Star Wars: A Ascensão Skywalker atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” entrou no clube dos bilionários na terça-feira (14/1), quando atingiu US$ 1.001 bilhão de bilheteria mundial. A produção da Lucasfilm/Disney arrecadou US$ $481,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 519,7 milhões nos demais países. Apesar desse desempenho bem-sucedido, “A Ascensão Skywalker” não deve superar os rendimentos de “Os Últimos Jedi” (US$ 1,3 bilhão), o que o transformará no filme de menor faturamento da nova trilogia – a primeira produzia pela Disney – , inaugurada por “O Despertar da Força”, em 2015. O filme teve dificuldades inesperadas ao encontrar reprovação da crítica. Também vieram à tona informações de bastidores, em entrevistas com o elenco, sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi lançado em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ao atingir US$ 1 bilhão, o filme fez aumentar o recorde da Disney, que passa a somar sete filmes bilionários lançados em 2019, um número nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Este desempenho foi resultado do êxito de “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais os êxitos de “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão), “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão) e o citado “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.
Víúva Negra: Novos vídeos legendados revelam novidades do próximo filme da Marvel
A Marvel divulgou dois novos vídeos legendados de “Víúva Negra”, filme solo da heroína vivida por Scarlett Johansson. Um deles traz entrevistas e cenas antigas da participação da atriz no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), enquanto o outro (oficialmente chamado de “conteúdo especial”) funciona como um novo trailer, com cenas inéditas da produção. Entre as novidades reveladas, estão um exército de Viúvas Negras e uma luta mais detalhada contra o novo vilão – supostamente o Treinador – , cuja habilidade no manejo do escudo chama atenção da heroína, remetendo ao Capitão América. “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”) como a “família” russa da protagonista. A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
SpaceCamp: Disney+ (Disney Plus) fará remake do filme que lançou a carreira de Joaquin Phoenix
A plataforma Disney+ (Disney Plus) encomendou um remake do filme infantil “SpaceCamp: Aventura no Espaço” (1986). Os roteiristas Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”) foram contratados para atualizar a trama dos anos 1980, que ganhará uma nova versão para a era do streaming. O filme original acompanhava um grupo de adolescentes que frequentava um acampamento de astronautas perto de Cabo Canaveral, na Flórida. Ao visitar o interior de um ônibus espacial durante um teste de rotina da NASA, o grupo se vê numa situação de vida ou morte quando é lançado acidentalmente no espaço. Eles devem trabalhar juntos para preservar oxigênio, navegar e pousar o ônibus de volta aos EUA. A maior curiosidade da produção original estava em seu elenco. Além de reunir protagonistas famosos dos anos 1980, como Lea Thompson (a heroína de “De Volta para o Futuro”), Kate Capshaw (“Indiana Jones no Templo da Perdição”) e Kelly Preston (de “Christine, o Carro Assassino” e “Irmãos Gêmeos”), a aventura juvenil marcou a estreia no cinema de um adolescente de 12 anos chamado Leaf Phoenix, que os fãs de “Coringa” conhecem por outro nome: Joaquin Phoenix. A produção não foi um sucesso de bilheterias, mas apesar das críticas negativas (45% no Rotten Tomatoes) há quem defenda que o problema não estava no filme e sim em seu timing. Ele foi lançado poucos meses após o desastre do ônibus espacial Challenger, em 1986. O remake de “SpaceCamp” é o terceiro roteiro que a Disney+ (Disney Plus) encomenda para Day e Seidell. Eles escreveram o reboot de “Esqueceram de Mim”, que será estrelada por Archie Yates (de “Jojo Rabbit”), e já estão trabalhando num novo “Inspetor Bugiganga”.
