Bigbug: Netflix revela teaser de nova sci-fi do diretor de “Amélie” e “Ladrão de Sonhos”
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Bigbug”, do cineasta francês Jean-Pierre Jeunet, que, como lembra a propaganda, é o diretor visionário de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, “Delicatessen” e “Ladrão de Sonhos”. A prévia mostra um futuro suburbano distópico que lembra os anos 1960, mas com robôs altamente avançados transformados em aparelhos domésticos comuns. A trama vai acompanhar quatro desses robôs domésticos que de repente se tornam totalmente conscientes e decidem fazer seus donos de reféns em suas próprias casas. O elenco reúne atores conhecidos dos filmes de Jeunet, como Dominique Pinon, Isabelle Nanty, Claude Perron, Francois Levantal e Youssef Hajdi, além de Elsa Zylberstein (“Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte”), Claire Chust (“Miss”) e Alban Lenoir (“Os Camarões Brilhantes”). A estreia está marcada para 11 de fevereiro, apenas na Netflix.
Cena deletada de “The Witcher” indica trama da 3ª temporada
A Netflix divulgou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, que pode indicar os rumos da 3ª temporada. A cena traz um diálogo entre Stregobor (Lars Mikkelsen) e Vilgefortz (Mahesh Jadu) nos corredores de Aretuza. Ambos recordam o passado de Vilgefortz desde seu nascimento como filho bastardo até seu treinamento como mago, ao mesmo tempo em que sugere uma divisão entre a Irmandade dos Feiticeiros. Este detalhe reflete eventos dos livros de Andrzej Sapkowski que podem ser explorados na 3ª temporada da série. Lançada em 17 de dezembro, a 2ª temporada de “The Witcher” é atualmente a série mais vista da Netflix. O terceiro ano da produção já está sendo escrito, mas ainda não tem previsão de estreia.
4ª temporada de “Fauda” ganha trailer repleto de ação
O Yes Studios divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada de “Fauda”, série de ação israelense que é distribuída pela Netflix em todo o mundo. Repleta de tiroteios, a prévia revela uma temporada bastante ambiciosa, com desdobramentos globais. “Fauda”, que significa “caos” em árabe, foi lançado em 2016 e desde então se tornou uma das séries israelenses mais conhecidas do mundo. Com o quarto ano de produção, também está virando a série de ação mais duradoura do país. Os próximos 10 episódios terão ambientação em maior número de países que as três temporadas anteriores, apresentando novas ameaças e novos integrantes em seu elenco, incluindo Inbar Lavi, a Eva de “Lúcifer”. Na trama, o protagonista Doron, interpretado pelo co-criador da série Lior Raz enfrentará conflitos simultâneos em duas frentes – com ativistas do Hezbollah do Líbano e militantes palestinos na Cisjordânia. Além de Raz, a 4ª temporada ainda contará com o retorno de Itzik Cohen (como Capitão Ayub), Rona-Lee Shimon (Nurit), Idan Amedi (Sagi), Doron Ben David (Steve), Yaacov Zada Daniel (Eli) e Meirav Shirom (Dana). Já as novidades do elenco incluem, além de Inbar Lvi, os atores Mark Ivanir (“Barry”), Amir Boutrous (“The Crown”), Loai Noufi (“Os Árabes Também Dançam”) e a apresentadora da TV israelense Lucy Ayoub. Ainda não há previsão para a estreia.
“The Witcher” e “Não Olhe para Cima” lideram audiência da Netflix
O filme “Não Olhe para Cima” e a série “The Witcher” foram as atrações mais assistidas da Netflix na última semana. A comédia apocalíptica estrelada por Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence e grande elenco foi vista durante 111 milhões de minutos em três dias, entre sexta (24/12), dia de seu lançamento, e domingo (26/12), quando o período da contagem chegou ao fim. A crítica do diretor-roteirista Adam McCay ao negacionismo da Ciência chegou a ter quatro vezes mais público que o segundo filme mais visto, “Imperdoável”, estrelado por Sandra Bullock, que registrou 26,6 milhões de horas de exibição. Na semana passada, “Não Olhe para Cima” só teve menos público que a 2ª temporada de “The Witcher”. Em sua segunda semana de exibição, a atração protagonizada por Henry Cavill rendeu 168,5 milhões de horas de streaming, o que representa um consumo 60% maior que o gerado pela 2ª temporada de “Emily in Paris”. Lançada na quarta passada (22/12), a nova leva de episódios da série estrelada por Lily Collins teve 107,6 milhões de horas de exibição. O sucesso de “The Witcher” também fez crescer o interesse na 1ª temporada, que acabou ressurgindo em 3º lugar, com 60,7 milhões de horas, curiosamente seguido à distância pela temporada inaugural de “Emily in Paris”, com 18,4 milhões em 4º lugar. O título que não apareceu no ranking foi “Lulli”, a nova comédia de Larissa Manoela. Mas a produção brasileira foi lançada no domingo (26/12) e só teve um dia de audiência contabilizado.
