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  • Filme

    Festival Mix Brasil celebra diversidade sexual em tempos sombrios no país

    13 de novembro de 2019 /

    O mais importante festival brasileiro dedicado à diversidade de gênero, o Mix Brasil, começa nesta quarta (13/11), em São Paulo, em meio a ataques de políticos e conservadores contra produções LGBTQIA+ no país. Destoando de outros governos, a capital paulista tem se mantido como uma ilha da tolerância, e o Mix Brasil irá até inaugurar um novo espaço na cidade: o Centro Cultural da Diversidade, com programação focada principalmente em temas LGBTQIA+. O idealizador do festival Mix Brasil, André Fischer, é também diretor do local, administrado pela Prefeitura de São Paulo e localizado no antigo teatro Décio de Almeida Prado, no Itaim Bibi, zona nobre de São Paulo. “Uma parte daquele quarteirão foi demolida para a construção de um prédio, o que chamou a atenção da atriz Eva Wilma. Ela ajudou no tombamento do imóvel a tempo e virou a madrinha do novo espaço cultural”, contou Fischer, em entrevista ao jornal O Globo. Com o tema “Persistir”, o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade também ocupa outros espaços de São Paulo com mais de 200 sessões de cinema e atrações como teatro, realidade virtual, música, literatura, conferências e games. Entre os destaques da programação, há vários filmes inéditos no Brasil, como “O Príncipe”, de Sebastián Muñoz, vencedor do Leão Queer no Festival de Veneza, “Retrato de uma Jovem em Chamas”, de Céline Sciamma, premiado como Melhor Roteiro em Cannes, “Matthias e Maxime”, longa de Xavier Dolan estrelado pelo próprio diretor canadense, e “E Então Nós Dançamos” (And Then We Danced), de Levan Akin, candidato da Suécia ao Oscar, que teve sua première atacada por manifestantes de extrema direita na semana passada. O Mix Brasil também homenageará a cantora e compositora Marina Lima com o prêmio Ícone Mix. Ela é o tema do filme “Uma Garota Chamada Marina”, de Candé Salles. A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento (clique aqui).

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  • Música

    Bring Me the Horizon lança clipe com cenas de Death Stranding

    13 de novembro de 2019 /

    A banda britânica de rock Bring Me the Horizon lançou o clipe de “Ludens”, que inclui cenas do game “Death Stranding”. A música faz parte de um disco “inspirado” pelo jogo, intitulado “Timefall”, lançado na sexta (8/11) pela Sony e RCA Records. O disco também contém músicas de Major Lazer, Chvrches, Missio, The SLP, Flora Cash e The Neighborhood.

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  • Música,  Série

    David Grohl canta com Garibaldo em vídeo da estreia do 50º ano de Vila Sésamo

    13 de novembro de 2019 /

    A produção da longeva série “Vila Sésamo” (Sesame Street) divulgou um vídeo com participação do músico David Grohl, da banda Foo Fighters. Ele canta com Garibaldo (Big Bird) e Elmo na estreia do 50º ano da produção, que vai acontecer no sábado (16/11) nos Estados Unidos. “É ótimo estar aqui com os meus amigos”, disse Grohl, puxando o assunto das amizades que se pode fazer durante uma viagem ou passeio, quando se conhece novas pessoas, ao som de uma música chamada “Here We Go Song”. Atualmente exibida na HBO nos Estados Unidos, a série vai virar atração da plataforma HBO Max no ano que vem. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma, com uma renovação da produção cinquentenária por mais cinco temporadas.

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  • Música,  Série

    Selena: Atriz de The Walking Dead vira cantora no primeiro vídeo da minissérie

    12 de novembro de 2019 /

    A Netflix divulgou uma foto e o primeiro vídeo que mostram a atriz Christian Serratos (Rosita em “The Walking Dead”) como a cantora Selena Quintanilla. A prévia revela cenas de bastidores da minissérie sobre a estrela da música Tejana. Intitulada “Selena: The Series”, a atração da Netflix tem roteiro e produção de Moisés Zamora (“American Crime Story”), com apoio da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a trama será “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, “Bidi Bidi Bom Bom”, venceu um Grammy e passou a ser chamada de “Madonna tejana”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, assassinada a tiros aos 23 anos de idade por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. Foi tão inesperada e violenta que alimentou um verdadeiro culto em torno da artista. A carreira curta da cantora já ganhou um filme, batizado apenas de “Selena” e lançado em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além disso, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre ela, “El Secreto de Selena”, lançada em setembro do ano passado. O vídeo revela que atração de streaming será dividida em duas partes, com a primeira prevista para algum momento de 2020.

