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  • Série

    “The Umbrella Academy” supera “Stranger Things” no Top 10 da Netflix

    28 de junho de 2022 /

    A 3ª temporada de “The Umbrella Academy” alcançou o 1° lugar entre as séries faladas em inglês mais vistas da Netflix na última semana, superando “Stranger Things”. Entre os dias 20 e 26 de junho, “The Umbrella Academy” acumulou 124,5 milhões de horas de streaming, enquanto “Stranger Things” somou pouco mais de 76,9 milhões. Cabe ressaltar que a nova líder estreou apenas em 22 de junho. A 4ª temporada de “Stranger Things” ficou quatro semanas no topo desde o lançamento em 27 de maio, acumulando 930,8 milhões de horas na soma de seus primeiros 28 dias. Importante apontar que este é o número de dias total que a Netflix considera em seus rankings, mas no domingo “Stranger Things” completou 30 dias no ar – ou seja, os últimos dois dias não foram considerados na conta. Mesmo dentro das restrições métricas, a criação dos irmãos Duffer é a série em língua inglesa mais vista da história da Netflix, com larga vantagem sobre a 2ª temporada de “Bridgerton” (656,2 milhões de horas). Já o recorde geral pertence à produção sul-coreana “Round 6”, que acumulou 1,6 bilhão de horas em suas quatro primeiras semanas. Por curiosidade, a 3ª e a 2ª temporadas de “Stranger Things” também figuram no Top 10 semanal da Netflix, respectivamente na 3ª e 4ª posições no ranking, assim como a 1ª temporada de “The Umbrella Academy”, na 7ª posição. O remake sul-coreano de “La Casa de Papel” liderou o ranking das séries não faladas em inglês com 33,7 milhões de horas, número que representa menos de 20% da audiência inicial da temporada final da série original. Para completar, entre os filmes falados em inglês o líder da semana foi o estreante “O Homem de Toronto”, dirigido por Patrick Hughes (“Dupla Explosiva”), que acumulou 53,8 milhões de horas. “Spiderhead” e “Arremessando Alto” completam o pódio nesta categoria. Veja abaixo a lista completa com as 10 séries de língua inglesa mais vistas entre os dias 20 e 26 de junho na Netflix. Confira ainda o top 10 das séries internacionais e dos filmes em língua inglesa mais vistos no período.

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    Netflix se preocupa com cenas fortes de Klara Castanho em “Bom Dia, Verônica”

    28 de junho de 2022 /

    A Netflix vai dar atenção especial à edição das cenas de Klara Castanho na 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”. A atriz, que revelou recente ter sido estuprada, engravidado e dado o bebê para adoção, tem uma cena forte de estupro na produção. Na trama, Klara interpreta uma jovem de 18 anos que é abusada sexualmente pelo próprio pai, um líder religioso interpretado por Reynaldo Gianecchini. O desafio dos produtores é editar a cena de modo adequado, sem mostrar nada traumatizante, mas que reflita a trama. A 2ª temporada já foi totalmente gravada e a equipe está atualmente trabalhando na finalização dos episódios, que vão revelar que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da trama, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na produção do streaming, o personagem do ator é considerado “gente de bem”, livre de suspeitas. Por isso, será um inimigo difícil de ser combatido pela protagonista Verônica (Tainá Müller). Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.

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    Carol Burnett vai participar de “Better Call Saul”

    28 de junho de 2022 /

    O canal pago americano AMC anunciou que a lenda do humor Carol Burnett (“Louco por Você”) fará uma aparição especial na 6ª e última temporada de “Better Call Saul”. A atriz de 89 anos, que batiza um troféu especial do Globo de Ouro, interpretará uma personagem chamada Marion, mas não há outros detalhes sobre sua entrada na trama. “Estou emocionada por fazer parte do meu programa favorito”, disse Burnett em um comunicado. A notícia da participação da atriz vem logo após a confirmação de que Bryan Cranston e Aaron Paul reprisarão seus icônicos papéis de Walter White e Jesse Pinkman na reta final da série. Desenvolvida por Vince Gilligan, o criador de “Breaking Bad”, e Peter Gold, que introduziu o personagem Saul Goodman naquela atração, “Better Call Saul” é um prólogo de “Breaking Bad” que revela como o advogado do título se tornou tão picareta. A série conta a história do personagem vivido por Bob Odenkirk, que perdeu carreira e fortuna ao final de “Breaking Bad”. Após o piloto mostrar seu destino, a trama assume a forma de um interminável flashback, em que ele reflete sua vida antes de cruzar o caminho de Walter White. Passadas cinco temporadas, a fase derradeira vai finalmente mostrar sua transformação no personagem de “Breaking Bad”, deixando de ser o advogado idealista Jimmy McGill para assumir a identidade do vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. “Better Call Saul” foi indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática ao longo de todas as suas cinco temporadas anteriores. A parte 2 da 6ª temporada e derradeira temporada tem estreia marcada para 11 de julho. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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    Stranger Things: Onze encara Vecna no pôster do fim da temporada

