Dickinson: Novo trailer da série da Apple destaca música de Hailee Steinfeld
A Apple divulgou uma coleção de pôsteres e o novo trailer de “Dickinson”, série de comédia sobre a aclamada poeta do século 19 Emily Dickinson. A diferença desta prévia para a anterior é a escolha da trilha sonora. A música utilizada é o tema da série, “Afterlife”, cantada pela própria intérprete da personagem-título, Hailee Steinfeld (“Quase 18”). A série não é uma biografia fiel, retratando a poeta como uma garota moderna, que diz gírias atuais e tem a mente de uma jovem do século 21, embora se vista como uma mulher de dois séculos atrás. Neste anacronismo, a produção evoca “Maria Antonieta”. Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), a série é descrita como um olhar cômico no mundo de Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. A produção é do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e o elenco também inclui Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), Anna Baryshnikov (filha do bailarino Mikhail Baryshnikov e vista em “Manchester à Beira-Mar”), Ella Hunt (“Anna e o Apocalipse”), Gus Birney (“The Mist”) e Adrian Enscoe (“À Beira do Abismo”). A série será disponibilizada no lançamento da plataforma de streaming Apple TV+, previsto para 1 de novembro nos Estados Unidos.
Rapper Wiz Khalifa vai viver a Morte na série Dickinson
O rapper Wiz Khalifa foi confirmado como a encarnação da Morte na série “Dickinson”. A plataforma Apple+ (Apple Plus) divulgou a primeira foto do cantor no papel, aproveitando a exibição do episódio piloto da produção no Festival de Tribeca, durante o fim de semana. Na imagem (acima), ele aparece caracterizado como seu personagem, com direito a cartola – num visual que lembra “Drácula de Bram Stoker” (1992) – , ao lado de Hailee Steinfeld (“Quase 18”), protagonista da série. A criadora da atração, Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), explicou que o rapper era seu intérprete dos sonhos para personificar a Morte. “Nós, literalmente, colocamos Wiz Khalifa em nosso quadro de inspiração e esse seria o sonho. Ele tem a estética que queremos para a Morte, e, de alguma forma, magicamente conseguimos que ele participasse, então isso foi incrível”, contou Smith em entrevista à revista Entertainment Weekly. A série é descrita como um olhar cômico no mundo de Emily Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família do século 19 na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. Apesar da atração ser de época, a narrativa possui tom contemporâneo, com gírias atuais, delírios, momentos musicais e trilha com pop e hip-hop atual. “Dickenson” tem produção do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e vai marcar o primeiro papel regular de Steinfeld em uma série de televisão. O elenco também inclui Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), Anna Baryshnikov (filha do bailarino Mikhail Baryshnikov e vista em “Manchester à Beira-Mar”), Ella Hunt (“Anna e o Apocalipse”), Gus Birney (“The Mist”) e Adrian Enscoe (“À Beira do Abismo”). A estreia está prevista para 1 de novembro, junto do lançamento mundial da plataforma de streaming Apple+.
Quadrinhos que irritaram prefeito do Rio devem virar filme ou série da Disney
Com ajuda da prefeitura do Rio, o grupo de heróis conhecido como Jovens Vingadores ganhou projeção internacional, indo parar em publicações de todo o mundo, e pode agora virar uma série da Disney. Os boatos nesse sentido dispararam em sites geeks americanos, como o ComicBook, mas também foram registrados pela revista The Hollywood Reporter. A tentativa de censura carioca da edição encadernada dos quadrinhos dos personagens, “Vingadores: A Cruzada das Crianças”, porque continha uma cena de beijo entre dois super-heróis masculinos, colocou os Jovens Vingadores tanto na pauta da cobertura política quanto de Hollywood. E deixou os heróis juvenis mais visíveis que nunca, eliminando o maior entrave para a adaptação de seus quadrinhos: a falta de repercussão de suas histórias. Na última Comic-Con Internacional, a atriz Tessa Thompson já tinha sugerido que a homossexualidade da heroína Valquíria seria explorada no próximo filme de “Thor”. Após o sucesso de filmes protagonizados por super-herói negro (“Pantera Negra”) e super-heroína (“Capitã Marvel”), a comunidade LGBTQIA+ deve realmente ser a próxima da lista de “minorias” a ganhar destaque na Marvel. A plataforma progressista do estúdio tem enfrentado vozes ruidosas da extrema direita, que ataca cada iniciativa