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    Game of Thrones: Cena inédita revela heroísmo de Tyrion e Sansa durante cerco de Winterfell

    28 de novembro de 2019 /

    O canal pago americano HBO divulgou uma cena inédita da 8ª e última temporada de “Game Of Thrones”, extraída do episódio “The Long Night”. A cena, cortada da edição final que foi exibida na TV, mostra um ato heroico de Tyrion (Peter Dinklage) e Sansa (Sophie Turner). A cena se passa na cripta dos Starks, durante o ataque dos Caminhantes Brancos a Winterfell. Começa com Tyrion e Sansa correndo em busca de abrigo nos túneis da cripta, mas logo mostra Missandei (Nathalie Emmanuel) e Gilly (Hannah Murray), que são descobertas em seu esconderijo quando o bebê de Gilly começa a chorar. Elas estão prestes a ser atacadas pelos mortos, quando Tyrion e Sansa interrompem a ameaça com seus punhais de vidro de dragão. Veja abaixo. Na versão exibida na TV, Tyrion e Sansa aparecem apenas fugindo. “Game Of Thrones” se encerrou em maio, mas a HBO está desenvolvendo um série derivada da atração. Intitulada “Game of Thrones: House of the Dragon”, a nova produção é inspirada no livro “Fogo & Sangue”, de George R.R. Martin, e se passará cerca de 300 anos antes dos eventos da série original, acompanhando a história trágica da família Targaryen, o clã de Daenerys.

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  • Filme

    Adèle Haenel decide registrar queixa criminal contra diretor que a assediou

    26 de novembro de 2019 /

    A atriz francesa Adèle Haenel decidiu levar sua denúncia de assédio contra o diretor Christophe Ruggia (“Na Tormenta”) à polícia. No começo do mês, Haenel contou ao site de jornalismo investigativo Mediapart que Ruggia a assediou após escalá-la em seu primeiro filme, “Les Diables” (2002), quando ela tinha 12 anos. A atriz afirmou que os avanços ocorreram em várias ocasiões e continuaram até ela completar 15 anos. A vencedora do César (o Oscar francês) de Melhor Atriz por “Amor à Primeira Briga” (2014) disse ter decidido trazer a denúncia a público depois de ver o documentário “Deixando Neverland”, da HBO, com acusações similares sobre Michael Jackson. Mas informou que não entraria com queixa criminal, pois acreditava que “a justiça ignora” as vítimas em sua situação. Ela recebeu apoio de várias personalidades da França, inclusive de integrantes do governo, como os ministros da Cultura, do Interior e da Justiça. Nicole Belloubet, ministra da Justiça, foi além e incentivou Haenel a formalizar uma acusação na polícia, porque os tempos mudaram. Nesta terça (26/11), os advogados de Haenel confirmaram que ela foi a uma delegacia no subúrbio de Paris para registrar uma queixa formal. A medida foi uma reversão de sua decisão inicial de não entrar com uma ação legal, e acontece após Ruggia ter sido expulso da Associação dos Diretores da França. A atriz tem cartas românticas do diretor endereçadas a ela na época, quando era menor de idade. Além disso, a reportagem da Mediapart registrou a ex de Ruggia dizer que o cineasta tinha confessado que estava apaixonado pela jovem, e isso causou o fim de seu relacionamento. Ruggia, por sua vez, enviou ao site francês uma declaração por meio de seus advogados, dizendo que “refuta categoricamente” qualquer má conduta. A declaração diz que o casal tinha um “relacionamento profissional e afetuoso” e chama a denúncia de “difamatória”. O diretor também declarou ter sido o grande responsável pela carreira bem-sucedida de Haenel, por ter sido quem a descobriu. E esta declaração deixou a atriz especialmente indignada. Ela se disse “chocada por ele negar” e “mais chocada ainda com o fato de ele dizer que me descobriu, porque na verdade ele me destruiu”, registrou o Mediapart. Adèle Haenel está atualmente em cartaz na França com o filme “Retrato de uma Jovem em Chamas”, de Céline Sciamma, que tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já venceu vários prêmios, inclusive no Festival de Cannes. A estreia comercial no Brasil está marcada para 9 de janeiro.

