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    Elton John detona trilha sonora da nova versão de O Rei Leão

    16 de outubro de 2019 /

    O cantor Elton John resolveu detonar a trilha do remake de “O Rei Leão”. Em entrevista para a revista britânica GQ, ele se disse decepcionado com a parte musical do filme, que teria sido estragada na nova versão feita em computação gráfica. Elton John venceu o Oscar de Melhor Canção Original em 1995 pela música “Can You Feel the Love Tonight”, que foi regravada por Beyoncé e Donald Glover no remake digital. “A nova versão de ‘O Rei Leão’ foi uma grande decepção para mim, porque eu acredito que eles estragaram a música (como um todo). A música era uma parte importante no filme original e a música no filme atual não teve o mesmo impacto. A magia e alegria foram perdidas. A trilha sonora não teve nem de perto o mesmo impacto nas paradas que 25 anos atrás, quando foi o álbum mais vendido do ano”, opinou. “A nova trilha sonora caiu fora das paradas rapidamente, apesar do enorme sucesso de bilheterias”, comparou. A trilha do remake de “O Rei Leão” contou com uma faixa composta por Elton John, que, entretanto, não teve o nível de envolvimento que desejava. Em vez dele, a produção optou por dar a Beyoncé o controle sobre as novas composições, como a música “Spirit”, lançada como principal canção da nova versão. “Eu gostaria de ter sido mais convidado para a diversão, mas a visão criativa do filme e sua música foram diferentes dessa vez e eu não fui realmente bem-vindo ou tratado com o mesmo nível de respeito. Isso me deixou extremamente triste. Eu fico feliz que o verdadeiro espírito da música da obra segue vivendo no musical de teatro ‘O Rei Leão'”, finalizou.

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    Cinebiografia de Gretchen ganha primeiro teaser

    15 de outubro de 2019 /

    A atriz Antonia Fontenelle (da novela “Balacobaco”) divulgou em seu Instagram um teaser da cinebiografia da cantora Gretchen, filme que marca sua estreia como diretora. A prévia é dramática e genérica como propaganda para produto de consumo feminino, acompanhada por uma narração piegas em que Fontenelle diz: “Para uns, Maria. Eu chamaria de fênix, mas ela escolheu ser Gretchen”. “Nem tudo é o que parece ser”, acrescenta a diretora na legenda. A própria Gretchen republicou o teaser em seu Instagram: “Vocês pediram. Vocês queriam muito. Ela não se intimidou em aceitar esse convite e está aí. Só um gostinho pra vocês”. O filme vai trazer Mel Lisboa (“O Matador”) como Gretchen e o elenco ainda conta com Henri Castelli (da novela “Tempo de Amar”) como o delegado Silva Neto, ex-marido de Gretchen e pai de Thammy Miranda, Nívea Maria (“Dona Flor e Seus Dois Maridos”) assume como a mãe da cantora e Tonico Pereira (“A Grande Família”) como o pastor que fez sessões de exorcismo na família após a homossexualidade de Thammy ser revelada. Ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Nem tudo é o que parece ser. Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 15 de Out, 2019 às 7:15 PDT

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  • Filme

    Versão live-action de A Dama e o Vagabundo ganha novo trailer comovente

    15 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo trailer da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia mostra que, apesar de estrelada por animais de verdade, os cães protagonistas são capazes de comover como os animais criados por computação gráfica em “O Rei Leão”. Apesar disso, é possível reparar que os bichos sofreram ligeiras alterações digitais em suas aparências – nas bocas falantes e no olhar apaixonado, por exemplo – para aproximar as expressões do desenho clássico de 1955. A busca por realismo incluiu até a escalação de um vira-latas abandonado, resgatado de um canil em que seria sacrificado, para o papel de Vagabundo. Mas o politicamente correto contaminou a filmagem com um anacronismo que impede a recriação correta da época em que a trama se passa. Isto porque a produção manteve o período da animação, passada no ano de 1909, mas mudou a etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos depois, “O Nascimento da Nação” seria elogiado por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. De todo modo, a opção permite uma analogia em relação às diferenças – de raça e de classe – entre o casal canino e seus donos. Assim como no clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. Para mostrar esse ponto de vista, o filme recria uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e a direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e o vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.