1917 lidera bilheteria dos EUA após vencer Globo de Ouro
O espetáculo de guerra do diretor Sam Mendes, “1917”, assumiu o 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, capitalizando a divulgação de sua vitória no Globo de Ouro, no fim de semana passado. Único filme que poderia se beneficiar financeiramente da exposição televisiva do prêmio da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, “1917” faturou US$ 36,5 milhões entre sexta e domingo (12/01) nos Estados Unidos e Canadá, consagrando o planejamento bem realizado de suas estratégias de marketing e distribuição. Originalmente lançado em circuito limitado durante o Natal, para se qualificar à temporada de premiações, o filme da 1ª Guerra Mundial esperou o resultado do Globo de Ouro para ampliar seu circuito. E o cronograma se provou acertado. “1917” transformou sua vitória em impulso para superar o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que após liderar o ranking por três semanas, caiu para o 2º lugar. “1917” também conquistou US$ 19 milhões com lançamento em mais de 30 países e críticas bastante positivas, que lhe deram uma média de 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produção da Universal agora aguarda as indicações ao Oscar, que serão conhecidas na segunda (13/1), para avançar em novos territórios. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, no dia 23 de janeiro. A semana ainda registrou duas estreias com ampla distribuição, a comédia “Like a Boss”, sem previsão para o Brasil, e a sci-fi “Ameaça Profunda”, que chegou aos cinemas brasileiros também neste fim de semana. Ambos decepcionaram nas bilheterias e foram destruídos pela crítica, mas só um deles era uma superprodução milionária. “Ameaça Profunda” afundou com apenas US$ 7 milhões nas bilheterias norte-americanas, ocupando a 7ª posição. No mundo inteiro, foram US$ 14 milhões. Mas custou em torno de US$ 80 milhões para ser produzido. O resultado representa o terceiro fracasso consecutivo estrelado pela atriz Kristen Stewart nas últimas semanas. Lançado há exatamente dois meses, o reboot de “As Panteras” somou, ao todo, US$ 17,7 milhões nos EUA e Canadá. E “Seberg”, que completa um mês em circuito limitado, nem sequer contabilizou bilheteria suficiente para entrar em qualquer ranking, muito menos transformar a atriz em candidata a prêmios, como alguns sonharam. Estes fracassos podem ter impacto negativa na carreira da jovem estrela, afastando-a do protagonismo de Hollywood. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. 1917 Fim de semana: US$ 36,5M Total EUA e Canadá: US$ 39,2M Total Mundo: US$ 60,4M 2. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 15M Total EUA e Canadá: US$ 478,1M Total Mundo: US$ 989,5M 3. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 14M Total EUA e Canadá: US$ 257,1M Total Mundo: US$ 632,5M 4. Like a Boss Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 5.
Segundo imprensa britânica, Meghan Markle vai dublar desenho da Disney
Poucos dias depois de o príncipe Harry e Meghan Markle anunciarem sua saída do círculo de membros seniores da família real, a mídia britânica noticiou que a duquesa de Sussex assinou um contrato de dublagem com a Disney. Segundo o jornal Times, o cachê do projeto será uma doação em dinheiro à ONG Elephants Without Borders, instituto que visa combater a caça ilegal de elefantes. O acordo, ainda segundo o jornal, estava sendo acertado entre as partes desde o fim de dezembro, pouco antes do Natal. No trabalho, Meghan, que atuava como atriz, vai colocar a sua voz em um filme ainda não divulgado pela Disney – também não há previsão de quando ele será lançado. Na quarta-feira (8/1), os duques de Sussex, Harry e Meghan, anunciaram que passarão por uma “transição” em 2020: o casal pretende abrir mão dos privilégios que carregam como membros da família real britânica e se tornar “financeiramente independente”. “Após muitos meses de reflexão e discussões internas, optamos por fazer uma transição este ano, começando a desempenhar um novo papel. Pretendemos renunciar como membros da Família Real e trabalhar para nos tornar financeiramente independentes, enquanto continuamos a apoiar totalmente Sua Majestade a Rainha”, disseram os dois, em publicação oficial. A decisão foi atacada pela imprensa britânica e batizada de “Megxit”, numa tentativa de culpar Meghan Markle pela ruptura na família real. Já a escritora Afua Hirsch, colunista do jornal americano New York Times, avaliou que esse ataque também podia ser resumido com uma palavra: “racismo”.
Criadora de Lizzie McGuire é afastada do revival
Uma das séries mais antecipadas da Disney+ (Disney Plus), o revival de “Lizzie McGuire”, perdeu sua showrunner Terri Minsky. A produtora e criadora da série original deixou o revival após a gravação de dois episódios. Em comunicado oficial, a Disney informou que a saída de Minsky se deu pelos famosos “conflitos criativos”. Houve uma mudança de perspectiva sobre a produção da série após o estúdio perceber o tamanho da expectativa do público em relação à estreia. “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série”, disse um porta-voz da Disney ao site TVLine. “Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. Minsky também estava ligada ao revivel como produtora executiva, mas atualmente não está claro se ela continuará nesse papel. A busca por um novo showrunner está em andamento. Todo o elenco central estava confirmado na série – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Uma coisa é certa: a personagem, que tinha 14 anos quando “Lizzy McGuire” foi lançada no Disney Channel em 2001, voltará às telas com mais de 30 anos de idade.