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  • Série

    Watchmen: Grupo clássico dos Minutemen ganha imagem oficial

    25 de novembro de 2019 /

    A HBO divulgou uma imagem oficial dos Minutemen, o grupo de heróis vigilantes dos anos 1940, mencionado na série “Watchmen”. A foto apresenta os heróis Silhouette, Mothman, Dollar Bill, Coruja, Capitão Metrópolis, Espectral, Justiça Encapuzada e, na frente, o Comediante. A imagem recria uma imagem dos quadrinhos clássicos de Dave Gibbons e Alan Moore, que também foi encenada na adaptação cinematográfica de Zack Snyder (compare abaixo), e veio à tona após uma importante revelação relacionada a um dos personagens do grupo, no episódio exibido no domingo passado (24/11). Criada por Damon Lindelof (“The Leftovers”), a série se passa 30 anos após os acontecimentos vistos nos quadrinhos e no filme, em uma realidade em que os vigilantes são tratados como vilões e a polícia usa uniformes de super-heróis. Uma das personagens principais é Angela Abar/Sister Night (Regina King), que começa a descobrir uma grande rede de intrigas e segredos envolvendo a polícia e um grupo extremista chamado de Sétima Kavalaria. “Watchmen” é transmitida todos os domingos pela HBO, às 23h, e também tem seus episódios disponibilizados no aplicativo HBO Go. pic.twitter.com/0GrxSklWyi —  Milo García  (@ElMismisimoMilo) November 25, 2019 pic.twitter.com/Wwx4bs8ADL — james (@TheLiesITelll) November 25, 2019

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  • Etc

    Após queixa de Emilia Clarke, diretores do Reino Unido ganham manual para cenas de nudez

    22 de novembro de 2019 /

    Poucos dias após Emilia Clarke revelar em entrevista que foi pressionada a fazer mais cenas de nudez que esperava durante as gravações de “Game of Thrones”, a associação profissional de diretores do Reino Unido, Directors UK, lançou um manual com diretrizes para a realização desse tipo de gravação – cenas de nudez e simulações de sexo em filmes e séries. Clarke disse ter ficado impressionada com a “quantidade de nudez” da 1ª temporada de “Game of thrones”. A atriz contou que, mesmo tendo lido o roteiro e concordado com as cenas descritas, se sentiu insegura durante o set, que foi sua primeira grande experiência após completar a escola de teatro. “Eu nunca tinha estado em um set como aquele, e agora estava lá completamente nua com todas aquelas pessoas, e não sabia o que fazer e o que era esperado de mim, e não sei o que eu queria ou não queria”, relembrou. Com as novas diretrizes, o Directors UK espera evitar situações de desconforto iguais, com orientações para ensaios, direção de cenas de violência sexual e planejamento de gravações de forma que atendam a cláusulas contratuais. Segundo a entidade, a ideia é “encontrar soluções criativas para os desafios que ocorrem no set”. O manual tem o apoio de outras organizações importantes do audiovisual no Reino Unido, como o Bafta, BFI, o sindicato de diretores de casting e o sindicato dos roteiristas do Reino Unido, assim como grupos que advocam pela igualdade de gênero, como o ERA 50:50 e o Time’s Up UK. Presidente do comitê do Directors UK e vencedora de um Bafta, a diretora Susanna White celebrou o lançamento do guia. “O diretor, como o líder criativo da produção, deve dar o tom para um ambiente profissional e respeitoso no set. Todos nós estamos aqui porque queremos contar histórias emocionantes e impactantes, e nenhum integrante do elenco ou da equipe deve ser colocado numa posição em que se sinta inseguro, explorado ou mal gerenciado — especialmente na hora de filmar conteúdos sensíveis”, disse a cineasta de “Uma Mulher Exemplar” (2017) e “Nanny McPhee e as Lições Mágicas” (2010), em comunicado.

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  • Série

    Ator revela gravação de final alternativo de Game of Thrones

    21 de novembro de 2019 /

    Como muitos fãs não gostaram do final de “Game of Thrones”, a revelação desta quinta (21/11) do ator islandês Kristofer Hivju, que deu vida a Tormund Giantsbane na série, caiu como uma bomba. Em entrevista ao jornal britânico Metro, ele revelou a existência de um final diferente daquele que foi exibido na televisão. “Bem, nós gravamos um final alternativo”, disse ele, desconversando em seguida. “Mas não sei temos permissão para falar sobre isso”. E matou o assunto. Bastou isso para diversos fãs se manifestarem nas redes sociais, com o objetivo de criar uma campanha para que a HBO exiba esse final alternativo. O canal pago americano não se manifestou sobre o assunto.

