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    Michelle Williams dá à luz seu segundo filho

    18 de junho de 2020 /

    A atriz Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) deu à luz seu segundo filho, o primeiro com o marido, o diretor Thomas Kail (“Grease: Ao Vivo”), com quem se casou em março. O nascimento foi revelado pela revista US Weekly, que não conseguiu confirmar o sexo da criança. A atriz já tem uma filha, Matilda Ledger, fruto de seu relacionamento com o falecido ator Heath Ledger (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”). Matilda nasceu em 2005, quando Williams e Ledger eram noivos, três anos antes da morte do ator aos 28 anos. Williams conheceu o seu atual marido na produção da série “Fosse/Verdon”, que ele dirigiu. A atriz venceu um Globo de Ouro e um Emmy pela performance na série, onde interpretava Gwen Verdon, icônica estrela da Broadway.

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    Continuação de Venom define título e data de estreia no Brasil

    29 de abril de 2020 /

    A Sony definiu o título nacional e a data de estreia da continuação de “Venom” no Brasil. “Venom: Let There Be Carnage” foi batizado de “Venom: Tempo de Carnificina” e chegará aos cinemas nacionais em 24 de junho de 2021, um dia antes do lançamento nos EUA. O título oficial refere-se ao vilão Carnificina (Carnage, em inglês), introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme, com interpretação de Woody Harrelson. Fotos do set já revelaram o visual do personagem em sua identidade de Cletus Kasady, antes de sua transformação num simbionte assassino. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock/Venom e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek. Para completar, a direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa. A sequência de “Venom” foi um dos lançamentos que sofreu adiamento devido à pandemia do novo coronavírus — antes, a produção deveria chegar aos cinemas em outubro deste ano. Apesar da nova data de estreia, o longa não terminou as filmagens e permanece com sua produção suspensa devido à pandemia – e sem previsão para retomar os trabalhos.

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    Tom Hardy sugere que Venom e Homem-Aranha vão se enfrentar no novo filme

    22 de abril de 2020 /

    O ator Tom Hardy publicou mais uma imagem da continuação de “Venom” rapidamente deletada em seu Instagram. Ele tem feito revelações que não deveria e, desta vez, a ilustração indicava um possível confronto entre Venom e o Homem-Aranha no novo filme. A imagem mostrava Venom arrancando pedaços de uma pessoa com o uniforme do Aranha. Ela foi copiada e acabou chegando no Twitter de alguns fãs. Veja abaixo uma reprodução. Vale lembrar que fotos do set chegaram a flagrar um dublê se pendurando em arames, que poderiam ser teias e representar a participação do Homem-Aranha no longa. Os paparazzi fotografaram uma cena em que um dublê sustentado pelos cabos carregava outro. Enquanto o principal profissional da cena chegava a lembrar vagamente Tom Holland, o outro tinha as características físicas de Tom Hardy, o intérprete de Eddie Brock, o Venom. Será? Veja as fotos aqui. Com o título oficial de “Venom: Let There Be Carnage” (que haja carnificina), o filme teve seu lançamento, originalmente previsto para outubro, adiado para junho de 2021 devido à pandemia do novo coronavírus. RIP Peter Parker? pic.twitter.com/dlLj2n6MzT — BD (@BrandonDavisBD) April 21, 2020

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    Teaser da continuação de Venom confirma título e nova data de estreia

    22 de abril de 2020 /

    Depois de anunciar o título e a nova data de estreia da continuação de “Venom”, a Sony liberou um teaser que confirma as informações e ainda revela o logotipo do filme. Por enquanto sem tradução oficial no Brasil, “Venom: Let There Be Carnage” (que haja carnificina) teve seu lançamento, originalmente previsto para outubro, adiado para junho de 2021 devido à pandemia do novo coronavírus. O título refere-se ao vilão Carnificina (Carnage, em inglês), introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme, com interpretação de Woody Harrelson. Fotos do set já revelaram o visual do personagem em sua identidade de Cletus Kasady, antes de sua transformação num simbionte assassino. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock/Venom e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek, namorada do Carnificina. Para completar, a direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa. Apesar da definição da estreia, a sequência permanece com sua produção suspensa devido à pandemia e ainda não tem previsão para ser retomada.

