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    Globo vai exibir The Mandalorian na TV aberta

    7 de novembro de 2020 /

    A parceria entre Disney e Globo é maior que o acordo para oferecer um combo de assinaturas dos seus serviços de streaming, Disney+ (Disney Plus) e Globoplay. A emissora brasileira vai exibir na TV aberta “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars” e maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), horas antes do lançamento da plataforma americana no país. A informação consta do site do Ministério da Justiça, na lista de informações sobre classificação etária dos próximos programas da TV brasileira. Pelo menos um episódio será exibido no horário de filmes do Tela Quente, na segunda-feira, dia 16 de novembro. O Disney+ (Disney Plus) chega ao Brasil na terça, dia 17. No dia 17, o canal Fox (que agora é da Disney) também fará uma exibição especial da série, apresentando os dois primeiros episódios completos na TV paga. Vencedora de 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo o troféu de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento, a série acompanha um caçador de recompensas solitário, que decide trair seu empregador após receber a encomenda de resgatar um pacote. Ao descobrir que se trata de uma criança, que os fãs do mundo inteiro batizaram de Baby Yoda, o pistoleiro durão resolve protegê-la de ex-integrantes do Império que a cobiçam para seus próprios fins, o que lhe deixa com sua própria cabeça a prêmio. Por sorte, em meio a suas batalhas, ele também faz amigos. Criada pelo cineasta Jon Favreau, diretor de “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino-Lobo” e “O Rei Leão”, a série destaca Pedro Pascal (“Narcos”) como a voz do mandaloriano, que nunca tira seu capacete para revelar sua verdadeira aparência, e também destaca Gina Carano (“Deadpool”) como uma guerreira rebelde foragida e Carl Weathers (“Rocky”) como o chefe dos caçadores de recompensa, entre muitos outros astros. A 2ª temporada já começou a ser exibida nos Estados Unidos, mas só estreia no Brasil com a chegada da Disney+ (Disney Plus), em 17 de novembro. A pré-venda da Disney+ (Disney Plus) já começou, com preços promocionais e também no combo com a Globoplay. Pela oferta, os dois serviços custariam juntos R$ 37,90 por mês. A promoção está disponível pelo site globoplay.com/disneyplus.

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  • Filme

    Disney tira Free Guy e Morte no Nilo do calendário

    5 de novembro de 2020 /

    A Disney tirou seus últimos lançamentos de 2020 do calendário. “Free Guy”, comédia original em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame, e “Morte no Nilo”, continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017), deveriam estrear, respectivamente, em 11 e 18 de dezembro. Agora, não tem mais previsão de lançamento. O estúdio não remarcou suas estreias, abrindo a possibilidade de lançamentos digitais. Nas últimas semanas, a Disney optou por trocar a estreia cinematográfico de “Soul”, que deveria chegar aos cinemas dos EUA em 20 de novembro, por um lançamento em streaming na Disney+ (Disney Plus) no dia de Natal. Com a retirada dos dois títulos, “Mulher-Maravilha 1984” é agora oficialmente o único lançamento de peso previsto para os cinemas em dezembro, mas ninguém aposta que a Warner, após perder dinheiro com “Tenet”, insista em manter o filme nesta data, considerando que as salas de Los Angeles e Nova York continuam fechadas, os números de covid-19 só aumentam nos EUA e o mercado europeu optou por fechar após a incidência de uma segunda onda da pandemia. Apenas a Universal Pictures parece ter encontrado uma alternativa para este cenário. O estúdio está mantendo a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” em 25 de novembro, graças a um acordo com a rede de cinemas AMC para encurtar a janela de projeção. Diante da situação atual, as outras redes devem aceitar as mesmas condições, permitindo a exibição do filme nos cinemas e também dando tempo para um lançamento digital antes do Natal. A Universal também está mantendo seus filmes menores no calendário de fim ano, como o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” e a comédia “Promising Young Woman”. “Freaky” e “Os Croods 2” tem estreias marcadas para 10 e 24 de dezembro no Brasil.

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  • Etc

    Disney anuncia nova leva de demissões e elimina centenas de vagas

    5 de novembro de 2020 /

    A Disney anunciou mais demissões, impactando mais de 50 funcionários no grupo de marketing do estúdio, a divisão teatral com sede em Nova York e a Searchlight Pictures, além de de 300 empregados da ESPN. Várias centenas de posições abertas também foram eliminadas. Seis pessoas da Searchlight Pictures, o selo independente que já foi propriedade da Fox, estão entre os demitidos desta quinta-feira (5/11), formando o menor grupo atingido. Já o maior impacto atingiu o canal pago ESPN, que teve 500 cargos eliminados, por meio da demissão de 300 funcionários e fechamento de 200 vagas não preenchidas. Os cortes na ESPN aconteceram pela falta de programação esportiva durante a pandemia e também para liberar recursos para os departamentos de streaming, visando fortalecer a plataforma digital derivada do canal esportivo. Embora nenhuma empresa de entretenimento tenha escapado ilesa da pandemia, o vasto império da Disney foi atingido de maneira particularmente forte pelo coronavírus. Os parques temáticos da Flórida foram reabertos, no entanto, locais na Califórnia ainda não reabriram e Paris foi forçada a fechar novamente. Além disso, sua divisão teatral foi prejudicada pelo prolongado fechamento da Broadway. E sucessos de bilheteria em potencial como “Viúva Negra” e “Eternos” da Marvel foram empurrados para 2021 e além, enquanto outros títulos, como “Mulan” e a animação “Soul” foram redirecionados para a Disney+ (Disney Plus). A recém-lançada plataforma de streaming acabou se tornando um dos poucos pontos brilhantes do conglomerado, graças a sucessos como “Hamilton” e “The Mandalorian”. A transição para o streaming é um processo pelo qual também estão passando as demais empresas do setor, como WarnerMedia, ViacomCBS e NBCUniversal. Por outro lado, a Sony, precipitadamente, desfez-se da plataforma que já tinha lançado, a Crackle, no ano passado, e se encontra numa posição de desvantagem durante a pandemia.