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    Patricio Bisso (1957 – 2019)

    15 de outubro de 2019 /

    O artista argentino Patricio Bisso morreu no domingo passado (13/10) em Buenos Aires, após sofrer um ataque cardíaco, aos 62 anos. Natural da capital argentina, Bisso mudou-se para a cidade de São Paulo aos 17 anos, no fim dos anos 1970, e teve a maior parte de sua carreira no Brasil. Ele se projetou inicialmente como ilustrador, publicando seus trabalhos no jornal Folha de S. Paulo, mas logo se tornou um ícone na noite LGBTQIA+ paulistana por suas performances de humor, na maioria das vezes travestido. Uma das personagens que criou nesses shows foi até parar na Globo, a russa Olga del Volga, sexóloga e conselheira sentimental. Além de personagens próprios, ele recriava nos shows o visual de divas da música internacional dos anos 1950 e 1960, como Connie Francis e Gigliola Cinquetti. Acompanhado pela banda Os Boko Mokos e pelo trio vocal As Notas Pretas, seu show “Louca Pelo Saxofone” estreou em 1985 e ficou anos em cartaz. No ano passado, o selo Discobertas relançou pela primeira vez em CD o álbum “Louca pelo Saxofone”, derivado do show, que serve como testamento de sua genialidade. Bisso quase materializou uma carreira musical, participando do movimento de músicos Vanguarda Paulista, mas foi mais consistente como ator de cinema, atividade iniciada em “Maldita Coincidência” (1979), de Sergio Bianchi. Ele participou de clássicos da filmografia nacional, como “Das Tripas Coração” (1982), de Ana Carolina, “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade, “Onda Nova” (1983) e “A Estrela Nua” (1984), ambos da dupla José Antonio Garcia e Ícaro Martins, antes de levar Olga del Volga para a Globo, na novela “Um Sonho a Mais” (1985). A versão Olga de Patricio também foi uma convidada frequente do programa de Hebe Camargo, o que acabou lembrado no longa “Hebe – A Estrela do Brasil”, atualmente em cartaz. Bisso também atuou e foi figurinista do filme “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), de Hector Babenco, e seguiu trabalhando com os figurões do cinema brasileiro, como Bruno Barreto, em “Além da Paixão” (1986), e Cacá Diegues em “Dias Melhores Virão” (1989), até sair do Brasil. Na época, dizia que tinha se cansado, por não conseguir dinheiro para projetos mais ambiciosos, como um longa-metragem focado em Olga Del Volga. Mas a gota d’água pode ter sido sua prisão em flagrante na noite de 3 de dezembro de 1994. Ele acabava de terminar a temporada do show “Bissolândia”, o mais elaborado de sua carreira, em que recriava canções dos personagens da Disney, quando foi preso por sexo com dois outros homens em plena praça Roosevelt, no centro de São Paulo. Passou a noite em cana, pagou fiança e saiu dizendo ter apanhado na delegacia. Em seguida, voltou a morar em sua Buenos Aires natal, no mesmo prédio de sua mãe, praticamente sumindo do mundo pop. Mesmo assim, voltou a trabalhar com o conterrâneo Babenco em 2007, desenhando figurinos do filme “O Passado”, em que o cineasta também voltou (provisoriamente) à Argentina em que nasceu. E chegou a ensaiar uma volta por cima com o musical satírico “Castronauts”, que ele concebeu. Após ser exibido em um festival em Nova York, Bisso planejava em transformá-lo em filme. Mas foi outro projeto frustrado. Nos últimos anos, ele passou a compartilhar seu humor ácido, acompanhado por ilustrações sessentista e referências à iconografia das pin-ups, com os seguidores de seu perfil no Facebook, onde, de forma significativa, sempre escrevia em português. Seu último post foi publicado no sábado (12/10).