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    Continuação de Venom ganha título oficial e nova data de estreia

    21 de abril de 2020 /

    A Sony oficializou o adiamento e revelou o título da continuação de “Venom”. O filme vai se chamar em inglês “Venom: Let There Be Carnage” (Que Haja Carnificina) e seu lançamento, originalmente previsto para outubro, foi transferido para junho de 2021. O nome oficial da produção refere-se ao vilão Carnificina, introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme com interpretação de Woody Harrelson. Fotos do set já revelaram o visual do personagem em sua identidade de Cletus Kasady, antes de sua transformação num simbionte assassino. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock/Venom e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek, namorada do Carnificina. Para completar, a direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa. Prevista para ser uma filmagem bastante corrida, a produção foi suspensa devido à precaução contra a pandemia do novo coronavírus e ainda não tem previsão para ser retomada.

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    Venom 2: Fotos do set revelam visual completo de Woody Harrelson e cena com “homem-aranha”

    24 de fevereiro de 2020 /

    Os paparazzi do site Just Jared registraram mais um dia de filmagens de “Venom 2” em São Francisco – cidade californiana que atualmente recebe também a produção de “Matrix 4”. As imagens revelam mais claramente o visual de Woody Harrelson como Cletus Kasady, o serial killer que se torna o supervilão Carnificina. O ator foi flagrado de camisa florida e peruca enquanto filmava e discutia uma cena com o diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”). Uma cena curiosa, envolvendo dois dublês, também foi clicada, em que um deles demonstra habilidades de Homem-Aranha, ao carregar o outro nas alturas da cidade com o auxílio de cabos (teias?). Aquele que carrega chega a lembrar vagamente Tom Holland, enquanto o carregado tem as características físicas de Tom Hardy, que interpreta Eddie Brock, o Venom. Será? O elenco da produção também inclui a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como Shriek, amante de Cletus, e Michelle Williams, que volta ao papel de Anne Weying, a namorada de Brock. A estreia está marcada para daqui a meio ano, em 2 de outubro.

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    Tom Hardy revela novas fotos dos bastidores de Venom 2

    23 de fevereiro de 2020 /

    O ator Tom Hardy e o fotógrafo Greg Williams, responsável pelas fotos oficiais do set de “Venom 2”, compartilharam cinco imagens dos bastidores da produção da Sony no Instagram. Uma das fotos, tiradas por Hardy, é um registro do próprio fotógrafo atrás de sua câmera. As outras duas disponibilizadas pelo astro captam a roteirista Kelly Marcel (que também escreveu o primeiro “Venom”) e o diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”). Já as duas fotos de Williams são imagens de Hardy – sozinho na chuva, e numa conversa animada com Woody Harrelson, que aparece de peruca como Cletus Kasady, o serial killer que se torna o supervilão Carnificina. A continuação também destaca em seu elenco as atrizes Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), e Michelle Williams, que volta ao papel de Anne Weying, a namorada de Eddie Brock/Venom (Hardy). As filmagens estão acontecendo na cidade americana de São Francisco, na Califórnia, e a estreia está marcada para daqui a sete meses, em 2 de outubro nos EUA. Ver essa foto no Instagram Serkis and Marcel 💯🔥 V2 ♠️ Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 22 de Fev, 2020 às 7:50 PST Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 22 de Fev, 2020 às 6:38 PST Ver essa foto no Instagram Greg 💯@gregwilliamsphotography Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 22 de Fev, 2020 às 7:41 PST Ver essa foto no Instagram Tom Hardy behind the scenes last night #venom #eddiebrock @sonypictures #gregwilliams #gregwilliamsphotography #leicaq2 Uma publicação compartilhada por Greg Williams (@gregwilliamsphotography) em 22 de Fev, 2020 às 7:22 PST Ver essa foto no Instagram Tom and Woody #venom 2020 last night in San Francisco #eddiebrock @sonypictures #gregwilliams #gregwilliamsphotography #leicaq2 Uma publicação compartilhada por Greg Williams (@gregwilliamsphotography) em 22 de Fev, 2020 às 8:05 PST

