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  • Filme

    Star Wars: A Ascensão Skywalker já faturou mais de US$ 700 milhões mundiais

    29 de dezembro de 2019 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” manteve a liderança da bilheteria norte-americana em seu segundo fim de semana em cartaz. O filme fez mais US$ 72 milhões entre sexta e domingo (29/12) e, após lotar os cinemas no feriado de Natal, atingiu US$ 361,7 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Com isso, a diferença para o desempenho de “Os Últimos Jedi” no mesmo período caiu para 6,3 milhões, aproximando-se da expectativa original. Embora a estreia tivesse sido muito boa, o mercado esperava mais do final de uma saga tão famosa, já que sua bilheteria inicial foi a pior da atual trilogia. No mundo inteiro, “A Ascensão Skywalker” superou os US$ 700 milhões de arrecadação, rumando para o inevitável US$ 1 bilhão nos próximos dias. “Jumanji: Próxima Fase” também permaneceu na mesma posição, como o segundo filme mais assistido da América do Norte. A aventura, que estreia em 16 de janeiro no Brasil, mostrou ter fôlego em sua terceira semana em cartaz, fazendo respeitáveis US$ 35 milhões. Ao todo, o longa estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan já soma US$ 175,4 milhões no mercado doméstico e US$ 472 milhões mundiais. Com 95% de aprovação da crítica, “Adoráveis Mulheres” teve a melhor estreia do fim de semana em mais de um sentido. O drama de época dirigido por Greta Gerwig abriu em 3º lugar, com US$ 16 milhões, número que sobe para US$ 29 milhões com as pré-estreias. O lançamento no Brasil está marcado para 9 de janeiro. Já a animação “Um Espião Animal” agradou 72% da crítica, mas ficou apenas em 5º lugar, atrás do bilionário “Frozen 2” – que, por sinal, ultrapassou a bilheteria doméstica do primeiro filme ( saiba mais aqui). O faturamento de “Um Espião Animal” foi de apenas US$ 13,2 milhões, quantia desastrosa para uma produção orçada em estimados US$ 110 milhões. A maior parte dessa fortuna pagou o elenco de dubladores famosos, como Will Smith e Tom Holland, que nem sequer é aproveitado nas versões internacionais. O desenho que pode se tornar o primeiro fracasso da Blue Sky (logo após ser adquirida pela Disney) chega dublado em português aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 72M Total EUA e Canadá: US$ 361,7M Total Mundo: US$ 704,3M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 35,3M Total EUA e Canadá: US$ 175,4M Total Mundo: US$ 472M 3. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: US$ 23,9M Total Mundo: US$ 30,2M 4. Frozen 2 Fim de semana: US$ 16,4M Total EUA e Canadá: US$ 421,2M Total Mundo: US$ 1,2B 5. Um Espião Animal Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA e Canadá: US$ 22M Total Mundo: US$ 34,2M   6. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9,7M Total EUA e Canadá: US$ 110,2M Total Mundo: US$ 211,9M 7. Joias Brutas Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 20M Total Mundo: US$ 20M 8. Cats Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 17,8M Total Mundo: US$ 36,9M 9. Escândalo Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 15,6M Total Mundo: US$ 16M 10. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 16M Total Mundo: US$ 16M

