HBO Max terá novas séries animadas de Pernalonga, Zé Colmeia e do cineasta Robert Zemeckis
A WarnerMedia anunciou que a HBO Max será lar de novas séries animadas, incluindo produções com personagens famosos do estúdio, entre eles os tradicionais Pernalonga e Zé Colmeia. A revelação foi feita na noite desta terça (29/10) em evento dedicado à plataforma, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. As novas versões dos personagens clássicos existirão juntamente com todo o conteúdo animado da biblioteca da Warner, que será disponibilizado na plataforma de streaming. “Essas novas séries das equipes talentosas da Warner Bros. Animation e Cartoon Network Studios certamente se tornarão clássicos instantâneos”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. “Somos administradores de alguns dos maiores personagens animados de todos os tempos”, acrescentou Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. “E para cada nova série com esses personagens, nosso ponto de partida é sempre focar no que os tornou tão amados. Em primeiro lugar, com as novas séries ‘Looney Tunes’ e ‘Jellystone’, nossos artistas capturaram o charme atemporal desses personagens para criar cartoons que pais e filhos amarão assistir juntos”. “Looney Tunes Cartoons” será uma nova produção com Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Papa-Léguas e toda a turma conhecida dos curtas de “Looney Tunes”. Ao todo, estão sendo produzidos 80 episódios de 11 minutos cada, que, além de histórias inéditas, incluirão remakes de curtas clássicos adaptados para o público atual. A produção da Warner Bros. Animation está a cargo de Sam Register (produtor de “Os Jovens Titãs em Ação!”) e Pete Browngardt (criador de “Titio Avô”). Já “Jellystone” vai juntar diversos personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, incluindo Zé Colmeia, Catatau, Bibo Pai e Bobi Filho, Tutubarão, Capitão Caverna e muitos outros que vivem na cidade de Jellystone – onde eles não podem deixar de criar problemas uns para o outros. A produção também está a cargo de Register, desta vez em parceria com CH Greenblatt (criador de “Chowder” e “Harvey Beaks”). A lista de animações inéditas ainda vai incluir duas produções exclusivas da equipe do canal Cartoon Network, chamadas de “The Fungies!” e “Tig ‘n Seek”. Para completar, “Tooned Out” será uma série híbrida, produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“Uma Cilada para Roger Rabit”), que vai acompanhar um rapaz que passa a ver personagens de desenhos animados em sua vida cotidiana. Mas eles não surgem como piada e sim para ajudar o protagonista a superar um período difícil em sua vida.
HBO Max anuncia série live-action do Lanterna Verde
Os executivos da WarnerMedia fizeram uma série de anúncios nesta noite de terça (29/10) sobre a plataforma HBO Max, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. Além da data de inauguração, o evento de imprensa que aconteceu nos estúdios da Warner em Burbank, na grande Los Angeles, incluiu a oficialização de algumas produções novas. O destaque são duas novas séries de super-heróis da DC Comics. Uma delas é centrada no herói Lanterna Verde e a outra será a primeira antologia de super-heróis, intitulada “Strange Adventures”. Ambas terão produção de Greg Berlanti, maior especialista nas adaptações de quadrinhos da editora – ele produz todo o Arrowverso do canal CW, além de três séries de heróis na plataforma DC Universe. “As duas propriedades originais de DC que desenvolveremos para a HBO Max serão diferentes de tudo o que é visto na televisão”, disse Berlanti no evento para a imprensa americana. “Uma delas é uma antologia de contos passados num mundo onde os superpoderes existem, e, no que promete ser nossa maior série da DC já produzida, iremos ao espaço com os Lanternas Verdes, mas não posso revelar mais nada sobre isso ainda”. Vale lembrar que a Warner estava desenvolvendo um filme sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, que deveria chegar aos cinemas em 2020. O projeto chegou a contratar roteiristas e foi até discutido na Comic-Con de San Diego em 2015, antes de sumir no buraco negro aberto pelo fiasco de “Liga a Justiça”. Mas isso não é o mais curioso. O detalhe que realmente chama atenção é que Greg Berlanti foi um dos autores do roteiro de “Lanterna Verde” (2011), o maior fracasso da DC Comics nos cinemas, estrelado por Ryan Reynolds. E ele escreveu a