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  • Série

    Série de “O Senhor dos Anéis” ganha 22 pôsteres de personagens

    3 de fevereiro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou uma coleção de pôsteres de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” (The Lord of the Rings: The Rings of Power, em inglês). As imagens destacam individualmente 22 personagens diferentes, mas sem revelar a identidade de nenhum deles. O elenco inclui nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Morfydd Clark (“His Dark Materials”), Nazanin Boniadi (“Counterpart”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. Mas quem eles interpretam permanece um mistério. A série se passa milhares de anos antes da aventura de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia, e, de acordo com a plataforma, abordará “os principais eventos da Segunda Era de Tolkien: a forja dos icônicos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel. Mas antes que houvesse Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”, disseram os criadores da série, J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”) em comunicado. A Amazon gastou cerca de US$ 465 milhões filmando a 1ª temporada na Nova Zelândia, de acordo com funcionários do país, o que a torna “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” a série mais cara de todos os tempos. A produção tem estreia marcada apenas para 2 de setembro e já se encontra renovada para sua 2ª temporada.

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  • Série

    Diretor de “Alerta Vermelho” vai comandar série de “Dungens & Dragons”

    31 de janeiro de 2022 /

    O roteirista e diretor de “Alerta Vermelho”, Rawson Marshall Thurber, assinou contrato para comandar a adaptação do popular jogo de RPG “Dungeons & Dragons” numa série produzida pela eOne e a Paramount Pictures. Thurber escreverá e dirigirá o piloto, além de servir como produtor executivo do projeto. A adaptação de “Dungeons & Dragons” tem sido “um grande foco” para a eOne após a aquisição do estúdio pela fabricante de brinquedos Hasbro. “Não queremos que seja apenas um programa. Estamos construindo uma abordagem multifacetada com vários títulos e esperamos levar isso ao mercado no início de 2022″, disse o presidente de televisão global da eOne, Michael Lombardo, em novembro passado. Além da série, o estúdio desenvolve um filme passado no mesmo universo. Previsto para 2023, o longa está atualmente em produção com um elenco impressionante: Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Justice Smith (“Pokémon – Detetive Pikachu”), Regé-Jean Page (“Bridgerton”), Sophia Lillis (“It – A Coisa”) e Hugh Grant (“The Undoing”). Originalmente lançado em 1974, “Dungeons & Dragons” é um jogo de tabuleiro passada num mundo de magos, dragões e guerreiros – como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”. O brinquedo gerou uma subcultura ao render campeonatos e sair do tabuleiro para originar os LARPer – pessoas que se fantasiam para viver os personagens em encenações coletivas no mundo real. O culto ao jogo já rendeu um punhado de adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a Warner lançou (via New Line, mesmo estúdio de “O Senhor dos Anéis”) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, que mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica. Apesar disso, o filme teve duas sequências lançadas direto em vídeo.

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  • Filme

    Ator de “Amor, Sublime Amor” será o novo He-Man

    28 de janeiro de 2022 /

    A Mattel e a Netflix encontraram um novo galã adolescente para viver He-Man. Após Noah Centineo desistir de estrelar a nova adaptação live-action de “Mestres do Universo”, o ator Kyle Allen (“Amor, Sublime Amor”) foi anunciado como protagonista da nova adaptação. Assim como Centineo, que estourou com a franquia “Para Todos os Garotos que Já Amei” na Netflix, Allen também estrelou um romance adolescente de sucesso em streaming: “O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas”, na Amazon Prime Video. Originalmente, He-Man fazia parte de linha de bonecos lançados pela Mattel em 1982, os “Mestres do Universo”. Acabou se tornando desenho animado e ganhou até um spin-off, centrado em sua irmã She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Este sucesso rendeu um primeiro longa em 1987, em que Dolph Lundgren viveu He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) foi o vilão Esqueleto. Mas graças aos efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado atualmente por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (de “Friends”). E por ter sido dirigido por um suposto pedófilo, denunciado por oito ex-atores mirins. Por conta do fracasso do primeiro filme, o reboot habita o limbo conhecido como “produção em desenvolvimento” há 14 anos, período pelo qual passou por várias configurações. A pilha das páginas escritas para roteiros já descartados do longa inclui textos de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”), Michael Finch (“Hitman: Agente 47”), Art Marcum e Matt Holloway (“Homem de Ferro”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que ainda tinha a pretensão de dirigir o longa. A versão atual do projeto tem direção dos irmãos Aaron e Adam Nee, que assinam a vindoura comédia de ação de Sandra Bullock, “Cidade Perdida”. Os irmãos Nee também escreveram o roteiro em parceria com David Callaham (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”). “’Mestres do Universo’ é uma propriedade icônica que moldou a imaginação de toda uma geração de crianças com a mensagem de se tornar a melhor versão de si mesmo. Com nossos parceiros da Netflix, esperamos mostrar ao público que tudo pode acontecer em Eternia. Continuamos a explorar essa franquia global de novas maneiras, e mal podemos esperar para ver Kyle batalhando com Skeletor nesta saga épica de ação”, disse Robbie Brenner, chefe da Mattel Films e produtor executivo do projeto. Ao contrário da primeira produção live-action do He-Man, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. No filme, Kyle Allen viverá um órfão chamado Adam, que descobre que é um príncipe destinado a ser o salvador de uma terra distante. Para isso, deve aprender rapidamente sobre seu poder e a importância de salvar seu verdadeiro lar de uma força maligna – obviamente, o Esqueleto. A produção, que será lançada em streaming pela Netflix, ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Criador de “Cavaleiro da Lua” vai escrever “Mortal Kombat 2”