    27 de junho de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster oficial do final da 4ª temporada de “Stranger Things”, que mostra Onze (Eleven) frente a frente com o monstro Vecna. O conflito entre a super-heroína e o monstro, como ela mesma definiu no início da temporada, também foi foco do trailer mais recente da atração. A parte 2 da temporada estreia na sexta (1/6) e terá dois episódios com tamanho de filmes. O 8º capítulo dura cerca de 1 hora e 25 minutos, enquanto o 9º e derradeiro terá quase 2 horas e meia. ATENÇÃO PARA O PÔSTER OFICIAL DO VOLUME 2 DE #STRANGERTHINGS! 💥CHEGA🔥LOGO🚨SEXTA-FEIRA 🆘 pic.twitter.com/VAqhe82POD — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 27, 2022

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  • Etc

    Hollywood reage à decisão da Suprema Corte contra o aborto nos EUA

    24 de junho de 2022 /

    A Suprema Corte dos Estados Unidos revogou nesta sexta-feira (24/6) o caso histórico “Roe x Wade”, de 1973, considerado o marco legal que estabeleceu o direito ao aborto legal no país. A decisão não proíbe o aborto nos EUA, mas muda os limites até onde os estados podem ir. O veredito autoriza estados americanos a terem leis mais restritivas contra a decisão das mulheres de interromper a gravidez. Governos conservadores podem agora impor limites rígidos para dificultar e até impedir o acesso de mulheres ao sistema de saúde visando abortos. Artistas e celebridades de Hollywood reagiram à decisão nas redes sociais. A cantora Taylor Swift tuitou: “Estou absolutamente aterrorizada que tenhamos chegado até aqui – que depois de tantas décadas de pessoas lutando pelos direitos das mulheres sobre seus próprios corpos, a decisão de hoje nos tirou isso”. O cantor e ator Harry Styles rotulou a decisão de “um dia verdadeiramente sombrio para os EUA”. “É realmente insondável e desanimador ter que tentar explicar para minha filha de 11 anos por que vivemos em um mundo onde os direitos das mulheres estão se desintegrando diante de nossos olhos”, lamentou a cantora Mariah Carey. “Esta Suprema Corte é um desastre absoluto. De dar às pessoas o direito de portar armas a tirar os direitos das mulheres de autonomia sobre seus próprios corpos. Não estávamos exagerando quando vimos isso chegando”, destacou a atriz Patricia Arquette. “Todo mundo tem uma arma, mas ninguém tem autonomia corporal. América”, resumiu a atriz Elizabeth Banks. “Pronto para o controle de natalidade e relacionamentos do mesmo sexo desaparecerem também?”, questionou o apresentador Jimmy Kimmel. “Preparem-se gays, vocês são os próximos”, alertou a estrela Bette Midler. Mas também teve artistas masculinos de direita que comemoraram. Kevin Sorbo, que já foi Hércules e agora faz filmes evangélicos, foi um deles. “A vida venceu”, ele tuitou, sem se estender. Apesar de não comentarem publicamente a decisão, os estúdios de Hollywood manifestaram preocupação e interesse em proteger seus funcionários, oferecendo a eles benefícios de saúde incluindo até mesmo viagens para conseguir abortos em estamos que permitam, se necessário. Um porta-voz da Warner Bros. Discovery disse que a companhia está “comprometida em oferecer aos funcionários em todo o país acesso a serviços de saúde consistentes e abrangentes. À luz da recente decisão da Suprema Corte, imediatamente expandimos nossas opções de benefícios de saúde para cobrir despesas de transporte para funcionários e seus familiares que precisem viajar para ter acesso a aborto e cuidados reprodutivos”. Já a Paramount, por intermédio de Bob Bakish, CEO da companhia, destacou que “apoiará – como sempre fizemos – as escolhas que nossos funcionários fazem sobre seus próprios cuidados de saúde”. A empresa se comprometeu a oferecer “certas despesas de viagem relacionadas se do plano de saúde não cobrirem serviços, como o aborto, por serem proibidos em sua área.” Os executivos da Disney também se comunicaram diretamente com as suas equipes, oferecendo com cuidados de qualidade e acessíveis para todos os funcionários, não importando onde eles morem. A Netflix ressaltou que já oferece uma cobertura de reembolso de transporte para funcionários nos EUA em período integral, incluindo dependentes que precisem viajar para tratamento de câncer, transplantes, de afirmação de gênero ou aborto A controladora da NBC Universal, Comcast, preferiu não comentar o assunto, mas o Deadline apurou que a companhia oferece um benefício de viagem para funcionário que inclui todos os serviços e procedimentos médicos que não estão disponíveis perto da casa de um funcionário. Por fim, a Sony compartilhou com todos os funcionários nos EUA que seus planos médicos por meio da Aetna fornecem assistência abrangente – incluindo reembolso de viagens, se necessário para acessar os serviços disponíveis. Entenda o caso “Roe x Wade” Em 1969, Norma McCorvey, então uma mulher solteira de 25 anos decidiu desafiar as leis antiaborto do estado do Texas na justiça, usando o pseudônimo de “Jane Roe”. Mesmo alegando que havia sido estuprada, ela não obteve o direito de fazer um aborto e foi obrigada a dar à luz. Defendendo a lei antiaborto estava Henry Wade, promotor público do condado de Dallas – e daí o nome do caso “Roe x Wade”. Quatro anos depois, em 1973, o caso chegou à Suprema Corte dos Estados Unidos e foi examinado juntamente com o de outra mulher da Georgia, Sandra Bensing, de 20 anos. Ao final, por sete votos a dois, os juízes decidiram que os governos não deveriam ter o poder de proibir o aborto e que as mulheres tinham o direito de interromper a gravidez. A decisão deu início a uma regulação do aborto no país, em um sistema no qual as mulheres tinham direito total ao aborto nos três primeiros meses da gestação. De acordo com o Center for Reproductive Rights, a expectativa é que após a revisão dessa decisão, o aborto permaneça acessível em 25 estados, e provavelmente será proibido em outros 22, além de 3 territórios. Everybody gets a gun but nobody gets bodily autonomy. America. — Elizabeth Banks (@ElizabethBanks) June 24, 2022 This Supreme Court is an absolute disaster. From giving people the right to carry guns to taking away Womens rights of autonomy over their own bodies. We weren’t being reactive we saw it coming. — Patricia Arquette (@PattyArquette) June 24, 2022 It is truly unfathomable and disheartening to have to try to explain to my 11 year old daughter why we live in a world where women’s rights are disintegrating in front of our eyes. — Mariah Carey (@MariahCarey) June 24, 2022 I’m absolutely devastated for the people of America today. Check on your friends. Look after each other. We’re all in this together, and the fight is just beginning. A truly dark day for America. — Harry Styles. (@Harry_Styles) June 24, 2022 Life wins. — Kevin Sorbo (@ksorbs) June 24, 2022 Supreme Court my ass — Danny DeVito (@DannyDeVito) June 24, 2022 GET READY, GAYS. YOU’RE NEXT. — bettemidler (@BetteMidler) June 24, 2022