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    Emilia Clarke revela brigas por cenas de nudez em Game of Thrones

    19 de novembro de 2019 /

    A atriz Emilia Clarke disse ter sido pressionada a fazer cenas de nudez em “Game of Thrones” “para não decepcionar os fãs”. A atriz, que interpretou Daenerys Targaryen na série, revelou brigas no set por causa de cenas em que precisava aparecer sem roupas, mas não chegou a nomear os membros da equipe da série que a pressionaram. A revelação foi feita durante entrevista ao podcast Armchair Expert, em que ela comentou: “Eu sou mais consciente hoje em dia sobre o que me deixa confortável ou desconfortável, o que eu sinto que é OK fazer, e o que eu sinto que não é OK”. “Eu tive brigas no set em que dizia: ‘Não, o lençol vai me cobrir até o pescoço’. E eles diziam: ‘Você não quer decepcionar os fãs de ‘Game of Thrones’, quer?’. E eu respondia: ‘Vão se f*der'”, contou. Ela afirmou que não sabia sobre a quantidade de nudez na história até ler o roteiro. “Eu consegui o papel e recebi os scripts. Quando estava lendo, pensei: ‘Ah, bom, agora entendi qual é o lado ruim disso'”, disse. “Eu tinha acabado de sair da escola de teatro, e abordei aquilo como qualquer outro trabalho. Se está no roteiro, eu pensei, claramente é algo necessário para a trama”, completou. Clarke acrescenta que sua inexperiência profissional também a impediu de brigar com a produção. “Eu nunca tinha estado em um set de gravações daquele tamanho antes. Eu nunca tinha ficado nua na frente de uma multidão de pessoas. Com ou sem nudez, eu nunca seria capaz de me impor e pedir por algo que eu queria na 1ª temporada. Eu pensava que meus sentimentos estavam errados, ia chorar no banheiro, e voltava para filmar a minha cena de nudez como se tudo estivesse bem”, continuou. A estrela britânica contou que a ajuda neste momento veio de um de seus colegas de elenco, Jason Momoa, que viveu Khal Drogo, personagem que se torna marido de Daenerys na 1ª temporada. “Foi realmente muito difícil. Por isso que as cenas, quando eram com Jason, acabavam sendo muito melhores. Foi ele quem me confortou [concordando com o ponto de vista]: ‘Não, querida, não está tudo bem'”, completou.

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  • Série

    Avenue 5: Hugh Laurie comanda nave espacial em trailer de nova série de comédia

    18 de novembro de 2019 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer de “Avenue 5”, comédia sci-fi de Armando Iannucci, o criador de “Veep”, que traz Hugh Laurie (o eterno Dr. House) como capitão de uma nave espacial. A prévia mostra a nave luxuosa do título passando por diversas dificuldades técnicas, enquanto os responsáveis por enfrentar a situação demonstram toda a sua inépcia, aumentando o pânico entre os passageiros. O papel marca uma nova parceria entre o ator e o produtor. Laurie teve participação recorrente em “Veep”, aparecendo em 15 episódios entre a 4ª e a 6ª temporada da série. Adicionalmente, o ator também vai estrelar no próximo filme de Iannucci, “The Personal History of David Copperfield”, atualmente em pós-produção. O elenco aindainclui Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Zach Woods (“Silicon Valley”), Nikki Amuka-Bird (“Hard Sun”), Rebecca Front (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Lenora Crichlow (“Deception”), Suzy Nakamura (“Dr. Ken”), Himesh Patel (“Yesterday”) e Ethan Phillips (“12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição”). A série vai estrear em janeiro, em dia ainda não anunciado.

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    David Grohl canta com Garibaldo em vídeo da estreia do 50º ano de Vila Sésamo

    13 de novembro de 2019 /

    A produção da longeva série “Vila Sésamo” (Sesame Street) divulgou um vídeo com participação do músico David Grohl, da banda Foo Fighters. Ele canta com Garibaldo (Big Bird) e Elmo na estreia do 50º ano da produção, que vai acontecer no sábado (16/11) nos Estados Unidos. “É ótimo estar aqui com os meus amigos”, disse Grohl, puxando o assunto das amizades que se pode fazer durante uma viagem ou passeio, quando se conhece novas pessoas, ao som de uma música chamada “Here We Go Song”. Atualmente exibida na HBO nos Estados Unidos, a série vai virar atração da plataforma HBO Max no ano que vem. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma, com uma renovação da produção cinquentenária por mais cinco temporadas.

