Harry Styles se afoga na depressão em novo clipe
O cantor Harry Styles divulgou o clipe de “Falling”, terceiro single de “Fine Line”, seu segundo álbum solo. O vídeo não apresenta nada de novo. Mostra o cantor tocando a balada dor-de-cotovelo ao piano, enquanto o aposento se enche de água, numa ilustração literal da sensação de afogamento que costuma ser descrita como resultado da depressão – simbolismo já explorado em inúmeros vídeos musicais. A direção é de Dave Meyers, que também dirigiu “Adore You, o clipe anterior de Styles, além de vídeos premiadíssimos – e bem mais criativos – de Billie Eilish (“Bad Guy”), Ariana Grande (“God is a Woman”) e Kendrick Lamar (“Humble”).
Lady Gaga volta ao pop com o clipe de Stupid Love
Lady Gaga voltou ao pop com o lançamento do clipe de “Stupid Love”. O vídeo e a música retomam os visuais exóticos, batidas dançantes e referências de Madonna que a cantora tinha trocado por duetos com Tony Bennett, flertes com o country, apresentações ao piano e papéis de cinema. Trata-se, enfim, de uma volta à exuberância de “Born This Way”, de nove anos atrás. A música é uma composição de Max Martin (de hits de Taylor Swift e Ariana Grande) e volta a juntar Lady Gaga com o produtor BloodPop (de “Joanne”). O que a distingue do pop homogêneo atual, portanto, é a participação produtiva do DJ francês Tchami, um dos principais nomes da future house, que conduz o arranjo para uma pegada mais eletrônica. Já o vídeo exalta a confiança da cantora, que não esconde sua barriguinha em coreografias de K-Pop, e também sua cultura trash, ao confundir figurantes de visual carnavalesco com punks, feito as sci-fi pós-apocalípticas dos anos 1980. Mas apesar de explorar diferentes figurinos, a produção não apresenta muitos efeitos, além do colorido borrado e a falta de profundidade de campo que parecem consequência da decisão de gravar o clipe com o novo celular da Apple, o iPhone 11 Pro, numa ação casada de marketing dirigida pelo australiano Daniel Askill – parceiro habitual da cantora Sia.
Novo clipe do BTS bate recorde de visualizações simultâneas no YouTube
A boy band sul-coreana BTS lançou o clipe de “On”, que, minutos depois de ser disponibilizado, bateu o recorde de visualizações simultâneas da plataforma, ao registrar 1,54 milhão de pessoas assistindo sua estreia simultaneamente. O vídeo destaca as coreografias caprichadas que caracterizam o grupo, além de muitos efeitos visuais e uma letra focada na superação, que tenta convencer que dor e medo podem servir como motivação na vida. Em seis horas, “On”, que faz parte do álbum “Map of the Soul: 7”, acumulou mais de 20 milhões de visualizações. Seu sucesso confirma a força do K-pPop em todo o mundo, e serve de belo exemplo para governos que tratam cultura como inimiga. O fenômeno do BTS demonstra claramente o que acontece quando a cultura é impulsionada pelo Estado, como na Coreia do Sul, e passa a representar “soft power” mundial. Para quem não sabe, o Ministério da Cultura sul-coreano tem um departamento específico para o K-pop, que incentiva gravadoras, investe na construção de locais para shows e cuida da regulamentação específica, como a programação de bares karaokês, com o objetivo de fomentar a indústria musical do país.
Taylor Swift se transforma em homem em clipe que critica comportamento machista
A cantora Taylor Swift se transformou em homem, com barba e comportamento machista, em seu novo clipe, “The Man”. O vídeo ilustra o comportamento tóxico masculino, com indiretas para a indústria fonográfica. A produção também contou com uma participação especial do ator Dwayne Johnson, que dublou a voz de Swift na cena final. “The Man” tem letra de hino feminista e seu clipe, dirigido pela própria Taylor Swift, é um compêndio de maus exemplos masculinos, desde urinar nas ruas até o comportamento folgado em transporte público, sem esquecer pitis em disputas esportivas, abuso de álcool, objetificação feminina, egocentrismo, egoismo, ganância, exibicionismo e transformação de mulheres e filhos em troféus. Se não fosse pela barba, a Taylor masculina poderia ser facilmente confundida com Jordan Belfort, o personagem de Leonardo DiCaprio em “O Lobo de Wall Street”. Mas algumas referências apontam outras inspirações, como uma placa que indica ser proibido o uso de patinetes, na cena em que ela urina no metrô. Patinete, em inglês, é scooter, como em Scooter Braun, o empresário de Justin Bieber que comprou os direitos de suas músicas. Scott Borchetta, antigo dono de gravadora com quem a cantora se desentendeu, também é citado em outro cartaz visto no metrô: “Chefe Scotch. Capitaliza o sentimento”. O fim do clipe mostra como foi feita a transformação, passo a passo, com grande uso de próteses faciais.
