The Gifted: Pôster da 2ª temporada divide mutantes em dois grupos rivais
A Marvel e a Fox divulgaram o pôster e o banner da 2ª temporada de “The Gifted”. As imagens enfatizam a divisão entre a Resistência Mutante (Mutant Underground, que inclui Blink, Thunderbird, Eclipse, Lauren, Reed e Caitlin) e o Clube do Inferno (Hellfire Club, com Polaris, as Irmãs Frost, Andy e a novidade da temporada: a líder Reeva, interpretada por Grace Byers, de “Empire”), que têm diferentes abordagens para lutar pelos direitos dos mutantes. Baseada nos quadrinhos dos “X-Men”, a 2ª temporada da série vai ao ar a partir de 25 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Jessica Chastain e Simon Kinberg revelam começo das refilmagens de X-Men: Fênix Negra
A atriz Jessica Chastain e o diretor de primeira viagem Simon Kinberg revelaram nas redes sociais que começaram a trabalhar nas refilmagens de “X-Men: Fênix Negra”. Jessica postou um vídeo e Kinberg algumas fotos no Instagram. Veja abaixo. As refilmagens já estavam previstas, mas demoraram para começar devido à dificuldade de encaixar datas nas agendas lotadas do elenco. Este também foi um dos motivos do adiamento da estreia do longa, que originalmente chegaria aos cinemas em dois meses. O filme se passa em 1992, dez anos após os eventos de “X-Men: Apocalipse” (2016), e mantém o mesmo elenco, formado por Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Charles Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). Mas todos mudaram de status. Agora são considerados heróis nacionais e Charles Xavier é capa da revista Time. Até que uma missão no espaço volta a agitar tudo, quando uma catástrofe transforma Jean. A trama vai narrar pela segunda vez no cinema a origem (do Quarteto Fantástico pela sinopse? não) da Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Esta é a segunda adaptação cinematográfica da “Saga da Fênix Negra”, criada por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne em 1980. A nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. A estreia está (re)marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos Multiple Personalities #IT2 to #XMEN @simondavidkinberg Uma publicação compartilhada por Jessica Chastain (@jessicachastain) em 28 de Ago, 2018 às 11:36 PDT Getting ready for a little pickup… #xmendarkphoenix 2/14/19? Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:25 PDT Phoenix Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:34 PDT when your directing shadow takes things too far #twins Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:51 PDT
9-1-1: Trailer da 2ª temporada tem terremoto e estreia de Jennifer Love Hewitt
A Fox divulgou o pôster e um novo trailer da 2ª temporada de “9-1-1”, série sobre os serviços de emergência da cidade de Los Angeles, que na prévia vira cenário de filme de desastre, com um grande terremoto abalando estruturas e destruindo rodovias. Com a população em desespero, a nova personagem vivida por Jennifer Love Hewitt mal tem tempo de ser apresentada, tendo que enviar polícia e bombeiros para salvar diversas vidas. Sex symbol dos anos 1990, a atriz de 39 anos estava afastada da TV desde 2015, quando participou de uma temporada de “Criminal Minds”, e entrou na produção no lugar de Connie Britton, que só tinha contrato para uma temporada – e preferiu o papel principal na série de antologia “Dirty John”, do canal pago Bravo. Hewitt vai interpretar Maddie, uma nova operadora do serviço de emergências 911, que também é irmã de Buck (interpretado por Oliver Stark, de “Into the Badlands”). O elenco ainda destaca Peter Krause (“The Catch”), Angela Bassett (“American Horror Story”), Kenneth Choi (“The Last Man on Earth”), Aisha Hinds (“Under the Dome”), Ryan Guzman (“Heroes: Reborn”) e Rockmond Dunbar (“Prison Break”). Produzida por Ryan Murphy e seu parceiro Brad Falchuk, “9-1-1” teve apenas 13 episódios em sua 1ª temporada, mas vai voltar maior, com 16 episódios no segundo ano da produção. A estreia está marcada para 23 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.
