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  • TV

    Marcos Mion é a nova voz de Buzz Lightyear no Brasil

    26 de abril de 2022 /

    A Disney definiu Marcos Mion como a nova voz de Buzz Lightyear na versão dublada em português de “Lightyear”, primeiro filme solo do personagem de “Toy Story”. Até então, Buzz era dublado por Guilherme Briggs no Brasil. Mion divulgou a novidade em seu Instagram, incluindo um vídeo que, inclusive, contou com a participação de Briggs. “Não há palavras pra descrever a felicidade de receber esse desafio”, ele escreveu no post. O novo filme, intitulado “Lightyear”, também ganhou uma voz diferente em inglês, para diferenciar a produção dos demais títulos da franquia “Toy Story”. Dublador oficial do personagem, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Além disso, Buzz também mudou seu visual, preservando apenas referências da animação original. O tom não é tão infantil e a trama é bem diferente de “Toy Story”, ao mostrar Buzz como um astronauta de verdade – e não um boneco de astronauta – , que embarca numa aventura sci-fi legítima ao “infinito e além”. A direção é de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – assinou dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcos Mion (@marcosmion)

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  • Filme

    “Doutor Estranho 2” é vetado na Arábia Saudita por uma frase

    25 de abril de 2022 /

    A notícia de que “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” havia sido proibido na Arábia Saudita não foi confirmada oficialmente pelo governo do país. Apesar da empresa AMC Cinemas afirmar que tirou o filme de sua programação por pedido das autoridades árabes, o supervisor responsável pela classificação etária dos filmes na Arábia Saudita afirmou para a AFP que negocia a liberação. Nawaf Alsabhan informou ter pedido para a Disney eliminar as “referências LGBTQIA+” do filme, mas até o momento o estúdio se negou a editar “cerca de 12 segundos” em que uma personagem lésbica, America Chavez, fala sobre suas “duas mães”. “É apenas ela falando de suãs mães, porque tem duas, mas no Oriente Médio é muito difícil passar algo assim”, disse Alsabhan à agência de notícias. “Enviamos a solicitação para a distribuidora e a distribuidora nos encaminhou para a Disney, mas a Disney não está disposta” a realizar as mudanças propostas, acrescentou Alsabhan, que afirma esperar a confirmação do corte para garantir a exibição. “Não foi proibido. Nunca será proibido. Não há motivos. É apenas uma simples edição […] até agora se negaram mas não fechamos a porta, seguimos tentando”, disse o representante sobre a retirada da referência LGBTQIAP+. A Disney sempre aceitou aceitou esse tipo de imposição. Até um beijo de poucos segundos entre duas personagens secundárias femininas de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi censurada para a exibição do filme em países muçulmanos. A Arábia Saudita possui um sistema Judiciário regido pela aplicação estrita da lei islâmica, na qual a homossexualidade pode ser punida até com a pena de morte.

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  • Etc

    Governador da Flórida declara guerra à Disney e acaba com isenções dos parques

    22 de abril de 2022 /

    O governador da Flórida, Ron DeSantis, sancionou um projeto de lei nesta sexta-feira (22/4) que dissolve o distrito autônomo da Disney em Orlando, como punição por a empresa ter se oposto à chamada lei “Não diga gay”, que proíbe professores do ensino fundamental do estado de abordarem questões de gênero e dá aos pais o poder de processar escolas por supostas violações. A nova lei sancionada acaba com o Reedy Creek Improvement District, criado em 1967, que cobre quase 64 quilômetros quadrados dos condados de Orange e Osceola, abrangendo os parques temáticos e resorts da Disney. O distrito dava grande autonomia e isenção fiscal à empresa. Em uma entrevista coletiva em Hialeah, DeSantis disse que sua assinatura era uma “provocação”. Reforçando que se tratava de um ato puramente ideológico, ele acusou a Disney de promover uma agenda LGBTQIAP+ para “injetar sexualidade na programação que é fornecida aos nossos filhos mais novos”. E declarou: “Não me sinto confortável com esse tipo de agenda recebendo tratamento especial no meu estado. Eu simplesmente não aceito.” Não é a primeira vez que o político de extrema direita acusa a Disney de “tentar impor uma ideologia progressista [woke] em nosso estado”. “Vemos isso como uma ameaça significativa”, ele disse ao programa “Fox & Friends”, da Fox News, no início deste mês. “Este progressismo destruirá este país se o deixarmos continuar ininterruptamente”. A Disney ainda não se pronunciou publicamente sobre a abolição de seu distrito, que só deve entrar em vigor em 1º de junho de 2023. Mas espera-se que o conglomerado entre com ações legais contra o governo estadual da Flórida. A disputa deve se estender para além da próxima eleição, na qual a Disney deverá apoiar o candidato de oposição, jogando contra DeSantis a ameaça de deixar o estado. A conta é muito alta. Caso perca a disputa, a Disney ficará em dívida com os condados de Orange e Osceola num valor que pode passar de US$ 1 bilhão, referente a manutenção de estradas e sistemas de esgoto até seus parques, e pelo fornecimento de outros serviços públicos, como água e luz. Além disso, só Orange County estima faturar US$ 163 milhões por ano em impostos da Disney. Por outro lado, sem a Disney, a economia do estado da Flórida sofreria um abalo significativo. Pode ser mais barato para a empresa mudar seus parques para outro estado. Não deverão faltar ofertas de incentivos para isso, de olho nos milhões de turistas que o Disney World atrai, para a movimentar a economia de um novo local.

