Uma Thurman vai presidir EUA na adaptação de “Vermelho, Branco e Sangue Azul”
A Amazon Studios anunciou que Uma Thurman (“Kill Bill”) será a presidente dos EUA na adaptação de “Vermelho, Branco e Sangue Azul”, best-seller romântico LGBTQIAP+ de Casey McQuiston. A personagem de Thurman é a mãe do protagonista da história, Alex Claremont-Diaz (Taylor Zakhar Perez, de “A Barraca do Beijo”). Na trama, após a eleição de sua mãe como presidente, Alex é prontamente escalado como o equivalente americano a um príncipe. Bonito, carismático, brilhante – sua imagem é puro ouro de marketing milenar para a Casa Branca. Há apenas um problema: Alex tem uma rixa de longa data com seu equivalente real do outro lado do oceano, Henry (Nicholas Galitzine, de “Jovens Bruxas”), que é um príncipe de verdade. E quando os tabloides conseguem uma foto de uma briga entre os dois, as relações entre os EUA e o Reino Unido entram em crise. Chefes das família, dos estados e outros manipuladores elaboram um plano para controlar os danos: encenar uma trégua entre os dois rivais. O que a princípio começa como uma amizade falsa e instagramável se transforma em algo mais significativo do que Alex ou Henry poderiam imaginar. Logo Alex se vê envolvido em um romance secreto com um Henry surpreendentemente desajeitado, o que pode complicar a campanha de reeleição de sua mãe e implodir de vez as relações entre as duas nações. A situação levanta a questão: o amor pode salvar ou condenar o mundo, afinal? O dramaturgo Matthew López (“The Inheritance”), vencedor do Tony, escreveu e vai dirigir a adaptação, em sua estreia em longas-metragens. A produção é de Greg Berlanti (o criador do “Arrowverso”) com sua sócia Sarah Schechter, da Berlanti/Schechter Films. “Estou muito feliz que Uma se juntará a nós para interpretar a presidente Claremont”, disse López. “Sua inteligência, calor e humor são uma combinação perfeita para o personagem icônico de Casey. Mal posso esperar para estar com ela no nosso Salão Oval.” A adaptação de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” ainda não tem previsão de estreia. It's an Executive Order! The incredible Uma Thurman joins the cast of @PrimeVideo’s newest rom-com, ‘Red, White & Royal Blue’ as President Ellen Claremont. #RWRBMovie pic.twitter.com/qb4iqKG2nW — Amazon Studios (@AmazonStudios) June 2, 2022
Laverne Cox inspira primeira Barbie transexual
A fábrica de brinquedos Mattel anunciou nesta quarta (25/5) que vai lançar a primeira boneca Barbie transexual, inspirada pela atriz Laverne Cox, conhecida pelas séries “Orange Is the New Black” e “Inventando Anna”. Cox se torna, assim, a primeira mulher trans a virar uma boneca da famosa marca. O lançamento vai coincidir com os 50 anos da atriz, data celebrada em 29 de maio. E é uma vitória pessoal, já que ela foi proibida pela mãe de brincar com bonecas na infância. “Quando eu tinha 30 e poucos anos, meu terapeuta me lembrou que nunca é tarde demais para se ter uma infância, e que eu deveria sair e comprar Barbies e brincar com elas como uma forma de curar minha criança interior. E foi o que fiz”, ela contou para a revista People. Animada, Cox comemorou o significado do lançamento. “O que mais me deixa animada sobre a boneca ser lançada é que crianças e jovens trans poderão vê-la, comprá-la e brincar com ela, e saber que há uma Barbie feita pela Mattel, pela primeira vez, semelhante a uma pessoa trans”, disse a atriz. Em um comunicado, Lisa McKnight, vice-presidente executiva e chefe global de Barbie e bonecas da Mattel, disse que a empresa também “não poderia estar mais animada” para fazer parceria com Laverne. “Estamos orgulhosos de destacar a importância da inclusão e aceitação em todas as idades e de reconhecer o impacto significativo de Laverne na cultura com uma Barbie Tribute Collection”, declarou. Ao longo de sua carreira, Laverne também se tornou a primeira atriz trans a receber uma indicação ao Emmy em uma categoria de atuação. Ela também foi a primeira mulher transsexual a ser capa da revista “Time” e a primeira receber uma estátua de cera no museu Madame Tussauds.
