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  • Música

    10 clipes novos influenciados pelo pós-punk mais sombrio

    10 de julho de 2022 /

    A cena gótica/dark wave tem conquistado muito espaço entre as tribos indies com artistas cada vez menos caricaturais, que investem no lado mais pop do movimento, enquanto se afastam das fantasias de Halloween, hoje mais identificadas com Marilyn Manson e vertentes metaleiras. A seleção abaixo representa 10 artistas que assumem influência do lado mais sombrio do pós-punk dos anos 1980, incluindo, além do som gótico mais conhecido, a variação cold wave dos baixos graves e teclados glaciais. Os vídeos são disponibilizados de duas formas: tradicional, com breves informações sobre os artistas junto de cada clipe, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   | DUCTAPE | TURQUIA   Uma das melhores bandas da nova geração gótica, Ductape gravou o clipe de “Gregor” no México, durante sua primeira turnê pela América Latina. A faixa é o novo single de “Ruh”, o segundo álbum do projeto musical formada em 2019 em Istambul pelo guitarrista Furkan Güleray e a cantora-tecladista Çagla Güleray.   | PLOHO | RÚSSIA   O novo single, “Plattenbauten”, é a primeira gravação em alemão do trio russo, mas se trata de uma música antiga de seu repertório pós-punk. A versão original, “Новостройки”, foi a música-título do álbum de estreia do Ploho, em 2015.   | GIVE MY REMAINS TO BROADWAY | CANADÁ   A dupla de Toronto é uma das mais novas da cena dark wave moderna. “What a Horrible Night” foi extraído de seu EP de estreia de 5 faixas, lançado no início do ano.   | BABY STRANGE FT. HAYLEY MARY | ESCÓCIA   A banda pós-punk de Glasgow se juntou à cantora australiana Hayley Mary (ex-The Jezabels) nesse novo single, extraído de seu segundo álbum, “World Below”, lançado no mês passado – e sete anos depois do álbum de estreia!   | KILL SHELTER FT. AGENT SIDE GRINDER | ESCÓCIA   Kill Shelter é o projeto musical do produtor britânico Pete Burns, mais conhecido por seus remixes da cena gótica (Christian Death, The Wake, Aleister Crowley e She Past Away), que se juntou ao trio sueco Agent Side Grinder na gravação de “The Necklace”. A faixa está no segundo álbum do Kill Shelter, “Asylum”, que será lançado oficialmente na sexta-feira (15/7).   | GOD IN A BLACK SUIT | ITÁLIA   O quinteto italiano foi formada durante a pandemia e os temas de caos e isolamento permeiam suas primeiras músicas, apresentadas no EP “Nails”. A faixa-título ganhou clipe no final do ano passado e desde então os músicos estão trabalhando no primeiro álbum, combinando influências de cold wave e pós-punk.   | EDITORS | INGLATERRA   Formada já tem duas décadas, a banda britânica lançou há poucos dias o primeiro single de seu sétimo álbum. “Karma Climb” retoma a cold wave que inspirou seu primeiro álbum, num arranjo que também evoca a fase synthpop do Simple Minds nos anos 1980. Batizado de “EBM”, o novo álbum chega apenas em setembro, após um hiato de quatro anos e a entrada de Blanck Mass (o pseudônimo do compositor Benjamin John Power, ex-Fuck Buttons) em sua formação.   | ACTORS | CANADÁ   “Killing Time (Is Over Now)” é o mais recente single da álbum “Acts of Worship”, segundo da banda de Vancouver, lançado no final do ano passado. Bastante representativa do som dos Actors, a faixa faz pop gótico com sintetizadores, num clima de new wave sombria capaz de reviver as velhas danceterias abandonadas dos anos 1980.   | CHILD SEAT | EUA   Outra banda nova, Child Seat foi formado em 2021 pela cantora Madeleine Mathews (MAWD) e o músico Josiah Mazzaschi (Light FM, Bizou), mais conhecido por seu trabalho de 20 anos como produtor musical – The Jesus and Mary Chain, Built to Spill, Rilo Kiley e muito mais. O repertório é influenciado pela new wave de vocais femininos dos anos 1980 (Til Tuesday, Motels, Go-Go’s, Berlin, etc), mas também o gótico de Siouxie and the Banshees e o alt rock de Yeah Yeah Yeahs. O clipe de “Burning” foi gravado ao vivo no estúdio de Mazzaschi (Cave Studios) com Jeff Schroeder (do Smashing Pumpkins) na guitarra.   | JE T’AIME | FRANÇA   A banda parisiense é fortemente influenciada por The Cure, como mostra essa gravação ao vivo de “Dance”. O vídeo é de maio, mas a música é do primeiro álbum, lançado em 2019. Je T’aime lançou seu segundo disco em fevereiro passado.     | PLAYLIST |