Continuação de Doutor Estranho perde diretor
O cineasta Scott Derrickson, diretor de “Doutor Estranho”, deixou o comando do segundo filme, “Doctor Strange: In The Multiverse of Maddness”. Ele informou sua saída do projeto no Twitter, citando “diferenças criativas” com a Marvel Studios. Segundo Derrickson, a decisão foi tomada de mútuo acordo. Além disso, apesar de não continuar mais como diretor, será mantido como produtor-executivo no longa. Essa não é a primeira vez que a Marvel tem “diferenças criativas” com um de seus diretores. Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) e Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”) não conseguiram trabalhar com Kevin Feige, respectivamente em “Thor: O Mundo Sombrio” e “Homem-Formiga”. Ambos foram demitidos de seus projetos por conta de suas visões diferentes. A Marvel ainda não anunciou um substituto para Derrickson, nem se haverá mudanças no cronograma de produção e lançamento da sequência de “Doutor Estranho”, que contará com a volta de Benedict Cumberbatch ao papel do Mago Supremo e terá participação da Feiticeira Escarlate, vivida por Elizabeth Olsen, após a série “Wandavision”. A estreia ainda está marcada para maio de 2021. Marvel and I have mutually agreed to part ways on Doctor Strange: In the Multiverse of Madness due to creative differences. I am thankful for our collaboration and will remain on as EP. — N O S ⋊ Ɔ I ᴚ ᴚ Ǝ ᗡ ⊥ ⊥ O Ɔ S (@scottderrickson) January 10, 2020
Willow: Roteirista anuncia começo de trabalho na série derivada do filme dos anos 1980
O roteirista Jonathan Kasdan revelou no Twitter que já começou a trabalhar na série de “Willow”, produção da plataforma do Disney+ (Disney Plus) que adapta a clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. “O escritório está aberto”, escreveu Kasdan, compartilhando a foto de um chapéu estampado com a imagem do personagem-título. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh). Uma profecia dizia que a criança traria a queda da rainha do mal. E para cumprir sua missão, Willow acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. O projeto é da Lucasfilm, para quem Howard dirigiu recentemente “Han Solo: Uma História Star Wars”. Vale lembrar que “Willow” foi escrito por ninguém menos que George Lucas. Durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, Howard disse que é produtor da série e que seus planos incluíam trazer de volta o ator Warwick Davis, intérprete original de Willow, para reprisar o seu papel. A ideia seria mostrar um Willow maduro, já que ele era muito jovem na trama original. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard. O projeto será sua segunda parceria com o roteirista Jonathan Kasdan, que escreveu, justamente, “Han Solo: Uma História Star Wars” junto de seu pai, o célebre Lawrence Kasdan (roteirista de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi” e “Os Caçadores da Arca Perdida”). Ainda não existe uma previsão de estreia para a série. The office is open. pic.twitter.com/wty5ENi3He — Jon Kasdan (@JonKasdan) January 6, 2020
Avatar 2 revela artes conceituais com novas criaturas e paisagens do planeta Pandora
O Twitter oficial de “Avatar” divulgou artes conceituais da produção do segundo filme da franquia. As artes da continuação do longa de 2009 apresenta novas paisagens do planeta fictício de Pandora, destacando a presença da água no local, que terá função importante na trama, ainda mantida a sete chaves pelo estúdio. Além das paisagens, é possível ver os Na’vi, os alienígenas do planeta. Numa das imagens, os protagonistas Jake e Neytiri aparecem olhando o oceano. Em outra, vários membros da raça alienígena surgem montados em banshees, voando sobre as águas em direção a uma ilha formada por árvores de raízes enormes. Mas a mais curiosa traz os Na’Vi montando criaturas marinhas inéditas na franquia. Com direção de James Cameron, Avatar 2 contará com o retorno da maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald – e ainda terá muitas novidades em seu elenco, como Kate Winslet (voltando a trabalhar com o diretor após “Titanic”), Edie Falco (“Nurse Jackie), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e possivelmente Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” foi a maior bilheteria de todos os tempos durante dez anos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo – até ser ultrapassado em 2019 por “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões). “Avatar 2” tem sua estreia marcada para dezembro de 2021, agora com produção da Disney, que comprou a Fox. In the #Avatar sequels, you won’t just return to Pandora — you’ll explore new parts of the world. Check out these brand new concept art pieces for a sneak peek at what’s to come. pic.twitter.com/bfZPWVa7XZ — Avatar (@officialavatar) January 7, 2020
Diary of a Future President: Nova série da Disney+ (Disney Plus) ganha primeiro trailer
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Diary of a Future President”, série que traz Gina Rodriguez, a estrela de “Jane the Virgin”, no papel de Presidente dos EUA. A prévia apresenta claramente a premissa, ao mostrar a presidente Elena (Gina) folhando seus diários de adolescente para recordar como era sua vida 28 anos antes de assumir o cargo. A partir daí, a produção acompanha a menina Elena (vivida pela estreante Tess Romero) em sua fase de descobertas – do primeiro amor, da primeira grande amizade e até do primeiro namorado de sua mãe – , numa trama típica de comédia teen, com o diferencial de que a protagonista vai virar presidente dos EUA quando crescer. Criação de Ilana Peña (roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”), a série terá 10 episódios em sua temporada inaugural e ainda destaca em seu elenco Selenis Levya (a Gloria de “Orange Is the New Black”) como mãe da protagonista, Michael Weaver (“The Real O’Neals”) como o candidato a padrasto e o estreante Charlie Bushnell como o irmão mais velho. Além de estrelar, Rodriguez também dirige o episódio inaugural e produz a série, que estreia em 17 de janeiro nos EUA. A plataforma Disney+ (Disney Plus) deve chegar ao Brasil ainda em 2020, mas não marcou data para seu lançamento, devido a indefinições na legislação brasileira.