história em parceria com Marc Guggenheim, que é showrunner do Arrowverso. Não há maiores detalhes sobre a série do herói espacial, nem sequer se sabe o título oficial da produção, ao contrário de “Strange Adventures”, cujo nome deriva de uma publicação clássica da DC Comics. Lançada em 1950 com histórias de ficção científica e terror sobrenatural, a “Strange Adventures” dos quadrinhos também serviu de berço para os heróis Capitão Cometa, Homem-Animal e Desafiador (Dead Man), além de ter sido lar de Adam Strange. Nenhum personagem está confirmado na versão televisiva, que irá contar histórias completas com diferentes heróis a cada episódio. A série do Lanterna Verde e “Strange Adventures” elevam o número de programas de Berlanti para a HBO Max para quatro – sem contar quatro longas-metragens de tema adolescente encomendados. Com isso, seu recorde, que já era impressionante, subiu para um total de 22 séries atualmente em produção, em 7 canais/plataformas diferentes. Ninguém chega nem perto desse número absurdo de produções simultâneas. A lista inclui “Arrow” “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning”, “Batwoman”, “Riverdale”, “All American” e “Katy Keene” na rede CW; “Prodigal Son” na Fox; “Blindspot” na NBC; “God Friended Me” na CBS; “Titãs” (Titans), “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Stargirl” na plataforma DC Universe, “Você” (You), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) e “The Girls on the Bus” na Netflix; mais “The Flight Attendant”, “Equal”, “Strange Adventures” e a série do “Lanterna Verde” (Green Lantern) na HBO Max. Todas essas séries são produzidas pela WBTV (Warner Bros. Television), que tem contrato de exclusividade com o produtor.
Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos
A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
HBO Max pode não ser lançada no Brasil
O Brasil pode ficar sem a plataforma de streaming HBO Max. Foi o que a WarnerMedia revelou, por meio de um comunicado a respeito de sua estruturação na América Latina. O texto aborda a compra da parte do parceiro Ole Communications na administração da HBO, MAX, Cinemax e HBO Go nos países de língua espanhola da América Latina e no Caribe. Essa transação tem o objetivo de preparar terreno para o lançamento do HBO Max, serviço de streaming que englobará todas as produções da Warner Bros. Mas a aquisição das cotas de parceiros latinos deixou de fora o Brasil, “devido à incerteza regulatória existente no país”. “Temos a opção de adquirir os negócios no Brasil, mas não faremos isso no momento”, diz o comunicado. “Como dissemos, investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país. Apoiamos e continuamos otimistas quanto aos esforços em andamento para alterar a lei do SeAC de sorte a garantir que o setor de mídia tenha uma estrutura regulatória clara e previsível que promova o investimento e a inovação”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011), citada no comunicado. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max.
Hora de Aventura vai voltar com quatro especiais na HBO Max
A plataforma HBO Max anunciou que vai retomar a produção da série animada “Hora de Aventura”, cancelada no ano passado no Cartoon Network. Vencedora da Emmy, a atração voltará em mais quatro episódios especiais, com uma hora de duração e destacando, em cada um deles, um personagem diferente. Chamado de “Adventure Time: Distant Lands”, em inglês, o revival também teve o nome dos episódios especiais revelados. “BMO” será protagonizado pelo robô Beemo. A Princesa Jujuba e Marceline serão o foco do capítulo “Obsidian”, no qual tentarão impedir uma catástrofe na Cidade de Vidro. “Wizard City” explorará o passado do Mordomo Menta e sua história como estudante de magia. E, para completar, “Together Again” mostrará o retorno de Finn e Jake, protagonistas da série, que embarcarão na aventura mais importante de suas vidas. Criada por Pendleton Ward (roteirista de “As Trapalhadas de Flapjack”), “Hora de Aventura” foi exibida originalmente entre 2010 e 2018, contando com 10 temporadas e 283 episódios. Durante seu período no ar, a animação foi uma das mais populares do Cartoon Network. E, como se não bastasse, também acabou virando uma incubadora de talentos, gerando sucessos como “Steven Universo”, “Over The Garden Wall” e “Clarence”. Os primeiros dois especiais do revival serão disponibilizados no HBO Max em 2020.