Netflix negocia produzir mais duas temporadas de “Round 6”
A Netflix quer mais temporadas do maior sucesso de sua História. No plural. Em entrevista a emissora KBS, da Coreia do Sul, o diretor Hwang Dong-hyuk, criador de “Round 6”, contou que já está em negociações coma empresa para realizar uma 3ª temporada de “Round 6”, embora a 2ª temporada ainda esteja em fase inicial de desenvolvimento e não tenha sequer previsão de estreia. “No momento, estamos conversando com a Netflix sobre a 2ª temporada e também sobre uma 3ª. Devemos chegar a um acordo em breve”, declarou Dong-hyuk. Inicialmente, “Round 6” foi planejada para ter uma temporada única, mas o sucesso inesperado da série fez com que a Netflix confirmasse pelo menos a produção de mais uma leva de episódios inéditos. Em entrevistas, Hwang Dong-hyuk chegou a afirmar que se sentiu “pressionado” e na “obrigação” de produzir uma sequência, após o sucesso da atração, com direito a cobrança dos próprios fãs. Por sorte, a atração original terminou com um gancho para continuar a história. Até o momento, pouco foi revelado sobre os rumos da 2ª temporada, mas, em entrevista à revista Entertainment Weekly, o diretor deixou escapar que uma das possibilidades pode ser abordar o lado “mais sombrio” do personagem Seong Gi-hun, o jogador 456, vivido pelo ator Lee Jung-jae. “Round 6” virou um fenômenos mundial, batendo todos os recordes de audiência da Netflix, ao mostrar uma competição mortal entre centenas de pessoas endividadas ou em situação de miséria, que disputam um jogo onde apenas um pode vencer – e sobreviver – para ganhar um prêmio milionário.
Natalia Pasternak agradece Leonardo DiCaprio por “Não Olhe para Cima”
A microbiologista Natalia Pasternak foi ao Twitter agradecer a Leonardo DiCaprio e ao diretor Adam McKay pelo filme “Não Olhe para Cima”. Refletindo comentários de brasileiros nas redes sociais, ela escreveu em inglês que a produção reflete o momento atual do Brasil, em que um presidente pratica abertamente o negacionismo da ciência. Ela ainda lembrou uma participação feita no “Jornal da Cultura” no ano passado, quando se exaltou ao falar sobre os negacionistas da pandemia, que se recusavam a usar máscaras. A atitude da cientista brasileira tem sido muito citada em comparação a uma cena específica do filme. “Queridos Adam McKay e Leonardo DiCaprio, obrigado por um filme incrível. Não tenho certeza se vocês sabem que é perfeito para o Brasil… Esta sou eu no noticiário de um ano atrás, comentando uma reportagem sobre levar levianamente a negação da ciência com humor”, Pasternak escreveu. Lançado na Netflix na véspera do Natal, “Não Olhe para Cima” traz Leonardo DiCaprio (vencedor do Oscar por “O Regresso”) e Jennifer Lawrence (vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida”) tentando alertar o mundo sobre a aproximação de um cometa capaz de destruir a Terra. Escrito e dirigido por Adam McKay (vencedor do Oscar por “A Grande Aposta”), a comédia ainda inclui Meryl Streep (vencedora do Oscar por “A Dama de Ferro” e outros) como presidente dos EUA, que não dá importância ao aviso apocalíptico, reação compartilhada por assessores e mídia. Os personagens que se recusam a levar a ameaça a sério foram vistos como referências aos negacionistas que ignoram dados científicos sobre temas como a emergência climática e a pandemia de covid-19. Natalia Pasternak foi uma das primeiras a explorar a comparação, numa crítica do filme feita para uma publicação científica. Dear @GhostPanther and @LeoDiCaprio , thank you for an amazing film, couldn't tag Ms Lawrence, but not sure you are aware it's a perfect fit for Brazil…This is me in the evening news a year ago, commenting on a piece about taking science denialism lightly and with humor…😉 pic.twitter.com/hv0osNgnhj — Natalia Pasternak, PhD 🧬 🇧🇷 🇮🇱 (@TaschnerNatalia) December 27, 2021
Conheça os bastidores da primeira série sci-fi sul-coreana
