Siren: Novos vídeos e pôster destacam a chegada de mais sereias à série
O canal pago Freeform divulgou o pôster, dois trailers e uma cena da 2ª temporada de “Siren”. E enquanto um dos vídeos mostra que Ryn começa a se adaptar à vida na Terra, os demais e o cartaz destacam a chegada de novas sereias em busca de refúgio na cidadezinha de Bristol Cove. Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), que foi desenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores assassinos, trazidos à tona pela pesca sem controle que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Eline Powell como Ryn, a sereia principal. E é curioso que a atriz também tenha vivido uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, antes de ser contratada para a série. Além dela, integram a produção Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”). Após o sucesso da temporada inaugural, que foi o programa mais visto da TV paga durante a primavera americana, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 iniciais. A estreia está marcada para 24 de janeiro de 2019.
Alone Together é cancelada após duas temporadas
O canal pago americano Freeform cancelou a série “Alone Together” após sua 2ª temporada. A ironia é que a renovação para o segundo ano tinha acontecido três meses antes da estreia da atração. Completa a estranheza o fato de a série ser completamente diferente do que o canal teen costuma produzir. E deu no que deu: recorde negativo de audiência. Apenas 61 mil pessoas, o menor público já registrado numa atração do Freeform, assistiu ao capítulo final. Criada pelo casal de protagonistas, Esther Povitsky (série “Crazy Ex-Girlfriend”) e Benji Aflalo (“Not Safe com Nikki Glaser”), “Alone Together” era uma sitcom de 30 minutos, que girava em torno de dois melhores amigos platônicos. Apesar de se desdenharem o tempo inteiro, eles estão sempre prontos para se apoiar, porque não tem ninguém mais que se interesse por eles. A série era uma produção da trupe de humoristas Lonely Island, formado por Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone, e teve 20 episódios ao todo, em suas duas temporadas.
Livro de Stephen King sobre parque de diversões assombrado vai virar série
Mais um adaptação de Stephen King está a caminho da televisão. “Joyland”, livro lançado em 2013, vai virar série do canal pago americano Freeform. A trama gira em torno de um parque de diversões assombrado dos anos 1970. A emissora recrutou Chris Peña (“Jane the Virgin”) e Cyrus Nowrasteh (“O Apedrejamento de Soraya M.”) para escrever o piloto, sobre um jovem universitário desiludido que decide trabalhar em um parque de diversões nas férias de verão de 1973, mesmo local que foi cenário do assassinato não solucionado de uma menina. “Estamos honrados por trabalhar com Stephen King – um mestre contador de histórias que entende a importância de contos culturalmente relevantes que ressoam com o público em um nível profundamente pessoal”, disse Karey Burke, vice-presidente de Programação e Desenvolvimento da Freeform. “Mal podemos esperar que ‘Joyland’ se torne parte da programação da Freeform e assombre nossos espectadores como só Stephen pode.” Atualmente, há duas séries baseadas nas obras de Stephen King na televisão americana: “Mr. Mercedes”, adaptação de um trilogia literária, e “Castle Rock”, que se inspira em toda a bibliografia do escritor.
