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    Annie Awards: Disney domina lista de indicados ao “Oscar da animação”

    21 de dezembro de 2021 /

    A Associação Internacional de Filmes de Animação divulgou a lista de indicados da 49ª edição do Annie Awards, considerado o Oscar da animação. A relação mantém o domínio tradicional das animações da Disney, com “Raya e o Último Dragão”, “Encanto” e “Luca” (da Pixar) dominando as indicações – com 10, 9 e 8 nomeações, respectivamente. Animações da Netflix apareceram logo em seguida, com “A Família Mitchell e a Revolta das Máquina” empatado com “Luca” com 8 indicações, e “A Jornada de Vivo” com 5. Ambas são produções da Sony Animation. Já entre os títulos independentes, os destaques foram internacionais: o anime japonês “Belle” e o documentário animado dinamarquês “Flee”. Nenhum brasileiro se qualificou, apesar do reconhecimento a “Bob Cuspe: Nós Não Gostamos de Gente” no festival francês de Annecy (considerado o Cannes da animação). Nos últimos cinco anos, quatro vencedores do Annie também conquistaram o Oscar da categoria. A premiação será realizada numa cerimônia presencial em 26 de fevereiro de 2022, em Los Angeles. Confira abaixo a lista dos indicados nas principais categorias. Melhor Longa “Encanto” “Sing 2” “Raya e o Último Dragão” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” “Luca” ​ Melhor Longa Independente “Belle” “Fortune Favors Lady Nikuko” “Flee” “Pompo the Cinephile” “Viagem ao Topo da Terra” Melhor Direção “Luca” “Encanto” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” “Flee” “Belle” Melhor Roteiro “Flee” “Belle” “Luca” “Raya e o Último Dragão” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” Melhor Trilha “Luca” “Raya e o Último Dragão” “Encanto” “A Jornada de Vivo” “Poupelle of Chimney Town” Melhores Efeitos “A Jornada de Vivo” “Belle” “Encanto” “Raya e o Último Dragão” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” Melhor Design de Personagem “Luca” “Raya e o Último Dragão” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” “A Jornada de Vivo” “Ron Bugado” Melhor Animação de Personagem “Encanto” “Luca” “Raya e o Último Dragão” “O Poderoso Chefinho 2” “Din e o Dragão Genial” Melhor Dublagem John Leguizamo, “Encanto” Stephanie Beatriz, “Encanto” Jack Dylan Grazer, “Luca” Kelly Marie Tran, “Raya e o Último Dragão” Abbi Jacobson, “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” Melhor Edição “Luca” “Flee” “Encanto” “Raya e o Último Dragão” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” Melhor Storybording “Encanto” “Raya e o Último Dragão” “A Família Addams 2” “A Jornada de Vivo” “Spirit Untamed” Melhor Direção de Arte “Belle” “Raya e o Último Dragão” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” “A Jornada de Vivo” “Ron Bugado” Melhor Série – Pré-escolar “Ada Batista, Cientista” “Muppet Babies” “Odo” “Sereno – O Panda Zen” “Xavier Charada e o Museu Secreto” Melhor Série – Infantil “Amphibia” “Carmen Sandiego” “A Vida de Dug” “Maya e os 3 Guerreiros” “Lições de Cidadania” Melhor Série – Geral “Arcane” “Bob’s Bugers” “Love, Death + Robots” “Star Wars: Visions” “Tuca & Bertie” Melhor Direção em Série “Amphibia” “Arcane” “Crossing Swords” “Hilda e o Rei da Montanha” “Maya e os 3 Guerreiros” Melhor Roteiro de Série “Arcane” “Maya e os 3 Guerreiros” “Muppet Babies” “Os Empoderados” “Tuca & Bertie” Melhor Trilha de Série “Blush” “Hilda e o Rei da Montanha” “Maya e os 3 Guerreiros” “Mila” “Mira, a Detetive do Reino”

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    “The Witcher” domina lista das séries mais vistas da Netflix