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    Saiba como “The Umbrella Academy” lidou com a transição de Elliot Page

    24 de junho de 2022 /

    Quando Elliot Page (de “Juno” e “Além da Morte”) anunciou sua mudança de gênero há dois anos, apesar do apoio dos fãs, muitos se perguntaram como isso afetaria seu papel na série “The Umbrella Academy”. Afinal, por duas temporadas Page interpretou Vanya Hargreeves. A resposta veio nesta semana com o lançamento da 3ª temporada da série, em que Vanya se tornou Viktor, levando a transição da vida real da atriz também para a ficção. A mudança não é mostrada de forma abrupta. No primeiro episódio nada muda, mas já no segundo Vanya vira Viktor, com a ajuda de um cabeleireiro do Hotel Obsidian. Ao fundo, ouvimos um diálogo de Sissy (Marin Ireland) dizendo o seguinte: “Você não percebe a caixa em que está até que alguém venha e deixe você sair”. Depois de um corte de cabelo mais curto, Viktor então se reapresenta aos seus irmãos. O principal detalhe desta mudança é que o foco da atenção não se concentra sobre Viktor, mas sim na discussão se devem ou não fazer as pazes com seus novos inimigos da Academia Sparrow. “Quem escolheu você, Vanya?”, pergunta Diego (David Casteñada). “É Viktor”, responde o personagem de Page. “É quem eu sou, é quem eu sempre fui”, acrescenta. Após alguns segundos de silêncio de Diego, Klaus (Robert Sheehan) e Cinco (Aidan Gallagher), Viktor pergunta: “isso é um problema para qualquer um de vocês?”. Todos respondem que não. Cinco acrescenta: “Verdadeiramente feliz por você, Viktor”. No instante seguinte, o assunto já volta a ser o enredo principal, e assim a transição de Vanya para Viktor acontece sem maiores traumas. Apesar disso, essa não é a última vez que a referência à Vanya surge na série. No episódio 3, Luther (Tom Hopper), que não estava presente na cena anterior, ainda se refere ao personagem de Page pelo nome anterior, quando é informado que houve a mudança. “Devemos dizer alguma coisa? Fazer algum gesto formal? Acolhê-lo como irmãos?”, Luther pergunta a Diego. “Por Deus, não”, diz Diego. “Apenas aceite isso, cara, não diga nada e não seja estranho”. A 3ª temporada de “The Umbrella Academy” já está disponível na Netflix. Confira o trailer abaixo.

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    “Westworld”, “The Umbrella Academy” e as séries da semana

