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  • Série

    Segunda série derivada de The Walking Dead ganha novos trailers

    24 de fevereiro de 2020 /

    O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer e um vídeo promocional da vindoura série derivada do “universo” de “The Walking Dead”, intitulada “The Walking Dead: World Beyond”. A prévia apresenta rapidamente os personagens e sua “missão”: adentrar os perigos do pós-apocalipse para encontrar o pai de uma garota que cresceu protegida do terror zumbi. Os novos personagens são interpretados por Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). Além deles, a série também contará com participação da atriz Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como líder da comunidade militarizada que abriga os adolescentes da trama, antes deles se aventurarem no mundo exterior. Essa comunidade aparenta ser a mesma – ou ter relação com a – que resgatou Rick (Andrew Lincoln) de helicóptero em “The Walking Dead”. O destino do personagem será revelado num filme ainda sem previsão de estreia. O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas. A 1ª temporada terá 10 episódios e será lançada em 12 de abril, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e o primeiro spin-off, “Fear the Walking Dead”. A atração será exibida no Brasil pelo canal pago AMC Brasil e também pode chegar pela Amazon, que fechou contrato de distribuição internacional. Get ready to go deeper into the TWD Universe. #TWDWorldBeyond premieres on 4.12. pic.twitter.com/SfnY5hUm7m — TWDWorldBeyond (@TWDWorldBeyond) February 23, 2020

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    Spin-off de The Walking Dead revela novas fotos, data de estreia e quanto tempo vai durar

    19 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano AMC divulgou cinco novas fotos e algumas novidades de “The Walking Dead: World Beyond”, vindoura série derivada do “universo” de “The Walking Dead”. As fotos destacam o elenco, formado por Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”), que vive a líder de uma comunidade militarizada As novidades incluem a data de estreia de atração e o fato de que ela terá duração limitada. “World Beyond” foi concebido como uma história com começo, meio e fim, que terá apenas duas temporadas de 10 episódios cada. O anúncio foi feito por Sarah Barnett, presidente da AMC, durante o painel do canal no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA). Disse Barnett: “O que faremos a seguir é experimentar. Estamos fazendo um filme com a Universal, com o personagem Rick Grimes. E a terceira série de televisão deste universo, ‘World Beyond’, se concentra na geração de sobreviventes que cresceram no pós-apocalipse. Liderado por duas jovens protagonistas femininas, é um avanço perfeito do universo de maneiras geracionais, novas e inesperadas. Não estamos imitando ‘The Walking Dead’, seja em conteúdo ou em formato, pois ‘World Beyond’ é uma série de duas temporadas que contará uma história muito específica e distinta. Scott Gimple, diretor de conteúdo deste universo, e sua equipe estão planejando outros experimentos nesta linha, incluindo especiais, séries digitais curtas e outras inovações de formato.” O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original. A 1ª temporada de 10 episódios será exibida no Brasil pelo AMC nacional a partir de 13 de abril e seguirá indo ao ar durante as segundas, sempre um dia depois da transmissão nos EUA.

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  • Série

    Personagens de The Walking Dead: World Beyond ganham seis pôsteres individuais

    29 de novembro de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou seis pôsteres de personagens da vindoura série derivada do “universo” de “The Walking Dead”, intitulada “The Walking Dead: World Beyond”. As imagens destacam individualmente os personagens de Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). Além deles, a série também contará com participação da atriz Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como líder de uma comunidade militarizada. O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original. A 1ª temporada terá 10 episódios e será lançada na primavera de 2020 (entre março e maio), alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”. A atração será exibida no Brasil pelo canal pago AMC Brasil e também pode chegar pela Amazon.

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  • Série

    The Walking Dead: World Beyond ganha primeiro trailer legendado

    25 de novembro de 2019 /

    O canal pago AMC Brasil divulgou a versão legendada do trailer da vindoura série derivada do “universo” de “The Walking Dead”. O vídeo apresenta rapidamente os personagens introduzidos no primeiro trailer (jamais legendado pelo canal oficial) e revela duas novidades: a participação da atriz Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como líder de uma comunidade militarizada e o título oficial da atração, que vai se chamar “The Walking Dead: World Beyond”. O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original. O elenco inclui Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). A 1ª temporada terá 10 episódios e será lançada na primavera de 2020 (entre março e maio), alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”. A atração será exibida no Brasil pela AMC e também pode chegar pela Amazon.

