His Dark Materials é renovada para 3ª e última temporada
A HBO e a BBC anunciaram nesta terça (22/12) a renovação de “His Dark Materials” para sua 3ª e última temporada. Com isso, a produção conclui a adaptação completa da trilogia literária do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A 3ª temporada será baseada na história de “A Luneta Âmbar” (2000), último livro da saga, que conclui as aventuras da menina Lyra Belacqua por universos paralelos, numa guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começou a se entrelaçar com o de Lyra na 2ª temporada. Os próximos episódios também devem trazer de volta James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), que teve sua participação cortada devido à pandemia de coronavírus, após uma 2ª temporada menor que o previsto. “Trazer o trabalho épico, intrincado e culturalmente ressonante de Phillip Pullman para a televisão foi um tremendo privilégio”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado. “Agradecemos aos nossos incríveis parceiros da BBC e a toda a equipe da produtora Bad Wolf, liderada pela infatigável Jane Tranter, por seu trabalho excepcional nas duas primeiras temporadas. Estamos ansiosos para completar a trilogia com este capítulo final na jornada de Lyra. ” A produção da 3ª temporada vai começar no início de 2021 em Cardiff, no País de Gales, e ainda não tem previsão de estreia.
Miguel Falabella desenvolve série na Disney+
Depois de sair da Globo, Miguel Falabella fechou com Disney para escrever e produzir uma minissérie para a plataforma Disney+ (Disney Plus). O autor de séries como “Pé na Cova” (2013) e “Eu, a Vó e a Boi” (2019) vai adaptar o espetáculo “O Som e a Sílaba”, que contou nos palcos com Alessandra Maestrini e Mirna Rubim. As duas devem repetir seus papéis na trama de streaming, que gira em torno de uma mulher autista com habilidades excepcionais para o canto lírico e sua relação com uma professora. Vale lembrar que aproximação entre Falabella e Disney começou com a exibição da série animada “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, criada por ele em parceria com a ilustradora Suppa. Inicialmente veiculada no YouTube, a série estreou no canal pago Disney Júnior em 14 de dezembro. Além de “O Som e a Sílaba”, a plataforma também está desenvolvendo “Tudo Igual… SQN!”, inspirada no livro “Na Porta ao Lado”, da escritora Luiza Trigo, que investiga problemas típicos da adolescência. As gravações devem começar em março com participação de Gabriela Saraivah, que integrou o elenco de “Chiquititas”, no SBT, e fez novelas da Globo como “Avenida Brasil” (2012) e “Éramos Seis” (2019).
Samuel L. Jackson vai estrelar e produzir minissérie da Apple TV+
O ator Samuel L. Jackson vai estrelar e produzir uma minissérie na Apple TV+. Ele será o protagonista de “The Last Days of Ptolemy Grey”, produção de seis episódios baseada no romance homônimo de Walter Mosley, que também escreverá o roteiro. “The Last Days of Ptolemy Grey” é centrado em um homem de 91 anos (Jackson) que é esquecido por sua família, seus amigos e até mesmo por ele mesmo enquanto enfrenta crises de demência. Ele experimenta uma mudança sísmica, no entanto, quando consegue recuperar brevemente suas memórias e usar esses momentos fugazes de lucidez para descobrir a verdade por trás da morte de seu sobrinho preferido e chegar a um acordo com seu passado. Mosley escreveu mais de 60 romances e também roteirizou as séries “Snowfall” da FX (onde também é produtor) e “Star Trek: Discovery” da CBS All Access, de onde saiu após uma controvérsia. Autor negro, ele teria criado mal-estar numa reunião de roteiristas ao dizer uma expressão considerada racista quando falada por brancos, mas que é comum nas letras de rap.
