Gotham está isolada no pôster da última temporada
A rede Fox divulgou o pôster da 5ª e última temporada de “Gotham”, que traz o Comissário Gordon (Ben McKenzie) numa ponte destruída, em meio à fumaça e fogo. Todas as pontes de Gotham City foram explodidas no final da temporada passada, deixando a cidade isolada. A imagem evoca o arco das histórias de Batman conhecido como “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original). Nos quadrinhos, a destruição e o isolamento eram causados por um Terremoto, mas na série foi um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A quantidade de episódios foi reduzida para 13, devido à baixa audiência da atração, a segunda pior do canal, e a estreia deslocada para a midseason, no começo de 2019. A série tem média de 2,62 milhões de telespectadores e registra 0,8 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Isto só supera a cancelada “The Exorcist”, na programação da Fox. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
James McAvoy indica que começou a refilmar cenas de X-Men: Fênix Negra
O ator James McAvoy postou uma imagem em seu Instagram em que volta a aparecer careca, e brincou se ele estaria de volta ao papel do Professor Charles Xavier ou como Kevin Wendell Crumb, de “Fragmentado”. Ele retomará os dois personagens em breve, mas a produção de “Vidro” (Glass), a continuação de “Fragmentado”, já foi concluída, enquanto “X-Men: Fênix Negra” iniciou seu período de refilmagens nessa semana. As refilmagens já estavam previstas, mas demoraram para começar devido à dificuldade de encaixar datas nas agendas lotadas do elenco. Este também foi um dos motivos do adiamento da estreia do longa, que originalmente chegaria aos cinemas em dois meses. O filme se passa em 1992, dez anos após os eventos de “X-Men: Apocalipse” (2016), e mantém o mesmo elenco, formado por Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Charles Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). Mas todos mudaram de status. Agora são considerados heróis nacionais e Charles Xavier é capa da revista Time. Até que uma missão no espaço volta a agitar tudo, quando uma catástrofe transforma Jean. A trama vai narrar pela segunda vez no cinema a origem da Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Ironicamente, a nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. A estreia está (re)marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos Visualizar esta foto no Instagram. “Look who’s back…” Kevin or Charles? #kevinorcharles Uma publicação compartilhada por James Mcavoy (@jamesmcavoyrealdeal) em 6 de Set, 2018 às 7:44 PDT
Personagens de The Walking Dead são retratados em 17 imagens individuais
O canal pago AMC divulgou 17 retratos dos personagens da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que estreia em 7 de outubro. As imagens mostram apenas personagens já conhecidos. Além do núcleo central representado por Rick (Andrew Lincoln), Carol (Melissa McBride), Michonne (Danai Gurira), Daryl (Norman Reedus) e Maggie (Lauren Cohan), há até novatos como Siddiq (Avi Nash), Alden (Callan McAuliffe) e Jadis (Pollyanna McIntosh). Curiosamente, Negan (Jeffrey Dean Morgan), Dwight (Austin Amelio) e Gregory (Xander Berkeley) foram esquecidos. Além destes, a série vai ganhar muitos personagens novos. Para começar, surgirão os Sussurradores, vilões que ganharam seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados, comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Por outro lado, Alexandria receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). A sinopse oficial explica o que vai acontecer no começo dos próximos capítulos: “Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, ele confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo. Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios. Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, caminhantes inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir”.