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  • Série

    Star Wars: Diretor de Podres de Ricos quer fazer série de Rose Tico no Disney+

    27 de dezembro de 2019 /

    O cineasta Jon M. Chu, diretor de “G.I. Joe: Retaliação” (2013), “Truque de Mestre: O 2º Ato” (2016) e “Podres de Ricos” (2018), ofereceu-se para desenvolver uma série de Rose Tico, personagem de Kelly Marie Tran na nova trilogia “Star Wars”. Ele foi direto ao assunto num post curto publicado no Twitter: “Ok Disney+ (Disney Plus), me coloquem no comando. Vamos fazer essa série acontecer.” A mensagem também incluiu a hashtag #RoseTicoDeservedBetter (Rose Tico Merecia Mais), que os fãs de “Os Últimos Jedi” dispararam após o site Comic Book revelar que a personagem teve apenas 76 segundos de tela em “A Ascensão Skywalker” – filme de 2h20 de duração. Várias críticas de “A Ascensão Skywalker” também condenaram a decisão do diretor e roteirista J.J. Abrams de transformar Kelly Marie Tran em figurante, após a atriz sofrer bullying nas redes sociais de “fãs” contrariados com a escalação de mais uma mulher – e asiática, ainda por cima – na saga. Por este e outros motivos, o novo filme foi considerado “covarde” e um dos piores da franquia – com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, só não é pior que “A Ameaça Fantasma” (53% em 1999). Jon M. Chu é um dos grandes defensores da representatividade asiática em Hollywood. O sucesso de “Podres de Ricos”, estrelado apenas por atores asiáticos e descendentes, provou seu ponto de vista e lhe deu maior visibilidade. Seu próximo filme vai abordar imigrantes de outra etnia – latinos em Nova York. Trata-se do musical “Em um Bairro de Nova York”, que tem estreia marcada para 25 de junho no Brasil. Mas Chu também está envolvido em duas continuações de “Podres de Rico” e na filmagem do drama dos meninos tailandeses que ficaram presos numa caverna em 2018. Ok @disneyplus . Put me in coach. Let’s make this series happen. #RoseTicoDeservedBetter @starwars — Jon M. Chu (@jonmchu) December 27, 2019

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  • Série

    The Mandalorian: Jon Favreau anuncia previsão de estreia da 2ª temporada

    27 de dezembro de 2019 /

    O diretor Jon Favreau (“O Rei Leão”) aproveitou o final da 1ª temporada de “The Mandalorian”, que foi ao ar nesta sexta (27/12) na plataforma Disney+ (Disney Plus), para anunciar a previsão de estreia do segundo ano da produção. No Twitter, o cineasta revelou que os próximos episódios chegam ao streaming no outono norte-americano, ou seja, entre setembro e novembro de 2020. Veja abaixo. A série é o maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), lançada em novembro nos Estados Unidos e Canadá, graças à popularidade inesperada e viral de um de seus coadjuvantes: The Child (a criança), mais conhecido pelo nome dado pelos fãs, “Baby Yoda”. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” foi criada por Favreau, que curiosamente não dirigiu nenhum episódio, deixando a tarefa para Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard (que comandou “Han Solo: Uma História Star Wars”). Odisseia de um caçador de recompensas especial, a série combina perfeitamente tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, ao acompanhar o personagem do título, um nativo do planeta Mandalore – a terra natal de Boba Fett – , que se transforma em alvo dos colegas de profissão ao se recusar a cumprir uma missão contratada: entregar “Baby Yoda” para um representante decadente do antigo Império. O elenco destaca Pedro Pascal (“Narcos”) e seus dublês (entre eles, um neto de John Wayne) no papel-título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi, e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A expectativa é que a Disney+ (Disney Plus) chegue ao Brasil em 2020, provavelmente junto da 2ª temporada da série. Season 2 of #TheMandalorian coming Fall 2020 pic.twitter.com/8VQYLDMQ0V — Jon Favreau (@Jon_Favreau) December 27, 2019

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  • Série

    Lucas Grabeel volta a High School Musical em cena da nova série da Disney+ (Disney Plus)

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator Lucas Grabeel voltou ao universo de “High School Musical”, numa participação especial no novo projeto da franquia, “High School Musical: The Musical: The Series”, série do Disney+ (Disney Plus). A aparição foi antecipada pela divulgação de um vídeo da atração, que mostra seu número musical na íntegra. Veja abaixo. O intérprete de Ryan Evans na trilogia original do Disney Channel aparece como ele mesmo, durante um sonho da professora de teatro (Kate Reinders) da high school da série, ajudando-a a ganhar confiança para produzir a nova adaptação do musical. Durante a participação, Lucas canta e lembra seu papel famoso, citando até “We’re All in This Together”, um dos hits do telefilme original de 2006. Depois de “High School Musical”, o ator viveu Connor Kent (o Superboy) em “Smallville” e estrelou “Switched at Birth”, que durou 5 temporadas e mais de 100 episódios. Atualmente, tem feito dublagens para vários desenhos animados – vivendo, por exemplo, Jiku em “Elena de Avalor” e Pinky Malinky na série homônima. “High School Musical: The Musical: The Series” faz parte do catálogo de novidades exclusivas do Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que só chega ao Brasil em 2020. A crítica norte-americana considerou sua mistura de nostalgia e metalinguagem bastante criativa, merecendo 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Ryan Reynolds revela que Deadpool 3 já está em desenvolvimento

