Sarah Drew revela foto e data de sua volta à “Grey’s Anatomy”
A atriz Sarah Drew anunciou quando vai acontecer sua volta ao hospital Grey-Sloan na 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Ela postou uma foto do capítulo para revelar que estará no ar em 6 de maio. Drew vai retomar sua personagem adorada pelos fãs da série, a Dra. April Kepner, e já tinha revelado uma foto dos bastidores em que aparece ao lado de Jesse Williams, que interpreta seu ex-marido na série. A Dra. April Kepner era uma cirurgiã de trauma no Gray Sloan Memorial Hospital, que veio do Mercy West Medical Center após a fusão entre os dois hospitais. Ela divide uma filha com seu ex, o Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). A atriz saiu da série no final da 14ª temporada em 2018, após aparecer em nove temporadas. Na trama, ela se juntou a Matthew (Justin Bruening) e saiu do emprego, embora muitos fãs – e a própria Drew – esperassem que ela acabasse com Jackson. O retorno pode ajudar a encerrar a história do ex-casal. Mas será uma passagem breve, devido aos outros compromissos da atriz. Atualmente, ela integra duas séries novas, que estão prestes a estrear, com papel recorrente em “Cruel Summer”, prevista para terça (20/4) no canal pago Freeform, e como a personagem-título de “Republic of Sarah”, que chega em junho na rede The CW. A volta de April Kepner é mais um retorno entre muitos da atual temporada, que já mostrou participações de Patrick Dempsey como Derek Shepherd, TR Knight como George O’Malley, Chyler Leigh como Lexie Grey e Eric Dane como Mark Sloan. Tantos retornos parecem preparar “Grey’s Anatomy” para seu final. A showrunner Krista Vernoff já admitiu que a atual temporada pode ser a última da série. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. We have a date! April is back on @GreysABC Thursday, May 6 at 9|8c on ABC! ☺️☺️☺️ pic.twitter.com/1JEa7iCRnD — Sarah Drew (@sarahdrew) April 16, 2021
Situação clínica de Paulo Gustavo é crítica
Um novo boletim médico divulgado neste domingo (11/4) revela que o quadro de saúde do ator Paulo Gustavo “apresenta sinais de gravidade”. O comunicado foi publicado nas redes do marido de Gustavo, o dermatologista Thales Bretas, que decidiu não esconder a situação do público, afirmando que “está difícil”. Paulo Gustavo está internado com covid-19 no Rio de Janeiro desde 13 março. No novo comunicado, a equipe médica voltou a mencionar as fístulas bronco-pleurais, que motivaram um procedimento cirúrgico no ator na sexta passada (9/4). Elas atrapalham a circulação de ar no organismo. Segundo o texto divulgado, as fístulas “somaram-se a complicações hemorrágicas, mas que vêm respondendo, de certa forma satisfatória, à reposição dos fatores da coagulação deficitários”. “A situação clínica do paciente é crítica e todos os profissionais têm se empenhado incessantemente pela sua recuperação”, segue o comunicado, que ainda informa que “todos os equipamentos necessários para o suporte da vida, como a ventilação mecânica e a ECMO continuam sendo necessários”. Com quadro grave, Paulo Gustavo já passou por procedimentos invasivos como broncoscopias, pleuroscopias e colocação de dispositivos intrapulmonares. Ele segue internado numa unidade de terapia intensiva (UTI). “O quadro clínico do meu amor Paulo Gustavo está difícil, mas para ele nada é impossível, e nem pra Ele, nosso Deus, e essa dupla poderosa vai trazer ele de volta pra casa”, escreveu Thales Bretas no Instagram, ao publicar o boletim médico. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thales Bretas (@thalesbretas)
“Grey’s Anatomy” traz de volta mais personagens antigos
