J.K. Simmons negocia voltar como Comissário Gordon no filme da Batgirl
O ator J.K. Simmons está em negociações para voltar a viver o Comissário Gordon. Ele interpretou o personagem em “Liga da Justiça” e agora vai reaparecer no filme da Batgirl. O site The Hollywood Reporter foi quem deu a notícia primeiro, posteriormente confirmada por outros veículos. Caso o acordo seja fechado, “Batgirl” integrará o DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) criado por Zack Snyder. A identidade secreta da heroína é Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon. A personagem surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete original, a atriz Yvonne Craig ainda serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e voltará a aparecer na 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”), a partir de 12 de agosto nos EUA. Enquanto ela estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. O filme de “Batgirl” não está sendo desenvolvido para o cinema, mas para a HBO Max pela dupla de diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys Para Sempre”). E marcará a primeira vez que a personagem não será interpretada por uma atriz branca. A escolhida para viver Batgirl em seu primeiro filme solo foi Leslie Grace (de “Em um Bairro de Nova York”). .
Família real britânica vira série de comédia animada. Veja o trailer
A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Prince”, uma série de comédia animada sobre a família real britânica. O projeto foi desenvolvido por Gary Janetti, produtor da animação para adultos “Uma Família da Pesada” (Family Guy), e tem como protagonista o príncipe George, primogênito de William e terceiro na fila sucessória do Reino Unido. Diz a sinopse: “Antes que George possa mandar na Grã-Bretanha, ele vai ditar as regras na comédia de Janetti, dando seu ponto de vista sobre como é a infância do futuro rei da Inglaterra. Como sua sucessão não vai chegar tão cedo, a cada episódio George vai descobrir os caminhos da vida de um príncipe em tempos modernos – dos 775 quartos do Palácio de Buckingham ao mar de corgis da família, até a escola com plebeus.” O próprio Janetti dubla George, mas o elenco está cheio de estrelas famosas, incluindo Orlando Bloom (“The Hobbit”) como a voz do príncipe Harry, Iwan Rheon (o Ramsay Bolton de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Frances De La Tour (de “Harry Potter”) no papel da rainha Elizabeth II, Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) em dupla jornada, como os príncipes Philip e Charles, sem esquecer das personagens femininas mais importantes, a tia Meghan, dublada por Condola Rashad (“Billions”) e a mamãe Kate Middleton, com a voz de Lucy Punch (“Professora Sem Classe”). A trama não estaria completa sem um mordomo real, que terá voz de Alan Cumming (“Instinct”). O detalhe é que a divulgação começou em cima da hora (o trailer é desta quarta), porque a série já estreia na quinta-feira (29/7).
“Pico da Neblina” é renovada para 2ª temporada
A HBO Max confirmou a 2ª temporada de “Pico da Neblina”, série brasileira original que imagina o uso e o comércio de maconha legalizados no Brasil. A trama gira em torno do jovem traficante paulistano Biriba (Luis Navarro), que, com a legalização da droga, deixa para trás a vida do crime para se juntar a um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan, de “Samantha!”), visando usar seus conhecimentos para comercializar o produto na legalidade. Para isso, tem que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios. O novo ano contará com o retorno dos três atores principais, além de Leilah Moreno e do rapper Dexter. Na 2ª temporada, Biriba vai ver todos os aspectos de sua vida dominados por CD (Dexter). O líder do tráfico tomou controle não apenas de sua família, mas também de sua loja de cannabis. Ao se ver sugado novamente para o mundo do crime, Biriba se alia a velhos conhecidos em uma tentativa arriscada de articular a queda de CD e sair desse mundo de uma vez por todas. Produção da O2 Filmes, a série foi desenvolvida por Quico Meirelles (da série “Lili a Ex”) com apoio de seu pai famoso, o cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). Ambos assinaram a direção dos episódios da 1ª temporada, ao lado de Luis Carone (“Antônia”) e Rodrigo Pesavento (“Sobre Amanhã”). Os novos episódios ainda não têm previsão de estreia. Relembre abaixo o trailer da 1ª temporada.