The Walking Dead: Novo trailer legendado revela conflitos de liderança entre os personagens
O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer, já legendado por fãs, da 9ª temporada de “The Walking Dead”. A prévia mostra que vencer Negan (Jeffrey Dean Morgan) e os Salvadores não trouxe a pacificação imagina por Rick (Andrew Lincoln). Ao decidir poupar a vida do vilão, ele alimentou rebelião entre os aliados, que ameaça se tornar conflito. A 9ª temporada marcará a despedida dois protagonistas: Andrew Lincoln, intérprete de Rick Grimes, e Lauren Cohan, que vive Maggie Greene. Mas trará muitos atores novos, com a introdução de personagens importantes dos quadrinhos, alguns que se tornarão aliados e outros que se revelarão os piores inimigos. Os próximos episódios marcarão a chegada dos Sussurradores, vilões que ganharam seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, eles caminham em meio aos infectados, comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Por outro lado, Alexandria receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Os novos episódios estreiam em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pela Fox.
The Gifted: Imagens da 2ª temporada revelam mutantes divididos em duas facções
A Marvel e a Fox divulgaram os retratos de personagens e fotos da estreia da 2ª temporada de “The Gifted”. As imagens enfatizam o grande confronto entre a Resistência Mutante (Mutant Underground, que inclui Blink, Thunderbird, Eclipse, Lauren, Reed e Caitlin) e o Clube do Inferno (Hellfire Club, com Polaris, as Irmãs Frost, Andy e a novidade da temporada: a líder Reeva, interpretada por Grace Byers, de “Empire”), que têm diferentes abordagens para lutar pelos direitos dos mutantes. As fotos do primeiro episódio, intitulado “eMergence”, também revelam como a gravidez de Polaris (Emma Dumont) está avançada. Mas o detalhe é que ela continua magra no banner e em seu retrato oficial. A 2ª temporada vai ao ar a partir de 25 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Clayne Crawford diz que foi chantageado pelos produtores de Máquina Mortífera
O ator Clayne Crawford ressurgiu após ser demitido da série “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, acusado de ter um comportamento tóxico entre seus colegas e ter sido duramente criticado pelo outro protagonista, Damon Wayans. E resolveu contra-atacar. Depois de declarações genéricas e um longo silêncio, Crawford soltou o verbo no podcast “Drinkin’ Bros.”, de Ross Patterson. Em sua primeira entrevista após a demissão, ele afirmou que foi chantageado para ficar em silêncio e que seu relacionamento com Wayans no set sempre foi ruim. “Eles me chantagearam durante a 2ª temporada inteira. Foram meses e mais meses”, disse ele. As ameaças envolveriam a divulgação de vídeos de seu comportamento nos bastidores. “Era um programa de b*** pra mim. Eu sentia que eles estavam mentindo dizendo que Damon estava empolgado”, alegou, dizendo que sentia que tudo estava sendo armado para que as coisas dessem errado para ele. Em um dos casos que culminaram em sua demissão, Crawford dirigiu uma cena onde havia uma explosão e um dos estilhaços atingiu Wayans, que ficou com a cabeça sangrando. Em outro episódio, o ator foi acusado de gritar com um assistente, além de pedir silêncio para crianças perto do set de gravação. “Essa é uma mentira. Claramente eu gritei com Newman [o assistente], o cara cujo trabalho é fazer o set ficar em silêncio. Fiz uma escolha ruim? Absolutamente. Eu me sinto envergonhado porque eu estava muito bravo. Estávamos filmando uma cena de três páginas há oito horas”, afirmou. O ator também reclamou da falta de apoio dos produtores da série para resolver esses problemas. “Essas coisas aconteciam e eu ia reclamar. Quando apareceu o vídeo [dos gritos com o assistente], toda vez que eu falava alguma coisa eles diziam que aquilo iria arruinar minha carreira. Quando tudo aquilo aconteceu eu tive que dar metade do meu salário e passei seis semanas em terapia, que fazia na hora do almoço. Um segurança tinha que me acompanhar para fora do meu camarim. Era humilhante”, continuou. Com o relacionamento com a produção em declínio, além das brigas com Wayans, Clayne acabou demitido. “Eu não esperava que eles fossem se livrar de mim”, disse, provavelmente considerando que interpretava Martin Riggs, personagem vivido por Mel Gibson na franquia cinematográfica homônima, sem o qual a série se desvincularia dos filmes. “Imaginei que dariam um alerta. Mas eles estavam dando mais corda para eu mesmo me enforcar. Eu acho que o fato de eu ter tido sucesso como diretor estava enfurecendo eles”, completou. Crawford foi substituído por Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”) no elenco da 3ª temporada, que estreia em 25 de setembro. O novo ator foi imediatamente elogiado por Wayans.