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores e um teaser de “O Mar da Tranquilidade”, primeira série sci-fi sul-coreana, que chegou ao streaming na sexta-feira (24/12). O making of conta a história da produção , baseada num curta do diretor Choi Hang-Yong, e destaca o trabalho dos atores, com destaque para Gong Yoo (“Round 6”) e Bae Doona (“Sense8”). A trama se passa no futuro, após a Terra se tornar quase inabitável e quando o segredo para sobrevivência da humanidade é descoberto na Lua. O problema é que a base lunar do Mar da Tranquilidade parou misteriosamente de se comunicar. Por isso, astronautas são enviados ao local, em busca da importante descoberta e de pistas sobre o que aconteceu no local. A adaptação do curta original foi desenvolvida por Park Eun-kyo, roteirista do impactante suspense “Mother: A Busca pela Verdade”, dirigido por Bong Joon-ho (“Parasita”) em 2009, e o elenco ainda inclui o ator e cantor Lee Joon (“Vampire Detective”), que é integrante da boy band MBLAQ.
The Witcher: Vídeo mostra bastidores do treinamento de Ciri
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “The Witcher”, que destaca o treinamento de Ciri (Freya Allan) em Kaer Morhen. O vídeo mostra a preparação da atriz para as cenas de ação, revelando o making of de sua passagem pelos obstáculos que a derrubaram várias vezes na série. Resgatada por Geralt de Rivia (Henry Cavill), Ciri ganha muito mais destaque na nova temporada, determinada a virar um bruxo (witcher) como seu salvador. Só que, na verdade, ela tem um poder secreto que aos poucos se torna mais evidente, fazendo com que muitos acreditem que possa se tornar uma perigosa ameaça que precisa ser destruída – mas isso é assunto para a 3ª temporada. A série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski já foi renovada.
Filmes: “Encanto” é o melhor streaming de Natal
A Disney+ garante o Natal das crianças – e suas famílias – com o lançamento de “Encanto”, principal atração infantil desta sexta (24/12) em streaming. Mas a maioria dos títulos do fim de semana são para um público mais crescidinho, do besteirol romântico “Lulli”, com Larissa Manoela, à crítica negacionista “Não Olhe para Cima”, com Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence e grande elenco. Veja abaixo os 10 melhores lançamentos da semana nas plataformas para esquecer do mundo e fingir que está nevando lá fora. ENCANTO | Disney+ A segunda incursão animada da Disney pelo universo latino, após “Viva – A Vida é uma Festa” (Coco) em 2017, é um musical concebido pelo compositor Lin-Manuel Miranda. A trama gira em torno dos Madrigal, uma família extraordinária que mora numa casa mágica nas montanhas da Colômbia. Cada integrante da família é abençoada com um dom único, desde superforça até o poder de curar. Exceto Mirabel. E quando a magia começa a entrar em colapso, é justamente ela, a única Madrigal sem poderes sobrenaturais, que se torna a última esperança de seus parentes excepcionais. Embora a perspectiva cultural latina ainda seja novidade para a Disney, o produto final é típico do estúdio: divertido, musical e lindamente animado. A animação também confirma a supervalorização de Lin-Manuel Miranda em Hollywood. “Encanto” foi o quarto filme com suas digitais em 2021 – após “Em um Bairro em Nova York”, “Tick, Tick…Boom!” e outra animação, “Vivo: Um Amigo Show”. Já a direção ficou a cargo de Byron Howard e Jared Bush, co-diretores de “Zootopia”, em parceria com Charise Castro Smith – que faz sua estreia na função após uma carreira como roteirista de séries (de “Devious Maids” à “Maldição da Residência Hill”). NÃO OLHE PARA CIMA | Netflix A superprodução de fim de ano da Netflix chama atenção pelo elenco estelar, com Leonardo DiCaprio (vencedor do Oscar por “O Regresso”) e Jennifer Lawrence (vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida”) tentando alertar o mundo sobre a aproximação de um cometa capaz de destruir a Terra. Escrito e dirigido por Adam McKay (vencedor do Oscar por “A Grande Aposta”), a comédia