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    Venom 2: Vídeos do set flagram Woody Harrelson como o vilão Carnificina

    18 de fevereiro de 2020 /

    As filmagens de “Venom 2” estão acontecendo em São Francisco – cidade californiana que atualmente recebe também a produção de “Matrix 4” – e os primeiros vídeos com bastidores da produção começaram a aparecer nas redes sociais na segunda (17/2). Um fã conseguiu flagrar com bastante proximidade uma cena em que Woody Harrelson aparece como Cletus Kasady, o serial killer que se torna o supervilão Carnificina. O vídeo revela que o personagem recebe diversos tiros de um policial, mas não se abala, reagindo como se manifestasse seus poderes (que devem ser acrescentados como efeitos visuais na pós-produção). O ator já tinha aparecido no papel nas cenas pós-créditos do primeiro “Venom”, e agora deverá enfrentar o personagem-título da franquia, vivido por Tom Hardy. Além de Venom e Carnificina, o longa ainda trará outra vilã dos quadrinhos. A atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), vai interpretar Shriek, que é amante de Cletus. A continuação também inclui Michelle Williams em seu elenco, novamente no papel de Anne Weying, a namorada de Eddie Brock, o Venom. Atrás das câmeras, o ator e diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”) substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa, numa filmagem bastante corrida – considerando que a estreia está marcada para daqui a sete meses, em 2 de outubro. "#CletusKasady scene. #carnage #venom2 #venom source: @msmugler"https://t.co/0Lu0UtBiyV#TomHardy #WoodyHarrelson #ETHX pic.twitter.com/MvXfxYiMvv — E.T.H.X. (@ETHXTomHardy) February 17, 2020 Found #Venom2 filming a block away from my apartment tonight pic.twitter.com/2x9RQxAI9t — Blue🦄PandaNW🦄 (@nw_panda) February 17, 2020

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    Venom 2: Tom Hardy revela primeira foto de Woody Harrelson na continuação

    17 de fevereiro de 2020 /

    O ator Tom Hardy compartilhou no Instagram a primeira foto de bastidores das filmagens de “Venom 2”, que entretanto foi deletada em poucos minutos. Isto porque ele não escolheu a si mesmo para divulgar e acabou confirmando a participação e o papel do ator Woody Harrelson (“Zumbilândia”). “Oi, Cletus”, escreveu Hardy, ao lado da imagem, que pode ser conferida acima, salva antes do post ser apagado. Na trama, Harrison interpretará Cletus Kasady, mais conhecido nos quadrinhos da Marvel como o vilão Carnificina. O ator já tinha aparecido no papel nas cenas pós-créditos de “Venom”, e agora enfrentará o personagem-título da franquia, vivido por Tom Hardy. Além de Venom e Carnificina, a produção ainda trará outra vilã dos quadrinhos. A atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), vai interpretar Shriek, que é amante de Cletus. A continuação também inclui Michelle Williams em seu elenco, novamente no papel de Anne Weying, a namorada de Eddie Brock, o Venom. Atrás das câmeras, o ator e diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”) substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa, numa filmagem bastante corrida – considerando que a estreia está marcada para daqui a sete meses, em 2 de outubro.

