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    Jerrod Carmichael assume que é gay em especial de comédia

    1 de abril de 2022 /

    O ator Jerrod Carmichael (“The Carmichael Show”) aproveitou o lançamento de seu novo especial de comédia, “Rothaniel”, nesta sexta (1/4) na HBO americana, para assumir que é gay. No novo trabalho, ele compartilhou com a plateia presente ao show os conflitos internos que precisou enfrentar para sair do armário. “Uma vez fiquei sozinho me sentindo um mentiroso, porque eu tinha um segredo. Um que eu escondi de minha mãe e meu pai, minha família, meus amigos e vocês, todos vocês. Profissionalmente, pessoalmente. E o segredo é que eu sou gay”, disse ele. Após fazer uma pausa dramática, ele recebeu aplausos do público, o que o emocionou. “Significa muito. Estou aceitando o amor, eu realmente aprecio o amor. Meu tipo de ego quer se rebelar contra isso”, afirmou. Em outro momento, ele confessou que chegou a pensar que preferia morrer do que confrontar a realidade sobre a sua sexualidade. “Eu me rebelei contra isso toda a minha vida. Nunca pensei que sairia. Achei que nunca, nunca sairia do armário. Em muitos momentos, eu pensei que preferia morrer do que confrontar a verdade disso, do que realmente dizer isso para as pessoas. Porque eu sei que isso muda a percepção de algumas pessoas sobre mim. Eu não posso controlar isso”, desabafou. No especial da HBO, o comediante também detalhou histórias familiares, incluindo uma em que pegou o seu pai traindo sua mãe e os sentimentos em ter que guardar esse segredo. “Não sei se teria dito alguma coisa se tivesse coragem, porque só vi esse segredo como algo que poderia ter dilacerado nossa família”, contou. Mas completou revelando que fez seu pai contar toda a verdade para a sua mãe. O especial foi gravado em fevereiro passado, no palco do Blue Note Jazz Club, em Nova York, com direção do também comediante e produtor Bo Burnham. “Rothaniel” é o terceiro especial de comédia stand-up do humorista na HBO, seguindo-se a “Jerrod Carmichael: Love at the Store” (2014) e “Jerrod Carmichael: 8” (2017). Além disso, em 2019 ele lançou um videodiário de duas partes, “Vídeos Caseiros” e “O Sermão da Montanha”. Todos os programas, menos o recém-lançado nos EUA, estão disponíveis na HBO Max. Veja abaixo o teaser de “Jerrod Carmichael: Rothaniel”.

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    Linn da Quebrada é primeira travesti líder do BBB

    25 de março de 2022 /

    A atriz e cantora Linn da Quebrada fez História na tarde desta sexta (25/3) no “BBB 22”, ao se tornar a primeira travesti a conquistar uma liderança no reality show da Globo. Com isso, ela também garantiu seu lugar no Top 10 da atração. A vitória veio após 16 horas de prova de resistência, com a desistência de três competidores: Pedro Scooby, Paulo André Camilo e Douglas Silva. Os dois primeiros combinaram desistir sem saber qual seria a reação de Douglas, o DG, que tem sido alvo constante de votos da rival. Para isso, eles firmaram um compromisso. Vendo a artista chorar, os brothers tentaram animá-la. “Braba! Muito fod*, Lina. Parabéns!”, disse P.A. “Se você levar a gente para o cinema, a gente se joga aqui e você fica Líder, Lina”, acrescentou, arrancando o riso da sister e dos colegas. “Eu levo!”, respondeu a cantora. “Mas não vai botar a gente no paredão?”, questionou Scooby. “Ela só tem essas opções aqui”, pontuou P.A. “Não, vou não”, sussurrou a cantora, quase sem voz. “Ah é verdade! Putz! Mas oh Lina, tu é fod*. Parabéns, sinistra! Casca grossa demais! Mais forte que o mar”, elogiou Scooby. Assim, Scooby sugeriu a ideia para P.A., dizendo: “Mó dor no coração. Mas acho que o DG não vai fazer”. Paulo André responde: “Acho que não. Você faria, acho irado”. Pouco tempo depois, eles sussurram para Douglas Silva a ideia, e ele rapidamente também concorda. Os brothers contam até três e pulam da plataforma em que estão se segurando enquanto gritam: “Líder Lina”. Os três homens chegaram na casa carregando Lina. Mas a atitude desagradou o ator Arthur Aguiar, que tinha planejado transformá-la em seu próximo alvo. “Lina tem como opção nós quatro. Vocês desistiram por ela e ela vai em mim agora. Eu jogo individual mesmo. Eu crio expectativa demais. Vocês me escolheram me botar no paredão”, ele reclamou. Demonstrando não ter gostado da reação, Scooby rebateu: “Meu coração que me mandou, mano”. No lado de fora da casa, porém, a confinada não contou com bons corações. Ela foi alvo de vários ataques transfóbicos ao longo de toda a prova, a ponto de seu perfil oficial decidir se manifestar. “Tem sido muito dolorido acompanhar todas essas violências. O Brasil inteiro está vendo e acompanhando esses ataques transfóbicos. O nosso país é um país muito violento, não podemos corroborar com isso. Por favor, não sejam transfóbicos com a Lina”, pediram os administradores de sua conta no Twitter.