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  • Série

    Séries da semana trazem Julia Roberts, Viola Davis e Natasha Lyonne

    22 de abril de 2022 /

    A variedade e quantidade de séries que chegam ao streaming até domingo (24/4) acabou tornando a seleção desta semana um pouco diferente. Para priorizar os títulos que geram maior expectativa, produções menos vistosas acabaram cedendo espaço na lista para obras menos recomendáveis. O dilema surgiu pela dificuldade de ignorar uma atração estrelada por Viola Davis e Michelle Pfeiffer em favor de produções europeias com nomes totalmente desconhecidos. Mas como qualidade nunca passa em branco, semana que vem tem resgate. A lista também destaca trabalhos elogiados de Julia Roberts, Sean Penn, Natasha Lyonne, Bill Hader, Kaley Cuoco, Bob Odenkirk e Don Cheadle. Confira abaixo as 10 estreias selecionadas e comentadas, com seus respectivos trailers.   BONECA RUSSA | NETFLIX Uma das melhores séries da Netflix ficou ainda melhor na 2ª temporada, recompensando o espectador com um destemor absurdo ao correr grandes riscos com sua trama mirabolante. Na história original de looping temporal, a personagem de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) morria várias vezes durante sua noite de aniversário na cidade de Nova York, apenas para voltar ao começo da festa e se preparar para morrer novamente, continuamente, vitimada por detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Mas esta foi só a primeira fase de suas desventuras, que agora trocam o looping temporal por viagem no tempo. Após conseguir sobreviver à morte insistente, ela se vê embarcando num trem para o passado, que a leva aos anos 1980. Não só isso, ela passa a habitar o corpo de sua mãe, então grávida dela mesma. E tem a brilhante ideia de mudar o passado para corrigir seu presente. Só que essa ideia nunca deu certo em nenhum filme de viagem no tempo já produzido. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”).   GASLIT | STARZPLAY A minissérie de época deve finalmente dar a Julia Roberts seu perseguido Emmy. A atriz dá um show como Martha Mitchell, socialite casada com o Procurador-Geral da República John Mitchell (um irreconhecível Sean Penn sob quilos de maquiagem) e personagem central de um dos maiores escândalos políticos dos EUA. Trata-se do escândalo Watergate, nome do prédio onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata, invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano em 1972 com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se provou uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a espionagem política e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. Apesar de sua filiação partidária, Martha gostava de “aparecer” e tinha fama de ser “boca aberta”. E por saber dos segredos, foi logo considerada o elo fraco dos conspiradores, levando seu marido a ter que escolher entre a esposa e o presidente dos EUA. Na minissérie, a situação tensa rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense psicológico e político. Com estreia marcada para domingo (24/4), a produção criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”) também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”).   ANOS INCRÍVEIS | DISNEY+ A nova série é um reboot da famosa e influentíssima “Anos Incríveis” (The Wonder Years), exibida nos anos 1980, sobre uma família de classe média dos 1960 que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. A nova versão repete a premissa, a estrutura e a época da produção original, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O menino Elisha Williams é quem interpreta o novo protagonista, Dean, de 12 anos, que vive em Montgomery, Alabama, em 1968. E além dos intérpretes de sua família, encabeçada por Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”), a produção inclui o astro Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) como narrador dos episódios, dando voz à versão adulta de Dean, que conta detalhes de uma infância passada numa época extremamente racista. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, é diretor de oito episódios e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Já o roteirista responsável pela adaptação é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”.   WU-TANG: AN AMERICAN SAGA | STAR+ Demorou três anos, mas a série que conta a história do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan finalmente chegou ao Brasil. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme”), a trama mostra como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime no começo dos anos 1990, para originar uma das histórias mais improváveis de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e referências de kung fu em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo. Além disso, a maioria de seus integrantes também desenvolveu carreiras individuais bem-sucedidas. Junto de RZA, a série conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. Por enquanto, a Star+ disponibilizou apenas a 1ª temporada, mas a atração já exibiu seu segundo ano de produção nos EUA e encontra-se renovada para a 3ª e última leva de episódios.   