Sofia Carson dança no deserto em novo clipe
A atriz e cantora Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”) lançou um novo clipe de sua carreira musical. O vídeo “He Loves Me, But…” é uma produção centrada em coreografia. A gravação mostra a artista acompanhada por dançarinas no deserto, com algumas trocas de figurino e um belíssimo entardecer iluminando a cenografia mínima. A música em estilo R&B com batidas dançantes, reminiscente dos anos 1990, segue a narrativa de “Fool’s Gold”, primeiro clipe lançado neste ano sobre os relatos amorosos da artista. “O próximo capítulo da minha história”, escreveu Carson em suas redes sociais.
Duda Beat lança clipe cheio de efeitos visuais
A cantora Duda Beat lançou um clipe cheio de efeitos visuais para a música “Nem Um Pouquinho”, que conta com participação de Trevo. O vídeo conta uma história de amor, traição e vingança entre elfos, num clima urbano que lembra o filme “Bright” (2017), e ainda destaca uma “habilidade” desconhecida da cantora pernambucana: a metamorfose ambulante. Ela muda de forma e sexo várias vezes durante as cenas, inclusive virando o rapper baiano no clipe. Com direção de Gustavo Moraes e Marco Lafer, a dupla Alaska, que tem feito os clipes mais fantasiosos do pop nacional (vide “Modo Turbo”), a produção ainda apresenta figurinos, maquiagem e fotografia cinematográficas. “Nem Um Pouquinho” faz parte do álbum “Te Amo Lá Fora”, lançado no final de abril.
The Weeknd desenvolve série para a HBO em parceria com criador de “Euphoria”
O cantor The Weeknd está desenvolvendo uma série para a HBO em parceria com Sam Levinson, criador de “Euphoria”. Além de escrever e produzir, ele pretende estrelar a atração. Batizada de “The Idol”, a atração pretende acompanhar uma cantora pop, que começa um romance com um enigmático dono de um clube de Los Angeles, sem saber que é o líder de uma seita secreta. The Weeknd, cujo nome verdadeiro é Abel Tesfaye, já escreveu antes para a televisão, tendo assinado um episódio da série animada “American Dad” no qual também atuou em 2020. Além disso, também atuou no cinema, ao interpretar uma versão dele mesmo em “Joias Brutas” (Uncut Gems), ao lado de Adam Sandler em 2019.
Lil Nas X imita abertura dos filmes da Marvel em trailer de seu novo disco
O novo álbum de Lil Nas X ganhou um trailer que imita a abertura das produções do Marvel Studios, recriando o estilo e parte da tipologia característica do estúdio. Não é a primeira vez que o rapper se apropria de marcas registradas conhecidas. Ele chegou a ser processado pela Nike por comercializar um tênis que era basicamente um Nike customizado. Ainda sem data de lançamento, Lil Nas X garante que “Montero – The Album” chegará em breve às plataformas musicais. Compare abaixo o trailer do disco e a abertura oficial das produções da Marvel.
Vida do cantor do Stone Temple Pilots vai virar filme
A vida de Scott Weiland, vocalista da banda Stone Temple Pilots, vai ganhar tratamento biográfico no cinema. De acordo com a revista americana Billboard, o longa será intitulado “Paper Heart”. A produção será baseada no livro “Not Dead & Not for Sale”, uma autobiografia que Weiland escreveu junto com David Ritz em 2011. A Dark Pictures adquiriu os direitos para o filme e a cofundadora do estúdio, Jennifer Erwin (produtora da série “Mindhunters”, da Netflix), escreverá o roteiro. “É uma honra ter a confiança para contar a história de Scott e a capacidade de retratar os lados menos conhecidos dele – o homem amoroso, o atleta do ensino médio, a alma melancólica que foi e o vocalista lendário que ele sempre será”, afirmou Erwin em comunicado. O roqueiro californiano se juntou com os irmãos Robert e Dean DeLeo em San Diego em 1989. Primeiro chamada de Mighty Joe Young, a banda acabou mudando de nome logo em seguida, inspirada pela marca de óleo combustível STP, e lançou seu primeiro álbum em 1993. O sucesso veio com o segundo álbum, lançado em 1994, com as canções “Big Empty”, “Vasoline” e “Interstate Love Song”. Enfrentando problemas com drogas, Weiland saiu e voltou do Stone Temple Pilots algumas vezes. Também formou a banda Velvet Revolver com integrantes do Guns ‘N Roses, explorou uma carreira solo e morreu de overdose em 2015, aos 48 anos.