com campanhas de ódio nas redes sociais, propagando que super-heróis precisam ser sempre homens heterossexuais brancos. Mas as bilheterias dão razão à Marvel e diminuem a importância dos contrariados. O destaque obtido pela polêmica de “Vingadores: A Cruzada das Crianças” na Bienal do Livro do Rio vai ao encontro dessa abordagem inclusiva. Inicialmente, havia a perspectiva de os Jovens Vingadores assumirem o lugar dos Vingadores nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). O principal sinal disso estava na trama de “Vingadores: Ultimato”, que avançou cinco anos no tempo e escalou Emma Fuhrmann (“Juntos e Misturados”) para viver a versão adolescente de Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga (Paul Rudd). Cassie se torna a heroína Estatura nos quadrinhos dos Jovens Vingadores. Nesta semana, o estúdio revelou planos para apresentar outra jovem vingadora. Mas desta vez numa série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A atriz Hailee Steinfeld abriu negociações para interpretar Kate Bishop, a aprendiz do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), na série do herói (“Hawkeye”, em inglês). A Gaviã Arqueira também faz parte do grupo de heróis adolescentes. Um terceiro integrante da equipe tende a ser introduzido em “WandaVision”, a série da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e do Visão (Paul Bettany): Wiccan, o filho de Wanda e um dos beijoqueiros do Rio. Já Hulkling, sua cara metade, tem sua história ligada à “Capitã Marvel”. Especula-se que esses personagens devem se unir em breve. Mas não tão breve assim. As séries do Gavião Arqueiro e da Feiticeira Escarlate têm previsão de lançamento apenas para 2021. Assim, o mais provável é que uma série ou filme dos Jovens Vingadores só se materialize após 2022, mais provavelmente em 2023. A produção de cinema ou streaming mais distante oficializada pela Marvel até o momento está datada para 2022 – o longa “Pantera Negra 2”.
Hailee Steinfeld negocia virar super-heroína da Marvel na série do Gavião Arqueiro
A atriz Hailee Steinfeld (“Bumblebee”) está cotada para se juntar ao elenco da série do Gavião Arqueiro (Hawkeye) em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Segunda a revista Variety, ela abriu negociações para viver Kate Bishop, jovem que é treinada por Clint Barton (Jeremy Renner, reprisando seu papel dos filmes) para se tornar a substituta do Gavião nos Vingadores. Ainda não há confirmação oficial da escalação pela Marvel. Curiosamente, a atriz já interpretou uma heroína da Marvel nos cinemas. Ela dublou a Gwen-Aranha em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Gavião Arqueiro será a terceira série da Marvel no Disney+ (Disney Plus), com lançamento previsto para o fim de 2021. Ela vai chegar na plataforma após “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision” e “Loki”. A série do Gavião Arqueiro será escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”).
Hailee Steinfeld vive a poeta Emily Dickinson em trailer de série da Apple
A Apple divulgou o primeiro trailer de “Dickinson”, série de comédia sobre a aclamada poeta do século 19 Emily Dickinson. A prévia enfatiza os aspectos rebeldes da jovem, retratando-a na pós-adolescência como uma garota moderna – isto é, dos dias de hoje, que conhece movimentos de kung fu, faz dedinhos de heavy metal e passos de hip-hop. Este comportamento anacrônico (isto é, fora de época) evoca “Maria Antonieta” e contrasta com a ambientação e os demais personagens. Para completar, o vídeo também mostra uma interação entre as poesias de Emily Dickinson e seus atos de rebeldia. Na vida real, porém, a poeta viveu reprimida pela família e teve seu talento literário reconhecido apenas após a morte. Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), a série é descrita como um olhar cômico no mundo de Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. O papel principal é vivido por Hailee Steinfeld (“Quase 18”). “Dickenson” tem produção do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e vai marcar o primeiro papel regular de Steinfeld em uma série de televisão. O elenco também inclui Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), Anna Baryshnikov (filha do bailarino Mikhail Baryshnikov e vista em “Manchester à Beira-Mar”), Ella Hunt (“Anna e o Apocalipse”), Gus Birney (“The Mist”) e Adrian Enscoe (“À Beira do Abismo”). A série deve ser disponibilizada no lançamento da plataforma de streaming Apple TV+, previsto para novembro nos Estados Unidos.