BETTER CALL SAUL | NETFLIX O lançamento dos dois primeiros capítulos inaugura oficialmente o início do fim, também conhecido como primeira parte da 6ª e última temporada de “Better Call Saul”. Estruturado como um interminável flashback, o spin-off de “Breaking Bad” vem contando desde 2015 como o advogado idealista Jimmy McGill se transformou no inescrupuloso vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. E a produção fez o público aguardar cinco temporadas para chegar no ponto mais esperado, quando a trama se cruza com os eventos de “Breaking Bad”, trazendo de volta Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul) para conduzir a trama aos eventos fatídicos que levaram o personagem vivido por Bob Odenkirk a perder carreira e fortuna ao final da série original. Vale lembrar que o primeiro episódio de “Better Call Saul” iniciava bem depois dos eventos de “Breaking Bad”, e há grande expectativa para ver em que condições Jimmy/Saul se tornou um dos poucos sobreviventes da trama criminal.   HEARTSTOPPER | NETFLIX A adaptação dos quadrinhos homônimos de Alice Oseman sobre dois garotos apaixonados virou uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas. Uma produção cor-de-rosa, que transmite conforto e ternura como a primeira série adolescente de temática gay produzida pela Netflix. A trama gira em torno de dois adolescentes britânicos: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas logo Charlie se vê profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imagina – e isto pode lhes custar suas amizades ou se transformar no primeiro amor de suas vidas. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”.   THE FLIGHT ATTENDANT | HBO MAX A comissária de bordo vivida por Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) retorna na 2ª temporada como uma agente secreta da CIA e logo se vê inadvertidamente envolvida em nova intriga internacional cheia de reviravoltas, com direito a uma rival que tem exatamente a sua cara. O enredo explora a possibilidade desta doppelgänger ser uma alucinação causada pela sobriedade forçada da protagonista, mas também é uma citação hitchockiana dos produtores – assim como a loira que sabe demais. Inspirada no livro homônimo de Chris Bohjalian, a série foi desenvolvida pelo roteirista Steve Yockey (“Supernatural”) e a produção está a cargo da própria atriz principal, via sua empresa Yes Norman, em parceria com o ubíquo Greg Berlanti (“The Flash”, “Riverdale”, etc), o produtor com mais séries exibidas simultaneamente nos EUA. Entre as novidades do segundo ano, destaca-se a participação da atriz Sharon Stone (“Instinto Selvagem”) como a mãe de Cuoco.   BARRY | HBO MAX A primeira série estrelada por Bill Hader – depois de oito temporadas no programa humorístico “Saturday Night Live” – gira em torno de um ex-militar que trabalha como assassino de aluguel no Meio-Oeste americano. Bem sucedido, mas não apaixonado por sua linha de trabalho, ele descobre que pode ser bom em outra coisa ao viajar até Los Angeles para um “serviço” e se deparar com uma comunidade de teatro amador, encantando-se com as possibilidades da atuação. O problema é que seu passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida e a 3ª temporada, que estreia no domingo (24/4), sofre uma guinada dramática após a vida dupla do protagonista ser colocada em cheque. Bastante sombrios, os novos capítulos trazem Barry ponderando se mata seu professor de teatro (Henry Winkler), que também virou seu melhor amigo, para preservar seu segredo e garantir sua vida atual. Hader criou “Barry” em parceria com Alec Berg (roteirista de “Silicon Valley”) e a atração lhe rendeu dois prêmios consecutivos de Melhor Ator de Comédia no Emmy Awards, além de um prêmio de Melhor Coadjuvante para Henry Winkler.   SISSI | GLOBOPLAY A produção alemã conta a história da Imperatriz da Áustria, que é adorada nos países de língua alemã – e na Hungria – tanto pela modernidade de seu reinado como pelo status de heroína romântica forjado numa trilogia cinematográfica de enorme sucesso nos anos 1950, que catapultou a atriz Romy Schneider ao estrelato mundial. Mas a nova Sissi é bem diferente dos “filmes de princesa”. A série não é açucarada nem indicada para crianças, traz cenas picantes e apresenta os personagens sem a mesma pureza. A versão interpretada por Dominique Devenport chega a ser teimosa e até egoísta. Ao conhecer o mulherengo Imperador Frans Jozef (Jannik Schümann), já sabe que ele pretende se casar com sua irmã Helena (Pauline Rénevier), mas isso não a impede de ir atrás dele até conquistá-lo… com 16 anos de idade.   THE FIRST LADY | PARAMOUNT+ A minissérie conta a história de três primeiras-damas dos Estados Unidos com interpretação de atrizes famosas. Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) vive Michelle Obama, Gillian Anderson (“The Crown”) interpreta Eleanor Roosevelt e Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”) é Betty Ford. Mas, apesar do talento envolvido, a criação do roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) é a opção mais fraca da semana. Com falta de foco, os episódios são apanhados de situações trazidos à tela de forma superficial e sem desenvolvimento dramático. Para o público internacional, ainda há ausência de contexto em detalhes da política americana. Mesmo com direção da dinamarquesa Susanne Bier, que já venceu o Oscar de Melhor Filme...