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  • Música

    Johnny Depp fez música para atacar Amber Heard

    10 de julho de 2022 /

    A briga de Johnny Depp contra Amber Heard virou rock. O ator compôs uma canção sobre o processo judicial que venceu contra a ex-esposa, considerada culpada por difamação, e vai lançá-la no disco de sua parceria com o guitarrista britânico Jeff Beck. Intitulado “18”, o álbum tem lançamento marcado para a próxima sexta-feira (15/7). “Acho que você já disse o suficiente para a p*rra de uma noite”, canta Depp na faixa, chamada “Sad Motherf***in’ Parade”. Segundo apurou o jornal Sunday Times, as críticas vão além. Aludindo à forma como a atriz de “Aquaman” se postou no tribunal, a música diz: “Você está aí sentada como um cachorro com uma crise de relacionamento”, e acrescenta: “Se eu tivesse um centavo, não cairia na sua mão”. Assim, o ator não poderá reclamar quando o acusarem de dar shows de misoginia. Ao menos, as letras não falam em afogar, queimar e estuprar o cadáver da ex-esposa, como ele escreveu – segundo disse no julgamento, de forma poética – em mensagens de texto sobre Amber Heard. O ator também não cita o nome da ex-esposa. Mas vale lembrar que ele a processou por difamação por conta de um artigo, em que ela também não citou o nome dele. Detalhes nada pequenos desses dois. Depp está colaborando com Beck há bastante tempo e em 2020 a dupla lançou o primeiro single da parceria: uma versão de “Isolation”, composição de John Lennon, de 1970. Antes mesmo do veredito, o ator viajou ao Reino Unido para participar de shows do guitarrista e, após sua vitória, lançou um novo single do projeto, a música inédita “This Is A Song For Miss Hedy Lamarr”. Apesar do material original, a maior parte do álbum é composta por covers (incluindo “Venus In Furs” do Velvet Underground, “Let It Be Me” dos Everly Brothers e “What’s Going On” de Marvin Gaye) e gravações instrumentais (como duas faixas dos Beach Boys). Segundo os artistas, o nome “18” se refere à idade espiritual que eles sentiram ao trabalharem nas gravações. A capa do disco é um desenho da esposa de Beck que registra a dupla como adolescentes – ou como David Bowie e Elvis Presley jovens. Veja abaixo. O lançamento vai acontecer pelo selo Rhino em CD e nas plataformas digitais no dia 15 de julho, mas, depois disso, o disco também sairá em vinil em 30 de setembro.