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    Era uma Vez em Hollywood vence o Critics Choice Awards 2020

    13 de janeiro de 2020 /

    Uma semana depois da imprensa estrangeira de Hollywood, foi a vez dos críticos americanos distribuírem seus prêmios de cinema e TV com transmissão ao vivo pela televisão. O Critics Choice Awards 2020 realizou sua cerimônia no domingo (12/1) com resultados muito similares ao Globo de Ouro, mas com uma diferença crucial: os americanos não consideraram “Era uma Vez em Hollywood” uma comédia. Assim, no confronto direto, o ganhador do Globo de Ouro de Melhor Comédia superou o dono do Globo de Ouro de Melhor Drama. “Era uma Vez em Hollywood” foi o grande vencedor da noite. Além do troféu de Melhor Filme, “Era uma Vez em Hollywood” repetiu as duas vitórias que tinha conquistado na semana passada, com prêmios para Brad Pitt, como Melhor Ator Coadjuvante, e Quentin Tarantino, pelo Roteiro Original, e ainda acrescentou uma estatueta de Melhor Direção de Arte (de Barbara Ling e Nancy Haigh), que elevou seu total para quatro prêmios, mais que qualquer outra produção. Os quatro vencedores das categorias de interpretação também refletiram a lista consagrada pelo Globo de Ouro: além de Pitt, a coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”), a atriz Renée Zellweger (“Judy”) e o ator Joaquin Phoenix (“Coringa”). O Critics Choice não distingue entre atores de Comédia e Drama, mas tem dois troféus extras, que foram entregues ao menino Roman Griffin Davis (“Jojo Rabbit”) como Melhor Ator Jovem e ao elenco de “O Irlandês”. Filme com maior quantidade de indicações da 25ª edição do evento dos críticos televisivos americanos, “O Irlandês” conquistou apenas esta vitória, de suas 14 nomeações. Já “1917”, que ficou com o Globo de Ouro de Melhor Drama, dobrou o reconhecimento ao inglês Sam Mendes como Melhor Diretor, mas desta vez num empate com o sul-coreano Bong Joon Ho (“Parasita”). O suspense asiático ainda conquistou o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, enquanto “1917” faturou Melhor Edição (Lee Smith) e Fotografia (do veterano Roger Deakins). “Toy Story 4” (Melhor Animação), “Vingadores: Ultimato” (Melhor Filme de Ação), “Meu Nome É Dolemite” (Melhor Comédia) e “Nós” (Melhor Filme Sci-fi ou Terror) completaram a lista de vencedores por gênero na parte cinematográfica da premiação, que ainda incluiu uma homenagem ao ator Eddie Murphy, consagrado com um troféu especial pelas realizações de sua carreira. Para completar, as categorias televisivas foram dominadas por “Succession” (Melhor Série de Drama), “Fleabag” (Melhor Série de Comédia) e “Olhos que Condenam” (When They See Us, Melhor Minissérie). Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Filmes Melhor Filme “Era uma Vez em Hollywood” Melhor Ator Joaquin Phoenix (“Coringa”) Melhor Atriz Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt (“Era uma vez em Hollywod”) Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”) Melhor Ator/Atriz Jovem Roman Griffin Davis (“Jojo Rabbit”) Melhor Elenco “O Irlandês” Melhor Direção Bong Joon Ho (“Parasita”) e Sam Mendes (“1917”) Melhor Roteiro Original Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Roteiro Adaptado Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) Melhor Fotografia Roger Deakins (“1917”) Melhor Direção de Arte Barbara Ling, Nancy Haigh (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Edição Lee Smith (“1917”) Melhor Figurino Ruth E. Carter (“Meu Nome É Dolemite”) Melhor Cabelo e Maquiagem “O Escândalo” Melhores Efeitos Visuais “Vingadores: Ultimato” Melhor Animação “Toy Story 4” Melhor Filme de Ação “Vingadores: Ultimato” Melhor Comédia “Meu Nome É Dolemite” Melhor Filme Sci-fi ou Terror “Nós” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Música “Glasgow (No Place Like Home)” (“As Loucuras de Rose”) e “(I’m Gonna) Love Me Again” (“Rocketman”) Melhor Trilha Sonora Hildur Guðnadóttir (“Coringa”) Séries Melhor Série de Drama “Succession” Melhor Ator em Série de Drama Jeremy Strong (“Succession”) Melhor Atriz em Série de Drama Regina King (“Watchmen”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Billy Crudup (The Morning Show) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Jean Smart (“Watchmen”) Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Andrew Scott (“Fleabag”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Minissérie “When They See Us” Melhor Telefilme “El Camino: A Breaking Bad Movie” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Jharrel Jerome (“When They See Us”) Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård (“Chernobyl”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Toni Collette (“Unbelievable”) Melhor Série Animada “BoJack Horseman” Melhor Talk Show “The Late Late Show with James Corden” e “Late Night with Seth Meyers” Melhor Especial de Comédia “Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s All in the Family and The Jeffersons”