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  • Série

    Westworld: 3ª temporada ganha teaser misterioso

    10 de novembro de 2019 /

    A HBO divulgou um vídeo misterioso da 3ª temporada de “Westworld”, que se apresenta como um comercial de uma empresa tecnologia. A prévia é uma propaganda da Incite, companhia fictícia, que ganhou até página na web, apresentada por seu fundador Liam Dempsey Sr. (Jefferson Mays, de “Vício Inerente”). O detalhe é que a empresa responsável pela criação dos “replicantes” da série se chama Delos. O que faz a Incite? Mistério para a nova temporada. A citação aos replicantes, nome dos androides de “Blade Runner”, reflete o fato de os robôs de “Westworld” terem mais que aparência humana. Eles também não querem “morrer” e, na 3ª temporada, estarão “vivendo” entre pessoas que desconhecem suas existências. Mas se há robôs revolucionários, como Dolores (Evan Rachel Wood), também há os que pretendem impedir seus planos, como Bernard (Jeffrey Wright). Como o cenário do Velho Oeste queimou no incêndio que devastou Malibu no fim do ano passado, a cidadezinha com cowboys não deve voltar a aparecer na série, que agora se passará no “mundo real”. De todo modo, a ideia dos criadores, Lisa Joy e Jonathan Nolan, já era introduzir a civilização do futuro, avançada o suficiente para ter criado o parque temático de Westworld. A série também vai ganhar novos intérpretes, como Aaron Paul (de “Breaking Bad”) e Vincent Cassel (“O Filme da Minha Vida”), que se juntarão a Tessa Thompson, Ed Harris, Luke Hemsworth, Thandie Newton e Rodrigo Santoro, entre outros remanescentes da produção. A estreia ainda não foi marcada, mas só vai acontecer em 2020. No futuro mesmo.

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    Christophe Ruggia é expulso da Associação dos Diretores da França após denúncia de assédio de Adèle Haenel

    4 de novembro de 2019 /

    A Société des Réalisteurs de Films (SRT), espécie de sindicato dos cineastas franceses, expulsou de seus quadros o diretor Christophe Ruggia, após uma reportagem bombástica acusá-lo de assediar a atriz Adèle Haenel, vencedora do César (o Oscar francês) por “Amor à Primeira Briga” (2014), quando ela tinha apenas 12 anos. Em uma extensa reportagem do site de jornalismo investigativo Mediapart, de Paris, a atriz afirmou que Ruggia começou a assediá-la quando ela foi escalada em seu primeiro filme, “Les Diables” (2002), que ele dirigiu. Haenel disse que os avanços ocorreram em várias ocasiões e continuaram até ela completar 15 anos. A publicação também obteve documentos que corroboram a acusação da atriz, que hoje tem 30 anos, incluindo cartas de amor enviadas pelo cineasta à então menor de idade. A SRT criou a mostra Quinzena dos Realizadores, uma das seções paralelas de maior prestígio do Festival de Cannes, e atualmente é presidida por cineastas como Jacques Audiard, Bertrand Bonello e Céline Sciamma – por sinal, diretora do mais recente filme de Haenel, “Retrato de uma Jovem em Chamas”. É a primeira vez em 50 anos de história que a associação expulsa um de seus membros. Em um comunicado publicado em sua conta do Twitter, a SRF explicou a ação e ainda ofereceu “apoio total” à atriz Adèle Haenel. “Iniciamos um procedimento para remover Ruggia da SRF”, diz o post, afirmando que a associação “expressa total apoio, admiração e reconhecimento à atriz Adèle Haenel, que teve a coragem de se manifestar após tantos anos de silêncio”. Ruggia nega todas as alegações. Ele se pronunciou por meio de seus advogados, dizendo que “refuta categoricamente” qualquer má conduta. A declaração afirma que o casal tinha um “relacionamento profissional e afetuoso” e chama a denúncia de “difamatória”. La SRF apporte son soutien total à Adèle Haenel. @Mediapart @marineturchi #AdeleHaenel Communiqué: pic.twitter.com/VQ9XehYyBv — LaSRF (@LaSRF1968) November 4, 2019

