Fora da Globo, Oscar explode em audiência e viraliza nas redes sociais
A repercussão do Oscar 2022 foi, simbolicamente, um tapa na cara da Globo. No ano em que a emissora decidiu não exibir a premiação na TV aberta, o evento viralizou nas redes sociais de todo o mundo e explodiu em audiência nos EUA. Nos EUA, a exibição ao vivo pela rede ABC atraiu 15,3 milhões de espectadores e atingiu de 3,2 pontos de audiência entre adultos de 18 a 49 anos, de acordo com a classificação da empresa Nielsen. O mais impressionante é que os números não incluem visualizações por streaming. O resultado é um salto significativo em relação ao ano anterior, quando a exibição do Oscar registrou a menor audiência de sua História – 9,85 milhões de espectadores ao vivo e uma classificação desanimadora de 1,9 entre o público alvo dos anunciantes (entre 18 e 49 anos) em sua primeira apuração, que posteriormente foram ajustados para 10,4 milhões de espectadores e uma classificação de 2,12. Historicamente, todos os eventos televisados de premiações tem registrado quedas, ano após ano, e esse aumento de mais de 50% superou todas as expectativas. Apesar disso, vale apontar que, até o desastre do ano passado, o Oscar costumava atrair em média mais de 20 milhões de espectadores. A premiação também se tornou o assunto mais falado do Twitter por horas e horas, avançando pela madrugada, manhã e começo da tarde desta segunda (28/3). O tema mais comentado foi, como não poderia deixar de ser, a agressão de Will Smith. O ator decidiu defender a esposa de forma violenta, subindo no palco do Dolby Theatre para dar um tapa no apresentador Chris Rock por uma piada sobre a alopecia de Jada Pinkett Smith. Ele ainda xingou o comediante com palavrões. Depois do escândalo, Will Smith ainda venceu o Oscar de Melhor Ator, rendendo ainda mais comentários com seu discurso choroso. Em poucas horas, a reação de Will Smith foi transformada numa variedade quase infinita de memes. Fora da Globo, o Oscar teve uma transmissão problemática, com muito falatório – com direito a informações erradas – na Globoplay, onde a disputa por espaço entre quatro comentaristas fez com que suas vozes aparecessem mais que os discursos dos vencedores. O Oscar também foi exibido no Brasil pelo canal pago TNT.
Saiba como será a transmissão do Oscar no Brasil
O canal pago TNT e a plataforma Globoplay divulgaram seus planos para a transmissão do Oscar 2022, que, pela primeira vez, desde a estreia na rede Tupi em 1970, não será exibido na TV aberta no Brasil. Em sua 94ª edição, o Oscar vai voltar a ser realizado presencialmente no Dolby Theatre, em Los Angeles, após o evento anticlimático que aconteceu no ano passado na Union Station, principal estação de trem de Los Angeles. A premiação também voltará a contar com apresentadores oficiais, após passar três anos sem anfitriões. O comando do palco estará nas mãos das comediantes Wanda Sykes (“The Other Two”), Amy Schumer (“Viagem das Loucas”) e Regina Hall (“Nove Desconhecidos”). O TNT tem a exclusividade televisiva e marcou o começo da transmissão para às 20h, com cobertura desde o tapete vermelho, além de reforço nas redes sociais do canal e um pós-show no Tiktok. O clima e as entrevistas do tapete vermelho vão ficar por conta de Carol Ribeiro, que vem cumprindo a missão muito bem nos últimos anos, acompanhada por comentários no estúdio do ator Murilo Rosa e da drag queen Ikaro Kadoshi A transmissão da cerimônia propriamente dita está marcada para as 21h, com apresentação e comentários de Aline Diniz e Michel Arouca. Já o Globoplay vai abrir seu sinal para permitir que todos os espectadores acompanhem o evento gratuitamente – por computador, celular, tablet e Smart TV. A programação de streaming também vai começar às 20h com o tapete vermelho, mas contará com os apresentadores oficiais desde o começo. A equipe é a mesma que comentava a transmissão da Globo nos últimos anos, mas com uma ausência significativa. A jornalista Maria Beltrão e a atriz Dira Paes não poderão contar com a presença do crítico Artur Xexéo, falecido no ano passado. Em seu lugar, a Globoplay escalou dois humoristas: Marcelo Adnet e Fabio Porchat. Serão mais de três horas de cobertura ao vivo, desde o red carpet até a entrega do Oscar de Melhor Filme, com direito a cenários especiais nos estúdios da Globo, inclusive uma simulação de sala de cinema com projeções em 180 graus, de acordo com comunicado. Além dos dois canais oficiais da transmissão, o tapete vermelho da cerimônia ainda poderá ser acompanhado ao vivo, das 18h às 21h, durante o programa “E! Live from the Red Carpet” do canal pago E!.