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  • Música

    Harry Styles explora sexualidade em novo clipe inusual

    11 de outubro de 2019 /

    Harry Styles lançou o clipe de “Lights Up”, nova composição pop com melodia mais ousada que o costume para sua geração. A música tem forte vibe do pop de 1988-90, de George Michael a Style Council, mas também influências setentistas, de Genesis e Steely Dan! Coisa séria, que contrasta com uma produção visual que não parece levar a ideia de gravar um clipe muito a sério. As línguas de fora, olhares perdidos, poses esquisitas e cumplicidade com o operador de câmera têm clima de vídeo de bastidores. Em outras palavras, o clipe parece um making of de um produto não apresentado. Inusual como a música. Parte do vídeo traz a encenação de uma festa, em que o cantor aparece sem camisa, contracenando com figurantes que sensualizam mais que ele. A sequência se alterna em três situações, com Styles cercado de mulheres, cercado de homens e com todos se esfregando juntos ao mesmo tempo. As imagens fazem clara referência à bissexualidade. Ou a uma crise de identidade sexual. O refrão escancara a pergunta: “Você sabe quem você é?”, repetida várias vezes. Neste sentido, a escolha da data de lançamento pode não ter sido casual. 11 de outubro é o National Coming Out Day (Dia Nacional de Sair do Armário, em tradução livre), data LGBTQIA+ dos EUA, comemorada para ressaltar a importância das pessoas assumirem suas verdadeiras identidades sexuais. Outra sequência do vídeo traz o cantor na estrada, andando na garupa de uma motocicleta, de camisa aberta, braços estendidos e sem capacete. No final do vídeo, ele é parado pela polícia mexicana pela contravenção. “Lights Up” é a primeira música nova de Harry Styles desde o lançamento de seu primeiro disco solo em 2017. Ainda não há previsão para o lançamento de seu segundo álbum.

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  • Filme,  Música

    Anitta faz parte da trilha sonora do novo filme das Panteras

    11 de outubro de 2019 /

    A cantora brasileira Anitta está na trilha sonora do filme “As Panteras” com uma faixa inédita, intitulada “Pantera”. A notícia foi compartilhada por Anitta, seu empresário (Brandon Silverstein) e pela cantora pop Ariana Grande, que fez um longo post para falar sobre sua empolgação com o projeto, no qual tem cinco faixas. “Animada e honrada de estar com tantas fenomenais envolvidas neste projeto. Essas músicas são as mais certas para esse filme. Foi uma experiência única para mim e estou animada de ouvir os gritos de todas as minhas amigas”, postou Ariana Grande, com uma imagem do repertório do filme. Entre as cinco músicas de Ariana Grande, a principal é a parceria com Miley Cyrus e Lana Del Rey, “Don’t Call Me Angel”, primeiro single e clipe extraídos da trilha sonora. Mas este não é o único trio musical integrado por Ariana no disco. Ela também gravou “Bad to You”, em que canta com Normani e Nicki Minaj. E ainda faz um dueto com a diva Chaka Khan numa música chamada “Nobody”. Já o trio do cinema, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”) chega nas telas em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento do filme nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram the charlie’s angels soundtrack is available for preorder now ! ??? excited and honored to have so many phenomenal, bad ass mf women involved in this incredibly special project. we’re all so excited for you to hear this poppy, mildly trappy at times, action filled, dream of a soundtrack. these songs are so right for this film! this has been such a unique and exciting experience for me and i’m so excited to see it and scream whenever i hear all my friends’ voices. the time is almost here @awsuki @ilya_music ! thank u for having me along on this ride ! Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 10 de Out, 2019 às 9:01 PDT I’m so excited to share that I have a song on the @charliesangels Official Motion Picture Soundtrack! Pre-order now https://t.co/TPcrKZ0VNk pic.twitter.com/cTIQOSkmUv — Anitta (@Anitta) October 11, 2019

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    Show de Roberto Carlos em Jerusalém vai virar filme 3D com produção da equipe de Avatar

    7 de outubro de 2019 /

    O show que Roberto Carlos realizou em Jerusalém, em 2011, vai ganhar uma versão diferenciada para o cinema. O espetáculo, em que Roberto canta em português, espanhol, inglês, italiano e hebraico, já rendeu um especial da Globo, disco ao vivo e foi lançado em DVD e Bluray com direção de Jayme Monjardim (“O Vendedor de Sonhos”). A diferença é que, para o cinema, também foram captadas imagens da visita do cantor a Jerusalém, que serão intercaladas às canções, em clima de documentário e produção em 3D da mesma empresa responsável pelo filme “Avatar”. A estreia está marcada para o dia 2 de dezembro.

