HBO anuncia seis novas produções brasileiras
A HBO anunciou seis novos projetos brasileiros, incluindo três séries originais que já estão em desenvolvimento: a comédia “Área de Serviço”, o drama “O Amor Segundo Buenos Aires” e a fantasia “O Beijo Adolescente”. O pacote anunciado pela HBO Brasil se completa com três coproduções documentais. Criada e escrita pelos atores Pedro Cardoso (o Agostinho de “A Grande Família”) e Graziella Moretto (“Cidade de Deus”), “Área de Serviço” pretende abordar a relação entre diferentes classes sociais. A trama vai girar em torno de Jacinto, um brasileiro criado em Portugal, que volta ao Brasil em busca de informações sobre a mãe que não conheceu. Hospedado na mansão de uma tia, ele passa a conviver com os numerosos empregados que ali trabalham, passando por situações inusitadas. A direção dos episódios está a cargo da cineasta Monique Gardenberg (“Paraíso Perdido”), que também participa do desenvolvimento da produção. Baseado no livro do jornalista brasileiro Fernando Scheller, “O Amor Segundo Buenos Aires” acompanha Hugo, um brasileiro que se muda para Buenos Aires acompanhando a namorada, que vai estudar dança. À medida que o romance esfria, Hugo vai se apaixonando pela cidade e conhecendo as histórias de outras pessoas. Sheller integra a equipe de produção. Inspirada pelos quadrinhos de Rafael Coutinho (ilustração acima), “O Beijo Adolescente” se passa em um mundo em que os adultos não têm cor e apenas os jovens são coloridos. Nessa realidade, certos adolescentes manifestam um tipo de superpoder ao dar o primeiro beijo. A fantasia conta com a consultoria do próprio autor. Já as três coproduções documentais são “Odilon, Réu de Si Mesmo”, sobre o juiz federal Odilon de Oliveira, responsável pelas condenações de Fernandinho Beira-Mar e Juan Carlos Abadia, “Coisa de Menino”, com direção de Guto Barra e Tatiana Issa (que já fizeram a série “Fora do Armário” para a HBO), sobre as origens da “masculinidade tóxica” na infância, e “Bobiography”, que abordará o ídolo brasileiro do skate Bob Burnquist. “Nestes últimos meses, estivemos trabalhando com produtoras brasileiras no desenvolvimento de novo conteúdo nacional, para levar ainda mais histórias originais e inovadoras ao público de todo o mundo”, disse Roberto Rios, vice-presidente Corporativo de Produções Originais da HBO Latin America, em comunicado. “O conteúdo brasileiro é muito bem recebido também internacionalmente e nossas produções foram inclusive incluídas na nova plataforma HBO Max, nos Estados Unidos. Para continuar com esse trabalho, estamos focados neste momento na análise de novos projetos e no desenvolvimento de roteiros”, acrescentou o executivo.