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  • Filme

    Estreias: 10 filmes novos pra ver em casa

    8 de julho de 2022 /

    A programação de estreias digitais destaca a nova animação do diretor de “Moana” e muitas opções para os adultos da casa, incluindo a maior bilheteria de terror da história do cinema taiwanês. Confira abaixo as 10 sugestões da semana – incluindo três títulos nacionais – , selecionadas entre os melhores lançamentos dos serviços de assinatura e locadoras online.   | A FERA DO MAR | NETFLIX   A nova animação de Chris Williams, diretor de dois dos maiores sucessos recentes da Disney, “Operação Big Hero” e “Moana – Um Mar de Aventuras”, é, como a última, uma aventura marítima empreendida por uma jovem heroína. A trama acompanha a insistente Maisie Brumble, uma menina que sonha em viver grandes aventuras e não aceita respostas negativas. Ela embarca clandestinamente no navio do seu grande ídolo, o caçador de monstros Jacob Holland, para participar de uma jornada da era das caravelas rumo a mares nunca dantes navegados, onde vivem terríveis e gigantescas criaturas marinhas. Não falta ação, mas a trama desafia as expectativas com referências a “Moby Dick” e filmes de monstros como “Kong vs. Godzilla”, além de embutir um questionamento subversivo nas perguntas feitas por sua pequena heroína, que mira a guerra, a ganância e a hipocrisia das mentiras oficiais. O elenco de vozes em inglês destaca Karl Urban (“The Boys”), Jared Harris (“Chernobyl”), Dan Stevens (“Legion”) e a jovem Zaris-Angel Hator (“Black Earth Rising”) no papel principal.   | DÍVIDA DE HONRA | MUBI   Dirigido e estrelado por Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”), o western traz o ator como um cowboy que, ao ser salvo de uma morte violenta, fica em dívida e é convencido a embarcar numa jornada que pode voltar a colocá-lo em situação mortal. Quem o salva é uma fazendeira vivida por Hilary Swank (“Away”) e a missão é ajudá-la a transportar três mulheres insanas pela pradaria americana, em meio a índios, foras-da-lei e loucura generalizada. O elenco fenomenal conta com Meryl Streep (“Não Olhe para Cima”), Miranda Otto (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), John Lithgow (“The Crown”), Jesse Plemons (“Ataque dos Cães”), James Spader (“The Blacklist”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Grace Gummer (“Mr. Robot”) e Hailee Steinfeld (“Gavião Arqueiro”).   | MARCAS DA MALDIÇÃO | NETFLIX   O terror taiwanês segue a linha dos falsos documentários e vídeos encontrados, que são tradição no gênero desde “Holocausto Canibal” (1980). Vagamente inspirado em uma história real, a trama segue uma jovem que começa a ver coisas que não existem. A explicação é fornecida por sua mãe, que revela ter violado um templo sagrado há muitos anos, quando dirigia um canal de caçadores de fantasmas no YouTube. Sem saber, ela atraiu uma maldição para si e para as pessoas ao seu redor. A exibição nos cinemas de Taiwan gerou um frenesi coletivo, transformando “Marcas da Maldição” na maior bilheteria do ano e no maior sucesso de terror de todos os tempos no pais. Não por acaso, uma continuação já está em desenvolvimento.   | A CARGA | VOD*   Passado na Sérvia, durante os conflitos contra Kosovo em 1999, o drama psicológico acompanha um motorista que recebe a missão de transportar uma carga misteriosa de Kosovo a Belgrado para a OTAN, atravessando uma região devastada de caminhão, com ordens de não parar e não chamar atenção. Nenhuma informação é dada sobre o conteúdo transportado, mas com o desemprego e o caos da guerra, a proposta se torna irrecusável. Um encontro casual com um jovem caroneiro oferece alguma companhia, mas a trama é essencialmente a odisseia solitária de um homem que aceita fazer o que for preciso para sobreviver, mesmo quando sua consciência lhe aconselha a refletir. O primeiro filme de ficção de Ognjen Glavonic (“Zivan Makes a Punk Festival”) aproveita a experiência do diretor sérvio com documentários para oferecer um retrato realista e melancólico de um horror histórico, com revelações poderosas tanto para seu personagem quanto para o espectador. Aclamado pela crítica, atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e venceu 16 prêmios internacionais.   | QUANDO CHEGA A CALMARIA | VOD*   A sci-fi apocalíptica começa após um ciclone devastador arrasar o mundo e inundar completamente Hong Kong. É nesse cenário desolado que uma jovem tenta sobreviver, isolada e escondida nas ruínas de um condomínio residencial, com receio de quem mais possa ter sobrevivido à tempestade e esteja desesperado por comida. Até que um dia uma criança aparece flutuando a sua frente, levando-a a abandonar sua rotina. Com ritmo mais lento que os filmes de catástrofe convencionais, a produção chinesa também tem momentos de ação, especialmente no final. Destaque do elenco, a atriz Kara Wang está atualmente nos cinemas no blockbuster “Top Gun: Maverick”.   | THE COLOUR ROOM | VOD*   Em seu primeiro longa-metragem, Phoebe Dynevor (a Daphne de “Bridgerton”) dá vida à ceramista Clarice Cliff, uma jovem determinada que subverteu as relações trabalhistas na década de 1920 para comandar seu próprio estúdio de criação de cerâmicas personalizadas, tornando-se uma das maiores designers da Art Déco. A biografia tem direção de Claire McCarthy (“Ofelia”) e inclui em seu elenco Matthew Goode (“A Descoberta das Bruxas”), David Morrissey (“The Walking Dead”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Kerry Fox (“A Vingança Está na Moda”) e Luke Norris (“Poldark”).   | PUREZA | VOD*   Inspirado numa história real, “Pureza” é um filme-denúncia sobre a situação de trabalho escravo que ainda persiste no Brasil. Dira Paes (“Pantanal”) interpreta a personagem do título, Dona Pureza, uma mulher sem notícias do filho, que partiu para um garimpo na Amazônia e sumiu. Ao iniciar sua busca, ela acaba testemunhando o aliciamento e cárcere privado de trabalhadores rurais, que, após serem enganados com ofertas de emprego, são forçados a trabalhar como escravos numa fazenda sob a mira de armas. Dona Pureza vira cozinheira dessa gente e, enquanto recolhe provas dos crimes, descobre que o filho foi vítima do mesmo esquema, preso em outra fazenda do grupo de criminosos. O que acontece a seguir é spoiler do desfecho, mas foi fundamental para o enfrentamento contra o trabalho análogo à escravidão no território brasileiro. Em 1997, a Dona Pureza verdadeira recebeu em Londres o prêmio anti-escravidão da mais antiga organização de combate a esse tipo de exploração no mundo. “Pureza” é o segundo longa de ficção de Renato Barbieri, especializada em documentários sobre o Brasil profundo, que em 2019 fez um registro documental da escravidão atual na Amazônia, no filme “Servidão”. Mas se o tema de “Pureza” arrancou elogios unânimes, a realização dividiu a crítica. Foi chamado de “filme de Oscar” e também de narrativa convencional.   | A FELICIDADE DAS COISAS | VOD*   A coisa que a protagonista (Patrícia Saravy, de “Tentei”) do drama nacional imagina que possa lhe trazer felicidade é uma piscina, que ela sonha em construir para os filhos na modesta casa de praia em que mora com a mãe. Ela está grávida do terceiro filho e os problemas financeiros tornam cada vez mais difícil ser feliz, mas ela insiste, lutando por seu objeto de desejo, contra tudo e todos, como um símbolo de resistência por suas crianças. A diretora Thais Fujinaga (“A Cidade onde Envelheço”) se inspirou em sua infância para conceber seu segundo longa, que foi filmado na região em que passava os verões na adolescência. Os críticos de carteirinha gostaram. “A Felicidade das Coisas” venceu o prêmio de Melhor Estreia Brasileira, entregue pela Abraccine na Mostra de São Paulo do ano passado.   | OS PRIMEIROS SOLDADOS | VOD*   Premiado no Festival de Tiradentes, o drama de Rodrigo de Oliveira (“Todos os Paulos do Mundo”) chega simultaneamente no cinema e nas plataformas digitais. A trama se passa em 1983 durante o começo da epidemia da Aids e acompanha um jovem biólogo, uma transexual e um videomaker, que tentam sobreviver à doença em meio ao desespero da falta de informação e do futuro incerto. Os papéis principais são vividos por Johnny Massaro (“Verdades Secretas”), Renata Carvalho (“Pico da Neblina”) e Victor Camilo (“A Mata Negra”). E tem algumas curiosidades: Carvalho passou uma década como agente de prevenção de DSTs, trabalhando com travestis e transexuais na prostituição. e Massaro se assumiu gay durante as filmagens.   | THIS MUCH I KNOW TO BE TRUE | MUBI   Belo complemento para o filme “One More Time With Feeling” (2016), o novo documentário de Andrew Dominik (“O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford”) registra o relacionamento criativo de Nick Cave e Warren Ellis enquanto criam músicas de dois de seus últimos álbuns de estúdio, “Ghosteen” e “Carnage”, com participação especial de Marianne Faithfull.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Música