Bros: Trailer ousado apresenta primeira comédia romântica gay de Hollywood
A Universal Pictures divulgou o pôster e o trailer ousado de “Bros”, que deve dar o que falar quando chegar aos cinemas. A produção é a primeira comédia romântica gay assumida de um grande estúdio de Hollywood, e a prévia deixa claro que não faz concessões. As piadas – e as cenas – são adultas e fazem questão de demonstrar que o mundo do romance gay difere muito do heterossexual. O filme é escrito e estrelado por Billy Eichner (“American Horror Story”), que fica ultrajado com a proposta do estúdio de fazer uma comédia romântica gay para toda a família. O vídeo mostra que, na verdade, ele fica facilmente ultrajado por muitas coisas. Mas mesmo assim começa a se relacionar com um homem bonito, interpretado por Luke Macfarlane (“Killjoys”). A direção é de Nicholas Stoller (“Vizinhos”), que também trabalhou no roteiro com Eichner, e o elenco ainda inclui TS Madison (“Zola”), Miss Lawrence (“Star”), Symone (“RuPaul’s Drag Race”), Guillermo Diaz (“Scandal”), Guy Branum, Monica Raymund (“Hightown”), Jim Rash (“Community”), Peter Kim (“After Forever”), Bowen Yang (“Awkwafina Is Nora from Queens”), Amanda Bearse (“Um Amor de Família”), Dot-Marie Jones (“Glee”) e Jai Rodriguez (“Not Looking”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, quase dois meses após o lançamento nos EUA.
Atriz trans de “Heartstopper” entra em “Doctor Who”
A atriz Yasmin Finney, que vive Elle Argent na série “Heartstopper” da Netflix, juntou-se ao elenco da 14ª temporada de “Doctor Who”. A rede britânica BBB anunciou que ela interpretará uma personagem chamada Rose e já está gravando suas cenas. Vale lembrar que “Doctor Who” já teve uma Rose famosa antes. Billie Piper interpretou Rose Tyler da 1ª a 4ª temporada do reboot da série clássica, justamente o tempo em que a produção foi comandado por Russel T. Davis, o mentor do resgate de 2005 e que volta a comandar a atração em seus próximos capítulos. A Rose vivida por Finney deve compartilhar as aventuras do Doctor Who vivido por Ncuti Gatwa, o Eric de “Sex Education”, que foi confirmado na semana passada como o 14º Doutor. Além disso, os atores David Tennant e Catherine Tate reprisarão os papéis do Doutor e sua companheira Donna, protagonistas da fase original de Davis na série, como parte das celebrações dos 60 anos de “Doctor Who”. Em comunicado divulgado pela BBC, Finney declarou que “se alguém tivesse dito a Yasmin de 8 anos que um dia ela faria parte dessa série icônica, eu nunca em um milhão de anos acreditaria.” “Essa série tem um lugar no coração de tantas pessoas, então ser vista como uma atriz trans pela lenda Russell, não só fez meu ano, mas fez minha vida. Mal posso esperar para começar esta jornada e para todos vocês verem como a Rosa floresce. Prepare-se”, completou, destacando o fato de ser transexual. A série “Doctor Who” é disponibilizada no Brasil pela Globoplay.
Teaser apresenta série gay do criador de “Emily em Paris”
A Netflix divulgou o primeiro teaser e a data de estreia de “Uncoupled”, nova série de comédia estrelada por Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”). Gay assumido, o ator teve poucas chances de interpretar um homossexual na carreira. A série remedia a situação, mostrando Harris como um homem gay que, após 17 anos de relacionamento, é abandonado pelo marido e precisa lidar com a repentina vida de solteiro. Ele logo descobre que isto não é o fim do mundo, mesmo para quem tem mais de 40 anos, na agitada vida noturna da cidade de Nova York. Criada por Jeffrey Richman (roteirista-produtor de “Modern Family”) e Darren Star (criador de “Sex and the City” e “Emily in Paris”), a série também inclui em seu elenco Emerson Brooks (“Do Fundo do Mar 3”), Colin Hanlon (“The Good Fight”), Iván Amaro Bullón (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) e Jay Santiago (“New Amsterdam”), entre outros. A estreia está marcada para 29 de julho.