Saiba quais são as séries em desenvolvimento para a Apple TV+
A Apple liberou a primeira prévia da programação de sua plataforma de streaming, a Apple TV+, anunciada em evento realizado nesta segunda (25/3) em Cupertino, na California. Com cerca de um minuto e meio de duração, é uma apresentação picotada que vai da comédia de época à ficção científica sem se deter em nenhuma produção, mas ao menos revela os títulos das novas séries. A programação construída pelos ex-chefes da Sony Television, Jamie Erlicht e Zach Van Amburg, inclui as séries descritas abaixo. “The Morning Show”: estrelada por Jennifer Aniston, Reese Whiterspoon e Steve Carell, acompanhará os bastidores de um programa de notícias matinal. “Nós vamos trazer um olhar honesto sobre relações entre homens e mulheres no ambiente de trabalho”, disse Aniston durante o evento de apresentação da plataforma, afirmando estar animada por voltar à TV com o projeto – sua primeira série desde o fim de “Friends”, em 2004. “Amazing Stories”: nova versão da série de antologia sci-fi criada por Steven Spielberg em 1985. “Vamos ressuscitar essa marca e levá-la a um novo público”, proclamou o cineasta. “See”: uma nova série de ficção científica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”) e Alfre Woodward (“Luke Cage”). O projeto é um “épico futurista” e se passa após a humanidade perder a capacidade de enxergar. Nesse futuro, a sociedade encontrou novas formas de interagir, construir, caçar e sobreviver. É então que um par de gêmeos nasce com olhos perfeitos, balançando o status quo. A série é criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Taboo” e “Peaky Blinders”) e terá seus episódios dirigidos pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). “Truth to Be Told”: título oficial da produção que estava sendo desenvolvida como “Are You Sleeping”, sobre a obsessão norte-americana com podcasts de histórias de crimes reais não resolvidos. O elenco é liderado por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”), Aaron Paul (“Breaking Bad”) e Ron Cephas Jones (“This Is Us”). Spencer vive a repórter investigativa de um podcast de crimes verdadeiros, que reabre o caso do assassinato do pai de duas irmãs gêmeas, interpretadas por Caplan. “Home Before Dark”: drama de mistério baseado na vida real da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Brooklynn Prince (a estrelinha de “Projeto Flórida”) interpreta a jovem protagonista, que se muda de Nova York para a cidadezinha de seu pai (Jim Sturgess, de “Tempestade: Planeta em Fúria”), onde sua perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos naquele lugar, incluindo seu próprio pai, tentaram enterrar. “Mythic Quest”: comédia de meia hora de Rob McElhenney e Charlie Day (criadores e estrelas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que traz o primeiro como diretor criativo de um estúdio de videogames. “Servant”: thriller psicológico desenvolvido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”) e o roteirista britânico Tony Basgallop (criador de “Hotel Babylon”), que envolve uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”) contratada por um casal para cuidar de seu filho recém-nascido. Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) vivem o casal e o elenco ainda inclui Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o irmão da personagem de Ambrose. “Dickson”: comédia de época sobre a juventude da escritora Emily Dickson, estrelada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”), em seu primeiro papel regular numa série. A produção é do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”). “For All Mankind”: sci-fi produzida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que aconteceria se a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”). “Dear…”: série de documentários. “Hala”: filme sobre uma jovem muçulmana, produzido pela atriz Jada Pinkett Smith (“Gotham”), que teve sua première no Festival de Sundance. Além destes títulos citados no vídeo abaixo, a Apple desenvolve muito mais atrações. Confira abaixo algumas delas, que ainda podem mudar de título quando forem oficialmente anunciadas. “Little America”: antologia sobre a vida real de imigrantes nos Estados Unidos, baseado em relatos publicados na revista Epic Magazine e criada pelo casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”. Cada episódio destacará “a vida engraçada, romântica, sincera, inspiradora e inesperada dos imigrantes na América”, segundo a sinopse. “Little Voice”: drama musical produzido por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), com músicas originais da cantora e compositora Sara Bareilles, e roteiro e direção da cineasta Jessie Nelson (“Uma Lição de Amor”). Descrito como uma carta de amor à diversidade musical de Nova York, a série tem o mesmo título do álbum de estreia de Bareilles, de 2007, e vai explorar a jornada de uma jovem em busca de sua própria voz aos 20 e poucos anos. “Helpsters”: atração infantil, de caráter educativo, com os personagens da série clássica “Vila Sésamo”. “Foundation”: baseada na trilogia “Fundação”, do escritor Isaac Asimov (1942-1993), uma das obras mais famosas da ficção científica. A produção está sendo desenvolvida pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”). Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. “Central Park”: série animada sobre uma família de zeladores do famoso parque de Nova York, que precisa salvar o local – e o mundo – , enquanto canta alguns números musicais. Foi criada por Loren Bouchard (o criador de “Bob’s Burgers”), Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (O LeFou de “A Bela e a Fera”). O próprio Josh Gad será uma das vozes principais, voltando a se reunir com Kristen Bell (série “The Good Place”), com quem fez parceria na dublagem do blockbuster animado “Frozen” – ele é a voz original de Olaf e ela dubla Anna. “Time Bandits”: adaptação da sci-fi “Os Bandidos do Tempo” (1981), desenvolvida pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). Na trama original, um menino é levado numa viagem pelo tempo por um grupo de anões, enquanto eles roubam grandes tesouros da História e encontram figuras épicas e míticas, como Napoleão Bonaparte e Robin Hood. “Life Undercover”: thriller de espionagem estrelado por Brie Larson (a “Capitã Marvel”), baseada nas experiências reais de uma ex-agente da CIA. “Peanuts”: a Apple fechou acordo para produzir uma nova série animada, programas variados e especiais protagonizados por Snoopy, Charlie Brown e os Peanuts, do desenhista americano Charles Schulz. Além destes, também estão em desenvolvimento uma série escrita e dirigida pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”), um universo de séries de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), um filme de Sofia Coppola (“Maria Antonieta”), um documentário e um programa sobre saúde mental da apresentadora Oprah Winfrey, filmes exclusivos do estúdio indie A24, e muitas outras novidades. Apenas parte disso é apresentado no curtíssimo vídeo, que pode ser visto a seguir. Outros detalhes sobre a plataforma de streaming podem ser conferidos neste link.
Continuação de Bumblebee será mais parecida com os Transformers de Michael Bay
Más notícias para os críticos. E para quem gostou de “Bumblebee”. O produtor Lorenzo di Bonaventura quer que a continuação seja mais parecida com o restante da franquia “Transformers”. Em entrevista ao site Collider, Bonaventura usou o termo “Bayhem”, que mistura o nome de Michael Bay com a palavra “mayhem” (desordem, caos), para exaltar o estilo bombástico do diretor em referência ao tom da sequência. “Os fãs tinham pedido várias vezes para conhecer a origem de alguns dos Transformers, então fizemos isso. ‘Bumblebee’ foi uma resposta aos pedidos do público. O interessante quando você faz algo assim em uma franquia é que você não sabe como vai ser a recepção dos fãs”, comentou. “Neste caso, algumas pessoas não gostaram de ‘Bumblebee’ porque ele não tinha ação o bastante. Ele é uma história mais íntima”, explicou ainda. “Algumas pessoas que antes nos diziam ‘eu estou cansado de Michael Bay’, agora dizem ‘eu quero um pouco mais de Michael Bay'”. “Em ‘Bumblebee 2’, vamos tentar fazer uma fusão entre os dois mundos, trazer a história íntima do primeiro filme, mas misturar com um pouco de ‘Bayhem'”, completou Bonaventura. Apesar da afirmação do produtor, “Bumblebee” foi exaltado por ser completamente diferente dos “Transformers” originais. Tanto que é o único filme da franquia iniciada em 2007 que agradou a crítica. Também é o único que não foi dirigido por Michael Bay. O comando esteve a cargo de Travis Knight (“Kubo e as Cordas Mágicas”), que situou a história anos anos 1980 e concentrou a trama na ligação entre o Transformer amarelo e uma adolescente, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”). O problema é que o filme também foi o que menos arrecadou em toda a franquia, rendendo US$ 459 milhões mundialmente. Mas há quem acredite que isso seja culpa justamente de Michael Bay, que conseguiu a façanha de eliminar qualquer expectativa em torno dos Transformers, ao entregar cinco filmes em escala descendente, que pioram em relação a cada um que os antecedeu, até atingir ridículos 15% de aprovação no Rotten Tomatoes com “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). “Bumblebee” teve 93% de aprovação da crítica. A cotação do público também foi a maior desde o primeiro “Transformers”, subindo 44% do última “Bayhem” para 77%. Ou seja, os números contestam todas as afirmações do produtor. Mas isso é Hollywood, onde a lógica nunca vence o absurdo.