    26 de janeiro de 2022 /

    A continuação de “Mortal Kombat” começou a ser delineada pelo estúdio New Line com a contratação do roteirista Jeremy Slater, criador das séries “O Exorcista”, “The Umbrella Academy” e a vindoura “Cavaleiro da Lua”, da Marvel. Ele será responsável por criar uma nova história com os personagens vistos no cinema no ano passado. O primeiro longa surpreendeu o mercado em seu lançamento simultâneo nos cinemas e em streaming em abril de 2021 durante a pandemia, abrindo em 1ª lugar nas bilheterias e figurando entre os maiores sucessos da HBO Max desde a inauguração da plataforma. O filme foi dirigido pelo estreante Simon McQuoid e produzido por James Wan (de “Aquaman” e “Invocação do Mal”), resultando bem mais violento que as versões anteriores. Os fãs aprovaram as lutas mais viscerais e também a representação dos personagens, especialmente por destacar a famosa rivalidade entre Scorpion (Hiroyuki Sanada) e Sub-Zero (Joe Taslim). A trama destacava o personagem Cole Young (Lewis Tan), um lutador de MMA que é caçado pelo Imperador da Exoterra, Shang Tsung (Chin Han). Com ajuda de Sonya Blade (Jessica McNamee) e o soldado Jax (Mehcad Brooks), ele encontra refúgio no templo de Lorde Raiden (Tadanobu Asano), onde passa a treinar com figuras como Kung Lao (Max Huang), Liu Kang (Ludi Lin) e Kano (Josh Lawson) para desbloquear seu verdadeiro potencial e se preparar para uma luta contra as forças da Exoterra. A sequência ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Série de “Percy Jackson” é oficializada na Disney+

    25 de janeiro de 2022 /

    A plataforma Disney+ oficializou a produção da série “Percy Jackson e os Olimpianos” (Percy Jackson and the Olympians). A plataforma divulgou um vídeo em que o escritor Rick Riordan, autor da saga literária original, confirma o sinal verde para o início das gravações da 1ª temporada. “A espera acabou, semideuses”, brincou Riordan no vídeo. “Estou emocionado por ser o primeiro a dizer que ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ estão realmente, verdadeiramente, e com certeza chegando às suas telas.” Anteriormente, o autor revelou que a atração de streaming vai adaptar “os cinco livros de Percy Jackson, começando com ‘O Ladrão de Raios’ na 1ª temporada”, além de afirmar estar pessoalmente envolvido “em todos os aspectos da série”. A história do adolescente que descobre ser um semideus – filho do deus do Olimpo Poseidon com uma mortal – , teve dois filmes estrelados por Logan Lerman. O primeiro foi justamente “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (2010), que conta sua origem. A ideia era dar um tratamento de “Harry Potter” à franquia, mas as adaptações não tiveram sequência após o segundo capítulo cinematográfico, “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), decepcionar nas bilheterias (US$ 199 milhões mundiais para um orçamento de US$ 90 milhões). A versão do streaming contará com produção de Jon Steinberg (“The Old Man”) e direção de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”.

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  • Série

    Série milionária de “O Senhor dos Anéis” revela seu título oficial

    19 de janeiro de 2022 /

    A milionária série baseada em “O Senhor dos Anéis” ganhou título oficial. A Amazon Prime Video revelou que a produção vai se chamar “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” (The Lord of the Rings: The Rings of Power, em inglês). O anúncio foi divulgado junto com um teaser e um pôster da atração. Veja abaixo. A série se passa milhares de anos antes da aventura de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia, e, de acordo com a plataforma, abordará “os principais eventos da Segunda Era de Tolkien: a forja dos icônicos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel. Mas antes que houvesse Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”, disseram os criadores da série, J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”) em comunicado. O elenco inclui nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Morfydd Clark (“His Dark Materials”), Nazanin Boniadi (“Counterpart”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), mas não há informações sobre seus personagens. A Amazon gastou cerca de US$ 465 milhões filmando a 1ª temporada na Nova Zelândia, de acordo com funcionários do país, o que a torna a série mais cara de todos os tempos. A produção já se encontra renovada para sua 2ª temporada e tem estreia marcada apenas para 2 de setembro.