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    Criador do canal Kondzilla entre em lista dos 100 afro-descendentes mais influentes do mundo

    2 de outubro de 2019 /

    O diretor e produtor de vídeos Konrad Dantas, conhecido por seu trabalho em seu canal no YouTube, Kondzilla, foi listado como uma das 100 pessoas afrodescendentes mais influentes do mundo em 2019, num relatório da MIPAD, ONG cuja sigla significa justamente Pessoas Afrodescendentes Mais Influentes (Most Influential People of African Descent, em inglês), que conta com apoio da ONU. O nome do produtor brasileiro aparece ao lado de outros nomes consagrados como o cantor John Legend e a tenista Naomi Osaka. Para ser selecionada, a pessoa precisa ter menos de 40 anos. A lista é dividida em quatro quesitos: Política e Governância, Negócios e Empreendedorismo, Mídia e Cultura e Ações Humanitárias e Religiosas. “É uma honra estar entre os 100 Afrodescentes Mais Influentes no Mundo, propagando a nossa cultura de favela. Essa lista reconhece as contribuições positivas realizadas por afrodescendentes mundo afora, com o apoio da ONU. Ser homenageado por eles é mais do que um sonho: é olhar para dentro e entender que tudo vale a pena, quando se acredita e se trabalha duro”, celebrou Dantas, que usa o apelido de Kondzilla para seus trabalhos artísticos. Repleto de clipes de rap e funk, o canal Kondzilla é o terceiro maior do Youtube no mundo, com mais de 52 milhões de inscritos e 25 bilhões de visualizações em seus vídeos. Neste ano, Konrad/Kondzilla também lançou sua primeira série de ficção na Netflix, “Sintonia”. Atualmente, ele emprega 360 pessoas.

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    Frozen 2: Vídeo revela nova canção de Elsa na continuação

    30 de setembro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo vídeo de “Frozen 2”, continuação da animação blockbuster do estúdio, que destaca a primeira canção da trilha sonora. Trata-se de “Into the Unknown”. Assim como “Let It Go”, o grande hit do primeiro filme, a faixa é cantada por Idina Menzel no papel de Elsa. Os autores também são os mesmos de “Let It Go”, que venceu o Oscar de Melhor Canção em 2014. Mas o resultado é bem, digamos, diferente da música anterior. A prévia destaca um trecho da canção, caprichando nos gritos à beira da histeria. E quando a voz parece ter chegado no limite da altura, o mesmo verso retorna com uma vingança, em tom ainda mais alto. Em suma, não é exatamente material de karaokê. Mas a banda de “rock” Panic! At the Disco vai gravar uma versão mais popular da canção para a trilha sonora oficial. A continuação da segunda animação de maior bilheteria de todos os tempos (depois do remake de “O Rei Leão”) volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). Para completar, há uma notícia ruim para quem quer ver logo o filme. O Brasil será o último país do mundo a exibir a animação. A estreia nacional foi adiada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Jennifer Garner vai gravar dueto com Andrea Bocelli

    30 de setembro de 2019 /

    A atriz Jennifer Garner decidiu ampliar o alcance de seus talentos. Recentemente, ela abriu uma rede de comida orgânica para crianças e mostrou suas habilidade como saxofonista nas redes sociais. Não contente, agora decidiu cantar com um dos maiores cantores eruditos do mundo. Ela vai gravar um dueto com ninguém menos que o tenor italiano Andrea Bocelli. A parceria fará parte do disco “Si Forever: The Diamond Edition”, uma nova edição de um disco de Bocelli lançado em 2018. Os dois são amigos há tempos e decidiram eternizar a amizade numa versão da música “Dormi Dormi Lullaby”. Garner, na verdade, é uma cantora diletante já há algum tempo. Ela chegou a gravar uma música para o disco “Unexpected Dreams – Songs From The Sky”, uma compilação de 2006 com várias celebridades, cantou num episódio da série “Alias” e mais recentemente se destacou entoando “Doin’ It (All For My Baby)”, no filme “O Maior Amor do Mundo”, lançado em 2016. Ela será vista em breve na série de comédia “My Glory Was I Had Such Friends”, na plataforma Apple TV+, e na comédia infantil “Yes Day”, de Miguel Arteta, com quem já tinha trabalhado em “Alexandre e o Dia Terrivel, Horrível, Espantoso e Horroroso” (2014).