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    Disney+ se manifesta contra legislação anti-LGBTQIAP+ nos EUA

    22 de março de 2022 /

    O braço digital da Disney resolveu se manifestar após o conglomerado se ver envolvido numa polêmica por ter doado quase R$ 1,5 milhão para campanhas de políticos que apoiam uma nova legislação anti-LGBTQIAP+ na Flórida, além de US$ 5 milhões para o projeto. Em meio à revolta de funcionários e acusações de censura nos desenhos da Pixar, a empresa se tornou cada vez mais dividida, com a Disney+ divulgando agora um pronunciamento contra a lei homofóbica. “A Disney+ apoia nossos funcionários, colegas, famílias, contadores de histórias e fãs LGBTQIAP+”, diz a nota postada nas redes sociais do serviço de streaming. “E denunciamos veementemente toda a legislação que infrinja os direitos humanos básicos das pessoas da comunidade LGBTQIAP+, especialmente a legislação que visa e prejudica os jovens e suas famílias”, continua o texto. “Nós nos esforçamos para criar um serviço que reflita o mundo em que vivemos, e nossa esperança é ser uma fonte de histórias inclusivas, empoderadoras e autênticas que nos unam em nossa humanidade compartilhada”, completa a postagem. A nota foi publicada no momento em que funcionários da empresa divulgaram no Twitter um pedido para que a Disney deixe de financiar políticos favoráveis a leis discriminatórias. O grupo intitulado Disney Do Better Walkout lançou um site oficial com uma carta de exigências e instruções para funcionários também aderirem ao protesto. “Fomos forçados a uma posição impossível e insustentável. Precisamos agora agir para convencer a Disney a proteger seus funcionários e suas famílias diante desse preconceito descarado e sem remorso”, diz o texto. Conhecido como “Don’t Say Gay”, o projeto legislativo apoiado pela Disney proíbe a “discussão sobre orientação sexual ou identidade de gênero nas salas de aula” até o terceiro ano do Ensino Fundamental, “ou numa forma que não seja apropriada para a idade ou para o desenvolvimento dos estudantes”. Além disso, caso seja sancionada, a lei permitirá aos pais processar as escolas ou os professores que abordem essas temáticas. A posição da Disney foi repudiada por Abigail Disney, sobrinha-neta do próprio Walt Disney (1901-1966), além de outros funcionários importantes do conglomerado. Com a reação interna, o CEO Bob Chapek afirmou que a Disney reverterá sua postura sobre a lei não só no estado do Flórida, mas também em todo o território dos EUA para desestimular novos projetos contra os direitos humanos. “Estamos comprometidos em apoiar a comunidade daqui pra frente”, sintetizou o CEO. Uma das consequências do posicionamento firme dos funcionários da Disney foi a recuperação de um beijo lésbico que havia sido cortado, por ordem da Disney, do próximo lançamento da Pixar, a animação “Lightyear” sobre o personagem Buzz Lightyear de “Toy Story”.

