High Fidelity: Série baseada em Alta Fidelidade ganha primeiro trailer e data de estreia
A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer, fotos e a data de estreia de “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Estrelada por Zoe Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a série troca o sexo e a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantém a premissa. Na trama, a atriz vive a fã de música definitiva, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. A prévia da série sugere que esse artifício foi preservado. Mesmo com várias mudanças, não dá para questionar a escalação de Zoe Kravitz no papel de enciclopédia ambulante do rock, já que ela tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de Zoë Kravitz, a atriz Lisa Bonnet, viveu a ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, que encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” será a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também inclui David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Originalmente produzida para a Disney+ (Disney Plus), a série passou para a Hulu devido ao contexto adulto, que traz diversas situações sexuais e uma protagonista que, numa das montagens do vídeo, revela-se bissexual. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.
James Cameron tem “certeza” que Avatar retomará recorde de maior bilheteria do mundo
James Cameron acredita que a perda do recorde de maior bilheteria do mundo, que por uma década pertenceu a seu filme “Avatar” (2009), vai ser revertida. Em entrevista ao jornal USA Today, o diretor disse que a disputa com o novo recordista, “Vingadores: Ultimato”, ainda não acabou, revelando planos para um relançamento do filme nos cinemas, em antecipação à estreia de sua aguardada continuação em 2021. Questionado se o relançamento pode levar “Avatar” novamente ao topo da lista, ele nem titubeou: “Acho que isso é uma certeza”. Em seguida, jogou panos quentes na competição. “Mas vamos deixar este momento para ‘Ultimato’ e celebrar que pessoas ainda vão ao cinema”. “Vingadores: Ultimato” estabeleceu seu recorde ao acumular US$ 2.79 bilhões, superando “Avatar” em cerca de US$ 10 milhões apenas. Um relançamento bem marketado pode, realmente, pender novamente a balança para o lado do filme de Cameron. Na ocasião da quebra do recorde, em julho passado, o cineasta foi bastante elegante, parabenizando a Marvel pela façanha. Em mensagem postada no Twitter oficial da franquia “Avatar”, ele parabenizou “Vingadores: Ultimato” “por se tornar o novo rei da bilheteria”. Após a venda da Fox, os filmes do diretor agora fazem parte da mesma companhia que produziu “Vingadores: Ultimato” – a Disney. O diretor atualmente trabalha em novas sequências de “Avatar”, com participação de quase todo o elenco original do primeiro filme. A programação da Disney prevê lançar um novo “Avatar” a cada dois anos, até 2027.
Star Wars: Censura chinesa não vê importância em beijo LGBTQIA+ de A Ascensão Skywalker
A Disney não precisou aplicar truques mentais de Jedi nos censores de cinema da China, para que o filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker” fosse aprovado sem cortes para o mercado aquele país. Após cortar cenas de afeto LGBTQIA+ até nas cinebiografias “Bohemian Rhapsody” e “Rocketman”, sobre artistas assumidamente gays, os censores de Pequim não viram nada demais no beijo ligeiro e pouco destacado de duas personagens femininas secundárias da produção. O público das pré-estreias do filme, exibidas na noite de quarta (18/12) em Pequim e Xangai, relataram que o momento foi mantido. Vale lembrar que filmes de temas assumidamente gays têm sido proibidos no país. E não é incomum que filmes de ficção científica sejam lançados com cortes no país. O beijo homossexual de Michael Fassbender foi cortado de “Alien: Covenant” em 2017, por exemplo. Por outro lado, o “momento gay” da fábula “A Bela e a Fera”, foi exibido sem cortes ou “avisos aos pais”. As autoridades do país chegaram até a chamar a atenção para sua tolerância nesse caso, com o porta-voz do Partido Comunista Chinês twittando na época: “Polêmico momento gay mantido no ‘A Bela e a Fera’ da Disney. O filme lançado em 17 de março na China não requer orientação para público menor de idade”. Os segundos LGBTQIA+ de “A Ascenção de Skywalker” acontecem perto do final do filme, quando duas integrantes da Resistência compartilham um beijo durante uma sequência de comemoração. Elas são personagens secundárias e não aparecem muito no filme. O fato de os censores chineses não se incomodarem com isso reforça o tom negativo de algumas críticas ao longa nos Estados Unidos, onde ele foi chamado de covarde por ousar tão pouco. O jornal Los Angeles Times enumerou a cena do beijo em sua lista de problemas da produção, considerando-a “uma migalha para os fãs que esperavam que a química entre Poe e Finn seria algo além de uma amizade”. Os fãs da saga especulavam desde “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) a possibilidade de um casal formado por Poe Dameron (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega), o que acabou não acontecendo. Segundo o diretor J.J. Abrams, a admiração entre eles é platônica. Ou seja, não sai do armário. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia nesta quinta (19/12) no Brasil.