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    Trailer revela título e novidades no elenco da terceira série do universo de The Walking Dead

    25 de novembro de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer da vindoura série derivada do “universo” de “The Walking Dead”. O vídeo apresenta rapidamente os personagens introduzidos no primeiro trailer e revela duas novidades: a participação da atriz Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como líder de uma comunidade militarizada e o título oficial da atração, que vai se chamar “The Walking Dead: World Beyond”. O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original. O elenco inclui Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). A 1ª temporada terá 10 episódios e será lançada na primavera de 2020 (entre março e maio), alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”. A atração será exibida no Brasil pelo AMC nacional e também pode chegar pela Amazon.

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    Novo spin-off de The Walking Dead ganha primeiro trailer

    5 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o primeiro trailer da nova série derivada do “universo” de “The Walking Dead”. O vídeo revelado na New York Comic Con localiza a trama no período de dez anos após o começo do apocalipse zumbi e mostra uma comunidade protegida, cujo cotidiano parece não ter sido afetado pelo mundo exterior. Mas um grupo de adolescentes acredita que essa bolha é ilusória e decide partir para conhecer o mundo real. “Essas crianças cresceram numa comunidade protegida com conforto e segurança, mas deixam tudo para partir numa missão perigosa, sendo perseguidas pelos adultos. Vamos ver as crianças se tornarem heróis e alguns se tornarem vilões”, descreveu o produtor Scott Gimple, ao falar sobre o novo programa pela primeira vez, na Comic-Con Internacional, em San Diego. Ainda sem título, o spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). A 1ª temporada terá 10 episódios e será lançada na primavera de 2020 (entre março e maio), alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”.

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    Nova série derivada de The Walking Dead ganha primeiras fotos oficiais

    3 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou as seis primeiras fotos da nova série derivada de “The Walking Dead”. As imagens incluem zumbis e os novos protagonistas da trama, que será focada em uma geração mais jovem, que nasceu e cresceu durante o apocalipse zumbi. “Essas crianças cresceram numa comunidade protegida com conforto e segurança, mas deixam tudo para partir numa missão perigosa, sendo perseguidas pelos adultos. Vamos ver as crianças se tornarem heróis e alguns se tornarem vilões”, descreveu o produtor Scott Gimple, ao falar sobre o novo programa na Comic-Con Internacional, em San Diego. Ainda sem título, o spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”) e o galã Nico Tortorella (da série “Younger”). A 1ª temporada terá 10 episódios e deve ser lançada em 2020, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”.

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    Ator da série Younger entra no novo derivado de The Walking Dead

    5 de agosto de 2019 /

    O galã Nico Tortorella (da série “Younger”) entrou na nova série derivada de “The Walking Dead”. Ele vai viver um dos protagonistas da trama, que será focada em uma geração mais jovem, que nasceu e cresceu durante o apocalipse zumbi. O personagem de Tortorella será Felix, descrito como um homem de honra, que não hesita em colocar as necessidades dos outros a frente das suas. Tortorella se junta a Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”) e Aliyah Royale (de “The Red Line”), que já haviam sido anunciados anteriormente no elenco. Ainda sem título, a nova série foi criada por dois veteranos da “Walking Dead” original: o roteiristas-produtores Scott Gimple e Matt Negrette. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve ser lançada em 2020, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”.

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  • Série

    Vaza primeiro vídeo da nova série derivada de The Walking Dead

    29 de julho de 2019 /

    Um vídeo de apresentação da terceira série do universo de “The Walking Dead” vazou na internet. O material traz o elenco narrando a premissa e descrevendo a situação em que se encontram seus personagens. Além dos atores, a prévia também mostra algumas artes conceituais da produção e oferece uma previsão de estreia. Ainda sem título definido, a série vai acompanhar um grupo de crianças e adolescentes que decide se aventurar fora de sua comunidade protegida, vários anos após o começo do apocalipse zumbi. “Essas crianças cresceram numa comunidade protegida com conforto e segurança, mas deixam tudo para partir numa missão perigosa, sendo perseguidas pelos adultos. Vamos ver as crianças se tornarem heróis e alguns se tornarem vilões”, descreveu o produtor Scott Gimple, ao falar sobre o novo programa na Comic-Con Internacional, em San Diego. O elenco inclui Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”) e Aliyah Royale (de “The Red Line”). Criada por Gimple e Matt Negrette, veteranos da franquia, a série terá seu piloto dirigido pelo cineasta Jordan Vogt-Roberts (de “Kong: A Ilha da Caveira”) e, segundo o vídeo, vai estrear na primavera de 2020 (entre março e maio) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Diretor de Kong: Ilha da Caveira vai comandar nova série de The Walking Dead