“Grey’s Anatomy” trouxe de volta mais dois personagens antigos em participações especiais. Além de Lexie Grey, a meia-irmã de Meredith (Ellen Pompeo), vista do trailer da semana, o episódio exibido na noite de quinta (1/4) nos EUA teve a visita de outro ex-integrante da trama. Trata-se spoiler para o público brasileiro, é claro. A atriz Chyler Leigh (hoje em “Supergirl”), intérprete de Lexie, teve a companhia de Eric Dane (hoje em “Euphoria”), que viveu Mark Sloan por oito temporadas, entre o segundo e o oitavo ano da série médica. Os personagens de Lexie e Mark tinham um relacionamento e morreram juntos na série, num acidente de avião traumático, que traumatizou os espectadores ao final da 8ª temporada da atração. A perda foi tão grande que os demais personagens, após conseguirem financiamento para comprar o hospital em que trabalhavam, trocaram o nome do Seattle Grace para Grey Sloan Memorial em homenagem aos dois. O casal continuou junto no pós-vida, aparecendo na praia habitada pela consciência de Meredith, enquanto ela permanece intubada para tratar sua contaminação por covid-19. Neste local de sonhos ou misticismo, ela já se encontrou com o ex-marido Derek (Patrick Dempsey), morto na 11ª temporada, e o ex-melhor amigo George (T.R. Knight), falecido na 5ª temporada. Lexie e Mark apareceram para dar força a Meredith em um momento importante de sua recuperação, convencendo-a a lutar pela vida e não desperdiçar “um minuto sequer”. Intitulado “Breathe”, o episódio termina com a protagonista voltando a respirar por conta própria. Os bastidores da participação dupla implicaram num trabalho extra de logística. Enquanto Dane não teve problemas em comparecer ao set para as gravações, Leigh fez sua participação à distância, direto de Vancouver (Canadá), onde grava “Supergirl” — tela verde e efeitos foram usados para dar a impressão que ela estava pessoalmente com Pompeo e Dane na cena. No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida pela Sony, que pausou a transmissão nesta semana para imitar a midseason americana – apesar de sua programação estar atrasada em relação aos EUA. Por conta disso, não há previsão para a reta final dos episódios por aqui. A série, inclusive, pode acabar após os próximos episódios. Veja a cena com as participações especiais abaixo.
Grey’s Anatomy traz de volta mais um personagem antigo
“Grey’s Anatomy” vai trazer de volta mais um personagem antigo em participação especial. Lexie Grey, a meia-irmã de Meredith (Ellen Pompeo), está confirmada no próximo episódio da série. O trailer da atração revelou o retorno de Chyler Leigh ao papel. Ela aparecerá nas cenas de sonhos de Meredith, que se encontra entre a vida e a morte, após contrair covid-19 na atual temporada. O mais curioso é que, mesmo morta, Lexie mudou o visual que tinha na série, ganhando franjinhas iguais às de “Supergirl” em sua pós-vida. Para quem não lembra, Lexie Grey saiu da série de forma trágica. Ela morreu no final da 8ª temporada em um acidente de avião, junto com Mark Sloan (Eric Dane). A perda foi tão grande que os demais personagens, após conseguirem financiamento para comprar o hospital em que trabalhavam, trocaram o nome do Seattle Grace para Grey Sloan Memorial em homenagem aos dois. Após deixar “Grey’s Anatomy”, Chyler Leigh foi viver outra irmã de protagonista de série, virando Alex Danvers em “Supergirl”, que está no ar desde 2015. A nova personagem se tornou um ícone lésbico e fez a própria Leigh se assumir LGBTQIA+. Intitulado “Breathe”, o próximo episódio de “Grey’s Anatomy” vai ao ar na quinta-feira que vem (1/4) nos EUA. No Brasil, a série é exibida pela Sony, que pausou a transmissão nesta semana para imitar a midseason americana – apesar de sua programação estar atrasada em relação aos EUA. Por conta disso, não há previsão para a reta final dos episódios por aqui. A série, inclusive, pode acabar após os próximos episódios.