Star Wars: A Ascensão Skywalker registra primeiro beijo LGBTQIA+ da saga
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” tornou-se o primeiro filme da saga a contar com um beijo entre personagens do mesmo sexo. Mas não há spoilers nessa revelação. O beijo é trocado entre duas integrantes da Resistência, personagens secundárias, em um momento de comemoração. A cena é tão rápida, que pode passar batida por quem piscar no momento em que acontece sua projeção. O diretor J.J. Abrams já havia adiantado, em entrevista à revista Variety, que acenaria a uma representação mais diversa no longa. “No caso da comunidade LGBTQ, foi importante para mim que as pessoas que assistem ao filme se sintam representadas”, ele afirmou. Entretanto, a repercussão da cena não aconteceu exatamente como Abrams e a Disney poderiam esperar. E não devido a uma suposta reação dos grupos reacionários de extrema direita que já tinham atacado a nova trilogia por ter muitas mulheres. Algumas das críticas publicadas sobre o filme consideraram a atitude de incluir o beijo hipócrita e até covarde. O jornal Los Angeles Times enumerou a cena em sua lista de problemas da produção, considerando-a “uma migalha para os fãs que esperavam que a química entre Poe e Finn seria algo além de uma amizade”. Os fãs da saga especulavam desde “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) a possibilidade de um casal formado por Poe Dameron (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega), o que acabou não acontecendo. Segundo Abrams, a admiração entre eles é platônica. Ou seja, não sai do armário. “Aquele relacionamento, para mim, é muito mais profundo que uma relação romântica”, disse. “Os dois têm um laço profundo (…) por causa do desejo de serem tão íntimos quanto são, tão inseguros quanto são, mas ainda serem corajosos e bravos”, acrescentou. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia nesta quinta (19/12) no Brasil.
Críticas revelam que A Ascensão de Skywalker é um dos piores filmes da saga Star Wars
As primeiras reações divisivas à première de “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” refletiram-se nas primeiras críticas publicadas em inglês a respeito do filme. Enquanto alguns textos refletiram grande empolgação com o desfecho da saga, a maioria reprovou o resultado com frustração. O que variou foi o tamanho da decepção. A polarização fez o filme entrar no Rotten Tomatoes nesta quarta (18/12), dia em que o embargo foi levantado, com uma média de somente 53% de aprovação. Ao longo do dia, o resultado melhorou um pouco, chegando a 57% após 156 resenhas avaliadas. Trata-se da pior avaliação da nova trilogia, bem distante dos 93% de “O Despertar da Força” e os 91% de “Os Últimos Jedi”. Considerando toda a saga, supera apenas os 53% de “A Ameaça Fantasma”, de 1999, que até os fãs consideram o pior filme desse universo. Entretanto, a aprovação cai ainda mais entre os “críticos top”, subdivisão do Rotten Tomatoes dedicada à imprensa tradicional (sem os blogues geeks), atingindo 49%, abaixo da linha da mediocridade. Os principais veículos da imprensa americana e britânica foram unânimes em considerar o filme decepcionante em muitos sentidos, falando em covardia, ao evitar tópicos que precisariam ser abordados, falta de criatividade para surpreender o público e amadorismo narrativo, por repetir temas já vistos, com idas e vindas que não levam a nada. O resultado seria um filme de comitê, uma obra criada para vender brinquedos, que recicla ideias antigas da saga e termina como “um conglomerada sem vida”. O jornal Los Angeles Times enumerou a lista de problemas que fazem a produção ser considerada