Zendaya fica “sem palavras” ao comemorar primeira indicação ao Emmy
Zendaya foi ao Instagram comemorar sua primeira indicação ao Emmy, revelada na manhã desta terça (28/7). Ela vai disputar o troféu da Academia da Televisão na categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por seu papel em “Euphoria”, da HBO. “Estou sinceramente sem palavras, meu coração está transbordando de amor e gratidão. Estou tão incrivelmente honrada por trabalhar ao lado de pessoas talentosas que chamo de família”, escreveu a atriz, publicando uma foto em preto e branco dos bastidores da série, que começou chamando atenção pelo tom polêmico, mas logo se tornou um grande sucesso de crítica e público. Ela prosseguiu: “Sou uma pequena peça de um quebra-cabeça bonito e tenho muito orgulho de todos vocês”, disse, referindo-se aos colegas de trabalho. “Obrigado a todos que assistiram e deram vida ao programa, obrigado a (o criador) Sam Levinson, a HB0, ao (estúdio) A24 por tudo e à Academia da Televisão por esse lindo reconhecimento, obrigado, obrigado, obrigado”, finalizou, demonstrando seu entusiasmo pela repetição dos agradeciemntos. Debutante na categoria, Zendaya vai disputar o prêmio com a pesos pesados: Olivia Colman, por “The Crown”, Laura Linney, por “Ozark”, Jennifer Aniston, por “The Morning Show”, e Jodie Comer e Sandra Oh, ambas por “Killing Eve”. A cerimônia de premiação vai acontecer em 20 de setembro. Ver essa foto no Instagram I’m honestly speechless, my heart is just overflowing with love and gratitude. I’m so incredibly honored to work beside the talented people that I get to call family. I am a small piece of a big beautiful puzzle and I’m so proud of all of you. Thank you to everyone out there who’s watched and given our show life, thank you @samlev00 @hbo @a24 for everything and @televisionacad for this beautiful acknowledgment, thank you, thank you, thank you. We out here Emmy nominated y’all!! Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya) em 28 de Jul, 2020 às 2:34 PDT
Emmy 2020: Lista de indicados destaca Netflix, Zendaya, Watchmen e The Mandalorian
A Academia de Televisão dos EUA revelou nesta terça (28/7) os indicados à edição 2020 do Emmy, a maior premiação da indústria televisiva (atualmente também de streaming), que este ano terá uma cerimônia virtual, devido à pandemia do novo coronavírus. A lista marca uma grande renovação em relação às edições passadas, nem tanto pela interrupção das produções pela covid-19, mas principalmente pela finalização de séries tradicionais da premiação, como “Game of Thrones” e “Veep”. Se a pandemia trouxe algum impacto foi no reconhecimento de mais títulos de streaming, com inclusão de séries da Disney+ (Disney Plus) (19 menções), Apple TV+ (18) e até da Quibi (10), ao lado das já tradicionais opções da Netflix, Amazon e Hulu. A Netflix, por sinal, finalmente abriu vantagem sobre a HBO, registrando o número recorde de 160 nomeações, enquanto sua grande rival da TV paga ficou com 107. O Emmy também valorizou as redes tradicionais, com 47 citações à produções da NBC e 37 da ABC. A FX foi o segundo canal pago mais lembrado, com 33 indicações, enquanto a Amazon Prime Video e a Hulu completaram o pódio do streaming, respectivamente com 30 e 26 indicações. Entre as estreias da lista, destaque para Zendaya, que emplacou uma vaga na disputada categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por sua performance em “Euphoria”. Mas ela não é a única novata da relação, que também rendeu as primeiras nomeações de algumas estrelas do cinema, como Cate Blanchett (por “Mrs. America”), Lupita Nyong’o (“Serengetti”), Octavia Spencer (“A Vida e a História de Madam C.J. Walker”), Sarah Snook (“Succession”) e Anna Kendrick (“Dummy”). Entre os homens, os novatos incluem Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Corey Hawkins (“Survive”), Christoph Waltz (“Most Dangerous Game”), Jeremy Strong (“Succession”), Billy Crudup (“The Morning Show”) e o cineasta Taika Waititi (“The Mandalorian”). A relação de indicados também contemplou Fred Willard e Lynn Shelton, recentemente falecidos. Willard concorre como Melhor Ator Convidado em Comédia, por “Modern Family”, enquanto Shelton foi lembrada na disputa de Melhor Direção de Minissérie, por “Little Fires Everywhere”. Mas a grande surpresa ficou por conta da quantidade