Super Freak: Vida do cantor Rick James vai virar série
A vida e o funk de Rick James vão virar série. O UCP, estúdio televisivo da NBCUniversal, colocou em desenvolvimento “Super Freak” (título ainda provisório), uma minissérie baseada na biografia do famoso artista, que contará com roteiro de Randy McKinnon (“Grand Army”) e Nick Antosca (“The Act”). A atração também terá produção de Ty James, filha do falecido cantor, mas neste momento não há nenhum canal ou serviço de streaming definido para sua exibição. A série vai partir dos planos de Rick James para um retorno no início de 1990, em meio a um julgamento acalorado que ameaçou destruir seu legado. A história abordará temas oportunos de raça, privilégio e a área cinzenta de imagem versus realidade das celebridades. Antosca fará a produção executiva por meio de sua empresa, Eat the Cat, e contará como consultor o autor de best-sellers e repórter premiado Mike Sager, que conheceu Rick James em 1995, enquanto trabalhava na revista Rolling Stone. Sager é autor de um perfil do artista na revista, intitulado “A Ascensão e Queda de um Super Freak”, que servirá de base para a trama. Vale observar que Sager e James permaneceram amigos íntimos até a morte do cantor em 2004. “Estamos confiantes de que este projeto pode dar aos fãs exatamente o que eles estão esperando e mais um pouco”, disse Ty James. “Será um passeio de tapete mágico, com altos e baixos, alegrias e dores – uma história de perseverança e tenacidade, sendo a música seu maior sistema de navegação. Prepare-se para a jornada de suas vidas – a história de James A. Johnson, também conhecido como Rick James!” Lembre abaixo o clipe da música que serve de título (provisório) para a atração. Vídeo que foi vetado pela MTV em 1981 por ser considerado muito “vulgar” para seu padrão. Na época, a MTV praticamente não exibia vídeos de artistas negros e James ganhou apoio de David Bowie, que apontou racismo da emissora.
Lily James vai viver Pamela Anderson em minissérie biográfica
Um dos casais de Hollywood que mais rendeu assunto na imprensa sensacionalista no fim do século passado vai ganhar sua primeira minissérie, intitulada “Pam & Tommy”. A atriz Lily James (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”) e o ator Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”) vão viver Pamela Anderson e Tommy Lee na produção, que terá oito episódios e será exibida na plataforma Hulu. A minissérie, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), vai se concentrar no relacionamento do baterista da banda Mötley Crüe e a estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990, incluindo na trama o famoso vazamento do vídeo de sexo de sua lua de mel particular”. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual dos anos 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento do casal, que levou a um casamento após apenas alguns dias de namoro oficial, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E Rogen também está escalado para viver o homem que roubou a fita infame. Além deles, o diretor Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) participa da produção. Já Pamela Anderson e Tommy Lee não estão envolvidos, mas cientes do que vem por aí.
Alicia Vikander vai estrelar série baseada em Irma Vep
A HBO encomendou uma série limitada baseada no longa-metragem francês “Irma Vep”, de Olivier Assayas, originalmente lançado em 1996. E a atriz sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) está a bordo como protagonista e produtora da atração. A série tem a mesma premissa do filme. Na trama, Vikander, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Garota Dinamarquesa” (2015), interpretará Mira, uma estrela de Hollywood desiludida com sua carreira e uma separação recente, que se muda para a França para estrelar um remake do clássico do cinema mudo francês “Les Vampires”. Aos poucos, porém, as distinções entre ela e a personagem que interpreta passam a se apagar. Na versão original, a personagem principal era vivida Maggie Cheung, que interpretava uma versão de si mesma, contracenando com Jean-Pierre Leaud como um diretor de cinema francês de meia-idade. A adaptação será escrita e dirigida pelo próprio Assayas, autor do filme original, que revelou estar trabalhando no projeto desde maio. A equipe de produção ainda conta com Sam Levinson, o criador de “Euphoria”, e o estúdio indie A24. Além de “Irma Vep”, Vikander também está desenvolvendo uma série baseada em “Disque M para Matar”, de Alfred Hitchcock, com a MGM/UA Television. “Quando surgiu a oportunidade de fazer parceria com Alicia e Olivier, aproveitamos a chance”, disse Francesca Orsi, vice-presidente de programação da HBO, em comunicado. “Olivier é um mestre em tecer narrativas únicas imbuídas de leviandade e drama e Alicia é uma das atrizes mais versáteis e celebradas de nosso tempo. Eles têm uma visão inegável e distinta para a releitura do filme cutuado de Olivier, e mal podemos esperar para compartilhar. ” “Sou um admirador de longa data de Olivier e de seu trabalho”, disse Vikander. “Estou muito animado para trabalharmos juntos e fazer parte do universo expandido de seu excelente clássico cult, ‘Irma Vep’. Há muitas pessoas brilhantes se reunindo e estou muito feliz por fazer parceria com a HBO e a A24 neste projeto especial. ” “Estou imensamente grato a Alicia, A24 e HBO por me dar a incrível oportunidade de explorar e expandir ‘Irma Vep’ em formato de série”, acrescentou Assayas. “Esta é uma comédia que tentará pegar o zeitgeist da mesma forma que a ‘Irma Vep’ original , em um mundo muito diferente, uma era muito diferente, que agora parece estar a anos-luz de distância”, completou. Veja abaixo o trailer do filme original.