Atriz de “A Bruxa do Bem” será uma das novas “Pretty Little Liars”
Bailee Madison, da série “A Bruxa do Bem” (The Good Witch) e do filme “A Semana da Minha Vida”, entrou no reboot de “Pretty Little Liars”. Ela viverá Imogen, uma das novas Pretty Little Liars, que fará de tudo para sobreviver contra a misteriosa “A” da atração. Pelo Instagram, Bailee disse estar extremamente empolgada e muito grata pela oportunidade. A atriz se junta às primeiras mentirosinhas escaladas: Chandler Kinney (da série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon) e Maia Reficco (da série argentina “Kally’s Mashup”). A nova série vai acompanhar um grupo de garotas que se envolvem num mistério sombrio devido aos pecados cometidos por seus pais 20 anos atrás, quando eventos mantidos em segredo quase destruírem a cidade de Millwood. Se a premissa parece conhecida não é por causa do primeiro “Pretty Little Liars”, mas porque uma história muito similar serviu de origem para os terrores de “A Hora do Pesadelo”. O criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, foi o escolhido pela Warner para desenvolver o projeto, que traz a franquia de volta à TV em tempo recorde: apenas quatro anos após o fim original. Aguirre-Sacasa vai compartilhar os roteiros com sua colaboradora em “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. A série original durou sete temporadas, de 2010 a 2017, período em que ajudou a popularizar o antigo canal ABC Family e serviu de ponte para sua transformação no Freeform. Além disso, a produção deslanchou a carreira dos principais membros de seu elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das Pretty Little Liars originais. Apesar do sucesso, a produtora da atração, I. Marlene King, não conseguiu o mesmo resultado com o lançamento de dois spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), que foram cancelados na 1ª temporada, sem público. Vale lembrar que, embora a primeira versão televisiva tenha sido criada por King, “Pretty Little Liars” é, na verdade, inspirada numa coleção literária da escritora Sara Shepard. Por sinal, a trama dos livros é bem diferente do que foi mostrado na TV, mas mantém doses parecidas de absurdos, principalmente no desfecho bizarro, em que uma irmã gêmea malévola e secreta de uma das protagonistas revela-se a grande vilã da história. A nova versão de “Pretty Little Liars” será lançada na plataforma HBO Max, mas ainda não tem previsão de estreia.
Atriz mirim de “Emergence” será filha de Charlotte no revival de “Sex and the City”
A jovem atriz Alexa Swinton, de 12 anos de idade, entrou no revival de “Sex and the City” da HBO Max, intitulado “…And Just Like That”. Ela é conhecida por ter vivido Piper, a protagonista mirim da série sci-fi “Emergence”, e coadjuvar “Billions” como a filha do personagem de Paul Giamatti. Swinton também está no elenco no terror “Tempo”, de M. Night Shyamalan, que estreia nesta quinta (29/7) no Brasil. Em “…And Just Like That”, ela viverá Rose Goldenblatt, a filha de Charlotte York Goldenblatt (Kristin Davis) e seu marido Harry (Evan Handler). A participação não foi anunciada oficialmente, mas os detalhes vieram à tona após a menina ser fotografada no set da série, ao lado de seus “pais” e da novata Cathy Ang (dubladora de Fei Fei em “A Caminho da Lua”), que fontes da imprensa americana sugerem ser Lily, a filha mais velha dos Goldenblatt. O elenco de crianças da atração também inclui Niall Cunningham (da série “Life in Pieces”) como Brady Hobbes, o filho de Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) e seu marido Steve (David Eigenberg). Todos estes personagens, mais Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Stanford Blatch (Willie Garson) e Anthony Marentino (Mario Cantone) foram reunidos na gravação de uma cena festiva no exterior da Escola de Música de Manhattan nos últimos dias, que originou as informações.