covarde. “O problema não é só a sucessão de reviravoltas baratas que ameaçam mudar o que pensamos sobre os personagens, mas que depois voltam atrás, pintando um retrato otimista da realidade. O problema não é só o quanto eles deixaram Rose Tico (Kelly Marie Tran) de lado após os ataques racistas contra ela em ‘Os Últimos Jedi’. O problema não é só a cena muito rápida em que aparecem duas mulheres de beijando – uma migalha para os fãs que esperavam que a química entre Poe e Finn seria algo além de uma amizade. O problema é que todas essas escolhas nos revelam as sensibilidades conflitantes que moldaram este filme, e moldarão a saga ‘Star Wars’ a partir dele”. A rede britânica BBC disse que ele é simplesmente desnecessário, por repetir o que já tinha sido feito nos anos 1980. “Assim como os filmes anteriores da nova trilogia, este ‘A Ascensão Skywalker’ caminha por território familiar ao repetir ‘O Retorno de Jedi’. O problema é que ‘O Retorno de Jedi’ era uma conclusão perfeita para a saga ‘Star Wars’, finalizando tudo o que precisava ser finalizado. Tudo o que este novo filme faz é repetir esse feito, respondendo às mesmas perguntas e revisitando os mesmos temas. É algo tão constrangedor quanto aquele momento em que você topa com um velho amigo por acidente, logo depois de ter se despedido dele”. A revista Time Out considerou o filme um grande retrocesso. “‘A Ascensão Skywalker’ marca o retorno de uma penosa aridez, do tipo que o próprio George Lucas imprimiu em sua segunda trilogia. É um filme cheio de tramas circulares, intrigas imperiais e heroísmo barato. [Em comparação a ‘Os Últimos Jedi’], é como um recuo enorme, e só os fãs mais leais vão gostar de ver isso”. A revista Entertainment Weekly foi além, ao considerar que “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” nem sequer é um filme, mais um pedaço de conglomerado sem vida. “Sempre houve um pouco de cinismo nos filmes de J.J. Abrams para as sagas Star [Trek e Wars], que injetam adrenalina na cultura pop de sua juventude e evitam qualquer material original ou imaginativo. Agora, ele está procurando por coisas que ainda não conseguiu replicar – uma montagem de ‘A Ascensão Skywalker’ imita aquela incluída em ‘O Retorno de Jedi’ em sua edição especial de 1997. Precisamos de um novo nome para este hábito de transformar uma grande franquia em um conglomerado sem vida. ‘A Ascensão Skywalker’ não é um final, uma sequência ou um reboot. É um zumbi”. A revista Time seguiu a mesma linha de raciocínio, apontando que o filme é previsível, covarde e totalmente artificial. “Em sua ansiedade de não ofender, resultou mais como fanfiction que a criação de cineastas profissionais autênticos. Um robô seria capaz de conceber um filme mais surpreendente”. De modo sintomático, mesmo os que aprovaram, lançaram ressalvas. Como o site The Wrap, que considerou o filme “uma máquina bem-azeitada”. “Para muitos públicos – os fãs de ‘Star Wars’ entre eles – a devoção do diretor J.J. Abrams em entregar exatamente o que eles esperam será o bastante”. Ou o jornal britânico The Guardian, para quem o “filme é montado com um quebra-cabeça, com uma série de pontos de conclusão que parecem inevitáveis e perfeitos, e concebidos para agradar a todas, contanto que ninguém questione muito sua lógica”. Para completar o viés do “copo meio cheio”, o jornal britânico London Evening Standard apresentou uma boa síntese do que o público pode esperar. “‘Star Wars IX’ pode ser imperfeito, mas oferece aos caçadores de nostalgia a odisseia espacial de seus sonhos”. “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” estreia nesta quinta (19/12) nos cinemas brasileiros.