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  • Música

    Marina Ruy Barbosa estrela novo clipe de Anavitória e Rubel

    11 de novembro de 2019 /

    A dupla Anavitória se juntou a Rubel numa nova versão de “Partilhar”, música lançada há tempos pelo cantor e que, agora, retorna com vozes femininas e clipe protagonizado pela atriz Marina Ruy Barbosa (“Todas as Canções de Amor”). A estrela de filmes e novelas brasileiras contracena com o próprio Rubel no vídeo. Os dois vivem um ex-casal que tem um encontro fortuito diante de uma faixa de pedestres, quando acabam puxando conversa, com direito a legendas, enquanto aguardam o sinal e o final da música de 6 minutos (!). No Instagram, a atriz contou que o convite partiu do próprio Rubel, de quem é fã há algum tempo. “Essa música em específico tem um significado muito especial e profundo para mim”, escreveu. “Quando o Rubel (obrigada por ser esse artista todo) me convidou para ajudar a contar um pouquinho dessa história-poesia em forma de música, dessa vez com as incríveis Anavitória, que eu também sou fã faz tempo, eu não pensei duas vezes”, ela escreveu. Vale lembrar que a versão original de “Partilhar” fez parte da trilha sonora da novela/série “Malhação: Vidas Brasileiras”. O clipe, que também foi dirigido por Rubel – ele estudou cinema nos EUA – , e o post de Marina Ruy Barbosa podem ser vistos logo abaixo. Ver essa foto no Instagram Quem me acompanha sabe que eu sempre compartilho músicas e sou apaixonada por MPB. Essa música em específico tem um significado muito especial e profundo pra mim. Quando o @rubelrubelrubel (obrigada por ser esse artista todo) me convidou pra ajudar a contar um pouquinho dessa história-poesia em forma de música nesse clipe, dessa vez com as incríveis @oanavitoria que eu também sou fã faz tempo, eu não pensei duas vezes. Precisava PARTILHAR com o mundo meu amor por essa música. ? Uma publicação compartilhada por Marina Ruy Barbosa (@marinaruybarbosa) em 11 de Nov, 2019 às 5:15 PST

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  • Música

    Banda de Finn Wolfhard anuncia separação

    9 de novembro de 2019 /

    A banda Calpurnia, que inclui entre seus membros o ator Finn Wolfhard (o Mike de “Stranger Things”), anunciou sua separação nas redes sociais. O grupo agradeceu ao apoio de fãs e empresários ao longo dos últimos anos, afirmando que decidiu terminar por conta das diferentes carreiras de seus integrantes. “Caros amigos, é um sentimento agridoce compartilhar essa notícia, mas queremos que vocês saibam que nosso tempo tocando juntos como Calpurnia chegou ao fim. Somos extremamente gratos pelo apoio que recebemos nos últimos anos. O que parecia inimaginável acabou acontecendo e ficamos emocionados em compartilhar essa jornada com vocês. Foi uma honra e um presente conhecer, trabalhar e tocar para tantas pessoas maravilhosas. Nos sentimos sortudos e imensamente gratos pelas muitas oportunidades fantásticas que surgiram em nosso caminho. Todos nós começaremos novos capítulos em nossas vidas: novos projetos, novas músicas, novos empreendimentos criativos e novas experiências pela frente. Um último e gigante obrigado a nossos amigos da Royal Mountain Records, nosso manager Bix, nossas famílias e, especialmente, nossos incríveis fãs. Nós nunca esqueceremos vocês!” Em sua curta carreira, Calpurnia conseguiu se destacar no circuito indie, em parte devido à fama conquistada por Wolfhard na série da Netflix. Veja abaixo três de seus clipes e o texto original da despedida publicado no Instagram. Ver essa foto no Instagram Dear Friends, It’s bittersweet to share this news, but we want to let you know that our time playing together as Calpurnia has come to an end. We are extremely grateful for the support we’ve received over the past few years. What seemed to us like an unimaginable reality came to be, and we have been thrilled to share the ride with you. It’s been an honour and a gift to meet, work with, and play for so many wonderful people. We feel lucky and hugely grateful for the many fantastic opportunities that came our way. We’re all going to be starting fresh chapters in our lives: new projects, new music, new creative ventures, and new experiences to come. One last giant thank you to our friends at Royal Mountain Records, our manager Bix, our families, and especially our amazing fans. We’ll never forget you! -Calpurnia (? @mennovers) Uma publicação compartilhada por Calpurnia (@calpurniaofficial) em 8 de Nov, 2019 às 8:11 PST