    Coldplay lança clipe com banda de fantoches

    7 de julho de 2022 /

    A nova música do Coldplay é tocado por uma banda de fantoches alienígenas, revela o clipe de “Biutyful”. O vídeo dirigido por Mat Whitecross (parceiro do Coldplay desde 2008) mostra vários artistas muppets tentando – e falhando – fazer sucesso como músicos em um mundo em que os humanos os veem como piadas. Mas quando eles se encontram num bar de “esquisitos”, imediatamente se conectam e formam uma banda. Não qualquer banda, mas The Weirdos, a banda mais popular do planeta – segundo o vídeo. “Biutyful” faz parte do disco mais recente do Coldplay, “Music of the Spheres”, de 2021. Mas, no clipe, a banda aparece apenas brevemente, na plateia do show dos Weirdos. Além disso, a verdadeira estrela da gravação é a fantoche (muito) desafinada Angel Moon, que deixa Chris Martin relegado à segunda voz em pequenos trechos de dueto. A ideia do clipe foi do próprio Martin e de sua namorada, a atriz Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). E além de estrelar o vídeo, Angel Moon também está participando da atual turnê da banda, onde canta a faixa ao vivo. Os fantoches foram criados pela célebre empresa Creature Shop, de Jim Henson (o falecido pai dos Muppets clássicos).