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    Disney reverte corte e “Lightyear” terá primeiro beijo LGBTQIAP+ da Pixar

    18 de março de 2022 /

    Após protestos dos funcionários da Pixar, que denunciaram a Walt Disney Company em carta aberta por censurar cenas de afeto LGBTQIAP+ em suas animações, a Disney resolveu reverter um corte no filme “Lightyear”. Graças a isso, o spin-off de “Toy Story”, focado na origem do astronauta da franquia de brinquedos, terá o primeiro beijo entre um casal do mesmo sexo da história da Pixar. A cena é um beijo lésbico entre a personagem Hawthorne (dublada por Uzo Aduba, de “Orange is the New Black”) e sua namorada. Será apenas a segunda vez que uma personagem abertamente LGBTQIAP+ é retratada numa animação da Pixar. A primeira foi Specter (Lena Waithe), uma policial de “Dois Irmãos”, que durante uma cena faz uma rápida alusão a sua namorada. Segundo a revista Variety, a cena tinha sido integralmente vetada pela Disney, mas o estúdio se viu pressionado a alterar sua decisão após a repercussão da carta do dia 9 de março e das críticas recebidas por financiar legislação anti-LGBTQIAP+ na Flórida. A Disney fez uma doação de US$ 5 milhões para apoiar o projeto legislativo conhecido como “Don’t Say Gay”, que proíbe a “discussão sobre orientação sexual ou identidade de gênero nas salas de aula” do estado americano. Em “Lightyear”, o personagem não é um boneco, mas um astronauta de verdade, e a trama é uma aventura sci-fi legítima, acompanhando uma missão espacial ao “infinito e além”, com clima épico e dramático. Ainda que inspirado em “Toy Story”, até o design do personagem é diferente. Assim como sua voz. Dublador oficial do personagem em “Toy Story”, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Uma curiosidade sobre os dois é que ambos fazem aniversário no mesmo dia. A direção é de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story”, assinando dois curtas da franquia e animando “Toy Story 3”. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer em versões legendada e dublada em português.

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  • Filme

    Disney é acusada de censurar afeto gay nos desenhos da Pixar

    10 de março de 2022 /

    Funcionários da Pixar divulgaram uma carta aberta para a imprensa americana afirmando que executivos da Disney censuram os filmes do estúdio de animação, exigindo cortes em “quase todos os momentos de afeto abertamente gay… Ignorando quando há protestos por parte da Pixar, tanto nas equipes criativas como nos cargos de liderança executiva”. Assinada pelos “funcionários LGBTQIAP+ da Pixar e seus aliados”, a carta é uma resposta ao posicionamento da Disney sobre a nova lei anti-LGBTQIAP+ da Flórida, conhecida como “Don’t Say Gay”. A empresa tem sido criticada por ter feito uma doação de US$ 5 milhões para apoiar o projeto legislativo, que proíbe a “discussão sobre orientação sexual ou identidade de gênero nas salas de aula” até o terceiro ano do Ensino Fundamental, “ou numa forma que não seja apropriada para a idade ou para o desenvolvimento dos estudantes”. Além disso, caso seja sancionada, a lei permitirá aos pais processar as escolas ou os professores que abordem essas temáticas. O apoio da Disney ao projeto gerou críticas do Sindicato de Animadores dos Estados Unidos (TAG, na sigla em inglês). “Um erro que desafia a lógica e a ética”, repudiou a entidade. “A Walt Disney Company tem a oportunidade de ser uma líder a serviço da comunidade LGBTQIAP+ de um jeito que poucas outras empresas podem igualar” disse o Sindicato em comunicado. Expressamos nossa decepção com as declarações dos líderes da Disney sobre a lei ‘Don’t Say Gay’ na Flórida. Aplaudimos as muitas vozes de aliados, colegas e mais, que têm se pronunciado e reproduzindo essa decepção”. Entre os decepcionados com a empresa encontra-se Abigail Disney, sobrinha-neta de Walt Disney, além de vários funcionários LGBTQIAP+ da companhia. Diante da polêmica, o CEO da Disney, Bob Chapek, veio a público dizer que a empresa terá uma nova postura contra a lei preconceituosa não apenas na Flórida, mas também por todo o país, visando impedir a proliferação de projetos similares contra os direitos humanos. Mas agora os funcionários da Pixar revelam que esse posicionamento também inclui sabotagem de seus esforços para abordar questões de diversidade em seus desenhos. E que isso tem sido corriqueiro, sem nunca ter vindo a público anteriormente. “Na Pixar, pessoalmente vimos histórias lindas, repletas de diversidade, retornarem das avaliações corporativas da Disney reduzidas a migalhas do que eram. Mesmo que criar conteúdo LGBTQIAP+ fosse a solução para corrigir legislações discriminatórias pelo mundo todo, estamos sendo impedidos de fazê-lo.” Os funcionários também pedem que a Disney retire o financiamento de todos os parlamentares que apoiaram a lei “Don’t Say Gay”, e “assuma um posicionamento público decisivo” contra esse projeto e outros semelhantes. Até hoje, a representação LGBTQIAP+ nos desenhos da Disney se limitou a falas passageiras. A referência mais explícita aconteceu no filme “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” (2020), em que uma personagem afirma: “Não é fácil ser uma mãe nova — a filha da minha namorada me faz arrancar os cabelos, tá bem?”. A fala fez o filme ser proibido no Kuwait, em Omã, no Catar e na Arábia Saudita, e na Rússia o termo “namorada” foi trocado por um sinônimo que não especifica o gênero.