Fox corta cena de O Predador com participação de amigo pedófilo do diretor
A Fox decidiu intervier e cortar uma cena de “O Predador”, após descobrir que o diretor Shane Black havia escalado um amigo condenado por pedofilia para aparecer no filme. O ator Steven Wilder Striegel, de 47 anos, aparecia em uma rápida cena na qual dialogava com Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A atriz descobriu mais tarde que Striegel foi condenado em 2010 por tentar atrair pela internet uma garota de 14 anos para um relacionamento sexual. Quando Munn notificou o estúdio de sua descoberta, a Fox decidiu cortar a cena. “Nós não estávamos cientes do passado de Striegel durante as filmagens ou o processo de escalação. Existem barreiras legais que nos impedem de pesquisar sobre o passado dos atores”, explicaram representantes da Fox em comunicado oficial, após o jornal The Los Angeles Times começar a investigar a história. O diretor Shane Black, no entanto, sabia da condenação do amigo. Os dois se conhecem desde 2004, quando foram apresentados por amigos em comum. “Eu, pessoalmente, decidi ajudar um amigo”, disse o cineasta. “Eu entendo que outras pessoas possam desaprovar. A condenação dele foi por uma acusação séria, que não deve ser desconsiderada”. Ele se justificou afirmando que não sabia de toda a história, apenas a versão contada por Striegel. O diretor acreditava que o amigo foi “pego em uma situação complicada, e não tinha uma intenção maligna de fazer o que fez”. Striegel passou seis meses na cadeia em 2010. O primeiro papel que conseguiu ao sair da prisão foi em “Homem de Ferro 3”, também dirigido por Black. Mais tarde, apareceria em outro dos projetos do amigo: “Dois Caras Legais”, comédia de ação lançada em 2016. Entretanto, após o alerta de Munn, Black foi pesquisar e descobriu que Striegel lhe mentira sobre a gravidade do caso. “Infelizmente, ficou claro para mim que fui enganado por um amigo em que eu realmente quis acreditar que estava me dizendo a verdade quando descreveu as circunstâncias de sua condenação”, disse Black em seu próprio comunicado. “Eu acredito fortemente em dar às pessoas uma segunda chance, mas às vezes você descobre que a chance não é tão garantida quanto você esperava. E depois de aprender mais sobre o depoimento, transcrições e detalhes adicionais sobre a sentença de Steve Striegel, fiquei profundamente desapontado comigo mesmo. Peço desculpas a todos, no passado e no presente, a quem decepcionei por deixar Steve ao seu redor sem lhes dar chance de serem ouvidos”. “O Predador” estreia na quinta (13/9) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Walking Dead ganha novo pôster e sinopse oficial da 9ª temporada
O canal pago AMC e a Fox divulgaram um novo pôster, em versão para os Estados Unidos e o Brasil, e a sinopse oficial da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que estreia em 7 de outubro. A imagem do cartaz destaca Rick Grimes (Andrew Lincoln) em seu visual clássico, com o chapéu de xerife que Carl (Chandler Riggs) vinha usando, enquanto ao fundo seus fieis companheiros Carol (Melissa McBride), Michonne (Danai Gurira), Daryl (Norman Reedus) e Maggie (Lauren Cohan) são cercados por um exército de zumbis. O destaque para o personagem também reforça que a temporada marcará sua despedida da série. Lincoln e a atriz Lauren Cohan, intérprete de Maggie, vão sair da atração nos próximos episódios. Em compensação, a série vai ganhar muitos personagens novos, na forma de um grupo de vilões terríveis, conhecidos como os Sussurradores, e de recém-chegados à Alexandria. Leia a íntegra da sinopse oficial: “Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, Rick confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo. Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios. Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, caminhantes inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir”.
Bilheterias: Podres de Ricos vira comédia romântica de maior sucesso dos últimos seis anos nos EUA