apocalíptica, que ainda destaca Meryl Streep (vencedora do Oscar por “A Dama de Ferro” e outros), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”) em seu elenco, não agradou muito a crítica americana, como atesta a aprovação de 55% (medíocre) no Rotten Tomatoes. Mas deve causar efeito oposto no Brasil, onde as comparações com o negacionismo bolsonarista aumentam sua importância, dão profundidade à sátira e praticamente garantem repercussão. BEING THE RICARDOS | Amazon Prime Video O drama de época transforma Nicole Kidman (“Nove Desconhecidos”) e Javier Bardem (“Duna”) em Lucille Ball e Desi Arnaz, casal icônico que estrelou o famoso sitcom “I Love Lucy” (1951-1957). Mas o grande atrativo da produção é o roteiro do diretor Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”), que conjura a lendária estrela de TV em diálogos afiados, tão bons que distraem da aparência botocada de Kidman e do fato de Bardem não parecer nada com Arnaz. A trama se desenrola durante uma semana de produção de “I Love Lucy”, quando Lucy e Desi enfrentam uma crise que pode encerrar suas carreiras e seu casamento, após a ruiva mais famosa dos EUA ser acusada de vermelha – não pela cor dos cabelos, mas por supostamente ser comunista. Hoje uma piada, a acusação ridícula no auge da caça às bruxas em Hollywood abalou o prestígio da estrela em 1952, e o resgate dessa história serve para lembrar ao público contemporâneo a loucura perigosa que acompanha a chegada da extrema direita ao poder, além de discutir a cultura do cancelamento numa época em que nem havia Twitter. LULLI | Netflix Em sua terceira comédia na Netflix – depois de “Modo Avião” (2020) e “Diários de Intercâmbio” (2021) – Larissa Manoela embarca no humor fantasioso, como uma médica residente que toma um choque e passa a ouvir os pensamentos de todos ao seu redor. A premissa faz uma grande descoberta: que o nome do meio da Dra. Meredith Grey é Jean. Pois é basicamente “Grey’s Anatomy” com Jean Grey, a telepata dos X-Men, uma médica romântica com poderes mutantes. O filme também marca uma nova parceria da atriz com a escritora Thalita Rebouças após “Fala Sério, Mãe!” (2017). Desta vez, porém, não se trata da adaptação de um livro, mas um roteiro original escrito em parceria com Renato Fagundes (“Modo Avião”). Para completar, volta a juntar Larissa com o diretor de “Modo Avião”, César Rodrigues. PREDADORES ASSASSINOS | Netflix Tenso do começo ao fim, o thriller de Alexandre Aja (“Piranha”) mostra a luta de uma jovem (Kaya Scodelario) para resgatar o pai, gravemente ferido no porão de sua casa, durante um imenso furacão. Não bastasse o nível da água subir sem parar, inundando o local, ela também precisa enfrentar inimigos inesperados: gigantescos crocodilos que chegam com as águas. Simples e muito bem feito, virou um dos suspenses favoritos de Quentin Tarantino. AMEAÇA PROFUNDA | Star+ Este terror submarino foi bastante subestimado em seu lançamento nos cinemas. Na trama, após um tremor comprometer suas instalações submarinas, um grupo de cientistas precisa lutar pela sobrevivência contra ameaças que inadvertidamente liberaram ao perfurar o fundo do mar. Claramente inspirado em “Aliens”, sai-se melhor que todas as outras produções de “aliens nas profundezas” (inclusive “O Segredo do Abismo”, do próprio diretor de “Aliens”, James Cameron) e ainda tem um elenco interessantíssimo, encabeçado por Kristen Stewart (“Spencer”), Vincent Cassel (“Jason Bourne”) e Jessica Henwick (“Matrix Resurrection”). FOURTEEN | MUBI O drama indie escrito e dirigido por Dan Sallitt é uma lição sobre a amizade, e como a passagem do tempo pode mudar os laços e a visão que temos de velhos amigos. A trama acompanha duas grandes amigas de infância que tem reações diferentes à vida adulta. Enquanto a mais genial e expansiva tem dificuldades de manter emprego, a mais tímida e focada segue firme em seu projeto de vida. Mas logo fica claro que o problema da primeira, cada vez mais disfuncional, pode