Criador de Riverdale e Sabrina desenvolve séries de terror gótico para a HBO Max
O produtor-roteirista Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, está desenvolvendo duas séries, uma delas para a plataforma de streaming HBO Max, que será lançada no ano que vem. O primeiro projeto se chama “The Shelley Society”, e é descrito como um “’Arquivo X’ vitoriano”. A série será uma mistura de romance adolescente com horror gótico, e acompanhará a jovem Mary Shelley, a autora de “Frankenstein”, enfrentando monstros e criaturas sobrenaturais. Sacasa vai escrever os roteiros com Tessa Leigh Williams e James DeWille, dupla de “Riverdale”. O segundo chama-se “The Brides” e é inspirado na saga de Drácula – especialmente em “As Noivas de Drácula”. Na verdade, “The Brides” é um projeto antigo, que chegou a ser apresentado para a rede americana NBC em 2015. As noivas de Dracula foram criadas por Bram Stoker em seu clássico gótico “Drácula”. Eram originalmente três vampiras que viviam com Drácula em seu castelo na Transilvânia, onde usavam seu charme para seduzir e enfeitiçar os homens, antes de sugá-los, até serem exterminadas por Van Helsing. Além de aparecerem em inúmeros filmes sobre a origem de “Drácula”, elas também já tiveram um filme próprio em 1960, um clássico da Hammer lançado no Brasil como “As Noivas do Vampiro”. Na época em que estava sendo cogitado pela NBC, o projeto era descrito como uma “reimaginação sexy” da história das três noivas de Drácula, que não só sobreviveram ao ataque de Van Helsing como vivem na Nova York dos dias atuais. A trama iria acompanhar “o que elas fazem para manter a riqueza, o prestígio e o legado de sua família não-tradicional”. Em sua nova versão, “The Brides” é apresentada como “uma novela de terror sobre um grupo de protagonistas femininas e seus conflitos familiares”. Os dois projetos têm produção de Greg Berlanti, parceiro de Aguirre-Sacasa em suas séries derivadas da Archie Comics. Por enquanto, apenas a primeira atração teve piloto encomendado, dentro do contrato de exclusividade de Berlanti e Aguirre-Sacasa com a WBTV (Warner Bros. Television). Para a série sair do papel, o piloto precisa ser aprovado.
Musical clássico Grease vai virar série da HBO Max
O serviço de streaming HBO Max anunciou a produção de uma série derivada do clássico musical “Grease”, sucesso do cinema de 1978, estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John. Intitulada “Grease: Rydell High”, a série vai explorar a vida dos estudantes da escola onde se passa a história original. Assim como no filme, a série será situada nos anos 1950 e terá formato musical, com canções originais. Os protagonistas serão diferentes, mas alguns dos personagens clássicos podem fazer aparições. Apesar da premissa estar definida, o projeto não tem roteirista. É, por enquanto, resultado de reunião de executivos, de um lado os representantes da plataforma de streaming da WarnerMedia e do outro os negociadores da Paramount, que detém os direitos do filme e recentemente produziram uma versão ao vivo do musical, “Grease Live!”, para a televisão. “‘Grease’ é um fenômeno de cultura pop que é capaz de envolver todas as gerações, e estou muito feliz que nossos amigos da Paramount aceitaram ampliar este universo para uma série semanal”, comentou Sarah Aubrey, chefe de conteúdo da HBO Max. Ela completou dizendo que a série “vai mostrar a vida de ensino médio em uma pequena cidade dos EUA, na escala de um musical rock n’ roll. É ‘Grease 2.0’, mas com o mesmo espírito, a mesma energia, e a mesma animação”. O anúncio teve direito a um pôster conceitual, que pode ser conferido abaixo.
HBO Max vai exibir Sésamo e derivados em acordo válido por cinco temporadas
A HBO Max, plataforma de streaming da WarnerMedia, vai ser o novo endereço dos personagens de “Sésamo”, série clássica infantil que os mais velhos ainda chamam de “Vila Sésamo”, seu título clássico, e que desde 2016 faz parte da programação da HBO “convencional”. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma e a HBO Max ainda renovou a atração por mais cinco temporadas. Além da série principal, produzida desde 1969, o acordo inclui novos programas: cinco especiais anuais, um talk-show comandado pelo personagem Elmo, chamado “The Not Too Late Show”, duas séries animadas, uma nova temporada de “Esme & Roy” e uma série documental que abordará assuntos difíceis na perspectiva de crianças. Com isso, os personagens de “Sésamo” vai sair da TV paga, mas apenas em 2020. O contrato começa a valer a partir da 51ª temporada de “Sésamo”, que estreará primeiro na HBO Max antes de seguir para a PBS Kids, emissora há décadas responsável pela transmissão da série na TV aberta americana.