Bella Thorne denuncia ter sofrido bullying da produção da série Famous in Love
A atriz Bella Thorne afirmou ter sofrido bullying da produção da série “Famous in Love”, que ela estrelou no canal pago americano Freeform por duas temporadas. Em entrevista ao jornal Los Angeles Times, ela denunciou que foi chamada de “feia e gorda” por executivos do canal, que pertence à Disney, via e-mail. Segundo Thorne, a emissora a definia como “incontrolável e louca” e a rotulou de diva, “porque eles estavam com medo que eu fosse abrir o bico se me irritassem. Eles me chamaram de ‘feia e gorda’ em e-mails”, comentou. “Quando você tem uma garota jovem como protagonista da sua série, você não pode soltar insultos assim. Esse tipo de coisa pode fazê-la se sentir muito mal consigo mesma”, continuou a atriz, que já lutou contra a depressão. “Uma vez não foi por e-mail, mas sim no set, na frente de todo mundo. E o elenco não sabia o que estava acontecendo antes disso, então eles ficaram chocados. Eles me mandaram mensagens pedindo desculpas e dizendo ‘eu não acredito que eles fizeram isso com você'”, contou ainda. Thorne disse que confrontou a produção sobre o caso e os insultos por e-mail, e que a Freeform prometeu que tudo mudaria na 2ª temporada. “Basta dizer que isso não aconteceu”, revelou a atriz. Quando o cancelamento da série foi anunciado pela Freeform em junho, a revista The Hollywood Reporter noticiou que o fim abrupto da trama podia ter sido por conta de “brigas entre Thorne e a showrunner I. Marlene King”. A roteirista e produtora, que também criou “Pretty Little Liars”, maior sucesso do canal (e que vai ganhar spin-off), negou tudo no Twitter. Após a publicação da entrevista do Los Angeles Times, vários veículos da imprensa americana buscaram confirmar a história junto ao canal pago Freeform, que ofereceu, em resposta, o tradicional “sem comentários”. O que não é uma negação.
Siren: Trailer da 2ª temporada revela mais sereias assassinas e data de estreia dos novos episódios
O canal pago Freeform divulgou o trailer, a primeira foto (veja abaixo) e a data de estreia da 2ª temporada de “Siren”. A prévia foi feita especialmente para a New York Comic Con e revela a chegada de novas sereias à cidadezinha de Bristol Cove. E, como aconteceu no final da 1ª temporada, Ryn fica novamente do lado dos humanos. Resta saber se conseguirá impedir, mais uma vez, um banho de sangue. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), que foi desenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores assassinos, que voltam a ser trazidos à tona pela pesca que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Eline Powell como a sereia principal. E, como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Além dela, integram a produção Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”). Após o sucesso da temporada inaugural, que foi o programa mais visto da TV paga durante a primavera americana, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 iniciais. A estreia está marcada para 24 de janeiro de 2019. “Siren” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Teaser da série Siren avisa que mais sereias vão chegar na 2ª temporada
O Twitter oficial da série “Siren” divulgou um teaser, que anuncia a estreia da 2ª temporada em janeiro e avisa: “Mais sereias estão vindo”. Uma das surpresas positivas do canal Freeform, a série voltará maior em 2019, com 16 episódios, e pelo teaser deverá lidar com uma invasão marinha, após a decisão da sereia Ryn de não voltar ao mar. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), que foi redesenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa na fictícia Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores trazidas à tona pela pesca que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Além deles, integram a produção Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”). More mermaids are coming. #Siren Season 2 premieres January 2019 on @FreeformTV. pic.twitter.com/Uhfc1n2qpx — Siren (@SirenTV) August 22, 2018
Elenco e produtor se despedem de Shadowhunters, nos bastidores da gravação do último episódio
O elenco da série “Shadowhunters” usou as redes sociais para registrar suas despedidas da série do canal pago Freeform, que encerrou as gravações de seus episódios finais. A atração será concluída com a exibição de mais dois episódios especiais, projetados para terminar a história, com a adaptação do último livro da saga literária “Os Instrumentos Mortais”. Em uma série de publicações, o showrunner Todd Slavkin, além de Katherine McNamara, Emeraude Toubia, Matthew Daddario e outros, registraram seus últimos momentos na produção, entre despedidas e agradecimentos. Ainda assim, vai demorar para os fãs verem este final, pois ainda restam 10 episódios inéditos da 3ª temporada, que deveriam ser apresentados a partir de agosto, levando a história até o quinto livro de Cassanda Clare. Mas o Freeform decidiu adiar essa exibição para 2019, visando acompanhar os dois episódios recém-encomendados, que adaptarão o sexto e último romance da coleção, com o objetivo de apresentar uma transposição completa das obras da escritora. A série vinha perdendo público e foi vista na