ter raízes mais profundas que a imaturidade. Venceu vários prêmios, inclusive o de Melhor Roteiro no Gotham Awards, a premiação de cinema independente de Nova York. BADEN BADEN | MUBI A estreia da diretora francesa Rachel Lang segue uma jovem de espírito livre de 26 anos, que volta para casa em Estrasburgo depois de morar no exterior por tempo suficiente para se sentir deslocada em todos os lugares. A atriz Salomé Richard (“Memórias da Dor”) brilha como a protagonista, que é totalmente andrógina e ainda assim apaixona todos os homens ao seu redor. STAND BY ME DORAEMON | Netflix STAND BY ME DORAEMON 2 | Netflix Os dois filmes mais recentes de Doraemon chegam juntos na véspera da Natal. Eles adaptam os primeiros mangás criados por Fujiko F. Fujio em 1969, mostrando as confusões do gato robô enviado do futuro para cuidar de uma criança, Nobita Nobi, com o objetivo de ajudá-lo a cumprir seu destino – entre outras coisas, melhorar as notas na escola e casar-se com sua melhor amiga Shizuka Minamoto quando crescer. Lançado em 2014, “Stand by Me Doraemon” foi a primeira animação computadorizada do gatão, após vários episódios de anime e longas bidimensionais. E depois do sucesso da origem de Doraemon, premiada como Melhor Animação do Japão, a história continuou em 2020 com o segundo filme, em que Nobita resolve ir ao futuro assistir seu casamento, causando vários desastres. Os dois filmes têm direção de Takashi Yamazaki (da animação “Lupin III: O Primeiro”) e Ryuichi Yagi (do game “Resident Evil Zero”).
Séries: Natal traz “Motherland – Fort Salem” ao Brasil. Veja outras estreias
O Natal traz um presentão para os fãs de séries: a estreia da “Motherland – Fort Salem” no Brasil. Maratona de fim de ano, a atração chega à plataforma Star+ com duas temporadas completas e já renovada para seu terceiro – e último – ano de produção. Entre as demais novidades, destacam-se ainda a estreia da primeira coprodução internacional da Globo, a volta de “Emily in Paris” e duas novas atrações sul-coreanas com atores de “Round 6” e “Parasita” na Netflix. As 10 sugestões de streaming da semana podem ser conferidas com mais detalhes logo abaixo. MOTHERLAND – FORT SALEM | Star+ Uma das séries mais cultuadas da atualidade, a criação original de Eliot Laurence (que também criou “Claws”) se passa numa realidade alternativa, onde as bruxas de Salem escaparam das fogueiras com uma proposta irrecusável: obter a independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, elas representam a força armada mais perigosa do país, responsável pela supremacia americana no cenário internacional. A trama gira em torno de três recrutas desse exército sobrenatural, desde seus treinamentos iniciais até situações de combate, primeiro contra bruxas terroristas e depois contra uma conspiração sofisticada, que usa biotecnologia avançada para exterminar as feiticeiras e seu modo de vida. Em meio às lutas, o trio formado pelas carismáticas Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”) e a estreante Ashley Nicole Williams também descobrem o amor e algumas verdades, que abalam sua fé em suas líderes. EMILY EM PARIS | Netflix A 2ª temporada encontra Emily (Lily Collins) mais adaptada à França, deixando de lado os clichês que tanto irritaram a imprensa francesa na 1ª temporada, mas não o costume de viver em cartões postais, desta vez incluindo Saint Tropez e Versailles. O clima romântico continua a dar o tom, assim como os figurinos exagerados – que às vezes parecem cosplay da “Gossip Girl” original. Eles popularizam a série entre as blogueiras de moda e evocam um aspecto hedonista que embala fantasias femininas desde “Sex and the City”, matriz estética e espiritual da atração. Nunca é demais lembrar que “Emily in Paris” é uma criação do mesmo Darren Starr que desenvolveu “Sex and the City” – e que não tem culpa nenhuma por “And Just Like That”. PASSAPORTE PARA LIBERDADE | Globoplay Feita em parceria com a Sony, a minissérie da Globo conta a