A comédia romântica “Podres de Ricos” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pelo terceiro fim de semana consecutivo, mantendo um fôlego que chama atenção de Hollywood. O mais impressionante é a pequena variação de arrecadação entre estas três semanas. Depois de registrar a melhor abertura dos últimos três anos para um filme do gênero, o longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: 2º Ato”) perdeu apenas 6% na segunda contagem e menos 11% neste fim de semana. Com isso, chegou a US$ 110 milhões nos Estados Unidos e no Canadá, o que já representa a maior bilheteria doméstica de uma comédia romântica desde “O Lado Bom da Vida” (US$ 132 milhões), em 2012. Adaptação de best-seller popular, o filme se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. As análises de perfil de seu público revelam que a comunidade asiática é responsável pela maior parte de sua bilheteria, com milhares de pessoas assistindo ao longa mais de uma vez nos últimos dias. Uma comparação, em termos de nicho de mercado, tem sido feita com “Pantera Negra”, que mobilizou afro-americanos em todos os Estados Unidos. Graças a seu sucesso, o filme já ganhou encomenda de continuação. Mas o público brasileiro só vai poder conferir do que se trata depois do resto do mundo. O país será o último mercado a ver “Podres de Ricos”, em 25 de outubro. As bilheterias animam brindes em dose dupla da Warner, que celebra dobradinha da sua comédia com “Megatubarão” no 2º lugar. A tragédia do fundo do mar atingiu US$ 120 milhões no mercado doméstico e US$ 462,8 milhões em todo o mundo – praticamente cobrindo o orçamento da produção. “Missão: Impossível – Efeito Fallout” aparece em 3º lugar, superando os US$ 200 milhões domésticos. Apesar disso, a atenção da Paramount estava em outro lugar no fim de semana. O thriller de espionagem finalmente abriu na China, onde faturou US 77 milhões, a maior estreia da franquia no país, elevando o montante mundial da produção para US$ 647 milhões. O 4º lugar registrou a estreia menos pior dos Estados Unidos. Thriller de época estrelado por Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) sobre a caça a Adolf Eichmann, um dos principais criminosos nazistas foragidos após o fim da 2ª Guerra Mundial, “Operation Finale” fez só US$ 6 milhões e foi destruído pela crítica – 41% de aprovação no Rotten Tomatoes. Não tem previsão de estreia no Brasil “Searching…” completa o Top 5 com US$ 5,7 milhões. O suspense estrelado por John Cho (“Star Trek: Sem Fronteiras”) foi lançado na semana passada em circuito limitado e ampliou sua distribuição após atingir 91% de críticas positivas. Mesmo assim, continua em menos cinemas que todos os demais filmes do Top 10. O lançamento nacional vai acontecer em 20 de setembro. A última estreia ampla da semana, “Kin”, abriu apenas em 12º, com US$ 3 milhões e péssima avaliação: 31% no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 22,2m Total EUA e Canadá: 110,9m Total Mundo: US$ 130,8m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 120,5m Total Mundo: US$ 462,8m 3. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 204,3m Total Mundo: US$ 647m 4. Operation Finale Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 7,7m Total Mundo: US$ 7,7m 5. Buscando… Fim de semana: US$ 5,7m Total EUA e Canadá: US$ 6,2m Total Mundo: US$ 12,7m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 85,4m Total Mundo: US$ 131,3m 7. Alfa Fim de semana: US$ 4,4m Total EUA e Canadá: US$ 27,3m Total Mundo: US$ 45,6m 8. Crimes em Happytime Fim de semana: US$ 4,4m Total EUA e Canadá: US$ 17m Total Mundo: US$ 17m 9. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 4,1m Total EUA e Canadá: US$ 38,3m Total Mundo: US$ 55,8m 10. 22 Milhas Fim de semana: US$ 3,5m Total EUA e Canadá: US$ 31,7m Total Mundo: US$ 38m
The Gifted: Pôster da 2ª temporada divide mutantes em dois grupos rivais
A Marvel e a Fox divulgaram o pôster e o banner da 2ª temporada de “The Gifted”. As imagens enfatizam a divisão entre a Resistência Mutante (Mutant Underground, que inclui Blink, Thunderbird, Eclipse, Lauren, Reed e Caitlin) e o Clube do Inferno (Hellfire Club, com Polaris, as Irmãs Frost, Andy e a novidade da temporada: a líder Reeva, interpretada por Grace Byers, de “Empire”), que têm diferentes abordagens para lutar pelos direitos dos mutantes. Baseada nos quadrinhos dos “X-Men”, a 2ª temporada da série vai ao ar a partir de 25 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Jessica Chastain e Simon Kinberg revelam começo das refilmagens de X-Men: Fênix Negra