    21 de dezembro de 2021 /

    A 2ª temporada de “The Witcher” estreou no topo do ranking das séries mais vistas da Netflix, com 142 milhões de horas no total. O detalhe é que os novos episódios foram disponibilizados na sexta (17/12). Portanto, o total corresponde apenas aos três primeiros dias da série na plataforma. E tem mais. O interesse pelos novos episódios fez com que o público voltasse a procurar o primeiro ano da produção. A segunda série em inglês mais vista da Netflix na última semana também foi “The Witcher”, com 49 milhões de horas consumidas da 1ª temporada da atração. A certeza de sucesso já tinha feito a Netflix confirmar com bastante antecedência o terceiro ano da trama e ainda preparar um spin-off, “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), que teve seu teaser divulgado como cena pós-créditos da 2ª temporada. Entre as séries não faladas em inglês, a liderança segue com a temporada final de “La Casa de Papel”, com 55 milhões de horas na última semana. Ao todo, o desfecho da produção espanhola já teve 395,1 milhões de horas consumidas.

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    Terminam as gravações da 5ª temporada de “Cobra Kai”

    20 de dezembro de 2021 /

    A 4ª temporada de “Cobra Kai” ainda nem estreou e as gravações do 5º ano da produção já foram encerradas. O fim dos trabalhos em Atlanta, nos Estados Unidos, foram revelados no domingo (19/12) pelo showrunner Jon Hurwitz, que anunciou a novidade no Twitter com uma foto no avião em sua volta para casa, ao lado de Josh Heald, seu parceiro na criação da série. A trama da 5ª temporada está sendo guardada em segredo, mas Josh Heald afirmou em entrevista ao Screen Rant que esses episódios não encerram a série. Segundo ele, a produção teria novas histórias para contar num sexto e talvez até sétimo ano. Já a 4ª temporada vai mostrar Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) se unindo contra John Kreese (Martin Kove), o antigo sensei de Johnny que assumiu o controle do dojo Cobra Kai e, consequentemente, obrigou os dois antigos rivais a selarem a paz. Além disso, trará a volta outro vilão clássico da franquia “Karatê Kid”, o sinistro instrutor de caratê Terry Silver (Thomas Ian Griffith), visto pela última vez em “Karatê Kid 3: O Desafio Final” (1989). A estreia está marcada para 31 de dezembro. Five. Fin. #ByeAtlanta #CobraKai pic.twitter.com/xr3lBwvwa6 — Jon Hurwitz (@jonhurwitz) December 19, 2021

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    Lulli: Vídeo traz bastidores da nova comédia de Larissa Manoela

    20 de dezembro de 2021 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Lulli”, terceira comédia estrelada por Larissa Manoela na plataforma. A prévia traz depoimentos da atriz e dos demais integrantes do elenco sobre as experiências das filmagens. Depois de “Modo Avião” (2020) e “Diários de Intercâmbio” (2021), Larissa embarca no humor fantasioso ao encarnar uma estudante de Medicina que toma um choque nos primeiros dias de residência e passa a ouvir os pensamentos de todos ao seu redor. O filme também marca uma nova parceria da atriz com a escritora Thalita Rebouças após “Fala Sério, Mãe!” (2017). Desta vez, porém, não se trata da adaptação de um livro, mas um roteiro original escrito em parceria com Renato Fagundes (“Modo Avião”). O elenco ainda conta com Sérgio Malheiros (“Cinderela Pop”), Amanda de Godoi (“Malhação”), Vinícius Redd (“Perrengue”), Yara Charry (“Velho Chico”) e Paula Possani (“Assédio”), entre outros. Com direção de César Rodrigues (também de “Modo Avião”), “Lulli” estreia em 26 de dezembro.

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    Charlie Cox vai voltar à Netflix em série de espionagem

    19 de dezembro de 2021 /

    O ator Charlie Cox está voltando à Netflix após o cancelamento de “Demolidor”. Ele será o protagonista de “Treason”, uma minissérie de espionagem também estrelada pela ex-Bond girl Olga Kurylenko (que entrou na Marvel em “Viúva Negra”) e Oona Chaplin (“Game of Thrones”). Criada pelo roteirista Matt Charman (do filme “Ponte dos Espiões”), a trama acompanha Adam Lawrence (Cox), treinado pelo serviço secreto britânico MI6, que compartilha um passado complicado com uma espiã russa (Kurylenko) e é forçado a questionar tudo e todos em sua vida. Um triângulo perigoso se forma entre a espiã, Adam e sua esposa (Chaplin), que ameaça expor segredos e afetar relações políticas e diplomáticas, além das vidas de pessoas que se amam. A produção foi confirmada após Cox voltar ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e o chefão da Marvel, Kevin Feige, garantir que ele continuaria a ser o herói Demolidor em novos projetos do estúdio. “Treason” ainda não tem previsão de estreia.