saga de Aracy Moebius de Carvalho (1908-2011), funcionária do consulado brasileiro em Hamburgo durante a 2ª Guerra Mundial, que teria ajudado famílias judias perseguidas pelo regime nazista a escaparem para o Brasil. Ela trabalhava com o vice-consul brasileiro, o escritor Guimarães Rosa, com quem posteriormente se casou, e, segundo a ficção, aproveitou sua posição na Embaixada para conceder vistos a judeus, salvando cerca de 200 famílias da prisão e da morte na Alemanha nazista. Há controvérsias históricas, como também houve com “A Lista de Schindler” (1993) – que nem por isso deixou de ser um filme potente. O mais estranho, porém, foi a decisão de gravar todas as cenas em inglês para o mercado internacional e exibir no Brasil uma versão dublada em português – em que os movimentos dos lábios não batem com as falas. O elenco destaca Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”) e Rodrigo Lombardi (“Carcereiros”) como Aracy de Carvalho e João Guimarães Rosa. O roteiro é escrito por Mário Teixeira, autor da novela “Liberdade, Liberdade”, e a direção-geral está a cargo de Jayme Monjardim, que filmou “Olga” (2004), sobre Olga Benário Prestes, morta em 1942 justamente em um campo de extermínio nazista. O MAR DA TRANQUILIDADE | Netflix A sci-fi sul-coreana traz Gong Yoo (“Round 6”) e Bae Doona (“Sense8”) como astronautas, que buscam uma alternativa para a sobrevivência da humanidade na Lua, após a Terra se tornar quase inabitável. O problema é que a base do Mar da Tranquilidade, responsável pela descoberta importante e misteriosa, cessou suas comunicações. A missão dos protagonistas é viajar ao local em busca de pistas sobre o que aconteceu e qual foi a descoberta capaz de dar esperanças para o mundo. A série foi desenvolvida por Park Eun-kyo, roteirista do impactante suspense “Mother: A Busca pela Verdade”, dirigido por Bong Joon-ho (“Parasita”) em 2009, e o elenco ainda inclui o ator e cantor Lee Joon (“Vampire Detective”), que é integrante da boy band MBLAQ. NOSSO ETERNO VERÃO | Netflix O K-drama acompanha um casal que teve seu namoro transformado em documentário na escola, apenas para passar por um terrível separação e desejar nunca mais se ver. Dez anos depois, o tal documentário se torna popular e volta a aproximar o casal, que aceita ter seu cotidiano filmado novamente. Os protagonistas românticos são Choi Woo-sik, o jovem astro de “O Parasita”, e Kim Da-Mi, de “A Bruxa: Parte 1” e “Parte 2”. HIERRO | HBO Max O premiado thriller espanhol acompanha uma juíza que, ao assumir um cargo na ilha mais distante do arquipélago das Canárias, depara-se com uma série de assassinatos. A investigação leva ao principal traficante da região, que na 2ª temporada volta a virar alvo da magistrada. O detalhe é que ele também está na mira de um assassino profissional. Os novos episódios, liberados semanalmente, tentam desvendar quem quer vê-lo morto. Criada por Pepe Coira (“Luci”), a série é estrelada por Candela Peña (“Kiki: Os Segredos do Desejo”) e o argentino Darío Grandinetti (“Relatos Selvagens”). SEGREDO ENTRE AMIGAS | Globoplay A minissérie australiana acompanha três melhores amigas que enfrentam um dilema, quando o casamento perfeito de uma delas traz um facínora para suas vidas. Os efeitos dessa convivência desencadeiam uma reação mortal que revela um mundo oculto de muitos segredos. Baseada numa peça de Elizabeth Coleman (“Os Segredos de Miss Fisher”), a produção dramática tem como principal destaque o elenco formado por Abbie Cornish (“Sucker Punch”), Katie McGrath (“Supergirl”) e Georgina Haig (“Once Upon a Time”). MOONSHINE | Paramount+ A comédia canadense de Sheri Elwood (roteirista de “Lucifer”) gira em torno de meio-irmãos em pé de guerra, que disputam o controle do negócio da família: um resort decadente de verão batizado com o título da série. O elenco destaca Jennifer Finnigan (“Salvation”), Anastasia Phillips (“Bomb Girls”), Emma Hunter (“Mister D”), Tom Stevens (“Deadly Class”) e Alexander