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  • Filme,  Música

    Documentário vai apresentar música inédita de Cazuza

    3 de julho de 2022 /

    O documentário “Cazuza: Boas Novas”, atualmente em desenvolvimento, vai apresentar uma canção inédita de Cazuza, que ele nunca gravou. A música se chama “Dúvidas” e faz parte do acervo de registros raros reunidos para a produção, que vai revisitar os últimos dois anos do cantor, desde o diagnóstico da Aids até a morte. O longa vai se concentrar no lado humano e na urgência de criação que acometeu o artista ao saber da doença. Produtor musical de Cazuza, o diretor Nilo Romero reuniu várias imagens pouco vistas — do cantor cuspindo na bandeira nacional durante um show no Rio de Janeiro à performance no casamento do músico George Israel — entremeadas com depoimentos de quem conviveu com ele em sua fase terminal. Entre os entrevistados, estão Gilberto Gil, Leo Jaime, Frejat, Flavio Colker, Arthur Dapieve e Ney Matogrosso, além de Lucinha Araújo, mãe do cantor. A filmagem é realizada pela produtora 5e60 e será exibida no Canal Curta no início de 2023.

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  • Música,  Série

    Stranger Things: Veja vídeos de 15 músicas da Parte 2

    2 de julho de 2022 /

    Depois do estouro de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, a trilha sonora da Parte 2 de “Stranger Things 4” era tão esperada quanto os episódios finais. A seleção de faixas, desta vez, pendeu para as músicas com sintetizadores – mas, ironicamente, sem nenhum exemplar do synthpop dos anos 1980. E embora o “tema de Max” tenha voltado a tocar – assim como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald (o tema de Vecna) – , a música que mais marcou a trama foi o metal pesado de “Master of Puppets”, acompanhada na guitarra por Eddie Munson (o personagem de Joseph Quinn). O clássico do Metallica também foi a única gravação de 1986 presente em toda a trilha dos capítulos 8 e 9 da atração. A trama se passa nesse ano, mas a maioria das músicas selecionadas saiu em anos anteriores – e algumas até posteriores a este período. Como curiosidade, a última canção que toca, já nos créditos finais, acaba chamando atenção entre as gravações de pop antigo por pertencer a um estilo alternativo até então ignorado pela série, apesar de ter tudo a ver com a guinada de terror da fase atual: “Spellbound”, do disco mais gótico de Siouxsie and the Banshees. Veja abaixo, pela ordem cronológica de seus lançamentos originais, as 15 músicas mais importantes dos dois episódios finais da 4ª temporada – disponibilizada na sexta (1/7) na Netflix.   | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME     | JAMES TAYLOR | 1970 | FIRE AND RAIN     | CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL | 1970 | UP AROUND THE BEND     | RICK DERRINGER | 1973 | ROCK ‘N’ ROLL HOOCHIE KOO     | SIOUXSIE AND THE BANSHEES | 1981 | SPELLBOUND     | OLIVIA NEWTON-JOHN | 1983 | TWIST OF FATE     | JOURNEY | 1983 | WORLD’S APART     | PAT BENATAR | 1983 | LOVE IS A BATTLEFIELD     | THE POLICE | 1983 | EVERY BREATH YOU TAKE     | TANGERINE DREAM | 1984 | RARE BIRD     | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL     | METALLICA | 1986 | MASTER OF PUPPETS     | MOBY | 1995 | WHEN IT’S COLD I’D LIKE TO DIE     | VANGELIS | 1996 | FIELDS OF CORAL     | PETER SANDBERG | 2019 | DEEP  

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  • Música,  Série

    Kate Bush elogia final de “Stranger Things 4”: “Espetacular”

    1 de julho de 2022 /

    Não foram só os reles mortais que correram para ver os episódios finais da 4ª temporada de “Stranger Things”. A cantora Kate Bush acordou cedo nesta sexta-feira (1/7) para assistir e comentar a Parte 2 da série. “Eu acabei de assistir os últimos capítulos de ‘Stranger Things’ e eles são incríveis. Sem spoilers aqui, eu prometo”, ela escreveu em seu site pessoal. “Antes, eu só tinha visto as cenas que envolviam o uso da minha música, então não sabia como a história se desenvolveria”, continuou. A música referida é, claro, “Running Up That Hill (A Deal With God)”, que foi catapultada ao topo das paradas de sucesso, 37 anos após seu lançamento original, graças a seu uso na série, como a canção capaz de salvar a personagem Max (vivida por Sadie Sink) da possessão do monstro Vecna. Por sinal, ela comemorou o sucesso contínuo da canção nas últimas semanas. “Eu simplesmente não posso acreditar – Nº 1 para a terceira semana… Na verdade, tudo está começando a parecer um pouco surreal”, comentou. “Já tinha ficado muito feliz quando os irmãos Duffer resolveram usar ‘Running Up That Hil’ como o tótem de Max, mas agora, tendo visto a temporada toda, me sinto profundamente honrada que a minha canção tenha se tornado parte da jornada de montanha-russa dos personagens”, ela acrescentou. Por fim, Kate disse que “mal consigo imaginar a quantidade de trabalho envolvida em fazer algo dessa escala. Estou impressionada. Eles fizeram algo realmente espetacular”.