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator Ryan Reynolds revelou, durante sua participação na edição natalina do programa “Live with Kelly and Ryan”, que o terceiro filme do mercenário Deadpool está em produção. “Estamos trabalhando nisso neste momento, com o time todo”, comentou ele. “Estamos na Marvel agora. É como se fôssemos da primeira divisão, de repente. É meio louco”, começou a explicar, antes da apresentadora Kelly Ripa mudar de assunto sem aprofundar nada. O “time todo” deve significar que os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick estão de volta, e muito provavelmente também o diretor David Leitch, que assinou o segundo longa – e sua edição natalina, “Era uma Vez um Deadpool”. Como Reynolds ressaltou, “Deadpool 3” será o primeiro filme do herói produzido pela Marvel Studios, após a Disney comprar o estúdio 20th Century Fox, responsável pelos longas iniciais do personagem. Com isso, o mercenário falastrão poderá contracenar com outros heróis dos quadrinhos, além dos X-Men que apareceram anteriormente. A Disney ainda não anunciou uma data de estreia oficial para a produção, mas reservou várias datas de filmes misteriosos da Marvel (isto é, sem títulos divulgados) até 2023. Veja abaixo a entrevista completa.

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker faz US$ 500 milhões mundiais em uma semana

    26 de dezembro de 2019 /

    As críticas negativas não estão atrapalhando muito o desempenho nas bilheteria de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Ao completar a primeira semana em cartaz, o filme ultrapassou a marca dos US$ 500 milhões em todo o mundo. No mercado doméstico (EUA e Canadá), o longa dirigido por J. J. Abrams arrecadou US$ 259 milhões desde a estreia na última sexta (21/12), um número quase igual, US$ 258 milhões, ao obtido no mercado internacional desde quarta (19/12) passada, somando um total de US$ 517 milhões em sua primeira semana de exibição. O filme deve seguir a tendência dos lançamentos anteriores e superar US$ 1 bilhão de arrecadação, mas não deve chegar aos valores de “O Despertar da Força”, que obteve a maior bilheteria de toda a franquia, com US$ 2,06 bilhões. Também está atrás do desempenho de “Os Últimos Jedi”, que chegou aos US$ 500 milhões em cinco dias – e uma semana antes do Natal. A expectativa era que “Star Wars: A Ascensão Skywalker” superasse, senão os dois filmes anteriores, pelo menos “Os Últimos Jedi”, que fez US$ 1,3 bilhão mundial. O fato de encerrar a trilogia e, mais que isso, a saga espacial iniciada em 1977, animava apostas de recordes, que não vieram. O filme acabou tendo uma das avaliações mais negativas de toda a franquia, com apenas 55% de aprovação (medíocre) no site Rotten Tomatoes – ou seja, foi considerado 2% melhor que o pior filme da saga, “A Ameaça Fantasma”, de 1999.

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  • Filme

    Rede de ingressos indica que Mulher-Maravilha 1984 é o filme mais esperado de 2020

    26 de dezembro de 2019 /

    Uma pesquisa da Atom Tickets, a segunda maior rede de ingressos online dos Estados Unidos, revelou que “Mulher-Maravilha 1984” é o filme mais esperado de 2020. O lançamento está marcado para junho e será o segundo filme da DC no ano, logo após “Aves de Rapina”, que estreia já em fevereiro. Mas este longa, que marca a volta da Arlequina, ficou fora do Top 5. De acordo com a empresa, outro filme de super-heroína, “Viúva Negra”, da Marvel, ocupa o 2º lugar. O resto do Top 5 inclui, em ordem decrescente, “007: Sem Tempo para Morrer”, “Velozes e Furiosos 9” e o remake live-action de “Mulan”.