Nunez (“A Teacher”) como os irmãos em briga. MÃE SÓ TEM DUAS | Netflix A série mexicana tem como premissa a decisão de duas mulheres de formar uma família inusitada após descobrirem que suas bebês foram trocadas na maternidade. Após o final da 1ª temporada, elas resolvem seguir destinos diferentes e os novos episódios refletem as mudanças em suas vidas. A criação é de Carolina Rivera, que antes escreveu “Devious Maids”, “Jane the Virgin”, “Roswell, New Mexico” e “Luis Miguel: A Série”. THE FIRST TEAM | HBO Max Criada por Damon Beesley e Iain Morris, conhecidos pelo hit “The Inbetweeners” (ou “Zoados”), a comédia britânica se foca num trio de jogadores jovens de um time (fictício) de futebol inglês, enquanto enfrentam diversos problemas dentro e fora do campo.
Joan Didion (1934–2021)
A escritora Joan Didion, uma das maiores expoentes do Novo Jornalismo americano e roteirista do sucesso “Nasce uma Estrela”, morreu nesta quinta-feira (23/12) de Mal de Parkinson em sua casa em Nova York, aos 87 anos. Cronista do caos dos anos 1960, ela se destacou com uma série de artigos na revista Life e no jornal The Saturday Evening Post, que retratavam o cotidiano dos baby boomers. Os textos foram seguidos por livros famosos, como “O Álbum Branco” sobre os hippies, The Doors e a Hollywood dos anos 1970 e, mais recentemente, “O Ano do Pensamento Mágico”, sobre tragédias pessoais, que a estabeleceram como uma das vozes mais críticas da ficção americana. Ela também se dedicou à reportagem política e crônica cultural. Mas foi só após se casar com John Gregory Dunne, jornalista da Time, que se mudou para a Califórnia e se aproximou de Hollywood. Didion virou roteirista em parceria com o marido. Os dois estrearam na ficção de cinema em 1971 com a adaptação de um livro de James Mills, “The Panic in Needle Park”, que virou o filme batizado como “Os Viciados” no Brasil. Considerado um marco da “nova Hollywood”, o drama dirigido por Jerry Schatzberg apresentou ao mundo o talento de Al Pacino, em seu primeiro papel de protagonista. Em seu segundo roteiro, a dupla adaptou um livro de Didion, “Play It as It Lays”, lançado nos cinemas brasileiros como “O Destino que Deus Me Deu” em 1972. A trama dramática acompanhava Tuesday Weld numa viagem sem rumo para esquecer seu casamento fracassado, um aborto e a doença mental da filha. A consagração veio no terceiro trabalho, quando o casal reescreveu a clássica história hollywoodiana de “Nasce uma Estrela” para a era do rock. Estrelado por Barbra Streisand e Kris Kristofferson, o filme estourou nas bilheterias e venceu um Oscar. O roteiro ainda serviu de base para o remake de 2018, com Lady Gaga e Bradley Cooper, garantindo-lhes créditos na nova produção. Eles também escreveram “Confissões Verdadeiras” (1981), versão de um romance de Dunne, que juntou Robert De Niro e Robert Duvall, e “Íntimo e Pessoal” (1996), trama ambientado em um telejornal, com Robert Redford e Michelle Pfeiffer. Dunne morreu de enfarte em 2003, aos 71 anos. Dois anos depois, a filha adotada pelo casal, Quintana Roo, morreu de pancreatite e choque séptico, com 39. Didion escreveu sobre a morte do marido e a doença da filha em “O Ano do Pensamento Mágico”, que foi adaptado para os palcos em 2007 num monólogo com a atriz Vanessa Redgrave. No mesmo ano, ela foi premiada pelo Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) com o troféu especial Evelyn F. Burkey, que reconhece aqueles que trouxeram “honra e dignidade” à profissão. Sem o parceiro de vida, Didion nunca mais escreveu outro roteiro, mas seus livros continuam a inspirar filmes, como “A Última Coisa que Ele Queria”, adaptado no ano passado pela diretora Dee Rees (“Mudbound”) e lançado pela Netflix com Anne Hathaway (“Os Miseráveis”) no papel principal. Em 2017, ela também virou documentário, “Joan Didion: The Center Will Not Hold”, produzido e dirigido por seu sobrinho, o ator Griffin Dunne (“Depois de Horas”), também disponibilizado pela Netflix.