Ex-Batman, Christian Bale negocia papel no novo filme de Thor
Christian Bale pode estar planejando uma volta aos filmes de super-herói. Após viver Batman em três adaptações dos quadrinhos da DC Comics, ele está cotado para estrear na Marvel. O site Collider apurou – e o Hollywood Reporter confirmou – , que Bale negocia um papel em “Thor: Love and Thunder” (Thor: Amor e Trovão), o quarto filme solo do herói Thor. A Marvel não comentou a notícia e o papel de Bale é um mistério. Caso a negociação seja bem-sucedida, ele será o segundo Batman a virar ator da Marvel. Michael Keaton, que viveu o herói da DC em dois longas entre 1989 e 1992, já apareceu como vilão em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, em 2017. Novamente dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnorok”), o próximo filme do Deus do Trovão será baseado num arco de quadrinhos em que Thor Odinson se revela indigno para levantar o Mjölnir – depois dos acontecimentos da saga “Pecado Original”. Com isso, Jane Foster vira a nova portadora do martelo encantado, escolhida por seu altruísmo e dedicação em salvar vidas (nos quadrinhos, como médica), tornando-se a Poderosa Thor. Neste contexto, não está descartada a possibilidade de Bale “aparecer” como Bill Raio Beta, um alienígena que também assume a identidade de Thor nos quadrinhos. Neste caso, o papel pode ser de captura de performance ou simples dublagem, já que o personagem não tem aparência humana. O elenco vai trazer de volta Chris Hemsworth como Thor e Natalie Portman como Jane Foster, além de manter a participação de Tessa Thompson como Valquíria. A estreia de “Thor: Love and Thunder” está marcada para outubro de 2021.
Os Novos Mutantes: Trailer confirma clima de terror na última adaptação da Marvel feita pela Fox
A Fox divulgou o aguardado segundo trailer de “Os Novos Mutantes”, adaptação de quadrinhos que tinha caído no limbo após a compra do estúdio pela Disney. A prévia chega dois anos após o lançamento do primeiro trailer. E, de forma frustrante, continua a ser considerada uma produção separada da Marvel, apesar do logo do estúdio aparecer rapidamente no meio do vídeo – como acontecia nos filmes dos “X-Men”, da Fox. Apesar dos problemas, a prévia é empolgante, combinando história de super-heróis com clima de filme de terror, como o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) prometia. Não se sabe se as refilmagens prometidas aconteceram, já que o vídeo explora a situação dos personagens em clima claustrofóbico. Eles aparecem numa clínica, após o despertar de seus poderes causarem mortes acidentais, mas logo desconfiam que na verdade estão presos e não sendo tratados. E algo terrível ronda aquele lugar. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. O elenco se completa com a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Além desses personagens de carne e osso, o trailer apresenta o grande vilão da trama, uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra a heroína Miragem. No trailer, enfrenta Magia, que aparece com sua espada de energia – numa cena para deixar os fãs dos quadrinhos animados. A estreia no Brasil está marcada para 2 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Frozen 2 supera primeiro filme nas bilheterias mundiais
“Frozen 2” continua lotando cinemas em todo o mundo. Embora tenha sido lançado no Brasil apenas na quinta passada (2/1), a produção da Disney superou neste fim de semana a bilheteria mundial do primeiro filme. Ao todo, “Frozen 2” já soma US$ 1,325 bilhão de arrecadação global, bem mais que o montante de US$ 1,274 bilhão do longa de 2013. Segundo a Disney, esta façanha é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Mas não é exatamente assim. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Vale lembrar que o indicado ao Globo de Ouro 2020 na categoria de Melhor Animação nem sequer usa captura de performance para dar vida aos animais falantes, criados inteiramente por computador em sua produção. Por mais foto-realista que seja sua tecnologia, a única cena real de “O Rei Leão” são alguns segundos que apresentam a savana africana logo em sua abertura. E se 99,9% do filme é animado… O recorde de maior bilheteria de animação, de “O Rei Leão”, é de US$ 1,656 bilhão. Na verdade, esta “polêmica” não passa de uma questão “interna” da Disney, que discute consigo mesma como celebrar seu sucesso impressionante em 2019. Ao todo, o estúdio teve seis filmes bilionários em 2019, um recorde nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Como se não bastasse, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” ainda vai aumentar nos próximos dias esse número para sete – a bilheteria é considerada pelo ano do lançamento. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.