expressiva de indicações obtidas por “The Mandalorian”, que inclusive vai disputar o Emmy de Melhor Série de Drama. A série que concorre a mais troféus, por sinal, é outra produção de sci-fi/fantasia, “Watchmen”. Recebeu 26 indicações. E os compositores Trent Reznor (do Nine Inch Nails) e Atticus Ross puxam duas dessas nomeações por sua trilha e uma música original. A dupla já tem o Oscar por “A Rede Social” (2010). “The Marvelous Mrs. Maisel” aparece em seguida com 20 indicações, enquanto “Ozark” e “Succession” surgem próximos com 18, acompanhados por “The Mandalorian”, “Saturday Night Live” e “Schitt’s Creek” com 15. Ao todo, 767 programas diferentes disputaram vagas no Emmy em mais de 100 categorias nesta temporada. Vale lembrar que nem todas as categorias são televisadas. A premiação é dividida entre dois fins de semana. As cerimônias dos prêmios técnicos, denominadas Creative Arts Emmy Awards, acontecerão nos dias 12 e 13 de setembro, enquanto a premiação principal tem sua realização marcada para 20 de setembro. Confira abaixo a lista dos indicados ao evento principal. Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “The Crown” “The Mandalorian” “Ozark” “Stranger Things” “Killing Eve” “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Sandra Oh, “Killing Eve” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Steve Carrell, “The Morning Show” Brian Cox, “Succession” Billy Porter, “Pose” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter, “The Crown” Laura Dern, “Big Little Lies” Julia Garner, “Ozark” Thandie Newton, “Westworld” Fiona Shaw, “Killing Eve” Sarah Snook, “Succession” Meryl Streep, “Big Little Lies” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Mark Duplass, “The Morning Show” Giancarlo Esposito, “Better Call Saul” Matthew Macfadyen, “Succession” Bradley Whitford, “The Handmaid’s Tale” Jeffrey Wright, “Westworld” Melhor Direção em Série de Drama Lesli Linka Glatter, “Homeland” Alik Sakharov, “Ozark” Ben Semanoff, “Ozark” Andrij Parekh, “Succession” Mark Mylod, “Succession” Benjamin Caron, “The Crown” Jessica Hobbs, “The Crown” Mimi Leder, “The Morning Show” Melhor Roteiro em Série de Drama “Better Call Saul – Bad Choice Road” “Better Call Saul – Bagman” “Ozark – Boss Fight” “Ozark – Fire Pink” “Ozark – All In” “Succession – This Is Not For Tears” “The Crown – Aberfan” Melhor Série de Comédia “Curb Your Enthusiasm” “Disque Amiga para Matar” “The Good Place” “Insecure” “O Método Kominsky” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Schitt’s Creek” “What We Do in The Shadows” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel” Linda Cardellini, “Disque Amiga para Matar” Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Issa Rae, “Insecure” Tracee Eliss Ross, “Blackish” Melhor Ator em Série de Comédia Michael Douglas, “O Método Kominski” Anthony Anderson, “Blackish” Ted Danson, “The Good Place” Don Cheadle, “Black Monday” Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Ramy Youssef, “Ramy” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” D’Arcy Carden, “The Good Place” Betty Gilpin, “GLOW” Marin Hinkle, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Yvonne Orji, “Insecure” Cecily Strong, “Saturday Night Live” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Mahershala Ali, “Ramy” Alan Arkin, “O Método Kominsky” Andre Braugher, “Brooklyn Nine-Nine” Sterling K. Brown, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Tony Shalhoub, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson, “Saturday Night Live” Melhor Direção em Série de Comédia Gail Mancuso, “Modern Family” Ramy Youssef, “Ramy” Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Matt Shakman, “The Great” Amy Sherman-Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” James Burrows, “Will & Grace” Melhor Roteiro em Série de Comédia “Schitt’s Creek – Happy Ending” “Schitt’s Creek – The Presidential Suite” “The Good Place – Whenever You’re Ready” “The Great – The Great” “What We Do in the Shadows – Collaboration” “What We Do in the Shadows – Ghosts” “What We Do in the Shadows – On The Run” Melhor Minissérie “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Inacreditável” “Nada Ortodoxa” “Watchmen” Melhor Telefilme “American Son” “Má Educação” “Dolly Parton’s Heartstrings” “These Old Bones” “El Camino A Breaking Bad Movie” “Unbreakable