Disney vai acabar com a Fox no Brasil? É mais provável o canal Sony sair do ar
Desde que a Disney comprou a 21st Century Fox, as especulações a respeito do destino do espólio adquirido pelo CEO Robert Iger tem sido alvo de muita boataria. No Brasil, pitonisas vem alimentado profecias apocalípticas sobre o final dos canais Fox no Brasil. Um blogue de prestígio chegou a trazer declarações fulminantes de sacerdotes do deus mercado, para comprovar como o fim está próximo para o mundo Fox. Sete anos, previram os abutres, como numa maldição de terror japonês. E o terror se espalhou como praga em vários outros sites que resolveram alimentar o pânico. Toda essa fumaça trata-se, na verdade, de estratégia da oposição. Várias empresas rivais, da Globosat à Warner Media, entraram como partes interessadas no processo de fusão da Disney e Fox, chamado Ato de Concentração, que corre no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Para a Globosat, dona da Sportv, a provável fusão dos canais ESPN (da Disney) e Fox Sports é a maior ameaça já vista à sua hegemonia no segmento de esportes da TV paga. Empresas que vendem pacotes de TV, como Vivo, Claro e Sky, também receiam perder canais, o que geraria problemas com assinantes e, por isso, também torcem pela manutenção do status quo. Quem menos tem poder de interferência nesse negócio são as distribuidoras de cinema, como Warner e UIP, uma vez que a fusão dos estúdios não deve alterar a forma como os filmes chegam ao mercado, mas igualmente torcem contra o crescimento de um rival. Portanto, considere toda e qualquer profecia impressa ou blogada, especialmente com frases de “especialistas” anônimos, como campanha de parte interessada. Manipular a opinião pública com medo e paranoia é uma estratégia clássica para se influenciar rumos desejados. E são, como se pode reparar, muitos e poderosos os interesses contrários a esse negócio. O que existe, até o momento, é o processo aberto em 20 de julho junto ao CADE. Em sua apresentação, o documento do representante jurídico da fusão pede aprovação sem restrição, usando os seguintes argumentos: “A Operação não reduzirá a concorrência no setor, não criará ou reforçará posição dominante e nem acarretará a criação de monopólio no Brasil ou no exterior. A dinâmica concorrencial dos mercados relevantes não será afetada de maneira significativa em razão da Operação Proposta. Os mercados permanecerão altamente competitivos com ou sem a fusão das atividades das Partes. Na verdade, a Operação Proposta deverá ser benéfica aos consumidores em razão das esperadas sinergias que serão criadas com a melhora da habilidade das Partes na produção de conteúdo e na oferta de novas formas de distribuição aos consumidores (por exemplo, serviços direct-to-consumer), além das eficiências que deverão ser geradas com a redução dos custos”. O texto, por sinal, praticamente confirma o lançamento no Brasil de serviços de streaming planejados pela Disney. A questão dos canais esportivos Fox Sports e ESPN é um caso a parte, uma vez que esta fusão não ocorrerá nos Estados Unidos, onde a Fox Sports permanecerá no grupo da provisoriamente chamada New Fox, ao lado da Fox News e da própria rede Fox. Entretanto, o mesmo não parece estar previsto para o mercado internacional. Assim sendo, não faz sentido a Disney preservar o canal Fox Sports, que pertence a um rival nos Estados Unidos. A ESPN tende mesmo a virar a marca dominante dos esportes, inclusive com o lançamento de seu serviço de streaming no Brasil. Ele já existe nos Estados Unidos e mantém completamente separadas as ofertas de esportes das demais atrações da Disney. Esta é a única parte com fundo de verdade nas profecias, mas não configura o cenário apocalíptico desenhado. O CEO da Disney já disse que pretende manter os canais FX e Nat Geo nos Estados Unidos. Isto porque a Disney não tem equivalentes em seu portfólio de canais. A empresa comprou a Fox justamente para ampliar sua oferta de conteúdo. E este é exatamente o caso do canal pago Fox no Brasil. A Disney não tem uma rede ABC brasileira. Tanto que as séries exibidas na ABC acabam indo para o canal pago Sony. A verdade é que não há, entre o Disney Channel, Disney XD e Disney Junior, um canal para abrigar as séries da Fox. A emissora até poderia mudar de nome – o que nunca aconteceu com as empresas compradas pela Disney, da Pixar à Lucasfilm – , mas seu conteúdo continuará a ser abrigado em algum lugar. A menos que ingênuos acreditem que a Disney investiu US$$ 71,3 bilhões na Fox só para jogar fora o que comprou. Tem mais. Além de todas as produções da 21st Century Fox, o negócio de Iger também inclui percentagens no serviço de streaming Hulu e na rede britânica de canais pagos Sky. Ambos também produzem séries. Conteúdo que chegava ao Brasil via Fox Premium. E que deverá continuar chegando por algum lugar. Só não chegará pelo futuro serviço de streaming da Disney. Embora o projeto esteja sendo mantido em relativo sigilo, os primeiros produtos anunciados revelam que se trata de uma plataforma para público juvenil. Até “Os Simpsons” parecem ousados perto de séries de “Star Wars”, “Monstros S.A.” e telefilme de “A Dama e o Vagabundo”. Assim, duvide bastante de quem escrever ou usar aspas de alguém “de peso” do mercado sobre o final da Fox no Brasil. É (muito provavelmente) mentira. Entretanto, se algum executivo da Sony disser que o canal pago pode acabar, caso a Disney decida tirar suas séries de lá para colocar na Fox, bem… pode acreditar.