atual temporada por uma média de 398 mil telespectadores ao vivo. Isto representa uma queda de 40% da audiência em relação à temporada anterior, vista por 648 mil. Entretanto, ainda são números maiores que os de “The Bold Type”, que foi renovada. O chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público dizer que a razão do cancelamento foi “puramente econômica” e que os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. Burke explicou que a decisão de cancelar a série aconteceu quando a Netflix não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. Entretanto, com a produção dos episódios extras, “Shadowhunters” não deixará seus fãs no vácuo, como aconteceu, por exemplo, com “Beyond” no mesmo canal. Esta consideração não impediu os fãs de ficarem decepcionados, a ponto de ensaiarem uma campanha de resgate, #SaveShadowhunters, que não obteve resultado. That’s a wrap, Toronto! Thank you for a wonderful 3 years of learning, laughing, and making memories with the #Shadowhunters family. I leave with nothing but fondness. I shall return again soon! Hail and farewell! #ShadowhuntersLegacy Uma publicação compartilhada por Katherine McNamara (@kat.mcnamara) em 5 de Ago, 2018 às 6:50 PDT “How lucky I am to have something that makes saying goodbye so hard.” – Winnie the Pooh. Truly, #Shadowhunters has been an angelic blessing. Playing Clary is an honor that has taught me more than I can express. She is strong, courageous, compassionate, badass, and broken, and I love every little imperfect piece of her. She will always be a part of me and I’d like to think I left a little part of me with her. Beyond that, the family created from the cast and crew, to the writers and producers, to you angels is something to be cherished. Being a part of a story that resonates for so many people and has a real positive influence on their lives is a rare gift and privilege that I will forever treasure. We have been breathing rarified air here in the Shadow World, whether or not we knew it. This experience is lightning in a bottle and I will spend the rest of my life trying to find it again. However, if you take anything with you from this, take this: the story doesn’t end here. It lives on and continues in all of us as we carry on the #ShadowhuntersLegacy as a group of people who stand for acceptance, love, and unity. Hail and farewell, angels. All my love . You know what they say… when one door closes… ?⚔️✨ Uma publicação compartilhada por Katherine McNamara (@kat.mcnamara) em 4 de Ago, 2018 às 12:00 PDT No matter where my life or career takes me, I will look back on playing Jonathan Morgenstern as one of my greatest highlights. It was a privilege to step into his skin. Thank you for welcoming me with an open heart, and an open mind. Until we meet… Erchomai. I am coming. Uma publicação compartilhada por Luke Baines (@lukebaines) em 2 de Ago, 2018 às 11:48 PDT BTS I will miss them so much pic.twitter.com/hAe2tINMxh — Todd Slavkin (@toddzer1) 4 de agosto de 2018 Alec gives a speech @MatthewDaddario you light up the screen and are a joy to direct. Thank you for putting your trust in me and @DSwim #shadowhunters pic.twitter.com/1EOwLRsp14 — Todd Slavkin (@toddzer1) 2 de agosto de 2018 Thank you @isaiahmustafa for bringing so much to this role. Your creative contributions made this character better than we could have imagined #greatactor #funnytoo #shadowhunters pic.twitter.com/GzVEH9kYos — Todd Slavkin (@toddzer1) 2 de agosto de 2018 Hanging up my stilettos after 3 plus years and looking to the Future. Thank you for the Stories and the Family and the Love. 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Vídeo e pôster da 2ª temporada de Manto e Adaga revela chegada de nova heroína dos quadrinhos
A Marvel divulgou um pôster e um vídeo da 2ª temporada de “Marvel’s Cloak & Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga, para fazer uma revelação sobre a recém-renovada atração. O vídeo de apenas 11 segundos é um grande teaser para o surgimento de uma nova heroína dos quadrinhos. Ele avisa: “A 2ª temporada será caos”, com o texto retalhado por uma garra. Trata-se da garra de Mayhem (caos ou desordem, em tradução literal), personagem introduzida nos quadrinhos de “Manto e Adaga” em 1986, embora já tivesse aparecido desde o primeiro exemplar, três anos antes, em sua identidade civil. O mesmo acontecerá na série, onde a detetive Brigid O’Reilly é interpretada desde a estreia por Emma Lahana. Nos quadrinhos, ela é sufocada com gás por policiais corruptos e, após tentativas de Manto e Adaga para salvá-la, volta como Mayhem para se vingar, transformando-se numa vigilante superpoderosa, passando a exalar um gás paralisante, que também age como uma espécie de soro da verdade e lhe permite levitar. Não está claro se a transformação da policial em heroína vai acontecer apenas na 2ª temporada ou se poderá ser conferida nos últimos episódios da fase inaugural, que ainda está sendo exibida no canal pago americano Freeform. O final da 1ª temporada vai ao ar em 2 de agosto nos Estados Unidos. Já o lançamento da série no Brasil segue sem ter previsão, apesar de a sua aquisição ter sido anunciada pelo canal pago Sony no ano passado.