Primeiras impressões de Star Wars: A Ascensão de Skywalker vão do elogio rasgado à decepção
“Star Wars: A Ascensão de Skywalker” vai estrear nos cinemas em dois dias. Mas onde estão as críticas? Continuam embargadas – isto é, proibidas de serem publicadas pela Disney. Fãs poderiam considerar a medida um excesso de cuidado para impedir a revelação de spoilers. Entretanto, o longa teve première mundial na noite de segunda (17/12) e as primeiras impressões começaram a achegar às redes sociais. Os elogios rasgados dominam, como costuma acontecer nesses filmes-evento. Mas o hype absurdo, gerado pelo marketing do filme, também criou expectativas impossíveis de serem atendidas, rendendo alguma decepção com a conclusão da saga. Anthony Breznican, da revista Vanity Fair, puxou o coro dos contentes. “Quando as pessoas falam em ‘Star Wars’, elas falam sobre suas infâncias. Suas melhores memórias. As pessoas com que elas amaram e dividiram ela. ‘A Ascensão de Skywalker’ traz de volta todos esses sentimentos e mais. Eu amei”, afirmou. Clayton Sandell, da rede ABC, também acha que o filme “entrega o que promete”. “Tanta coisa acontece neste filme que torna difícil entender algumas coias. Mas acerta seu final épico. E como acerta. J.J. Abrams e sua equipe mataram à pau. E deram uma nova apreciação para ‘O Último Jedi’ no processo. Por favor, evitem spoilers!” Eric Davis, da Fandango, resumiu como “Épico. Cada segundo”. E completou: “‘A Ascensão de Skywalker’ é um final emocionante cheio de coisas demais. Ação, aventura… respostas! Humor, coração, amor e sujeira. Eu passei toda a segunda metade do filme com lágrimas nos olhos – é uma forma emocional de terminar a história ‘Skywalker’. E teve até gente passando mal. Peter Sciretta, fundador do Slashfilm, disse que “J.J. Abrams matou à pau. Ele foi capaz de trazer um arco coesivo a esta trilogia, que parece com um final adequado para a saga completo. Me sinto emocionalmente drenado. Fãs de ‘Star Wars’ ficarão muito felizes”. Dan Casey, do site Nerdist, disse o mesmo com um simples “Uau”. Mas nem todos saíram felizes da sessão. “Tem coisas boas em ‘Star Wars: A Ascensão de Skywalker’. Mas tem mais que é frustrante. Tem um número de escolhas que não se sustentam, fan service que não funciona e detalhes ignorados que fazem falta. Estou chateado”, disse o crítico Eric Eisenberg, do site CinemaBlend. “Tem muita coisa que eu gosto e algumas que eu adoro, mas meus sentimentos em geral são mistos. Parecia uma desculpa por ‘Os Últimos Jedi’ em algumas cenas e uma sequência de ‘Despertar da Força’ em outas, o que eu achei frustrante”, escreveu a jornalista Terri Schwartz, do site IGN. “Eu ainda estou processando meus pensamentos em relação ao ‘Ascensão de Skywalker’. Em geral eu diria que gostei, mas tenho grandes problemas com o filme. Não posso dizer que amei, mas ainda tem muita coisa pra desembrulhar”, opinou Jim Vejvoda, também do IGN. “‘Star Wars: A Ascensão de Skywalker’ é certamente o mais complicado ‘Star Wars’ de todos. Há muito para se gostar, mas a primeira parte é tão arrastada com explicações e novo enredo e faróis e transmissores, que parece que deveriam ser três filmes só dele… Melhora. E Lando arrasa. Mas há tanta trama que o filme parece corrido. E a parte do Imperador é esquisita demais”. E não foram apenas os redatores de sites geeks que saíram decepcionados da primeira sessão do filme. Kyle Buchanan, do jornal New York Times, disse que a produção é uma ofensa ao trabalho do diretor Rian Johnson, que dirigiu o filme anterior. “‘A Ascensão de Skywalker’ só poderia ser mais rude a Rian Johnson se ainda por cima fosse em câmera lenta”, disse ele. “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” chega nos cinemas brasileiros nesta quinta (19/12), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Criadores de Once Upon a Time preparam nova série sobre contos de fada
A rede ABC, que faz parte do conglomerado Disney, encomendou o desenvolvimento de uma nova série inspirada em fábulas encantadas para os criadores de “Once Upon a Time”, Edward Kitsis e Adam Horowitz. O projeto se chama “Epic” e vai se passar numa Floresta Encantada, que concentrará um novo conjunto de heróis, vilões, príncipes, princesas e todo tipo de ser mágico. Kitsis e Horowitz estão produzindo a atração com a roteirista Brigette Hales, que também trabalhou em “Once Upon a Time”. Mas a série não é um spin-off. Ao contrário das versões de Branca de Neve, Peter Pan e A Bela e a Fera de “Once Upon a Time”, que durou sete temporadas, os personagens serão inéditos, ainda que remetam aos arquétipos mais conhecidos do gênero, e vão enfatizar o aspecto romântico dos contos de fadas. Ainda não há previsão para a estreia.