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  • Filme

    A Dama e o Vagabundo: Cena icônica do jantar romântico ganha vídeo

    8 de novembro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo vídeo da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia destaca a cena do jantar romântico que o casal de cachorros famosamente compartilha, mas termina antes do “beijo”. Dura o suficiente, porém, para demonstrar como essa versão é pouco sutil em sua analogia racial, sobrepondo a cena do casal formado pelo vira-lata e a cadela com pedigree com comentários de um casal humano interracial no restaurante. Esta analogia se estende para outros casais e gera um grande anacronismo na produção, que impede a recriação correta da época em que a trama se passa. Por um lado, a produção buscou ser a mais realista possível, usando cachorros e verdade em vez de animação – inclusive um vira-latas abandonado, resgatado de um canil em que seria sacrificado, no papel de Vagabundo. Mas como a trama se passa em 1909, período da animação clássica da Disney, esse realismo entra em choque com a opção do filme por maior inclusão, que resultou numa mudança na etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos antes de “O Nascimento da Nação” ser elogiado pela crítica americana por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. A opção também enfatiza didaticamente a analogia sobre as diferenças – de raça e de classe – entre o casal canino e seus donos, que até então não existia. Mas o resto da história é a mesma. Assim como no clássico animado de 1955, a história mostra o que acontece após Dama perder a atenção de seus donos, com o nascimento de um bebê, e ir parar na rua. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. É durante o reforço desse ponto de vista que o filme recria a cena icônica de espaguete romântico, que termina num dos beijos mais breves e famosos da história do cinema. A versão live-action tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e do vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada na terça (12/11) nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil no final de 2020.

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  • Música

    Novo clipe de Major Lazer traz IZA e Ciara cantando em português

    8 de novembro de 2019 /

    O trio americano Major Lazer, comandado pelo DJ Diplo, lançou mais um clipe com artista brasileira. Depois de dar um empurrão na carreira internacional de Anitta e Pabllo Vittar com o hit “Sua Cara” e outras parcerias, a estrela da vez é IZA, que canta “Evapora” em português com a americana Ciara. O versos em português também são repetidos pela texana Ciara. O que torna ainda maior o contraste da canção com os elementos da cultura árabe muçulmana que aparecem nos figurinos das duas estrelas, de forma absolutamente gratuita. Mas isso também já tinha em “Sua Cara”, assim como o cenário desértico – este “Saara” é californiano. IZA vem em ascensão no mercado nacional e o clipe pode ajudar a torná-la mais conhecida fora do Brasil. Mas a música é um funk/R&B pop genérico demais, igual aos lançados às pencas em qualquer país sul, centro e norte-americano, sem mencionar os similares africanos, desde a escolha do efeito vocal até o manjadíssimo recurso de começar a faixa com um ai-ai-ai. Enfim, a direção do clipe também é de brasileiro: Felipe Sassi, que já tinha trabalhado anteriormente com IZA.

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  • Música

    Sharon Stone processa rapper Chanel West Coast pelo clipe “Sharon Stoned”

    6 de novembro de 2019 /

    Sharon Stone resolveu processar a rapper Chanel West Coast, alegando que ela arruinou sua imagem com a música “Sharon Stoned”. A atriz entrou com uma ação contra a música e o clipe de “Sharon Stoned”, que pode ser visto abaixo, por se apropriar de sua imagem, ao copiar as performances de seus papéis mais famosos. Ela afirma que o vídeo não passa de uma exploração de seu trabalho árduo ao longo dos anos, depois de estrelar filmes de sucesso como “Instinto Fatal”, “Cassino”, “Vingador do Futuro” e outros. Stone também acusou Chanel West Coast, nascida Chelsea Chanel Dudley, de usar seu nome para forjar influência, dizendo que a rapper “procurou desesperadamente obter credibilidade e estatura na comunidade do hip-hop”. Como não conseguiu, “tentou melhorar sua estatura como rapper invocando e comercializando o status de celebridade e fama de outras pessoas”, diz a ação, aberta pelo advogado Gary A. Hecker em nome da atriz. A estrela também enumerou o número de vezes que Chanel West Coast repete seu nome e sobrenome na música: 33 vezes, sem contar as 99 vezes em que o nome “Sharon” é pronunciado. Mas o descontentamento de Sharon Stone com Chanel West Coast não se resume ao uso indevido de sua imagem num clipe. A rapper também está promovendo a venda de apetrechos de maconha com a marca “Sharon Stoned”. Isso implica exploração de direitos autorais para venda de produtos que ela não autorizou e pelos quais ela não ganha nada. Por conta disso, o processo também pede indenização por perdas e danos. Confira abaixo o vídeo de “Sharon Stoned”, que também conta com participação do lendário rapper Redman e do ator Michael Rapaport (“Atypical”).