Série dos heróis Manto e Adaga é renovada para a 2ª temporada
O canal pago Freeform anunciou a renovação da série dos heróis Manto e Adaga, cujo título oficial é “Marvel’s Cloak & Dagger”. A estreia da série registrou a segunda maior audiência inaugural do Freeform, vista ao vivo por 980 mil telespectadores, o que, entretanto, foi metade do recorde de “Shadowhunters”, a série que inaugurou o canal americano – que substitui o ABC Family – em 2016. De todo modo, com as reprises e outras plataformas, a audiência do primeiro episódio atingiu 4,4 milhões de telespectadores. A série também foi aprovada pela crítica, com 90% de avaliações positivos na amostragem do site Rotten Tomatoes. A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. Para se ter noção, as negociações entre a Marvel e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, datam de 2010. Nos quadrinhos originais, os dois jovens são capturados por traficantes após fugirem de casa e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo suas habilidades – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” da criação de Bill Mantlo e Ed Hannigan de 1982. Mas a série contou uma história diferente, concebida pelo roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e a diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). Estrelada por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga, a série também inclui Emma Lahana (série “Haven”), Gloria Reuben (“Mr. Robot”), Miles Mussenden (“Max: O Cão Herói”), J.D. Evermore (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Andrea Roth (“Lugares Escuros”), Carl Lundstedt (visto em “Grey’s Anatomy”) e Jaime Zevallos (“The Summoning”). O final da 1ª temporada vai ao ar em 2 de agosto nos Estados Unidos. Já o lançamento da série no Brasil segue sem ter previsão, apesar de a sua aquisição ter sido anunciada pelo canal pago Sony no ano passado.
Famous in Love é cancelada após duas temporadas
O canal pago americano Freeform oficializou o cancelamento da série “Famous in Love”, estrelada por Bella Thorne, após duas temporadas. Curiosamente, na semana passada a produtora I. Marlene King (a mesma de “Pretty Little Liars”) chegou a negar no Twitter alguns rumores de que a série seria cancelada. Mas não dá mais para esconder que o desempenho não agradou. Vale lembrar que a série demorou a garantir uma 2ª temporada, justamente devido a sua baixa audiência. Mas se a 1ª temporada foi vista ao vivo por cerca de 330 mil telespectadores, a última caiu para 254 mil pessoas, uma das piores médias do canal. Baseada no romance homônimo de Rebecca Serle, “Famous in Love” trazia Thorne como uma jovem universitária que, após passar num teste de elenco para estrelar um grande blockbuster de Hollywood, começa a mudar de comportamento, conforme convive com a fama. Além de sua vida virar um circo midiático, ela ainda precisa lidar com o interesse que desperta nos dois protagonistas de seu filme. O elenco também incluía Niki Koss (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”), Charlie DePew (“O Espetacular Homem-Aranha”), Keith Powers (série “Faking It”), Carter Jenkins (série “The Following”), Perrey Reeves (série “Entourage”), Pepi Sonuga (série “The Fosters”), Mark Valley (série “Human Target”) e Georgie Flores (vista em três “CSI” diferentes). O episódio final foi exibido em 30 de maio nos Estados Unidos.