Kimmy Schmidt Kimmy vs. The Reverend” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett, “Mrs. America” Shira Haas, “Nada Ortodoxa” Regina King, “Watchmen” Octavia Spencer, “A Vida e a História de Madam C.J. Walker” Kerry Washington, “Little Fires Everywhere” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Jeremy Irons, “Watchmen” Hugh Jackman, “Má Educação” Paul Mescal, “Normal People” Jeremy Pope, “Hollywood” Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Toni Collette, “Inacreditável” Margo Martindale, “Mrs. America” Jean Smart, “Watchmen” Holland Taylor, “Hollywood” Tracey Ullman, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Jovan Adepo, “Watchmen” Tituss Burgess, “Unbreakable Kimmy Schmidt” Louis Gossett Jr., “Watchmen” Jim Parsons, “Hollywood’ Dylan McDermott, “Hollywood” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Lynn Shelton, “Little Fires Everywhere” Lenny Abrahamson, “Normal People” Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Nicole Kassell, “Watchmen” Steph Green, “Watchmen” Stephen Williams, “Watchmen” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme “Mrs. America – Shirley” “Normal People – Episode 3” “Inacreditável – Episode 1” “Nada Ortodoxa – Part 1” “Watchmen – This Extraordinary Being” Melhor Talk Show de Variedades “The Daily Show with Trevor Noah” “Full Frontal” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “The Masked Singer” “Nailed It!” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice”
Primeira série do diretor de Me Chame pelo Seu Nome ganha trailer legendado
A HBO Brasil divulgou o trailer completo e legendado de “We Are Who We Are”, primeira série dirigida pelo cineasta italiano Luca Guadagnino (de “Me Chame pelo Seu Nome” e “Suspiria”). A prévia revela a data de estreia e que a atração vai enfatizar questões de identidade sexual na adolescência – como em “Me Chame pelo Seu Nome”. A série se passa numa base militar dos EUA em Veneto, na Itália, e foi escrita por Guadgnino em parceria com Paolo Giordano (“A Solidão dos Números Primos”), Francesca Manieri (“Minha Filha”) e Sean Conway (“Ray Donovan”). Segundo a sinopse, a trama acompanha dois adolescentes americanos, Fraser e Caitlin, que moram na base devido ao trabalho dos pais, e vai explorar temas típicos dessa fase da vida, como amizade, primeiro amor, identidade, confusão e angústia. Trata-se de “uma história que pode acontecer em qualquer lugar o mundo, mas, neste caso, acontece num pequeno pedaço dos EUA na Itália”. Os dois protagonistas são vividos por Jack Dylan Grazer (o Eddie de “It: A Coisa”, com o cabelo loiro) e a estreante Jordan Kristin Seamon. O elenco também destaca Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”) e a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”) como as mães do personagem de Fraser, o rapper Scott “Kid Cudi” Mescudi (“Westworld”) e Faith Alabi (“Cold Feet”) como os pais de Caitlin, além de Tom Mercier (“Synonymes”), Spence Moore II (“All American”) e Francesca Scorsese, a filha caçula e adolescente do cineasta Martin Scorsese. “We Are Who We Are” é uma coprodução da HBO com o canal pago europeu Sky, e estreia em 14 de setembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos EUA.
A busca da vacina de covid-19 vai virar série do diretor de Vice
O diretor de “A Grande Aposta” (2016) e “Vice” (2018) vai trocar a economia e a política pela ciência em seu próximo projeto. Adam McKay vai produzir uma série sobre a busca de uma vacina para o novo coronavírus. A HBO aprovou a produção de “The First Shot”, minissérie baseada no livro homônimo – e ainda inédito – do jornalista Brendan Borrell sobre as empresas envolvidas na pesquisa, a ciência das vacinas e os desafios em relação ao acesso e segurança da vacinação contra a covid-19. Borrell tem escrito sobre a pandemia de coronavírus em publicações como National Geographic, Wired e Science. O projeto faz parte de um acordo geral firmado entre a produtora de McKay, Hyperobject Industries, e a WarnerMedia, que já rendeu a série “Succession” na HBO e colocou em desenvolvimento várias minisséries, como uma adaptação do filme “Parasita”, de Bong Joon-ho, e a história do time de basquete Los Angeles Lakers dos anos 1980, ambas também na HBO. McKay ainda está desenvolvendo uma série de antologia sobre mudanças climáticas para a HBO Max.