Confira 10 séries que estreiam em streaming
O maior investimento da Paramount+ e a minissérie internacional mais elogiada da Apple TV+ vão disputar a preferência do público com um fenômeno da Netflix. Mas o Top 10 dos lançamentos da semana tem opções para outros gostos. Para as crianças, o destaque é a série infantil clássica brasileira “Cocoricó”, que finalmente estreia em streaming. E há um desenho que fará a alegria de muitos adultos, que finalmente poderão ver quatro volumes – até então inéditos no país – do cultuado anime “Ghost in the Shell: Arise”. Confira abaixo as 10 melhores séries que chegam ao streaming, seus principais detalhes e os respectivos trailers. HALO | PARAMOUNT+ Maior aposta da Paramount+, a série baseada no popular game do XBox capricha nos efeitos visuais, cenas de ação, escala épica e narrativa complexa, repleta de conflitos e personagens. Em desenvolvimento há quase uma década, a série acompanha a luta da humanidade contra uma aliança alienígena, mas deixa claro de imediato que a história não é tão simples, pois em meio a esse embate há rebeldes e inocentes na mira dos dois inimigos. A trama toma grandes liberdades em relação ao jogo lançado em 2001, sendo a menor delas o fato de o supersoldado Master Chief, estrela do game, tirar seu capacete. O personagem nunca revelou o rosto nos jogos, mas na série mostra logo as feições do ator Pablo Schreiber (“American Gods”). Ele lidera uma elite de combatentes que toma a frente da guerra interplanetária, mas o contato com uma tecnologia alienígena faz com que comece a questionar suas ordens e programação mental. A adaptação é assinada por Kyle Killen (criador de “Mind Games”) e Steven Kane (criador de “The Last Ship”), que foram demitidos sem alarde durante a produção, deixando o comando nas mãos de Otto Bathurst, cineasta de “Robin Hood: A Origem”, responsável pela direção de alguns episódios. Mas o nome mais imponente dos bastidores é o de Steven Spielberg, produtor da série via sua empresa Amblin, que tirou a adaptação do papel após várias idas e vindas. PACHINKO | APPLE TV+ O melodrama épico conta uma história que atravessa décadas, acompanhando integrantes da mesma família coreana. Com imagens belíssimas, que reforçam a ambição e a amplitude da trama, a produção falada em três idiomas dá vida ao aclamado romance homônimo de Min Jin Lee, que tem como pano de fundo o amor proibido da protagonista Sunja, que viaja entre a Coréia, o Japão e os EUA, em épocas de guerra e de paz, e enfrenta perda, triunfo e acerto de contas. Criada, escrita e produzida por Soo Hugh (criadora da série de terror “The Whispers”), a série destaca as atrizes Minha Kim, Yu-na Jeon e Youn Yuh Jung (vendedora do Oscar pelo filme “Minari: Em Busca da Felicidade”) que interpretam a personagem principal em três fases distintas da história Com oito capítulos, “Pachinko” disponibiliza os três primeiros nesta sexta (25/3) e seguirá com exibição de inéditos todas as sextas-feiras. BRIDGERTON | NETFLIX A adaptação do segundo volume da saga literária de Julia Quinn é basicamente uma reprise com sexos trocados do primeiro ano da produção. Mas com uma desvantagem: sem o clima escandaloso. Depois de adaptar “O Duque e Eu”, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família Bridgerton, e seu namoro e casamento com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page), a nova temporada traz às telas “O Visconde que Me Amava”, em que o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey). E quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres: a inteligente e charmosa Kate Sharma, que não tolera idiotas – incluindo o pretendente de sua irmã, que é justamente Anthony. Com a escalação de Simone Ashley (“Sex Education”) para o papel de Kate e Charithra Chandran (“Alex Rider”) como sua irmã Edwina, a série continua sua reformulação do universo literário. Nas obras de Julia Quinn, tanto o Duque de Hastings quanto a família de Kate são brancos – a nova heroína romântica é até retratada como loira na capa nacional do segundo volume. Desta vez, porém, a mudança vai além do tom de pele e cor do cabelo. A família da personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Sheffield, como no texto original. Quem imaginava protestos dos fãs dos livros tem se surpreendido com os elogios ao elenco multirracial, que acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que deve ser mantida em todas as temporadas de “Bridgerton”. O problema é que o frescor da novidade já se foi na primeira continuação. DOUGH: O GANHA-PÃO | GLOBOPLAY O suspense criminal sueco gira em torno de duas mulheres de extremos opostos da sociedade: a empresária Malou (Helena af Sandeberg, de “Alana”), obcecada por status social, que se deu mal com seu último empreendimento, e Liana (Bianca Kronlöf, de “Meu Pequeno Macaco”), uma mãe solteira endividada, abandonada pelo namorado que foi preso num grande roubo. Todos estão convencidos de que Liana escondeu o dinheiro roubado, mas a fortuna é encontrada por acidente por Malou, escondida num bosque. Para lavar o dinheiro, ela decide abrir uma padaria, o que faz o destino das duas mulheres se cruzarem de uma maneira que elas nunca poderiam imaginar. A série é uma criação do cineasta georgiano Levan Akin (do premiado drama “E Então Nós Dançamos”), que também dirigiu dois episódios. NÃO FOI MINHA CULPA: MÉXICO | STAR+ A produção é uma antologia centrada em casos de feminicídio do México, num projeto que também inspira produções similares na Colômbia e no Brasil. A produção nacional já foi totalmente gravada em São Paulo, com produção da Cinefilm, e se passa durante o carnaval, acompanhando dez personagens diferentes. Mas a mexicana chegou antes ao streaming. Os 10 episódios reúnem atores conhecidos do México, como Paulina Gaitan (“O Presidente”), Damián Alcázar (“Alcapulco”), Raúl Méndez (“Sense8”), Vicky Araico (“A Bandida”), Nuria Vega (“Señorita 89”) e Mabel Cadena (“A Deusa do Asfalto”). A ILHA DA FANTASIA | GLOBOPLAY O reboot repete a estrutura da série clássica dos anos 1970, trazendo a cada capítulo diferentes hóspedes à ilha do título em busca da realização de seus sonhos e desejos, despedindo-se do resort de luxo totalmente transformados pela experiência. As praias estonteantes e até o pequeno hidroavião retrô que marcava o começo de todos os capítulos da série clássica também continuam presentes. Mas os personagens fixos sofreram grandes mudanças. Para começar, não há um novo Tattoo. E quem veste os ternos brancos do anfitrião agora é uma mulher, Elena Roarke, parente do Sr. Roarke original (Ricardo Montalban). Na nova versão concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”), o papel principal é vivido por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”). Após a exibição dos dois primeiros episódios na TV aberta, todos os capítulos da 1ª temporada chegaram na Globoplay UNIVERSOS PARALELOS | DISNEY+ A série francesa acompanha quatro melhores amigos que, numa noitada de festa, são enviados para diferentes dimensões e iniciam uma busca complexa por respostas para entender o que aconteceu e como podem retornar às suas antigas vidas, apesar do tempo ter passado de forma diferente para cada um e dos novos poderes que começam a manifestar. Comparada a “Dark”, mas com abordagem juvenil, a atração foi escrita e produzida por Quoc Dang Tran, autor da assustadora série de terror “Marianne”, na Netflix. COCORICÓ | DISNEY+ A série de fantoches criada em 1996 pela TV Cultura finalmente chega ao streaming, pronta para conquistar uma nova geração de fãs, graças a continuidade de seu apelo entre as crianças, comprovado pelas inúmeras reprises em cada vez mais canais. A trama gira em torno de Júlio, um menino simples de 8 anos de idade que nasceu na cidade grande e decide passar as férias escolares na fazenda de seus avós. Na fazenda Cocoricó, ele descobre que, longe da cidade, os animais não só falam como cantam, dançam e aprontam muitas confusões. Divertindo-se com a animação, Julio decide ficar por lá para sempre, acompanhando as músicas dos bichos com sua gaita de boca. GHOST IN THE SHELL: ARISE | HBO MAX A HBO Max disponibilizou quatro volumes da “série” inspirada pelo cultuado manga de Masamune Shirow, sobre a equipe da ciborgue Motoko Kusanagi, que combate terrorismo cibernético no futuro. Concebidos de forma individual, cada um dos volumes (ou Limites) conta uma história completa, com a primeira, subtitulada “Dor Fantasma”, servindo como reboot da franquia cyberpunk, que chegou às telas em 1995 com um famoso longa animado dirigido por Mamoru Oshii. Lançada em homevideo (e não na TV) entre 2013 e 2014, a coleção “Ghost in the Shell: Arise” apresenta novos designs de personagens e é dirigida por Kazuchika Kise, que trabalhou na animação do longa original e em vários animes importantes, como “Seu Nome” (2016) e “O Tempo com Você” (2019). DE RAINHA DO VEGANISMO A FORAGIDA | NETFLIX Quem devorou a história de “O Golpista do Tinder” vai adorar os quatro episódios dessa nova produção de “true crime”, que conta como a proprietária do restaurante vegano mais famoso de Nova York casou com um golpista e virou presidiária. No auge da fama, Sarma Melngailis, uma das mais aclamadas profissionais de culinária, apaixonou-se pelo misterioso Anthony Strangis, um homem que conheceu através da internet, que se apresentou como agente secreto, milionário e cheio de segredos, que prometeu pagar todas suas dívidas e, através de poderes mágicos, transformá-la e seu cãozinho favorito em imortais. Eles se casaram em 2012 e ele tirou todo o dinheiro que ela possuía, arrastando-a também a um grande esquema de corrupção, que resultou no roubo de milhares de dólares da equipe de seu restaurante. Sarma e Anthony foram acusados de furto, fraude fiscal criminal, violação do trabalho, entre outros crimes. Após um acordo com os promotores, ela ficou quatro meses presa, divorciando-se em 2018. A série conta com depoimentos dos ex-funcionários, amigos e da própria Sarma Melngailis, que aborda pela primeira vez para as câmeras os detalhes de sua queda na desgraça. O produtor Chris Smith é o mesmo do fenômeno documental “A Máfia dos Tigres”.