A atriz Jessica Chastain e o diretor de primeira viagem Simon Kinberg revelaram nas redes sociais que começaram a trabalhar nas refilmagens de “X-Men: Fênix Negra”. Jessica postou um vídeo e Kinberg algumas fotos no Instagram. Veja abaixo. As refilmagens já estavam previstas, mas demoraram para começar devido à dificuldade de encaixar datas nas agendas lotadas do elenco. Este também foi um dos motivos do adiamento da estreia do longa, que originalmente chegaria aos cinemas em dois meses. O filme se passa em 1992, dez anos após os eventos de “X-Men: Apocalipse” (2016), e mantém o mesmo elenco, formado por Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Charles Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). Mas todos mudaram de status. Agora são considerados heróis nacionais e Charles Xavier é capa da revista Time. Até que uma missão no espaço volta a agitar tudo, quando uma catástrofe transforma Jean. A trama vai narrar pela segunda vez no cinema a origem (do Quarteto Fantástico pela sinopse? não) da Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Esta é a segunda adaptação cinematográfica da “Saga da Fênix Negra”, criada por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne em 1980. A nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. A estreia está (re)marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos Multiple Personalities #IT2 to #XMEN @simondavidkinberg Uma publicação compartilhada por Jessica Chastain (@jessicachastain) em 28 de Ago, 2018 às 11:36 PDT Getting ready for a little pickup… #xmendarkphoenix 2/14/19? Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:25 PDT Phoenix Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:34 PDT when your directing shadow takes things too far #twins Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:51 PDT
9-1-1: Trailer da 2ª temporada tem terremoto e estreia de Jennifer Love Hewitt
A Fox divulgou o pôster e um novo trailer da 2ª temporada de “9-1-1”, série sobre os serviços de emergência da cidade de Los Angeles, que na prévia vira cenário de filme de desastre, com um grande terremoto abalando estruturas e destruindo rodovias. Com a população em desespero, a nova personagem vivida por Jennifer Love Hewitt mal tem tempo de ser apresentada, tendo que enviar polícia e bombeiros para salvar diversas vidas. Sex symbol dos anos 1990, a atriz de 39 anos estava afastada da TV desde 2015, quando participou de uma temporada de “Criminal Minds”, e entrou na produção no lugar de Connie Britton, que só tinha contrato para uma temporada – e preferiu o papel principal na série de antologia “Dirty John”, do canal pago Bravo. Hewitt vai interpretar Maddie, uma nova operadora do serviço de emergências 911, que também é irmã de Buck (interpretado por Oliver Stark, de “Into the Badlands”). O elenco ainda destaca Peter Krause (“The Catch”), Angela Bassett (“American Horror Story”), Kenneth Choi (“The Last Man on Earth”), Aisha Hinds (“Under the Dome”), Ryan Guzman (“Heroes: Reborn”) e Rockmond Dunbar (“Prison Break”). Produzida por Ryan Murphy e seu parceiro Brad Falchuk, “9-1-1” teve apenas 13 episódios em sua 1ª temporada, mas vai voltar maior, com 16 episódios no segundo ano da produção. A estreia está marcada para 23 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.
The Walking Dead: Novo trailer legendado revela conflitos de liderança entre os personagens
O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer, já legendado por fãs, da 9ª temporada de “The Walking Dead”. A prévia mostra que vencer Negan (Jeffrey Dean Morgan) e os Salvadores não trouxe a pacificação imagina por Rick (Andrew Lincoln). Ao decidir poupar a vida do vilão, ele alimentou rebelião entre os aliados, que ameaça se tornar conflito. A 9ª temporada marcará a despedida dois protagonistas: Andrew Lincoln, intérprete de Rick Grimes, e Lauren Cohan, que vive Maggie Greene. Mas trará muitos atores novos, com a introdução de personagens importantes dos quadrinhos, alguns que se tornarão aliados e outros que se revelarão os piores inimigos. Os próximos episódios marcarão a chegada dos Sussurradores, vilões que ganharam seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, eles caminham em meio aos infectados, comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Por outro lado, Alexandria receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Os novos episódios estreiam em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pela Fox.