Justin Timberlake lança primeiro clipe da trilha sonora de Trolls 2
Justin Timberlake divulgou o clipe de “The Other Side”, que faz parte da trilha de “Trolls 2”, sequência de animação em que o cantor dubla um dos personagens principais. A música é um dueto dançante com a cantora SZA. E o vídeo registra a dupla dançando e cantando em cenários prateados e espelhados, com direção de Daniel Russell (do popular clipe “Motivation”, de Normani). Com apelo pop descarado, a gravação deve repetir o sucesso de “Can’t Stop The Feeling!”, música de Timberlake para o primeiro “Trolls”, que se tornou um grande hit – além de ter recebido indicação ao Oscar de Melhor Canção Original. Timberlake canta várias outras músicas na trilha sonora, sempre em parcerias – com Anderson.Paak, Mary J. Blige, Kelly Clarkson, Gwen Stefani, Zooey Deschanel, James Corden, Icona Pop, Anna Kendrick e até com o veterano funkeiro George Clinton. No novo longa, a rainha Poppy e Branch (ou Tronco, na versão dublada) fazem uma descoberta surpreendente: existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. A continuação traz Justin Timberlake e Anna Kendrick de volta aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente. E entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e até Ozzy Osbourne (“Um Diabo Diferente”). Nas cópias sem dublagem em português, ao menos. Os roteiristas são os mesmos do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, e a direção está a cargo da dupla Walt Dohrn e David P. Smith, que estreiam em longa-metragem após comandarem episódios de séries animadas. A animação tem estreia marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Clipe transforma hit de Pabllo Vittar em marchinha de Carnaval. E fica ótimo
Pabllo Vittar lançou um pequeno clipe (dura menos de 1 minuto) para registrar uma versão de seu hit “Amor de Que” como marchinha de Carnaval. Muito colorido, alegre e dançante, o vídeo recria uma rua colorida do Brasil antigo – ou da Salvador atual – em estúdio, onde Pabllo rebola em meio a um bloco carnavalesco animado, na companhia de “influencers” como Christian Figueiredo, Foquinha e Laddy Nada. O cover de “Amor de Que” em clima de marchinha carnavalesca foi criado pelo Bloco Casa Comigo, um dos mais tradicionais do Carnaval de São Paulo. E o nome do bloco é um dos elementos de destaque do vídeo – que desta vez não faz propaganda subliminar de bebida ou perfume. “Eu amei a versão”, contou Pabllo. “Quero ver todo mundo ‘quengando’ muito nesse Carnaval, mas com segurança e camisinha, hein! Espero que todos se divirtam com o vídeo, assim como me diverti ao lado de todos que estavam ali. Estou muito empolgada e feliz com esse Carnaval, que tem sido um dos melhores da minha carreira”. A música também deve ser sucesso no Bloco da Pabllo durante o Carnaval, que vai sambar em Salvador na segunda-feira (24/2) e em São Paulo na terça (25/2).
The Strokes divulga clipes retrôs de inspiração sci-fi
A banda The Strokes lançou seus primeiros clipes em quatro anos: a animação “At the Door” e o infomercial trash “Bad Decisions”. Enquanto o primeiro exibe inspirações de fantasias do final dos anos 1970/início dos 1980, como “Heavy Metal” (1981), “Uma Grande Aventura” (1978) e “A História Sem Fim” (1984), o segundo é uma combinação de referências de sci-fi do começo dos 1970, focando em tramas de tecnologia sinistra, como “As Esposas de Stepford” (1975) e “Westworld: Onde Ninguém tem Alma” (1973). Se “At the Door” conta várias histórias paralelas, de coelhos no brejo a uma guerreira espacial, “Bad Decisions se passa no cenário de um infomercial setentista que apresenta um novo sucesso de vendas: The Strokes, uma banda que qualquer um pode fazer em casa, bastando alterar a aparência dos músicos a seu próprio gosto. Só que os produtos são defeituosos e quando as cabeças começam a explodir, o caos se instala nos lares americanos e revela, por trás dos cenários de TV, dezenas de clones mal-formados dos artistas. As músicas fazem parte do primeiro álbum completo da banda em sete anos, “The New Abnormal”, que será lançado no dia 10 de abril.
Taylor Swift lança clipe com versão ao vivo e acústica de The Man
A cantora Taylor Swift lançou um novo clipe de “The Man”. Trata-se de uma versão ao vivo, gravado durante show em Paris, em setembro de 2019. Trata-se também de uma nova interpretação – acústica – da música, em que Taylor se apresenta sozinha, ao violão, cantando a melodia com acompanhamento vocal da plateia. A faixa, que faz parte do álbum “Lover”, já tinha recebido um “lyric video” em animação no começo de fevereiro, dias depois da estreia do documentário da cantora, “Miss Americana”, na Netflix. Compare abaixo as duas versões. Taylor Swift virá pela primeira vez ao Brasil em julho. Ela se apresentará em São Paulo, no Allianz Parque, nos dias 18 e 19, durante a turnê mundial do seu mais recente álbum.