Drica Moraes e Adriana Esteves serão rivais em série da Globoplay
As atrizes Adriana Esteves e Drica Moraes serão antagonistas numa nova série na Globoplay. Com título provisório de “Os Outros”, a produção foi desenvolvida pela também atriz Fernanda Torres e contará com roteiros de Lucas Paraizo. Todos os quatro trabalharam juntos em “Sob Pressão”, escrita por Paraizo. Será a estreia das duas atrizes em projetos exclusivos da plataforma de streaming. A trama gira em torno de dois casais que moram num condomínio da Barra da Tijuca, no Rio. E além das duas, Eduardo Sterblitch (“Shippados”) também foi confirmado no elenco como um ex-policial solitário. O elenco ainda está sendo escalado, e a previsão é que as gravações comecem no segundo semestre de 2022. A Globoplay ainda está desenvolvendo “Fim”, outra atração de Fernanda Torres, que teve sua produção interrompida pela pandemia e encontra-se sem data para voltar a ser gravada.
Globo não aceita censura do Ministério da Justiça
O grupo Globo classificou como “censura” a determinação do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (15/3), de suspender imediatamente a exibição do filme “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” das plataformas de streaming do país. A obra concebida, escrita e estrelada pelo humorista Danilo Gentili está disponível no catálogo de dois serviços do grupo, Globoplay e Telecine. Em comunicado enviado à imprensa, a Globo diz que a empresa está atenta “às críticas de indivíduos e famílias que consideraram inadequados ou de mau gosto trechos” da obra, mas entende que “a decisão administrativa do ministério da Justiça de mandar suspender a sua disponibilização é censura”. E que “a decisão ofende o princípio da liberdade de expressão, é inconstitucional e, portanto, não pode ser cumprida”. “O filme em questão foi classificado, em 2017, como apropriado para adultos e adolescentes a partir de 14 anos pelo mesmo ministério da Justiça que hoje manda suspender a veiculação da obra”, completa o comunicado. A determinação da suspensão da disponibilização, exibição e oferta de “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”, foi o primeiro ato de censura federal a um filme desde o final da ditadura militar. O despacho, publicado no Diário Oficial da União desta terça (15/3), determina que Netflix, Telecine, Globoplay, YouTube, Apple TV+ e Amazon Prime Video suspendam a exibição e oferta do filme, “tendo em vista a necessária proteção à criança e ao adolescente consumerista”. Caso as plataformas não cumpram a determinação em cinco dias, será aplicada multa diária no valor de R$ 50 mil. Conforme a Globo apontou, antes de chegar a este extremo, o Ministério da Justiça não via a problemas com a produção, classificando-a como liberada para maiores de 14 anos. O filme foi exibido nos cinemas em 2017 sem qualquer reclamação, além das críticas negativas que recebeu na imprensa. O longa traz os menores Bruno Munhoz e Daniel Pimentel como os estudantes Bernardo e Pedro, que se veem pressionados pelas obrigações escolares, a necessidade de tirar boas notas e ter bom comportamento. Após momentos de frustração, Pedro encontra no banheiro do colégio um diário com dicas para instaurar o caos na escola sem ser notado. O que, na visão do Ministério da Justiça, justifica a censura é uma cena de cunho sexual que envolve o ator Fabio Porchat e os dois menores da trama. A cena foi alvo de campanha de bolsonaristas nas redes sociais. Um dos que se engajou na denúncia foi o pastor e deputado Marco Feliciano (PL-SP), que em 2017, postou nas redes sociais, ao lado do pôster do filme: “Parabéns, Danilo Gentili. Há tempos não ria tanto”. Desde então, Gentili deixou de manifestar simpatia ao governo Bolsonaro, o que o tornou “imoral”. Com a decisão de desobediência da Globo, a iniciativa do Ministério da Justiça de retomar a censura no Brasil vai acabar no Supremo Tribunal Federal (STF), que irá decidir se a censura federal é ou não constitucional. Para proteger crianças e adolescentes, o Ministério da Justiça pode aumentar a classificação etária da obra, que continua liberada para adolescentes maiores de 14 anos. Esta mudança não foi realizada.
Série “Elza e Mané” registra maior audiência do ano na Globoplay
Lançada na semana passada, a série documental “Elza e Mané – Amor em Linhas Tortas” bateu o recorde de audiência de 2022 da Globoplay em seus três primeiros dias de exibição. Revelado pelo jornal O Globo, o recorde teria sido tanto em horas consumidas como em alcance, mas nenhum número foi divulgado para servir de critério de comparação com o mercado. O documentário de quatro episódios é produzido pelo Departamento de Esporte da Globo, equipe que já foi responsável por outro grande sucesso do Globoplay, “Doutor Castor”, em 2021. “Elza e Mané” aborda o casamento tumultuado de Elza Soares e Mané Garrincha em quatro episódios, mas sob a ótica moderna e não como foi tratado pela mídia conservadora do passado. Dirigido e roteirizado por Carolina Zilberman, a atração começa mostrando a origem de cada um e como se conheceram em 1962. O segundo capítulo é focado na decadência do atleta e na perseguição que o casal sofreu da imprensa, da sociedade e da ditadura. A terceira parte acompanha o exílio na Itália, o fim do casamento e a barra pesada de violência doméstica que a cantora viveu. E o capítulo final trata da morte do jogador da seleção brasileira de futebol e a tentativa da cantora de reerguer a carreira, o que resultou em sua ascensão como uma das maiores cantoras do país. Elza veio falecer em 20 de janeiro de 2022, no mesmo dia em que o ex-marido tinha morrido 39 anos antes. A produção conta com três entrevistas inéditas e profundas de Elza, que falou abertamente sobre seu relacionamento com Garrincha, semanas antes de morrer. Ela abordou da paixão arrebatadora, que descreve como “uma coisa assim de louco”, ao alcoolismo do ex-marido, doença que levou à separação do casal. Junto disso, também enquadra o machismo da época, que fez a cantora se tornar a pessoa mais odiada do Brasil, condenada pela opinião pública por “acabar com a carreira” de Garrincha, um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, enquanto apanhava em casa.