Stargirl: Trailer da 2ª temporada introduz supervilão e super-heroína
A rede americana The CW divulgou o pôster e um novo trailer da 2ª temporada de “Stargirl”. A prévia explora o inconformismo de Courtney (Brec Bassinger) por ver os outros heróis não levarem tão a sério a Sociedade da Justiça, além de introduzir o vilão da temporada e uma nova super-heroína. Jade (codinome da jovem Jennifer-Lynn Hayden) é filha do Lanterna Verde original (Alan Scott) e da supervilã Espinho (Rose Canton). Introduzida em 1983, ela foi membro fundadora da Corporação Infinito (no original, Infinity Inc.), uma versão teen da Sociedade da Justiça, muito parecida com a formação dos heróis reunidos em “Stargirl”. Também integrou a Sociedade da Justiça adulta, a Liga da Justiça, liderou os Renegados (Outsiders) e foi apagada da existência pelo Dr. Manhattan (ele mesmo, de “Watchmen”)… Já o Penumbra (Shade), também conhecido como Sombra, é um vilão imortal criado em 1942, integrante da Sociedade da Injustiça e inimigo clássico do Flash que eventualmente se tornou um anti-herói nos quadrinhos, numa revisão dos anos 1990. Como seu próprio nome sugere, o personagem tem o poder de controlar sombras, além de ter adquirido a imortalidade através de magia. O ator Jonathan Cake (“Desperate Housewives”) interpreta o vilão e a atriz Ysa Penarejo (“Project Mc²”) a heroína. A 2ª temporada de “Stargirl” estreia em 10 de agosto nos EUA.
HBO prepara série brasileira de terror com Caroline Abras
A HBO está produzindo sua primeira série brasileira de terror. Com produção da 02 Filmes, “Névoa” contará a história de um grupo de jovens que se perde em uma trilha na Serra do Mar, no interior de São Paulo, e encontra abrigo em um vilarejo que não está nos mapas, escondido por uma constante neblina. O elenco traz Caroline Abras (“O Mecanismo”), Daniel Rocha (“Irmãos Freitas”), Osvaldo Mil (“O Mecanismo”), Michel Bercovitch (“Impuros”), Felipe Velozo (“Irmãos Freitas”), Guta Ruiz (“Toda Forma de Amor”), Jiddu Pinheiro (“Treze Dias Longe do Sol”), Julia Lanina (“Reality Z”), Juliana Lourenção (“Amazônia Oculta”), Marcos de Andrade (“Aruanas”), Roney Villela (“1 Contra Todos”) e James Turpin (“Bacurau”). Criada por Fábio Mendonça (“Destino”) e Antônio Tibau (“Crônicas da Pandemia”), “Névoa” teve suas gravações iniciadas no começo de 2020 em São Paulo, Cotia, Paranapiacaba e outras cidades do interior paulista, mas precisou dar uma pausa nos trabalhos devido à pandemia. As gravações têm retorno programado para agosto, mas ainda não há previsão de estreia. O lançamento também deve acontecer em streaming, na HBO Max.