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  • Filme

    Beijo lésbico de Star Wars: A Ascensão Skywalker é censurado em Singapura e Emirados Árabes

    25 de dezembro de 2019 /

    A cena em que duas personagens secundárias femininas aparecem se beijando em “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi censurada nos cinemas de Singapura e nos Emirados Árabes. No trecho eliminado, o beijo surge em meio a uma comemoração coletiva e dura poucos segundos. A BBC apurou que a cena foi cortada para que o filme pudesse ter classificação indicativa de 13 anos em Singapura e ser lançado nos Emirados Árabes, onde o homossexualismo é considerado crime. “Foi omitida uma cena breve que, segundo as diretrizes de classificação de filmes, exigiria uma classificação mais alta”, disse um porta-voz do Departamento de Desenvolvimento de Mídia de Singapura. Filmes com cenas LGBTQIA+ costumam receber classificação etária para 21 anos no país, como a comédia romântica adolescente “Com Amor, Simon” (2018), exibida para maiores de 12 anos no Brasil. Os dois países estão entre os mais conservadores do mundo. Enquanto em Singapura é proibido o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em Dubai, nos Emirados Árabes, a pena para relacionamentos homossexuais chega a 14 anos de detenção. Curiosamente, a China, que costuma cortar cenas de afeto LGBTQIA+ no cinema, não viu nada demais no beijo lésbico de “Star Wars”, permitindo sua exibição sem cortes no país.

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  • Série

    Falcão e o Soldado Invernal: Paparazzi flagram bastidores de cena de ação da série inédita

    24 de dezembro de 2019 /

    A primeira cena de ação da série “Falcão e o Soldado Invernal”, da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), foi conhecida durante gravações ao ar livre nas ruas de Atlanta, nos Estados Unidos. Os paparazzi do site Just Jared fotografaram os astros Sebastian Stan (Bucky Barnes) e Anthony Mackie (Sam Wilson) na noite de segunda (23/12), em meio a correrias e lutas, e também registraram as presenças de Daniel Bruhl (Barão Zemo) e Emily VanCamp (Sharon Carter). Continuação direta do filme “Vingadores: Ultimato”, a série vai girar em torno do legado do Capitão América. Segundo o chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, a decisão de Steve Rogers de entregar seu escudo para o Falcão no final de “Vingadores: Ultimato” movimenta a trama. “A série inteira é sobre isso, sobre o Capitão entregando o escudo para Sam Wilson no final daquele filme”, explicou Feige, durante CCXP 2019. “E a questão é: o que ele [Sam] faz em seguida? É uma grande responsabilidade”. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, vai incluir um novo personagem na disputa do legado do Capitão América. Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, viverá John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A série também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A previsão de lançamento na Disney+ (Disney Plus) é para o segundo semestre de 2020.