Michael Douglas e Christoph Waltz vão estrelar minissérie Reagan & Gorbachev
A Paramount Television Studios contratou Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Christoph Waltz (“Django Livre”) para viverem os papéis principais de “Reagan & Gorbachev”, minissérie sobre o fim da Guerra Fria, que será dirigida por James Foley (“Cinquenta Tons Mais Escuros”). Douglas interpretará o presidente americano Ronald Reagan e Waltz viverá o soviético Mikhail Gorbachev. A produção é baseada no livro “Reagan at Reykjavik: Forty-Eight Hours That Ended the Cold War”, de Ken Adelman, que era o diretor de controle de armas de Reagan, e vai contar os bastidores da histórica cúpula Reagan-Gorbachev de 1986 na Islândia, durante o final de semana que foi o ponto de virada fundamental para encerrar a Guerra Fria. Os líderes dos EUA e da URSS se reuniram para uma cúpula de 48 horas em Reykjavik. Planejada como uma reunião curta e inconsequente para delinear futuras negociações, a reunião rapidamente se voltou para as principais questões internacionais, incluindo a Iniciativa de Defesa Estratégica e a possibilidade de eliminar todas as armas nucleares. Essas negociações estabeleceram as bases para o acordo de armas mais abrangente da História no ano seguinte. Foi um fim de semana que mudou o mundo, e a série pretende oferecer um retrato honesto do que realmente aconteceu, segundo seus criadores. O projeto está atualmente sendo oferecido ao mercado, atraindo ofertas de várias canais e plataformas de streaming.
Julia Roberts vai estrelar e produzir nova série de streaming
A atriz Julia Roberts está retornando para a televisão como estrela e produtora de uma nova série. Depois de “Homecoming”, ela fará “The Last Thing He Told Me”, minissérie dramática, que conta com produção de Reese Witherspoon (“Big Little Lies”). Baseada no vindouro romance homônimo de Laura Dave, a minissérie é uma coprodução da Hello Sunshine, empresa de Witherspoon, e a 20th Television para a plataforma Apple TV+. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista vencedor do Oscar Josh Singer (“Spotlight”) em parceria com sua esposa, que é justamente a escritora do livro original. A trama segue uma mulher (Roberts) que forma um relacionamento inesperado com sua enteada de 16 anos, enquanto busca a verdade sobre o porquê seu marido desapareceu misteriosamente. “The Last Thing He Told Me” ainda não foi lançado. O livro só será publicado pela editora Simon & Schuster em 4 de maio. Apesar disso, já tem uma arte de capa. Confira abaixo.