Clipe clássico do a-ha atinge 1 bilhão de views no YouTube e banda comemora com making of
O clipe clássico de “Take on Me”, da banda a-ha, atingiu nesta semana a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. Para comemorar a façanha, o trio de sythpop norueguês lançou novos vídeos sobre a história do clipe e da música, com direito a making of da produção. Originalmente lançado em 1985, o vídeo marcou época, vencendo seis troféus do MTV Video Music Awards em 1986, ao apresentar o cantor Morten Harket como um desenho animado, que tentava se tornar real ao se apaixonar por uma garota. Dirigido por Steve Barron, a produção popularizou a técnica da rotoscopia, em que cenas filmadas com atores de carne e osso são “cobertas” por desenhos animados. Depois do sucesso de “Take on Me”, o diretor fez vários outros clipes do a-ha, inclusive dos hits “Hunting High and Low” e “The Living Daylights”, tema do filme “007 Marcado para a Morte” (1987), e mais tarde assinaria longa-metragens como “As Tartarugas Ninja” (1990) e “As Aventuras de Pinocchio” (1996). “Take on Me” é o segundo clipe dos anos 1980 a atingir a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. O primeiro foi “Sweet Child O’ Mine”, do Guns N’ Roses, que conseguiu o feito em outubro do ano passado. É também apenas o quinto vídeo musical do século 20 a entrar no clube do bilhão. Importante reparar que, apesar de ter 35 anos, o clipe só foi disponibilizado no YouTube há uma década, em 2010.
Jennifer Hudson anuncia fim das filmagens da cinebiografia de Aretha Franklin
A cantora e atriz Jennifer Hudson (“Cats”) anunciou no Instagram que terminou as filmagens da cinebiografia de Aretha Franklin, intitulada “Respect”, em inglês. Dizendo-se “sobrecarregada” de emoção por interpretar Aretha, ela acrescentou que “as palavras não podem expressar o quanto estou agradecida por ter sido escolhido pela própria Rainha e viver mais um sonho! Foi uma honra honrar o pedido da Rainha! A única Rainha do Soul”. Ela também compartilhou imagens da festa de encerramento, que reuniu todo o elenco e a equipe da produção. Como Hudson observou em seu post, ela foi realmente escolhida pessoalmente pela lendária cantora para interpretá-la no cinema. Isto aconteceu bem antes do começo das filmagens, já que a produção precisou adquirir os direitos musicais antes de iniciar a fase de fotografia principal. Hudson também foi convidada a cantar no funeral da estrela, que morreu em 2018, de câncer no pâncreas, aos 76 anos. A atriz trabalhou com uma equipe criativa estreante no cinema. O roteiro de “Respect” foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção ficou a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção musical foi assinada por Harvey Mason Jr., que trabalhou tanto com Aretha Franklin quanto com sua intérprete – em “Dreamgirls”, filme que rendeu a Hudson o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para 17 de setembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA – e bem depois do lançamento de uma minissérie televisiva sobre a cantora, “Genius: Aretha”, prevista para maio no NatGeo com Cynthia Erivo (“Harriet”) no papel principal. Ver essa foto no Instagram It is officially a wrap on @respectmovie wrap it up , it’s done ! To overwhelmed to get into it right now but words can’t express how grateful I am to be chosen by the queen herself and to live out yet another dream ! It was my honor , to honor the Queens request ! The one and only Queen of soul #ArethaFranklin #respectMovie @liesltommy Uma publicação compartilhada por Jennifer Hudson (@iamjhud) em 15 de Fev, 2020 às 4:14 PST Ver essa foto no Instagram Before I go any further , I have to give credit where credit is due ! To every single cast and crew member who put your heart and soul into this project ! It was beyond a joy and a pleasure to work side by side with each and everyone of u ! Lord knows if I could post every picture , I would but u know who u r !! From the director to the DP , to hair and makeup acting coach and extras too ! To each and every driver and everyone in between ! Much Respect to all of you !!!! @liesltommy @kramorg @hairbylawrencedavis @fancy_pantsss @marlonwayans @skyedakotaturner @mgm_studios @davidjonathansimpson @lelunddurond jhud productions loves you ! Thank u all!! Uma publicação compartilhada por Jennifer Hudson (@iamjhud) em 16 de Fev, 2020 às 9:29 PST
Karn Evil 9: Música da banda Emerson, Lake & Palmer vai virar superprodução sci-fi