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  • Etc,  Filme

    Ativistas de Hong Kong realizam boicote bem-sucedido ao filme chinês Ip Man 4

    24 de dezembro de 2019 /

    Ativistas pró-democracia em Hong Kong organizaram um boicote ao filme de artes marciais “Ip Man 4: The Finale”, que encerra a franquia “O Grande Mestre” (Ip Man), para protestar contra postura pró-Pequim do produtor Raymond Wong e das estrelas Donnie Yen e Danny Chan. A quarta parte da bem-sucedida franquia quebrou recordes de bilheteria na China, Taiwan e Cingapura. Mas, em Hong Kong, faturou apenas US$ 660 mil em sua estreia no fim de semana passado, atrás de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (que fracassou na China). Para desencorajar o público a assistir ao filme, os ativista encontraram uma forma criativa de manifestação, que troca piquetes por publicações de spoilers do filme nas redes sociais e cartazes em pontos estratégicos com a hashtag #BoycottIpMan4. O boicote foi organizado por usuários do fórum LIHKG, o similar local do Reddit, que tem sido um dos centros estratégicos do movimento pró-democracia de Hong Kong, iniciado em junho e enfrentado de forma dura pelas forças policiais. A ação faz parte da iniciativa popular “círculo econômico amarelo”, que começou a ganhar força nos últimos meses, com o objetivo de valorizar restaurantes, lojas e marcas que apoiam o movimento e prejudicar estabelecimentos “azuis” ou pró-China. Mapas e guias de “restaurantes/lojas amarelos” foram elaborados para incentivar o apoio de cidadãos de Hong Kong aos empreendedores democráticos. Raymond Wong tem notória posição pró-China, tendo organizado um fundo para uma organização contrária a movimentos por democracia em 2014 e criticado publicamente a vitória do drama politizado “Ten Years” no Hong Kong Film Awards em 2015, chamando a consagração do filme na cerimônia de “um grande erro” e “uma piada”. Donnie Yen, que interpreta o personagem-título da franquia, mostrou sua posição política ao subir ao palco e cantar com o líder chinês Xi Jinping em uma festa de gala comemorativa do 20º aniversário da reincorporação de Hong Kong à China continental, em 2017, além de ter feito uma declaração no início deste ano reafirmando a importância da “determinação da pátria”. E Danny Chan, que interpreta Bruce Lee no final da saga (Ip Man foi o mestre de Bruce Lee na vida real), tem apoiado abertamente a polícia de Hong Kong, postando nas mídias sociais que a polícia não deve “pegar leve com nenhum [manifestante]” nem “deixar ninguém escapar”. O produtor veterano Wong inaugurou a franquia “Ip Man” em 2008, fazendo de Yen uma estrela e abrindo caminho para seu envolvimento em superproduções de Hollywood, incluindo o spin-off de “Star Wars”, “Rogue One”, e o vindouro remake live-action de “Mulan”. “Mulan”, por sinal, deve se tornar o próximo alvo de boicote na região. Além de contar com Yen em papel importante, a intérprete da personagem-título, Liu Yifei, expressou apoio à repressão do movimento democrático. A atriz, que também é conhecida como Crystal Liu, usou a plataforma Weibo para dizer que “apoia os policiais” que estão reprimindo brutalmente as manifestações e que as críticas à repressão são “uma vergonha para Hong Kong”. Entretanto, a questão não é assim tão simples. A China é um país totalitário. Muitos confundem a liberdade econômica que tornou o gigante asiático numa potência comercial com a chegada de uma suposta democracia à região, mas a ditadura comunista continua no poder. E sua capacidade de retaliação lembra pesadelos stalinistas, com artistas sendo presos na calada da noite apenas por criticarem o governo ou por agirem de forma a contrariar os princípios do partido. Vale lembrar do sumiço forçado da atriz Fan Bingbing, que foi levada a lugar desconhecido e “pressionada” por cerca de quatro meses para confessar supostos crimes de sonegação de impostos, sendo liberada apenas após “pedir perdão” ao povo chinês pela mesma Weibo e assumir a culpa pelo que o governo a acusava. Neste ano, também veio à tona a notícia de que a China estava obrigando todos seus estúdios e artistas a boicotar a mais tradicional premiação do cinema da região, porque ela é realizada em Taiwan, que, como Hong Kong, rebela-se contra o poder central. Se algum artista chinês participasse ou simplesmente fosse premiado no Golden Horse Awards 2019, que aconteceu em novembro, ficaria proibido de trabalhar no país. Ninguém se rebelou e apenas participantes de Taiwan, Malásia e Singapura concorreram ao chamado “Oscar chinês” deste ano.