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  • Filme

    Buzz Lightyear vai ao “infinito e além” em novo trailer

    21 de abril de 2022 /

    A Pixar divulgou um novo pôster e o terceiro trailer de “Lightyear”, animação derivada da franquia “Toy Story”. A prévia explica a premissa do filme, mostrando o famoso astronauta catapultado para o futuro e enfrentando pela primeira vez o vilão Zurg. A esta altura, fãs de “Toy Story” já perceberam que a nova produção é muito distinta do desenho original. Na trama, o personagem não é um boneco, mas um astronauta de verdade, que embarca numa aventura sci-fi legítima ao “infinito e além”. O tom tampouco é infantil – como se pode perceber, inclusive, por uma das piadas da prévia. O personagem também mudou seu design e até sua voz. Dublador oficial de Buzz Lightyear em “Toy Story”, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Uma curiosidade sobre os dois é que ambos fazem aniversário no mesmo dia. A direção é de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – assinou dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Pôster reúne os personagens de “Ms. Marvel”

    19 de abril de 2022 /

    O Marvel Studios lançou um novo pôster oficial da série “Ms. Marvel”, que reúne todos os personagens da série, além de destacar Kamala Khan com seu uniforme de super-heroína. A divulgação nas redes sociais do estúdio também chama atenção para o fato de que faltam exatamente 50 dias para o lançamento da atração na plataforma Disney+. “Ms. Marvel” marca a estreia de Iman Vellani como atriz, no papel da heroína do título. A jovem de 18 anos foi selecionada entre várias candidatas, seguindo um critério de representatividade. O estúdio queria alguém que fosse o mais similar possível à personagem, que será a primeira heroína muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), mesmo que isso significasse uma intérprete desconhecida do público. Nos quadrinhos, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana que, ao ganhar poderes de elasticidade, inspira-se na Capitã Marvel para assumir sua nova identidade. Os vídeos divulgados até agora demonstram que a nova heroína pode ter poderes mais cósmicos que nos quadrinhos e ainda dão bastante destaque a Bruno Carrelli, personagem de Matt Lintz (o Henry de “The Walking Dead”), que é o único amigo de Kamala que sabe que ela é a Ms. Marvel. Desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali (“Sex Education”), a produção contará com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (diretores do blockbuster “Bad Boys Para Sempre” e do vindouro filme da “Batgirl”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois Oscars de Melhor Documentário em Curta-metragem) e Meera Menon (de “Farah Goes Bang” e que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). A estreia está marcada para 8 de junho. In 50 days, Kamala Khan's journey begins. ⚡️#MsMarvel, an Original series from Marvel Studios, starts streaming June 8 on @DisneyPlus. pic.twitter.com/7kz5fR6Zso — Marvel Studios (@MarvelStudios) April 19, 2022