Lovecraft Country: Série de terror do diretor de Corra! revela cena de caça a tesouro perdido
A HBO divulgou uma cena de quase 3 minutos de “Lovecraft Country”, série de terror racial produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra” e “Nós”), que combina drama de época, crítica social e monstros. A prévia também revela influência das tramas de caças ao tesouro perdido – ao estilo de “Indiana Jones”, “Tomb Raider” e “Tio Patinhas”. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”), “Lovecraft Country” se passa nos anos 1950 e acompanha Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam tanto os horrores realistas da sociedade racista de sua época como horrores sobrenaturais, e tentam sobreviver a tudo isso. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George. Os coadjuvantes incluem Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”) e a top model Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto foi desenvolvido por Peele ao descobrir o livro e conceber sua transformação em série. Ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criador da série “Underground”) a escrever os roteiros e comandar a adaptação. Para completar, ainda trouxe para a direção dos episódios outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). A série vai estrear no Brasil em 16 de agosto, mesmo dia do lançamento nos EUA.
Lovecraft Country: Série de terror racial do diretor de Corra! ganha novo trailer legendado
A HBO divulgou um novo pôster e trailer legendado de “Lovecraft Country”, série de terror racial produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra” e “Nós”), que combina drama de época, crítica social e monstros. A prévia também revela a data de estreia da produção, que após os recentes protestos antirracistas nos EUA, tornou-se tematicamente ainda mais atual. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”), “Lovecraft Country” se passa nos anos 1950 e acompanha Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam tanto os horrores realistas da sociedade racista de sua época como horrores sobrenaturais, e tentam sobreviver a tudo isso. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George. Os coadjuvantes incluem Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”) e a top model Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto foi desenvolvido por Peele ao descobrir o livro e conceber sua transformação em série. Ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criador da série “Underground”) a escrever os roteiros e comandar a adaptação. Para completar, ainda trouxe para a direção dos episódios outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). A série vai estrear no Brasil em 16 de agosto, mesmo dia do lançamento nos EUA.
Perry Mason é renovada para 2ª temporada
Apresentada originalmente como uma minissérie, “Perry Mason” agradou tanto que vai virar série anual. O canal pago americano HBO anunciou ter renovado a atração estrelada por Matthew Rhys para uma 2ª temporada. A produção teve uma estreia promissora no mês passado, atraindo 1,7 milhões de telespectadores nos EUA. Os números foram maiores que os da estreia da incensada “Watchmen”, vista por 1,5 milhões de americanos após uma campanha de marketing significativamente mais intensa. “Foi uma jornada emocionante trabalhar com a equipe imensamente talentosa por trás de ‘Perry Mason'”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado. “Os telespectadores gostaram de ser transportados de volta no tempo para a Los Angeles da década de 1930 e estamos felizes em receber o programa de volta para uma 2ª temporada.” O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, seguiu-se de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu como detetive na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), a 1ª Temporada de 8 episódios de “Perry Mason” segue no ar, com seu encerramento marcado para 9 de agosto.