Your Honor: Nova série criminal com Bryan Cranston bate recorde de audiência
A volta do ator Bryan Cranston às séries, depois de se consagrar com “Breaking Bad”, quebrou o recorde de audiência do canal pago americano Showtime. A estreia de “Your Honor”, em que Cranston vive um juíz fora da lei, foi vista no domingo passado (6/12) por aproximadamente 770 mil espectadores em seu primeiro dia de exibição em todas as plataformas. Essa é a maior audiência na história da Showtime para estreia de séries dramáticas limitadas, superando “The Comey Rule”, que teve 683 mil em sua exibição inicial. Dentre as várias plataformas, o primeiro episódio da série de 10 episódios atraiu 449 mil pessoas ao vivo na exibição televisiva, também superando os 415 mil que assistiram “The Comey Rule” ao vivo em 27 de setembro. Com as reprises, os números saltaram para 570 mil espectadores e outros 200 mil vieram via streaming e on-demand. A projeção da Showtime é que mais de 2 milhões de espectadores vejam a estreia até o fim de semana, contando mais dados de streaming e gravações digitais. “Your Honor” é baseada na série israelense “Kvodo” (2017), que também ganhou adaptação indiana neste ano. A versão americana foi desenvolvida pelo inglês Peter Moffat, criador da famosa série britânica “Criminal Justice” – por sua vez, adaptada pela HBO nos EUA com o título de “Night of”. Na trama, Cranston interpreta a “sua excelência” do título em inglês, um respeitado juiz que coloca sua reputação em jogo para esconder um crime e livrar seu filho de uma condenação por atropelamento ou algo pior, porque a vítima do atropelamento é o filho de um poderoso mafioso, que promete vingança. Hunter Doohan (“Truth Be Told”) interpreta o filho do juiz, Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”) é o poderoso chefão e o elenco ainda destaca Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”), Tony Curran (“Defiance”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Lilli Kay (“Chambers”), Isiah Whitlock Jr. (“The Mist”), David Maldonado (“As Rainhas da Torcida”) e Amy Landecker (“Transparent”). Ainda não há previsão para a série chegar ao Brasil. Veja o trailer da atração abaixo.
Ava DuVernay desenvolve série de super-heroína da DC Comics
A cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”) está desenvolvendo sua segunda série baseada em quadrinhos da DC Comics. Depois de encaminhar na HBO Max a minissérie “DMZ”, que recentemente teve suas primeiras fotos reveladas, ela se juntou à roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) para desenvolver “Naomi”, adaptação dos quadrinhos lançados no ano passado pela DC, com roteiros de Brian Michael Bendis e David F. Walker e ilustrações do artista Jamal Campbell. Naomi é uma jovem em sua jornada para se tornar uma heroína. A adaptação que está sendo escrita por DuVernay e Blankenship pretende mostrar como uma adolescente comum vai de sua pequena cidadezinha até as alturas do multiverso. Quando um evento sobrenatural sacode sua cidade natal, Naomi descobre seus poderes e sua origem, que desafia tudo o que as pessoas acreditam sobre os super-heróis. Por enquanto com apenas um roteiro encomendado, a produção está sendo desenvolvida em parceria com a Warner Bros. TV para a rede The CW, lar do Arrowverso. E se o canal encomendar a série, “Naomi” será a primeira adaptação da DC do CW sem a chancela do produtor Greg Berlanti desde a estreia de “Arrow”. Até “Stargirl”, recém-transferida do DC Universe, é uma produção de Berlanti. Além deste projeto e da minissérie “DMZ”, DuVernay também vai dirigir o filme dos Novos Deuses, quadrinhos da DC criados por Jack Kirby, para a Warner Bros.