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  • Série

    10 séries que estreiam em streaming

    15 de abril de 2022 /

    A lista de séries da semana tem diversão para todos os gostos, desde fantasia feminista até ação violenta masculina. Há também duas produções brasileiras, resultado da competição de plataformas rivais tentando aumentar sua influência no mercado nacional. E até a despedida de um estúdio de cinema indicado ao Oscar, com uma atração animada baseada em seu icônico mascote. Confira a seguir as 10 principais séries que chegam ao streaming, com informações e trailers de cada uma delas.   ROAR | APPLE TV+ Antologia de fábulas sombrias e cômicas, “Roar” é um “Além da Imaginação” feminista, com oito episódios de meia hora que trazem narrativas, elencos e pontos de vista diferentes, sempre lidando com experiências bizarras de personagens distintos. Um dos capítulos, por exemplo, traz Nicole Kidman (“Big Little Lies”) como uma mulher que come fotografias. Em outro, Issa Rae (“Insecure”) é uma escritora que começa a desaparecer. A iniciativa da produção partiu das criadoras de “GLOW”, Liz Flahive e Carly Mensch, inspiradas pelo livro de mesmo nome de Cecelia Ahern. Além de estrelar, Nicole Kidman também é uma das produtoras do projeto, que ainda destaca em seu elenco Cynthia Erivo (“The Outsider”), Merritt Wever (“Inacreditável”), Fivel Stewart (“Atypical”), Betty Gilpin e Alison Brie (ambas de “GLOW”).   OUTER RANGE | AMAZON PRIME VIDEO Parte “Yellowstone” e parte “Twin Peaks”, o neo-western fantasioso traz Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Ultimato”) como um fazendeiro de Wyoming “lutando por sua terra e família”. Mas ao mesmo tempo em que enfrenta um rival (Will Patton, de “Yellowstone”) interessado em sua fazenda, uma mulher desconhecida (Imogen Poots, de “Natal Sangrento”) chega no local em busca de sinais misteriosos e um buraco negro, aparentemente sem fundo, abre-se na propriedade. Criada pelo estreante Brian Watkins, a série tem produção da Plan B, produtora de Brad Pitt, e conta com a cineasta Amy Seimetz (“Vou Morrer Amanhã”) entre seus diretores. O bom elenco ainda inclui Lili Taylor (“Perry Mason”), Tamara Podemski (“Coroner”), Lewis Pullman (“Top Gun: Maverick”) e Tom Pelphrey (“Ozark”).   A RETALIAÇÃO | GLOBOPLAY O novo hit criminal israelense foi criado por Rotem Shamir e Yuval Yefet, respectivamente diretor e roteirista do fenômeno “Fauda”. Passada há 15 anos na costa dourada de Israel e inspirada em eventos reais,  a trama traz Tsahi Halevi  (o Naor de “Fauda”)  como um detetive de polícia idealista e moralmente inabalável, que deixa para trás uma carreira de sucesso para voltar para sua cidade natal. Só que, ao chegar, encontra uma comunidade dominada por um senhor do crime e logo percebe que a única maneira de derrubar o criminoso é se tornar pior que ele. Maior sucesso de audiência da TV israelense dos últimos sete anos, já se encontra renovada para sua 2ª temporada.   ANATOMIA DE UM ESCÂNDALO | NETFLIX A minissérie de suspense dramático produzida por David E. Kelley repete o clima de “The Undoing”, mergulhando numa família da elite britânica que se vê abalada por um escândalo, no qual a verdade se perde entre a justiça e o privilégio. A trama é baseada num best-seller de Sarah Vaughn e acompanha o impacto de uma acusação de estupro contra um membro do Parlamento britânico, levada adiante por uma advogada sem medo de abalar o poder político do Reino Unido, muito menos receio de destruir um casamento e a estima pessoal de uma família poderosa. Apesar de muitas reviravoltas e um elenco afinado, encabeçado por Rupert Friend (“Homeland”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Naomi Scott (“As Panteras”) e Michelle Dockery (“Downton Abbey”), foi considerada a mais fraca criação recente de Kelley, autor também de “Big Little Lies”, “Nove Desconhecidos” e “Big Sky”.   SENTENÇA | AMAZON PRIME VIDEO   Camila Morgado (“Bom Dia, Verônica”) vive uma advogada criminalista no mais novo thriller brasileiro. Acreditando que todos têm direito à defesa, por pior que tenha sido o crime cometido, ela assume um caso que chocou o país, de uma mulher que incendiou um policial. Mas isso a coloca no meio de uma disputa entre o líder da maior facção criminosa do Brasil e pessoas misteriosas que o querem morto. Criada por Paula Knudsen (“Spectros”) e dirigida por Marina Meliande (“A Alegria”) e a argentina Anahí Berneri (“Alanis”), a minissérie de seis episódios ainda traz Fernando Alves Pinto (“Vou Nadar Até Você”), Lena Roque (“Quanto Vale Ou É Por Quilo?”), Rui Ricardo Diaz (“Impuros”), Heloisa Jorge (“Sob Pressão”), Lourinelson Vladmir (“Insânia”), Samya Pascotto (“Amarração do Amor”), Pedro Caetano (“Sem Fôlego”), Lucinha Lins (“O Rico e Lázaro”), Arthur Kohl (“O Mecanismo”) e Bárbara Colen (“Bacurau”) em seu elenco.   A SOGRA QUE TE PARIU | NETFLIX A sitcom brasileira criada e estrelada por Rodrigo Sant’anna evoca o clima de “Sai de Baixo”, com encenação teatral e risinhos da plateia – presentes até quando as piadas não tem graça. Novamente em papel feminino, após a Valéria do “Zorra Total” e a Graça do “Tô de Graça”, o humorista vive a Dona Isadir, que durante a pandemia se muda para a mansão do filho Carlos (Rafael Zulu), na Barra da Tijuca, e cria vários atritos com a nora Alice (Lidi Lisboa). Mas suas trapalhadas também divertem os netos (Pedro Ottoni e Bárbara Sut) e a emprega Marinez (Daniela Fontan), que trabalha há anos para a família. Importante destacar que o elenco é todo negro, algo ainda muito raro de se ver numa produção brasileira.   VOTE JUAN | HBO MAX A comédia espanhola chega em suas três temporadas completas, contando a ascensão de um político ambicioso e sem caráter, vivido por Javier Cámara (de “Truman” e “Os Amantes Passageiros”). Ex-prefeito do interior transformado em ministro da Agricultura, ele cisma em concorrer ao cargo de presidente da Espanha e, em meio a uma sucessão de trapalhadas, o plano vai ganhando força. Com humor politicamente incorreto, a série criada por Diego San José (“Super Lopez”) lembra um pouco “Veep” em sua caricatura da política eleitoral.   LEGENDS OF TOMORROW | NETFLIX Em uma de suas melhores temporadas, os heróis que viajam no tempo vão parar na era do jazz, são perseguidos por Elliott Ness, tentam impedir a 1ª Guerra Mundial e o desastre nuclear de Chernobyl, enfrentam cópias robóticas de si mesmos, conhecem o inventor da viagem no tempo e comemoram a produção de seu 100º episódio com a participação especial do elenco da temporada inaugural. Entretanto, o sétimo ano da produção também marcou as despedidas de mais dois personagens, John Constantine (Matt Ryan) e Nick Zano (Nate Heywood), e foi encerrado com a estreia de Booster Gold (Donald Faison) num cliffhanger que está matando os fãs de suspense, já que a próxima temporada ainda não foi confirmada.   ULTRAMAN | NETFLIX Continuação da série clássica Tokusatsu dos anos 1960, o novo “Ultraman” foi desenvolvido pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam com uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, sob a direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). Em sua 2ª temporada, a atração junta várias gerações de heróis para enfrentar alienígenas que ameaçam extinguir a vida da Terra.   A ERA DO GELO: AS AVENTURAS DO SCRAT | DISNEY+ A série animada estrelada pelo personagem Scrat, da franquia animada “A Era do Gelo”, introduz Baby Scrat, o filho adotivo do famoso esquilo pré-histórico, que apesar do amor compartilhado entra na disputa com o “pai” pela sonhada noz. Mas seu tom é de despedida. Com apenas seis episódios curtos, a única série derivada dos filmes de Chris Wedge e Carlos Saldanha marca a despedida do estúdio Blue Sky, criador de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, que foi extinto pela Disney em consequência da aquisição da 20th Century Fox. “As Aventuras de Scrat” foi sua última produção completada.