Katherine Heigl revela ter passado por cirurgia no pescoço
A atriz Katherine Heigl, que foi vista recentemente na série “Amigas para Sempre”, da Netflix, precisou passar por uma cirurgia de implantação de dois discos de titânio no pescoço para corrigir uma hérnia de disco. Em seu perfil do Instagram, ela compartilhou o registro de sua recuperação, usando uma proteção no pescoço. “Bem… Agora eu sou biônica!!”, ela brincou. “Dois discos de titânio agora habitam meu pescoço e provavelmente posso ficar de pé por horas. Não vou tentar ainda, mas me dê alguns meses e vou explodir sua cabeça!”, continou. A estrela aproveitou para agradecer a equipe da cirurgia. “Estou profundamente, profundamente grata ao incrível Dr. e equipe de cuidados que me salvou da dor mais terrível que já experimentei e me abençoou com uma nova vida sem dor! Eu realmente sinto que eles merecem um grande grito gigante de gratidão e apreço, então eu vou dar a eles!”, escreveu. “Ir para a cirurgia e internações hospitalares é sempre um pouco assustador e vocês não poderiam ter me deixado mais confortável ou bem cuidada!”, acrescentou, antes de desejar um feliz dia de São Patrício para seus seguidores. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Katherine Heigl (@katherineheigl)
Sarah Drew celebra volta a “Grey’s Anatomy” com foto de bastidores
A atriz Sarah Drew postou uma foto de bastidores de sua volta ao hospital Grey Sloan na 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Ela vai retomar sua personagem adorada pelos fãs da série, a Dra. April Kepner, em um dos próximos episódios da série. “Nada demais. Nem um pouco excitada”, ela brincou na legenda da foto, em que aparece ao lado de Jesse Williams. Ambos aparecem com máscaras de proteção contra coronavírus. Drew deixou “Grey’s Anatomy” no final da 14ª temporada em 2018, após aparecer em nove temporadas. A Dra. April Kepner era uma cirurgiã de trauma no Gray Sloan Memorial Hospital, que veio do Mercy West Medical Center após a fusão entre os dois hospitais. Ela divide uma filha com seu ex, o Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). Mas em sua última aparição, ela se juntou a Matthew (Justin Bruening) e saiu do emprego, embora muitos fãs – e a própria Drew – esperassem que ela acabasse com Jackson. O retorno de April pode ajudar a encerrar a história do ex-casal, o que é reforçado pela proximidade dos atores na foto dos bastidores. Entretanto, Drew deverá ter uma passagem breve pela trama, devido aos outros compromissos da atriz. Atualmente, ela integra duas séries novas, que estão prestes a estrear, com papel recorrente em “Cruel Summer”, prevista para abril no canal pago Freeform, e como a personagem-título de “Republic of Sarah”, que chega em junho na rede The CW. “Grey’s Anatomy”, que na semana passada perdeu um de seus personagens principais, assassinado na trama, também pode estar se encaminhando para seu final. A showrunner Krista Vernoff já admitiu que a atual temporada pode ser a última da série. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sarah Drew (@thesarahdrew)
Sarah Drew vai voltar a aparecer em Grey’s Anatomy
Em meio ao clima sombrio da fase atual de “Grey’s Anatomy”, o contraponto alegre tem sido o retorno de antigos integrantes do elenco. E depois de Patrick Dempsey e TR Knight, que apareceram em sonhos de Meredith Grey (Ellen Pompeo), Sarah Drew será a próxima a voltar ao hospital Grey Sloan na 17ª temporada. Ela vai retomar sua personagem adorada pelos fãs da série, a Dra. April Kepner, em um próximo episódio. Drew deixou “Grey’s Anatomy” no final da 14ª temporada em 2018, após nove temporadas. Ela começou como recorrente na 6ª temporada antes de ser promovida a regular na temporada seguinte. A Dra. April Kepner era uma cirurgiã de trauma no Gray Sloan Memorial Hospital, que veio do Mercy West Medical Center após a fusão entre os dois hospitais. Ela divide uma filha com seu ex, o Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). Mas em sua última aparição, ela se juntou a Matthew (Justin Bruening) e saiu do emprego, embora muitos fãs – e a própria Drew – esperassem que ela acabasse com Jackson. O retorno de April pode ajudar a encerrar a história do ex-casal. Mas não deverá ser uma volta longa, devido a outros compromissos da atriz. Atualmente, Sarah Drew integra duas séries novas, que estão prestes a estrear. Ela tem papel recorrente em “Cruel Summer”, prevista para abril no canal pago Freeform, e interpreta a personagem-título de “Republic of Sarah”, que chega em junho na rede The CW. E mais atores antigos podem aparecer nos próximos episódios, especialmente para as sequências da praia dos sonhos de Meredith, refletindo o que a showrunner Krista Vernoff sugeriu nesta semana: “As chances são boas de vocês verem outras pessoas na praia”. “Grey’s Anatomy”, que nesta semana perdeu um de seus personagens principais, assassinado na trama, também pode estar se encaminhando para seu final. Vernoff também revelou que a atual temporada pode ser a última da série.