Fox passa a oferecer seu conteúdo em streaming para quem não assina TV paga no Brasil
A Fox é o mais novo grupo de mídia a disponibilizar seu conteúdo em streaming para quem não assina pacotes de TV paga. O projeto foi anunciado em abril, mas só a partir desta terça-feira (28/8) virou realidade. Assim como no app da HBO Go, a Fox oferecerá assinatura por aplicativo, que dará acesso ao catálogo dos 11 canais do grupo, incluindo Fox Premium, National Geographic e Fox Sports. No pacote, estão séries como “The Walking Dead”, “This Is Us”, “Vikings”, “Homeland”, “Britannia” e “Outlander” – algumas exclusivas do canal pago Fox Premium, que não consta de pacotes básicos da TV paga. Entre os programas esportivos, os clientes poderão acompanhar competições como o Campeonato Espanhol, a Copa Libertadores e a Copa do Brasil. De acordo com a Fox, o serviço está disponível em vários dispositivos, incluindo smartphones, tablets, computadores, smarTVs, consoles de jogos, Chromecast e Apple TV. “Vamos ampliar nosso modelo de negócio e chegar a lares que hoje não têm assinatura de TV Paga”, disse em comunicado oficial Michel Piestun, gerente geral da Fox Networks Group no Brasil. O preço da assinatura é R$ 35,90, valor próximo do cobrado por HBO, Netflix e outros serviços de streaming.
Ator de Sons of Anarchy e Bates Motel viverá vilão perigoso da nova temporada de The Walking Dead
O ator Ryan Hurst, que viveu papéis marcantes nas séries “Sons of Anarchy”, “Bates Motel” e “Outsiders”, foi escalado para encarnar outro personagem que deve dar o que falar. Desta vez, na série “The Walking Dead”. Hurst vai interpretar o novo vilão Beta na 9ª temporada da produção de zumbis. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, Beta é o segundo em comando do grupo de sobreviventes conhecido como os Sussurradores, e suas ações são responsáveis pela morte de diversos personagens queridos da trama, entre eles Andrea, que foi eliminada de forma antecipada na 3ª temporada – mas seu arco foi assumido por Michonne. Entre os Sussurradores, ele está abaixo apenas de Alfa, que será interpretada por Samantha Morton (“Minority Report: A Nova Lei”). Os novos vilões ganharam seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, eles vivem em meio aos infectados, comunicando-se apenas através de sussurros. O grupo também inclui Lydia, filha da líder Alfa, que já teve sua intérprete definida: Cassady McClincy (“Castle Rock”). Além dos vilões dos próximos capítulos, a série também receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, que chegará à comunidade de Alexandria sob a liderança de Magna (Nadia Hilker, de “The 100”). Esse grupo ainda destaca Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). A 9ª temporada terá muitos personagens novos como forma de reforçar o elenco, antes da saída já confirmada de dois protagonistas: Andrew Lincoln, intérprete de Rick Grimes, e Lauren Cohan, que vive Maggie Greene. Os novos episódios estreiam em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pela Fox.