Bumblebee é o E.T. da franquia Transformers
Você viu esse filme várias vezes, e em embalagens diferentes, mas a fórmula de “E.T.” com visual de “Transformers” não tinha muito como dar errado. Foi preciso contar uma história (vejam só que coisa básica), ter um pouco de noção (e não só explosões) e um diretor promissor (Travis Knight) querendo mostrar serviço para fazer de “Bumblebee” o melhor filme da franquia. De longe. Em resumo, é um filme que dá para assistir. E bem divertido, diga-se de passagem. O filme solo que a gente não sabia que precisava do Transformer mais querido do planeta, trocou os clichês grandiosos de Michael Bay pela sensibilidade de Travis Knight, um novato que encantou com a animação “Kubo e as Cordas Mágicas” e assumiu a franquia mais execrada de Hollywood com a esperança de realizar um milagre. E conseguiu. Nunca antes a crítica gostou tanto de um Transformer. Antes de tudo, e ao contrário de Michael Bay, Knight proibiu câmeras tremidas, deixando toda a ação visível ao olho humano. Livrando o público da dor de cabeça, tratou de tirar-lhe também o peso das costas, entregando um filme mais leve, inclusive no senso de humor. Além disso, corrigiu os rumos da franquia ao retomar os melhores momentos do primeiro “Transformers”, o único até aqui que parece ter sido produzido por Steven Spielberg. Knight voltou ao filme de 2007 para contar a história do menino e seu carro-robô. No caso, da menina e seu fusca-autobot. Além disso, o diretor aproveitou o fato de “Bumblebee” ser um prólogo passado nos 1980 para incorporar o espírito da época – em que Spielberg fez “E.T” e reinou absoluto como rei dos blockbusters. Tanto em cena, ao reproduzir o tipo de aventura juvenil daquela era, quando na trilha, cheia de músicas que marcaram a década – The Smiths, A-ha, Simple Minds, Duran Duran, Rick Astley, Tears for Fears, entre outros. Tirando os efeitos visuais, absolutamente modernos, “Bumblebee” parece pertencer à época que retrata. Tem cara de cinemão da década de 1980. Mas não pense que o filme é antiquado. A começar por trazer uma protagonista feminina, que não precisa de homem nenhum para alcançar seus objetivos – como Ripley, na franquia “Alien”. Não está ali só para beijar um cara na cena final nem para gritar de medo diante do menor perigo. Hailee Steinfeld já tinha provado seu talento precoce em “Bravura Indômita”, filmão de 2010 dos Irmãos Coen, que lhe rendeu até indicação ao Oscar. São nove anos de lá até aqui e, como já tinha mostrado em “Quase 18”, ela virou estrela. Seu talento ajuda a transmitir a emoção necessária para a transição dramática da história. Pois se “Bumblebee” é divertido, também traz aquele momento de dar nó na garganta. É “E.T.” telefonando dos anos 1980 para o cinema atual. “Bumblebee” ainda evita erros de outros prólogos, como “Han Solo”, que tentam se conectar aos longas originais atirando referências para fãs, antes mesmo de ter um roteiro definido. Isso abre possibilidades para que “Bumblebee” tenha sua própria franquia sem se preocupar com o que foi visto antes. Não é uma novidade, mas é um recomeço muito bem feito – e com direito a usar e abusar dos efeitos sonoros do desenho antigão dos Transformers. Parecia que tinham vergonha disso, mas como a nostalgia impera em “Bumblebee”, até o famoso som de transformação foi (bem) recuperado.