The Gifted: Imagens da 2ª temporada revelam mutantes divididos em duas facções
A Marvel e a Fox divulgaram os retratos de personagens e fotos da estreia da 2ª temporada de “The Gifted”. As imagens enfatizam o grande confronto entre a Resistência Mutante (Mutant Underground, que inclui Blink, Thunderbird, Eclipse, Lauren, Reed e Caitlin) e o Clube do Inferno (Hellfire Club, com Polaris, as Irmãs Frost, Andy e a novidade da temporada: a líder Reeva, interpretada por Grace Byers, de “Empire”), que têm diferentes abordagens para lutar pelos direitos dos mutantes. As fotos do primeiro episódio, intitulado “eMergence”, também revelam como a gravidez de Polaris (Emma Dumont) está avançada. Mas o detalhe é que ela continua magra no banner e em seu retrato oficial. A 2ª temporada vai ao ar a partir de 25 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Clayne Crawford diz que foi chantageado pelos produtores de Máquina Mortífera
O ator Clayne Crawford ressurgiu após ser demitido da série “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, acusado de ter um comportamento tóxico entre seus colegas e ter sido duramente criticado pelo outro protagonista, Damon Wayans. E resolveu contra-atacar. Depois de declarações genéricas e um longo silêncio, Crawford soltou o verbo no podcast “Drinkin’ Bros.”, de Ross Patterson. Em sua primeira entrevista após a demissão, ele afirmou que foi chantageado para ficar em silêncio e que seu relacionamento com Wayans no set sempre foi ruim. “Eles me chantagearam durante a 2ª temporada inteira. Foram meses e mais meses”, disse ele. As ameaças envolveriam a divulgação de vídeos de seu comportamento nos bastidores. “Era um programa de b*** pra mim. Eu sentia que eles estavam mentindo dizendo que Damon estava empolgado”, alegou, dizendo que sentia que tudo estava sendo armado para que as coisas dessem errado para ele. Em um dos casos que culminaram em sua demissão, Crawford dirigiu uma cena onde havia uma explosão e um dos estilhaços atingiu Wayans, que ficou com a cabeça sangrando. Em outro episódio, o ator foi acusado de gritar com um assistente, além de pedir silêncio para crianças perto do set de gravação. “Essa é uma mentira. Claramente eu gritei com Newman [o assistente], o cara cujo trabalho é fazer o set ficar em silêncio. Fiz uma escolha ruim? Absolutamente. Eu me sinto envergonhado porque eu estava muito bravo. Estávamos filmando uma cena de três páginas há oito horas”, afirmou. O ator também reclamou da falta de apoio dos produtores da série para resolver esses problemas. “Essas coisas aconteciam e eu ia reclamar. Quando apareceu o vídeo [dos gritos com o assistente], toda vez que eu falava alguma coisa eles diziam que aquilo iria arruinar minha carreira. Quando tudo aquilo aconteceu eu tive que dar metade do meu salário e passei seis semanas em terapia, que fazia na hora do almoço. Um segurança tinha que me acompanhar para fora do meu camarim. Era humilhante”, continuou. Com o relacionamento com a produção em declínio, além das brigas com Wayans, Clayne acabou demitido. “Eu não esperava que eles fossem se livrar de mim”, disse, provavelmente considerando que interpretava Martin Riggs, personagem vivido por Mel Gibson na franquia cinematográfica homônima, sem o qual a série se desvincularia dos filmes. “Imaginei que dariam um alerta. Mas eles estavam dando mais corda para eu mesmo me enforcar. Eu acho que o fato de eu ter tido sucesso como diretor estava enfurecendo eles”, completou. Crawford foi substituído por Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”) no elenco da 3ª temporada, que estreia em 25 de setembro. O novo ator foi imediatamente elogiado por Wayans.
Disney vai acabar com a Fox no Brasil? É mais provável o canal Sony sair do ar
Desde que a Disney comprou a 21st Century Fox, as especulações a respeito do destino do espólio adquirido pelo CEO Robert Iger tem sido alvo de muita boataria. No Brasil, pitonisas vem alimentado profecias apocalípticas sobre o final dos canais Fox no Brasil. Um blogue de prestígio chegou a trazer declarações fulminantes de sacerdotes do deus mercado, para comprovar como o fim está próximo para o mundo Fox. Sete anos, previram os abutres, como numa maldição de terror japonês. E o terror se espalhou como praga em vários outros sites que resolveram alimentar o pânico. Toda essa fumaça trata-se, na verdade, de estratégia da oposição. Várias empresas rivais, da Globosat à Warner Media, entraram como partes interessadas no processo de fusão da Disney e Fox, chamado Ato de Concentração, que corre no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Para