Eva Wilma segue em UTI com líquido no pulmão
Eva Wilma segue internada na UTI do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, para tratar um edema pulmonar, mas já apresentou melhoras, informou seu filho, Johnny Herbert, à coluna de Patrícia Kogut. Segundo Herbert, a atriz testou negativo para Covid-19, mas está com líquido no pulmão. “Agora aguardamos uma estabilização. Logo, logo ela deve voltar para casa. Os médicos não nos deram uma previsão certa, mas também não há pressa. Queremos que ela se recupere direitinho. Ela precisa de monitoramento por conta de um líquido no pulmão. Imaginamos que ela deve ir para o quarto amanhã”, disse Johnny. A atriz deu entrada no hospital no último domingo (10/1) para cuidar de uma pneumonia. Com 87 anos, ela permanece em atividade até hoje. Pioneira das novelas, começou a carreira na extinta TV Tupi, onde se tornou a maior estrela da emissora. Com a falência do canal, ela migrou para a Globo e rapidamente virou protagonista de diversas novelas icônicas, como “Sassaricando” (1987) e “A Indomada” (1997). Recentemente, ela esteve no ar na reprise de “Fina Estampa” (2011), dando vida à tia Íris. Mas o trabalho mais recente da atriz em novelas foi a interpretação da doutora Petra em “O Tempo não Para”, de 2018. No ano passado, ela ainda protagonizou um dos episódios de “Os Experientes”.
Atriz Eva Wilma está internada em UTI
A atriz Eva Wilma está internada na UTI do Hospital Vila Nova Star, pertencente à Rede D’Or, na cidade de São Paulo. Ela foi encaminhada à UTI após realizar uma baterias de exames após sentir sintomas de pneumonia. Segundo nota do hospital, foi descartado que ela tivesse sido contaminada com covid-19. O boletim médico explica ainda que o quadro é estável, mas ela está com cateter. “A atriz Eva Wilma permanece internada em leito de UTI no Hospital Vila Nova Star da Rede D’Or. A paciente está em tratamento de uma pneumonia. Encontra-se hemodinamicamente estável e sem febre. O quadro respiratório permanece estável com cateter de O2 de alto fluxo”, diz o texto. O assessor da veterana das novelas da Globo também confirmou que ela está em leito de UTI e em tratamento de pneumonia. Com 87 anos, ela permanece em atividade até hoje. Pioneira das novelas, começou a carreira na extinta TV Tupi, onde se tornou a maior estrela da emissora. Com a falência do canal, ela migrou para a Globo e rapidamente virou protagonista de diversas novelas icônicas, como “Sassaricando” (1987) e “A Indomada” (1997). Recentemente, ela esteve no ar na reprise de “Fina Estampa” (2011), dando vida à tia Íris. Mas o trabalho mais recente da atriz em novelas foi a interpretação da doutora Petra em “O Tempo não Para”, de 2018. No ano passado, ela ainda protagonizou um dos episódios de “Os Experientes”.
Sob Pressão é renovada para 5ª temporada
A Globo encomendou novos episódios da série médica “Sob Pressão”. Antes mesmo do início das gravações da 4ª temporada, que estão prevista para fevereiro, Lucas Paraizo e sua equipe começarão a trabalhar nos roteiros da 5ª temporada da atração. De acordo com informações da colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, as primeiras reuniões acontecerão em janeiro e a produção já está escalando os atores que farão participações especiais nos próximos capítulos. A série ganhou recentemente dois episódios especiais, “Sob Pressão: Plantão Covid”, que retratou o auge da crise do coronavírus, mostrando a nova rotina dramática de Carolina (Marjorie Estiano), Evandro (Julio Andrade) e outros médicos num hospital de campanha no Rio de Janeiro. Para gravar os dois episódios em agosto, o elenco de “Sob Pressão” foi o primeiro a voltar a trabalhar nos estúdios da Globo, em plena pandemia. Para isso, protocolos de segurança contra a covid foram seguidos rigorosamente. Foram 21 dias intensos de filmagem, com testes de covid semanais e, segundo os atores, grande desgaste físico e emocional, mas o elenco passou pelas gravações sem nenhuma contaminação.