Phyllis Somerville (1943 – 2020)
A atriz Phyllis Somerville, conhecida pelos filmes “Pecados Íntimos” e “As Rainhas da Torcida”, morreu na quinta (16/7) de causas naturais em sua casa, na cidade de Nova York, aos 76 anos. Ainda criança, Somerville teve uma pequena aparição na série “Guiding Light”, em 1952, mas seguiu carreira no teatro e só foi reaparecer nas telas três décadas depois, como figurante na comédia de sucesso “Arthur, o Milionário Sedutor”, lançada em 1981. Ela esperou mais uma década antes de decidir se focar no audiovisual, atuando em episódios de várias séries a partir dos anos 1990, como “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), “Sex and the City”, “Família Soprano” (The Sopranos) e até em três títulos da franquia “Lei & Ordem”: a “Law & Order” original, “Law & Order: SVU” e “Law & Order: Criminal Intent”. Somerville também acumulou participações em filmes famosos, entre eles “Fé Demais Não Cheira Bem” (1992), “Adoráveis Fantasmas” (1998), “Simplesmente Irresistível” (1999) e “Vivendo no Limite” (1999), até que começou a se destacar, alcançando papéis importantes em “Pecados Íntimos” (2006), de Todd Field, como a mãe do pedófilo vivido por Jackie Earle Haley, e em “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), de David Fincher, como a vovó da versão mirim da personagem de Cate Blanchett. Após seus melhores filmes, ela entrou no elenco de “The Big C”, série de 2010 da HBO sobre a luta de uma mulher com câncer, em que viveu a vizinha suicida da protagonista Laura Linney. Ainda atuou em um episódio de “House of Cards”, antes de virar a mãe do Rei do Crime em “Demolidor” (em 2015), a líder da comunidade alternativa de “Outsiders” (de 2016) e Meemaw no sucesso da Netflix “The Unbreakable Kimmy Schmidt” (em 2017). Nos últimos anos, Sommerville apareceu no suspense “Segredos de Sangue” (2013), estreia do sul-coreano Park Chan-wook em Hollywood, no romance “Nossas Noites” (2017), que voltou a reunir o casal Robert Redford e Jane Fonda, no drama “A Vida de Diane” (2018), premiado no Festival de Tribeca, e na comédia “As Rainhas da Torcida” (2019), onde teve um de seus maiores destaques como uma das personagens do título – um time de cheerleaders da Terceira Idade que também incluía Diane Keaton, Jacki Weaver e Pam Grier. O último papel da atriz foi na série de detetive “Mare of Easttown”, prevista para estrear na HBO em 2021.
Novo livro de Stephen King vai virar três filmes diferentes
O novo livro de Stephen King não vai render apenas um filme, como previamente antecipado. Na verdade, serão três. Antologia com quatro contos do escritor, “If It Bleeds” terá três de suas histórias transformadas em filmes de produtores e cineastas diferentes. Cada um dos contos foi negociado separadamente. A adaptação mais adiantada é “Mr. Harrigan’s Phone”, que já tinha sido anunciada. O filme será uma coprodução de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”) e da Blumhouse (produtora de “O Homem Invisível” e “Corra!”), com roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”) para a Netflix. Os cineastas Darren Aronofsky (“Mãe”) e Ben Stiller (“Zoolander”) vão adaptar outros dois contos, “The Life of Chuck” e “Rat”, respectivamente. Segundo apurou o site Deadline, “Rat” será dirigido e estrelado por Stiller, enquanto Aronofsky deve apenas produzir “The Life of Chuck”. Com isso, o único conto de “If It Bleeds” ainda sem adaptação encaminhada é “Let It Bleed”. Mas isso não significa que não vá aparecer nas telas. Na verdade, ele deve ser adaptado na TV, já que Holly, protagonista da história, também aparece em “The Outsider”, cujos direitos foram adquiridos pela Warner para a produção da série homônima da HBO. Na atração televisiva, a personagem é interpretada por Cynthia Erivo (“Harriet”). Não há nenhuma previsão para o lançamento das adaptações. Stephen King gravou um vídeo lendo o começo de um dos contos para divulgar a publicação, que foi lançada em abril passado nos EUA. Veja abaixo.
