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  • Música,  Série

    Gabriel Leone será Ney Matogrosso em série da Globoplay

    18 de abril de 2022 /

    O ator Gabriel Leone (o “Dom”) vai estrelar um novo projeto ligado à história da música brasileira. Depois de viver Roberto Carlos em “Minha Fama de Mau” e dar vida ao Eduardo de “Eduardo e Mônica”, baseado na música da Legião Urbana, ele será Ney Matogrosso numa série da Globoplay sobre o grupo Secos & Molhados, que revolucionou a MPB no início dos anos 1970. A produção definiu os protagonistas com Gabriel Leone no papel de Ney Matogrosso, Mauricio Destri (“Os Dias Eram Assim”) como João Ricardo e Caio Horowitz (“Lov3”) como Gérson Conrad – o trio Secos & Molhados. Gabriel e Ney, inclusive, já se encontraram para falar do projeto e, nesta semana, o ator revelou em seu Instagram estar lendo a biografia do cantor, “Ney Matogrosso: Vira-lata de Raça”. Com produção da O2 Filmes, a série é baseada no livro “Primavera nos Dentes: A História do Secos & Molhados”, de Miguel de Almeida. As gravações devem começar em junho para uma estreia em streaming no ano que vem.

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  • Música

    10 clipes: Conheça a nova geração shoegazer

    17 de abril de 2022 /

    A seleção de clipes de rock independente desta semana reúne novos lançamentos de shoegaze e dreampop, gêneros que marcaram os anos 1990 com muita microfonia e vozes angelicais, num resgate feito por artistas que, em sua maioria, nem eram nascidos quando My Bloody Valentine transformou o rock murmurado ensurdecedor em hit dançante. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   HATER | SUÉCIA Na ativa desde 2016, a banda sueca liderada por Caroline Landahl é conhecida por seu shoegaze de levada pop, ao estilo de Lush. A música “Far From a Mind” acrescenta influência de Sonic Youth à sua versão do rock indie dos anos 1990, em antecipação a seu segundo álbum, “Sincere”, que tem lançamento marcado para 5 de maio.   CIEL | INGLATERRA Formada em Brighton, na costa inglesa, do encontro de três músicos de diferentes países – a cantora Michelle Hindriks tinha até carreira solo na Holanda – , a banda começou com baladas de dreampop antes de lançar “Fine Everything”, em que abraça o shoegaze. A música faz parte do terceiro EP do trio, que ainda não tem previsão de lançamento.   WOMBO | EUA O trio do Kentucky se destaca pelos vocais twee de Sydney Chadwick, que evocam uma sensação etérea ao colidirem com a parede de guitarras de Cameron Lowe – ex-integrante da banda punk Debauchees. A formação com o baterista Joel Taylor é de 2016. Já “One of This” é sua guinada shoegaze após o EP pós-punk “Keesh Mountain” do ano passado.   WHIMSICAL | EUA Veteranos da turma, o quarteto de Indiana lançou seu primeiro álbum em 2000 – o cultuado “Setting Suns Are Semi-Circles”. Depois de implodir em 2005, volta a ativa junto da redescoberta do shoegaze pela nova geração. “Rewind” é a música que abre seu novo disco, “Melt”, lançado há duas semanas.   SUGAR FOR THE PILL | GRÉCIA Apesar de formada só há dois anos, a banda de Atenas já tem um álbum, “Wanderlust”, lançado no mês passado. Com melodias etéreas e um vídeo repleto de coreografias, “Quicksand” foi o segundo single do grupo.   KRAKÓW LOVES ADANA | ALEMANHA A dupla forjada nos clubes de Hamburgo resolveu revistar três músicas de seu mais recente álbum eletrônico (“Follow The Voice”), trocando a proeminência dos sintetizadores por guitarras. “Open The Door” é a versão etérea de “Dream House” e o destaque do novo EP “Swim In The Blue”, numa guinada sonora radical que pode influenciar futuros trabalhos.   HATCHIE| AUSTRALIA Harriette Pilbeam, a cantora e baixista australiana conhecida pelo apelido Hatchie, lança seu segundo álbum solo na próxima sexta (22/4). “This Enchanted” é a segunda faixa de “Giving the World Away”, e sua combinação de guitarras e sintetizadores é o dreampop mais dançante da atualidade. Todo o disco foi composto em parceria com Joe Agius, líder da banda Rinse, que, inclusive, conta com Hatchie entre seus integrantes.   BLUSHING | EUA Faixa exemplar do dreampop da banda texana, “Ours” evoca tanto Cocteau Twins quanto My Bloody Valentine. A música faz parte do segundo álbum, “Possessions”, lançado há dois meses com contribuições de ícones do gênero das cascatas elétricas de guitarras. A produção é de Elliott Frazier (Ringo Deathstarr), a masterização de Mark Gardener (Ride) e o disco ainda inclui uma colaboração com Miki Berenyi (Lush).   AVALYN | INGLATERRA Mark Gardener também trabalhou em “When We Were Nothing”, primeiríssimo single do quarteto shoegazer de Liverpool. E o resultado parece Ride mesmo, inclusive na apresentação visual.   JUST MUSTARD | IRLANDA O quinteto irlandês lançou seu álbum de estreia em 2018, explorando o lado mais melancólico do dreampop, com baladas de guitarras infinitas. “Mirrors” é o primeiro single de “Heart Under”, o segundo álbum, previsto para 27 de maio.     | PLAYLIST |

