Disney+ anuncia documentário de Peter Jackson sobre os Beatles
A plataforma Disney+ anunciou a data de estreia de “Beatles: Get Back”, documentário dirigido por Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) sobre as gravações do último disco dos Beatles. O projeto de seis horas de duração será dividido em três episódios, com lançamentos nos dias 25, 26 e 27 de novembro. Repleta de cenas nunca antes vistas, o documentário resulta da descoberta de mais de 50 horas de material gravado originalmente em janeiro de 1969, enquanto os Beatles trabalhavam nas músicas do álbum “Let It Be”, seu último lançamento antes da separação. As filmagens originais do diretor Michael Lindsay-Hogg ocorreram de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969 e deveriam virar um especial de televisão sobre a produção do disco. Mas a banda anunciou sua separação logo em seguida e, com a repercussão, o material acabou lançado no cinema, em maio de 1970, focando nas brigas e disputas internas que teriam levado os músicos a acabar com a banda. Entretanto, ao contrário do que foi visto em 1970, o trabalho de Jackson deve mostrar outro lado dessa história, revelando os velhos amigos John, Paul, Ringo e George em clima leve e divertido. Aparentemente, o material anterior visava explorar o fim dos Beatles de forma sensacionalista, quando a realidade foi bem diferente. A produção também incluiu o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última apresentação da banda, que se seguiu à gravação do disco. Em comunicado sobre o projeto, Jackson afirmou: “Em muitos sentidos, as cenas capturadas originalmente por Michael Lindsay-Hogg se prestavam a múltiplas histórias. Uma história de amizade, mas também de indivíduos. Uma história sobre fragilidades humanas, mas também parcerias divinas. A história detalhada do processo criativo, com o nascimento de canções icônicas sob pressão, tendo como pano de fundo o clima social de 1969”. O diretor ainda disse que este “não é um filme nostálgico, mas sim um trabalho cru, honesto e humano”. “No decorrer destas seis horas, você vai conhecer os Beatles com uma intimidade que não acreditava ser possível”, completou. Celebre Beatles: Get Back, Documentário Original em três partes. Estreia exclusiva em 25, 26 e 27 de novembro. Só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/1Q5ULyt2IO — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) June 17, 2021
Teaser de “Sintonia” revela estreia da cantora Fanieh na 2ª temporada
A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Sintonia”, que mostra detalhes dos bastidores das gravações com o reencontro de Jottapê, Bruna Mascarenha e Christian Malheiros, intérpretes dos protagonistas da série. O vídeo também assinala o final das gravações e a entrada da cantora Fanieh no elenco. Ela vai interpretar a funkeira fictícia MC Luzi. A primeira série criada por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, teve seu lançamento atrasado devido às dificuldades da pandemia. Gravada em Jaraguá, bairro de São Paulo, com todos os protocolos de segurança, a 2ª temporada terá até um show de funk em que o espaço do público foi preenchido com truques de câmera e efeitos visuais. Não há previsão para a estreia dos novos episódios, que devem ser disponibilizados em streaming ainda neste ano.
BLACKPINK vai lançar filme para marcar seu quinto aniversário
A girl band sul-coreana BLACKPINK vai marcar o quinto aniversário de sua formação com o lançamento de um filme, “BLACKPINK The Movie”, que será exibido nos cinemas de mais de 100 países. O longa vai mostrar vídeos de bastidores e performances ao vivo do grupo desde 2016, ano da sua estreia, até hoje. A produção deve estrear em agosto e será lançada em diversos formatos – incluindo sessões especiais em cinemas ScreenX (com três telas, provendo imersão no filme) e 4DX (com som que simula “o eco e a catarse” de um show ao vivo). Não há informações oficiais sobre o possível lançamento no Brasil. Além de “BLACKPINK The Movie”, as artistas preparam outros lançamentos em comemoração do aniversário do grupo. A inciativa ganhou o título de 4+1 Project, em referência às quatro integrantes do BLACKPINK, mas os demais detalhes ainda não foram anunciados. Vale lembrar que o BLACKPINK já teve um filme lançado pela Netflix, o documentário “Light Up The Sky”, que contou a história do fenômeno do K-pop no ano passado.