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  • Filme,  Música

    Assassinato de pianista da bossa nova será tema de animação internacional dos diretores de Chico & Rita

    5 de novembro de 2019 /

    A nova animação da dupla espanhola Fernando Trueba e Javier Mariscal, indicados ao Oscar de 2012 por “Chico & Rita”, vai contar uma história brasileira que mistura personagens reais, ditadura e bossa nova. Intitulada, em inglês, “They Shot The Piano Player”, a produção foi definida, em comunicado da produtora britânica Film Constellation, como “uma história comemorativa de origem” da bossa nova, que “captura um tempo fugaz repleto de liberdade criativa em um momento decisivo na história da América Latina nas décadas de 1960 e 1970, pouco antes de o continente ser tomado por regimes totalitários”. O personagem principal é um jornalista musical de Nova York, que investiga o desaparecimento do talentoso pianista brasileiro Tenório Jr. No dia 18 de março de 1976, quando acompanhava os artistas Toquinho e Vinícius de Moraes em show na Argentina, Tenório desapareceu misteriosamente em Buenos Aires, depois de deixar no hotel um bilhete dizendo que ia “comer um sanduíche e comprar um remédio. Volto logo.”. Nunca mais voltou. Segundo testemunhas, Tenório Jr. teria sido sequestrado pelo serviço secreto da Marinha da Argentina e torturado durante nove dias. Após ter ficado claro que o pianista não tinha envolvimento em atividades políticas, foi morto com um tiro na cabeça. O ator Jeff Goldblum (de “Jurassic Park” e “Independence Day”) foi escalado como dublador do jornalista que apura essa história. A animação também prestará homenagens a João Gilberto (1931-2019), Caetano Veloso, Gilberto Gil, Vinicius de Moraes (1913-1980) e Paulo Moura (1932-2010). “They Shot The Piano Player” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Playlist: 500 clipes pra ficar por dentro das novas tendências musicais de 2019