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  • Filme

    Ascenção Skywalker é fanfic que enfraquece a Força da saga Star Wars

    23 de dezembro de 2019 /

    No belíssimo plano final de “Os Últimos Jedi”, o diretor Rian Johnson estabelecia três pontos muito claros: a Força não era mais apenas exclusiva de uma família, mas sim estava em toda a galáxia, em todas as pessoas – isso, por si só, definia que qualquer pessoa poderia almejar se tornar um herói. O segundo ponto era de que a esperança havia retornado à galáxia, visto que o sacrifício de Luke Skywalker o transformara em uma lenda ainda maior, o homem capaz de reconhecer seus erros e usá-los a seu favor. O terceiro, e talvez principal ponto, era o de que a saga apontava finalmente para o futuro: o olhar do garoto para um espaço infinito abria também infinitas possibilidades de avanço. O recado era claro: vamos deixar o passado para trás. Deixar de viver eternamente presos a um nome, mas acreditar em uma ideia, em um ideal, em um futuro brilhante no qual todos podemos fazer a nossa parte. Pois é. Pena que nem tudo é perfeito. A ousadia e a coragem de Rian Johson foram vistas por uma pequena – mas barulhenta – parte dos fãs de “Star Wars” como uma heresia. Muitos foram – e ainda são – incapazes de aceitar que Luke Skywalker talvez não fosse o mesmo personagem de 35 anos atrás. Afinal, quem muda em 35 anos?? Como era possível que o herói idealizado por décadas de repente se tornasse um velho ermitão ranzinza que em determinado momento da vida cometeu uma falha que o maculou para sempre (vale aqui lembrar que a ideia de que Luke fosse um sujeito isolado a la Coronel Kurtz veio de ninguém menos que George Lucas)? Como era possível que uma garota qualquer tivesse familiaridade com a Força? Como era possível que o Snoke morresse daquela forma sem sabermos mais sobre ele (um personagem cujo hype foi criado única e exclusivamente pelos fãs)? Tudo isso, alinhado a uma necessidade quase infantil de atender expectativas fez com que J.J Abrams – que havia feito um trabalho dos mais consistentes em “O Despertar da Força”, mesmo remakeando sem firulas o “Episódio IV” – transformasse este “A Ascensão Skywalker” em uma salada indigesta de fan service mesclada com uma trama digna de fanfic com a pior inspiração possível. Desta vez, a história começa com o retorno[!] do Imperador Palpatine, que aparentemente está fazendo um podcast em algum lugar da galáxia e avisando que construiu em segredo ao longo dos últimos 35 anos uma esquadra maligna com centenas de naves para dominar a galáxia. Sim, é isso mesmo. Os rebeldes, cientes dessa ameaça, precisam ir para um lugar achar uma adaga que precisa ser traduzida em outro lugar para que esta indique outro lugar onde estará o sinalizador que indicará o lugar onde está Palpatine. Ou algo assim. Nesse meio tempo, Kylo Ren é orientado por Palpatine a destruir Rey por motivos de ‘porque sim’ mas que no fundo não é bem isso porque ele tem outros planos para a garota. Este roteiro é de J.J escrito em parceria com Chris Terrio, o cara por trás de “Batman v Superman”. O que diz muita coisa. Nitidamente com o objetivo de disfarçar a fragilidade dessa história, J.J. faz uma escolha criativa que se mostra fatal para a trama, criando um filme acelerado, com uma montagem que parece saída de alguma obra de Michael Bay. Não há tempo para que o espectador possa apreciar ou mesmo ser tocado por certas passagens. Nem mesmo os money shots são aproveitados. Pra piorar, o filme usa um recurso vagabundo de morre/não morre várias vezes, o que enfraquece completamente o envolvimento do espectador, tanto que na hora da morte real de uma personagem realmente importante, esta acaba não tendo o menor impacto. As sequências de ação são eficientes, como sempre, mas não há sequer UM momento capaz de maravilhar o público, seja por conta de obviedade de suas escolhas (há um momento em que só faltou Lando Calrissian dizer “on your left” para Poe Dameron) como por uma mis en scène trôpega (como na sequência do sequestro de Chewbacca, em que todo mundo parece perder a visão periférica) e a completa falta de criatividade na criação de novos mundo (sim, temos novamente uma floresta, um deserto e um oceano). Nem mesmo o humor funcional de J.J. dá certo aqui, com C3-PO fazendo o possível para dar um mínimo de alma a essa obra planejada por comitê. A decisão de “esquecer” o que havia sido estabelecido em “Os Últimos Jedi” afeta o próprio desenvolvimento do trio principal de heróis [aqui vamos entrar na área de SPOILERS]. Se no último filme Rey havia