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  • Música

    Imprensa americana elogia Pabllo Vittar “estelar” em Coachella

    17 de abril de 2022 /

    Depois de Anitta, foi a vez de Pabllo Vittar brilhar no Festival de Coachella. Mesmo no palco Gobi, um espaço bem menor – Anitta cantou no palco principal – , recebeu elogios entusiasmados da imprensa americana, que destacou o feito histórico proclamado pela cantora ao iniciar sua apresentação. “Meu nome é Pabllo e sou uma drag queen do Brasil – a primeira drag queen a se apresentar no Coachella”, disse a brasileira, declaração repercutida pela mídia americana, como o site PopCrave, que destacou fotos da apresentação no Twitter, e as revistas Billboard e Fader. Descrevendo a apresentação como um “set de alta energia e feroz”, a Billboard afirmou que Pabllo eletrizou o público, “que nem uma vez parou de dançar ao som de seu techno trilíngue e hinos de música pop”. E ainda destacou a emoção transmitida pela performance. “Ao se despedir, Pabllo não conseguiu deixar de chorar”. A revista Fader ecoou os elogios, mencionando o “set poderoso” e “uma performance eletrizante”. Mas foi a resenha da revista Rolling Stone (a original) que chamou mais atenção pela conclusão entusiasmada. Após definir o show como “estelar”, o texto afirmou ser “um mistério por que a artista brasileira ainda não se tornou uma estrela pop internacional”. Pabllo Vittar já tinha se apresentado no festival americano em 2019, quando cantou uma música com Major Lazer e outra com Sofi Tukker, mas foi a primeira vez que fez um show solo no evento. E contou até com uma convidada, a nipo-britânica Rina Sawayama, sua parceira em “Follow Me”. Ao se entregar à emoção, ainda se declarou para outra parceira antiga, que arrasou no primeiro dia do evento, “Eu te amo, Anitta”, gritou, antes de cantar “Sua Cara”. Ela terminou a apresentação chorando no chão do Gobi. A performance foi transmitida ao vivo pelo canal do YouTube do festival e atraiu mais audiência que as atrações exibidas simultaneamente em dois outros palcos – inclusive no palco principal. Pabllo Vittar becomes the first drag queen to perform at #Coachella. pic.twitter.com/rzi6aLWYDC — Pop Crave (@PopCrave) April 17, 2022

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  • Música

    Ludmilla e Anitta fazem as pazes: “Viva o funk, p****!”