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  • Filme

    Scrat consegue sua noz em vídeo de despedida do estúdio Blue Sky

    14 de abril de 2022 /

    Adquirido pela Disney na compra da 20th Century Fox, o estúdio de animação Blue Sky Studios está fechando. E como despedida, os responsáveis por dar vida aos personagens de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando” fizeram um vídeo simbólico, que mostra seu mascote, o esquilinho pré-histórico Scrat de “A Era do Gelo”, finalmente conseguindo pegar e comer sua desejada noz. “Nos últimos dias da Blue Sky Studios, uma pequena equipe de artistas se reuniu para fazer uma cena final. Essa cena é um adeus, uma despedida em nossos próprios termos”, anunciou a equipe. A cena emocionou os fãs das criações do estúdio, que se manifestaram nas redes sociais. “Os 35 segundos mais tristes que eu já vi”, definiu um deles. O vídeo foi disponibilizado na véspera do lançamento de uma série animada com Scrat na Disney+, que introduz um “filho” do esquilo. A produção foi a última realização do Blue Sky. Leia abaixo a íntegra o comunicado de despedida da Blue Sky Studios. “Caros amigos e seguidores, Nos últimos 34 anos, nós, tal como nosso personagem obstinado Scrat, buscamos algo que às vezes parecia inatingível. No entanto, de vez em quando, conseguimos colocar nossos braços em torno de nossas próprias versões dessa bolota indescritível. Infelizmente, não é possível segurar nada para sempre. Nós nos divertimos mais dando vida aos nossos filmes do que qualquer um deveria ser permitido. Esperamos que vocês tenham sido capazes de sentir um pouco dessa alegria. Obrigado, do fundo de nossos corações coletivos da Blue Sky, por estarem conosco todos esses anos. Com tremenda gratidão, o cofundador, Chris Wedge, e seus amigos da Blue Sky Studios”.