Globo ignora racha entre Arthur e Lucas no “BBB” de quinta
A edição do “BBB 22” exibida na noite de quinta-feira (10/3) na rede Globo acabou favorecendo Arthur Aguiar por não exibir o principal “causo” da noite anterior, dia da festa do líder Pedro Scooby. Não só isso. A edição deu ênfase a uma sondagem de Lucas Bissoli para ingressar no quarto Lollipop – destacada não uma nem duas, mas três vezes! – , sem incluir o contexto, situação que pode alimentar em breve uma narrativa do ex-rival de Jade Picon. A ausência da polêmica envolvendo Arthur rendeu comentários nas redes sociais. No mínimo, deixou claro que quem acompanha o reality show pela TV aberta não recebe informações fundamentais para votar conscientemente nos paredões do programa. A seleção de cenas para contar a “história” dos confinados é tão importante que pode gerar – como tem gerado – rejeição de alguns candidatos. Quem aparece menos na TV aberta é automaticamente rotulado como “planta”. Mas há casos mais polêmicos, envolvendo campanhas de ódio por ênfases em frases exibidas pela metade (exemplo aleatório: “errar é bom” é diferente de “errar é bom, porque o que você aprende e faz com esse erro é importante”), exaltação de equívocos diante da ausência de imagens do mesmo erro praticado por outros, perseguição narrativa para criar vilões e heróis, etc. Embora essa discussão seja complexa, o fato é que uma trollagem avaliada como flopada pelos críticos de TV e redes sociais ocupou grande parte do programa televisivo, enquanto o público da Globoplay esperava ver uma edição com tira-teimas e cronologia de fatos para ilustrar o racha entre aliados que movimentou a madrugada. A ausência da nova performance dramática de Arthur ajudou a demonstrar que quem vê pelo streaming está acompanhando um programa diferente. O que aconteceu na madrugada de quinta dividiu opiniões e rachou o favoritismo de quem até ontem era considerado imbatível para vencer o prêmio de R$ 1,5 milhão. Tudo começou na segunda (7/3), quando Eliezer do Carmo Neto acusou Lucas de combinar votos em Tiago Abravanel, indo contra seu grupo de apoio. A denúncia prosperou e enquanto Lucas falava para a namorada Eslovênia Marques que pretendia falar sobre isso com Arthur, o melhor amigo de Tiago no jogo se antecipou e foi cobrar a história. Lucas não mentiu e admitiu o fato, lembrando a cronologia e o que ele entendia que tinha sido combinado, mas foi rotulado como mentiroso e traidor por ter omitido a conversa com Eli até então – ele não teria visto necessidade de falar disso após Tiago desistir do jogo. Arthur passou a considerar a conversa de Lucas com Eli uma quebra de confiança, lembrando discussões que realmente existiram sobre Tiago ser sua prioridade. Ele chegou a desabafar com Paulo André de Oliveira, o P.A., que era a segunda facada que tomava – a primeira foi de Jade. Em seguida, falou com Eli, que destilou um caminhão de ódio contra Lucas, aumentando a história com o objetivo de queimar o rival. Cada palavra foi visivelmente saboreada por Arthur, que entre interjeições de desaprovação, pareceu preparar mentalmente um discurso de indicação ao paredão. Nas redes sociais, porém, um número expressivo de pessoas não comprou a 2ª temporada da vitimização. Primeiro, porque Lucas era alvo de Tiago, que votava no “Barão da Piscadinha”. Segundo, porque Lucas nunca escondeu e falava abertamente para Arthur sobre a possibilidade de votar em Tiago. Terceiro, porque quando poderia ter votado em Tiago, como líder, atendeu ao pedido de Arthur e optou por mirar em Brunna Gonçalves. Quarto, porque não organizou votação contra Tiago e nem combinou voto com o Lollipop, só falou para Eli que considerava Tiago uma opção melhor para um paredão em que ele já estava incluído – acabou se safando no “Bate e Volta”. Quinto, porque também trabalhou com votos contra Larissa no quarto Grunge, movimento típico de seu perigoso jogo (duplo) de navegar entre os grupos. Sexto, porque trouxe a informação da votação do Lollipop em Tiago para Arthur na noite anterior às indicações da casa. E sétimo, porque nessa conversa, da qual também participou Gustavo Marsengo, os três combinaram que salvariam Tiago. Mas para isso dar certo, Tiago precisaria votar em Larissa. Ao ser chamado para participar da estratégia, Tiago teve uma reação inesperada. Pediu para pensar e, sentindo-se rejeitado, acabou optando por sair do programa. Apesar dessa cronologia, Arthur acusou Lucas de traição e iniciou o afastamento de quem o colocou no VIP, comparando-o a Jade, que o indicou três vezes ao paredão. Lucas sentiu o golpe e buscou apoio na namorada do quarto Lollipop – daí, as conversas com sorrisos amarelos exibidas na Globo. Os fã-clubes do ex-“Rebelde” encheram a hashtag #BBB22 de comentários sobre a facada que o Lucas deu nas costas do Arthur. Boa parte do público aleatório concordou que foi isso mesmo – em resumo, bora tacar o Lucas traidor no paredão. Outros preferiram questionar a rapidez com que Arthur se voltou contra um aliado por uma traição que efetivamente não aconteceu – Lucas não combinou votos e nem votou em Tiago. Toda a cronologia dos fatos foi discutida em detalhes exaustivos, ainda que muitos argumentos fossem “traição é traição”. Em meio às acusações contra Lucas, ainda houve o resgate de duas situações: que Arthur deixou Tiago sozinho na prova do líder e depois teve uma conversa muito complicada sobre expectativas de jogo com o amigo. Os dois momentos aconteceram na véspera da decisão de Tiago e podem ter influenciado sua saída do jogo. O público da Globo, porém, não viu essa bola de neve começar a rolar. Só que ela deve crescer muito nos próximos capítulos, a ponto de não poder mais ser ignorada. Afinal, a narrativa preferida de Arthur no jogo, até agora, foi se apresentar como vítima e dizer que joga sozinho. Sem Jade, sua grande rival, manter esta história depende do surgimento de um novo vilão. Caso vá em frente no perceptível plano de jogar seu aliado no paredão, Arthur pode perder a invulnerabilidade que o protegeu até agora. Embora continue favorito, porque o público da Globoplay é infinitamente menor que o da Globo, as discussões nas redes sociais sinalizam que o movimento noturno abalou sua unanimidade. Ironicamente, o autointitulado Barão da Piscadinha entrou no “BBB” como uma piada, foi considerado planta e, do nada, virou o “coadjuvante” principal e assumido do favorito do público. Promovê-lo agora a vilão pode não ser tão fácil. Se o erro de Jade foi insistir em Arthur, o erro de Arthur pode ser mirar em Lucas. Difícil saber como a Globo vai contar esta história daqui pra frente, após ter ignorado o capítulo que lançou a premissa. Mas esse enredo está longe de acabar.