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    Anitta lança clipe do game “Free Fire”

    30 de junho de 2022 /

    Não é de hoje que Anitta vem flertando com o universo dos games – veja-se sua participação em “Modo Turbo”. Mas agora ela virou personagem de “Free Fire” e ainda gravou um clipe no clima do jogo. O vídeo de “Tropa” foi liberado no canal do game no YouTube e conta com participação de Luck Muzik, influenciadores, gamers e muitos efeitos visuais. Na produção, Anitta é escolhida e customizada por três jogadoras para liderar sua equipe/tropa em luta contra adversários do jogo. A produção teve participação direta de Anitta, que acompanhou todo o processo criativo ao lado do diretor Christian Breslauer (de “Boys Don’t Cry”), especialmente os detalhes das suas skins poderosas. Afinal, o vídeo é a introdução de dois visuais da cantora no jogo. “Eu escolhi cada detalhe da minha bonequinha. Eu e a minha estilista, a gente desenhou cada parte da roupa, cada pedacinho, cabelo, olho, tatuagem, tudo. Fizemos os desenhos, mandamos para eles e, depois, fomos para a parte da aprovação, fazendo as alterações necessárias. Foi um trabalhão”, afirmou a artista. Em menos de 24 horas, o clipe atingiu quase 2,4 milhões de visualizações. E, a partir de sábado, os jogadores também poderão ouvir a música dentro do lobby do “Free Fire”. Nesta data, a personagem de Anitta, “A Patroa”, também estará disponível para toda a comunidade “Free Fire”.

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  • Série

    “Rebelde” ganha clipe distópico e data de estreia da 2ª temporada

    29 de junho de 2022 /

    A Netflix divulgou um vídeo inédito de “Rebelde”, que traz o elenco numa encenação que mais parece “3%”. As imagens de futurismo distópico, na verdade, embalam um clipe musical. O promo é um vídeo da música “Siempre Rebeldes”, que traz o elenco cantando e dançando contra a opressão num mundo cinzento, ao estilo da sci-fi “1984”, de George Orwell, e de um famoso comercial clássico da Apple. O vídeo também revela que a 2ª temporada da série que teve sua estreia marcada para o dia 27 de julho. A série atualiza o universo da novela mexicana homônima de 2004 com uma trama típica de mistério teen, à moda de “Pretty Little Liars”, e competições musicais que viraram moda depois de “Glee”. A 1ª temporada mostrou os estudantes da Elite Way como “pop stars de dia e justiceiros na noite”, enquanto disputam um concurso musical do colégio e tentam descobrir quem está por trás de trotes violentos e atentados na escola. O elenco destaca a brasileira Giovanna Grigio (“As Five”), o argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e diversos astros jovens mexicanos, como o cantor Sergio Mayer Mori, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”) e as estreantes Andrea Chaparro e Lizeth Selene – que, além de atuar, também cantam músicas originais e releituras de “clássicos” do grupo RBD.