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    Ryan Reynolds parabeniza novo Percy Jackson da Disney

    12 de abril de 2022 /

    O astro Ryan Reynolds parabenizou Walker Scobell, que interpretou sua versão infantil em “O Projeto Adam”, pela escalação como protagonista da série de Percy Jackson na Disney+. “Acho que isso faz de mim o Percy Jackson mais velho? Parabéns Walker Scobell! Você sempre foi um semideus na minha cabeça”, escreveu Reynolds no Twitter, brincando com sua relação com o jovem no filme da Netflix. O anúncio da escalação de Scobell em “Percy Jackson e os Olimpianos” (Percy Jackson and the Olympians) foi feito pelo criador do herói infantil, o escritor Rick Riordan, na segunda-feira (11/4) “Walker Scobell é um jovem incrivelmente talentoso que nos surpreendeu com seus testes para o papel de Percy”, escreveu Riordan. “Muitos de vocês descobriram recentemente como Walker é bom quando assistiram seu filme ‘O Projeto Adam’, no qual iluminou a tela como uma versão mais jovem do personagem de Ryan Reynolds. Tivemos a sorte de fazer um teste com Walker meses antes do lançamento do filme, mas o filme apenas confirmou o que já sabíamos sobre seu talento. Era óbvio para mim e para o resto da equipe que Walker tinha a mistura perfeita de timing cômico, doçura, rebeldia, sarcasmo e heroísmo para encarnar nosso herói Percy Jackson.” A história do adolescente que descobre ser um semideus – filho do deus do Olimpo Poseidon com uma mortal – , já teve dois filmes estrelados por Logan Lerman. A ideia era dar um tratamento de “Harry Potter” à franquia, mas as adaptações não tiveram sequência após o segundo capítulo cinematográfico, “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), decepcionar nas bilheterias (US$ 199 milhões mundiais para um orçamento de US$ 90 milhões). A versão do streaming contará com produção de Jon Steinberg (“The Old Man”) e direção de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. Ainda não há previsão para a estreia. I guess this makes me older Percy Jackson? Congrats Walker Scobell! You were always a demigod in my mind. #PercyJackson pic.twitter.com/euwjRTYxRq — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) April 12, 2022

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  • Série

    Série de “A Lenda do Tesouro Perdido” terá personagem do filme

    11 de abril de 2022 /

    O ator Justin Bartha, que viveu o personagem Riley Poole nos dois filmes de “A Lenda do Tesouro Perdido”, voltará ao papel na série derivada, atualmente em desenvolvimento na Disney+. A plataforma anunciou a escalação nesta segunda-feira (11/3), revelando que o ator participará como convidado da série. O sarcástico Riley Poole é um expert em computação que ajudou Benjamin Gates (papel de Nicolas Cage nos filmes) a encontrar dois tesouros perdidos em 2004 e 2007. Seu retorno confirma que a nova produção será ligada aos filmes, servindo como continuação e não como reinvenção da franquia. A série também vai acompanhar novos personagens, como Billie, uma bilionária caçadora de tesouros, interpretada por Catherine Zeta-Jones (“A Lenda do Zorro”), que ajuda a transformar uma órfã latina sem um tostão em um aventureira e mulher de negócios bem-sucedida. A jovem Lisette Alexis (“Total Eclipse”) viverá sua pupila na trama, chamada de Jess Morales. O projeto está sendo desenvolvido pelos roteiristas do filme, o casal Marianne e Cormac Wibberley, e vai acompanhar Morales numa aventura para descobrir sua misteriosa história familiar e, claro, recuperar um tesouro perdido. O produtor Jerry Bruckheimer, responsável pelos filmes, também faz parte da equipe, que ainda contará com a cineasta Mira Nair (“O Relutante Fundamentalista”) na direção dos primeiros episódios. A Disney, por sinal, não pretende aposentar a versão da franquia estrelada por Nicolas Cage e já planeja o retorno do personagem Benjamin Gates, que é uma mistura de Indiana Jones e Robert Langdon, num futuro “A Lenda do Tesouro Perdido 3”. Enlisting an expert “treasure protector”. Let’s welcome Justin Bartha back in his guest role as Riley Poole in the #NationalTreasure series coming to #DisneyPlus! pic.twitter.com/Wj63JVYBXD — Disney+ (@disneyplus) April 11, 2022