Comercial do revival de Last Man Standing chama quem cancelou a série de idiota
A rede Fox divulgou o pôster e um novo comercial do revival de “Last Man Standing”, que volta à TV em novo canal, um ano após ter sido cancelada pela rede ABC. E o vídeo deixa clara a insatisfação da produção com seu antigo lar. “Por que eles cancelariam um programa popular que todo mundo ama?”, pergunta o personagem Kyle (Christoph Sanders), como escada para o protagonista Mike Baxter (Tim Allen) arrematar: “Talvez eles sejam um bando de idiotas!”. Nunca é demais lembrar que “Last Man Standing” fazia muito sucesso desde seu lançamento em 2011 e só perdia em audiência para “Modern Family” quando foi cancelada na ABC – vista em média por 6,4 milhões de telespectadores ao vivo em 2017. Muitos críticos comentaram, há um ano, que a ABC tinha realmente cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), em particular porque ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Mas “Last Man Standing” também era completamente ignorada pela crítica, a ponto de não possuir avaliação média no site Rotten Tomatoes. Sua volta pela Fox é estimulada por dois fatores. Trata-se de uma produção da casa, mais especificamente da 20th Century Fox Television, o que facilitou o acordo. O outro detalhe determinante foi o enorme sucesso do revival de “Roseanne”, sitcom que compartilha o mesmo viés político conservador de “Last Man Standing”. Por outro lado, “Roseanne” foi cancelada, apesar do sucesso, por conta da boca grande de sua protagonista, extremamente reacionária, que postou um comentário racista em seu Twitter contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. A série de comédia protagonizada por Tim Allen voltará para sua 7ª temporada em 28 de setembro
Bilheterias: Podres de Ricos impressiona na segunda semana de liderança na América do Norte
A comédia romântica “Podres de Ricos” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pelo segundo fim de semana consecutivo, mostrando um fôlego que chama atenção de Hollywood. Depois de registrar a melhor abertura dos últimos três anos para um filme do gênero, o longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: 2º Ato”) fez mais US$ 25,2 milhões em seu segundo fim de semana. O valor impressiona por ser apenas 6% menor que o valor arrecadado na estreia. Trata-se da menor queda registrada entre a primeira e a segunda semana de exibição de um filme desde o fenômeno “Forest Gump” (1994) há quase um quarto de século. Adaptação de best-seller popular, o filme se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. As análises de perfil de seu público revelam que a comunidade asiática é responsável pela maior parte de sua bilheteria, com milhares de pessoas assistindo ao longa mais de uma vez nos últimos dias. Uma comparação, em termos de nicho de mercado, tem sido feita com “Pantera Negra”, que mobilizou afro-americanos em todos os Estados Unidos. Ao todo, “Podres de Ricos” soma US$ 77 milhões em dez dias em cartaz na América do Norte e, graças a esse sucesso, já ganhou encomenda de continuação. O público brasileiro, porém, só vai poder conferir se é para tanto depois do resto do mundo. O país será o último mercado a receber o filme, em 25 de outubro. “Megatubarão” também manteve bom desempenho em 2º lugar. Ao arrecadar mais US$ 13 milhões, ultrapassou os US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas seu verdadeiro sucesso se dá no mercado internacional, que responde pela maior parte de sua arrecadação, atualmente acima dos US$ 400 milhões. Profetas apocalípticos previram seu fracasso e o filme está praticamente pago em três semanas. Quem gosta de rir de fracassos deve ter achado muito engraçado “Crimes em Happytime”, pior estreia ampla da carreira de Melissa McCarthy. O filme em que a atriz contracena com marionetes drogados e ejaculadores rendeu apenas US$ 10 milhões no fim de semana, abrindo em 3º lugar. Para completar, a baixaria foi destruída pela crítica, com 25% de aprovação, índice que mantém o nível dos filmes recentes da atriz. A diferença é que, antes, seus filmes ruins pareciam um favor para o marido, que resolveu virar diretor – e deu ao mundo coisas como “Tammy” (2014) e “A Chefe” (2016). Agora, porém, ela demonstra que também topa porcarias dos outros. O público brasileiro poderá conferir daqui a um mês, em 20 de setembro. Pior