Ava DuVernay vai dirigir e produzir nova série baseada em quadrinhos da DC Comics
A cineasta Ava DuVernay, responsável pela premiada minissérie “Olhos que Condenam” na Netflix, vai dirigir e produzir o piloto de uma nova série baseada em quadrinhos da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics. Trata-se de “DMZ”, que está sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max. Criados por Brian Wood e Riccardo Burchielli, os quadrinhos de “DMZ” se passam num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa exatamente zona desmilitarizada, em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo. A trama acompanha uma médica que entra em Manhattan em busca de seu filho, enfrentando gangues e milícias, mas também salvando vidas ao longo do caminho. A premissa tem vários pontos em comum com a trama clássica de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. As gravações só devem começar no início de 2020. A série será o segundo projeto de DuVernay envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela está à frente do filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro.
Ellen DeGeneres terá quatro programas na plataforma de streaming HBO Max
A apresentadora Ellen DeGeneres vai ter quatro séries na HBO Max, a nova plataforma de streaming da WarnerMedia. A novidade foi anunciada no programa “The Ellen Show”, líder de audiência do horário vespertino na TV americana. “Estou muito animada levar meus conteúdos para a HBO. Não sei quem é o Max, mas estou ansiosa para trabalhar com ele”, brincou a apresentadora. Apenas um dos novos programas será uma produção de ficção. Para quem não lembre, DeGeneres era atriz antes de virar uma apresentadora de sucesso e marcou a história da TV com a sitcom “Ellen”, em que se assumiu lésbica em horário nobre, numa época em que ninguém se arriscava a sair do armário tão publicamente – lá em 1997. A ficção será, na verdade, uma animação: “Little Ellen”, voltada para crianças. Era um projeto antigo, que estava sendo desenvolvido pela WBTV (Warner Bros. Television), e como o título diz vai mostrar a pequena Ellen, com 7 anos de idade, envolvendo-se uma série de aventuras na cidade de Nova Orleans. Ela deve dublar a si mesma, aproveitando a experiência bem-sucedida com sua personagem da Pixar, a pexinha Dory, de “Procurando Nemo” (2003) e “Procurando Dory” (2016). Foram encomendados nada menos que 40 episódios. Os demais serão dois reality shows, “Ellen’s Home Design Challenge” e “First Dates Hotel”, e um programa em formato de documentário, “Finding Einstein”. Em “Ellen’s Home Design Challenge”, oito designers precisarão mostrar toda a criatividade – e Ellen vai aparecer para comandar a atração e fazer seus comentários engraçados. “First Dates Hotel” é adaptação de um programa britânico e reunirá vários solteiros para ter uma experiência de primeiro encontro romântico em um hotel. Depois do encontro, eles decidem se querem se conhecer melhor ou não. Por fim, “Finding Einstein” pretende mostrar os gênios da nova geração, que têm potencial para ser os próximos Einsteins. O HBO Max deve estrear nos Estados Unidos no segundo semestre de 2020.
Ainda inéditos, streamings da Disney e Apple já fazem Netflix se desvalorizar
A Netflix tomou um tombo no mercado de ações de Nova York na sexta-feira (20/9). Suas ações caíram 5,5% em um único dia. A responsabilidade pela desvalorização súbita é atribuída à sinceridade de Reed Hastings, CEO da companhia, ao admitir para a revista Variety que será muito difícil se manter na liderança do mercado de streaming com a chegada da Disney+ (Disney Plus) e outras plataformas. “Embora tenhamos competido com muitas pessoas na última década, é um mundo totalmente novo a partir de novembro, entre o lançamento da Apple e o lançamento da Disney e, é claro, o crescimento da Amazon. Será uma competição difícil. Os consumidores terão muitas opções de escolha”, disse E a competição só vai aumentar. Em 2020, também vão se juntar às ofertas de streaming os serviços HBO Max (da WarnerMedia), Peacock (da Comcast – isto é, NBCUniversal) e a plataforma ainda sem nome da ViacomCBS (inclui a Paramount)
HBO Max vai lançar revival da série animada The Boondocks