Marco Pigossi produz documentário sobre políticos LGBTQIAP+ no Brasil
O ator Marco Pigossi (“Cidade Invisível”) está produzindo um documentário sobre candidaturas de políticos LGBTQIAP+ no Brasil. Intitulado “Corpolítica”, o filme que tem direção e roteiro assinados por Pedro Henrique França (roteirista de “Quebrando o Tabu”). A primeira foto do projeto foi divulgada neste fim de semana e registra Pigossi e França ao lado da vereadora Erika Hilton de São Paulo. Ela é uma das personagens da obra, que discute o vazio de representatividade LGBTQIAP+ na política brasileira. O retrato dos trio foi feito em frente a uma bandeira criada pelo artista Luiz Wachelke para o cenário de entrevistas do longa, que acompanhou as candidaturas de Hilton, Andréa Bak, Monica Benicio e William De Lucca nas eleições de 2020. O lançamento do documentário está previsto para este ano.
“Doutor Estranho 2” é vetado na Arábia Saudita por uma frase
A notícia de que “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” havia sido proibido na Arábia Saudita não foi confirmada oficialmente pelo governo do país. Apesar da empresa AMC Cinemas afirmar que tirou o filme de sua programação por pedido das autoridades árabes, o supervisor responsável pela classificação etária dos filmes na Arábia Saudita afirmou para a AFP que negocia a liberação. Nawaf Alsabhan informou ter pedido para a Disney eliminar as “referências LGBTQIA+” do filme, mas até o momento o estúdio se negou a editar “cerca de 12 segundos” em que uma personagem lésbica, America Chavez, fala sobre suas “duas mães”. “É apenas ela falando de suãs mães, porque tem duas, mas no Oriente Médio é muito difícil passar algo assim”, disse Alsabhan à agência de notícias. “Enviamos a solicitação para a distribuidora e a distribuidora nos encaminhou para a Disney, mas a Disney não está disposta” a realizar as mudanças propostas, acrescentou Alsabhan, que afirma esperar a confirmação do corte para garantir a exibição. “Não foi proibido. Nunca será proibido. Não há motivos. É apenas uma simples edição […] até agora se negaram mas não fechamos a porta, seguimos tentando”, disse o representante sobre a retirada da referência LGBTQIAP+. A Disney sempre aceitou aceitou esse tipo de imposição. Até um beijo de poucos segundos entre duas personagens secundárias femininas de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi censurada para a exibição do filme em países muçulmanos. A Arábia Saudita possui um sistema Judiciário regido pela aplicação estrita da lei islâmica, na qual a homossexualidade pode ser punida até com a pena de morte.
Lizzo lança seu clipe mais dançante
A cantora americana Lizzo lançou o clipe de “About Damn Time”, em que participa de um grupo de suporte para pessoas “estressadas e sexy”. No vídeo assinado por Christian Breslauer (que trabalhou com Anitta em “Boys Don’t Cry”), ela coloca todos os funcionários do prédio em que acontece a reunião, do faxineiro ao pintor, para dançar. Um detalhe é que, enquanto dança, Lizzo assume uma persona glamourosa, com cabelo laqueado e traje azul brilhante. A imagem de queen combina com a letra de “About Damn Time”, que embala um refrão sobre sair do armário (“I’m comin’ out tonight”). Estrela de várias paradas Pride, Lizzo já tinha mencionado sua bissexualidade em entrevistas e agora canta que precisa de “um homem ou uma mulher sentimental” para se sentir motivada. Primeiro single da cantora desde agosto do ano passado, quando lançou “Rumors”, sua parceria com Cardi B, a música também aponta uma nova direção para Lizzo. Extremamente dançante, segue a linha nu disco, uma versão moderna e também nostálgica da disco music, que vigorou na época do Daft Punk e ressurgiu há alguns anos com hits de The Weeknd, até explodir nas paradas com Dua Lipa no ano passado. O novo álbum de estúdio de Lizzo deve sair ainda este ano, embora não haja data confirmada.
Kristen Stewart vai viver novo romance lésbico no cinema
Kristen Stewart definiu seu próximo projeto após ser indicada ao Oscar por “Spencer”: o romance lésbico “Love Lies Bleeding”, escrito e dirigido pela cineasta britânica Rose Glass (“Saint Maud”). O filme tem uma premissa curiosa, apresentado como uma história de amor ambientada no mundo do fisiculturismo feminino. A trama vai abordar as “qualidades extremas necessárias para ser bem-sucedida neste meio”. A personagem de Stewart é a namorada superprotetora de longa data de uma fisiculturista, que ainda não foi escalada. Esta será a segunda produção em que Stewart vai viver uma lésbica fora do armário, desde que passou a assumir seus romances com mulheres. A primeira foi a divertida comédia natalina “Alguém Avisa?”, em que formou par com Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). Produção do estúdio indie A24, “Love Lies Bleeding” ainda não tem data de lançamento prevista. Recentemente, Stewart completou as filmagens de “Crimes of the Future”, dirigido por David Cronenberg, que terá sua première no Festival de Cannes deste ano.