Netflix revela cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”
A Netflix revelou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, em que Triss (Anna Shaffer) compartilha sua visão apocalíptica sobre Ciri (Freya Allan) para Geralt (Henry Cavill). A série mostrou a visão no quinto episódio, fazendo Triss acreditar que Ciri é uma ameaça que precisa ser destruída. Mas não tinha exibido a cena em que a feiticeira compartilha sua descoberta com Geralt, que de todo modo não lhe dá ouvidos. Isto faz com que Triss retorne à ilha de Thanedd para contar sua descoberta à Tissaia (MyAnna Buring). As consequências serão conhecidas na 3ª temporada da série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski, já confirmada, mas que ainda não tem previsão de estreia. just what did Ciri do to Triss?! check out this deleted scene from THE WITCHER Season 2 pic.twitter.com/m6fDvmz5Vk — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) December 22, 2021
Pré-seleção do Oscar de Melhor Canção inclui de Ariana Grande a U2
A lista dos pré-selecionados na categoria de Melhor Canção do Oscar 2022, divulgada nesta terça (21/12) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, incluiu vários artistas consagrados, indo alfabeticamente de Ariana Grande à U2. A principal curiosidade da relação com 15 títulos é que o Oscar pode apresentar a primeira disputa direta da carreira do casal Beyoncé e Jay-Z, que juntos venceram 51 Grammys. Para isto acontecer, a gravação de “Be Alive”, da trilha de “King Richard: Criando Campeões”, precisa se qualificar junto com “Guns Go Bang”, do western da Netflix “Vingança & Castigo”. Apesar de estar na estrada há mais de 40 anos, a banda U2, que compete pelo desenho “Sing 2”, não é a mais veterana da seleção. Há uma dupla de irmãos com mais de 50 anos de atividade, além de dois artistas com cerca de 60 anos de trajetória que buscam suas primeiras indicações ao Oscar: a banda Sparks, pela trilha de “Annette”, Brian Wilson, por uma gravação inédita de um documentário em sua homenagem, e Van Morrison, pela participação na trilha de “Belfast”, filme favorito a muitos prêmios. Entre os mais jovens, os destaques são Billie Eilish, que já venceu um Grammy pela faixa de “007 – Sem Tempo para Morrer”, a menciona Ariana Grande, na disputa pela comédia “Não Olhe para Cima”, e H.E.R., que retorna com o drama “Ferida” após sagrar-se vencedora do Oscar da categoria em 2021, pela trilha de “Judas e o Messias Negro”. Os 5 indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 8 de fevereiro. Já a cerimônia de premiação está marcada para 27 de março em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT e pela plataforma Globoplay. Confira abaixo as 15 músicas que estão no páreo. ANNETTE | So May We Start? BELFAST | Down To Joy BRIAN WILSON: LONG PROMISED ROAD | Right Where I Belong FERIDA | Automatic Woman CINDERELLA | Dream Girl NO RITMO DO CORAÇÃO | Beyond The Shore QUERIDO EVAN HANSEN | The Anonymous Ones NÃO OLHE PARA CIMA | Just Look Up ENCANTO | Dos Oruguitas FOUR GOOD DAYS | Somehow You Do VINGANÇA & CASTIGO | Guns Go Bang 007 – SEM TEMPO PARA MORRER | No Time To Die RESPECT- A HISTÓRIA DE ARETHA FRANKLIN | Here I Am (Singing My Way Home) KING RICHARD: CRIANDO CAMPEÃS | Be Alive SING 2 | Your Song Saved My Life