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    Sam Elliott reclama de “Ataque dos Cães”: “Pedaço de merd*”

    1 de março de 2022 /

    O ator Sam Elliott, que atualmente estrela a série western “1883” e protagonizou vários filmes de faroeste em seus 77 anos de idade, resolveu atacar o aclamado longa-metragem “Ataque dos Cães”, líder em indicações ao Oscar 2022, criticando os elementos homossexuais da trama e até a diretora Jane Champion por não ser americana. Elliott demonstrou todo o seu descontentamento com o filme numa entrevista ao podcast “WTF With Marc Maron”, em que definiu a produção da Netflix como um “pedaço de merd*”. Sua principal objeção foi contra as alusões à homossexualidade no universo viril dos cowboys. No filme, o protagonista Phil Burbank, vivido pelo ator Benedict Cumberbatch, reprime sua orientação sexual justamente devido ao contexto da ambientação. “Eu não gostei. Este é o cara que fez westerns para sempre. Foi a evisceração do Oeste americano. Lembra daqueles caras que usam gravatas-borboleta e não muito mais [os strippers masculinos Chippendales]? É assim que todos os malditos cowboys daquele filme pareciam. Eles ficam correndo sem camisas. Há todas essas alusões de homossexualidade ao longo do filme.” Ele também reclamou que Cumberbatch aparece poucas vezes cavalgando, e disse ter levado isso para o lado pessoal. “Onde está o faroeste nesse faroeste? Levei isso para o pessoal, amigo”, declarou. E completou que Jane Champion não poderia comandar um filme sobre o Velho Oeste por ter nascido na Nova Zelândia e não nos EUA. “Ela é uma diretora brilhante. Adoro seus trabalhos anteriores. Mas que caral** essa mulher de lá debaixo, da Nova Zelândia, sabe sobre o Oeste Americano? E por que caral** o filme foi rodado na Nova Zelândia, mas chama aquilo de Montana e diz ‘é assim que era’?”, questionou, em tom de indignação. Após a repercussão das falas de Sam Elliott, a Netflix publicou no Twitter uma imagem do filme com uma fala da personagem Rose Gordon, interpretada por Kirsten Dunst. Na cena, ela diz que “é só um homem, só mais um homem”. Aclamado pela crítica, “Ataque dos Cães” recebeu 12 indicações ao Oscar e já venceu mais de 200 prêmios internacionais, incluindo o troféu de Melhor Direção para Jane Campion no Festival de Veneza passado. pic.twitter.com/WSXhlmBszB — NetflixFilm (@NetflixFilm) March 1, 2022

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    Elliot Page lançará livro sobre sua transição de gênero

    18 de fevereiro de 2022 /

    A história de transição de gênero de Elliot Page será contada em detalhes num livro. Popularizada como atriz em filmes como “Menina Má.com”, “Juno”, “A Origem” e a franquia “X-Men”, o artista se redescobriu como ator em 2020, entre as gravações da 2ª e 3ª temporadas de “The Umbrella Academy”. Ele agora vai aprofundar como isso aconteceu e qual foi seu processo de transição num livro de memórias, intitulado “Pageboy”, que será lançado em 2023 pela editora americana Flatiron Books​. “O livro de memórias aprofundará a relação de Page com o seu corpo, a sua experiência enquanto uma das pessoas trans mais famosas do mundo e abordará ainda temas como a saúde mental, agressão, amor, relações, sexo e o esgoto que Hollywood pode ser”, descreveu a editora norte-americana em comunicado sobre o lançamento. A data exata do lançamento ainda não foi anunciada.