    16 de abril de 2022 /

    A música que originou o desentendimento entre Anitta e Ludmilla também está sendo responsável por encerrar a briga. Anitta escolheu “Onda Diferente”, sua parceria com Ludmilla e o rapper Snoop Dogg, para abrir seu show histórico de sexta (15/4) no festival de Coachella, nos Estados Unidos, sem cortar a voz da “rival”. E Ludmilla elogiou o impacto da música no palco americano. “Muito f*** ver nossa música ganhando o mundão. Viva o funk, p****!”, escreveu Ludmilla, junto com um emoji de foguete, no Twitter. O comentário foi muito elogiado pelos fãs das duas artistas, entre eles a cantora Inês Brasil: “Glória a Deus. Manos, é o milagre da Páscoa. Tem que fazer as pazes mesmo. Anitta e Ludmilla, lindas, belas mulheres. Amo vocês, manas!”. A briga entre as duas aconteceu na época do lançamento de “Onda Diferente”, em 2019. A música foi feita por Ludmilla, mas acabou registrada como se Anitta também fosse uma das autoras. Quando Ludmilla anunciou que a composição era sua, os fãs de Anitta começaram a atacá-la, inclusive com ofensas racistas. Foi o fim da parceria e da amizade. O desentendimento chegou, inclusive, a repercutir no “BBB 22”. No começo do programa, Brunna Gonçalves, mulher de Ludmilla, fechava a cara ao ouvir elogios para Anitta, mas depois de um tempo até dançou música da cantora. Glória a Deus 🙏🙏🙏 manos é o milagre da Páscoa 🐣 tem que faze as pazes mesmo Anitta e ludmilla lindas belas mulheres negra como eu 🙏🙏🙏❤️❤️❤️❤️🥰🥰🥰🥰🙏🙏🙏🐣🐣🐣 amo@vocês manas dalhe funk dalhe Anitta e ludmilla adoro 🙏🙏🙏❤️❤️❤️❤️❤️❤️ viva Páscoa — Inês Brasil 🧬 (@inesbrasiltv) April 16, 2022

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  • Música

    Imprensa americana rasga elogios para show de Anitta no Festival de Coachella

    16 de abril de 2022 /

    Anitta foi, viu e venceu. O show da cantora foi um dos mais aclamados do primeiro dia do festival americano de Coachella, que começou na sexta-feira (15/4). E quem afirma isso é a imprensa dos EUA. As revistas Variety, Billboard, Rolling Stone e o jornal Los Angeles Times rasgaram elogios para a apresentação da brasileira, que entrou no palco de mototáxi, performou com muitos dançarinos diante de caixas de som poderosas, evocando suas origens no Furacão 2000, fez parcerias com Snoop Dog, Saweetie e Diplo, e transformou o evento num baile funk internacional. A Variety rasgou elogios desde o título da cobertura: “Anitta impressiona Coachella com set selvagem e sexy”. E elaborou: “A cantora brasileira Anitta é uma superestrela na América Latina há anos, mas só agora está dando um passo em direção aos EUA – e esse movimento ganhou um grande ponto de exclamação com sua apresentação elaborada, abrangente e sexy no festival Coachella na noite de sexta-feira”. Depois de descrever os detalhes da produção, a revista ainda conclui: “É seguro dizer que Anitta deixou sua marca”. O LA Times exaltou Anitta como a “maior atração brasileira no mundo atualmente” e disse que ela “trouxe um gostinho do Rio para o palco do Coachella”. A Billboard declarou que o show foi “um marco” e uma “estreia muito esperada”, afirmando que “a apresentação de Anitta foi emocionante, pois os fãs não conseguiam tirar os olhos dela e de seus dançarinos”. Ao revisar o show na análise completa da primeira noite do festival, a publicação ainda acrescentou que foi “um set pra fazer História”. “Difícil destacar só um melhor momento da performance de Anitta, repleta de estrelas e rebolados”. A Rolling Stone americana completou a exaltação com frases como “um triunfo”, “digna de atração principal” e “momento mais energético da primeira noite do festival”.

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  • Música

    Lizzo lança seu clipe mais dançante

    15 de abril de 2022 /

    A cantora americana Lizzo lançou o clipe de “About Damn Time”, em que participa de um grupo de suporte para pessoas “estressadas e sexy”. No vídeo assinado por Christian Breslauer (que trabalhou com Anitta em “Boys Don’t Cry”), ela coloca todos os funcionários do prédio em que acontece a reunião, do faxineiro ao pintor, para dançar. Um detalhe é que, enquanto dança, Lizzo assume uma persona glamourosa, com cabelo laqueado e traje azul brilhante. A imagem de queen combina com a letra de “About Damn Time”, que embala um refrão sobre sair do armário (“I’m comin’ out tonight”). Estrela de várias paradas Pride, Lizzo já tinha mencionado sua bissexualidade em entrevistas e agora canta que precisa de “um homem ou uma mulher sentimental” para se sentir motivada. Primeiro single da cantora desde agosto do ano passado, quando lançou “Rumors”, sua parceria com Cardi B, a música também aponta uma nova direção para Lizzo. Extremamente dançante, segue a linha nu disco, uma versão moderna e também nostálgica da disco music, que vigorou na época do Daft Punk e ressurgiu há alguns anos com hits de The Weeknd, até explodir nas paradas com Dua Lipa no ano passado. O novo álbum de estúdio de Lizzo deve sair ainda este ano, embora não haja data confirmada.