Bumblebee é “o melhor dos Transformers”, diz a crítica americana
Os críticos norte-americanos tiveram acesso às primeiras sessões para a imprensa de “Bumblebee”, derivado da franquia “Transformers”, e as manifestações compulsórias/compulsivas nas redes sociais dos nerds com credencial foram as mais elogiosas possíveis. O elogio mais comum foi a exaltação de que “Bumblebee” é “o melhor dos Transformers”, embora isso não seja necessariamente um elogio. Nunca é demais lembrar que, embora o público tenha lotado os filmes da franquia, eles só receberam críticas negativas. O melhor dos “Transformers” foi justamente o primeiro, de 2007, que recebeu 57% de aprovação. Cada lançamento posterior registrou queda na nota, até registrar 16% no filme mais recente, “O Último Cavaleiro”, de 2017. A diferença, aparentemente, é que nenhum “Transformers” teve Hailee Steinfeld antes. O desempenho da atriz, que já foi até indicada ao Oscar (por “Bravura Indômita”, aos 15 anos), é uma unanimidade entre os críticos, que também aprovaram a nostalgia dos anos 1980 trazida pela produção. Perri Nemiroff, do site Collider, foi um dos que fez a comparação: “‘Bumblebee’ é, de longe, o melhor filme de ‘Transformers’. Belamente filmado, com muito humor certeiro e absolutamente cheio de coração. Não é mais surpresa, mas Hailee Steinfeld é fantástica. Absolutamente tudo é uma delícia!”. Erik Davis, do site Fandango, fez eco e voltou a elogiar Steinfeld. “‘Bumblebee’ é o melhor filme de ‘Transformers’, e o meu favorito também. Hailee Steinfeld eleva todas cenas em que participa, e o visual mais velho dos robôs faz com que seja mais fácil seguir a ação”, escreveu. Mike Ryan, do Uproxx, chegou a ficar perplexo por ter gostado filme. “Cara, ‘Bumblebee’: eu meio que amei. Eu honestamente não acredito que estou dizendo isso! Para quem queria ver os designs da Gen 1 em um filme, os primeiros cinco minutos do filme são pornô para fãs de ‘Transformers'”, comentou. Mike Rougeau, do site GameSpot, completou elogiando a escolha de situar a trama nos anos 1980, que permitiu não só referências às música e filmes, mas uma verdadeira incorporação do espírito da época. “‘Bumblebee’ é um filme totalmente anos 1980 no melhor jeito possível. Tem uma energia parecida com Spielberg e John Hughes. Há muitas piadas com ‘O Clube Dos Cinco’ e Hailee Steinfeld (que é ótima) passa metade do filme tentando fazer Bumblebee gostar de The Smiths. Nossa, eu amei isso”. O primeiro filme derivado da franquia “Transformers” é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A prévia revisita a premissa do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que fará seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”), Grace Dzienny (série “Zoo”) e Dylan O’Brien (“Maze Runner”) como a voz de Bumblebee. A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série baseada na comédia Quase 18
A atriz Isabelle Fuhrman, que foi “A Órfã” (2010) e um dos tributos originais de “Jogos Vorazes” (2012), vai estrelar “The Edge of Seventeen”, série do YouTube Premium baseada na comédia homônima, traduzida no Brasil como “Quase 18”. Fuhrman não vai dar vida à personagem interpretada por Hailee Steinfeld no cinema, a adolescente Nadine. Em vez disso, sua personagem vai se chamar Mira. A adaptação está sendo desenvolvida por Annabel Oakes, que escreveu episódios de “Awkward.” e “Atypical”, duas séries de temática similar. Em comunicado, ela descreveu o projeto como “uma subversão daquilo que é esperado em séries de adolescentes”. Primeiro filme dirigido por Kelly Fremon, que antes só tinha roteirizado a comédia “Recém-Formada” (2009), “Quase 18” recebeu elogios rasgados da crítica. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, foi uma das estreias mais bem cotadas de 2016 e provavelmente a melhor comédia sobre a vida no colegial (A.K.A. Ensino Médio) desde “A Mentira” (2010), com quem compartilha muitos temas. Seu enredo é um apoteose de humor adolescente amargo, cínico e autodepreciativo, como nos bons clássicos de John Hughes dos anos 1980, concentrado na falta de amor próprio de uma adolescente em crise eterna. Desinteressante, sem muitas amizades ou atrativos, ela sofre por ter um irmão perfeito (Blake Jenner no filme), que todos adoram, inclusive sua melhor amiga Krista (Haley Lu Richardson), que vira ex-amiga quando começa a namorá-lo. A partir daí, sentindo-se traída e abandonada, ela toma uma série de decisões que só pioram a situação. Sem ninguém com quem desabafar, só lhe resta conversar com o professor (Woody Harrelson) que se vê forçado a lhe dar mais atenção que a própria mãe dela (Kyra Sedgwick). Além de Isabelle Fuhrman, a atriz Liana Liberato (da série “Light as a Feather”) foi escalada como a nova versão da melhor amiga, chamada de Lou. A produção foi uma das últimas encomendadas antes do YouTube Premium anunciar uma mudança sua abordagem comercial. Originalmente concebido como um serviço de streaming para assinantes, ele passará a disponibilizar seu conteúdo de forma gratuita, mas com anúncios, a partir de 2020.