Disney domina lista de pré-selecionados ao Oscar de Melhor Canção
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou nesta segunda (16/12) diversas listas de filmes pré-selecionados em algumas categorias do Oscar 2020. Além de Filme Internacional, Documentário e Efeitos Visuais, também foram divulgados os 15 candidatos que estão na disputa por vagas ao prêmio de Melhor Canção Original. Assim como aconteceu na categoria de Efeitos Visuais, as produções da Disney dominam a competição musical. Foram listadas cinco canções de filmes infantis do estúdio, que representam 33,3% do total. “O Rei Leão” lidera com duas faixas, mas a música que detém o favoritismo da premiação pertence ao desenho “Frozen 2” (“Into the Unknown”, também conhecida como “Minha Intuição” no Brasil). Canções de “Aladdin” e “Toy Story 4” também entraram. Em contraste com o domínio da Disney, a seleção inclui faixas de dois documentários musicais independentes (“Toni Morrison: The Pieces I Am” e “The Bronx, USA”) e de duas produções estrangeiras (o filme sul-coreano “Parasita” e o britânico “A Loucura de Rose”). A lista também sugere as estrelas que podem aparecer no Oscar para interpretar os finalistas, com destaque para Beyoncé (por “O Rei Leão”), Elton John (“Rocketman”) e Thom Yorke (“Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe”). Mas não Taylor Swift (“Cats”). Os finalistas de todas as categorias serão anunciados no dia 13 de janeiro e os vencedores conhecidos em 9 de fevereiro, em cerimônia transmitida ao vivo para o Brasil pelos canais TNT e Globo. Confira abaixo a lista das 15 faixas pré-selecionados para o Oscar 2020 de Melhor Canção Original. “Speechless” (Aladdin) “Letter To My Godfather” (The Black Godfather) “I’m Standing With You” (Superação: O Milagre da Fé) “Da Bronx” (The Bronx, USA) “Into The Unknown” (Frozen 2) “Stand Up” (Harriet) “Catchy Song” (Uma Aventura Lego 2) “Never Too Late” (O Rei Leão) “Spirit” (O Rei Leão) “Daily Battles” (Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe) “A Glass of Soju” (Parasita) “(I’m Gonna) Love Me Again” (Rocketman) “High Above The Water” (Toni Morrison: The Pieces I Am) “I Can’t Let You Throw Yourself Away” (Toy Story 4) “Glasgow” (As Loucuras de Rose)
Disputa Marvel x Scorsese segue entre pré-selecionados ao Oscar de Efeitos Visuais
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou nesta segunda (16/12) diversas listas de filmes pré-selecionados em algumas categorias do Oscar 2020. Além de Filme Internacional e Documentário, também foram divulgados os 10 candidatos que continuam na disputa por vagas ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais. A lista inclui três filmes inéditos nos cinemas, entre eles o controvertido “Cats”, cujos efeitos, responsáveis por transformar atores em gatos semi-humanos, tiveram grande rejeição nas redes sociais, por ocasião da divulgação de seu trailer. Os outros dois inéditos são o drama de guerra “1917” e a sci-fi “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Além do novo “Star Wars”, a Disney conseguiu emplacar a animação “O Rei Leão” e mais dois filmes da Marvel, respondendo por 40% do total de títulos listados. Quando consideradas as produções da Fox – dois fracassos produzidos por James Cameron – , a supremacia do estúdio atinge 60%. “O Irlandês”, de Martin Scorsese, também está na competição, pelo uso de efeitos para rejuvenescer seu elenco septuagenário. A inclusão ocorre depois de Scorsese polemizar, dizendo de que os filmes da Marvel “não são cinema”. É esperar para ver se a Academia concorda, numa disputa que pode chegar ao Oscar. Vale destacar ainda a inclusão de “Projeto Gemini”. Embora tenha fracassado nas bilheterias, o longa de Ang Lee aprimorou muito a tecnologia de reprodução de imagens em 3D. Os finalistas de todas as categorias serão anunciados no dia 13 de janeiro e os vencedores conhecidos em 9 de fevereiro, em cerimônia transmitida ao vivo para o Brasil pelos canais TNT e Globo. Confira abaixo a lista dos 10 filmes pré-selecionados para o Oscar 2020 de Melhores Efeitos Visuais. “1917” “Alita: Anjo de Combate” “Capitã Marvel” “Cats” “Projeto Gemini” “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” “O Irlandês” “O Rei Leão” “Star Wars: A Ascensão Skywalker” “Vingadores: Ultimato”