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  • Filme

    Faladíssimo, “Medida Provisória” é o filme pra ver no cinema nesta semana

    14 de abril de 2022 /

    Repercutindo durante toda a semana, graças à cobertura ampla da mídia e divulgação espontânea de perfis bolsonaristas contrariados, “Medida Provisória” chega aos cinemas com um dos filmes mais falados do Brasil nos últimos tempos. Nem parece que vai enfrentar um lançamento do universo de “Harry Potter”, tamanha a diferença de expectativa gerada por sua estreia, ainda que “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” chegue em mais telas. A programação se completa com um documentário de K-pop e três títulos europeus de 2019, que aguardaram três anos por vaga no circuito limitado, além de sessões de pré-estreia de “DPA 3 – Uma Aventura no Fim no Mundo”, que vai disputar o público infantil de sexta (15) a domingo (17/4), antes do lançamento oficial.   MEDIDA PROVISÓRIA A estreia de Lázaro Ramos como diretor de cinema produziu o filme mais falado do Brasil em 2022, da repercussão causada por sua exibição no “BBB” às redes sociais de políticos da extrema direita em busca de views. Prenúncio do que viraria o Brasil, foi planejado em 2017 e adapta uma peça teatral de 2011, mas bolsonaristas veem claramente o governo de seu mito retratado no pesadelo descrito na tela. Podia ser irônico, mas é mesmo infernal, para usar uma palavra da atriz Taís Araújo. A trama distópica se passa num futuro não muito distante, em que uma nova lei do governo federal de direita manda deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. Com a desculpa de se tratar de uma reparação histórica, a iniciativa também visa acabar de vez com o racismo no Brasil, deixando o país só com brancos. Aplaudido pela crítica mundial, o filme foi comparado a “Corra!” e “The Handmaid’s Tale” nos EUA, atingindo 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. Tem sido exibido e premiado em festivais internacionais desde 2020, mas levou dois anos para chegar ao Brasil por enfrentar dificuldades envolvendo a Ancine, a Agência Nacional do Cinema, problema semelhante ao que também atrasou “Marighella”, de Wagner Moura, outro filme politizado com protagonista negro. Seu elenco destaca o inglês Alfred Enoch (de “Harry Potter” e “How to Get Away with Murder”), Seu Jorge (o “Marighella”), Taís Araújo (“Mister Brau”), Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”), Adriana Esteves (“Benzinho”), Luís Miranda (“Crô em Família”), Renata Sorrah (“Árido Movie”), Jéssica Ellen (“Três Verões”) e o rapper Emicida.   ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS SEGREDOS DE DUMBLEDORE O terceiro prólogo de “Harry Potter” levanta a questão do quanto a nova franquia é realmente relevante para os fãs do bruxinho e qual a necessidade de estender sua narrativa de nota de rodapé por mais dois filmes, conforme planos da escritora/roteirista J.K. Rowling e do diretor David Yates, responsáveis por todos os capítulos lançados. Considerado medíocre pela crítica americana (56% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme “revela” os segredos de Dumbledore (Jude Law na versão mais jovem) já conhecidos pelos fãs da franquia: sua paixão pelo maior rival, Grindelwald (Madds Mikkelsen na versão politicamente correta). Representando a emergência do fascismo nos anos 1930, época em que o filme se passa, o vilão tenta transformar seus planos de extermínio em plataforma político-eleitoral, ao mesmo tempo em que o suposto protagonista Newt Scamander (Eddie Redmayne) embarca numa nova missão para justificar a quantidade absurda de coadjuvantes sem função na história, incluindo desta vez uma bruxa vivida pela brasileira Maria Fernanda Cândido (quase sem diálogos).   O TRAIDOR O lançamento tardio do vencedor do David Di Donatello (o Oscar italiano) de 2020 coloca dois filmes com Maria Fernanda Cândido simultaneamente nos cinemas. Coprodução com o Brasil parcialmente bancado pela produtora nacional Gullane, o longa de Marco Bellocchio (“A Bela Que Dorme”) é uma cinebiografia de Tommaso Buscetta (vivido por Pierfrancesco Favino, da série “Marco Polo”), o o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante da justiça – o traidor do título. Buscetta viveu o Brasil por um período e a produção tem cenas rodadas no Rio de Janeiro. Em seu primeiro papel internacional, Maria Fernanda interpreta a mulher do mafioso, que o convence a tomar a decisão de cooperar com a justiça italiana em 1984. A repercussão positiva da produção, que conquistou 21 prêmios importantes, abriu as portas para a atriz atuar no exterior. Depois do hollywoodiano “Animais Fantásticos 3”, ela já tem engatilhado o novo filme da francesa Lisa Azuelos (“Rindo à Toa”).   VITALINA VARELA Mistura de documentário e ficção, o filme do premiado diretor português Pedro Costa (“Cavalo Dinheiro”) conta a história da mulher do título, nascida em Cabo Verde, que viu o marido ir embora para Lisboa em 1977, quando arranjou trabalho como pedreiro, e só foi conhecer Portugal recentemente quando ele morreu, para participar do enterro – que perdeu por chegar atrasada. O retrato de sua amargura chama atenção por ser lindamente fotografado, com cada frame assumindo aparência de pintura – visual reforçado pela predileção de filmagens noturnas e em ambientes internos de pouca luz, que conferem às cenas um visual expressionista. Venceu nada menos que 23 prêmios internacionais, inclusive o Sophia (o Oscar português) de 2020 nas categorias de Melhor Filme, Diretor, Atriz (a própria Vitalina Varela), Roteiro, Fotografia e Som (importante por ser um filme quase sem diálogos).   LOLA E O MAR Indicado ao César (o Oscar francês) de 2020, o drama belga conta a história de Lola, uma adolescente trans que conta com o apoio de sua mãe para fazer a transição e mudar de vida. Só que a mãe morre repentinamente, o que leva Lola a bater de frente com seu pai distante e homofóbico, embarcando com ele numa jornada rumo ao mar para cumprir o último desejo da pessoa mais querida de sua vida. A estreante Mya Bollaers, que interpreta Lola, é um grande achado do diretor Laurent Micheli e sua performance valoriza muito a produção.   SEVENTEEN POWER OF LOVE – THE MOVIE A banda de K-pop Seventeen ganha seu primeiro documentário depois de cinco álbuns de platina na Coreia do Sul, trazendo performances musicais e depoimentos de cada um de seus 13 (e não seventeen) integrantes.  