    3 de novembro de 2019 /

    As revelações da música alternativa, underground, independente e vital de 2019 podem ser conferidas numa nova seleção de clipes, que comprova a versalidade do YouTube – e como não param de surgir bandas para ser descobertas. São nada menos que 500 vídeos disponibilizados entre abril e junho, de países como Zâmbia, Quênia, China, Rússia, Moldávia, Romênia e Croácia, mas principalmente das velhas matrizes americana e britânica, numa sucessão de estilos que agitam porões indies, clubs dançantes e até a programação pop de outros mundos. A lista abre com um som conhecido, o rap brasileiro de Emicida, e se encerra com um som agradável, o folk australiano de Gena Rose Bruce. No meio disso, batidas africanas, eletrônicas, sintetizadores glaciais, guitarras distorcidas, vocais de sonho, barulho e muita curadoria. São centenas de artistas novos em seus primeiros trabalhos, como o trio feminino pós-punk Automatic, da foto acima, mas também há veteranos, como Mitch Ryder (numa parceria com o guitarrista dos Stooges James Williamson), Brand New Heavies, The Waterboys, Blink-182, Sleater-Kinney, Underworld, Robyn e The Chemical Brothers. Sem esquecer de velhos conhecidos em roupas novas, como Soft Cavalry (de Rachel Goswell, vocalista do Slowdive), The Catenary Wires (do casal Amelia Fletcher e Rob Pursey, ex-Heveanly e Talulah Gosh), Imperial Wax (formada por ex-membros da banda The Fall) e Love Fame Tragedy (de Matthew “Murph” Murphy, dos Wombats). Os clipes estão organizados por gênero, numa ordem sequencial e em sucessão harmônica de faixas, visando criar o clima de uma trilha contínua, capaz de tocar por mais de 30 horas seguidas! É só dar play abaixo (lembrando que a seleção é quebrada em três playlists, porque o YouTube limita o número de faixas que pode ser incorporado por vez). LADO A 1 Emicida (Brasil) | 2 Skepta (Reino Unido) | 3 ScHoolboy Q (EUA) | 4 Planet Giza (Canadá) | 5 Yoún (Brasil) | 6 Little Simz (Inglaterra) | 7 Sampa The Great (Zâmbia) | 8 MGAZRD (EUA) | 9 Mädness (Alemanha) | 10 Rosalía (Espanha) | 11 Shygirl (Inglaterra) | 12 Ho99o9 (EUA) | 13 Lava La Rue (Inglaterra) | 14 Machine Gun Kelly (EUA) | 15 Joeboy (Nigéria) | 16 DeathBoy$ (Argélia) | 17 Gus Harvey (Inglaterra) | 18 Voyou (França) | 19 Neera (Itália) | 20 Stevan (Austrália) | 21 Bryony Jarman-Pinto (Inglaterra) | 22 Magic Island (Alemanha) | 23 Layla Kardan (Emirados Árabes) | 24 Zonke ft. Kwesta (África do Sul) | 25 Andreya Triana (Inglaterra) | 26 Inacy (Brasil) | 27 The Kansoul and Vivian (Quênia) | 28 Craca Beat (Brasil) | 29 Gaby Amarantos ft. Verequete e Waldo Squash (Brasil) | 30 Adriana Calcanhotto (Brasil) | 31 Sofi Tucker & Bomba Estéreo (EUA/Argentina) | 32 Sylvie Kreusch (Bélgica) | 33 Gazel (Turquia/Inglaterra) | 34 Pongo (Angola/Portugal) | 35 The Brand New Heavies ft. Angela Ricci (Inglaterra) | 36 Holy Ghost! (EUA) | 37 Iris Gold (Inglaterra) | 38 Poolside (EUA) | 39 Bleached (EUA) | 40 Novedades Carminha (Espanha) | 41 Pool (Alemanha) | 42 Lellê ft. Rafael Mike (Brasil) | 43 DJ Cummerbund (EUA) | 44 Johnny Utah (EUA) | 45 Bolivard (França) | 46 Shura (Inglaterra) | 47 Centropia (Brasil) | 48 Devon Gilfillian (EUA) | 49 Erika de Casier (Dinamarca) | 50 June Jones (Austrália) | 51 Mexico City Blondes (EUA) | 52 Louis Baker (Nova Zelândia) | 53 Violet Crime (EUA) | 54 Caroline Polachek (EUA) | 55 Samia (EUA) | 56 Hideki Kaji (Japão) | 57 Jardín (México) | 58 Los Retros (EUA) | 59 ikkubaru (Japão) | 60 The Twang (Inglaterra) | 61 Garçons (Nigéria/Canadá) | 62 Hope Tala (Inglaterra) | 63 Julio Secchin (Brasil) | 64 Les Frangines (França) | 65 Amaral (Espanha) | 66 J.E. Sunde (EUA) | 67 Capyac & Annabelle Maginnis (França/EUA) | 68 Laura Petit (Brasil) | 69 Diamond Thug (África do Sul) | 70 Ruf Dug ft. Sienna & Nadina Mustafa (Inglaterra) | 71 Men I Trust (Canadá) | 72 Miami Horror (Austrália) | 73 CYN (EUA) | 74 Harmony Byrne (Austrália) | 75 Beauty Sleep (Irlanda do Norte) | 76 L’Impératrice (França) | 77 Bibio (Inglaterra) | 78 Epilogio (Porto Rico) | 79 Blue Lab Beats (Inglaterra) | 80 Moullinex (Portugal) | 81 Friendly Fires (Inglaterra) | 82 Cassius (França) | 83 Mind Enterprises (Itália) | 84 Africa Express ft. Sibot, Damon Albarn, Mr Jukes (África do Sul/Inglaterra) | 85 Mika (Inglaterra) | 86 Tresor ft. Msaki (África do Sul/Inglaterra) | 87 0171 (Inglaterra) | 88 The Pirouettes (França) | 89 Meera (Finlândia) | 90 Brijean (EUA) | 91 George Michelle & Separate Ways (Austrália/EUA) | 92 Little Jesus (México) | 93 Cheat Codes x Danny Quest x Ina Wroldsen (EUA/Noruega) | 94 Tessa Dixson (Bélgica) | 95 Reptile Room (EUA) | 96 Plaid (Inglaterra) | 97 Worakls (França) | 98 Papisa (Brasil) | 99 Mause (Inglaterra) | 100 Andrea Belfi (Itália) | 101 David Meiser (Espanha) | 102 !!! (Chk Chk Chk) (EUA) | 103 The Chemical Brothers (Inglaterra) | 104 Brandt Brauer Frick (Alemanha) | 105 The Golden Filter (EUA/Austrália) | 106 SebastiAn (França) | 107 Torb (França) | 108 Astrobal (França) | 109 Ai Kamano (Japão) | 110 Qasim Naqvi (EUA) | 111 Julia Bondar (Espanha) | 112 Reset Robot (Inglaterra) | 113 Deft (Inglaterra) | 114 Underworld (País de Gales) | 115 Zimmer (França) | 116 Com Truise (EUA) | 117 Enola Gay (Alemanha) | 118 Flume ft. London Grammar (Austrália/Inglaterra) | 119 Orion (EUA) | 120 Pink Noise (Canadá) | 121 Catnapp x Modeselektor (Argentina/Alemanha) | 122 Truemantic (Itália) | 123 Incirrina (Grécia) | 124 Low Blows (Espanha) | 125 Double Echo (Inglaterra) | 126 Astari Nite (EUA) | 127 Trentemøller (Dinamarca) | 128 Scam Avenue (EUA) | 129 Azam Ali (Irã) | 130 Laake (França) | 131 Aurora (Noruega) | 132 Drab Majesty (EUA) | 133 The Peach Fuzz (Inglaterra) | 134 Modernage (EUA) | 135 Mount Echo (Grécia) | 136 Jakuzi (Turquia) | 137 Pixel Grip (EUA) | 138 Void Vision (EUA) | 139 She Pleasures HerSelf Ft. Crying Vessel (Portugal) | 140 NKOS (Inglaterra/Itália) | 141 The Ocean Blue (EUA) | 142 Mating Ritual (EUA) | 143 Say Yes Dog (Holanda) | 144 Keane (Inglaterra) | 145 Mirrorball (EUA) | 146 Robyn (Suécia) | 147 Clubz ft. Buscabulla (México) | 148 Finesse (EUA) | 149 Body of Light (EUA) | 150 Stereo in Solo (EUA) | 151 Xarah Dion (Canadá) | 152 Soda Blonde (Irlanda) | 153 Droves (Austrália) | 154 Lower Dens (EUA) | 155 Plastic Picnic (EUA) | 156 Surfistas Del Sistema (Argentina) | 157 Yann Dulché (França) | 158 Eulene (EUA) | 159 Alex Cameron (Austrália) | 160 Phantogram (EUA) | 161 Rhumba Club (Inglaterra) | 162 Balthazar (Bélgica) | 163 Foals (Inglaterra) | 164 Sour (EUA) | 165 Two Door Cinema Club (Irlanda do Norte) | 166 Hot Chip (Inglaterra) | 167 S Y Z Y G Y X (EUA) | 168 Gang of Four (Inglaterra) | 169 Fortuna Ehrenfeld (Alemanha) | 170 Too Much (EUA) | 171 Ice Cream (EUA) | 172 Palm Springsteen (EUA) | 173 Tessa Violet (EUA) | 174 Ivy Falls (Bélgica) | 175 Zimbru (Romênia) | 176 Editors (Inglaterra) | 177 Tomaka (Inglaterra) | 178 Husky Loops (Itália/Inglaterra) | 179 Mashrou’ Leila (Líbano) | 180 Katie McBride (Canadá) | 181 Sui Zhen (Austrália) | 182 Lost Children (EUA) | 183 Virginia Wing (Inglaterra) | 184 Tycho (EUA) | 185 Black Boboi (Japão) | 186 The Ninth Wave (Escócia) | 187 Keuning (EUA) | 188 Metronomy (Inglaterra) | 189 Samba de la Muerte (França) | 190 Holy Holy (Austrália) | 191 Vandebilt (Inglaterra) | 192 Brandenburg (Rússia) | 193 Cold Showers (EUA) | 194 