animação é inteiramente digital – como as produções da Pixar, por exemplo. A trama acompanha Aya, uma jovem que cresceu órfã sem saber que é filha de uma bruxa, mas acaba sendo adotada por outra bruxa, indo morar numa casa cheia de magia e coisas assustadoras. Ah, além de bruxa, ela também é roqueira.     Accidental Luxuriance of the Translucent Watery Rebus | MUBI   Altamente estilizada e vanguardista, a animação de Dalibor Baric acompanha um ativista e uma artista conceitual em fuga da lei, mas a verdadeira revolução está menos na história e mais na forma poética e abstrata utilizada para contá-la, lançando mão desde colagens até rotogravura. Um espetáculo visual.     Amor Sem Medida | Netflix   Há dois lançamentos brasileiros em streaming neste fim de semana. Um deles é o filme baseado na série “Garota da Moto” na Amazon Prime Video. O outro é a nova comédia de Leandro Hassum na Netflix. E quase que nenhum entrou no Top 10. “Amor Sem Medida” é segunda comédia de Hassum na plataforma – após “Tudo Bem No Natal Que Vem”, no ano passado, e tem uma premissa típica de comédias americanas dos anos 1990, com Juliana Paes (“A Dona do Pedaço”) se apaixonando pelo médico vivido pelo comediante, após os dois trocarem acidentalmente de celular. Só que, ao se encontrarem ao vivo, ela descobre que ele é baixinho, praticamente anão. O resto da história é um grande clichê com mensagem de superação de preconceitos. Só que a produção não supera seu próprio preconceito. De fato, o uso de efeito visual para diminuir Hassum impede a clara e rara possiblidade de escalar um ator à altura real do papel. E não faltaria candidato. Afinal, Gigante Léo já estrelou história parecida em “Altas Expectativas”, comédia romântica que tratava do mesmo “amor sem medida” em 2017. Vale apontar que “Amor sem Medida” é um remake do filme argentino “Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho” (2013), que há oito anos usou o mesmo truque com o ator Guillermo Francella. A direção é de Ale McHaddo, que já tinha trabalhado com Hassum em “O Amor Dá Trabalho” (2019) e na série animada “Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma” (2013-2015).

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    Séries online: 10 estreias para o fim de semana