A Radar Pictures, produtora dos filmes de “Jumanji” junto da Sony, adquiriu os direitos para transformar a música “Karn Evil 9”, lançada pela banda de rock progressivo Emerson, Lake & Palmer em 1973, numa superprodução de ficção científica. O escritor Daniel H. Wilson, autor do best-seller “Robopocalypse”, foi contratado para desenvolver o roteiro, inspirado no título e na letra da música, gravada por Keith Emerson, Greg Lake e Carl Palmer, e finalizada em parceria com o letrista Peter Sinfield, antigo colaborador da banda King Crimson. A canção fala em uma sociedade dependente de tecnologia, que é controlada por uma tecnocracia difusa e ditatorial. Uma das festas tradicionais dessa sociedade é a celebração anual batizada de “Karn Evil”, um ritual macabro de passagem, que é a chance única dos jovens experimentarem uma liberdade desenfreada, antes de serem subjugados pela classe dominante. Quando algumas pessoas decidem não interromper sua experiência com o Karn Evil, dão início a uma revolução para derrubar o status quo e a inteligência artificial que controla tudo. Ted Field, que produziu mais de 60 filmes, incluindo as franquias “Jumanji” e “Riddick”, atuará como produtor executivo do projeto em nome da Radar. “O mundo visionário que a ELP criou com a gravação ‘Karn Evil 9’ está muito próximo da realidade atual”, disse Field em comunicado sobre o projeto. “Nossa equipe da Radar está ansiosa para trazer essa visão de onde as coisas podem chegar à tela grande e além.” “Estou incrivelmente empolgado em fazer parceria com Ted e Radar para explorar ‘Karn Evil 9’ – um mundo único e emocionante”, completou o escritor Daniel H. Wilson no mesmo comunicado. “Eu não podia pedir melhores colaboradores e mal posso esperar para ajudar a adicionar a franquia ‘Karn Evil 9’ à família Radar.” Ele disse realmente “franquia”, sugerindo que a produção tem como objetivo gerar continuações. Como o projeto está apenas começando, ainda não há diretor, elenco, cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Para entrar no clima, conheça a canção, que obrigatoriamente fará parte da trilha sonora. A versão original, lançada no álbum “Brain Salad Surgery”, tem quase meia hora de duração. Tão longa que não coube num lado inteiro do disco de vinil e acabou dividida em quatro faixas/”impressões”, com uma delas transformada em single de pouco mais de quatro minutos. Ouça abaixo a música integral e uma apresentação ao vivo do trecho mais conhecido da canção, batizado de “1st Impression – Part 2”, que abre o lado B do álbum de 1973 – observação: a versão de estúdio é muito menor e não tem solo de bateria interminável.
Anitta rouba a cena em clipe internacional de MC Lan com Major Lazer
O clipe de “Rave de Favela” marca um novo encontro de Anitta com o projeto americano Major Lazer, do DJ Diplo. A voz principal é do paulista MC Lan, mas é mesmo Anitta quem rouba a cena, entre uma chupada de pirulito e um convite de sexo explícito, rebolando entre batidas aceleradas e graves potentíssimos, numa mistura de baile funk com música eletrônica distorcida no volume máximo. Ou como diz a cantora: “rave com funk… ficou excitante”. Dirigido por George Nienhuis (“Disney Best Day Ever”), o vídeo foi gravado no começo da semana nos Estados Unidos e disponibilizada de madrugada em todas as plataformas de streaming. E já virou o terceiro mais visto do YouTube na manhã deste sábado (15/2). “Rave de Favela” é a aposta de Anitta para o carnaval. No começo da semana, ela já tinha dado a dica. “E aí, Brasil. Carnaval chegando, né … Vocês já estão se preparando? Eu, o MC Lan e o Major Lazer já estamos quase prontos”, escreveu nas redes sociais, durante as gravações do clipe.
Sam Smith sampleia Donnie Darko e vira Manequim em novo clipe
O cantor Sam Smith divulgou seu novo clipe, que acompanha a música “To Die For”. Dirigido por Grant Singer, responsável pelo visual sci-fi dos clipes de The Weeknd, o vídeo faz referência à clássica Sessão da Tarde “Manequim” (1997), ao apresentar Sam Smith como a cabeça de um manequim numa vitrine de loja de perucas. O boneco careca canta de forma melancólica, lamentando sua solidão, enquanto vê casais diversificados passearem de mãos dadas à sua frente, até ser roubado no desfecho da produção. Curiosamente, a gravação musical ainda alude a outro filme. A música contém samples de “Donnie Darko” (2001), em que a voz de Jake Gyllenhall admite que “não quer ficar sozinho”. Como a figura do jovem ladrão do clipe usa roupas pretas, é possível assumir que se trate do próprio Donnie no vídeo. A canção também dá título ao novo álbum do cantor, que será lançado em 1º de maio, conforme Smith revelou no Instagram.