Globo adere ao boicote internacional contra Rússia
O Grupo Globo aderiu ao boicote internacional contra a Rússia, em protesto contra a invasão militar da Ucrânia. O conglomerado brasileiro interrompeu negócios com o país, suspendendo novos licenciamentos de produções russas para seus canais de TV e streaming, e decidiu não negociar mais novelas e séries com empresas russas por tempo indeterminado. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, não há prazo para a retomada das operações de compra e venda de conteúdo com parceiros comerciais russos. Embora o conteúdo russo seja irrelevante para a Globoplay e canais pagos do grupo, a Globo tem bom faturamento com a venda de novelas para a Rússia. O país europeu é um grande mercado para as novelas da emissora desde que “A Escrava Isaura” (1976) atraiu o interesse internacional para as produções brasileiras. No momento, estão em exibição na TV aberta russa as novelas “Por Amor” (1997), de Manoel Carlos, e “O Clone” (2001), de Glória Perez. Além disso, as plataformas russas de streaming incluem em seus catálogos “Avenida Brasil (2012), “Verdades Secretas” (2015) e as séries “Justiça” (2016) e “Ilha de Ferro” (2018).
“BBB 22” bate recorde de audiência com paredão entre Jade e Arthur
A rede Globo bateu recorde de audiência durante a exibição do “BBB 22” na noite de domingo (6/3), quando foi confirmado o paredão entre Jade Picon e Arthur Aguiar, os maiores rivais do reality show. A emissora informou à imprensa que o episódio atingiu a maior audiência do programa registrada em um domingo. A medição do Painel Nacional de Televisão marcou o recorde nas praças de São Paulo e Rio de Janeiro. Em São Paulo, foram 22 pontos de audiência e 51% de participação do público. No Rio, o desempenho foi ainda melhor: 26 pontos de audiência, com 57% de participação. Entretanto, o público também reclamou de instabilidades no Globoplay durante a exibição do programa. Dezenas de reclamações foram postadas no Twitter apontando travamento da plataforma. Só que ao contrário do que aconteceu no sábado (5/3), dia do Big Fone em que o serviço chegou a sair do ar, a plataforma não interagiu com as reclamações. A audiência do programa deve permanecer elevada nesta segunda (7/3) devido ao Jogo da Discórdia, especialmente após o bate-boca desta madrugada, e registrar recorde na terça (8/3), quando Jade provavelmente será eliminada.
Big Fone do “BBB 22” derruba Globoplay
A Globoplay sofreu forte instabilidade durante a noite de sexta-feira (6/3) no horário de exibição do “BBB 22”. A edição era muito esperada devido ao aviso antecipado de que o Big Fone iria tocar com consequências drásticas: quem atendesse estaria automaticamente no paredão e indicaria outro concorrente para lhe fazer companhia. Entretanto, vários assinantes reclamaram nas redes sociais que não puderam assistir ao momento “épico”, em que Jade Picon atendeu ao telefone e mandou Arthur Aguiar ao paredão – simplesmente o confronto mais esperado desta edição. Além do sinal de streaming, também houve reclamações de queda do Pay-Per-View. Sites que testam servidores registraram um grande aumento de pesquisas sobre a Globoplay após as 22h18. De acordo com um desses sites, o Downdetector, o pico ocorreu às 23h e as pesquisas começaram a diminuir por volta das 23h20. Após cerca de 20 minutos fora do ar, o perfil oficial da Globoplay começou a interagir com alguns assinantes no Twitter para avisar que “a dificuldade já foi resolvida” e o serviço estava “de volta”, isto é, funcionando. Apesar dessa iniciativa, a Globoplay não lançou nenhuma nota sobre o assunto ou se dirigiu coletivamente a seus assinantes para a abordar os problemas de sinal. Veja abaixo um pouco da repercussão no Twitter. O Globoplay de todo mundo ta travando? Já desliguei a internet umas 3x #BBB22 — eu_ (@_vodosteve) March 6, 2022 O @globoplay endoidou aqui. Travando e voltando a fala o tempo todo. — Mayra (@mayrasalsa) March 6, 2022 meu ppv tá doido hoje, faz alguma coisa @globoplay @bbb @boninho #BBB22 pic.twitter.com/IlfGlQq8h5 — •angie•♡•🔩• (@softstaylix) March 6, 2022 GLOBO PLAY NÃO CARREGA, TÁ UMA BOSTA, CONGELA TODA HORA — Eliana Schavinski (@ElianaSchavins1) March 6, 2022 Sherman, já resolvi 🙂 Realize uma limpeza de cachê no app em sua TV, e faça um novo teste. Se a dificuldade persistir, me chama no privado 😉 — globoplay 👁️ (@globoplay) March 6, 2022 @ClaroBrasil @globoplay olá! Difícil hein, Claro? Estamos com os canais indisponiveis do 744 ao 751. Pagamos pelo ppv e ficamos sem os canais do nada??? #BBB22 pic.twitter.com/zBZIjNofe0 — Ana ⓟaula Santana 🎀🎭 (@AnaDeSant) March 6, 2022 Sochim, a dificuldade já foi resolvida 🙂 Vem espiar comigo, tudo que rolou depois do Big Fone 👀 Se tiver alguma dificuldade, realize uma limpeza de cachê no meu app, ou navegador que está utilizando, combinado? — globoplay 👁️ (@globoplay) March 6, 2022 Chris, a dificuldade já foi resolvida 🙂 Vem espiar comigo, tudo que rolou depois do Big Fone 👀 Se tiver alguma dificuldade, realize uma limpeza de cachê no meu app, ou navegador que está utilizando, combinado? — globoplay 👁️ (@globoplay) March 6, 2022 Bernardo, já voltei! Você já pode voltar a curtir o BBB 😉 Qualquer dificuldade, realize uma limpeza de cachê no meu app, ou navegador que está utilizando, combinado? Se precisar, me chama no privado! — globoplay 👁️ (@globoplay) March 6, 2022 Leo, não se preocupe, já resolvi! Vem acompanhar comigo, tudo o que está rolando na casa 😉 Não se esqueça de realizar uma limpeza de cachê no meu app, ou em seu navegador, para um melhor funcionamento. Qualquer dificuldade, me chama no privado! — globoplay 👁️ (@globoplay) March 6, 2022
Confira as 10 melhores séries estreantes da semana