    19 de novembro de 2021 /

    A semana tem fantasia épica, terror sul-coreano, suspense canibal, sci-fi baseada em anime, novas comédias para chamar de favoritas e a volta de Joe Exotic, entre muitos outros lançamentos em streaming. Para não se perder na variedade, as 10 principais estreias podem ser conferidas na seleção abaixo.     A Roda do Tempo | Amazon Prime Video   Estreia mais esperada, “A Roda do Tempo” (The Wheel of Time) adapta a franquia literária homônima do escritor Robert Jordan. A saga de fantasia com muitas batalhas, monstros e efeitos visuais materializa-se com Rosamund Pike (indicada ao Oscar por “Garota Exemplar”) no papel da feiticeira Moiraine, integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai. Na trama, ela parte numa aventura misteriosa com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidade – e a produção já se encontra renovada para sua 2ª temporada.     Profecia do Inferno | Netflix   Depois do sucesso de “Round 6”, as produções sul-coreanas estão ganhando mais atenção das plataformas. E “Profecia do Inferno” (Hellbound) tem como chamariz o fato de ter sido criada por Yeon Sang-ho, diretor do filme “Invasão Zumbi”. Adaptação do popular webtoon (quadrinhos digitais sul-coreanos) “Hell” (Jiok), a série acompanha o caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar pessoas ao inferno, enquanto um novo grupo religioso começa a pregar que esses seres são enviados por Deus. O elenco destaca Ah-in Yoo, astro de outro filme de zumbis, “#Alive” (disponível na Netflix). Todos os seis episódios foram dirigidos por Yeon, que também assina os roteiros em parceria com Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015.     The Sex Lives of College Girls | HBO Max   Nova série de Mindy Kaling (“Projeto Mindy” e “Eu Nunca…”), “The Sex Lives Of College Girls” acompanha jovens estudantes que viram colegas de quarto ao entrar na Universidade. As protagonistas são interpretadas por quatro novatas: Pauline Chalamet (a irmã de Timothée Chalamet), Amrit Kaur (“Star Trek: Short Treks”) e as estreantes Renée Rapp e Alyah Chanelle Scott. E acabaram se provando revelações, capazes de gerar grande química e forte empatia. A crítica norte-americana babou como não costuma fazer. Se você ama “Eu Nunca…” vai adorar e, quem sabe, descobrir uma nova comédia favorita.     Sort of | Canadá | 1ª Temporada (HBO Max)   Uma das comédias menos pretensiosas do ano, “Sort of” surpreende pelo humanismo profundo e por equilibrar empatia bem-humorada com boas doses de drama. A trama gira em torno de uma pessoa não binária, de família tradicional paquistanesa, que resolve virar babá em Toronto, e acaba se envolvendo tão profundamente com a família da patroa que deixa sua própria vida em pausa quando uma tragédia acontece. A série é criada, escrita, produzida e estrelada por Bilal Baig, que ganhou projeção com uma peça sobre sua vida como gay canadense muçulmano.     Yellowjackets | Paramount+   Outra atração que impressionou os críticos dos EUA, “Yellowjackets” combina drama suburbano, história de sobrevivência e canibalismo. A trama tem como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de avião com um time uruguaio de rúgbi, que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que após a queda de seu avião se veem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a atração se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar os desafios após o desastre, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, quando são interpretadas por Christina Ricci (“Z: The Beginning of Everything”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”), ao mesmo tempo em que buscam um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado.     Cowboy Bebop | Netflix   “Cowboy Bebop” foi uma das séries mais marketadas pela Netflix em 2021. Só que a adaptação do cultuadíssimo anime dos anos 1990 pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) acabou rotulada como cópia medíocre (só 49% de aprovação no Rotten Tomatoes) ao fazer de tudo para imitar o original de Shinichirō Watanabe, desde a inclusão da mesma trilha sonora até a reprise de histórias e enquadramentos do desenho animado. Por ironia, a série decidiu ser infiel justamente na hora de definir os intérpretes dos personagens, virando alvo de manifestações dos fãs, que podem ter influenciado a recepção crítica.     Mayor of Kingstown | Paramount+   Uma semana antes de virar Gavião Arqueiro na Disney+, Jeremy Renner também vira saco de pancada da imprensa norte-americana com “Mayor of Kingstown”. As resenhas foram impiedosas (25% no Rotten Tomatoes), mas se trata de uma série criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Vingadores: Ultimato”), Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”) e Aidan Gillen (“Game of Thrones”). A equipe chama atenção. Repleta de cenas de ação e violência, que abrangem os dois lados da lei, com enfrentamentos atrás das grades e abusos policiais, a série gira em torno da família McLusky, considerada a verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Com 10 episódios, a trama pretende desenvolver temas de racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social.     A Pequena Espiã | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+)   Animação estilosa, inspirada no design de desenhos dos anos 1960, “A Pequena Espiã” adapta um clássico da literatura infantil escrito por Louise Fitzhugh. Assim como no livro, a série se passa na Nova York da década de 1960 e acompanha as aventuras de Harriet M. Welsch, uma garotinha precoce de 11 anos que decide ser uma escritora-espiã e passa a observar tudo e todos à sua volta, registrando acontecimentos em seu diário e investigando casos suspeitos da vizinhança. Esta história já virou filme em 1996, estrelado pela então “pequena” Michelle Trachtenberg (depois irmã de “Buffy” e vilã de “Gossip Girl”).     A Máfia dos Tigres 2 | EUA | Netflix   Joe Exotic continua atrás das grades e o que aconteceu com o primeiro marido de Carole Baskin permanece um mistério, mas são exatamente estes os temas principais da 2ª temporada da série documental que virou fenômeno mundial. Sem avançar a trama da vida real, restam as teorias e os personagens bizarros – agora também famosos após o sucesso da produção original.     Power Book II: Ghost 2 | Starzplay   O Top 10 das séries que merecem atenção nesta semana se completa com a volta de “Power Book II: Ghost” no domingo (21/11). Continuação do sucesso “Power”, a atração teve a estreia mais assistida na história do canal pago Starz, com quase 7,5 milhões de visualizações na TV e no aplicativo em sua primeira semana, além do melhor desempenho no Starzplay em vários mercados, incluindo Brasil. “Power Book II: Ghost” é a primeira de quatro séries derivadas de “Power” encomendadas pelo canal, originando um “Power Universe” concebido pela produtora Courtney Kemp. A trama acompanha Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos na série original e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu falecido pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Além dos personagens da série anterior, a produção traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”).

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