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    Netflix cancela “Julie and the Phantoms” e não avisa

    18 de dezembro de 2021 /

    A Netflix cancelou a série “Julie and the Phantoms” usando seu método favorito para informar aos fãs: o silêncio. Foram quase um ano e meio sem que o destino da atração se tornasse conhecido, numa estratégia que usou a passagem do tempo como fator de esquecimento. Como também é costume na comunicação da plataforma, que só se manifesta para dar boas notícias, o cancelamento não ganhou menção oficial, sem qualquer satisfação aos fãs. Em vez disso, o público precisou descobrir que a série musical tinha acabado após sua única temporada por meio de Kenny Ortega, o diretor e produtor da atração. Num post publicado neste sábado (18/12) em seu Instagram, Ortega afirmou que a Netflix só comunicou que não faria a 2ª temporada nesta semana. Ele agradeceu o carinho dos fãs e disse que, apesar de triste, a equipe de “Julie and the Phantoms” estava orgulhosa de seu trabalho. “Ficamos sabendo nesta semana que a Netflix não fará a nossa 2ª temporada. Apesar de nossos corações tristes, seguimos em frente com orgulho pelo que conquistamos como um time e a família que construímos enquanto criávamos ‘Julie’. Esperamos que vocês continuem a nos acompanhar à medida que continuamos com nossos trabalhos e carreiras. Bom final de ano para todos”, escreveu o cineasta. Curiosamente, a série americana era remake da produção juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”, que também acabou na 1ª temporada, deixando os fãs inconformados – apesar de ter vencido o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo em 2013. Na adaptação americana, a história ganhou ares de “High School Musical” assombrado, o que também tem relação com Kenny Ortega, que dirigiu os três filmes da franquia do Disney Channel. A trama girava em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que perde a vontade de tocar quando a mãe morre. Até que redescobre o prazer musical quando encontra mortos da sua idade, isto é, uma banda formada por três fantasmas, mortos nos anos 1990. Pena que não é uma banda de rock gótico, que teria a ver com o tema, mas de pop teen comum do Disney Channel do fim dos anos 2000 (em versão de 2021), que passa longe de assombrar. O elenco destacava Madison Reyes, que antes só tinha figurado num curta-metragem, no papel de Julie (interpretada por Mariana Lessa no Brasil). Já os músicos da banda fantasma eram Charlie Gillespie (visto em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt”), Jeremy Shada (dublador de Finn em “A Hora da Aventura”) e Owen Patrick Joyner (de “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”). Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) vivia o pai de Julie, que nesta versão era viúvo, e o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) interpretava o irmão mais novo da protagonista. A produção americana venceu três prêmios Emmy e o prêmio Imagen, dedicado a talentos latinos nos EUA, de melhor estrela jovem para Madison Reyes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kenny Ortega (@kennyortegablog)

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    Spike Lee fecha novo contrato com a Netflix

    17 de dezembro de 2021 /

    O diretor Spike Lee e Netflix fecharam um novo contrato para o diretor realizar mais produções na plataforma de streaming. Além de comandar seus próprios longas, o cineasta também produzirá filmes criados por “novas vozes” através de sua produtora, Forty Acres and a Mule. Em comunicado, Lee agradeceu aos executivos da Netflix por acreditar na parceria e adiantou que nessa nova fase focará em revelar novos talentos e aumentar a representatividade. “A juventude precisa ser servida”, afirmou o diretor. Os primeiros trabalhos de Spike Lee na Netlix incluíram o drama “Destacamento Blood” e o especial “Rodney King”, ambos dirigidos por ele, mais a criação da série “Ela Quer Tudo” e a produção da sci-fi adolescente “A Gente Se Vê Ontem”. Por sinal, esta produção já serviu como lançamento de um novo talento: o diretor-roteirista Stefon Bristol.