A lista com as 10 melhores séries da semana é uma boa mostra da variedade e qualidade resultante da guerra dos streamings, que tem como vitorioso o público consumidor. Há boas opções para os fãs geeks de sci-fi e fantasia, minisséries dramáticas para quem gosta de histórias reais sobre o mundo atual, suspenses eletrizantes, comédias divertidas de época, animações adultas violentas e até um documentário sobre um dos maiores “power couples” da história cultural brasileira. Confira abaixo a seleção de estreias, com os principais detalhes e seus respectivos trailers. STAR TREK: PICARD | AMAZON PRIME VIDEO Continuação da série clássica “Star Trek: A Nova Geração”, a nova produção acompanha o ex-capitão da Enterprise Jean Luc Picard (Patrick Stewart) em sua aposentadoria, mais agitada que seus dias de combates espaciais. Na 2ª temporada, Picard e sua nova tripulação vão parar numa linha temporal alternativa, e com dicas do vilão clássico Q (John de Lancie), lançam-se numa missão que envolve viagem ao passado para impedir que a utopia trekker vire um distopia fascista. Interessante reparar que o responsável pela nova história é Terry Matalas, produtor-roteirista que criou a cultuada série “12 Macacos” (12 Monkeys) sobre, coincidentemente, viagens no tempo para impedir um cenário apocalíptico. OUR FLAG MEANS DEATH | HBO MAX Depois de zoar vampiros em “What We Do in the Shadows”, Taika Waititi ridiculariza piratas em sua nova produção de comédia. Criada por David Jenkins (criador de “People of Earth”), a trama gira em torno das aventuras do pirata Stede Bonnet, um aristocrata que deixou de lado uma vida de luxos para virar pirata ao lado do infame Barba Negra. Por sua educação refinada, ele era conhecido como “O Pirata Cavalheiro”. Mas embora o personagem tenha existido, a comédia é tudo menos uma dramatização de eventos históricos. Mais para uma avacalhação histórica. O papel de Bonnet é interpretado por Rhys Darby (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e o elenco ainda inclui Fred Armisen (“Schmigadoon!”), Nat Faxon (“The Conners”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Ewen Bremner (“Trainspotting”), Joel Fry (“Cruella”) e o próprio Waititi (depois de viver Hitler em “Jojo Rabbit”) como Barba Negra. SHINING VALE | STARZPLAY O terrir que marca a volta de Courteney Cox à TV traz a estrela de “Friends” e da franquia “Pânico” como uma escritora de sucesso com dificuldades para escrever seu próximo livro. Em busca de paz e inspiração, ela opta por sair da cidade grande com o marido e filhos, só que a residência escolhida é um local onde ocorreram atrocidades terríveis numa cidade do interior dos EUA. Embora ninguém pareça notar que a casa é mal-assombrada, ela começa a ver uma fantasma, que diz ser uma musa, embora também possa ser um sintoma de esquizofrenia ou um demônio maligno tentando possuí-la. Desenvolvida por Jeff Astrof (“Trial & Error”) e Sharon Horgan (“Catastrophe”), esta “versão” feminina de “O Iluminado” ainda destaca Greg Kinnear (“The Stand”) como o marido, Gus Birney (“Dickinson”) e Dylan Gage (“PEN15”) como os filhos, Mira Sorvino (“Hollywood”) como a fantasma e Sherilyn Fenn (“Twin Peaks”) como a corretora que vende ao casal a casa amaldiçoada. Os dois primeiros episódios chegam no domingo (6/3) em streaming. O TURISTA | HBO MAX A minissérie de suspense traz Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como uma vítima de acidente de carro, que desperta com amnésia numa cidadezinha australiana sem ter ideia de quem é nem como foi parar lá. Entretanto, há quem saiba de tudo e queira se certificar de sua morte no “acidente”. Coprodução da HBO com a rede britânica BBC e a plataforma australiana Stan, “The Tourist” é criação dos irmãos Harry e Jack Williams, que também criaram “Angela Black”, disponível na Globoplay. THE DROPOUT | STAR+ Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”, “Mank”) estrela a minissérie sobre a startup de Elizabeth Holmes, empreendedora que chegou a ser chamada de “a Steve Jobs da nova geração” graças ao lançamento de uma tecnologia revolucionária, capaz de identificar doenças graves por um simples exame de sangue. Só que depois de sua empresa Theranos ser avaliada em bilhões de dólares, tudo desmoronou com a revelação de que nenhuma de suas tecnologias realmente funcionava, colocando a saúde de milhares de pessoas em sério risco. Com roteiro e direção de Elizabeth Meriwether (criadora de “New Girl”), a atração tem um elenco grandioso, que também destaca Anne Archer (“The L Word”), Naveen Andrews (“Lost”), Laurie Metcalf (“Lady Bird”), William H. Macy (“Shameless”), Utkarsh Ambudkar (“Ghosts”), Michael Ironside (“Anônimo”), Sam Waterston (“Law & Order”), Kurtwood Smith (“That ’70s Show”), Elizabeth Marvel (“Manifest”), Stephen Fry (“It’s Sin”), Michaela Watkins (“The Unicorn”) e Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”). LAKERS: HORA DE VENCER | HBO MAX Criação do roteirista Max Borenstein (de “Godzilla”) dirigida por Adam McKay (de “Não Olhe para Cima”), a série recria com visual impecável e tom de comédia a era de ouro do time Los Angeles Lakers, que dominou o basquete da década de 1980. A trama mostra como um empresário chamado Jerry Buss conseguiu revolucionar todo o esporte em 1979 ao montar um time extremamente popular e vencedor, liderado por um novato chamado Earvin “Magic” Johnson. John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) vive Buss e o estreante Quincy Isaiah é Magic Johnson. O elenco ainda destaca o também estreante Solomon Hughes como outra lenda do basquete, Kareem Abdul-Jabbar, além de Adrien Brody (“O Grande Hotel Budapeste”) como o técnico campeão Pat Riley, além de Jason Clarke (“O Eterminador do Futuro: Gênesis”), Sally Field (“O Espetacular Homem-Aranha”), Hadley Robinson (“Moxie”), Rob Morgan (“Mudbound”), Jason Segel (“How I Met Your Mother”), Michael Chiklis (“Quarteto Fantástico”) e muitos outros. NINGUÉM PODE SABER | NETFLIX A série de suspense traz Toni Collette (“Entre Facas e Segredos”, “Hereditário”) como uma mãe cheia de segredos, que num jantar mostra uma habilidade desconhecida e fora do normal ao impedir que um criminoso armado mate a filha, operadora de serviços de emergência. Quando o vídeo do momento viraliza, antigos inimigos surgem em busca de vingança, fazendo a filha questionar a identidade real da mãe. A filha é vivida por Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) e a produção, gravada na Austrália, vale mesmo pelo desempenho das boas atrizes, uma vez que a trama, baseada no romance homônimo da escritora Karin Slaughter e adaptada pela roteirista Charlotte Stoudt (“House of Cards”), segue um rumo previsível para chegar num final anticlimático – ops, ninguém podia saber? THE BOYS PRESENTS: DIABOLICAL | AMAZON PRIME VIDEO O spin-off animado de “The Boys” destaca cenas de carnificina e um tema recorrente: com grandes poderes vem grandes fatalidades. Mas seus roteiros também surpreendem