HBO cancela Run após uma temporada
A HBO anunciou o cancelamento da série de comédia “Run”, após uma temporada. “Run” era uma criação de Vicky Jones, parceira criativa de longa data de Phoebe Waller-Bridge, com quem trabalhou nas séries premiadas “Fleabag” e “Killing Eve”. Waller-Bridge, por sinal, produzia a comédia e também tinha um papel recorrente na 1ª temporada. Exibida entre abril e maio, “Run” acompanhava dois ex-namorados que ativam, em um momento de desespero, um antigo plano de fuga que tinham quando estavam juntos. Vividos por Domhnall Gleeson (“Pedro Coelho”) e Merritt Wever (“Inacreditável”), o casal se reencontra num trem que os leva para longe da cidade onde moram, mas não sabem exatamente o que fazer a seguir. Aparentemente, os produtores também não sabiam. “Depois de explorar maneiras possíveis de continuar a jornada de Ruby e Billy, juntamente com a showrunner Vicky Jones, chegamos à decisão de que não avançaremos com uma 2ª temporada de ‘Run'”, afirmou a HBO no comunicado do cancelamento, nesta sexta-feira (10/7).
Cenas de um Casamento: Clássico de Bergman vai virar série com Oscar Issac
A HBO vai produzir um remake de “Cenas de um Casamento”, obra-prima de Ingmar Bergman. Originalmente uma minissérie de 1973, a atração voltará a seu formato inicial numa nova minissérie estrelada por Oscar Issac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). A atriz Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) está cotada para completar o casal. A história explora a desintegração do casamento entre Marianne, uma advogada de família especializada em divórcio, e Johan, durante um período de 10 anos. A trama foi inspirada nas próprias experiências de Bergman, incluindo seu relacionamento com a atriz Liv Ullmann, que estrelou a produção original – filmada com um orçamento pequeno em Estocolmo e Fårö em 1972. Depois de ser exibida na TV sueca em seis partes, a minissérie foi condensada em uma versão para o cinema (de 2h49 minutos!) em 1974 e venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A obra influenciou cineastas como Woody Allen e Richard Linklater, e ainda foi apontada como responsável pelo aumento na taxa de divórcios na Suécia durante sua exibição. “Cenas de um Casamento” também foi adaptado para o teatro e recebeu uma continuação, “Saraband”, em 2003, que se tornou o último longa de Bergman. A adaptação está a cargo do israelense Hagai Levi, o criador das séries “The Affair” e “Em Terapia”. Ele vai escrever e dirigir os episódios. Não há previsão para a estreia.
Primeira série do diretor de Me Chame pelo Seu Nome ganha teaser e fotos
A HBO divulgou as fotos e o teaser de “We Are Who We Are”, primeira série dirigida pelo cineasta italiano Luca Guadagnino (de “Me Chame pelo Seu Nome” e “Suspiria”). A série se passa numa base militar dos EUA em Veneto, na Itália, e foi escrita por Guadgnino em parceria com Paolo Giordano (“A Solidão dos Números Primos”), Francesca Manieri (“Minha Filha”) e Sean Conway (“Ray Donovan”). Segundo a sinopse, a trama vai acompanhar dois adolescentes americanos, Fraser e Caitlin, que moram na base devido ao trabalho dos pais, e vai explorar temas típicos dessa fase da vida, como amizade, primeiro amor, identidade, confusão e angústia. Trata-se de “uma história que pode acontecer em qualquer lugar o mundo, mas, neste caso, acontece num pequeno pedaço dos EUA na Itália”. Os dois protagonistas aparecem em destaque no teaser, vividos por Jack Dylan Grazer (o Eddie de “It: A Coisa”) e a estreante Jordan Kristin Seamon. O elenco também destaca Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”) e a brasileira Alice Braga (“A Rainha do Sul”) como as mães do personagem de Fraser, o rapper Scott “Kid Cudi” Mescudi (“Westworld”) e Faith Alabi (“Cold Feet”) como os pais de Caitlin, além de Tom Mercier (“Synonymes”), Spence Moore II (“All American”) e Francesca Scorsese, a filha caçula e adolescente do cineasta Martin Scorsese. “We Are Who We Are” é uma coprodução da HBO com o canal pago europeu Sky, e tem previsão de estreia para setembro nos EUA.