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    Isabel Torres (1969-2022)

    11 de fevereiro de 2022 /

    A atriz espanhola Isabel Torres, que estreou a série “Veneno”, da HBO Max, morreu nesta quinta (11/2), aos 52 anos, em decorrência de um câncer no pulmão. Em novembro, a atriz publicou um vídeo no Instagram e afirmou que seria o último. Ela tinha sido diagnosticada com metástase e os médicos haviam lhe dado apenas 2 meses de vida. “A vida é tão linda e precisam vivê-la. Se eu sair dessa, vou me reconectar. Se não, foi um prazer viver essa bela experiência que se chama vida”, disse, ao se despedir. Mais que atriz, Isabel Torres era uma grande celebridade na Espanha, conhecida por ser uma presença constante na TV do país. Transexual, ela disputou concursos de beleza e chegou a ter seu próprio programa de entrevistas. Também foi pioneira em retificar sua documentação com a identidade de gênero feminina em 1996. A série “Veneno” foi seu maior trabalho como atriz, em que deu vida à vedete transexual Cristina La Veneno, um dos maiores ícones LGBTQIAP+ da Espanha. Pelo papel, recebeu o Prêmio Ondas 2020 na categoria de Melhor Atriz. A notícia de sua morte foi publicada nas redes sociais da artista. “Hoje, 11 de fevereiro de 2022, nos despedimos de Isabel. Embora seus familiares e amigos sintam profundamente sua partida, sabemos que para onde ela for, vai se divertir como ela sabe. Obrigada por todas as demonstrações de carinho e preocupação”, diz a postagem. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Isabel Torres (@isabeltorresofficial)

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    Seu Jorge será pai de Liniker na série “Manhãs de Setembro”

    25 de janeiro de 2022 /

    O ator e cantor Seu Jorge (“Marighella”) vai participar da série “Manhãs de Setembro” da Amazon Prime Video. Ele entrou na 2ª temporada da atração como o pai de Liniker, que vive a protagonista Cassandra. Na atração, ele será casado com Samantha Schmütz (“Tô Ryca!”). A série também inclui em seu elenco Linn da Quebrada, atualmente no “BBB 22”. A atriz e cantora concluiu a tempo suas gravações nos novos episódios antes de entrar no reality show da Globo.

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    Festival de Sundance começa nesta quinta com filmes brasileiros

    20 de janeiro de 2022 /

    O Festival de Sundance, que começa online nesta quinta (20/1), conta com dois representantes brasileiro. O principal título é o longa “Marte Um”, da produtora mineira Filmes de Plástico, escalado na Mostra Competitiva de Cinema Mundial. Escrito e dirigido por Gabriel Martins, o filme acompanha os Martins, uma família negra e pobre que sonha com que o filho mais novo se torne jogador de futebol. Deivinho, porém, está mais interessado no espaço sideral, e sua vontade é se tornar astrofísico e participar da primeira missão tripulada à Marte. A lista também inclui o curta “Uma Paciência Selvagem Me Trouxe Até Aqui”, da diretora e roteirista Érica Sarmet. O filme de temática LGBTQIAP+ traz a cantora Zélia Duncan como uma motoqueira chamada Vange (em homenagem a Vange Leonel) que se envolve com um grupo de lésbicas jovens de Niterói. O elenco inclui Camila Rocha, Clarissa Ribeiro, Lorre Motta e Bruna Linzmeyer, e o filme termina com uma orgia coletiva. Dentre as atrações internacionais, os destaques incluem “When You Finish Saving The World”, estreia do ator Jesse Eisenberg (“A Rede Social”) na direção, “Sharp Stick”, que marca o retorno de Lena Dunham à direção de filmes, “Call Jane”, sobre uma rede feminista de apoio ao aborto clandestino nos anos 1960, “Am I Ok?”, que traz Dakota Johnson num relacionamento lésbico, e “Alice”, a impressionante história real de uma escrava que, ao fugir da zona rural, descobre que está vivendo em 1973, não no século 19. As exibições do Sundance acontecem até o dia 30 de janeiro, em formato online por conta da pandemia. O acesso é pago e destinado a moderadores dos Estados Unidos.