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    1917 e Era uma Vez em Hollywood vencem o Globo de Ouro 2020

    6 de janeiro de 2020 /

    O Globo de Ouro 2020 premiou “1917” e “Era uma Vez em Hollywood” como Melhores Filmes do ano, respectivamente nas categorias de Drama e Comédia. Seus diretores, também. Sam Mendes levou o troféu de Melhor Direção e Quentin Taratino o de Melhor Roteiro. Mas na soma de prêmios, “Hollywood” levou um troféu a mais: Melhor Ator Coadjuvante, conquistado por um sorridente Brad Pitt. As estatuetas de interpretação dramática ficaram com os favoritos, Joaquin Phoenix, por “Coringa”, e Renée Zellweger, por “Judy”, enquanto Taron Egerton e Awkwafina venceram em Comédia ou Musical, respectivamente por “Rocketman” e “The Farewell”. Vale ressaltar que “The Farewell” representa o desempenho mais dramático da carreira de Awkwafina. Embora a atriz seja conhecida como comediante, o filme da diretora Lulu Wang não é, de forma alguma, uma comédia. Assim como é possível questionar o quanto “Era uma Vez em Hollywood” é mais cômico que os demais filmes de Tarantino – todos considerados Dramas nos Globos de Ouro pregressos. O fato é que essas imprecisões só aumentam o folclore a respeito da falta de seriedade do troféu com o globo dourado, mesmo com interesses corporativos reforçando o mito da sua suposta importância – nunca é demais lembrar que no máximo 90 votantes elegem os 25 vencedores. A relevância do prêmio é alimentada pela rede NBC, que assumiu sua transmissão após perder o Oscar para a ABC em 1976, e pelos estúdios de cinema, que inflam o significado do prêmio para impulsionar filmes recém-lançados. É o caso de “1917”, que só vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Podem apostar: o filme vai ganhar um novo pôster com seus dois Globos de Ouro em destaque. O próprio Sam Mendes apontou, ao receber o troféu de Melhor Filme, que o reconhecimento ajudaria a levar mais público para ver seu filme no cinema. E isso realmente é verdade. O Globo de Ouro não é um premiação da indústria de entretenimento americana, como o Oscar, mas sua transmissão televisiva é uma forte ferramenta de divulgação, que inclui um verniz de prestígio embalado e marketado por Hollywood. Pela falta de solenidade, o Globo de Ouro é também a cerimônia em que os vencedores jogam as regras para cima, dando discursos muito mais longos que o combinado, repletos de palavrões e também mais politizados – o que torna o Oscar monótono, em comparação. Um exemplo típico foi representado por Joaquin Phoenix, ao receber seu troféu de atuação por “Coringa”. Metade de seu agradecimento foi censurada, com corte de som, tornando-se mais desconexo do que o habitual. Mas outros discursos desafiaram limites de duração para ressoar de forma integral, cortados apenas por aplausos efusivos. Ao agradecer sua vitória como Melhor Atriz de Minissérie, por “Fosse/Verdon”, Michelle Williams fez um verdadeiro manifesto, frisando a palavra choice (escolha), um dos slogans da luta feminista por direitos como contracepção e aborto. “Quando você coloca isso [troféu] nas mãos de uma pessoa, reconhece as escolhas que ela fez como ator. Momento a momento, cena a cena, dia a dia”, ela começou. “Mas você também reconhece as escolhas que ela faz como pessoa. A educação que ela busca, o treinamento que procura, as horas que dedica. Sou grata pelo reconhecimento das escolhas que fiz e também por viver em um momento em nossa sociedade em que essa escolha existe, porque, como mulheres e meninas, coisas podem acontecer aos nossos corpos”, ela continuou. “Eu não teria sido capaz de fazer meu papel sem empregar meu direito de escolher como uma mulher”, acrescentou. “Escolher quando ter meus filhos e com quem. Quando me sentir apoiada e capaz de equilibrar nossas vidas, sabendo, como todas as mães sabem, que a balança deve se inclinar para nossos filhos”. A atriz acrescentou que suas escolhas podem ser diferentes