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  • Série

    2ª temporada de “Sombra e Ossos” terá atores de “The Witcher” e “Mortal Kombat”

    13 de janeiro de 2022 /

    A 2ª temporada de “Sombra e Ossos” contará com novidades no elenco. A Netflix revelou nesta quinta-feira (13) a chegada de Lewis Tan (“Mortal Kombat”), Anna Leong Brophy (“Traces”), Patrick Gibson (“The OA”) e o adolescente Jack Wolfe (“The Witcher”). Além de uma foto com os novos intérpretes, a plataforma divulgou um vídeo nas redes sociais para anunciar que as gravações dos novos episódios já começaram. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo conhecida como Grishaverso, a 2ª temporada deve adaptar o segundo livro da coleção, “Sol e Tormenta”. A trilogia original se completa com “Ruína e Ascensão”, mas a trama ainda segue em novas publicações – “Six of Crows: Sangue e Mentiras” (2016) e “Crooked Kingdom: Vingança e Redenção” (2017). Todos os livros foram publicados pela Editora Gutenberg no Brasil. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem outras peças em movimento, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, que também tem uma missão importante. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série – em novembro no Brasil. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”), além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). Não sei se é a Alina, mas ver esse elenco juntinho iluminou a minha quinta-feira. 🤧 pic.twitter.com/qq2CmcMfBe — netflixbrasil🍿 (@NetflixBrasil) January 13, 2022

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  • Série

    Amazon anuncia renovação de “A Roda do Tempo” pela segunda vez

    13 de janeiro de 2022 /

    A Amazon Prime Video oficializou mais uma vez a renovação de “A Roda do Tempo” para a 2ª temporada com um post em suas redes sociais. Apesar disso, a produção dos novos episódios já estava garantida antes mesmo da estreia da atração. Vale lembrar que a criadora da série anunciou a 2ª temporada há 10 meses atrás. “A crença que a Amazon Studios e a Sony Pictures Television demostraram em ‘The Wheel of Time’ tem sido incrível de se ver durante todo o processo de fazer esta série. Conseguir uma encomenda de 2ª temporada antes mesmo da estreia é um grande voto de confiança no trabalho que estamos fazendo e na propriedade em si, e não poderíamos estar mais felizes de poder continuar a viver e trabalhar no mundo criado por Robert Jordan”, disse Rafe Judkins, em comunicado oficial divulgado em maio do ano passado. Para garantir que tudo corresse bem, a Amazon fez um trabalho de divulgação intenso, que tornou a fantasia estrelada por Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) a estreia mais assistida da plataforma em 2021. Saga com muitas batalhas, monstros e efeitos visuais, “A Roda do Tempo” segue a feiticeira Moiraine (Rosamund Pike), integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai, que parte numa aventura com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidade. O elenco também conta com Álvaro Morte (“La Casa de Papel”), Sophie Okonedo (“Flack”), Michael McElhatton (“Game of Thrones”), Josha Stradowski (“Instinto”), Marcus Rutherford (“Obediência”), Zoë Robins (“Power Rangers Ninja Steel”), Barney Harris (“Clique”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Kae Alexander (“Krypton”) e muitos outros. Apesar de renovada há quase um ano, ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. a renovação veio aí! a data eu vou ficar devendo, ok? 🗣️ pic.twitter.com/pOuGoYfBwm — Amazon Prime Video Brasil (@PrimeVideoBR) January 13, 2022

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  • Etc

    Escola inglesa tira nome de J.K. Rowling de seu prédio em crítica à transfobia

    5 de janeiro de 2022 /

    Uma escola britânica decidiu rebatizar um de seus prédios para tirar o nome da escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, devido às polêmicas declarações da autora sobre questões de transexualidade, que lhe valeram acusações de transfobia. A Boswells School, em Chelmsford, no leste da Inglaterra, que atende alunos de 11 a 18 anos, explicou que mudou o nome do prédio para homenagear a medalhista de ouro olímpico Kelly Holmes. “Na Boswells School, promovemos uma comunidade escolar inclusiva e democrática, onde estimulamos os alunos a se desenvolverem como cidadãos autoconfiantes e independentes”, disse o diretor da instituição, Stephen Mansell. Os seis edifícios da instituição foram nomeados em homenagem a “destacados cidadãos britânicos”. “No entanto, após os vários pedidos de alunos e funcionários, estamos revisando o nome da nossa casa vermelha ‘Rowling’, à luz dos comentários e opiniões de J.K. Rowling sobre pessoas trans”, explicou. Rowling também não apareceu no recente reencontro com o elenco dos filmes de “Harry Potter”, disponibilizado pela HBO Max, após ser criticada pelos principais intérpretes da saga e rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. Oficialmente, ela teria dito que as imagens de arquivo seriam suficientes. Mas sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, criou atrito com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. A cruzada de Rowling veio à tona há pouco mais de um ano, quando usou o Twitter para criticar uma reportagem que citava “pessoas que menstruam” para designar indivíduos do sexo feminino. “Tenho certeza que costumava existir uma palavra para essas pessoas”, escreveu ela, insinuando que a matéria deveria dizer apenas “mulheres”. Ela fez questão de esquecer que homens trans podem menstruar. Logo em seguida, a escritora acirrou sua campanha, explorando a descrição mais sensacionalista possível, ao considerar transexuais como estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Inconformada, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. Embora não tenha comentado as críticas que recebeu dos intérpretes dos filmes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans.