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    Adèle Haenel denuncia diretor que a assediu quando ela tinha 12 anos

    3 de novembro de 2019 /

    A estrela francesa Adèle Haenel, vencedora do César (o Oscar francês) de Melhor Atriz por “Amor à Primeira Briga” (2014), acusou publicamente o diretor Christophe Ruggia (“Na Tormenta”) de assediá-la sexualmente aos 12 anos de idade. Em uma extensa reportagem do site de jornalismo investigativo Mediapart, de Paris, a atriz afirmou que Ruggia começou a assediá-la quando ela foi escalada em seu primeiro filme, “Les Diables” (2002), que ele dirigiu. Haenel disse que os avanços ocorreram em várias ocasiões e continuaram até ela completar 15 anos. Ela completa a denúncia dizendo que não entrará em ação legal, pois acredita que “a justiça ignora” as vítimas em sua situação. Em resposta, Ruggia enviou ao site francês uma declaração por meio de seus advogados, dizendo que “refuta categoricamente” qualquer má conduta. A declaração diz que o casal tinha um “relacionamento profissional e afetuoso” e chama a denúncia de “difamatória”. Haenel afirma que os incidentes ocorreram entre 2001 e 2004, quando ela tinha entre 12 e 15 anos e o diretor já possuía entre 36 e 39 anos. Ela descreve a conduta do cineasta durante as filmagens e o lançamento subsequente de “Les Diables”, sua estréia no cinema, como “assédio sexual permanente”, incluindo os hábitos de Ruggia de “tocar nas suas coxas e no tronco” e fazer “beijos forçados no seu pescoço”. Ela também disse que incidentes mais sérios aconteceram no apartamento do diretor e quando ela viajou com a equipe do filme para festivais de cinema. A atriz contou ter decidido trazer a denúncia a público depois de ver o documentário “Deixando Neverland”, da HBO, com acusações similares sobre Michael Jackson. Ela diz que seu objetivo é “expor o sistema de silêncio e cumplicidade que possibilita essa [conduta]”. “Não é queimar Christophe Ruggia… [mas] colocar o mundo de volta na direção certa… [para] que essa exploração de crianças e mulheres possa acabar”. A investigação da Mediapart ocorreu durante seis meses e entrevistou mais de 30 pessoas ligadas a Haenel e Ruggia, incluindo a diretora do filme mais recente da atriz, “Retrato de uma Jovem em Chamas” (2019), Celine Sciamma, e o produtor Bertrand Faivre, que produziu o drama de Ruggia “Na Tormenta” (2011), que disse que não vai mais trabalhar com o diretor depois do que veio à tona. A reportagem afirma que também obteve documentos que corroboram a acusação da atriz, que hoje tem 30 anos, incluindo cartas de amor enviadas pelo cineasta à então menor de idade.

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    The New Pope: John Malkovich vira papa no primeiro trailer da série

    3 de novembro de 2019 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer completo de “The New Pope”, que introduz o papa vaidoso vivido por John Malkovich (“Bird Box”). A prévia também mostra como ele virou papa no lugar do personagem de Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e uma reviravolta que pode originar uma luta pelo poder no Vaticano. A série é continuação de “The Young Pope”, protagonizada por Law em 2016, e também foi criada e dirigida pelo cineasta italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”). Ao todo, “The New Pope” terá nove episódios, com lançamento marcado para janeiro.

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    Matthew Rhys aparece como Perry Mason na primeira foto do reboot da série clássica

    2 de novembro de 2019 /

    A HBO divulgou a primeira foto de “Perry Mason”, reboot da série clássica da TV, que traz o ator Matthew Rhys (protagonista de “The Americans”) no papel-título. A imagem registra Rhys de chapéu, acessório típico de filme noir, ao lado de um carro antigo, confirmando que a produção é um drama de época. O maior diferencial do novo “Perry Mason é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – como os sete longas de “Perry Mason”, lançados entre 1934 e 1940, e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Como os produtores mantiveram “Perry Mason” na TV, com telefilmes estrelados por Burr, até os anos 1990, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. A direção da estreia é assinada por Timothy Van Patten, que também foi responsável pelo primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. O elenco também conta com John Lithgow (vencedor do Emmy pelo papel de Winston Churchill na série “The Crown”), Tatiana Maslany (vencedora do Emmy como protagonista de “Orphan Black”), Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Ainda não há previsão para a estreia do novo Perry Mason.

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