    24 de junho de 2022 /

    A programação da semana está movimentada com vários gêneros e opções. Há desde super-heróis, ação e sci-fi até drama histórico, comédias e documentário pop. Com destaque para os aguardados retornos de “The Umbrella Academy” e “Westworld”, sem esquecer do final de “Killing Eve”, a lista também traz estreias variadas, com candidatos a novos favoritos para acompanhar. Confira abaixo as 10 melhores novidades disponíveis nas plataformas de streaming.       | WESTWORLD # 4 | HBO MAX   A 4ª temporada retoma os mistérios da premiada sci-fi em clima apocalíptico, a partir deste domingo (26/6). Bem diferente de tudo que veio antes, a trama é culminação da luta entre androides e humanos, e envolve um plano de extermínio levado adiante por Charlotte (Tessa Thompson) – a principal antagonista após a morte de Dolores (Evan Rachel Wood) – com ajuda da versão androide do Homem de Preto (Ed Harris) e insetos de laboratório capazes de colocar a humanidade sob seu controle, invertendo a premissa original da série. Alguns anos se passaram desde a última temporada, tempo suficiente para que Caleb (Aaron Paul) tenha se casado e virado pai, mas principalmente para que os parques temáticos fossem reabertos – agora com um passeio pela era do jazz e dos gângsteres (anos 1930), que serve, como metatexto, de crítica à cultura dos reboots. Mas depois de deter Dolores, Maeve (Thandiwe Newton) está alerta e pronta para enfrentar a nova ameaça. Só que nada é realmente o que parece. Entre outros detalhes, Evan Rachel Wood reaparece como uma nova personagem, envolvida em segredos obscuros e stalkeada por Teddy (James Marsden), ambos em participações enigmáticas. São tantos personagens e jornadas que Bernard (Jeffrey Wright) e Ashley (Luke Hemsworth) só ressurgem no 3º episódio, junto com uma força de “resistência” no deserto. Ainda mais intrincada que o costume, a trama começa a encaixar a partir do 4º capítulo, quando uma reviravolta explica o papel de Aurora Perrineau (“Prodigal Son”) – e é uma guinada estilo “Matrix”, ou a sequência de “Matrix” que os fãs gostariam de ter visto. Certamente, com um episódio liberado por semana, pode ser cansativo esperar até lá. Mas não seria “Westworld” se não fosse lento e cerebral. Entre as novidades do elenco, destacam-se ainda Ariana DeBose (vencedora do Oscar por “Amor, Sublime Amor”) e Daniel Wu (“Into the Badlands”).   | THE UMBRELLA ACADEMY # 3 | NETFLIX   Partindo da cena que encerrou a temporada passada, os heróis interpretados por Elliot Page, Tom Hopper, David Castañeda, Emmy Raver-Lampman, Robert Sheehan e Aidan Gallagher voltam dos anos 1960 para se deparar com um presente completamente diferente do que lembravam – e com uma nova equipe de heróis instalada em sua residência: a Sparrow Academy. Os integrantes da Academia Umbrella logo percebem que criaram um paradoxo ao viajar no tempo e, só para variar, tornaram-se novamente responsáveis por eventos cataclísmicos que irão acabar com o mundo – pela terceira vez. A série é baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá (publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”), e entre brigas com a Academia rival e planos para salvar o mundo, os novos episódios também mostram a transformação da personagem Vanya em Viktor, refletindo a transição sexual de Elliot Page.   | LA CASA DE PAPEL: COREIA # 1 | NETFLIX   Os algoritmos da Netflix tiveram um orgasmo com esse projeto: um remake da segunda série não falada em inglês mais popular da plataforma no idioma da primeira série mais popular. A adaptação tenta se diferenciar do original espanhol por introduz elementos políticos e contexto totalmente coreanos, ao se passar após uma imaginária unificação das Coreias. Replicando o que aconteceu na unificação da Alemanha, o fim das fronteiras mantiveram os antigos norte-coreanos pobres, enquanto os milionários do Sul se tornaram mais ricos. O desejo de ajuste de contas move o novo Professor e seu grupo, que resolvem tomar posse da fortuna do país num grande assalto. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos também adotam um disfarce diferente: Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que os ladrões pretendem atacar o sistema que sustenta os mais ricos. Os roteiros da adaptação são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e o elenco destaca alguns artistas conhecidos: Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor, Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jeon Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel.   | AMERICAN CRIME STORY: IMPEACHMENT # 3 | STAR+   Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a nova temporada da série de antologia de Ryan Murphy cobre o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. Os capítulos mostram como o escândalo envolvendo Clinton e a estagiária Monica Lewinsky vazou na mídia e a forma como foi usado para tentar derrubar o presidente, jogando nova luz sobre os bastidores da polêmica. A trama é baseada num best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor que já tinha inspirado a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca um irreconhecível Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) idêntica à Monica Lewinsky, Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora.   | KILLING EVE # 4 | GLOBOPLAY   Lançada em 2018, a série criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) se tornou o maior sucesso e a produção mais premiada da BBC America após o fim de “Orphan Black”. Mas chega ao final com a pior avaliação de sua trajetória – apenas 55% no Rotten Tomatoes. Muitos criticaram o desfecho, mas o grande vilão foi o hiato de dois anos desde a 3ª temporada. A produção acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta britânica que persegue Villanelle (Jodie Comer), assassina profissional de um cartel internacional, e aos poucos passa a desenvolver uma estranha obsessão por ela. Até que, inesperadamente, começa a ser correspondida de forma doentia. O jogo de gato e rato vira uma brincadeira perigosa entre duas gatas.   | CHLOE # 1 | AMAZON PRIME VIDEO   A minissérie britânica de suspense acompanha a história de Becky Green, uma stalker digital obcecada em acompanhar as redes sociais de sua antiga amiga de infância Chloe Fairbourne. A vida encantadora de Chloe, o marido adorável e o círculo de amigos bem-sucedidos estão sempre a um clique de distância, num grande contraste com a própria vida de Becky cuidando da mãe, que foi diagnosticada com demência precoce. Até que Chloe morre de repente, deixando a stalker em crise de abstinência. Inconformada, ela quer continuar seguindo a vida – ou melhor, a morte – da falecida. Para isso, assume uma nova identidade e se infiltra no cotidiano invejável dos amigos mais próximos da falecida, espantando-se ao descobrir que o mundo real de Chloe não era nada instagramável. O contraste levanta suspeitas, mas, para descobrir mais, Becky precisa ousar e mentir muito, arriscando-se a se perder em seu próprio jogo. Criada por Alice Seabright (roteirista e diretora de “Sex Education”), a minissérie é estrelada por Erin Doherty (a Princesa Anne de “The Crown”) como Becky e Poppy Gilbert (“Fique Comigo”) como Chloe.   | PLAYERS # 1 | PARAMONT+   Sátira do universo competitivo dos jogadores de LoL (League of Legends), a série é apresentada como uma falso documentário, que revela os bastidores de uma equipe de eSports. Em crise, a equipe precisa lidar com o choque de egos entre seus astros: o ex-campeão em decadência e o novato recém-chegado de 17 anos, considerado um prodígio dos jogos. A série é uma criação de Tony Yacenda e Dan Perrault, que usaram a mesma técnica de falso documentário na sátira “American Vandal”, da Netflix, e o elenco inclui vários rostos desconhecidos para dar a impressão de que as gravações são factuais – incluindo os protagonistas Misha Brooks e Da’Jour Jones como o veterano Creamcheese o prodígio Organizm.   | FORTUNA # 1 | APPLE TV+   Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”) vive uma bilionária mimada e extravagante, que tem sua vida virada do avesso ao descobrir a amante de duas décadas do marido. Ridicularizada pelas publicações de fofoca e sem saber como lidar com o divórcio, ela faz uma segunda descoberta: tem uma fundação beneficente em plena atividade no seu nome. A partir daí, decide provar que é mais que uma ricaça alienada, reinventando-se como filantropa. Criada por Alan Yang (“Little America”) e Matt Hubbard (“30 Rock”), “Fortuna” (Loot) é uma sátira da ostentação dos ricaços. Além de Rudolph, destaca ainda Michaela Jaé “MJ” Rodriguez em seu primeiro papel após “Pose”, como a gerente da fundação.   | HOMEM X ABELHA: A BATALHA # 1 | NETFLIX   Rowan Atkinson volta a estrelar uma série de humor físico, lembrando seu papel mais famoso, Mr. Bean. O ator vive o homem do título, que trava uma batalha destrutiva contra um inseto, enquanto cuida de uma mansão de luxo. O resultado deste conflito vai parar na Justiça. Criada por Atkinson e a equipe de sua franquia “Johnny English” – o roteirista William Davies e o diretor David Kerr – , a premissa é simples e leva a imaginar como foi estendida numa série de 10 episódios. A resposta é simples: cada capítulo dura em torno de 10 minutos cada. O que remete ao tamanho das produções da falida plataforma Quibi (do slogan dos “10 minutos ou menos”). Vista numa maratona, a atração tem tamanho de um filme de 90 minutos.   | MENUDO: SEMPRE JOVENS # 1 | HBO MAX   Os meninos que cantavam “Não se Reprima” nos anos 1980 contam tudo, desde o estresse causado pela rotatividade das formações aos assédios sexuais e até estupros que sofreram quando eram adolescentes. Mesmo para quem não sabe quem foi Menudo ou seu integrante mais famoso, Rick Martin, o registro documental da época é fascinante, ao desvendar como era a vida da primeira boy band do mundo, fabricada por um empresário de Porto Rico. A direção é de Ángel Manuel Soto, que está à frente da vindoura adaptação de quadrinhos “Besouro Azul”, e de Kristofer Ríos (de “Havana Skate Days”).