Peter Zinovieff (1933-2021)
O compositor e inventor britânico Peter Zinovieff morreu na quarta-feira, aos 88 anos, após sofrer uma queda em casa e ficar internado por dez dias. Considerado um pioneiro da música eletrônica, ele foi o grande responsável pela inclusão do sintetizador na música pop, Além de compôs trilhas sonoras com “sons eletrônicos” para filmes do começo dos anos 1970. Filho de imigrantes russos, ele se formou em Geologia pela Universidade de Oxford, mas se voltou para a música após reclamação da esposa, que não aprovava sua frequentes viagens de exploração geológica pelo mundo. Insatisfeito com as limitações do piano, ele começou a experimentar com sons eletrônicos. Em 1969, lançou o VCS3, o primeiro sintetizador moderno, fabricado pela Electronic Music Studios (EMS), empresa que tinha Zinovieff como um dos fundadores. Com esse aparelho, ele suplantou seu maior corrente, o Moog, com maior variedade de sons eletrônicos e portabilidade. O VCS3 tinha o tamanho de um maleta, que se acoplava a um teclado, enquanto o Moog original podia ocupar uma parede com seu equipamento completo. Ele usou essa invenção para compor as trilhas dos filmes “Julgamento de um Traidor” (1970), de Sam Wanamaker, e “Até os Deuses Erram” (1973), de Sidney Lumet. Em ambas ocasiões, seu trabalho foi creditado como “sons eletrônicos”. O VCS3 logo chamou atenção de artistas do pop rock dos anos 1970. A princípio, Zinovieff recusou-se a conversar com os roqueiros. Ele se definia como um artista erudito, que pesquisava música experimental eletrônica. Mas logo percebeu que não podia recusar o dinheiro oferecido para avançar seus projetos. Assim, passou a fabricar uma versão ainda mais compacta de seu sintetizador, o EMS Synthi A, para alguns dos mais famosos artistas da época. Seu equipamento ajudou a lançar discos clássicos, como “The Dark Side of the Moon” (1973), do Pink Floyd, “Who’s Next” (1971), da banda The Who, “Roxy Music” (1972) e “For Your Pleasure” (1973), do Roxy Music, “Low” (1977) e “Heroes” (1977), de David Bowie, além de gravações de Kraftwerk, Alan Parsons Project, Tangerine Dream, King Crimson, The Who e artistas mais recentes, como The Chemical Brothers e Portishead. “Eu não ensinei nada a esses caras. Assim que eles começaram a experimentar meu sintetizador, eles imediatamente superaram qualquer coisa que eu poderia lhes ensinar. Por isso, são geniais. Eles tiveram o feeling e souberam tirar daquilo o que queriam. E também é por isso que os efeitos que o sintetizador causou em suas canções foram tão diferentes entre si”, contou Zinovieff ao jornal O Globo, numa entrevista de 2016. Na mesma entrevista, ele revelou quem fez o melhor uso de suas invenções: “Pink Floyd, sem dúvidas. Eles usaram a máquina da maneira mais inovadora possível, e fizeram músicas extraordinárias que ninguém tinha escutado até então. Dos artistas mais novos, o Portishead também faz um bom trabalho”. Com a chegada dos sintetizadores portáteis da Korg e da Yamaha, a empresa do compositor acabou entrando em falência logo em seguida, ainda na década de 1970. Para complicar, Zinovieff ainda perdeu grande parte dos seus equipamentos numa inundação. Ele ficou décadas longe da música, se dedicando ao design gráfico e ao ofício de professor. Veja abaixo o uso do VCS3 na música “On the Run”, do Pink Floyd, tocado em estúdio por Roger Waters em 1973, seguido pelo resultado final. E também como Pete Townshend se tornou um dos primeiros a usar o VCS3, na gravação de “Won’t Get Fooled Again”, do The Who.
Diretora de documentário comenta depoimento de Britney Spears: “Poderoso”
A jornalista Samantha Stark, que dirigiu o famoso documentário “Framing Britney Spears” sobre o estrago causado na artista pela mídia e a tutela à qual ela é submetida há 13 anos, manifestou-se sobre o depoimento dado por Britney à Justiça norte-americana nesta semana. Na quarta passada (23/6), a cantora compareceu a uma audiência judicial para pedir a anulação da tutela, descrevendo-se como uma escrava, que é drogada e forçada a trabalhar contra sua vontade. “Para mim, é uma experiência estranha”, disse Stark em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Eu passei um ano praticamente respirando Britney Spears, sem nunca tê-la encontrado ou conhecido. Ouvi-la falar tudo que disse foi poderoso, porque agora não podemos mais negar o que saiu da boca dela ou como ela se sente. E foi um ano de luta, imaginando como ela se sentia sobre tudo”. A jornalista do The New York Times ainda disse ver a relação entre tudo que Britney falou e o que o documentário denunciou. “Eu acho que foi muito chocante para o público, mas nós já tínhamos ouvido [as reclamações da cantora] quando lemos a transcrição de quando ela deu seu primeiro depoimento frente ao mesmo magistrado, dois anos atrás”. O documentário “Framing Britney Spears” ofereceu uma panorâmica da carreira da cantora, mostrando como ela foi constantemente julgada e perseguida pela mídia, num show de machismo e misoginia que culminou numa crise psicológica em 2007 e a consequente tutela, que segue limitando sua vida até os dias atuais. No Brasil, o documentário está disponível na Globoplay.