    19 de julho de 2019 /

    Além de muitas novidade sobre “The Walking Dead”, o filme derivado e a série “Fear the Walking Dead”, o painel dos zumbis na Comic-Con International também anunciou novos detalhes sobre a terceira série desse universo apocalíptico. A principal notícia é que o cineasta Jordan Vogt-Roberts (de “Kong: A Ilha da Caveira”) vai dirigir os primeiros episódios. Além disso, mais duas atrizes foram anunciados no elenco: Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”) e Aliyah Royale (de “The Red Line”). Elas se juntam a Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”) e Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), anunciados anteriormente. Ainda sem título definido, a nova série foi criada por dois veteranos da franquia, os roteiristas-produtores Scott Gimple e Matt Negrette, que pretendem explorar uma geração de personagens mais jovens, que pouco se lembram de como era a vida antes dos zumbis. “Essas crianças cresceram numa comunidade protegida com conforto e segurança, mas deixam tudo para partir numa missão perigosa, sendo perseguidas por adultos. Vamos ver as crianças se tornarem heróis e alguns se tornarem vilões”, descreveu Gimple, falando sobre o novo programa pela primeira vez. “Nós vamos abrir um novo mundo de ‘The Walking Dead'”.

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  • Etc

    Game Destiny 2 ganha trailer do diretor de Kong: A Ilha da Caveira

    2 de setembro de 2017 /

    A Activision lançou um novo trailer do game “Destiny 2”, que tem direção do cineasta Jordan Vogt-Roberts (“Kong: A Ilha da Caveira”). Combinando efeitos digitais e atores de carne e osso, o vídeo é um espetáculo visual. O detalhe é que o vídeo foi disponibilizado também em versão dublada para o Brasil. E a cena que mostra um cachorrinho traz o narrador vendo um gatinho. A dublagem inclusive repete o mesmo erro ao retomar a referência, que é central para a piada da cena. Confira no vídeo original, logo abaixo, como nossos dubladores não sabem diferenciar puppies de kittens. Imagine, então, se confundirem algo mais sério no jogo dublado. É game over rapidinho. A propósito, Cayde-6, o personagem que faz a piada original, é dublado em inglês por Nathan Fillion (o “Castle”). Vogt-Roberts vai poder mostrar seu talento para converter games em cenas de ação com atores reais em seu próximo filme. Ele vai adaptar a franquia “Metal Gear Solid”, de Hideo Kojima, para os cinemas. “Destiny 2” será lançado no dia 6 de setembro em PS4 e Xbox One, e em 24 de outubro para PC.

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  • Filme

    Kong – A Ilha da Caveira usa truques digitais, ação e humor para disfarçar falta de roteiro