A HBO Max vai resgatar a série animada “The Boondocks”. A vindoura plataforma de streaming da Warner encomendou, de cara, duas temporadas da atração, que voltará a ser escrita e produzida por Aaron McGruder, criador dos quadrinhos e da animação originais. Com quatro temporadas exibidas espaçadamente entre 2005 e 2014, a série marcou época no bloco adulto do Cartoon Network, batizado de Adult Swim, ao abordar temas complexos como o racismo e a luta de classes. A trama gira em torno de dois meninos, os irmãos Huey, de dez anos, e Riley, de oito anos de idade, além de seu avô Robert Freeman. “’The Boondocks’ foi uma série revolucionária que provocou conversas sobre assuntos importantes e trouxe assuntos obscuros à tona com episódios como ‘O julgamento de Robert Kelly’, ‘The Fundraiser’ e ‘The Story of Gangstalicious’”, disse o chefe da HBO Max, Kevin Reilly, em comunicado. “Aaron é um visionário talentoso, cujo estilo único de contar histórias é uma voz bem-vinda e estamos entusiasmados. Os Freemans farão seu retorno triunfante na HBO Max”. O criador da série também se manifestou. “É uma oportunidade única revisitar o mundo de ‘The Boondocks’ nos dias de hoje”, disse McGruder. “É louco o quanto os tempos em que vivemos são diferentes – politicamente e culturalmente – mais de uma década depois da estreia da série original e duas décadas depois da história em quadrinhos original. Há muito a dizer e vai ser divertido.” Além de novos temas – e polêmicas – , os personagens também vão ganhar um novo visual. Aaron McGruder aproveitou o anúncio para compartilhar no Instagram um vislumbre do novo design da série. Não há informações sobre se os dubladores originais voltarão à série. Entre eles, inclui-se a atriz Regina King, protagonista da nova série “Watchmen”. Serão ao todo 24 episódios inéditos. E a HBO Max ainda vai disponibilizar as temporadas anteriores, com mais 55 capítulos, para seus assinantes, quando o serviço for lançado na primavera de 2020. A data formal da inauguração e outras informações importantes sobre a plataforma ainda não foram divulgadas. Ver essa foto no Instagram We have some exciting news to be announced tomorrow. Stay tuned! In the meantime drop some ??? in the comments! . . . . . #boondocks #boondocksmemes #boondocksreboot #theboondocks #blackcartoons #blackcomics #cartoons #anime #aaronmcgruder #huey #riley #hueyfreeman #rileyfreeman #breakingnews #theshaderoom #worldstar #hiphopdx #funny #haha #complex #blacktwitter #boondocksisback #boondocksbootleg Uma publicação compartilhada por The Boondocks (@boondocksbootleg) em 17 de Set, 2019 às 8:38 PDT Ver essa foto no Instagram Answers to your questions. . . . . . #boondocks #theboondocks #boondocksisback #boondocksbootleg #boondocksreboot #boondocksmemes #hueyfreeman #rileyfreeman #grandad #hbo #hbomax #warnermedia Uma publicação compartilhada por The Boondocks (@boondocksbootleg) em 18 de Set, 2019 às 8:36 PDT
HBO Max fecha acordo milionário por The Big Bang Theory em streaming
A HBO Max assegurou os direitos exclusivos de “The Big Bang Theory” em streaming. A série de comédia criada por Chuck Lorre e Bill Prady encerrou sua produção após 12 temporadas em maio passado. E nunca tinha sido disponibilizada na íntegra em streaming nos Estados Unidos, apesar do interesse da rede CBS, que exibia a série, em colocá-la na plataforma CBS All Access. Por conta disso, fontes da revista The Hollywood Reporter estimam o acordo, que também garante a exibição das reprises no canal pago TBS, em torno de US$ 425 milhões por cinco anos de exclusividade. “Poucos programas definiram uma geração e capturaram o zeitgeist como ‘The Big Bang Theory'”, disse Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment. “Estamos empolgados com o fato de o HBO Max ser o canal de streaming exclusivo para esta grande comédia. A série foi um sucesso praticamente em todo o mundo, é um dos maiores programas de televisão aberta da última década e o fato de podermos trazê-lo para uma plataforma de streaming pela primeira vez é um incentivo a mais para nosso novo lançamento”. Todas as 12 temporadas da sitcom estrelada por Jim Parsons, Johnny Galecki e Kaley Cuoco serão disponibilizadas pela primeira vez na HBO Max, quando o serviço for lançado na primavera de 2020. A data formal da inauguração e outras informações importantes sobre a plataforma ainda não foram divulgadas.