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  • Filme

    “Doutor Estranho” e as estreias digitais da semana

    24 de junho de 2022 /

    A programação de estreias digitais destaca o maior sucesso de cinema do ano, “Doutor Estranho no Universo da Loucura”, lançado com exclusividade na Disney+. Mas numa semana de opções fraquíssimas no streaming – o principal filme da Netflix, “O Homem de Toronto”, é uma bomba com só 25% de aprovação no Rotten Tomatoes – , os títulos que completam o Top 10 abaixo são todos de serviços de VOD (Video on Demand). A versão online das antigas videolocadoras não tem mensalidade. O público paga apenas o filme que deseja assistir, como nos velhos tempos da Blockbuster. E conta com novidades que estiveram recentemente em cartaz no circuito cinematográfico, além de produções premiadas em festivais internacionais – incluindo dramas LGBTQIAP+. O serviço é oferecido em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube. Confira os lançamentos.       | DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA | DISNEY+   Maior bilheteria de cinema de 2022 (cerca de US$ 950 milhões em todo o mundo), o segundo filme do Doutor Estranho chega ao streaming após ter consolidado a transformação do Universo Cinematográfico da Marvel em Multiverso. Continuação direta do fenômeno “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, a produção conta o que acontece após o Doutor Estranho quebrar os limites entre as dimensões, resultando numa multiplicação de personagens e versões de personagens, com participações até de integrantes dos X-Men, Quarteto Fantástico, Inumanos e do desenho animado “What If…?”. Mas vale destacar que, além do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e sua (spoiler) inimiga Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), a personagem mais importante do filme é America Chavez, uma heroína de outro universo vivida por Xochitl Gomez (“O Clube das Babás”). O roteiro é de Michael Waldron, criador de “Loki”, que plantou as sementes do multiverso naquela série e aqui se perde entre as dimensões. Já a direção ficou a cargo de Sam Raimi, que em seu retorno aos personagens da Marvel, após comandar a trilogia original do Homem-Aranha, tem a missão de fazer com que o multiexcesso vire diversão. | AMBULÂNCIA – UM DIA DE CRIME | CLARO TV+, VIVO PLAY, VOD* O novo thriller de ação de Michael Bay (“Transformers”) tem todos os tiros e explosões que se espera dos filmes do diretor. Na trama, Yahya Abdul-Mateen II (“A Lenda de Candyman”) e Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) vivem criminosos que improvisam a fuga de um assalto malsucedido numa ambulância roubada, fazendo a paramédica vivida por Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) de refém. Curiosamente, este é o segundo remake consecutivo de thriller dinamarquês estrelado por Gyllenhaal, que está também em “O Culpado”, na Netflix. O “Ambulancen” original foi lançado em 2005 e venceu alguns prêmios internacionais. O remake transforma o suspense de baixo orçamento num espetáculo de efeitos explosivos, com roteiro assinado por Chris Fedak, cocriador das séries “Chuck” e “Prodigal Son”, em sua estreia no cinema.   | DOG – A AVENTURA DE UMA VIDA | VOD*   Primeiro filme dirigido por Channing Tatum (“Kingsman: O Círculo Dourado”) traz o ator contracenando com um cachorro. O aspecto mais curioso é que os dois interpretam veteranos de guerra, em viagem para o funeral de um colega soldado. O projeto foi concebido pela entourage do ator. A história partiu de Brett Rodriguez, um assistente, dublê e consultor militar dos filmes de Tatum. E o roteiro final foi assinado por Reid Carolin (produtor-roteirista de “Magic Mike”), que é sócio e parceiro do astro há mais de uma década, e também dividiu a direção do filme com o amigão. O enredo é de um road movie rumo à superação, com um soldado que reluta em aceitar a vida civil e um cachorro que não aceita nenhum substituto para seu dono querido – o militar morto cujo funeral eles pretendem atender. Embora previsível como todo filme de jornada, é muito simpático e conquistou a crítica americana – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | O PAI DA RITA | VOD*   Este é apenas o segundo longa de ficção de Joel Zito Araújo, o diretor do premiado “Filhas do Vento”, vencedor de nada menos que oito kikitos no Festival de Gramado de 2005. Desde então, ele fez alguns curtas e documentários, mas a demora em retornar ao cinema autoral não deixa de ser significativa para ilustrar as dificuldades que enfrentam os cineastas negros no Brasil, especialmente quando decidem filmar histórias negras com atores negros. “O Pai da Rita” é uma comédia, de premissa até bem comercial, não muito diferente do novo sucesso de Maisa na Netflix, “Pai em Dobro”, mas com um ponto de vista inverso e tendo como pano de fundo a celebração do samba. Ailton Graça (“Galeria Futuro”) e Wilson Rabelo (“Dom”) vivem dois compositores da velha guarda da Vai-Vai, que compartilham uma kitnet, décadas de amizade, o amor por sua escola de samba e uma dúvida do passado: o que aconteceu com a passista Rita, paixão de ambos. O surgimento da Ritinha (Jéssica Barbosa, de “Mormaço”), filha da passista, traz uma nova dúvida e ameaça desmoronar essa grande amizade. O detalhe é que há um terceiro possível pai nesta história: o cantor e compositor Chico Buarque, que compôs uma música sobre sua paixão por Rita no começo da carreira. A música existe mesmo: “A Rita”. E este é apenas um dos muitos elementos que enriquecem a produção, que ainda comenta a situação do samba, a crise econômica, a especulação imobiliária e muito mais.   | A NOITE DO TRIUNFO | VIVO PLAY, VOD*   Premiada como Melhor Comédia da Europa (pela Academia Europeia de Cinema) em 2020, a produção francesa gira em torno de um ator decadente (Kad Merad, de “Um Amante Francês”) que começa a dar aulas de teatro num presídio na tentativa de encenar “Esperando Godot” com os encarcerados. Mesmo feito para divertir, o filme de Emmanuel Courcol (“Cessar Fogo”) apresenta momentos tocantes, especialmente na forma como busca identificar a situação dos presidiários com o drama existencial de Vladimir e Estragon, os personagens que esperam Godot.   | POST-MORTEM – FOTOS DO ALÉM | VIVO PLAY, VOD*   O terror húngaro se passa após a 1ª Guerra Mundial e acompanha um jovem fotógrafo especializado em registrar cadáveres ao lado de suas famílias. Ao ser convencido por uma pequena órfã a visitar sua vila, que teve muitas mortes por causa da gripe espanhola, ele fica perplexo com a quantidade de mortos que ainda não foram enterrados, devido à terra congelada pelo inverno. Mas se isso pode significar muitos clientes para suas fotos, o local sombrio tem um clima estranho, com barulhos noturnos e habitantes hostis, que refletem um terreno assombrado. Super atmosférico, o longa de Péter Bergendy (“Trezor”) colecionou 27 prêmios em festivais de cinema fantástico – 10 eles só no Toronto After Dark, incluindo Melhor Filme.   | TERROR NO ESTÚDIO 666 | VOD*   Na trama que mistura terror e comédia, a banda Foo Fighters é assombrada após se mudar para uma mansão antiga para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que o local é habitado por forças ocultas que podem ameaçar os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida pelo cantor Dave Grohl e virou um dos últimos registros do baterista Taylor Hawkins, antes de morrer de overdose durante uma turnê da banda pela América do Sul neste ano. O roteiro é assinado por Jeff Buhler (o autor do remake de “Cemitério Maldito”) em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”) e a direção é de BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”.   | NORTH HOLLYWOOD | VIVO PLAY, VOD*   Produzido pelo músico Pharrell Williams, “North Hollywood” acompanha um jovem que precisa se decidir entre o sonho de se tornar skatista profissional ou ir para faculdade como seu pai deseja. O filme marca a estreia na direção de Miley Alfred, dono da grife de street wear Illegal Civilization e produtor de outro filme de skate famoso, “Anos 90” (2018). A trama é praticamente sua história de vida. Ele cresceu entre skatistas na região de Los Angeles retratada na trama. Não por acaso, o elenco é repleto de skaters reais, entre eles o protagonista Ryder McLaughlin, que estreou como ator em “Anos 90”. Também há participações de Vince Vaughn (“Freaky”) e Miranda Cosgrove (a “iCarly”).   | TREMORES | VIVO PLAY, VOD*   Aos 40 anos, um homem evangélico, casado e com dois filhos, se envolve em um relacionamento amoroso com outro homem. Na tentativa de “curá-lo”, sua esposa recorre ao pastor da igreja que frequentam, e logo sua comunidade se volta contra ele, revelando uma sociedade profundamente repressiva. A nova consagração de Jayro Bustamante, o premiado diretor guatemalteco de “A Chorona” (2019), venceu o LA Outfest, o troféu de Melhor Filme Latino-americano do Festival de San Sebastián e mais 12 prêmios internacionais. Elogiadíssimo pela crítica, atingiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | MAGNÍFICO | VIVO PLAY, VOD*   O drama LGBTQIAP+ britânico acompanha Jackie, uma drag queen veterana que, aos 74 anos, descobre que tem uma doença terminal, ao mesmo tempo em que cria uma amizade inesperada com Faith, uma jovem drag queen iniciante, recém-chegada em seu club e com dificuldades financeiras. Solitária, sem amigos e apenas uma filha distante, Jackie decide aproveitar o que lhe resta de vida fazendo suas últimas performances e ajudando Faith. Escrito e dirigido pelo celebrado cineasta inglês Jamie Patterson, “Magnífico” tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e venceu os troféus do Público e do Júri no LA Outfest.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Etc