Festival In-Edit Brasil disponibiliza mais de 50 documentários musicais online
O Festival In-Edit Brasil, dedicado a documentários musicais, começa nesta quarta (16/6) sua 13ª edição com sua programação toda online. É o segundo ano consecutivo que o evento é apresentado desta forma, devido à pandemia de coronavírus. Mais de 50 documentários serão disponibilizados ao público, que pode acessá-los no site do festival, em quatro mostras agendadas até o encerramento, no dia 27. Apenas as sessões do Panorama Mundial, com longas estrangeiros, são pagas, com ingressos a R$ 3. Já as sessões do Panorama Brasileiro, dividido em Competição Nacional, Mostra Brasil e Curtas Brasileiros são gratuitas, sujeitas a limites de visualização simultânea. Além de lançamentos do gênero, a edição deste ano presta homenagem ao cineasta D.A. Pennebaker, falecido em 2019, com uma retrospectiva especial, que inclui clássicos como “Dont Look Back”, sobre a transformação do então cantor folk Bob Dylan em roqueiro, “Monterey Pop”, sobre o famoso festival de rock de 1967, e “Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, com a fase glam de David Bowie. A programação começa a partir das 20h, quando o público poderá assistir a “Moby Doc”, de Rob Gordon Bralver. Recém-concluído, o filme conta a história do músico Moby, dando imagens a uma autobiografia publicada por ele. A lista de músicos que são temas de documentários inclui ainda a cantora punk Poly Styrene, do X-Ray Spex (“Poly Styrene: I Am a Cliche”), a banda new wave The Go-Go’s (“The Go-Go’s”), o roqueiro glam Phil Lynott, do Thin Lizzy (“Songs for While I’m Away”), e a roqueira glam Suzi Quatro (“Suzi Q”), entre outros. Entre os brasileiros, a lista inclui filmes sobre Luiz Melodia, Jair Rodrigues, João Bosco & Aldir Blanc, Paulo César Pinheiro e duas bandas históricas do rock nacional, Made in Brazil e Secos & Molhados. A programação completa, com horários das sessões, pode ser acessada no site oficial do festival (https://br.in-edit.org/).
Girls5eva: Comédia musical com Sara Bareilles é renovada para 2ª temporada
A plataforma americana Peacock renovou “Girls5eva” para sua 2ª temporada. Desenvolvida por Tina Fey e Meredith Scardino, respectivamente criadora e roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, a série de comédia musical gira em torno do reencontro de um grupo pop feminino que fez sucesso nos anos 1990. A trama se passa 20 anos após a separação do Girls5eva – uma criação inspirada em artistas como Spice Girls, Pussycat Dolls e S Club 7 – , quando um antigo hit do grupo é sampleado por um jovem rapper e as cantoras se veem subitamente de volta à moda, decidindo dar mais uma chance ao sonho do estrelato pop. Só que elas não são mais adolescentes e sim mulheres adultas casadas, com filhos, empregos, dívidas e algumas nem mesmo se parecem mais fisicamente com suas versões jovens. O elenco é encabeçado pela cantora Sara Bareilles (“Little Voice”), Renée Elise Goldsberry (“Altered Carbon”), Paula Pell (“A.P. Bio”) e Busy Philipps (“Cougar Town”). Os oito episódios da temporada inaugural, disponibilizados em 6 de maio nos EUA, arrancaram muitos elogios da crítica, atingindo 97% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, praticamente uma saudação unânime às suas qualidades. “Estamos muito animados em continuar ‘Girls5eva’ ao lado deste grupo incrivelmente talentoso de estrelas e produtores”, disse em comunicado Lisa Katz, Presidente de Conteúdo com Script da NBCUniversal Television e Streaming. “Foi difícil ignorar o fandom imediato que nasceu com o lançamento desta série. Esta história de retorno aspiracional está repleta de coração e amizade, perfeitamente combinada com canções cativantes e humor, e interpretada por um elenco excepcionalmente versátil. Estamos ansiosos para seguir a jornada deste grupo enquanto elas continuam a atingir as notas certas.” Confira abaixo o trailer da atração, ainda inédita no Brasil. A Peacock, da NBCUniversal, é a única das grandes plataformas dos estúdios de Hollywood sem previsão para desembarcar no país.