finalmente se livrado do peso do passado ao descobrir que seus pais não eram ninguém e estava finalmente pronta para desenvolver seus dons naturais da Força, aqui J.J. dá uma marcha a ré indigna e a coloca como NETA de Palpatine – deixando pelo menos felizes todos os que a acusavam de ser uma Mary Sue, algo que nunca ninguém questionou em Anakin ou Luke. Na visão de Rian Johnson, qualquer pessoa pode ser um herói. Na de J.J. não, apenas quem for descendente de UMA única família. Finn, do mesmo modo, retorna ao seu personagem em busca de um caminho do primeiro filme. Se em “Os Últimos Jedi” ele havia finalmente compreendido – sim, lá em Canto Bight – que sua luta deveria ser em prol de um bem maior e não apenas “cadê a Rey”, aqui ele volta a ser o cara que passa o filme inteiro atrás da Rey. Já Poe Dameron, que, pelo sacrifício da General Holdo, finalmente compreendera a força e a necessidade de uma liderança carismática, aqui volta a ser o aventureiro engraçadão – e o filme ainda inventa um link com Han Solo ao informar aleatoriamente que ele havia sido um contrabandista no passado. Pelo menos, mas pelo menos, Kylo Ren consegue finalizar seu arco de forma digna, ainda que obviamente dentro das expectativas. Nada porém bate a covardia feita com a atriz Kelly Marie Tran e sua personagem Rose Tico, que aqui vira uma coadjuvante irrelevante com menos falas do que Greg Gunberg, amigão de J.J. O mesmo pode ser dito do General Hux, presenteado com um plot twist (mais um) vergonhoso. Maz Kanata (o dinheiro mais fácil ganho por Lupita N´yongo esse ano) entra apenas para explicar ao público o que está acontecendo – “Veja, Leia vai se conectar com seu filho, isso vai sugar toda sua energia vital”… Carrie Fischer, por sua vez, é inserida no filme com sobras de sua participação nos dois filmes anteriores, o que soa tristemente artificial, pois é nítido que os diálogos são adaptados para suas respostas – que na maioria das vezes, porém, não correspondem ao que está sendo conversado. Com truques baratos e soluções facilitadas para os protagonistas (como o fato deles caírem numa areia movediça que – nossa, olha só – leva eles diretamente para o objeto que estão procurando), “A Ascensão Skywalker” poderia se redimir por conta de uma conclusão poderosa – caso de “Retorno de Jedi”, um filme medíocre em seus dois terços iniciais mas com uma conclusão antológica. Nem isso. J.J. cria um clímax que parece saído de alguma produção genérica, que chupa – conscientemente ou não – momentos recentes de “Vingadores: Ultimato” (não falta nem um “Eu sou …. todos os Jedi”), o famigerado raio azul da morte de 90% dos filmes de ação desta década e uma conclusão basicamente igual a de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II”. E nem vamos citar aqui a claque de personagens obscuros que fica observando tudo isso em uma arena sem iluminação e sem noção de espaço, dando a impressão de que Palpatine passou os últimos 30 anos criando uma armada invencível e clones para ficarem aplaudindo seus gritos de vilão de terceira. Há momentos emocionantes? Sim, há. Confesso que chorei duas ou três vezes ao longo do filme – ver Chewbacca finalmente ganhar a sua medalha é um fan service muito bacana. A conclusão, em que heróis confraternizam por sua vitória emociona, mas fica claro que essa emoção não vem por causa deste filme em especial, mas por toda a conexão estabelecida há anos pelo público com a saga. O plano final, ainda que lindo, é tão evidente que qualquer pessoa poderia imaginá-lo assim que o filme começa. Talvez seja este o grande problema de “Ascensão Skywalker”: com medo de desagradar o público, J.J. entrega um filme sem surpresas, sem imaginação, com plot twists que variam entre vergonhosos e inconsequentes e com um triste retrocesso nas possibilidades estabelecidas por Rian Johnson no filme anterior. Não é o pior filme de “Star Wars”. “Ataque dos Clones”, “Ameaça Fantasma” e “Han Solo” ainda tem seu lugar cativo. Não é um filme chato ou entediante. Há aqui e ali muito da magia que fez e faz “Star Wars” ser uma das sagas mais amadas de todos os tempos. Mas é triste perceber que a equipe criativa por trás deste novo filme pareceu muito mais preocupada em não ofender um público sensível do que em avançar a história, olhar para a frente. “Star Wars” – ou pelo menos esta saga – termina com um gosto amargo, em um filme que no afã de agradar todo mundo, acabou virando uma obra sem um pingo de personalidade, incapaz de reconhecer seus próprios erros e aprender com eles. Algo que até um personagem fictício como Luke Skywalker aprendeu.