pela sensibilidade. Cada um dos oito episódios curtos tem seu próprio estilo de animação e foram escritos por estrelas como Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Garth Ennis (o criador dos quadrinhos de “The Boys”), Ilana Glazer (criadora de “Broad City”), Aisha Tyler (“Criminal Minds”) e outros. Atores famosos também dão vozes aos personagens, incluindo os autores Awkwafina e Andy Samberg, o produtor Seth Rogen (“Vizinhos”), Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Kieran Culkin (“Succession”), Giancarlo Esposito (“Better Call SAul”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kumail Nanjiani (“Eternos”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Christian Slater (“Mr. Robot”), Kevin Smith (“O Balconista”), Nasim Pedrad (“New Girl”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Kenan Thompson (“Kenan”), sem esquecer de Elisabeth Shue, Chace Crawford e Antony Starr, que dublam seus personagens da série “The Boys”. DEATH NOTE | HBO MAX Considerado um anime clássico, a série sobrenatural capricha na tensão psicológica e ainda faz questionar se o protagonista é herói ou vilão. A história foi desenvolvida em mangá por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata em 2003 e conta a história do estudante Light Yagami, que encontra um caderno assombrado e seu guardião shinigami — uma entidade da morte na cultura japonesa – , capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para eliminar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá também já foi adaptado numa série com atores no Japão, além de ter rendido diversos filmes, inclusive uma versão americana na Netflix. A adaptação em anime tem apenas uma temporada de 37 episódios (todos disponibilizados pela HBO Max), originalmente lançada em 2006. Mas só foi descoberta pelo brasileiro médio no ano passado, quando o programa Domingo Espetacular fez grande alarde sobre os supostos perigos da animação japonesa para as crianças que a assistirem. Importante: o desenho é para adultos. Os fãs criaram vários memes para ridicularizar o sensacionalismo da Record. ELZA E MANÉ – AMOR EM LINHAS TORTAS | GLOBOPLAY A série documental aborda o casamento tumultuado de Elza Soares e Mané Garrincha em quatro episódios, mas sob a ótica moderna e não como foi tratado pela mídia conservadora do passado. Dirigido e roteirizado por Carolina Zilberman, que faz parte da editoria de Esporte da Globo, a atração começa mostrando a origem de cada um e como se conheceram em 1962. O segundo capítulo é focado na decadência do atleta e na perseguição que o casal sofreu da imprensa, da sociedade e da ditadura. A terceira parte acompanha o exílio na Itália, o fim do casamento e a barra pesada de violência doméstica que a cantora viveu. E o capítulo final trata da morte do jogador da seleção brasileira de futebol e a tentativa da cantora de reerguer a carreira, o que resultou em sua ascensão como uma das maiores cantoras do país. Elza veio falecer em 20 de janeiro de 2022, no mesmo dia em que o ex-marido tinha morrido 39 anos antes. A produção conta com três entrevistas inéditas e profundas de Elza, que falou abertamente sobre seu relacionamento com Garrincha, semanas antes de morrer. Ela abordou da paixão arrebatadora, que descreve como “uma coisa assim de louco”, ao alcoolismo do ex-marido, doença que levou à separação do casal. Junto disso, também enquadra o machismo da época, que fez a cantora se tornar a pessoa mais odiada do Brasil, condenada pela opinião pública por “acabar com a carreira” de Garrincha, um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, enquanto apanhava em casa.
10 séries: Novos vikings e estrelas brasileiras são destaques em streaming
VIKINGS: VALHALLA | NETFLIX A nova série é uma continuação da recém-encerrada “Vikings” desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos: os irmãos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”), um viking cristão que se apaixona por Freydis. Com muitas batalhas épicas, a trama acompanha nova tentativa viking de invadir a Grã-Bretanha, mas se passa numa época em que os próprios vikings se encontram divididos entre manter sua tradição pagã e abraçar a religião do velho inimigo. Desta vez, Hirst tem um papel menos ativo – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , deixando o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). DE VOLTA AOS 15 | NETFLIX Espécie de “De Repente 30” às avessas, a série gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor e, de uma hora para outra, se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz (“Verdades Secretas”) na fase adulta e por Maisa (“Pai em Dobro”) na adolescência. O detalhe é que Anita decide aproveitar esse “De Repente 15” para criar um “Efeito Borboleta”, tentando consertar a vida dos amigos. Só que cada mudança que ela faz no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. Desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”), tem só seis episódios e um elenco que ainda inclui Klara Castanho (“Confissões de uma Garota Excluída”), Amanda Azevedo (“Call Com Cleo”), Pedro Vinícius (“Malhação”) e Caio Cabral (“Bom Sucesso”). OPERAÇÃO MARÉ NEGRA | AMAZON PRIME VIDEO A minissérie ibérica destaca os brasileiros Bruno Gagliasso (“Marighella”) e Leandro Firmino (“Cidade de Deus”) numa trama criminal baseada em fatos reais. A ação se passa em novembro de 2019 e acompanha a missão de um submarino artesanal, que atravessa o Oceano Atlântico com três toneladas de cocaína. Em seu interior, três homens tentam sobreviver a tormentas, correntes, avarias, fome, discussões e a uma constante pressão policial. Realizada pelo espanhol Daniel Calparsoro (“Até o Céu”) e o português João Maia (“Variações”), a série completa seu elenco com astros dos dois países, incluindo Álex González (“Fomos Canções”), Nuno Lopes (“A Prima Sofia”), Lúcia Moniz (“Fátima: A Hitória de um Milagre”), Nerea Barros (“Pecados Antigos, Longas Sombras”), Luis Zahera (“Enquanto o Amor Durar”) e Luís Esparteiro (“Super Pai”). SEÑORITA 89 | STARZPLAY Concebido pela premiada cineasta argentina Lucía Puenzo (“O Médico Alemão”) e produzido pelo premiado cineasta chileno Pablo Larraín (“Spencer”), o drama de época gira em torno do mais importante concurso de beleza do México nos anos 1980. A trama acompanha a recepção de 32 misses na propriedade