Bumblebee vai ganhar a voz de Dylan O’Brien em seu primeiro filme solo
O filme solo de Bumblebee vai finalmente revelar a voz do Transformer mais querido do público. Se anteriormente, nos filmes da franquia “Transformers”, Bumblebee não tinha voz, comunicando-se por meio de reproduções de falas de filmes e trechos de músicas, desta vez ele aparecerá com uma voz distinta. E bem conhecida. O ator Dylan O’Brien, da série “Teen Wolf” e dos filmes “Maze Runner”, será o dublador oficial do autobot. O produtor Lorenzo di Bonaventura explicou a decisão em comunicado para a imprensa. “Como estávamos abordando o filme como uma história de origem, sentimos que era apropriado que você ouvisse a voz dele, essa é a lógica simples que empregamos. A implicação a longo prazo disso é diferente. Mas a implicação de curto prazo disso é que estamos realmente redefinindo a mitologia de quem é o Bumblebee. E assim, pareceu-nos apropriado ter a chance de ouvir como ele soa”. Di Bonaventura também comentou a escolha de Dylan O’Brien. “Dylan tem uma qualidade distinta em sua voz, que é jovem e exuberante, além de ser muito confiável. Era isso que queríamos que Bumblebee tivesse. Os poucos que viram o filme em exibições teste responderam muito bem à escalação. Nunca se sabe, isso pode ser algo sensível para os fãs, mas parece que acertamos a forma como eles imaginavam a voz de Bumblebee”. O primeiro filme derivado da franquia “Transformers” é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A trama do spin-off revisita a história do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld (“Quase 18”) quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que fará seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Comédia adolescente Quase 18 pode virar série do YouTube Premium
O YouTube Premium encomendou a produção do piloto de uma série baseada em “Quase 18” (The Edge of Seventeen), excelente comédia adolescente estrelada por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”) em 2016. A adaptação está sendo desenvolvida por Annabel Oakes, que escreveu episódios de “Awkward.” e “Atypical”, duas séries de temática complementar. Em comunicado, ela descreve o projeto como “uma subversão daquilo que é esperado em séries de adolescentes”. Considerada uma das melhores surpresas de 2016, “Quase 18” foi um apoteose de humor adolescente amargo, cínico e autodepreciativo, como nos bons clássicos de John Hughes dos anos 1980, representado por uma adolescente em crise eterna, vivida por Hailee Steinfeld. Desinteressante, sem muitas amizades ou atrativos, ela sofre por ter um irmão perfeito (Blake Jenner, da série “Glee”), que todos adoram, inclusive sua melhor amiga (Haley Lu Richardson, da série “Ravenswood”), que vira ex-amiga quando começa a namorá-lo. A partir daí, sentindo-se traída e abandonada, ela toma uma série de decisões que só pioram a situação. Sem ninguém com quem desabafar, só lhe resta conversar com o professor (Woody Harrelson, de “Jogos Vorazes”) que se vê forçado a lhe dar mais atenção que a própria mãe dela (Kyra Sedgwick, da série “Closer”). Primeiro filme dirigido por Kelly Fremon, que antes só tinha roteirizado a comédia “Recém-Formada” (2009), “Quase 18” recebeu elogios rasgados da crítica. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, foi uma das estreias mais bem cotadas de 2016 e provavelmente a melhor comédia sobre a vida no colegial (A.K.A. Ensino Médio) desde “A Mentira” (2010), com quem compartilha muitos temas. O piloto precisa ser aprovado para a adaptação do filme virar série. Relembre abaixo o trailer do filme.
Bumblebee ganha fotos oficiais
A Paramount divulgou oito fotos oficiais de “Bumblebee”, que tinham sido anteriormente adiantas com logotipos de revistas. As imagens destacam o personagem do título e sua motorista, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”). O primeiro filme derivado da franquia “Transformers” é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A prévia revisita a premissa do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que fará seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.