Palais Ideal (Holanda) | 195 VR Sex (EUA) | 196 Pixx (Inglaterra) | 197 Linda Gardens (EUA) | 198 The Big Wave (China) | 199 The Soft Cavalry (Inglaterra) | 200 Peak Twins (Austrália) | LADO B 1 Swim Deep (Inglaterra) | 2 Joviale (Inglaterra) | 3 Phill Veras (Brasil) | 4 The Divine Comedy (Irlanda do Norte) | 5 The Waterboys (Escócia) | 6 Miles Kane (Inglaterra) | 7 Donna Blue (Holanda) | 8 Temples (Inglaterra) | 9 Volbeat (Dinamarca) | 10 The Raconteurs (EUA) | 11 Daddy Long Legs (EUA) | 12 Loud Hound (EUA) | 13 Die Cigaretten (Alemanha) | 14 Institute (EUA) | 15 Wet Dreams (Noruega) | 16 Crobot (EUA) | 17 Clutch (EUA) | 18 Brkn Love (Canadá) | 19 Perry Farrell (EUA) | 20 Bones UK (Inglaterra) | 21 Starcrawler (EUA) | 22 Liam Gallagher (Inglaterra) | 23 Mattiel (EUA) | 24 Karin Page ft. Ash Grunwald (Austrália) | 25 Tequila Jay & Los Diablos (Canadá) | 26 Mitch Ryder ft. James Williamson (EUA) | 27 Mark Moldre (Austrália) | 28 The Mystery Lights (EUA) | 29 Kitty, Daisy & Lewis (Inglaterra) | 30 Sunfruits (Austrália) | 31 Film Noir (França) | 32 Kyle Craft (EUA) | 33 The Howlers (Inglaterra) | 34 Earth Tongue (Nova Zelândia) | 35 Phoxjaw (Inglaterra) | 36 Nova Twins (Inglaterra) | 37 Eat Your Heart Out (Austrália) | 38 Biffy Clyro (Escócia) | 39 Bat! (EUA) | 40 Cutting Teeth (EUA) | 41 Knocked Loose (EUA) | 42 The Armed ft. Frank Turner (EUA) | 43 Otoboke Beaver (Japão) | 44 Bad Breeding (Inglaterra) | 45 Tug of War Machine (EUA) | 46 Riskee & The Ridicule (Inglaterra) | 47 B Boys (EUA) | 48 On Video (Inglaterra) | 49 The Dollyrots (EUA) | 50 ShitKid (Suécia) | 51 Thick (EUA) | 52 The Hathaways (EUA) | 53 Blink-182 (EUA) | 54 Shames (Japão) | 55 The Bloodstrings (Alemanha) | 56 Crash Nomada (Suécia) | 57 Mighty Vipers (Inglaterra) | 58 The Skints ft. Protoje (Inglaterra) | 59 Le Birrette (Itália) | 60 The Aggrolites (EUA) | 61 The Clockmakers (França) | 62 The Planet Smashers (Canadá) | 63 Cage the Elephant & Beck (EUA) | 64 Flikka (Suécia) | 65 Sharon Van Etten (EUA) | 66 Academia (EUA) | 67 Other Nature (Inglaterra) | 68 Le Noiseur (França) | 69 Andrew Combs (EUA) | 70 Who Boy (EUA) | 71 Charlotte is Mine (Japão) | 72 Hibou (EUA) | 73 Westkust (Suécia) | 74 Fukai Nana (Japão) | 75 Surf Friends (Nova Zelândia) | 76 Shybits (Alemanha) | 77 Kitty Kat Fan Club (EUA) | 78 Dude York (EUA) Nerd Magnet| 79 Nerd Magnet (Japão) | 80 Nice Biscuit (Austrália) | 81 Rozi Plain (Inglaterra) | 82 Renascentes (Brasil) | 83 Modern Nature (Inglaterra) | 84 Tōth (EUA) | 85 Stella Donnelly (Austrália) | 86 Seaside (Austrália) | 87 UV Rays (EUA) | 88 Peaness (Inglaterra) | 89 The Catenary Wires (Inglaterra) | 90 João Capdeville ft. Caio Prado (Brasil) | 91 Petit Prince (França) | 92 (Sandy) Alex G (EUA) | 93 Tús Nua (Croácia) | 94 Drool (EUA) | 95 Imperial Wax (Inglaterra) | 96 Miesha & The Spanks (Canadá) | 97 Mannequin Death Squad (Austrália) | 98 Miss June (Nova Zelândia) | 99 Mannequin Pussy (EUA) | 100 Angel Du$t (EUA) | 101 Pup (Canadá) | 102 Fangclub (Irlanda) | 103 Metz (Canadá) | 104 Witch of the East (Inglaterra) | 105 Ramonda Hammer (EUA) | 106 Sleater-Kinney (EUA) | 107 Kills Birds (EUA) | 108 Russian Baths (EUA) | 109 The Jins (Canadá) | 110 Stef Chura (EUA) | 111 Violet Soda (Brasil) | 112 Ali Barter (Austrália) | 113 False Advertising (Inglaterra) | 114 Hands off Gretel (Inglaterra) | 115 Raised on TV (EUA) | 116 Sunsleeper (EUA) | 117 ROAM (Inglaterra) | 118 Telethon (EUA) | 119 Frankie and the Witch Fingers (EUA) | 120 Ben McKelvey (Inglaterra) | 121 Gameface (EUA) | 122 Sløtface (Noruega) | 123 The Regrettes (EUA) | 124 Fontaines D.C. 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  • Filme,  Música