das dos espectadores. “Mas graças a Deus, ou a quem você ora, que vivemos em um país fundado no princípio de que eu sou livre para viver pela minha fé e você é livre para viver pela sua”, disse ela. “Então, mulheres, de 18 a 118 anos, quando for a hora de votar, faça-o por seu próprio interesse. É o que os homens fazem há anos, e é por isso que o mundo se parece tanto com eles”, continuou ela. “Não esqueçam que somos o maior gênero de eleitores neste país. Vamos fazer com que ele se pareça mais com a gente”. Com esse texto vigoroso, Michelle Williams mostrou quão sem graça e ultrapassado se tornou Ricky Gervais, o apresentador da noite, que em seu monólogo inicial também soltou uma palavrão, mas para condenar discursos politizados no evento. De fato, Gervais desafinou completamente do tom da premiação, que já tinha embutido politização na escolha de uma de suas homenageadas, Ellen DeGeneres, cujo pioneirismo em se assumir gay na televisão americana, durante os anos 1990, abriu caminho para um mundo muito mais tolerante. Alguém poderia dizer até que abriu caminho para o século 21, mas, infelizmente, num outro país, piadas sobre homossexualidade ainda geram coquetéis molotov de militantes fascistas. Algumas marcas do próprio Globo de Ouro merecem ser citadas antes da lista dos vencedores. Com sua vitória por “The Farewell”, Awkwafina se tornou a primeira atriz asiática premiada pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood. A islandesa Hildur Guðnadóttir também fez história ao conquistar o troféu de Melhor Trilha Sonora por “Coringa”, virando a primeira mulher a vencer o prêmio sozinha desde que ele foi criado – até então, apenas outra compositora tinha ficado com a estatueta, Lisa Gerrard, que dividiu a honra com Hans Zimmer por “Gladiador”, há 20 anos. Também chamou atenção o fiasco da Netflix. Estúdio com maior quantidade de indicações – 34, somadas entre filmes e séries – , a plataforma só venceu dois prêmios, ambos de interpretação. As performances de Olivia Colman, Melhor Atriz em Série Dramática, por “The Crown”, e de Laura Dern, Melhor Atriz Coadjuvante de cinema, por “História de um Casamento”, impediu um desastre maior – como, por exemplo, o desempenho de “O Irlandês”, grande aposta da empresa, premiada zero vezes. A sensação deve ter sido ainda mais amarga nas categorias televisivas, onde a plataforma ficou atrás da HBO e de seus rivais de streaming, Amazon e Hulu. Graças a “Chernobyl” e “Succession”, a HBO liderou a relação de séries, com quatro troféus. Amazon e Hulu aparecem em seguida com dois troféus cada, enquanto Showtime e FX empataram com a Netflix com um Globo de Ouro televisivo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” Melhor Ator de Drama Joaquin Phoenix, “Coringa” Melhor Atriz de Drama Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator de Comédia ou Musical Taron Egerton, “Rocketman” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, “The Farewell” Melhor Diretor Sam Mendes, “1917” Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern, “História de um Casamento” Melhor Animação “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Roteiro Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Trilha Sonora “Coringa”, Hildur Gudnadóttir Melhor Canção “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Fleabag” (Amazon) Minissérie ou Telefilme “Chernobyl” (HBO) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” (HBO) Melhor Atriz de Drama Olivia Colman, “The Crown” (Netflix) Melhor Ator de Comédia ​Ramy Yousef, “Ramy” (Hulu) Melhor Atriz de Comédia ​Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” (Amazon) ​​Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Russell Crowe, “The Loudest Voice” (Showtime) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” (FX) Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård, “Chernobyl” (HBO) Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette, “The Act” (Hulu)