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    Vaza o teaser do spin-off de “The Witcher” estrelado por Michelle Yeoh

    17 de dezembro de 2021 /

    O teaser de “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin) vazou na internet na sexta (17/12), dia do lançamento da 2ª temporada de “The Witcher”. A prévia foi incluída como cena pós-créditos no último capítulo da temporada da série principal e acabou chegando na internet antes da Netflix disponibilizar a versão oficial nas redes sociais, o que acabou acontecendo apenas na segunda-feira (veja abaixo o vídeo atualizado na versão oficial). A atração derivada é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contará com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), que aparece na prévia no papel de uma guerreira e líder dos elfos. Além dela, a produção inclui Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Gravações de “The Crown” são suspensas pela variante Omicron

    17 de dezembro de 2021 /

    As gravações da 5ª temporada de “The Crown” tiveram que ser interrompidas mais cedo, devido à pandemia. A produção suspendeu os trabalhos nesta semana após integrantes da equipe serem diagnosticados com a variante Omicron, antecipando o recesso de fim de ano e sem ter uma data definida para o retorno. Em comunicado, a Netflix explicou que houve “alguns diagnósticos positivos na equipe” e que a decisão de antecipar a pausa de Natal e Ano Novo garantiria “a segurança de todos”, além de permitir “que todos na produção possam aproveitar o final de ano em segurança com suas famílias”. A 5ª temporada da série sobre a monarquia britânica contemporânea vai narrar o fim do casamento entre Charles e a princesa Diana, após rumores de infidelidade do príncipe com a ex-amante, Camilla Parker-Bowles. Nos novos capítulos, o ex-casal será interpretado por Elizabeth Debicki, estrela de “Tenet”, e Dominic West, que por coincidência estrelou anteriormente a série “The Affair”, também sobre traição conjugal e separação, e na vida real se envolveu num caso de infidelidade que movimentou os tabloides britânicos no ano passado. Além de West e Debicki, a 5ª temporada vai apresentar um elenco totalmente inédito, trazendo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”) no papel da rainha Elizabeth II, Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret e Jonathan Pryce (“Dois Papas”) na pele do príncipe Philip. Será a terceira mudança completa de intérpretes desde o começo da série, para refletir o envelhecimento dos personagens, conforme a trama avança no tempo. A série encontra-se renovada para a 6ª e última temporada.

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    Filmes: 10 lançamentos para assistir em streaming