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  • Série

    George R.R. Martin elogia série derivada de “Game of Thrones”

    1 de janeiro de 2022 /

    George R.R. Martin, o autor dos livros que viraram “Game of Thrones”, elogiou a nova série passada no mesmo universo, “House of the Dragon”, após ter sido uma das primeiras pessoas a ver o piloto da atração, centrada na família Targaryen. “Eu vi uma edição do primeiro episódio, e amei”, Martin escreveu em seu blog. “É sombrio, é poderoso, é visceral… bem do jeito que eu gosto das minhas fantasias épicas”. O autor ainda elogiou os showrunners Ryan Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e Miguel Sapochnik (diretor de “Game of Thrones”) pelo “trabalho incrível” e destacou o talento do elenco. “Vocês vão se apaixonar por muitos deles (só para terem seus corações partidos depois…) Acho que os Targaryen estão em ótimas mãos”. A produção contou com participação do próprio George R.R. Martin e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. “House of the Dragon” se passa 200 anos antes de “Game of Thrones”, e seu elenco destaca Paddy Considine (“Peaky Blinders”) no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente, Matt Smith (“Doctor Who”) como o príncipe Daemon Targarye, Emma D’Arcy (“Truth Seekers”) como a princesa Rhaenyra Targaryen, Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos) Otto Hightower, Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. Ainda não há previsão de estreia.

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    Cena deletada de “The Witcher” indica trama da 3ª temporada

    29 de dezembro de 2021 /

    A Netflix divulgou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, que pode indicar os rumos da 3ª temporada. A cena traz um diálogo entre Stregobor (Lars Mikkelsen) e Vilgefortz (Mahesh Jadu) nos corredores de Aretuza. Ambos recordam o passado de Vilgefortz desde seu nascimento como filho bastardo até seu treinamento como mago, ao mesmo tempo em que sugere uma divisão entre a Irmandade dos Feiticeiros. Este detalhe reflete eventos dos livros de Andrzej Sapkowski que podem ser explorados na 3ª temporada da série. Lançada em 17 de dezembro, a 2ª temporada de “The Witcher” é atualmente a série mais vista da Netflix. O terceiro ano da produção já está sendo escrito, mas ainda não tem previsão de estreia.

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    The Witcher: Vídeo mostra bastidores do treinamento de Ciri

    25 de dezembro de 2021 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “The Witcher”, que destaca o treinamento de Ciri (Freya Allan) em Kaer Morhen. O vídeo mostra a preparação da atriz para as cenas de ação, revelando o making of de sua passagem pelos obstáculos que a derrubaram várias vezes na série. Resgatada por Geralt de Rivia (Henry Cavill), Ciri ganha muito mais destaque na nova temporada, determinada a virar um bruxo (witcher) como seu salvador. Só que, na verdade, ela tem um poder secreto que aos poucos se torna mais evidente, fazendo com que muitos acreditem que possa se tornar uma perigosa ameaça que precisa ser destruída – mas isso é assunto para a 3ª temporada. A série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski já foi renovada.

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    Netflix revela cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”

    22 de dezembro de 2021 /

    A Netflix revelou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, em que Triss (Anna Shaffer) compartilha sua visão apocalíptica sobre Ciri (Freya Allan) para Geralt (Henry Cavill). A série mostrou a visão no quinto episódio, fazendo Triss acreditar que Ciri é uma ameaça que precisa ser destruída. Mas não tinha exibido a cena em que a feiticeira compartilha sua descoberta com Geralt, que de todo modo não lhe dá ouvidos. Isto faz com que Triss retorne à ilha de Thanedd para contar sua descoberta à Tissaia (MyAnna Buring). As consequências serão conhecidas na 3ª temporada da série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski, já confirmada, mas que ainda não tem previsão de estreia. just what did Ciri do to Triss?! check out this deleted scene from THE WITCHER Season 2 pic.twitter.com/m6fDvmz5Vk — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) December 22, 2021

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