    Marie Laforêt (1939 – 2019)

    3 de novembro de 2019 /

    A cantora e atriz francesa Marie Laforêt morreu neste domingo (3/11) em Genolier, na Suíça, aos 80 anos de idade. O assessor da cineasta Lisa Azuelos (“Rindo à Toa”), filha de Laforêt, confirmou a morte à imprensa sem revelar as causas. Sua carreira começou acidentalmente em 1959, quando ela substituiu a irmã no último minuto em um concurso de talentos numa rádio francesa e venceu. Com isso, chegou a ser convidada pelo diretor Louis Malle a participar de um filme, mas o projeto não foi adiante. Assim, acabou fazendo sua estreia no clássico de René Clément “O Sol por Testemunha”, adaptação do famoso livro de suspense “O Talentoso Ripley”, de Patricia Highsmith, com Alan Delon no papel principal. Em seu segundo filme, a comédia “Saint Tropez Blues” (1961), Laforêt cantou a música-título e decidiu seguir cantando fora das telas. Lançou seu primeiro single em 1963, “Les Yendanges de L’amour”, que foi um estouro comercial e lhe rendeu ainda mais popularidade. Ela assinou com a gravadora CBS e se tornou uma estrela da música francesa. Mas não abandonou o cinema. Continuou a fazer filmes impactantes, como “Leviathan” (1962), ao lado de Louis Jordan, e “Mulheres no Front” (1965), com Anna Karina, até pender para aventuras e comédias ligeiras, como “A Espiã de Olhos de Ouro Contra Dr. K” (1965), de Claude Chabrol, vindo a formar uma parceria popular com o astro Jean-Paul Belmondo – em “A Caça ao Homem” (1964), “Tira ou Ladrão” (1979), “Les Morfalous” (1984) e “Feliz Páscoa” (1984). Sua filmografia ainda inclui o clássico infantil “O Reino Encantado de Polegarzinho” (1972), o papel principal no célebre drama musical “Tangos – O Exílio de Gardel” (1985), que foi premiado no Festival de Veneza, e participação na sci-fi “Tykho Moon – Segredos da Eternidade” (1996), do artista de quadrinhos Enki Bilal. Mas os filmes foram diminuindo e Laforêt também passou progressivamente a perder o interesse na indústria fonográfica, graças às pressões da gravadora para se repetir. Acabou mudando-se para Genebra, na Suíça, em 1978, onde abriu uma galeria de arte e se focou na carreira de atriz, com ênfase em apresentações teatrais, elogiadas pela crítica. Em setembro de 2005, ela decidiu voltar a cantar e fez sua última turnê pela França, com todos os shows esgotados. Confira abaixo cinco clipes da carreira musical de Marie Laforêt.

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  • Filme,  Música

    José Loreto compartilha vídeo de sua preparação para viver Sidney Magal no cinema

    1 de novembro de 2019 /

    O ator José Loreto viverá o cantor Sidney Magal no cinema e já adiantou, em seu Instagram, os primeiros passos do projeto. Literalmente. Ele postou um vídeo ensaiando a coreografia repleta de trejeitos do cantor. “Sextando ou Magalizando?”, escreveu Loreto ao compartilhar o vídeo, que usou como trilha uma versão instrumental de “O Meu Sangue Ferve por Você”. Com direção de Paulo Machline (“Trinta”), a cinebiografia de Sidney Magal tem estreia prevista para julho de 2020 e contará a trajetória do artista e sua relação com sua mulher, Magali West. Loreto disse estar animado para interpretar Magal nos cinemas. Em entrevista ao UOL, em outubro, disse: “Estou há quatro, cinco meses me preparando. Depois do [lutador] José Aldo, vai ser meu segundo grande trabalho”. O ator viveu o lutador de MMA José Aldo em 2016, no filme “Mais Forte que o Mundo”. Especializando-se em cinebiografias, ele também está escalado para viver Walter Casagrande em um longa sobre o jogador de futebol. Ver essa foto no Instagram Sextando ou Magalizando??? ?? Uma publicação compartilhada por José Loreto (@joseloreto) em 1 de Nov, 2019 às 8:57 PDT

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