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  • Série

    “Girls5eva” ganha trailer da 2ª temporada

    12 de abril de 2022 /

    A plataforma americana Peacock divulgou o trailer da 2ª temporada “Girls5eva”, série de comédia exibida no Brasil pela Globoplay, em que as protagonistas lidam com a pressão de gravar um novo disco. Desenvolvida por Tina Fey e Meredith Scardino, respectivamente criadora e roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, a série gira em torno de um grupo pop feminino que fez sucesso nos anos 1990 e busca uma volta aos dias de glória. A trama se passa 20 anos após a separação do Girls5eva – uma criação inspirada em artistas como Spice Girls, Pussycat Dolls e S Club 7 – , quando um antigo hit do grupo é sampleado por um jovem rapper e as cantoras se veem subitamente de volta à moda, decidindo dar mais uma chance ao sonho do estrelato pop. Só que elas não são mais adolescentes e sim mulheres adultas casadas, com filhos, empregos, dívidas e algumas nem mesmo se parecem mais fisicamente com suas versões jovens. O elenco é encabeçado pela cantora Sara Bareilles (“Little Voice”), Renée Elise Goldsberry (“Altered Carbon”), Paula Pell (“A.P. Bio”) e Busy Philipps (“Cougar Town”). Os oito episódios da temporada inaugural, disponibilizados há dois anos nos EUA, arrancaram muitos elogios da crítica, atingindo 97% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, praticamente uma saudação unânime às suas qualidades. Os novos capítulos estreiam no dia 5 de maio na Peacock e ainda não há previsão para a exibição no Brasil.