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  • Música

    MD Chefe vence troféu do BET Awards. Confira os premiados

    27 de junho de 2022 /

    O rapper carioca MD Chefe foi um dos vencedores da premiação do BET Awards 2022, premiação americana que homenageia os astros negros da música, cinema e esportes. Ele venceu na categoria de Melhor Artista Novo Internacional, superando nomes como Ayra Starr, Cleo Sol e Young Stunna. MD Chefe é o nome artístico de Leonardo dos Santos Barreto, de 22 anos. Fenômeno do trap carioca, ele viralizou no TikTok com o hit “Rei Lacoste”, parceria com DomLaike e Tiffany, que também ultrapassou 81 milhões de visualizações no YouTube. A cerimônia realizada na noite de domingo (26/06) nos EUA ainda destacou Ludmilla, indicada a Melhor Artista Internacional – mas este prêmio ficou com a nigeriana Tems. A participação de ambos representa um importante reconhecimento ao rap e ao funk brasileiros. “Olha só onde o funk me trouxe”, escreveu Ludmilla em suas redes sociais. “Ser indicada já foi uma grande vitória. Nunca, nem nos melhores sonhos, imaginei pisar no BET, muito menos como indicada”, considerou, aplaudindo em seguida a vitória de MD Chefe. Os cantores The Weekend, Jazmine Sullivan, Kendrick Lamar, Megan Thee Stallion e o grupo Silk Sonic ficaram com os principais prêmios das categorias musicais. Já prêmios de atuação foram para Zendaya (vitória dupla por “Euphoria” e “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”) e Will Smith (por “King Richard: Formando Campeãs”), apesar de toda a confusão no Oscar. “King Richard: Formando Campeãs” também foi eleito melhor filme do ano. Além da entrega de prêmios, a cerimônia foi marcada por manifestações políticas contra a decisão da Suprema Corte dos EUA que permitiu a estados conservadores tornarem o aborto ilegal. “As armas têm mais direitos do que uma mulher”, disse a atriz Taraji P. Henson, responsável pela apresentação do evento. Ela foi seguida pela cantora e atriz Janelle Monáe, que ergueu seu dedo médio para dizer: “Fda-se, Suprema Corte”. Para completar, ao vencer como Melhor Artista Feminina de R&B, Jazmine Sullivan conclamou as mulheres a lutarem por seus direitos. Confira abaixo a lista completa dos vencedores em todas as categorias. MELHOR ARTISTA FEMININA R&B/POP Jazmine Sullivan MELHOR ARTISTA MASCULINO R&B/Pop The Weeknd MELHOR GRUPO Bruno Mars, Anderson .Paak e Silk Sonic MELHOR COLABORAÇÃO Essence – Wizkid feat. Justin Bieber & Tems MELHOR ARTISTA FEMININA HIP HOP Megan Thee Stallion MELHOR ARTISTA MASCULINO HIP HOP Kendrick Lamar VÍDEO DO ANO Family Ties, Baby Keem & Kendrick Lamar DIRETOR DE VÍDEO DO ANO Anderson .Paak a.k.a. Director .Paak MELHOR NOVO ARTISTA Latto ÁLBUM DO ANO An Eevening With Silk Sonic – Bruno Mars, Anderson.Paak, Silk Sonic PRÊMIO DR. BOBBY JONES MELHOR GOSPEL We Win, Lil Baby X, Kirk Franklin BET HER Good Morning Gorgeous – Mary J. Blige MELHOR ARTISTA INTERNACIONAL Tems (Nigéria) MELHOR ARTISTA NOVO INTERNACIONAL MD Chefe (Brasil) MELHOR FILME “King Richard: Formando Campeãs” MELHOR ATOR Will Smith por “King Richard: Formando Campeãs” MELHOR ATRIZ Zendaya, por “Euphoria” e “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” PRÊMIO JOVENS ESTRELAS Marsai Martin MULHER ESPORTISTA DO ANO Naomi Osaka HOMEM ESPORTISTA DO ANO Stephen Curry

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    10 clipes novos de bandas influenciadas pelo barulho shoegazer