    17 de dezembro de 2021 /

    A tradicional polêmica de Natal do Porta dos Fundos e o novo drama premiado do cineasta italiano Paolo Sorrentino, que venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional por “A Grande Beleza” (2013), são as principais estreias das plataformas de streaming. Confira abaixo quais são os demais filmes que completam o Top 10 dos serviços de assinatura nesta semana.     PORTA DOS FUNDOS: TE PREGO LÁ FORA | Paramount+   Desta vez, o especial de Natal do Porta dos Fundos é uma animação. Mas a capacidade de gerar polêmica com evangélicos e bolsonaristas continua a mesma, ao apresentar os dilemas de Jesus (dublado por Rafael Portugal) durante a adolescência, como aluno novato na Escola Municipal Eva & Adão. Visando esconder que é o Messias e escapar do diretor pedófilo Herodes, o menino Jesus tenta deixar para trás o comportamento benevolente para ficar irreconhecível como um “bad boy”. Uma deputada baiana, que se define no Instagram como “serva de um Deus vivo”, já tomou a iniciativa de apresentar uma moção de repúdio na Assembleia Legislativa de seu estado contra o que ela define “como produto de péssima qualidade feito por quem apenas falhou na vida”. E a Associação Centro Dom Bosco, que já tinha tentado censurar um especial passado, entrou novamente com processo para tirar o desenho do ar. O roteiro é de Fabio Porchat, que também dubla Herodes.     A MÃO DE DEUS | Netflix   Vencedor do Leão de Prata e mais três troféus do Festival de Veneza, o filme mais pessoal de Paolo Sorrentino lembra sua juventude em Nápoles, quando Diego Maradona eletrizava a cidade como jogador do Napoli e fazia italianos torcerem pela seleção argentina. Foi durante a Copa do Mundo de 1986 que o craque marcou o gol que batiza o longa, usando a “mão de deus” (dele próprio, Maradona) para vencer a Inglaterra. Ao mesmo tempo, Maradona também salvou a vida de Sorrentino, sem nunca saber. O filme conta como isto aconteceu, numa história sobre destino e família, esportes e cinema, amor e perda.     AS BOAS MANEIRAS | Reserva Imovision   Um dos filmes brasileiros mais premiados dos últimos anos é uma história de terror, que começa com uma gravidez monstruosa e termina como uma fábula sobre a intolerância. Na trama, uma enfermeira da periferia de São Paulo (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é contratada por uma mulher rica, grávida e misteriosa (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”), para ajudar nos afazeres domésticos e, após o nascimento, ser babá de seu filho. As duas desenvolvem uma forte relação de amizade, mas a gravidez se revela um horror, especialmente nas noites de lua cheia, a ponto de transformar a mulher conforme chega a hora do parto. Mas esta é apenas metade da história, que acompanha em sua segunda parte o que acontece com o bebê quando ele se torna adolescente. O segundo terror realizado em parceria pelos diretores Juliana Rojas e Marco Dutra (de “Trabalhar Cansa”) foi o grande vencedor do Festival do Rio 2017, onde arrematou os troféus de Melhor Filme, Atriz Coadjuvante (Marjorie Estiano) e Fotografia (o português Rui Poças, de “Uma Mulher Fantástica”). Além disso, também venceu o Festival do Uruguai, o Prêmio Especial do Júri no Festival de Locarno, na Suiça, o Prêmio do Público no L’Etrange Festival, na França, e o Prêmio da Crítica no Festival de Sitges, na Espanha, entre muitas outras consagrações internacionais.     AS LEIS DA FRONTEIRA | Netflix   Uma das boas surpresas recentes da Netflix, este thriller espanhol passado nos anos 1970 gira em torno de um adolescente cansado de sofrer bullying, que faz amizade com um casal de assaltantes e acaba se envolvendo no crime e num perigoso triângulo amoroso. Com direção de Daniel Monzón (que há 12 anos assinou outro drama criminal intenso: “Cela 211”), o filme concorre a seis troféus no prêmio Goya (o Oscar espanhol) de 2022.     