privada da mentora do evento, onde deverão passar por um treinamento árduo de três meses até chegarem ao concurso de Miss México. Mas por baixo das aparências, das roupas e da maquiagem, existe um mundo sombrio e, no final, as competidoras precisarão se apoiar umas às outras para conseguir sobreviver à competição. Os dois primeiros episódios estreiam no domingo (27/2), com um novo episódio sendo lançado semanalmente. WHAT WE DO IN THE SHADOWS | STAR+ Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme homônimo (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (“Flight of the Conchords”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. Os protagonistas são dois vampiros preguiçosos, uma vampira que não aceita desaforos, um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) e um assistente humano. Após o assistente se revelar um matador de vampiros e eliminar os rivais que prenderam seus mestres no ano anterior, a 3ª temporada lida com a promoção dos protagonistas a líderes do que sobrou das criaturas da noite nova-iorquina. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”). BIG SKY | STAR+ Série estreante mais bem-sucedida da TV americana em 2020, “Big Sky” retorna na 2ª temporada com as detetives Cassie Dewell (Kylie Bunbury, de “Olhos que Condenam”) e Jenny Hoyt (Katheryn Winnick, de “Vikings”) na mira de vários criminosos da região rural em que a trama se passa. Elas ainda estão na caça do sequestrador e traficante sexual Ronald Pergman (Brian Geraghty) quando o ex de Cassie, Blake (Michael Raymond-James), pede ajuda ao ser acusado de atacar uma jovem, aparentemente incriminado pela própria família. Não bastasse a perigosa família de Blake complicar a investigação, Ronald retorna para perseguir as detetives que tentaram caçá-lo. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell (Bunbury). NCIS HAWAI’I | GLOBOPLAY Criada para ocupar o lugar de “NCIS: New Orleans”, cancelada em 2021 ao fim de sua 7ª temporada, “NCIS: Hawai’i” também se vale de sua locação havaiana para buscar se estabelecer como sucessora de “Havaí Cinco-0”, encerrada em 2020. A trama acompanha uma equipe de investigadores criminais da Marinha que operam nas ilhas havaianas. Mas em vez de ser o “NCIS” de sempre, só que no Havaí, a série é mais ousada que sua antiga precursora, trazendo Vanessa Lachey (“Truth Be Told”) como a primeira agente feminina a comandar uma equipe da franquia, além de incluir uma subalterna lésbica (Lucy Tara), que manda um beijo quente numa agente do Departamento de Defesa (Tori Anderson) logo no primeiro capítulo. Os dois primeiros episódios foram exibidos na Globo nesta semana, numa tática para atrair novos assinantes para a plataforma de streaming do grupo, que disponibiliza a 1ª temporada completa. NANCY DREW | GLOBOPLAY A 3ª temporada explora novos terrores que colocam a protagonista (Kennedy McMann) e seus amigos em perigo. Combinando o clima de “Supernatural” e “Scooby-Doo”, a série reinventou a franquia quase centenária da detetive mirim literária como uma atração de terror adolescente e tem sido um dos maiores sucessos produzidos pelo CBS Studios para o canal americano The CW. O sucesso já está rendendo, inclusive, um spin-off centrado no personagem Tom Swift, que foi introduzido na 2ª temporada. JUVENILE JUSTICE | NETFLIX A série sul-coreana de trama polêmica gira em torno de uma juiza notoriamente conhecida por sua aversão aos crimes juvenis violentos, que é nomeada para um tribunal de menores no distrito de Yeonhwa. Vítima da delinquência juvenil, ela se depara com a falta de leis mais duras que estimulam a sensação de impunidade dos jovens criminosos. E decide enfrentar com sentenças duras o desdém dos menores infratores pelo código penal. Escrita por Kim Min Sook (“O Impiedoso”) e estrelada por Kim Hye-soo (“Hyena”), é dramática ao extremo e tende a dar o que falar. A FAMÍLIA RADICAL: MAIOR E MELHOR | DISNEY+ A série animada “A Família Radical” (The Proud Family), que teve três temporadas – e um filme – entre 2001 e 2005 no Disney Channel, retorna com mais personagens e o título ampliado. Criada por Bruce W. Smith, a atração original é uma das primeiras séries animadas a girar torno de uma família afro-americana. A protagonista é a adolescente Penny Proud (dublada por Kyla Pratt), que completou 16 anos no filme animado, e sua família grande e típica, com pai superprotetor (Tommy Davidson), mãe trabalhadora (Paula Jai Parker), vovó que mora na sua casa (Jo Marie Payton), um casal de irmãos (gêmeos) caçulas, cachorrinho e muitos amigos excêntricos. Além de retornar com os mesmos dubladores originais em inglês, o revival em streaming terá participação de vários astros famosos nas novas dublagens, como Keke Palmer (“Scream Queens”), Billy Porter (“Pose”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Lena Waithe (“Master of None”), Anthony Anderson (“Black-ish”), Gabrielle Union (“L.A.’s Finest”), Debbie Allen (“Grey’s Anatomy”), James Pickens Jr. (“Grey’s Anatomy”), Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”), Jane Lynch (“Glee”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Lamorne Morris (“New Girl”), Brenda Song (“Station 19”), Eva Longoria (“Desperate Housewives”) e os cantores os Lil Nas X, Normani, Lizzo e Chance the Rapper, entre muitos outros.
Maria deve voltar à TV na 2ª temporada de “Justiça”
A atriz e cantora Maria teria recebido uma boa notícia logo após sua expulsão do “BBB 22”. A roteirista Manuela Dias, autora da novela “Amor de Mãe”, teria lhe procurado para se solidarizar e lhe oferecer trabalho. A informação é do site Notícias da TV, que indicou a intenção da roteirista de incluir Maria na 2ª temporada de “Justiça”, série originalmente exibida em 2016, que vai retornar em 2022 com novas histórias. A expectativa é de que a estreia ocorra já no segundo semestre. A autora teria contado o diretor artístico José Luiz Villamarim para conversar sobre a escalação da atriz. Villamarim foi quem “descobriu” a cantora e a incluiu no elenco da novela “Amor de Mãe”. Na trama, ela interpretou a cantora Verena, esposa do magnata Álvaro da Nóbrega, interpretado por Irandhir Santos. Entre os nomes que estrelaram a 1ª temporada de “Justiça” estão Débora Bloch, Adriana Esteves, Drica Moraes e Marjorie Estiano. Os episódios estão disponíveis na Globoplay.