Série dos heróis Manto e Adaga registra melhor estreia do Freeform em dois anos e críticas positivas
A estreia da série dos heróis Manto e Adaga, cujo título oficial é “Marvel’s Cloak & Dagger”, foi a maior do canal pago Freeform em dois anos. Vista ao vivo por 980 mil telespectadores, representou metade do público que assistiu a estreia de “Shadowhunters”, a série que inaugurou o canal americano, que substituiu o ABC Family. Com as reprises e outras plataformas, a audiência dos primeiros três dias de exibição atingiu 1,64 milhões de telespectadores. A série também foi aprovada pela crítica, com 87% de avaliações positivos na amostragem do site Rotten Tomatoes. A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. Para se ter noção, as negociações entre a Marvel e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, datam de 2010. Nos quadrinhos originais, os dois jovens são capturados por traficantes após fugirem de casa e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo suas habilidades – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” da criação de Bill Mantlo e Ed Hannigan de 1982. Mas a série deixou a origem dos poderes dos personagens misteriosa, devendo explorar o segredo ao longo de toda a temporada inaugural. A adaptação foi feita pelo roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e da diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). Estrelada por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga, a série também inclui Emma Lahana (série “Haven”), Gloria Reuben (“Mr. Robot”), Miles Mussenden (“Max: O Cão Herói”), J.D. Evermore (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Andrea Roth (“Lugares Escuros”), Carl Lundstedt (visto em “Grey’s Anatomy”) e Jaime Zevallos (“The Summoning”).
Good Trouble: Spin-off de The Fosters começa gravações e anuncia elenco central
O canal pago americano Freeform começou a gravar a produção de “Good Trouble”, o spin-off de “The Fosters”. A série original exibiu seu final no dia 6 de junho, nos EUA, e a nova atração vai focar a história das irmãs adotivas Callie (Maia Mitchell) e Mariana (Cierra Ramirez), seguindo as personagens em sua mudança para Los Angeles, enquanto entram também na fase adulta de suas vidas. O elenco de apoio foi anunciado via Twitter (veja abaixo) e traz principalmente os vizinhos do condomínio em que as protagonistas vão morar. Tommy Martinez (que viveu Malachai, o líder dos Ghoulies em “Riverdale”) irá retratar Gael, um designer gráfico socialmente consciente e politicamente ativo. Zuri Adele (vista em “Under the Dome”) será Malika, que também foi adotada e tem uma tendência a buscar por justiça social. Sherry Cola (série “I Love Dick”) interpretará Alice, uma jovem asiática americana que administra o complexo de apartamentos. E Emma Hunton (vista em “Sunny Entre Estrelas”) fará participações recorrentes como a professora Davia, uma mulher sem limites que também vive no condomínio The Coterie. Além dos jovens, o elenco traz o experiente Roger Bart (de “Desperate Housewives” e “Desventuras em Série”) como o conservador juiz Wilson, para quem Callie vai trabalhar. E, neste ambiente de trabalho, também estará Ken Kirby (“Famous in Love”) como Benjamin, um colega conservador de Callie. “Good Trouble” ainda não tem data de estreia definida, mas deve se juntar à profusão de séries “boas” – ao menos com “Good” no titulo: “Good Fight”, “Good Place”, “Good Girls”, etc – , a partir de 2019. #GoodTrouble production begins today. Zuri Adele, Tommy Martinez, Sherry Cola and Roger Bart join the cast as series regulars. pic.twitter.com/lJNmk9ikNd — Good Trouble (@GoodTrouble) June 11, 2018 #GoodTrouble production begins today. Emma Hunton and Ken Kirby set to recur. Meet the Good Trouble family. pic.twitter.com/15oewUJd1x — Good Trouble (@GoodTrouble) June 11, 2018
Freeform surpreende e anuncia cancelamento de Shadowhunters com especial para encerrar a série