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  • Música

    Jack White se casa com Olivia Jean em palco de show lotado

    9 de abril de 2022 /

    O cantor Jack White (que coestrelou “Cold Mountain”) teve uma agenda cheia na sexta-feira (8/4): lançou um novo álbum solo (“Fear of the Dawn”), interpretou o Hino Nacional num jogo de beisebol, iniciou uma turnê e, como bis, casou-se no palco de um show lotado diante dos fãs. White se casou com Olivia Jean, cantora revelada por seu selo Third Man, que fez o show de abertura na estreia da nova turnê do roqueiro, no palco do Masonic Temple Theatre, em Detroit, cidade natal do casal. O pedido de casamento foi feito de surpresa por White no meio de “Hotel Yorba”, que contou com participação de Jean nos vocais. A letra da música tem uma passagem que diz “Vamos nos casar”, o que foi a deixa de White para que a banda parasse de tocar e ele fizesse o pedido: “Tenho uma perguntinha para você, Olivia Jean. Você quer se casar comigo?”. Depois que ela sinalizou um sim entusiasmado, com o rosto coberto de lágrimas, eles terminaram a canção e White carregou sua noiva para fora do palco. Minutos depois, eles voltaram ao palco para um bis que incluiu uma cerimônia de casamento. O co-fundador da gravadora Third Man, Ben Swank, presidiu a cerimônia, e os baixistas das bandas de White e Jean serviram como padrinho e madrinha da cerimônia. Além disso, a mãe de White e o pai de Jean também subiram ao palco. Este foi o terceiro casamento de White, que já foi casado com a baterista do White Stripes, Meg White, e a modelo Karen Elson, que também gravou para a Third Man. A lua de mel vai acontecer na estrada, porque a turnê de White tem datas consecutivas marcadas até 1º de maio, antes da primeira folga na agenda. Um vídeo gravado por um fã e postado no YouTube mostrou o momento do pedido de casamento e o final da cerimônia. Confira abaixo.

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  • Música

    Pink Floyd lança primeira música inédita em 28 anos

    7 de abril de 2022 /

    A banda Pink Floyd lançou sua primeira música inédita em 28 anos em apoio à Ucrânia, país que está sendo destruído por tropas militares da Rússia. Intitulada “Hey Hey Rise Up”, a gravação ganhou um clipe com direção de Mat Whitecross (do filme “Spike Island” e de muitos clipes da banda Coldplay) e todos os lucros de suas visualização e comercialização serão destinados para a população ucraniana. O guitarrista David Gilmour, de 76 anos, o baterista Nick Mason, 78, o baixista Guy Pratt, 60, e o tecladista Nitin Sawhney, 57, se juntaram em uma sessão de gravação secreta em 30 de março para realizar o trabalho. Apenas os dois primeiros fizeram parte da era de ouro da banda, cujo último álbum, “The Division Bell”, foi lançado em 1994. A música conta com participação do cantor ucraniano Andriy Khlyvnyuk, da banda Boombox, que desistiu de sua turnê nos Estados Unidos para lutar por seu país. Recentemente, ele publicou no Instagram um vídeo em que aparece uniformizado e armado na Praça Sofiyskaya, em Kiev, cantando sem acompanhamento a música de protesto de guerra “The Red Viburnum In The Meadow”. Gilmour já tinha tocado com a banda de Khlyvnyuk em 2015, em um show beneficente em Londres, e ao ver o vídeo da rede social o procurou com a ideia da parceria. Como resultado do contato, a interpretação do Instagram acabou incorporada em “Hey Hey Rise Up”. “Espero que a música receba amplo apoio e publicidade. Queremos arrecadar fundos para instituições de caridade humanitárias. Queremos expressar nosso apoio à Ucrânia e, dessa forma, mostrar que a maior parte do mundo pensa que é totalmente errado uma superpotência invadir um país democrático e independente”, disse David Gilmor, que tem uma nora e netos ucranianos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Андрій Хливнюк (@andriihorolski) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pink Floyd (@pinkfloyd)

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  • Música,  Série

    Série sobre os Sex Pistols ganha primeiro teaser

    6 de abril de 2022 /

    A FX Networks divulgou o primeiro teaser de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). As imagens apresentam o clima e a recriação da época em que o punk britânico explodiu. A série vai contar a história do grupo a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou este mesmo período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistol” vai estrear em 31 de maio nos EUA, com o lançamento de todos os episódios pela plataforma Hulu, e será lançada no Brasil pela Star+, em dada ainda não definida.