    26 de junho de 2022 /

    Cada vez mais artistas da cena indie internacional têm assumido que ouviram muito os discos de seus pais, reciclando o rock alternativo que explodiu nos anos 1990. Embora seja mais lembrada pelo grunge, a década também foi a época em que o barulho shoegazer experimentou raro sucesso comercial e a seleção de clipes abaixo destaca diferentes abordagens dessa influência, com direito até a cover de The Jesus and Mary Chain, a banda que deu início ao gênero baseado em microfonias. Os vídeos são disponibilizados abaixo de duas formas: tradicional, com breves informações sobre os artistas junto de cada clipe, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).     | DEATH BELLS | AUSTRÁLIA/EUA   A banda dos australianos Will Canning e Remy Veselis, atualmente sediados na Califórnia, prepara o lançamento de seu terceiro álbum (“Between Here & Everywhere”), esperado para 29 de julho. O single mais recente é um encontro das melodias tristes do pós-punk com as microfonias do rock alternativo da geração do Sonic Youth.   | THE CITY GATES | CANADÁ   O quarteto de Montreal é claramente influenciado por Jesus e Mary Chain, com sua bateria pulsante, linha de baixo encharcada de fuzz e camadas de guitarras microfonadas. O clipe de “Claiming Race”, que evoca a estética da classe de 1986, foi produzido e editado pelo baterista Jahanzaib Mirza.   | A PLACE TO BURY STRANGERS | EUA   A veterana banda americana formada há 20 anos surge totalmente reformulada em seu disco mais recente (“See Through You”), mantendo apenas o cantor e guitarrista Oliver Ackermann da formação original – e soando cada vez mais como Jim Reid (The Jeus and Mary Chain).   | PIT PONY | INGLATERRA   Extraída do álbum de estreia “World To Me”, que chega em 1 de julho, “Supermarket” explora o relacionamento entre grunge e shoegazer numa jornada frenética, como a maioria dos relacionamentos tumultuados.   | OBJECT OF AFFECTION | EUA   Formado há dois anos em Los Angeles, Object of Affection é um supergrupo indie, que reúne integrantes das bandas Death Bells e Fury num projeto shoegazer que mais parece uma colaboração entre The Jesus and Mary Chain e My Bloody Valentine.   | BEEN STELLAR | EUA   O quinteto nova-iorquino, que é batizado com um trocadilho com o nome do ator Ben Stiller, acrescenta Television e pós-punk melódico à microfonia estridente shoegazer. Um detalhe interessante é que nenhum dos integrantes da banda, formada em Brooklyn, nasceu em Nova York e o guitarrista Nando Dale, inclusive, é brasileiro.   | FLU FLU | ESPANHA   O grupo shoegazer estridente de Sevilha destaca a vocalista Fran Lora, que se alterna em canções em inglês e espanhol. Mas os singles são geralmente as gravações no idioma da Rainha Elizabeth, porque Flu Flu lança discos por um selo inglês (Shore Dive Records).   | SUAVE PUNK | EUA   Justin Kim, o Suave Punk, começou a gravar no ano passado e ainda não lançou seu primeiro álbum. O novo single, “Petals”, é característico do estilo do artista: um balada triste com microfonia, que soa como Neil Young tocado pelos Pastels.   | NEW CANDYS | ITÁLIA   A banda de Veneza só canta em inglês e com “Volunteer” faz um mergulho inusitado na surf music com influência de Ride. Também é o single mais recente extraído do álbum “Stars Reach the Abyss”, lançado em março.   | CAPITOL | CANADÁ   Com tantas menções a Jesus and Mary Chain, não poderia faltar um cover: “Taste of Cindy”, do célebre álbum “Psychocandy” (1985). A cortesia fica por conta da banda Capitol, que curiosamente sempre demonstrou ter mais a ver com Joy Division.     | PLAYLIST |

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  • Música,  Série

    Série dos Sex Pistols ganha trailer nacional e data de estreia no Brasil

    25 de junho de 2022 /

    A plataforma Star+ divulgou o pôster oficial, o trailer legendado e a data da estreia nacional de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). A série conta a história da banda responsável pela revolução do punk rock, além de fazer uma recriação detalhista da época. Baseada em “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista Steve Jones, mostra como Jones, o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – criaram caos e distorção, instigados pelo empresário agitador Malcolm McLaren, mudando o rock para sempre. A trama também destaca a trupe punk original, que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood. O roteiro é assinado por Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce (responsável por outra obra deste período: o filme “A Festa Nunca Termina”). O elenco traz Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious, Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como McLaren, Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistol” estreou em 31 de maio nos EUA e dividiu a crítica, atingindo apenas 56% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento no Brasil vai acontecer em 31 de agosto.

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  • Filme,  Música

    Christian Bale se inspirou em Aphex Twin para criar vilão de Thor

    25 de junho de 2022 /

    O ator Christian Bale (de “Batman Begins”) revelou que inspirou seu vilão de “Thor: Amor e Trovão” num clipe do artista eletrônica Aphex Twin. Ele assumiu a referência ao ser comparado com o roqueiro Marilyn Manson, contando ao Deadline o que guiou sua criação de Gorr, o Carniceiro dos Deuses. “Eu certamente foi influenciado pelo visual de ‘Nosferatu’ e pelo músico Aphex Twin. Ele tem um clipe incrível chamado ‘Come to Daddy’, com um personagem que Taika e eu gostávamos, e ele foi a minha referência”, explicou o ator, citando a participação do diretor Taika Waititi (de “Jojo Rabbit”) nesse processo. Christian Bale falou ainda do visual desafiador de Gorr, destacando a dificuldade de fazer qualquer coisa em razão das longas unhas postiças. “Aquilo me tornou completamente incapaz de tudo. Eu me peguei pensando em coisas como: ‘Acho que não consigo andar porque tenho unhas compridas’. Isso afetou meu cérebro. Eu estava tipo ‘eu não posso comer, eu tenho unhas compridas’. Eu não podia fazer nada”, concluiu. “Thor: Amor e Trovão” estreia nos cinemas brasileiros no dia 7 de julho, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Confira abaixo o clipe clássico de “Come to Daddy” – que foi filmado em locações do filme “Laranja Mecânica” – , lançado por Aphex Twin em 1998.

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