Frozen 2 ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria antes da estreia no Brasil
Ainda inédito no Brasil, o filme “Frozen 2” superou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial neste domingo (15/12). Ao todo, são US$ 366,5 milhões arrecadados nos Estados Unidos e Canadá e US$ 666 milhões no resto do mundo, somando US$ 1,033 bilhão de faturamento global. No mercado internacional, a China lidera a venda de ingressos, com US$ 111,5 milhões de arrecadação, seguida pela Coréia do Sul (US$ 85,4 milhões), Japão (US$ 67,3 milhões), Reino Unido (US$ 49,6 milhões), Alemanha (US$ 39,9 milhões) e França (US$ 37 milhões). O montante total ainda é inferior à bilheteria do primeiro longa, que fez US$ 1,2 bilhão em 2013. A diferença é que “Frozen” levou 15 semanas para atingir US$ 1 bilhão, enquanto a continuação precisou de apenas quatro semanas e ainda não chegou a vários países. No Brasil, por exemplo, a estreia só vai acontecer no primeiro fim de semana de janeiro. A expectativa é que “Frozen 2” supere a arrecadação do anterior, considerando que já quebrou diversos recordes financeiros, inclusive de maior estreia animada mundial de todos os tempos. O desempenho de “Frozen 2” também ajudou a Disney a quebrar um recorde histórico de faturamento, fazendo com que o estúdio se tornasse o primeiro a atingir US$ 10 bilhões de bilheteria anual no mundo, em todos os tempos. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” foi o sexto filme da Disney a atingir a marca bilionária neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.
Jumanji: Próxima Fase estreia com recordes na América do Norte
A estreia de “Jumanji: Próxima Fase” acabou com três semanas de liderança e muitos recordes de “Frozen 2” nas bilheterias da América do Norte. A comédia de aventura com Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan fez US$ 60,1 milhões entre sexta e domingo (15/1) nos Estados Unidos e Canadá, muito mais do que a Sony esperava, com uma abertura 40% maior que o filme anterior, “Jumanji: Bem-Vindo A Selva” – que rendeu US$ 36,1 milhões em 2017. O resultado transformou “Jumanji: Próxima Fase” na maior estreia de uma comédia lançada no mês de dezembro na América do Norte, em todos os tempos. A bilheteria também é a maior já faturada pela Sony Pictures numa estreia de dezembro. E tem um detalhe: o filme fez o mesmo sucesso no exterior. Como foi lançado na semana passada em vários países, seu total mundial já está em US$ 212,6 milhões. Mas não há valores em reais neste montante. O lançamento no Brasil está marcado apenas para 16 de janeiro. De todo modo, a crítica achou pior que o primeiro, com registro de 66% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 76% do anterior. A Disney, porém, nem ligou para os recordes do rival, porque ainda está comemorando o sucesso de “Frozen 2”. A animação perdeu uma posição no ranking, mas já soma US$ 366,5 milhões no mercado doméstico e atingiu a marca encantada de US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Mais detalhes sobre essa realização podem ser conferidos aqui. “Entre Facas e Segredos”, um dos poucos títulos do ranking que podem ser vistos no Brasil, fecha o Top 3. Apesar do elenco estelar, a