    Netflix confirma conversas para incluir anúncios no streaming

    23 de junho de 2022 /

    Ted Sarandos, co-CEO e diretor de conteúdo da Netflix, confirmou que o serviço de streaming está conversando com parceiros para incluir anúncios na plataforma. A declaração foi dada durante um painel na conferência Cannes Lions, em que ele recebeu também o título de Pessoa do Entretenimento do Ano. No mês de abril, a empresa divulgou um relatório financeiro negativo, comunicando ao mercado a perda de 200 mil assinantes no primeiro trimestre do ano. À época, a Netflix adiantou ao mercado duas alternativas para reverter o quadro: cobrar pelo compartilhamento de senhas e oferecer uma alternativa de assinatura mais barata, compensada pela exibição de comerciais publicitários. Em relação aos anúncios, Sarandos disse que a Netflix iniciou conversas com “todos” os parceiros possíveis, acrescentando que “todos têm soluções diferentes”. Ele confirmou que a empresa se reuniu com o Google, NBCUniversal e Roku para discutir possíveis parcerias de vendas e marketing de anúncios. Sarandos falou também sobre rumores recentes que indicavam a possibilidade de a Netflix adquirir o Roku e negou essa hipótese. “Eu não sei de onde veio isso”, afirmou. O plano, ele revelou, é criar “uma entrada bastante acessível no mercado [publicitário], que vamos construir e reiterar para tornar a Netflix um destino para os usuários. O que faremos primeiro não representa o que o produto será no final das contas. Comece leve, mantenha-o simples e reitere rapidamente.” Por fim, Sarandos destacou que o conteúdo permanece sendo o “rei” na plataforma. “A beleza do conteúdo é que as pessoas têm uma relação direta com ele. Seu programa favorito é muito valioso para você, [então] ser bom em fazer seu programa favorito é muito importante. Temos 20 gêneros de conteúdo e todo mês o espectador médio assiste a seis deles. É muito conteúdo, [mas] não é tudo para você. Não é sobre volume, é sobre variedade”, finalizou.

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  • Filme

    Gina Rodriguez e Zachary Levi serão pais dos novos “Pequenos Espiões”

    23 de junho de 2022 /

    O reboot da franquia “Pequenos Espiões”, em desenvolvimento para a Netflix, definiu seu elenco. Os atores Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) e Zachary Levi (“Shazam!”) serão os pais dos novos “Pequenos Espiões”. Protagonistas adultos da trama, eles viverão um casal de espiões internacionais. Já seus filhos serão vividos por Everly Carganilla (“The Afterparty”) e o estreante Connor Esterson. Na trama, as crianças se metem no negócio da família após ajudarem sem querer um desenvolvedor de jogos maligno a liberar um vírus de computador que lhe dá o controle de toda a tecnologia do planeta, levando-os a se tornarem espiões para salvar seus pais e o mundo. Criador e diretor dos filmes da franquia, Robert Rodriguez volta a suas funções atrás das câmeras na nova produção, que ainda não tem previsão de estreia. Rodriguez lançou o filme original em 2001, seguido por “Pequenos Espiões 2: A Ilha dos Sonhos Perdidos” no ano seguinte e “Pequenos Espiões 3: Game Over” logo depois. Mas deixou passar vários anos para retomar a saga com “Pequenos Espiões 4” em 2011, mostrando as crianças originais já adolescentes. O elenco original incluía Antonio Banderas e Carla Gugino como os pais, e Alexa PenaVega e Daryl Sabara como as crianças. Até o atual filme, os quatro atores vinham participando de toda a franquia. O novo “Pequenos Espiões” é o segundo revival infantil concebida por Rodriguez na Netflix. O reboot de “Pequenos Espiões” foi encomendado logo depois do sucesso de “Pequenos Grandes Heróis”, em que o diretor resgatou os personagens de seu filme “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” (2005) para a plataforma de streaming.