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  • Série

    Loki: Tom Hiddleston informa que preparação da série já começou

    22 de dezembro de 2019 /

    Tom Hiddleston foi às redes sociais revelar que a série “Loki” iniciou sua pré-produção. O ator compartilhou uma foto em que aparece sentado numa mesa ao lado do “Time Loki”, a equipe criativa da atração. “Preparação começou oficialmente! Vejo vocês no ano novo”, ele escreveu na legenda. Entre as pessoas a seu redor na imagem, estão a diretora Kate Herron (da série “Sex Education”) e o produtor Kevin R. Wright (que trabalha nos filmes da Marvel desde 2016). “Loki” vai trazer Hiddleston de volta ao papel-título, como o vilão favorito dos filmes da Marvel, e até agora só confirmou mais uma atriz no elenco: Sophia Di Martino (do filme “Yesterday”). A série tem previsão de estreia para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus) e, segundo o presidente do estúdio, Kevin Feige, terá ligação com o próximo filme do “Doutor Estranho”. Ver essa foto no Instagram Team Loki. Prep has officially begun! See you in the New Year. @herronthatkate @kevinrwright #Loki Uma publicação compartilhada por Tom Hiddleston (@twhiddleston) em 21 de Dez, 2019 às 9:52 PST

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  • Filme

    Star Wars: A Ascensão Skywalker estreia com pior bilheteria da nova trilogia

    22 de dezembro de 2019 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” cumpriu a expectativa de uma bilheteria arrasadora em sua estreia no fim de semana. Entretanto, as críticas negativas que o longa recebeu ajudaram a diminuir o impacto vislumbrado pelo mercado. Na famosa metáfora do copo, ele está definitivamente mais cheio que vazio, mas poderia ter transbordado. A arrecadação de US$ 175,5 milhões passa longe de ser considerada irrisória. Afinal, é a terceira maior bilheteria de estreia já registrada no mês de dezembro na América do Norte. O detalhe é que as duas maiores foram “O Despertar da Força” (US$ 248 milhões em 2015) e “Os Últimos Jedi” (US$ 220 milhões em 2017). E isto torna “A Ascensão Skywalker” a pior bilheteria de estreia da nova trilogia – e a única a não largar com mais de US$ 200 milhões. Antes das críticas serem publicadas, a expectativa era que “A Ascensão Skywalker” faturasse US$ 215 milhões… O filme chegou a decepcionar em alguns mercados, como a China, onde a franquia nunca teve força – devido à falta de lançamento da trilogia original. Foram apenas US$ 12,6 milhões nos cinemas chineses. Com isso, o lançamento simultâneo em 52 países rendeu US$ 198 milhões, diante de uma projeção de até US$ 250 milhões. Também foi a menor abertura internacional da trilogia. Somando tudo, “A Ascensão Skywalker” atingiu US$ 373,5 milhões mundiais. Outras comparações negativas dentro da saga ficaram por conta das avaliações da crítica (57% – pior aprovação da trilogia e a segunda mais baixa de toda a franquia) e do público (B+ no CinemaScore, primeiro “Star Wars” a receber menos que a nota A). O Top 3 norte-americano se completou com “Jumanji: Próxima Fase”, que foi líder na semana passada, e “Frozen 2”, que está atualmente com US$ 1,1 bilhão mundiais, ainda atrás do primeiro filme e do recorde de “O Rei Leão” em arrecadação de animação. Já o outro grande lançamento da semana, “Cats”, foi um fracasso completo. Pode-se dizer que também cumpriu expectativas, diante das críticas mais viscerais do ano. “A pior coisa que aconteceu com gatos desde os cachorros” fez apenas US$ 6,6 milhões em seu estreia na América do Norte, abrindo em 4º lugar e gerando grande crise contábil, como fonte de prejuízo financeiro milionário para o estúdio Universal. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 175,5M Total EUA e Canadá: US$ 175,5M Total Mundo: US$ 373,5M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 26,1M Total EUA e Canadá: US$ 101,9M Total Mundo: US$ 311,9M 3. Frozen 2 Fim de semana: US$ 12,3M Total EUA e Canadá: US$ 386,5M Total Mundo: US$ 1,1B 4. Cats Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ 10,9M 5. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 89,5M Total Mundo: US$ 185,5M   6. Escândalo Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 5,4M Total Mundo: US$ 5,4M 7. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 9,5M Total Mundo: US$ 9,5M 8. Queen & Slim Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,5M Total Mundo: US$ 36,5M 9. Natal Sangrento Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 13,3M 10. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 101,9M Total Mundo: US$ 192,9M

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