Mulher de Adam Levine vira sereia em clipe do Maroon 5
O Maroon 5 lançou o clipe de “Lost”, vídeo em que o cantor Adam Levine mergulha no mar atrás de sua pequena sereia – que por acaso é a modelo Behati Prinsloo, sua própria esposa. A música marca uma guinada eletrônica da banda e integra seu sétimo disco, “Jordi”, lançado na quinta-feira (10/6). O título é uma homenagem a Jordan Feldstein, ex-empresário do Maroon 5 que morreu em 2017, aos 40 anos, em decorrência de um coágulo sanguíneo. Além de “Lost”, outras três faixas do álbum já ganharam clipes: “Memories”, “Nobody’s Love” e “Beautiful Mistakes”, parceria com a rapper Megan Thee Stallion. Todos os vídeos fizeram sucesso, mas não viraram fenômenos como “Girls Like You”, visto mais de 3 bilhões de vezes desde que foi lançado em 2018 como parte do disco anterior, “Red Pill Blues”.
Fiuk lança clipe com Gil e Lumena do “BBB 21”
Fiuk lançou o clipe de “Big Bang”, que tem tudo a ver com “Big Brother”. A produção conta com dois colegas do cantor no “BBB 21”, Gilberto Nogueira, mais conhecido como Gil do Vigor, e Lumena Aleluia. Além disso, a atriz Dandara Mariana também faz participação especial como musa romântica. Com direção de Fernando Moraes (de clipes de Luísa Sonza e Pabllo Vittar), o vídeo traz Fiuk como um astronauta rumo ao espaço e faz usa criativo das referências ao reality show. Lumena aparece para realizar a contagem regressiva e “autorizar” o lançamento, enquanto Gil, com seu indefectível bordão “Brasil”, acaba recebendo um selinho do cantor, após ele sonhar acordado com Dandara. A música pop romântica usa metáforas espaciais para falar de um amor de outro mundo que deixa Fiuk fora de órbita. Ele escolheu Dandara para representar essa paixão por já ter trabalhado com ela na novela “A Força do Querer”. Apesar do lançamento “autorizado”, ainda não há planos para a produção de um disco completo.
Megan Thee Stallion tortura político machista em clipe ultrajante
A rapper Megan Thee Stallion lançou o clipe mais ultrajante de sua carreira. “Thot Shit” é um manifesto feminista e deve se tornar um dos vídeos musicais mais comentados do ano, entre fãs e haters. Na produção dirigida por Aube Perrie, um político deixa um comentário misógino em um dos vídeos de Megan, ao mesmo tempo em que fica “on” com o visual. Mas ela não deixa barato, transformando sua vida num terror. “Thot Shit” dá uma nova conotação à expressão “pornô de vingança”, torturando o machista com um desfile de bundas da classe trabalhadora. “Olha, efedepê, as mulheres em que você tenta pisar são as pessoas de quem você depende”, diz a rapper no início do vídeo, por meio de uma ligação telefônica anônima. “Não brinque com elas”, avisa, sugerindo que estão em toda a parte. E de fato Megan e suas dançarinas o encontram em todos os lugares, no supermercado, na lanchonete e até mesmo em sua banheira (numa recriação de “A Hora do Pesadelo” com inversão sexual), atropelando-o trânsito e o operando numa mesa de cirurgia, com um resultado impróprio para menores. Tudo isso enquanto a rapper apresenta uma coreografia em que a sensualidade é ostensiva e agressiva, conforme descreve no refrão: “Mãos nos joelhos, sacudindo a bunda na minha merd*”. A música é a primeira inédita da artista texana desde que ela lançou seu álbum de estreia, “Good News”, em novembro passado – sem contar as muitas participações em gravações de outros artistas.