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    Naomie Harris vai viver vilã da Marvel no segundo filme de Venom

    18 de outubro de 2019 /

    A atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), está em negociações para atuar na sequência de “Venom”. Conhecida também por seus papéis nas franquias “007” e “Piratas do Caribe”, ela deve interpretar a vilã Shriek. Nos quadrinhos da Marvel, Shriek tem o superpoder de manipular o som de várias maneiras possíveis e desorientar os seus oponentes, além de mexer com o lado sombrio de suas vítimas. Sua infância foi turbulenta e chegou a ter problema com drogas, tornando-se uma traficante. Ela também é amante de Cletus Kasady, o sanguinário Carnificina, que deve ser o vilão principal de “Venom 2”, após ser introduzido na cena pós-crédito do primeiro filme na pele do ator Woody Harrelson (“Zumbilândia”). A continuação será novamente estrelada por Tom Hardy e Michelle Williams. Mas há novidades atrás das câmeras. Desta vez, a direção estará a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer. “Venom 2” tem estreia marcada para 2 de outubro de 2020 – um cronograma bastante apertado para uma produção que ainda nem terminou de escalar seu elenco.

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    Emmy 2019: Vitória arrasadora de Fleabag eclipsa prêmios de Game of Thrones

    23 de setembro de 2019 /

    A cerimônia do Emmy 2019 consagrou “Fleabag”. Grande vencedora da cerimônia deste domingo (22/9) em Los Angeles, a série conquistou quatro prêmios, o dobro de “Game of Thrones” e mais que qualquer outra produção, praticamente dominando as categorias de Comédia. Para quem esperava ver uma noite de consagração de “Game of Thrones”, o impacto da série da Amazon praticamente eclipsou as conquistas da produção de fantasia da HBO. A produção britânica venceu os troféus de Melhor Série, Atriz (Phoebe Waller-Bridge), Roteiro (idem) e Direção (Harry Bradbeer) de Comédia, tratorando “Veep” e impedindo Julia Louis-Dreyfus de conquistar seu recorde histórico de vitórias. Além disso, Phoebe Waller-Bridge viu sua outra série na competição, “Killing Eve”, render o prêmio de Melhor Atriz de Drama para Jodie Comer. Ela chegou a dizer que “Isso está ficando ridículo”, ao subir ao palco pela terceira vez. Foi uma grande e bem-vinda surpresa, já que “Fleabag”, apesar de queridinha da crítica, era considerada azarão entre atrações mais consagradas, especialmente “Veep” e “Marvelous Mrs. Maisel”. Se “Veep” passou em branco em sua temporada final, “Mrs. Maisel” conquistou os prêmios de Atriz e Ator Coadjuvantes – após ter vencido na semana passada os troféus de Ator e Atriz Convidados em Comédia. A totalização de seis vitórias somadas entre “Fleabag” e “Mrs. Maisel” no domingo ainda causou um predomínio inesperado de produções da Amazon na categoria de Comédias, contrariando as expectativas de quem apostava num duelo particular entre HBO e Netflix. Para completar, a minissérie “A Very English Scandal” acrescentou mais uma vitória para a plataforma, na categoria de Ator Coadjuvante de Minissérie, vencida pelo inglês Ben Whishaw. Ainda assim, a HBO se saiu como o canal mais premiado da noite, graças a suas produções dramáticas. A principal conquista foi a vitória de “Game of Thrones” como Melhor Série de Drama. Produção com maior número de indicações, a série conquistou apenas outro troféu na cerimônia, dando a Peter Dinklage seu quarto Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Tyrion