Séries online: Superman chega em dose tripla ao streaming
Superman rende as maiores maratonas da semana com o lançamento de três séries diferentes na HBO Max. Apenas uma é inédita no Brasil: “Superman & Lois”, que ao estrear na TV em fevereiro tornou-se a atração mais vista da rede americana The CW em todos os tempos. Apesar de integrar o “Arrowverso”, é completamente diferente das demais produções deste universo televisivo, graças à fotografia cinematográfica e uma trama assumidamente dramática. A trama encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase nunca antes retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes, de volta à antiga fazenda Kent em Smallville. “Smallville”, por sinal, é outra série do pacote. Ao longo de 10 temporadas, mostra como o adolescente Clark Kent se tornou Superman. E ainda há as 3 temporadas de “Superman: A Série Animada”, considerada por muitos a melhor versão de Superman fora dos quadrinhos. A programação de streaming ainda destaca a volta de “Ted Lasso”, série mais popular e premiada da Apple TV+, que começa sua 2ª temporada nesta sexta (23/7), a nova animação de He-Man, “Mestres do Universo: Salvando Eternia”, a primeira atração brasileira da HBO Max, “Os Ausentes”, a adaptação do filme “Uma Dupla Quase Perfeita” (Turner & Hooch) e duas minisséries clássicas da TV sul-americana, a brasileira “Hilda Furacão” e a argentina “Okupas”. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Superman & Lois | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Smallville | EUA | 1ª a 10ª Temporada (HBO Max) Superman: A Série Animada | EUA | 1ª à 3ª Temporada (HBO Max) Mestres do Universo: Salvando Eternia | EUA | 1ª Temporada – Parte 1 (Netflix) Ted Lasso | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) Turner e Hooch | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Sky Rojo | Espanha | 2ª Temporada (Netflix) Os Ausentes | Brasil | 1ª Temporada (HBO Max) Okupas | Argentina | Minissérie (Netflix) Hilda Furacão | Brasil | Minissérie (Globoplay)
Filmes online: As melhores opções de cinema em casa
Com ótimas opções para a sessão de semana em casa, o fim de semana fica especialmente animado com “Em um Bairro de Nova York”, adaptação do espetáculo da Broadway “In the Heights” (título original), de Lin-Manuel Miranda (autor do fenômeno “Hamilton”). Trata-se de uma história romântica que explora a experiência latina nos EUA e pode gerar até danças no sofá. Focada no tema dos sonhos dos imigrantes, a trama otimista é contagiante e inspira cenas de tirar o fôlego. Mas se a cantoria do começo ao fim, que exige público acostumado com o teatro musical, não for para você, dá para ficar no clima romântico com “A Última Carta de Amor”, adaptação de um livro de Jojo Moyes (autora de “Como Eu Era Antes de Você”). Na trama, uma jornalista encontra uma coleção de antigas cartas secretas, descrevendo um caso de amor proibido na década de 1960, e fica obcecada em descobrir o que aconteceu com o casal. O ótimo elenco destaca Felicity Jones (“Rogue One”) como a jornalista, Shailene Woodley (“Divergente”) e Callum Turner (“Emma.”) como o par romântico, além de Ben Cross (“Star Trek”), falecido em 2020, em seu último papel. Há até um desenho animado para apaixonados, “Palavras que Borbulham como Refrigerante”. Mas a melhor opção para toda a família está em VOD, “A Jornada de Jhalki”, que acompanha uma menina de 9 anos em busca do irmão menor desaparecido num mundo que não reflete a inocência de sua visão de vida. Já quem se acostumou a encontrar terror toda a semana na Netflix, após a trilogia “Rua do Medo”, pode matar (com facadas virtuais) a vontade com “Céu Vermelho-Sangue”. Filme de vampiro com premissa inédita, passa-se num voo noturno sequestrado por terroristas, que não contam com a resistência de uma criatura sobrenatural que luta para defender o filho e precisa chegar a seu destino antes do amanhecer. Para fãs de zumbis, ainda há um filme derivado da excelente série sul-coreana “Kingdom”, que conta a origem dos mortos-vivos na era medieval. A direção é de Kim Seong-hun, que, além de ter comandado o primeiro ano inteiro da série, é responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E enquanto a Amazon oferece o filme de ação descerebrada “Jolt” – o mais fraco deste Top 10 – , as explosões de “A Outra Face da Guerra”, que representou a Letônia na busca por uma Oscar, evocam de forma poderosa o impacto real da violência da guerra. Para completar, as plataformas de curadoria cinéfila oferecem dois cult movies perfeitos para um festival em casa. O europeu “Sweat” é um dos melhores filmes já feitos sobre a celebridade trazida pela mídia social, enquanto o australiano “Meu Primeiro Verão” explora a amizade e romance entre duas adolescentes com grande sensibilidade. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas nas plataformas digitais nesta semana. Em um Bairro de Nova York | EUA | Musical (Apple TV, Google Play, HBO Max, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Sweat | Polônia, Suécia | Drama (MUBI) Meu Primeiro Verão | Austrália | Drama (Supo Mugam Plus) A Outra Face da Guerra | Letonia | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Céu Vermelho-Sangue | Alemanha, EUA | Terror (Netflix) Kingdom: Ashin of the North | Coreia do Sul | Terror (Netflix) Jolt: Fúria Fatal | EUA | Ação (Amazon Prime Video) A Última Carta de Amor | Reino Unido | Romance (Netflix) A Jornada de Jhalki | Índia | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Palavras que Borbulham como Refrigerante | Japão | Animação (Netflix)
HBO Max atinge 67 milhões de assinantes após chegar à América Latina
A HBO Max deu um salto quantitativo ao chegar à América Latina, atingindo a marca de 67 milhões de assinantes mundiais. Do total de assinantes da plataforma, 47 milhões estão nos EUA, onde o serviço foi lançado há 15 meses. A HBO Max chegou na América Latina – e no Brasil – há menos de um mês, no dia 29 de junho. A meta original da AT&T, antiga proprietária da plataforma (toda a WarnerMedia foi comercializada com a Discovery neste ano), era que o streaming tivesse entre 67 e 70 milhões de assinantes até o final de 2021. Os números já foram atingidos e ainda há muito espaço de crescimento até dezembro. A plataforma tem diversas séries e filmes em desenvolvimento para atrair mais público e melhor se colocar na disputa pela audiência do streaming, atualmente liderada pela Netflix, que possuiu mais de 200 milhões de assinantes em todo o mundo.
HBO Max mistura “Game of Thrones” com “BBB” e encerra era premium da HBO
A HBO Max divulgou um vídeo para o mercado brasileiro que pode ser considerado divisor de águas, ao apresentar-se como o exato oposto daquilo que HBO clássica sempre jurou representar. Criadora do slogan “Não é TV, é HBO” para demonstrar que seus programas tinham mais qualidade que a TV comum, o canal mais premiado do Emmy neste século acabou emprestando seu nome e seu prestígio ao lançamento da plataforma de streaming de seu conglomerado. E agora vem o resultado. A nova campanha da HBO Max no Brasil inverte o velho slogan. Não é HBO, é TV mesmo. Mais especificamente é Globo, no que a Globo tem de mais popular. Lançado nesta quinta (22/7) nas redes sociais, o vídeo veste integrantes antigos do “BBB” com fantasias de “Game of Thrones”, num contexto de festa temática que valoriza mais o reality show brasileiro que o programa premiado, em falas sobre estalecas, paredão, etc. A iniciativa também tem cara de “Zorra Total” (humorístico da época em que essas pessoas estavam no “BBB”) e o claro objetivo de popularizar a plataforma de streaming para atrair assinantes de todas as classes sociais, ampliando sua base para muito além da elite que consumia o conteúdo premium (mais caro) da HBO tradicional. Não é questão de ser contra ou a favor de encontrar “Friends” num produto com o nome HBO. Apenas a constatação de que esses indicadores representam indiscutivelmente o fim de uma era – até pelo barateamento do streaming – e o enterro simbólico de uma grife que se orgulhava de ser diferenciada. Brigas entre casas, alianças, disputas por um prêmio. Deu uma saudade? Maratone #GameOfThrones agora na #HBOMax! Todas as temporadas disponíveis e com 50% de desconto enquanto durar sua assinatura*! Mas corre que é por tempo limitado 😉 https://t.co/Wwqa4nooTa*Termos se aplicam pic.twitter.com/jGJvsqPeAZ — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) July 22, 2021
Courteney Cox admite mágoa com indicações de “Friends” ao Emmy