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  • Filme

    Netflix resgata animação LGBTQIAP+ descartada pela Disney

    11 de abril de 2022 /

    A animação “Nimona”, que foi descartada pela Disney por ser focada em personagens LGBTQIAP+, foi resgatada pela Netflix e deverá estrear na plataforma do streaming em 2023. Baseada em quadrinhos premiados da cartunista Noelle Stevenson, também responsável pela série animada “She-Ra e as Princesas do Poder”, a produção acompanha a jornada de uma adolescente que consegue mudar de forma e embarca na missão de ajudar um cavaleiro a provar sua inocência após ele ser acusado de um crime que não cometeu. O resgate do filme foi revelada pela própria Stevenson em suas redes sociais, junto da primeira imagem da produção. O longa tem direção de Nick Bruno e Troy Quane (a dupla “Um Espião Animal”), e destaca a atriz Chloë Grace Moretz (“Tom & Jerry: O Filme”) como dubladora da heroína que dá título a história, além de Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”). “Nimona” estava sendo produzido pelo Blue Sky Studios, responsável por “Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, mas com a compra da Fox pela Walt Disney Company em 2020, o estúdio foi extinto. A decisão de encerrar a produtora coincidiu com a apresentação de “Nimona” para os executivos da Disney, ocasião em que foi totalmente rejeitado. De acordo com apuração da revista The Hollywood Reporter, a produção do filme estava adiantada, faltando apenas 25% de trabalho para ser concluído, quando a Disney optou por descartar o projeto. Recentemente, a Disney se viu envolvida em diversas polêmicas por conta de sua posição em questões de gênero, desde o financiamento ao projeto de lei contra educação LGBTQIAP+ nas escolas da Flórida – seguido por uma reversão de rumo e rejeição da lei pela empresa – , até denúncias de censura em personagens LGBTQIAP+ das animações da Pixar. Nimona’s always been a spunky little story that just wouldn’t stop. She’s a fighter…but she’s also got some really awesome people fighting for her. I am excited out of my mind to announce that THE NIMONA MOVIE IS ALIVE…coming at you in 2023 from Annapurna and Netflix 🤘 pic.twitter.com/wEZuM2sXTt — ND Stevenson (@Gingerhazing) April 11, 2022

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  • Série

    Revelação de “O Projeto Adam” será Percy Jackson na Disney+

    11 de abril de 2022 /

    A Disney escalou o ator Walker Scobell, revelação de “O Projeto Adam”, da Netflix, para ser o novo Percy Jackson das telas. Ele vai estrelar “Percy Jackson e os Olimpianos” (Percy Jackson and the Olympians), nova série da Disney+. O anúncio foi feito pelo criador do personagem, o escritor Rick Riordan, em seu blog oficial. “Walker Scobell é um jovem incrivelmente talentoso que nos surpreendeu com seus testes para o papel de Percy”, escreveu Riordan. “Muitos de vocês descobriram recentemente como Walker é bom quando assistiram seu filme ‘O Projeto Adam’, no qual iluminou a tela como uma versão mais jovem do personagem de Ryan Reynolds. Tivemos a sorte de fazer um teste com Walker meses antes do lançamento do filme, mas o filme apenas confirmou o que já sabíamos sobre seu talento. Era óbvio para mim e para o resto da equipe que Walker tinha a mistura perfeita de timing cômico, doçura, rebeldia, sarcasmo e heroísmo para encarnar nosso herói Percy Jackson.” Produtor da atração, Riordan está pessoalmente envolvido “em todos os aspectos da série”, segundo ele próprio descreveu, e pretende levar ao streaming todos os cinco livros de Percy Jackson, começando com “O Ladrão de Raios” na 1ª temporada”. A história do adolescente que descobre ser um semideus – filho do deus do Olimpo Poseidon com uma mortal – , já teve dois filmes estrelados por Logan Lerman. O primeiro foi justamente “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (2010), que conta sua origem. A ideia era dar um tratamento de “Harry Potter” à franquia, mas as adaptações não tiveram sequência após o segundo capítulo cinematográfico, “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), decepcionar nas bilheterias (US$ 199 milhões mundiais para um orçamento de US$ 90 milhões). A versão do streaming também contará com produção de Jon Steinberg (“The Old Man”) e direção de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”.

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  • Filme

    Cartaz de “Dr. Estranho 2” é alterado na Itália por gesto ofensivo

    9 de abril de 2022 /

    Um dos novos cartazes de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” precisou passar por uma alteração específica para o mercado italiano, por conter um gesto considerado ofensivo no país. Na versão original do pôster, que traz Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) em primeiro plano, o super-herói do título faz um gesto com as mãos conhecido como o sinal dos “chifres”, símbolo ligado ao heavy metal e, no caso do personagem, evocado para canalizar seus poderes. No entanto, na Itália e em outras regiões mediterrâneas, o sinal de chifres tem conotação pejorativa, usado como ofensa para chamar alguém de “corno”. Para evitar este contexto, a arte do segundo filme do Doutor Estranho foi alterada na Itália, com os chifres substituídos por outro sinal. Compare abaixo. Dirigido por Sam Raimi (da trilogia original do Homem-Aranha), “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” estreia no Brasil em 5 de maio, um dia antes do lançamento nos EUA.

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