“Animais Fantásticos 3” escondeu sexualidade de Dumbledore em estreia na China
A exibição de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” na China cortou todas as referências à homossexualidade de Dumbledore (Jude Law), incluindo um diálogo do filme. A diferença entre as edições foi revelada por um jornal australiano. A solicitação dos cortes foi feita pelo governo chinês e acatado pela Warner. Em comunicado enviado à imprensa dos EUA, o estúdio justificou a atitude explicando que, mesmo com a edição, história e “espírito” de “Os Segredos de Dumbledore” permaneceriam os mesmos. Só que não. A relação entre Dumbledore era muito mais que amizade com o vilão Grindelwald (Mads Mikkelsen) e o conflito se dá também no coração do futuro mentor de Harry Potter. Em “Animais Fantásticos 3”, Dumbledore assume para Grindelwald que “estava apaixonado por você” e relembra o passado dos dois como “o verão no qual Gerardo e eu nos apaixonamos”, ao comentar sua relação com o vilão para Newt (Eddie Redmayne) e seus aliados. Na prática, a Warner devolveu Dumbledore para o armário, lembrando a época muito antiga em que alguns galãs de Hollywood recebiam a recomendação de esconder do público e da mídia que eram gays. “Como estúdio, estamos comprometidos em proteger a integridade de todos os filmes que lançamos, e isso se estende a circunstâncias que exigem cortes sutis para responder com sensibilidade a uma variedade de fatores do mercado. Nossa esperança é lançar nossos filmes em todo o mundo conforme idealizado por seus criadores, mas historicamente enfrentamos pequenas edições feitas em mercados locais”, explicou o comunicado da Warner. “No caso de ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’, um corte de seis segundos foi solicitado, e a Warner Bros. aceitou essas mudanças para cumprir os requisitos locais, mas o espírito do filme permanece intacto. Queremos que o público em todo o mundo veja e aproveite esse filme, e é importante para nós que o público chinês tenha a oportunidade de experimentá-lo também, mesmo com essas pequenas edições”, completa o texto. “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” estreou na China na última sexta (8/4), onde rendeu cerca de US$ 10 milhões em seu primeiro fim de semana. O valor representa um declínio notável em relação aos antecessores da franquia no país, mas reflete o fechamento de metade do parque exibidor do país devido a uma nova onda de covid-19. Em comparação, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” de 2016 abriu com US$ 40 milhões e “Os Crimes de Grindelwald” estreou com US$ 36 milhões na China. No Brasil, o terceiro longa da franquia spin-off de Harry Potter estreia nos cinemas nesta quinta-feira (14/4).