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  • Música

    Imagine Dragons lança clipe com zumbis dançantes

    6 de abril de 2022 /

    Os zumbis dançantes de “Thriller” estão de volta, agora no clipe de “Bones”, nova gravação da banda Imagine Dragons. Dirigido por Jason Koenig, que já filmou sete clipes de Ed Sheeran e uma dezena de vídeos com Macklemore, a produção mostra como o trabalho num escritório de finanças transforma todo mundo em zumbis. Feita pra pular, a música preserva as características da banda, que segue a tendência de “nu metal” eletrônico aberta pelo Linkin Park, e faz parte do vindouro álbum duplo “Mercury – Acts 1 & 2”, com lançamento previsto em 1º de junho.

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  • Filme,  Música

    Bobby Rydell (1942–2022)

    5 de abril de 2022 /

    O cantor e ator Bobby Rydell, que foi ídolo adolescente nos anos 1960, morreu nesta terça-feira (5/4) num hospital da Filadélfia, aos 79 anos. Nascido Robert Louis Ridarelli, ele começou a carreira vencendo uma competição de talentos na TV, no programa Teen Club, de Paul Whiteman, com apenas 7 anos de idade. No mesmo ano, começou a se apresentar como cantor em boates da Filadélfia, e ao entrar na adolescência assumiu o microfone e a bateria da banda Rocco and the Saints, que contava com Frankie Avalon (“A Praia dos Amores”) no trompete. Ele assinou seu primeiro contrato (com a Cameo/Parkway Records) aos 17 anos, quando lançou seu primeiro hit, a música “Kissin’ Time” (em 1959), sob o nome Bobby Rydell. Vieram vários outros sucessos, como “Wild One” (que alcançou o 2º lugar na Billboard Hot 100 em 1959) e “Volare” (4º lugar no verão de 1960), e em 1961 ele se tornou o cantor mais jovem a encabeçar a programação da famosa boate Copacabana, em Nova York. Estava no auge da popularidade quando foi escalado para seu primeiro filme, “Adeus, Amor” (Bye Bye Birdie), em 1963. Adaptação de um musical da Broadway, o personagem de Rydell foi bastante ampliado no longa-metragem dirigido por George Sidney, permitindo que ele se destacasse em cenas com Ann-Margret. “Na peça da Broadway, o personagem não era absolutamente nada, nunca cantou, nunca dançou, não fez nada”, comentou Rydell em 2013. “Mas quando entramos no set da Columbia, meu roteiro foi ficando maior e maior a cada dia.” No mesmo ano, ele chegou a gravar o piloto de uma série de comédia, “Swingin’ Together, que acabou não indo adiante, mas, graças a sua fama, foi exibido como telefilme na rede CBS. Dedicando-se mais à música que as telas, ele emplacou mais de 20 hits no Top 20 americano, por isso teve poucos trabalhos como ator na década de 1960, com destaques para mais dois telefilmes, sete participações no “The Red Skelton Show” e atuação num episódio da série de guerra “Combate”. A fase de sucesso, porém, não resistiu à Beatlemania. E com a mudança no gosto popular entre a juventude americana, Rydell precisou lutar para se manter relevante, chegando a se juntar com Frankie Avalon e Fabian para formar um supergrupo de ex-ídolos teen da Filadélfia, chamado The Golden Boys. Rydell ainda apareceu em quatro filmes desde os anos 1970. O mais interessante foi “Mr. Rock ‘n’ Roll: The Alan Freed Story” (1999), produção para a TV sobre o DJ de rádio que cunhou a expressão “rock ‘n’ roll”. Sua despedida das telas aconteceu há poucos anos, no filme “O Comediante”, interpretando a si mesmo em 2016. Seu nome também marcou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema e da Broadway, “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (transformado em filme em 1978), que batizou a escola frequentada pelos personagens como Rydell High School, declaradamente em sua homenagem. Lembre abaixo o dueto romântico de Bobby Rydell e Ann-Margret no filme “Adeus, Amor”, seguido por um dos maiores sucessos musicais da carreira do cantor.

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