produção tem orçamento modesto para os padrões dos grandes estúdios de Hollywood (US$ 40 milhões) e se pagou com três semanas em cartaz (com US$ 162,2 milhões mundiais). Duas estreias completam o Top 5: “O Caso Richard Jewell”, de Clint Eastwood, baseado num fato real que voltou a render polêmica com a exibição, e o terror “Natal Sangrento” (Black Christmas), ambos com rendimentos medíocres. Mas enquanto o drama de Eastwood ainda pode prosperar devido às críticas positivas (77% de aprovação) e possíveis indicações a prêmios na temporada, “Natal Sangrento” enfrenta má vontade generalizada – crítica (44%) e público (nota D+ no CinemaScore) odiaram. “O Caso Richard Jewell” estreia em 2 de janeiro no Brasil, enquanto o segundo remake do clássico canadense “Noite do Terror” (Black Christmas, 1974) deve chegar por aqui direto em VOD. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 60,1M Total EUA e Canadá: US$ 60,1M Total Mundo: US$ 212,6M 2. Frozen 2 Fim de semana: US$ 19,1M Total EUA e Canadá: US$ 366,5M Total Mundo: US$ 1B 3. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9,2M Total EUA e Canadá: US$ 78,9M Total Mundo: US$ 162,2M 4. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 5M Total Mundo: US$ 5M 5. Natal Sangrento Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 4,4M Total Mundo: US$ 7,5M 6. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 98,2M Total Mundo: US$ 184,6M 7. Queen & Slim Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 33,1M Total Mundo: US$ 33,1M 8. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 49,3M Total Mundo: US$ 49,3M 9. Dark Waters – O Preço da Verdade Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 8,8M Total Mundo: US$ 9,2M 10. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 26,3M Total Mundo: US$ 37,8M
Frozen 2: Clipe mostra nova música de Elsa cantada em 45 idiomas
A Disney lançou um clipe de “Into the Unknown”, que traz a música de “Frozen 2” interpretada em 45 idiomas. O mais impressionante é como “ÔÔÔ ÔÔ ÔÔÔÔÔÔ” soa igual em espanhol, cazaque e hindi. Por sinal, todas as vozes são muito parecidas, à exceção da japonesa e da brasileira, ligeiramente mais graves. A versão em português da cantora Taryn Szpilman (a Elsa brasileira), inclusive, encerra a montagem sonora. E para quem ficou esperando ouvir um “dentro do desconhecido” (tradução literal de “Into the Unknown”) bombástico, a frase que chega é “minha intuição” – o título da adaptação nacional. Assim como “Let It Go”, o grande hit do primeiro longa, a faixa é cantada em inglês por Idina Menzel no papel de Elsa – com uma ajudinha da cantora norueguesa Aurora -, mas também aparece nos créditos em versão da banda Panic! At the Disco. Os autores Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez são os mesmos de “Let It Go”, que venceu o Oscar de Melhor Canção em 2014. “Frozen 2” estreou em 22 de novembro nos Estados Unidos e já vai atingir US$ 1 bilhão de bilheteria mundial neste fim de semana. Mas os fãs brasileiros só vão poder vê-lo em 2 de janeiro. Na programação da Disney, Brasil e a Argentina serão os últimos países do mundo a exibir a animação.
Star Wars: Novo teaser promete revelar passado secreto de Rey
A Disney continua a divulgar vários comerciais de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que trazem cenas inéditas. O mais recente aborda o mistério sobre o passado secreto de Rey (Daisy Ridley), personagem que não conhece seus verdadeiros pais. Embalando imagens de ação, a voz do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) promete: “É hora dela aprender sua história”. Realmente, é mais que hora, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” promete encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.