O CANTO DO CISNE | Apple TV+   Sci-fi dramática estrelada por Mahershala Ali, que já venceu duas vezes o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (por “Moonlight” e “Green Book”), o filme gira em torno de um homem com doença terminal, que planeja criar um clone de si mesmo antes de morrer para cuidar de sua família. O elenco também inclui Glenn Close (“Era uma Vez um Sonho”) e Naomie Harris (repetindo a parceria de “Moonlight”).     A 200 METROS | Netflix   O título se refere à distância física entre um pai e sua família. O palestino Mustafa e a esposa vivem separados pelo muro que dividiu a Cisjordânia e Israel. Quando recebe uma ligação de que seu filho sofreu um acidente e está internado, ele tenta atravessar a fronteira, mas é impedido por soldados israelenses. Proibido de cruzar 200 metros, ele acaba partindo numa odisseia de 200 quilômetros apenas para dar ir ao outro lado da rua e reencontrar a sua família. Vencedor de 16 prêmios internacionais, o drama humanista destaca a atuação de Ali Suliman, nascido na cidade de Nazaré, em Israel, que é conhecido por muitas produções americanas, como “O Grande Herói” (2013) e a 1ª temporada de “Jack Ryan” (2018).     Além das Palavras | MUBI   A vida da poeta Emily Dickinson (1830-1886) é imaginada pelo veterano diretor britânico Terence Davies num drama introspectivo, estrelado por Cynthia Nixon (a Miranda da série “Sex and the City”), e inspirado nas muitas cartas e poemas que ela deixou ao morrer desconhecida. As questões de gênero, que impediram seu talento literário de brilhar, são o foco da trama, especialmente no ambiente familiar, que deveria ser acolhedor, mas se torna fonte de opressão e complexos. Rebelde e feminista, numa época em que o feminismo não existia, ela encontra forças em si mesma ao recusar-se a se submeter às expectativas da sociedade da época.     THÉO & HUGO | Filmicca   Vencedor de vários prêmios LGBTQIAP+ em festivais internacionais, incluindo o Teddy na Berlinale de 2016, o romance gay começa num clube de sexo e termina nas ruas de Paris, ponderando se o tesão pode virar amor. É o filme mais premiado dos diretores Olivier Ducastel e Jacques Martineau, que são casados e conhecidos por filmar dramas gays – outro destaque de suas carreiras é o ambicioso “Nés en 68”, de quase três horas de duração.     VOYAGE OF TIME | MUBI   Inédito nos cinemas brasileiros, o documentário de Terrence Malick sobre a origem do universo chega ao streaming em, ironicamente, sua versão IMAX. Trata-se da edição narrada por Brad Pitt, com quem o diretor trabalhou em “A Árvore da Vida” (2011) – a versão “normal” tem narração de Cate Blanchett e é mais longa. Como é típico nos trabalhos de Malick, a obra se destaca por uma direção de fotografia deslumbrante, a cargo do cinematógrafo Paul Atkins, que comandou viagem cinematográfica similar para a Disney no documentário “Terra” (2007). Outro destaque da produção, a trilha sonora é do já falecido Ennio Morricone, que venceu o Oscar em 2016 por seu trabalho em “Os Oito Odiados”.     INTO THE ABYSS | HBO Max   Premiado nos festivais de Londres e Torino, o documentário do veterano cineasta alemão Werner Herzog (“Fitzcarraldo”) é sobre assassinos condenados à morte no Texas – em especial um homem terrível que matou a namorada e seus filhos deficientes mentais. No filme, Herzog conversa com os criminosos, suas famílias e as das vítimas, buscando entender porque as pessoas – e o estado – matam. O resultado é cru, devastador e ao mesmo tempo o trabalho menos sensacionalista já feito sobre o tema.