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  • Etc

    Netflix demite 316 funcionários em todo o mundo

    23 de junho de 2022 /

    A crise causada pela diminuição de assinantes levou a Netflix a demitir 316 funcionários nesta quinta-feira (23/6). Os cortes ocorreram em diversos departamentos da empresa ao redor do mundo, mas afetaram principalmente o mercado dos EUA e Canadá, onde ocorreram 216 demissões. A América Latina foi a região menos afetada, com 17 cortes. Essa foi a segunda grande onda de demissões da gigante do streaming desde que o relatório financeiro do primeiro trimestre do ano revelou perda de assinantes – 200 mil em comparação ao total anterior – e apontou tendência de piora para os próximos meses – queda estimada em 2 milhões no segundo trimestre. Depois disso, as ações da empresa despencaram na Bolsa de Valores de Nova York e o valor de mercado da companhia caiu bruscamente, levando a perdas milionárias. Diante deste quadro, a Netflix começou seu encolhimento em maio, anunciando na ocasião a demissão de 150 funcionários. “Tanto Ted [Sarandos, co-CEO da Netflix] quanto eu nos arrependemos de não termos visto a desaceleração no crescimento da receita antes disso, para que pudéssemos colocar em prática um reajuste mais gradual dos negócios”, disse Reed Hastings, CEO da empresa, em comunicado enviado aos funcionários. “Sabemos que essas rodadas de demissões foram difíceis para todos, criando assim muita ansiedade e incerteza”, continuou o executivo. “Planejamos voltar a um curso mais normal de negócios daqui para frente.” Apesar da diminuição de pessoal, a Netflix continua investindo alto em produção de conteúdo, de séries a filmes, mas deve aumentar a quantidade de reality shows e documentários, bem mais baratos para se produzir. A estimativa de gastos gira em torno de US$ 17 bilhões (R$ 88,63 bilhões) apenas neste ano. Mesmo enfrentando crescimento da concorrência, a Netflix ainda continua líder no mercado de streaming, com 220 milhões de assinantes em todo o mundo.

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  • Série

    Clássico “Vidas Amargas” vai virar minissérie com Florence Pugh

    22 de junho de 2022 /

    A atriz Florence Pugh (“Viúva Negra”) vai estrelar uma nova minissérie baseada no livro “A Leste do Éden” (East of Eden) do romancista John Steinbeck, em desenvolvimento na Netflix. A produção contará com Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) como roteirista e produtora executiva. Zoe Kazan é neta do famoso cineasta Elia Kazan, que dirigiu a primeira adaptação da obra para o cinema, lançada em 1955 e responsável por lançar a carreira de James Dean. O filme é conhecido no Brasil pelo título “Vidas Amargas”. Florence Pugh interpretará Cathy Ames, descrita como “um verdadeiro monstro, sem sensibilidade e sem consciência”. Na trama, a personagem é mãe dos protagonistas, irmãos destinados a repetir a trajetória de Caim e Abel. A idade da atriz sugere uma abordagem com ênfase na primeira parte da história, centrada no relacionamento entre Adam (nome nada sutil) e Cathy (uma Eva que reflete a visão bíblica da mulher pecaminosa – que cedeu à tentação e fez a humanidade ser expulsa do Éden). No filme de 1955, a personagem apareceu apenas brevemente como uma mulher idosa (interpretada por Jo Van Fleet), porque a produção clássica centrava sua trama na segunda parte do livro e nos filhos crescidos, interpretados por James Dean (Carl, o Caim) e Richard Davalos (Aron, o Abel). Mas a história completa de Adam e Cathy já foi contada na TV, numa minissérie de duas partes em 1981. A primeira parte destacava Jane Seymour no papel da mulher pecaminosa. Ainda não há informações sobre data de estreia ou previsão para o início das gravações. Veja abaixo o trailer do filme clássico.

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  • Série

    “Maldivas” não emplaca entre público internacional

    21 de junho de 2022 /

    O Top 10 mundial da Netflix, divulgado nesta terça (21/6), não trouxe boas notícias para “Maldivas”, produção brasileira estrelada por Bruna Marquezine e Manu Gavassi, que estreou em 5º lugar no ranking das séries não faladas em inglês. A série brasileira mais promovida da plataforma em todos os tempos rendeu 11,3 milhões de horas assistidas em todo o mundo, graças basicamente ao público brasileiro. A série abriu em 3º no país, atrás de “Peaky Blinders 6” (1º) e “Stranger Things 4” (2º). A atração criada por Natalia Klein também atingiu o 7º lugar em Portugal, mas não emplacou no Top 10 dos principais mercados de língua espanhola, como México, Espanha e, incrivelmente, todos os vizinhos do Brasil na América do Sul. Como curiosidade, também não despertou interesse nas Maldivas reais, entre dezenas de outros países. Vale observar que várias produções que não emplacam no Top 10 também podem ser consideradas bem-sucedidas, dependendo de seu alcance local e se o mercado nacional é amplo o suficiente. A série de idioma não inglês mais vista da semana foi a espanhola “Intimidade”, com 30 milhões de horas assistidas.

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