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    Snoop Dogg canta cover de Nick Cave para a série Peaky Blinders

    27 de setembro de 2019 /

    Por cinco temporadas, a música “Red Right Hand”, de Nick Cave, serviu como música-tema da série britânica “Peaky Blinders”. A canção já ganhou versões de PJ Harvey, Laura Marling, Iggy Pop, Arctic Monkeys, Jarvis Cocker e agora é a vez do rapper Snoop Dogg. A rede BBC divulgou um clipe da gravação, em que o rapper adota uma boina e se apresenta como “Snoop Shelby”, em homenagem ao protagonista da série, o “gangsta” Tommy Shelby, vivido por Cillian Murphy. Acompanhando a música – ficou ótima! -, o vídeo também mostra várias cenas da série, com muitas explosões e tiros. O vídeo tem o objetivo de lembrar que todas as temporadas de “Peaky Blinders” estão disponíveis no serviço de streaming da BBC. Mas, fora do Reino Unido, o público só terá acesso aos episódios da 5ª temporada a partir de sexta que vem (4/10), via Netflix. A série bateu recorde de audiência em seu último episódio e a BBC já encomendou sua 6ª temporada. Além de conferir o novo cover, relembre a gravação original nos vídeos abaixo.

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    Parceria de Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey ganha “clipe de bastidores”

    20 de setembro de 2019 /

    Ariana Grande divulgou em seu canal do YouTube um vídeo de bastidores das gravações de “Don’t Call Me Angel”, sua parceria com Miley Cyrus e Lana Del Rey para a trilha do filme “As Panteras”. O vídeo é praticamente um novo clipe, ao som da música integral e sem qualquer comentário. Os bastidores incluem Miley Cyrus ensaiando suas poses de “bad girl”, Lana Del Rey treinando “arremesso” de facas e Ariana ensaiando sua coreografia. No final, muitos abraços e congratulações, inclusive com a diretora Hannah Lux Davis, parceira habitual dos vídeos de Ariana. Lançado há uma semana, o clipe original já passou das 62 milhões de visualizações no YouTube. Por sinal, o vídeo oficial também foi lançado apenas no canal da cantora de “Thank U, Next” e ganhou links nas páginas das outras duas. Também é significativo que Ariana seja a primeira a cantar e ainda domine o refrão. Se isso não deixar claro quem é a estrela da produção, o “clipe de bastidores” privilegia ainda mais a sua participação. No cinema, porém, o trio protagonista é outro, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”). O filme que acompanha o hit só vai estrear em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Emicida canta a liberdade em clipe gravado na maior ocupação cultural da América Latina

    19 de setembro de 2019 /

    O rapper Emicida lançou um novo clipe, “Libre”, em que repete a parceria com a dupla franco-cubana Ibeyi (filhas do genial percussionista Anga Díaz, do Buena Vista Social Club), um ano após “Hacia El Amor”. O diretor é diferente, Fred Ouro Preto, mas a cenografia é parecida: paredes grafitadas. O novo clipe foi rodado na Ouvidor 63, a maior ocupação cultural da América Latina, localizada perto do Vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo. Emicida, as gêmeas Ibeyi e dançarinos aparecem em vários cômodos, áreas comuns e até no teto do prédio, decorado com grafites e pichações. A música mistura português, espanhol, portunhol e inglês, e brinca com o som das palavras, especial “nós”, pronunciada “nóiz” e que soa como “noise” (barulho), em referência ao lema do rapper “a rua é noiz”, além de encontrar elementos comuns entre Brasil e África, por meio de uma rima entre Mandela e favela. Colorido e bastante alegre, o vídeo emana uma mensagem positiva, que exalta a liberdade como celebração de vida – o que vira protesto em dias de repressão e também pelo contexto do cenário. Ao final, o vídeo encaixa um palavrão e ainda registra um pedido de liberdade para o DJ Rennan da Penha, que cumpre pena desde abril por associação ao tráfico de drogas – o que confere ainda outro sentido para o título de “Libre”. Mesmo preso, Rennan é um dos concorrentes à categoria Canção do Ano do prêmio Multishow. “Libre” é o terceiro clipe extraído de “AmarElo”, próximo disco de Emicida, e foi antecedido por “Eminência Parda” e a faixa-título “AmarElo”. Clique nos títulos para ver os clipes anteriores.

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