que esta, só a estreia de “A.X.L.”, uma versão de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986), onde, além de robô, o protagonista também é cachorro. Uau… uau! Fez US$ 2,9 milhões em 9º lugar e não deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25m Total EUA e Canadá: 76,8m Total Mundo: US$ 83,9m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 13m Total EUA e Canadá: US$ 105,3m Total Mundo: US$ 408,6m 3. Crimes em Happytime Fim de semana: US$ 10m Total EUA e Canadá: US$ 10m Total Mundo: US$ 10m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 193,9m Total Mundo: US$ 538,7m 5. Christopher Robin Fim de semana: US$ 6,3m Total EUA e Canadá: US$ 77,6m Total Mundo: US$ 112,7m 6. 22 Milhas Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 25,1m Total Mundo: US$ 31,4m 7. Alfa Fim de semana: US$ 5,6m Total EUA e Canadá: US$ 20,1m Total Mundo: US$ 27,4m 8. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 5,3m Total EUA e Canadá: US$ 32m Total Mundo: US$ 40,3m 9. A.X.L. Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 2,9m Total Mundo: US$ 2,9m 10. Slender Man Fim de semana: US$ 2,7m Total EUA e Canadá: US$ 25,4m Total Mundo: US$ 33,4m
Honest Trailers decide atacar Deadpool 2, mas toma invertida com Deadpool zoando o canal
Um dos canais mais populares do YouTube, Honest Trailers, dedicado a zoar os furos dos blockbusters de Hollywood, decidiu abordar “Deadpool 2”. Mas o resultado foi completamente diferente do que o público está acostumado a encontrar nos “trailers honestos” da equipe do Screen Junkies. Usando seus poderes de metalinguagem, o mutante falastrão deu o troco e assumiu o controle do vídeo, antes que o narrador oficial do canal pudesse começar a atacar o filme. Com ajuda da dublagem exclusiva de Ryan Reynolds, Deadpool resolveu fazer o trailer honesto dos Honest Trailers, zombando do canal do YouTube, sem esquecer de ridicularizar “Lanterna Verde” no processo. Confira o vídeo abaixo, que aproveita para promover o lançamento do Blu-ray de “Deadpool 2” – metapublicidade.
The Walking Dead escala personagem importante para o rumo da série
A produção de “The Walking Dead” escalou a intérprete de uma personagem muito importante para o rumo da trama em seus próximos capítulos. A atriz Cassady McClincy (de “Com Amor, Simon”) entrou no apocalipse zumbi no papel recorrente de Lydia. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, a personagem tem um relacionamento com Carl, o filho de Rick Grimes, eliminado da série na temporada passada. Lydia é a filha da temida Alpha (Samantha Morton, da série “Harlots”), líder dos Sussurradores. Sem saber quem ela é, Carl acaba se envolvendo com a jovem, e esse romance coloca os dois adolescentes no centro do próximo conflito da trama. A confirmação de Lydia na trama mostra que os roteiristas vão seguir adaptando as histórias de Kirkman, alterando apenas quem fará contato com a jovem. Nunca é demais lembrar que Carl continua vivo nos quadrinhos e que sua morte na série foi a gota d’água para os fãs pedirem demissão do antigo showrunner Scott Gimple – que caiu para cima, promovido à atividades por enquanto inexistentes, de criar novos projetos de zumbis. Há indícios de que a história de Carl será incorporada pelo menino Henry. Como a série terá um salto temporal, Henry aparecerá como adolescente nos próximos capítulos. A mudança de seu intérprete, inclusive, já foi confirmada. Matthew Lintz (da série “The Alienist”) vai seu irmão da vida real, Macsen Lintz, no papel. Não seria a primeira vez que algo assim acontece em “The Walking Dead”. Michonne, por exemplo, está seguindo o arco de Andreia, que morreu na 3ª temporada, mas continuou viva nos quadrinhos por muito tempo depois disso. Entretanto, a essa “substituição” originou um efeito dominó, e o arco original de Michonne está agora sendo vivido por Carol na série. A 9ª temporada terá muitos personagens novos, entre eles um grupo inteiro de sobreviventes liderado por Magna (Nadia Hilker, a Luna da série “The 100”), que chega em Alexandria para se tornar parte importante da trama. As novidades também são uma forma de reforçar o elenco diante da saída confirmada de dois protagonistas, Andrew Lincoln, intérprete de Ricki, e Lauren Cohan, que vive Maggie Greene. Os novos episódios estreiam em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pela Fox.