Produtores de Galera do Barulho pedem desculpas a Selena Gomez por piada sobre sua saúde
A hashtag #RespectSelenaGomez explodiu no Twitter nesta semana, graças a uma piadinha do reboot da série “Galera do Barulho” (Saved By the Bell), lançada na quarta-feira (25/10) na plataforma americana de streaming Peacock – ainda não disponível no Brasil. O sexto episódio, de um total de 10 disponibilizados simultaneamente, mostra os alunos da Bayside High entediados e sem ter acesso à internet, após terem seus celulares roubados. Em uma cena, dois estudantes discutem sobre quem doou um rim para a cantora em 2017, após ela ter sido diagnosticada com lúpus anos antes, já que eles não podiam conferir a informação online para tirar suas dúvidas. Os fãs de Selena Gomez criticaram o programa nas redes sociais durante todo o sábado, fazendo com que “Respeite Selena Gomez” virasse tendência no Twitter. Diante da repercussão, a Peacock emitiu uma desculpa oficial pela referência do episódio e ainda anunciou uma doação para a instituição de caridade da cantora, dedicada a apoiar outros pacientes com lupus. “Pedimos desculpas. Nunca foi nossa intenção menosprezar a saúde de Selena. Entramos em contato com sua equipe e faremos uma doação para sua instituição de caridade, The Selena Gomez Fund for Lupus Research, na USC (Universidade da Califórnia do Sul)”, disseram a Peacock, o estúdio NBCUniversal e os produtores executivos da série, em um comunicado conjunto. Selena Gomez precisou fazer um transplante de rim em 2017, devido à sua batalha contra o lúpus, uma doença autoimune que ela já enfrentava há cinco anos. A cantora compartilhou a identidade de sua doadora, a atriz Francia Raisa (da série “Grown-Ish”), nas redes sociais e se abriu sobre a cirurgia que, segundo ela, salvou sua vida.
Diana Rigg (1938 – 2020)
Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.
Showrunner confirma troca da personagem principal na série Batwoman
A showrunner de “Batwoman”, Caroline Dries, confirmou que a série será protagonizada por uma nova personagem. Depois que Ruby Rose, intérprete da heroína, anunciou que não voltaria para a 2ª temporada, os produtores tiveram várias discussões e chegaram à conclusão que o melhor seria criar uma nova personagem para o papel de Batwoman, em vez de apenas trocar a atriz e manter Kate Kane, que é a identidade original da heroína nos quadrinhos. A mudança veio à tona por meio de um aviso de testes para a nova personagem, cuja cópia foi postada no Reddit e confirmada por diversos sites americanos. Agora, a produtora confirmou a troca e os testes de elenco. Durante um painel na edição virtual do ATX Television Festival, Dries contou que chegou a considerar uma “simples” troca de atrizes, mas Greg Berlanti, dono da produtora responsável pela série, sugeriu criar uma nova personagem em respeito ao trabalho de Rose. “Para ser honesta, considerei a ‘opção novela’ em um primeiro momento, de forma egoísta, porque já tínhamos dois episódios escritos”, afirmou a showrunner. “Mas, depois de refletir mais, Greg me ajudou a tomar essa decisão – e ele é mais esperto do que eu nesses assuntos. Ele disse: ‘acho que tínhamos só que transformar a Batwoman em uma personagem nova’. Também para respeitar tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem da Kate Kane”. Para substituir Kate Kane, a produção criou Ryan Wilder, descrita como “simpática, bagunçada, um pouco pateta e indomada. Ela também não é nada como Kate Kane, a mulher que usava o traje de batalha antes dela”. Dries indicou que Ryan não é codinome de alguma heroína dos quadrinhos, mas uma nova criação, alguém sem histórico na DC Comics, o que é altamente inusual. “Estou inventando uma personagem totalmente nova que, no passado, foi inspirada pela Batwoman, então ela assume o manto e talvez não seja a pessoa certa no momento para fazê-lo, então é isso que a torna divertida”, contou a produtora. A descrição acrescenta que Ryan é ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan é lésbica, e o aviso pede que atrizes LGBTQIA+ se inscrevam para o papel. Quando Ruby Rose anunciou sua saída da série, a WBTV (Warner Bros. TV), que produz a atração, e a rede The CW, que a exibe, disseram em comunicado conjunto que escalariam um membro da comunidade LGBTQ no papel principal. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro como uma transição para uma nova protagonista vai acontecer no ponto em que a trama foi interrompida.