O canal americano Freeform anunciou o fim da série “Shadowhunters”, que será encerrada com a exibição de mais dois episódios especiais, projetados para encerrar a trama. A decisão foi tomada após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada na metade de maio. Assim, ainda restam 10 episódios inéditos na agora última temporada, que deveriam ser apresentados a partir de agosto, levando a história até o quinto livro da franquia “Os Instrumentos Mortais” de Cassanda Clare. Mas o Freeform decidiu adiar essa exibição para 2019, visando acompanhar os dois episódios recém-encomendados, que adaptarão o sexto e último romance da coleção, com o objetivo de apresentar numa transposição completa das obras da escritora. “Estamos muito orgulhosos de ‘Shadowhunters’, uma série que abriu novos caminhos nas produções fantásticas e se tornou favorita dos fãs”, disse o canal em um comunicado. “No entanto, junto com nossos parceiros do estúdio Constantin, chegamos à difícil decisão de não renovar o show para uma 4ª temporada. Mas como grandes apoiadores e fãs, a Freeform insistiu e defendeu a filmagem de um final especial de duas partes, que dará aos fãs devotos um final adequado. Os 12 episódios vão ao ar na primavera de 2019. Queremos agradecer aos nossos talentosos criadores, produtores, elenco e equipe junto com nossos colegas da Constantin por seu trabalho duro e dedicação e a Cassie Clare por sua incrível série de livros. Estamos ansiosos para o capítulo final deste drama inovador”, concluiu o texto. A série vinha perdendo público e foi vista na atual temporada por uma média de 398 mil telespectadores ao vivo. Isto representa uma queda de 40% da audiência em relação à temporada anterior, vista por 648 mil. Os números, porém, ainda eram maiores que os de “The Bold Type” e “Famous in Love”, renovadas para novas temporadas. O chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público dizer que a razão do cancelamento foi “puramente econômica” e que os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. Burke explicou que a decisão de cancelar a série aconteceu quando a Netflix não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. Entretanto, com a produção dos episódios extras, “Shadowhunters” não deixará seus fãs no vácuo, como aconteceu, por exemplo, com “Beyond” no mesmo canal. Esta consideração não impediu os fãs de ficarem decepcionados, a ponto de ensaiarem uma campanha de resgate, #SaveShadowhunters Os próprios atores da série manifestaram surpresa com a decisão. “Acabamos de descobrir também – e. acredite em mim, estamos tão chocados quanto vocês”, escreveu protagonista Katherine McNamara, intérprete de Clary Fairchild, no Twitter. Apesar disso, ela garantiu que os anjos, como chama os fãs, receberão um final digno para a série que tanto amam. “O amor que esse fandom tem pelo material de origem, a série, os artistas e um pelo outro é uma força a ser considerada como nada que eu tenha visto antes. Não importa o que aconteça daqui, eu lhes prometo isso. Pelo anjo, vamos fazer para vocês o final mais sólido, incrível e mágico que vocês podem imaginar”. Já Dominic Sheerwood, o Jace, preferiu repetir uma frase tão antiga que tem mais de 730 anos. “Todas as coisas boas chegam ao fim”, como escreveu Geoffrey Chaucer nos anos de 1380, sobre o final do romance trágico de Troilus e Cressida. Mas talvez ele acredite estar apenas repetindo o que todo o integrante de série cancelada costuma dizer em sua despedida. De resto, o ator elogiou os fãs. “Foi meu privilégio fazer parte deste mundo. A equipe de ‘Shadowhunters’ tem estado próxima do meu coração há 3 anos. Vocês. Os fãs. Nos fazem felizes, fortes e orgulhosos. Obrigado. Por tudo. Nós dizemos adeus com um coração pesado, mas com nossas cabeças erguidas. Amamos vocês. Para todo o sempre.” Veja as mensagens originais abaixo. Hail and farewell, Angels… ? #Shadowhuntersthefinalhunt @shadowhunterstv pic.twitter.com/ak8XLUxju4 — Katherine McNamara (@Kat_McNamara) June 5, 2018 All good things come to an end. It has been my privelidge to be a part of this world. @ShadowhuntersTV team have been so close to my heart for 3 years. You. The fans. Make us happy and strong and proud. Thank you. For everything. We say goodbye with a heavy heart but our heads… — Dominic Sherwood (@DomSherwood1) June 5, 2018