Lannister. Com isso, o astro se tornou o maior vencedor da categoria. “Chernobyl” foi a segunda produção mais premiada da noite com três troféus: Melhor Minissérie, Direção (Johan Renk) e Roteiro (Craig Mazin). E a HBO ainda somou mais duas vitórias com “Succession”, outras duas com o talk show “Last Week Tonight” e o prêmio de Melhor Ator de Comédia de Bill Hader, por “Barry”, contabilizando nove Emmys ao todo, contra os sete da Amazon. A Netflix acabou em 3º lugar. E seu principal destaque também foi surpreendente. A série “Ozark” rendeu o prêmio de Melhor Direção para o astro Jason Bateman, que superou três cineastas de “Game of Thrones”, e de Melhor Atriz Coadjuvante para a jovem Julia Garner, vencendo nada menos que quatro estrelas de “Game of Thrones”. Grande aposta da plataforma, “Olhos que Condenam” venceu apenas um prêmio: Melhor Ator de Minissérie para Jharrel Jerome. O quarto e último troféu ficou com “Black Mirror: Bandersnatch”, como Melhor Telefilme. Uma das vitórias mais festejadas da noite foi na categoria de Melhor Ator de Drama para Billy Porter, de “Pose”. Ele e Michelle Williams, Melhor Atriz de Minissérie por “Fosse/Verdun”, foram os representantes do canal pago FX. Ambos também fizeram, ao lado de Peter Dinklage e Patricia Arquette, os discursos mais engajados, em prol de maior tolerância, diversidade e igualdade de gêneros, formando um coral pelos direitos e representatividade das minorias na indústria televisiva. Patricia Arquette, por sinal, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjvante de Minissérie por “The Act”, representante solitário da plataforma Hulu. Considerando os prêmios do final de semana passada, onde foram reconhecidos os melhores das chamadas “artes criativas” (prêmios técnicos, jornalísticos, documentários, animações e reality shows), as 10 emissoras com mais conquistas foram: HBO com 34 vitórias, Netflix 27, Amazon 15, National Geographic 8, NBC 7, CNN 5, FX 5, Hulu 4, CBS 4 e Fox 4. Outro dado interessante é que metade dos profissionais premiados por realizações individuais foram britânicos. A Academia da Televisão é dos Estados Unidos, mas se rendeu à qualidade do talento vindo do Reino Unido, especialmente das equipes envolvidas na produção de “Fleabag”, “Chernobyl”, “Last Week Tonight”, “Succession”, “Black Mirror: Bandersnatch” e “A Very English Scandal”. 13 dos 27 troféus da noite acabaram em mãos britânicas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores da premiação principal da Academia. E clique nos links a seguir para lembrar os premiados das categorias de documentário e reality show, os vitoriosos em animação e os principais troféus técnicos do Emmy 2019. Vencedores do Emmy 2019 Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Minissérie “Chernobyl” Melhor Telefilme “Black Mirror: Bandersnatch” Melhor Ator em Série de Drama Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner (“Ozark”) Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Melhor Direção em Série de Comédia Harry Bradbeer (“Fleabag”) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Johan Renck (“Chernobyl”) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong (“Succession”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Craig Mazin (“Chernobyl”) Melhor Programa de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Programa de Variedade “Last Week Tonight” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”

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