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    Séries: “The Witcher” e as melhores estreias da semana

    17 de dezembro de 2021 /

    Estreia mais esperada entre as séries da semana, “Witcher” chega a sua 2ª temporada nesta sexta (17/12) com 10 meses de atraso devido à pandemia. Originalmente esperada em fevereiro de 2021, a atração levou mais de um ano para ser gravada. Deu tempo, inclusive, para a saga criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski render um longa animado, “The Witcher: Lenda do Lobo”, que introduz um personagem importante do segundo ano da produção. Confira abaixo quais são os outros títulos que completam o Top 10 das séries da semana.     THE WITCHER | Netflix   A 2ª temporada tem início imediatamente após os eventos do primeiro ano de produção, concluídos com a feiticeira Yennefer (Anya Chalotra) dada como morta e o encontro do caçador de monstros Geralt de Rivia (Henry Cavill) com a jovem princesa perdida Ciri (Freya Allan). Decidindo ajudá-la, Geralt leva a princesinha ao lugar mais seguro que conhece, seu lar de infância, Kaer Morhen, onde tem início um treinamento que a transformará numa guerreira. Paralelamente, Yennefer também embarca em nova jornada, enfrentando ainda mais perigos sem que o witcher saiba que ela está viva. Novos monstros, mais aventuras e muitas participações especiais aguardam aos fãs nos episódios inéditos.     ÁGUAS DO NORTE | Globoplay   Uma das melhores minisséries do ano (94% no Rotten Tomatoes) desembarca sem alarde na Globoplay. Com roteiro e direção do cineasta Andrew Haigh (“45 Anos”), a superprodução britânica acompanha um navio baleeiro em expedição ao Ártico em meados do século 19, numa aventura de sobrevivência onde a ferocidade dos elementos só é rivalizada pela brutalidade dos integrantes da tripulação, entre eles o arpoador psicopata vivido por Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”). O excelente elenco ainda destaca Jack O’Connell (“Invencível”) com um médico em busca de redenção e Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) como o capitão do navio.     THE GREAT | Starzplay   Criada por Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018), a produção transforma a trajetória de Catarina, a Grande, numa comédia ácida de época, estrelada por Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”), Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) e, nos novos episódios, também Gillian Anderson (“Sex Education”). Na 2ª temporada, o idealismo da protagonista nos primeiros episódios cede lugar à determinação que permitiu à Catarina comandar a Rússia com mão de ferro de 1762 e 1796. Mas, para chegar ao poder, ela ainda precisa matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte.     STATION ELEVEN | HBO Max   A minissérie baseada no best-seller homônimo de Emily St. John Mandel tem um tema muito atual: acompanha o impacto de uma pandemia devastadora, responsável por dizimar a população do planeta. A trama mostra a luta pela sobrevivência e os esforços dos que restaram para reconstruir o mundo, mantendo apenas o melhor do que foi perdido. Segunda atração sci-fi de Patrick Somerville na HBO Max, após a comédia distópica “Made For Love”, a produção reúne um elenco grandioso, com destaque para Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Gael García Bernal (“Tempo”), Himesh Patel (“Yesterday”) e Daniel Zovatto (“Penny Dreadful: City of Angels”).     GODFATHER OF HARLEM | Star+   Inspirada na vida real do chefão do crime Bumpy Johnson, a série chega à 2ª temporada acompanhando os planos do protagonista, um gângster negro, que após cumprir dez anos de prisão reencontra o Harlem controlado pela máfia italiana. Disposto a retomar a influência sobre a região nova-iorquina, ele se alia ao ativista radical Malcolm X, pegando carona nos discursos de agitação social para iniciar uma guerra racial pelo tráfico de drogas. Com Forest Whitaker (“Pantera Negra”) no papel principal, a produção ainda destaca Vincent D’Onofrio (o Chefão do Crime de “Demolidor”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”) e Nigel Thatch, que já tinha interpretado Malcom X antes, no filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” (2014).     IN MY SKIN | HBO Max   Comédia sombria de amadurecimento, segue uma garota de 16 anos que precisa lidar com as ansiedades e inseguranças da vida adolescente em Cardiff, no País de Gales. Mas seus problemas não se resumem a romancezinhos. Ela enfrenta a dura realidade de sua família – um pai violento e uma mãe bipolar – que é muito diferente das histórias que conta para seus amigos, buscando embelezar sua situação. Criada por Kayleigh Llewellyn (“Stella”), a série que consegue ser comovente e engraçada ao mesmo tempo já tem uma 2ª temporada produzida, igualmente elogiada pela crítica britânica, e que deve ser disponibilizada em breve pela HBO Max.     SUPERSTORE | Netflix   A 6ª e última temporada fecha a loja Cloud 9, um dos melhores locais para se trabalhar numa comédia desde o escritório de “The Office”. A decisão foi tomada depois que America Ferrera deixou a série no início da temporada fatídica. Grande estrela da produção, a antiga protagonista de “Ugly Betty” queria sair no final do quinto ano, mas estrelou os dois primeiros episódios para ganhar uma despedida oficial. Quando a atriz se afastou para cuidar dos dois filhos bebês, a série perdeu seu coração e acabou cancelada. O fim, ao menos, permitiu à protagonista retornar rapidamente para o desfecho.     ELITE: HISTÓRIAS BREVES | Netflix   Esta é a segunda leva de mini-episódios “extras” de “Elite”, após o sucesso da iniciativa de junho passado. Na primeira vez, foram quatro curtas com os personagens da série, incluindo cenas de romances e reconciliações, liberados diariamente (um por dia), a partir de 14 de junho como um aquecimento para a estreia da 4ª temporada. Desta vez, porém, as “Histórias Breves” são apenas três mini-episódios e disponibilizados de forma mais espaçada, semanalmente, e sem relação com a estreia da 5ª temporada, que ainda não tem data prevista.     TURMA DA MÔNICA JOVEM | HBO Max   A adaptação dos quadrinhos de Mauricio de Sousa chega na HBO Max dois anos após estrear no Cartoon Network, com a vantagem de não sofrer com o espaçamento dos episódios – a midseason da 1ª temporada durou oito meses! Fortemente influenciada pela estética dos animes, a atração consegue divertir e mostrar como os famosos personagens da Turma da Mônica continuam aprendendo a crescer, mesmo não sendo mais crianças.     AGGRETSUKO | Netflix   O anime chega à 4ª temporada com novas desventuras da simpática panda vermelha Retsuko, que é estagiária de contabilidade durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal. Na última temporada, ela finalmente recebeu uma promoção, apenas para perceber que na verdade o que aumentou foi seu trabalho, enquanto continuava cada vez mais endividada. Agora, um novo diretor começa uma rodada de demissões e ela ainda enfrenta a paixão obsessiva de um colega com quem precisa conviver. “Aggretsuko” foi concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), como representação de uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. E a série acerta o tom em cheio.