a Globosat, dona da Sportv, a provável fusão dos canais ESPN (da Disney) e Fox Sports é a maior ameaça já vista à sua hegemonia no segmento de esportes da TV paga. Empresas que vendem pacotes de TV, como Vivo, Claro e Sky, também receiam perder canais, o que geraria problemas com assinantes e, por isso, também torcem pela manutenção do status quo. Quem menos tem poder de interferência nesse negócio são as distribuidoras de cinema, como Warner e UIP, uma vez que a fusão dos estúdios não deve alterar a forma como os filmes chegam ao mercado, mas igualmente torcem contra o crescimento de um rival. Portanto, considere toda e qualquer profecia impressa ou blogada, especialmente com frases de “especialistas” anônimos, como campanha de parte interessada. Manipular a opinião pública com medo e paranoia é uma estratégia clássica para se influenciar rumos desejados. E são, como se pode reparar, muitos e poderosos os interesses contrários a esse negócio. O que existe, até o momento, é o processo aberto em 20 de julho junto ao CADE. Em sua apresentação, o documento do representante jurídico da fusão pede aprovação sem restrição, usando os seguintes argumentos: “A Operação não reduzirá a concorrência no setor, não criará ou reforçará posição dominante e nem acarretará a criação de monopólio no Brasil ou no exterior. A dinâmica concorrencial dos mercados relevantes não será afetada de maneira significativa em razão da Operação Proposta. Os mercados permanecerão altamente competitivos com ou sem a fusão das atividades das Partes. Na verdade, a Operação Proposta deverá ser benéfica aos consumidores em razão das esperadas sinergias que serão criadas com a melhora da habilidade das Partes na produção de conteúdo e na oferta de novas formas de distribuição aos consumidores (por exemplo, serviços direct-to-consumer), além das eficiências que deverão ser geradas com a redução dos custos”. O texto, por sinal, praticamente confirma o lançamento no Brasil de serviços de streaming planejados pela Disney. A questão dos canais esportivos Fox Sports e ESPN é um caso a parte, uma vez que esta fusão não ocorrerá nos Estados Unidos, onde a Fox Sports permanecerá no grupo da provisoriamente chamada New Fox, ao lado da Fox News e da própria rede Fox. Entretanto, o mesmo não parece estar previsto para o mercado internacional. Assim sendo, não faz sentido a Disney preservar o canal Fox Sports, que pertence a um rival nos Estados Unidos. A ESPN tende mesmo a virar a marca dominante dos esportes, inclusive com o lançamento de seu serviço de streaming no Brasil. Ele já existe nos Estados Unidos e mantém completamente separadas as ofertas de esportes das demais atrações da Disney. Esta é a única parte com fundo de verdade nas profecias, mas não configura o cenário apocalíptico desenhado. O CEO da Disney já disse que pretende manter os canais FX e Nat Geo nos Estados Unidos. Isto porque a Disney não tem equivalentes em seu portfólio de canais. A empresa comprou a Fox justamente para ampliar sua oferta de conteúdo. E este é exatamente o caso do canal pago Fox no Brasil. A Disney não tem uma rede ABC brasileira. Tanto que as séries exibidas na ABC acabam indo para o canal pago Sony. A verdade é que não há, entre o Disney Channel, Disney XD e Disney Junior, um canal para abrigar as séries da Fox. A emissora até poderia mudar de nome – o que nunca aconteceu com as empresas compradas pela Disney, da Pixar à Lucasfilm – , mas seu conteúdo continuará a ser abrigado em algum lugar. A menos que ingênuos acreditem que a Disney investiu US$$ 71,3 bilhões na Fox só para jogar fora o que comprou. Tem mais. Além de todas as produções da 21st Century Fox, o negócio de Iger também inclui percentagens no serviço de streaming Hulu e na rede britânica de canais pagos Sky. Ambos também produzem séries. Conteúdo que chegava ao Brasil via Fox Premium. E que deverá continuar chegando por algum lugar. Só não chegará pelo futuro serviço de streaming da Disney. Embora o projeto esteja sendo mantido em relativo sigilo, os primeiros produtos anunciados revelam que se trata de uma plataforma para público juvenil. Até “Os Simpsons” parecem ousados perto de séries de “Star Wars”, “Monstros S.A.” e telefilme de “A Dama e o Vagabundo”. Assim, duvide bastante de quem escrever ou usar aspas de alguém “de peso” do mercado sobre o final da Fox no Brasil. É (muito provavelmente) mentira. Entretanto, se algum executivo da Sony disser que o canal pago pode acabar, caso a Disney decida tirar suas séries de lá para colocar na Fox, bem… pode acreditar.