Com a divulgação dos concorrentes aos prêmios Emmy deste ano, a atriz Courteney Cox deixou de ser a única integrante de “Friends” sem nenhuma indicação ao troféu da Academia de Televisão dos EUA. Entretanto, a nomeação não aconteceu por seu trabalho de intérprete e sim pela produção do especial “Friends: The Reunion”, da HBO Max. Courteney Cox é uma das produtoras executivas, ao lado dos demais colegas de elenco e dos criadores do programa original, Marta Kauffman e David Crane. E embora a atriz tenha ficado feliz pelo reconhecimento do programa na categoria de Melhor Especial de Variedades, ela admitiu que não foi a indicação com a qual sonhava. “Honestamente, estou muito feliz que o reencontro tenha sido reconhecido porque eu acho que é maravilhoso”, disse Cox à revista Entertainment Weekly. Mas acrescentou: “Esse não é exatamente o Emmy que eu estava procurando. Estou sendo honesta com você.” Para a atriz, a consagração de “Friends: The Reunion” é mais uma conquista do produtor e diretor Ben Winston, responsável pela reunião. “Estou feliz por fazer parte disso… naquele mesmo estúdio, no mesmo Stage 24, com aquelas pessoas incríveis que eu amo tanto. E estou muito emocionada, mas esse Emmy realmente pertence a Ben Winston”, afirmou, destacando que ele “fez um ótimo trabalho”. Em junho passado, ela desabafou ao radialista Howard Stern, na SiriusXM, que ser conhecida como a única estrela de “Friends” sem indicação ao Emmy era algo que a incomodava. “Sim, sempre machucou meus sentimentos”, disse na ocasião. “Quando todos os membros do elenco foram indicados, menos eu, definitivamente machucou meus sentimentos. Fiquei feliz por todos, e então finalmente me liguei, ‘Oh, eu sou a única?’. Isso machuca.” A 73ª edição do Emmy acontecerá no dia 19 de setembro em Los Angeles, nos EUA, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT.
Batgirl será negra como a nova Batwoman
A atriz Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) teria sido escolhida como a nova Batgirl do cinema. Os sites Deadline, The Hollywood Reporter e Variety se anteciparam ao anúncio oficial nesta quarta (21/7), após o nome da atriz vazar entre as finalistas para o papel. Leslie Grace é uma atriz latina e negra, e disputava o papel com a loira Haley Lu Richardson (“A Cinco Passos de Você”). As duas só tinham uma coisa em comum: a idade de 26 anos. De acordo com o relato do Deadline, a Warner estava empolgada com a atriz desde seu desempenho no musical “Em um Bairro de Nova York”. O estúdio, no entanto, ainda não se manifestou oficialmente sobre a escolha. Desta forma, a HBO Max terá Batgirl e Batwoman negras em sua programação – ainda que Leslie Grace seja bem mais clara. A maior diferença entre as personagens, porém, não é o tom de pele. Enquanto a versão negra de Batwoman (vivida por Javicia Leslie) foi criada especialmente para sua série e integrada de forma orgânica, após a atriz que interpretava a versão original (branca) desistir da atração ao final da 1ª temporada, Batgirl deve ser a mesma personagem – que não é negra – dos quadrinhos. Embora a sinopse não tenha sido revelada, o filme deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete original, a atriz Yvonne Craig ainda serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e voltará a aparecer na 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”), a partir de 12 de agosto nos EUA. Enquanto ela estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. O filme de “Batgirl” não está sendo desenvolvido para o cinema, mas para a HBO Max. Assim como a atriz principal, os diretores do longa tem pele clara, mas não passam por brancos, a dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys Para Sempre”) – são cineastas belgas, filhos de imigrantes marroquinos. A situação remete à escalação de uma Supergirl latina pelo diretor argentino Andy Muschietti no vindouro filme “The Flash”. O papel ficou com a atriz Sasha Calle (“The Young and the Restless”). Neste caso, porém, o visual que vazou dos sets de filmagem não foi o de Kara Zor-El, a Supergirl loira e clássica dos quadrinhos, mas Lara Lane-Kent, filha de Superman e Lois Lane vista em “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”.