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    Novo teaser de “Peaky Blinders” mostra confronto na família Shelby

    16 de dezembro de 2021 /

    A rede BBC divulgou um pequeno teaser da 6ª e última temporada de “Peaky Blinders” nas redes sociais, que revela um confronto entre Tommy Shelby (Cillian Murphy) e sua irmã, Ada (Sophie Rundle). A prévia também revela que os episódios inéditos chegam no começo de 2022. A 6ª temporada começou a ser gravada em janeiro, após atraso de um ano em sua produção devido à pandemia, e na metade das gravações a equipe sofreu uma perda trágica, com a morte da atriz Helen McCrory, intérprete da Tia Polly e uma das principais atrizes da produção. Não está claro como isso será abordado na série. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar a história de Thomas Shelby, um veterano da 1º Guerra Mundial que transforma sua família e amigos numa perigosa gangue de rua. Não contente em conquistar seu bairro, ele busca expandir seus negócios ilícitos, virando político e ampliando seu alcance por todo o Reino Unido e, via exportações, até os EUA. Desde sua estreia em 2013, a série criada por Steven Knight tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. Always listen to Ada. #PeakyBlinders Series 6 / Streaming early 2022 / @BBCiPlayer pic.twitter.com/9k0flPLYfR — BBC (@BBC) December 13, 2021

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    Carole Baskin desiste de processar Netflix após fiasco de “Máfia dos Tigres 2”

    16 de dezembro de 2021 /

    A ativista Carole Baskin desistiu de seu processo contra a Netflix por causa de “A Máfia dos Tigres 2”. Segundo ela, o motivo foi o fracasso de público e crítica da produção. Carole e seu marido Howard Baskin processaram a plataforma de streaming no começo de novembro ao se depararem com o trailer da continuação, feita sem alarde e com estreia marcada para logo em seguida. Em sua ação, os Baskins alegaram que a série original fez seu negócio parecer o “equivalente ético e moral do zoológico à beira da estrada de Joe Exotic” e retratou Carole como “uma assassina que … se desfez dos restos mortais de seu falecido marido alimentando seus felinos”. Além disso, eles alegaram não ter assinado autorização para uso de suas imagens na sequência de “A Máfia dos Tigres”. A Netflix, porém, apontou que o contrato original previa “explicitamente” a reutilização das gravações “em projetos futuros”. Para justificar a desistência, o casal publicou um vídeo no site Big Cat Rescue, em que afirma que o “processo nunca foi sobre compensação monetária”. E como não conseguiram impedir o programa de ir ao ar, consideram que a continuidade da ação só lhes tomaria tempo. O fato de que “recebeu críticas negativas e saiu do Top 10 da Netflix rapidamente” já seria compensação suficiente. A série também não apresentou nenhuma evidência do suposto assassinato do primeiro marido de Baskin, elaborando, inclusive, teorias de que ele ainda estaria vivo. Narrativamente, foi uma decepção, justificando seus míseros 19% de aprovação no Rotten Tomatoes. Em vez de esticar a briga judicial, eles dizem preferir investir em sua luta contra a exploração de animais e “trabalhar em produções mais significativas” como “The Conservation Game” e “Carole Baskin’s Cage Fight”, séries que estrelam e que “receberam críticas positivas muito fortes em contraste com a 2ª temporada de ‘A Máfia dos Tigres’”. Veja o vídeo abaixo.

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