    10 de março de 2017 /

    “Kong – A Ilha da Caveira” quer ser mais que um spin-off/reboot do mais famoso gorila de Hollywood. Tem a clara pretensão de superar tudo o que já foi visto antes no gênero. Considerando que o cinema é lugar de milagres, onde o impossível se torna possível, por que não pagar para ver? Para começar, porque não há reembolso. Como espetáculo tecnológico, o novo filme faz o “King Kong” (2005) de Peter Jackson parecer uma obra-prima, e, como aventura seria uma covardia compará-lo ao clássico de 1933. Claro, nenhum remake, nem o de Jackson supera o original. Ainda que houvesse as precariedades técnicas em 1933 e o macaco não passasse de um boneco animado a partir de um esqueleto em arame, forrado com uma antiga estola de pele, o “King Kong” original alinhava uma cena de ação após a outra num clima mágico sem igual. Para não dizer que falta boa vontade, o novo Kong tem lá algumas qualidades. A maior delas vem da comparação com a quase esquecida versão de 1976, com Jessica Lange. Dessa, “Kong – A Ilha da Caveira” ganha. Mas não de lavada. Existe sim uma ambição de renovação em cena comandada por Jordan Vogt-Roberts. O diretor é egresso da TV e do cinema independente norte-americano. Tem uma pegada boa para as comédias, tendo se destacado na série “You’re the Worst” e no ótimo filme “Os Reis do Verão”, sobre três garotos que se exilam da sociedade montando um acampamento na selva. Apoiados pelo sucesso que o igualmente indie Colin Trevorrow obteve com o blockbuster “Jurassic World” (2015), os produtores sentiram que podiam apostar as fichas no jovem diretor com ponto de vista para o novo. Acontece que o talentoso Jordan Vogt-Roberts caiu de pára-quedas no meio de uma produção imensa e, pelo resultado, não teve muito tempo pra se situar. O maior problema de “Kong – A Ilha da Caveira” é que não consegue se decidir o que pretende ser. É um filme de monstros? Um filme de terror? Um filme de ação (anti-guerra)? Os três roteiristas contratados não se firmam em nenhum desses registros, e ainda roubam cenas inteiras de “Apocalypse Now” (1979), “Jurassic Park” (1993) e “Godzilla” (2014). Uma pena, porque se examinarmos a essência, o filme até promete um ponto de partida diferente. A premissa é que o programa LandSat (Satélite de mapeamento de terras) em 1973, tira fotos de uma ilha perdida (A Ilha da Caveira do título) e John Goodman (“Argo”) convence o governo a lançar uma expedição para explorar o lugar. Eles levam alguns soldados que acabam de ser derrotados no Vietnã e são chefiados por Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”). Para completar a equipe, convidam um britânico das ex-forças especiais (Tom Hiddleston, de “Thor”) e um fotógrafa “anti-guerra”, interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”). O frustrado capitão feito por Jackson chega a ilha querendo mostrar a imponência da armada norte-americana, e Kong aparece sem cerimônias e destrói todos os brinquedinhos voadores. Os sobreviventes se espalham pela selva e então – essa é a melhor parte do filme – descobrem que a ilha é oca e esconde uma caverna, onde animais pré-históricos ficaram preservados. Quando esse fiapo de história acaba, fica patente que os roteiristas, o diretor e o elenco estão perdidos. Tom Hiddleston e Brie Larson estão tão desorientados em cena, que acabam não se assumindo como protagonistas. E o impasse rola por todos os lados. Sabe-se que a produção começou a ser rodada antes mesmo do roteiro estar pronto. Levando em consideração que a trama engana bem até o ataque de Kong aos helicópteros, o que deve totalizar uns 25 minutos de filme, e que o edifício treme, desaba e não fica mais de pé nos 90 minutos seguintes, então, é absurdo deduzir, mas o diretor começou a trabalhar com menos de metade de uma história formulada! Para os produtores de Hollywood, depois do sinal verde, pouco importa a falta de roteiro, é preciso manter o foco na dimensão operacional. Nesse sentido, cabe ao diretor ser profissional. Como a trama patina e se torna repetitiva, o negócio é improvisar com o seu melhor número de mágica, no caso, o humor. Toda vez que o assunto acaba em Kong, ele bota um Creedence para enxotar o tédio de cena. E felizmente quando o recurso se esgota, ele obtêm o auxílio do veterano John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), como um piloto da 2ª Guerra encalhado há 29 anos na ilha. O personagem é quase uma apropriação dos roteiristas do doido Dennis Hooper de “Apocalypse Now”. Para a maioria dos atores isso podia soar como uma desvantagem, mas Reilly é um baita ator. E acaba dando um encanto bonachão ao personagem que disfarça a roubada. Outros personagens, como John Goodman e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), parece que foram destinados a desempenhar papéis mais significativos. Cria-se uma aura de pó de pirlimpimpim em volta deles, mas na falta de texto e sem ideias, eles não decolam. O personagem mais bem composto em cena é Kong. Ainda assim, fica claro que poderiam ter dado mais atenção ao uso da criatura em sua dimensão tecnológica. O CGI é convincente, mas suas proporções parecem erradas. Cada hora, o gorila aparece com um tamanho diferente. Coroando a comédia de erros: há várias cenas de transição que não se encaixam, que fazem os personagens acabarem em lugares diferentes do que estavam nas cenas anteriores. A platéia gargalha a valer na sessão, o que pode parecer um sinal positivo para o filme. Mas será que o público ri pela diversão ou por conta das “cartolinas” que estavam despencando na cena? Uma lástima. Quando esse Kong acaba, deixa uma sensação de vazio na tela. Nos anteriores, inclusive o de Peter Jackson, a tecnologia era usada para dizer alguma coisa. Aqui, para deixar de dizer.

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