Atriz da Marvel lança clipe dançante
A atriz Olivia Holt, que viveu a heroína Adaga na série “Manto e Adaga” da Marvel, aproveitou o final da temporada de sua nova série, “Cruel Summer”, para retomar sua carreira musical com o clipe de “Next”. No vídeo, ela aparece dançando sozinha em vários cômodos de uma mansão. “Next” pode ser a primeira música do possível álbum de estreia da artista, que já lançou dois EPs desde que assinou com a Hollywood Records (a gravadora da Disney) em 2014. Demonstrando que anda ansiosa para emplacar sua paixão musical, ela também cantou uma música na trilha de “Cruel Summer” – um cover de “Today”, da banda The Smashing Pumpkins, que integrou seu segundo EP lançado neste ano. Ouça abaixo.
Pabllo Vittar adere ao breganejo com novo clipe
Pabllo Vittar lançou o clipe de “Triste com T”, sua nova incursão ao universo breganejo, iniciada no mês passado com “Ama Sofre Chora”. Dirigido pela própria artista com seu parceiro habitual, Flávio Verne, o clipe apresenta a cantora com figurino e maquiagem belíssimos, em cenas que exploram o T bem grandão da letra. Assumindo a influência brega, a produção também privilegia uma coreografia basicona de programa de auditório para os fãs repetirem em casa. Já tem até tutorial da dancinha programado para as redes sociais. “Triste com T” faz parte do quarto álbum de Pabllo, “Batidão Tropical”, lançado na noite de quinta-feira (24/6) nas plataformas musicais.
Willow, filha de Will Smith, lança inesperado clipe roqueiro
A cantora Willow, filha dos atores Will Smith e Jada Pinkett Smith, lançou o clipe de “Lipstick”, que consolida uma inusitada guinada roqueira em sua carreira. Willow ficou conhecida aos 10 anos, quando sua brincadeira de rap pop “Whip My Hair” estourou nas paradas de sucesso. Com 21, é uma mulher completamente diferente. “Lipstick” já é o segundo single de sua conversão roqueira, após o lançamento de “Transparent” em parceria com o baterista Travis Barker, do Blink-182, no mês passado. Mas aquela música ainda tinha apelo pop. Agora, a referência é Perry Farrel (Jane’s Addiction, Porno for Pyros) e artistas mais alternativos. O novo clipe, que projeta imagens pastorais sobre seus lábios e maquiagem glitter, ainda reforça uma estética indie na nova identidade da artista. Os curiosos poderão conferir se a conversão é séria ou só uma fase com o lançamento do novo álbum da cantora, intitulado “Lately I Feel Everything”, previsto para 16 de julho. Veja abaixo também o clipe de “Transparent” com Travis Baker.
Karol Conká não se deixa abalar em novo clipe
Karol Conká divulgou o clipe de “Mal Nenhum”, seu segundo lançamento após a participação polêmica no “BBB21″. A letra faz referência à rejeição histórica que ela sofreu no programa, cujas consequências ainda a seguem. “Tô acostumada a andar na mira”, ela diz na canção, concluindo de forma otimista que “Quando menos perceber, o jogo vira”. O vídeo que materializa seu corpo fechado traz a rapper cercada por motos, carros e tipos mal-encarados num lugar semidestruído e decrépito. Um cenário de pesadelo onde ela demonstra não se abalar com nada. Já a música segue a tendência de “Dilúvio” ao buscar referências fora do rap tradicional, num arranjo vanguardista que indica influências (pouco usuais no Brasil) de trip hop, liquid funk e dubstep. Também reforça a qualidade do trabalho do produtor baiano RDD (Rafa Dias Days), do Àttoxxá.
Clipe com Ben Platt homenageia Lady Gaga
O ator e cantor Ben Platt (“The Politician”) gravou uma versão de “Yoü and I”, de Lady Gaga, que ganhou clipe para marcar o aniversário dos 10 anos de “Born This Way”. A celebração de uma década do álbum mais famoso de Lady Gaga é acompanhado pelo lançamento de um disco só de covers, batizado de “Born This Way (Reimagined)”, que chegou nas plataformas digitais nesta sexta (25/6) com regravações feitas por Kylie Minogue, Big Freedia, Orville Peck, Years & Years e o ator citado, entre outros. Ben Platt mostrará um pouco mais de seus talentos vocais em seu próximo filme, “Dear Evan Hansen”, baseado no musical de mesmo nome da Broadway, em que ele repete o papel que lhe rendeu o Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Ator. A estreia está marcada para 23 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ed Sheeran lidera apocalipse vampírico em clipe impressionante
O cantor Ed Sheeran lançou “Bad Habits”, a primeira música de seu próximo disco solo, após um hiato de quatro anos preenchido por colaborações. Dirigido por Emil Nava, tradicional parceiro do cantor britânico, o clipe da canção tem cenas impressionantes de apocalipse vampírico. O vídeo traz Sheeran como uma criatura da noite deprimida em meio às baladas noturnas de Londres, que se junta a um grupo com outros vampiros para levar o caos às ruas. As imagens lembram o filme de zumbis sul-coreano “Invasão Zumbi” (2016), com vampiros e humanos saltando em meio a um massacre alucinado e veloz – que no clipe ainda inclui ataque aéreo, situações surreais e batida dançante. O novo álbum do cantor ainda não tem título nem previsão de lançamento.