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    Equipe das redes sociais de Linn da Quebrada é composta só por travestis

    20 de janeiro de 2022 /

    A equipe que administra as redes sociais de Linn da Quebrada, participante do “BBB 22” que entrou no programa nesta quinta (20/1), é composta exclusivamente por travestis. São cinco administradoras monitorando as principais redes da atriz: Instagram, Twitter e TikTok. A própria equipe revelou nas redes sociais que “Linn ficou muito feliz de que todas as ADMs são travestis”. O perfil da cantora e atriz ainda acrescentou que o grupo é formado ao todo por 20 pessoas, contando com assessores e consultores jurídicos. Com sete anos de carreira e dois álbuns lançados, repletos de músicas sobre identidade de gênero, Linn é um dos maiores ícones da representatividade LGBTQIAP+ brasileira. Ela também estrelou três filmes e está no elenco de duas séries de sucesso, “Manhãs de Setembro” na Amazon e “Segunda Chamada” na Globo. Sua entrada na casa mais vigiada do Brasil foi adiada porque testou positivo para covid-19. Seguindo os protocolos, ela e outros integrantes do grupo Camarote – Jade Picon e Arthur Aguiar – que também testaram positivo para a doença ficaram confinados em um hotel em quarentena até serem liberados para entrar oficialmente no programa nesta quinta. Até o momento, temos 5 ADMs. Todas são travestis. Nossa equipe conta com 20 pessoas. Linn ficou muito feliz de que todas as ADMs são travestis 🧜🏽‍♀️🤎 — Linn da Quebrada 🧜🏽‍♀️ (@linndaquebrada) January 18, 2022 📹 reprodução rede globo LINN DA CHEGADA — Linn da Quebrada 🧜🏽‍♀️ (@linndaquebrada) January 20, 2022

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    Tiago Abravanel recebe crítica homofóbica de ex-BBB

    19 de janeiro de 2022 /

    Tiago Abravanel já começou a sofrer críticas homofóbicas por participar do “BBB 22”. E de um ex-BBB. Durante o programa “Morning Show”, da Jovem Pan, Adrilles Jorge, que esteve na 15ª edição do reality, disse que o cantor e apresentador “não precisa ser tão gay”. “Vão me chamar de homofóbico, mas dane-se. O Tiago está muito gay. Ele não era tão gay assim. Está afetadinho e desmunhecado. Ele não era assim. É um grande ator, ele era mais discreto. Não sou homofóbico, mas acho que ele está forçando para falar com uma base LGBTQIAP+. Não precisa ser tão gay assim”, disse Jorge. O ator e cantor é casado com Fernando Poli. Não tem como ser mais gay que isso. A Jovem Pan afirmou que não vai comentar as declarações de Adrilles Jorge no programa matinal.

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    Arábia Saudita fez primeiro festival de cinema, mas mostra limites com censura

    6 de dezembro de 2021 /

    A Arábia Saudita deu sinais contraditórios nesta segunda-feira (6/12) ao inaugurar seu primeiro grande festival de cinema e ao proibir a exibição de “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, no país. O governo árabe voltou a permitir a abertura dos cinemas em 2018, após uma censura de 35 anos baseada numa visão islâmica fundamentalista, que desaprovava entretenimento público, além da mistura entre homens e mulheres no mesmo espaço público. O anúncio do fim do veto integra um ambicioso plano de reformas do príncipe herdeiro Mohamed bin Salman, que busca promover espetáculos e eventos de entretenimento para se apresentar como liberal diante do Ocidente, apesar da oposição dos círculos conservadores. De forma arrojada, o histórico festival de cinema realizado em Jidá escolheu homenagear uma cineasta saudita, Haifaa al-Mansour, primeira diretora mulher do país, cujo filme, “O Sonho de Wadjda” (2012), ganhou prêmios internacionais. O feito é significativo, porque o conservadorismo da Arábia Saudita sempre segregou as mulheres, cujos direitos só começaram a ser reconhecidos no atual movimento modernizador do governo – a partir de 2018, elas receberam autorizações para participar de eventos esportivos e shows, e para dirigir carros! Por outro lado, a decisão sobre o musical de Spielberg demonstra o limite da abertura. O longa não recebeu autorização para estrear nos cinemas do país por incluir um personagem transexual interpretado por Iris Menas, que se reconhece como não-binário. Não é a primeira vez que isso acontece. “Eternos”, da Marvel, foi barrado na região por uma cena em que dois homens aparecem se beijando, e a animação “Dois Irmãos – Uma Jornada Inesperada” foi proibido por uma única cena que se referia a um casal lésbico. Além da Arábia Saudita, os filmes citados foram proibidos em outros países árabes do Oriente Médio, como Kuwait, Omã, Emirados Árabes, Bahrein e Catar.

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