Roteirista de Green Book vai transformar Nos Calcanhares da Máfia em série
O roteirista Nick Vallelonga, vencedor recente do Oscar por “Green Book”, está desenvolvendo uma série baseada em “Nos Calcanhares da Máfia” (The Pope of Greenwich Village), filme de 1984 estrelado por Mickey Rourke, Eric Roberts e Daryl Hannah. O drama girava em torno de dois primos, Charlie e Paulie, interpretados por Roberts e Rourke respectivamente, que sem saber roubam a máfia e enfrentam consequências perigosas. Vallelonga está se juntando a Hawk Koch e Gene Kirkwood, produtores do longa original, ao cineasta George Gallo (roteirista de “Bad Boys”) e ao ator/roteirista Chazz Palminteri (“Desafio no Bronx”) para desenvolver uma minissérie de oito horas baseada no filme e no livro best-seller de Vincent Patrick. O motivo do interesse do roteirista premiado é o mesmo que o levou a contar a história de “Green Book”. A produção de “Nos Calcanhares da Máfia” tem relação com Tony Lip, o pai de Vallelonga. “Meu pai, Tony Lip, sobre quem escrevi em ‘Green Book’, desempenhou o papel de Frankie Shy na cena de abertura do filme original, e eu fui um figurante em outra cena, então ter a oportunidade de trabalhar com George e Chazz numa nova versão da incrível história de Vincent Patrick, é realmente um círculo completo e uma grande honra para mim”, disse o escritor, em comunicado sobre o projeto. “’Nos Calcanhares da Máfia’, de Vincent Patrick, não é apenas uma ótima história (o que certamente é), mas também um retrato da cidade de Nova York nos anos 1970/80”, disse Gallo. “Uma cidade cheia de vida. Os clubes. Os restaurantes. Os becos. E os mafiosos que ainda exerciam uma grande influência e poder. É um aceno para um tempo e lugar e uma cidade que se foi e nunca mais voltará. E nossos dois personagens principais, Charlie e Paulie, irão viajar por todos os elementos dessa época vibrante. Para Chazz, Nick e eu, é especialmente emocionante porque estivemos todos lá em nossa juventude e todos nós podemos contar a história com os olhos de pessoas que realmente a viveram.” Palminteri acrescentou: “Escrever com Nick Vallelonga e George Gallo é uma alegria… Todos nós temos nossa própria voz, mas quando escrevemos juntos é uma harmonia perfeita.” O projeto ainda não tem canal ou plataforma definidos, mas não deve demorar a fechar com interessados. Veja abaixo o trailer do filme original.
Minissérie sul-africana da Netflix combina casamento e Natal
A lista de atrações natalinas da Netflix não para de aumentar. A plataforma divulgou agora o trailer legendado de “Como Acabar com o Natal: O Casamento”, série de comédia sul-africana que acompanha um casamento grandioso, marcado para o Natal. Em vez de neve, decoração em tons vermelhos e verde, acompanhada por luzes coloridas, a prévia revela um cenário bem diferente, ao reunir os personagens num hotel de luxo, para uma recepção em clima tropical, onde duas famílias tradicionais pretendem realizar um “casamento do século”. Como o pai do noivo é ministro, a cerimônia ganha ainda mais peso e repercussão. Mas os planos não levam em conta os parentes festeiros dos noivos, como a irmã da noiva, que acaba amanhecendo de ressaca e sem roupas na piscina. “Como Acabar com o Natal: O Casamento” tem apenas três episódios, com direção dos irmãos sul-africanos Katleho Ramaphakela e Rethabile Ramaphakela, responsáveis pela comédia “Solteiramente”, também disponível na Netflix. A estreia está marcada para 16 de dezembro em streaming.
DMZ: Ava DuVernay revela primeiras fotos da adaptação da DC Comics
A cineasta Ava DuVernay divulgou as primeiras fotos de “DMZ”, minissérie baseada em quadrinhos da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, que está sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max. Responsável pela premiada “Olhos que Condenam” na Netflix, DuVernay vai novamente produzir e dirigir os episódios. Ainda sem previsão de estreia, a atração terá apenas quatro episódios, estrelados por Rosario Dawson (“Luke Cage”), Benjamin Bratt (“Star”), Freddy Miyares (“The L Word: Generation Q”) e Hoon Lee (“Banshee”), que são os destaques das fotos reveladas. “DMZ” se passa num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos, e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa “zona desmilitarizada” em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo. É nesse cenário que Matty Roth, um jornalista e fotógrafo, se infiltra na área, onde conhece Zee, uma ex-estudante de medicina que ficou para trás após o exército abandonar a ilha. A premissa envolve combates com gangues e milícias, e tem vários pontos em comum com o cenário distópico de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. Este é o segundo projeto da diretora envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela também desenvolve um filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro. Sure am! Here’s what our vision of #DMZ looks like. More to come. Let’s go! https://t.co/QWXRQyFmz5 pic.twitter.com/Q2RRrXfPr0 — Ava DuVernay (@ava) November 19, 2020