Novo clipe da banda The Pretty Reckless é parceria com Soundgarden
O novo clipe de The Pretty Reckless revela uma transformação radical na banda liderada por Taylor Momsen (a Jenny de “Gossip Girl”), que virou grunge e passou a soar como o Soundgarden. Não é por acaso. Os músicos de cabelos brancos que acompanham a jovem loira e o guitarrista Ben Phillips são o baterista Matt Cameron e o guitarrista Kim Thayil do Soundgarden. “É difícil descrever o sentimento em torno da nossa música ‘Only Love Can Save Me Now’”, disse Taylor Momsen em comunicado sobre a gravação. “A música nasceu de uma tragédia e foi trazida à vida por dois dos meus músicos favoritos de todos os tempos – Matt Cameron e Kim Thayil. Ouvi-los tocar é simplesmente surreal. Essa música representa passar pelo pior momento da minha vida e, ainda assim, é uma das minhas conquistas de maior orgulho. Significa que há esperança e que a vida tem que continuar e, o mais importante, vale a pena ser vivida”. A música teria sido inspirada pelo suicídio de Chris Cornell, cantor do Soundgarden, e pela morte de Kato Khandwala, produtor do Pretty Reckless, num acidente de moto. Vale lembrar que The Pretty Reckless foi a banda de abertura da turnê de 2017 do Soundgarden, a última de Chris Cornell. Thayil também elogiou a gravação. “Foi muito divertido passar um tempo no estúdio com Taylor, Ben [Phillips] e Matt, e ter a oportunidade de contribuir para a música do Pretty Reckless. ‘Only Love Can Save Me Now’ tem elementos do Soundgarden clássico e o riff provavelmente estaria em casa em ‘Louder Than Love'”, apontou. “Only Love Can Save Me Now” faz parte do quarto álbum do Pretty Reckless, “Death by Rock and Roll”, lançado em fevereiro após o maior hiato da banda, cinco anos desde o disco anterior.
Lorde lança primeiro clipe em quatro anos
Lorde soltou seu “Solar Power”, seu primeiro clipe original em quase quatro anos. O vídeo traz a estrela pop neozelandesa passeando por uma praia semideserta, frequentada apenas por jovens bonitos de uma mesma faixa etária, todos trajados em tons pasteis – onde ninguém veste biquíni ou calção de banho e apenas um preto conseguiu ser liberado para entrar. Antítese completa de “Girl from Rio”, “Solar Power” parece retratar uma seita de brancos nórdicos à lá “Midsommar”. Vestida de amarelo vivo, a artista chega até a ser carregada num trono. Mas a celebração final é cortada antes de evoluir para qualquer expectativa mais sinistra. A direção é de Joel Kefali, que assinou o clipe do megassucesso da cantora, “Royals”, em parceria com Ella Yelich-O’Connor. A música, que começa acústica e termina com uma batida dançante evocativa do Primal Scream dos anos 1990, antecipa o lançamento do terceiro álbum de Lorde, que também vai se chamar “Solar Power”. A cantora estava ausente das paradas desde o álbum “Melodrama”, de 2017 – que rendeu hits como “Green Light” e “Perfect Places”.
Alok faz live com tema da série “Loki”
O DJ Alok começa uma live às 21h desta quarta (9/6) em seu Instagram, como parte da campanha de divulgação da série “Loki”, da Disney+. A relação entre as duas coisas? A ideia é fazer uma festa para mostrar que as quartas-feiras são as novas sextas-feiras, já que “Loki” é a primeira série do Disney+ a ter estreia no meio da semana. Outro ponto em comum é a semelhança do nome artístico do DJ brasileiro. Mas vale lembrar que quem cantou “Loki” no Brasil foi Arnaldo Baptista, que todo mundo lembra como ex-mutante – não da Marvel, mas da banda Os Mutantes. Para quem não sabe, “Loki” foi título de um disco lançado em 1974 pelo cantor e músico, que incluía a famosa faixa “Cê Tá Pensando que Eu Sou Loki?”. Enfim, Alok não é ex-mutante, mas já ligou um show de luzes em seu prédio para dar inveja à Cristal (Dazzler, em inglês), a heroína mutante das discotecas, que transformava som em luzes. A live também conta com participação da cantora Marília Mendonça. Corre lá para ver (em https://www.instagram.com/alok/).