Sam Elliott pede desculpas por declarações polêmicas sobre “Ataque dos Cães”
O veterano ator Sam Elliott pediu desculpas por declarações de teor homofóbico sobre “Ataque dos Cães”, após suas frases repercutirem na véspera do Oscar 2022. Elliott se mostrou arrependido da entrevista polêmica concedida ao podcast “WTF with Marc Maron” e lamentou o fato durante sua participação num evento promovido pelo site americano Deadline na tarde deste domingo (10/4). “Aquele filme mexeu comigo, e ao tentar expressar como ele mexeu comigo… Eu não fui muito bem articulado. Não consegui dizer o que pensava de uma boa forma, e acabei falando algumas coisas que machucaram as pessoas. Eu me sinto terrível por isso”, disse o ator indicado ao Oscar por “Nasce uma Estrela” (2018). Elliott demonstrou todo o seu descontentamento com “Ataque dos Cães” ao definir a produção da Netflix como um “pedaço de merd*”. Sua principal objeção foi contra as alusões à homossexualidade no universo viril dos cowboys. No filme, o protagonista Phil Burbank, vivido pelo ator Benedict Cumberbatch, reprime sua orientação sexual justamente devido ao contexto da ambientação. “Eu não gostei. E sou o cara que fez westerns toda a vida. Foi a evisceração do Oeste americano”, reclamou, apontando o motivo: “Há todas essas alusões de homossexualidade ao longo do filme.” Ele também reclamou que Cumberbatch aparece poucas vezes cavalgando, e disse ter levado isso para o lado pessoal. “Onde está o faroeste nesse faroeste? Levei isso para o pessoal, amigo”, declarou. E ainda disse que Jane Champion não poderia comandar um filme sobre o Velho Oeste por ter nascido na Nova Zelândia e não nos EUA. “Ela é uma diretora brilhante. Adoro seus trabalhos anteriores. Mas que caral** essa mulher de lá debaixo, da Nova Zelândia, sabe sobre o Oeste Americano? E por que caral** o filme foi rodado na Nova Zelândia, mas chama aquilo de Montana e diz ‘é assim que era’?”, questionou, em tom de indignação. Diante da repercussão negativa de seus comentários grosseiros, ele agora decidiu ressaltar que a comunidade LGBTQIAP+ sempre apoiou sua carreira “desde antes de ser alguém nessa indústria”. “Essas pessoas foram minhas amigas em todos os níveis, e já trabalham comigo de todas as formas – daquela época até hoje, como o meu agente há décadas, que é também um querido amigo”. “Eu sinto muito por ter machucado qualquer um desses amigos, e também por ter machucado uma pessoa que eu amo… e qualquer outro que tenha ouvido as palavras que eu disse”, completou o ator. Sam Elliott atualmente integra o elenco da série “1883”, da Paramount+, passada no Velho Oeste americano.
Charlize Theron vai produzir série sobre herói Aqualad
A estrela Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) está desenvolvendo uma série baseada numa graphic novel da DC Comics. Trata-se de “You Brought Me the Ocean”, criada pelo mexicano Alex Sanchez (“Rainbow Boys”) e a francesa Jul Maroh (“Azul É a Cor mais Quente”), sobre um adolescente que descobre superpoderes junto ao despertar de sua sexualidade. Publicada em 2020, a história acompanha Jackson Hyde, um adolescente do Novo México que por toda sua vida sentiu vontade de escapar do deserto que o cerca para encontrar o oceano. Quando ele se vê atraído pelo capitão da equipe de natação da escola, começa a manifestar estranhas habilidades, que incluem respirar embaixo d’água. Originalmente, Jackson Hyde foi introduzido 12 anos atrás como o segundo Aqualad da DC Comics. Ele é filho do supervilão Arraia Negra com uma mulher atlante, integrante dos Jovens Titãs e abertamente gay. O personagem também faz parte da série animada “Justiça Jovem” (Young Justice), disponibilizada pela HBO Max. Ainda não há roteiristas nem elenco definidos para a série live-action, que deve demorar um pouco para chegar ao streaming da Warner Bros. Discovery.
Estrela de “Moana” vira crush de adolescente lésbica em trailer divertido
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Crush”, que avança num terreno dominado pela Netflix: as comédias românticas adolescentes. Mas com um grande diferencial: é uma comédia romântica adolescente lésbica. A guerra dos streamings já gerou algumas rom-coms com adolescentes gays, mas a oferta lésbica ainda é muito limitada. “Crush” aumenta o arco-íris LGBTQIAP+ com uma história moderna sobre uma estudante de high school em busca do primeiro amor, que se vê envolvida num triângulo amoroso acidental. Na trama, a jovem e assumida Page decide ir contra todas suas inclinações artísticas para entrar no time de atletismo da escola, apenas para se aproximar da menina por quem sempre foi apaixonada. Só que lá fica mais próxima da irmã de seu crush, e percebe que seu coração começa a balançar. Os papeis principais são vividos por Rowan Blanchard (da série “Expresso do Amanhã”), Auli’i Cravalho (ninguém menos que a “Moana”) e Isabella Ferreira (da série rom-com gay “Love, Victor”). Além disso, Megan Mullally (da pioneira sitcom gay “Will & Grace”) interpreta a mãe da protagonista (Blanchard) e Tyler Alvarez (“Eu Nunca…”) seu melhor amigo. Primeiro longa da diretora Sammi Cohen (da série “CollegeHumor Originals”), “Crush” estreia em 29 de abril nos EUA e deve chegar no Brasil pela plataforma Star+.