Coldplay lança clipe de “Higher Power” repleto de efeitos visuais
A banda Coldplay lançou um novo clipe de “Higher Power”. Depois do primeiro vídeo, que trazia o quarteto tocando ao ar livre, em meio a um grupo de hologramas “alienígenas” dançarinos, a nova versão investe em efeitos visuais, com direção de Dave Meyers (de clipes de Harry Styles e Billie Eilish), e transporta o cantor Chris Martin para outro planeta, onde ele encontra os aliens dançarinos. Em contraste com o visual futurista, a música lembra gravações dos anos 1980, da batida ao uso de sintetizadores. “Higher Power” marca o primeiro trabalho inédito do Coldplay desde 2019, época do álbum “Everyday Life”.
Sinéad O’Connor volta atrás e diz que não vai se aposentar
A cantora Sinéad O’Connor voltou atrás. Depois de anunciar nas redes sociais que estava se aposentando, ela mudou de ideia. “Fod*-se a aposentadoria”, escreveu, de forma cândida. Na sexta (4/6), ela disse que a idade e o cansaço influenciaram sua decisão. Na terça (8/6), é punk rock na veia. A artista irlandesa de 54 anos tinha anunciado que seu próximo álbum, intitulado “No Veteran Dies Alone (NVDA)”, seria seu último trabalho musical e não contaria com nenhum tipo de divulgação de sua parte durante o lançamento. Agora, já está programando a turnê. “Retiro o que eu disse. Não estou me aposentando”. Não é a primeira vez que Sinéad desdiz o que disse pouco depois de dizer. Ela mudou duas vezes de nome desde 2017 (para Magda Davitt e Shuhada Sadaqat), mas ainda se identifica oficialmente com seu nome de sempre. Sinéad também se assumiu lésbica, apenas para se desmentir dias depois. Há alguns anos, ela publicou um vídeo alarmante dizendo que pensava em se matar. A crise seria consequência de transtorno bipolar, que ela revelou, antes de se desmentir, afirmando que, após consultas com diferentes médicos, descobriu que o diagnóstico não era verdadeiro. Para justificar seu mais recente SQN (só que não), a cantora publicou uma longa carta em que se diz vítima de diversas entrevistas abusivas durante toda a sua carreira, as quais desrespeitavam seus pedidos para não falar sobre seus traumas e as violências que sofreu quando criança. E que isso aconteceu mais uma vez recentemente no programa “Woman’s Hour”, da BBC, o que teria sido o gatilho para que ela quisesse se aposentar. “Eu me senti como eu me sentia há 30 anos e por 30 anos. Senti que eu estaria melhor (mais segura) se eu fugisse e abandonasse completamente a música”, contou. “A maior ideia errada sobre Sinéad O’Connor é que ela é uma Amazona. Sou uma mulher de 1,64 metro com coração mole que na verdade é muito frágil”. Por fim, a cantora declarou: “Quando as pessoas me ridicularizam, me invalidam, me desrespeitam ou me abusam eu sofro de efeitos de longo prazo das violências físicas e psicológicas com as quais eu cresci. Toda vez que eu vou vender uma música, um show ou um livro, é um gatilho para mim. Eu volto para essa criança ferida. Ou essa jovem mulher tratada terrivelmente. E o meu trabalho se torna algo que me aterroriza”. SQN. Ela acaba de lançar um livro de memórias, “Rememberings”, em que detalha tudo o que diz ser “gatilho”. E graças à repercussão de sua “aposentadoria”, o livro disparou em vendas no Reino Unido. Good news. Fuck retiring. I retract. Am not retiring. I was temporarily allowing pigs in lipstick to fuck my head up… here's my statement….. in the form of these three photos. It's 'colourful' but that's me : ) #LetOConnorBeOConnor pic.twitter.com/wKoEKFANPk — Sinead O'Connor (Shuhada Sadaqat) (@MagdaDavitt77) June 7, 2021