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  • Etc

    Disney+ e Globoplay fazem parceria para lançar combo de assinatura

    3 de novembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) e a Globoplay anunciaram nesta terça (3/11) uma parceria estratégica para o lançamento da plataforma americana no Brasil. Com o acordo, a Disney+ (Disney Plus) será oferecido num combo com a Globoplay por um preço promocional de R$ 37,90 por mês. A oferta do combo Disney Plus-Globoplay pode ser contratada pelo site globoplay.com/disneyplus. A aliança não verá os parceiros compartilhando uma interface, mas aponta para um modelo de parceria de assinatura conjunta de desconto, que pode se tornar uma tendência no mercado, já que até mesmo as maiores plataformas querem garantir o maior alcance de público possível, em um mercado internacional que já se acostumou com a Netflix e a Amazon. Os combos também podem ajudar a atrair assinantes a mais de um serviço simultâneo sem estourarem suas contas. A aliança Disney Plus-Globoplay também fortalece o conceito de alternativa à Netflix, já que a Globoplay é o serviço que mais cresce na América Latina e ainda tem a ambição de aprimorar sua oferta em 2021. A parceria acontece de forma paralela à pré-venda isolada da assinatura da plataforma da Disney, que também começou a ser comercializada nesta terça, com preço promocional de pré-venda, duas semanas antes do lançamento do serviço em toda a América Latina, incluindo o Brasil, em 17 de novembro. Vale ainda lembrar que o Grupo Globo lançou recentemente uma nova assinatura com o nome de Canais Globoplay Plus, que fornece acesso à programação ao vivo dos canais pagos da Globosat. A parceria com a Disney também inclui um combo com esse produto, em planos mensais e anuais. Os descontos vão de 10% a 25% em relação aos preços dos produtos assinados isoladamente no plano mensal. Durante o anúncio dessa estratégia comercial, a Globo também anunciou para os próximos meses versões em podcast de seus noticiários de TV matinais, que poderão ser utilizados em carros enquanto os brasileiros viajam para o trabalho, e planos de investimento de US$ 250 milhões em conteúdo e tecnologia na Globoplay em 2021. “Nosso objetivo é nos tornar o maior serviço de streaming de vídeo do Brasil até o final desta década”, disse Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais da Globo, na apresentação do negócio.

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) começa pré-venda de assinaturas no Brasil

    3 de novembro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) começou nesta terça (2/11) o período de venda antecipada de assinaturas para seu serviço no Brasil, que começará a funcionar em 17 de novembro. A partir de hoje, o público brasileiro poderá assinar o streaming da Disney por um preço anual especial: R$ 237,90 (equivalente a R$ 19,82 por mês). Já a partir de 17 de novembro, a mensalidade do serviço começará a ser cobrada pelo preço normal, de R$ 27,90 mensais. A oferta do preço anual, por sua vez, passará a R$ 279,90 (o que equivale a R$ 23,32 por mês). Além do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Panamá, Peru e Uruguai também começam a fazer a pré-venda do serviço. A promoção é válida até o dia 16 de novembro, um dia antes do lançamento do serviço na América Latina. A assinatura poderá ser aproveitada em até quatro dispositivos simultaneamente, com a capacidade de configurar sete perfis diferentes. O Disney+ (Disney Plus) será o único serviço de streaming onde se encontrará todos os conteúdos exclusivos e originais da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic. Por isso, os títulos do estúdio foram retirados dos catálogos da Netflix e da Amazon. As assinaturas podem ser feitas no site oficial da plataforma: www.disneyplus.com.

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  • Filme

    Felicity Jones confirma ter contrato para voltar a viver Jyn Erso, de Rogue One

    1 de novembro de 2020 /

    Protagonista de “Rogue One – Uma História Star Wars”, a atriz inglesa Felicity Jones revelou que pode retornar em algum momento à franquia da Lucasfilm. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, a atriz confirmou que tem contrato para aparecer em pelo menos mais um filme, apesar do destino fatal de sua personagem, Jyn Erso, que se sacrificou ao lado de sua equipe para salvar a Aliança Rebelde. “Eu sempre digo que a reencarnação é totalmente possível no universo ‘Star Wars’”, brincou Jones, antes de assumir, seriamente, que acredita “que existem assuntos não encerrados para Jyn, com certeza”. Sobre uma possível trama para o futuro da personagem, a atriz pondera que vê com mais facilidade uma continuação que um prólogo. “Acho que seria fascinante vê-la envelhecer, se tornar mais sábia e lutar contra as forças sombrias, que aparentemente são várias”. Para justificar essa reviravolta, o próprio THR afirma que o destino de Jyn Erso não é “totalmente claro”, já que envolto numa explosão. De todo modo, o personagem que morreu a seu lado, Cassian Andor, vai ganhar uma série da plataforma Disney+ (Disney Plus), com Diego Luna repetindo o papel visto em “Rogue One”. Ainda sem título, esta série será um prólogo, passado antes da missão suicida. Em desenvolvimento desde 2018, a atração é escrita e produzida por Tony Gilroy, um dos roteiristas de “Rogue One”, e será a segunda série do universo “Star Wars” na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que já conta com “The Mandalorian”. A previsão original da Disney era para uma estreia em 2021, mas não há confirmação sobre a manutenção deste cronograma diante da paralisação do setor audiovisual pela pandemia do novo coronavírus.

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  • Série

    Cineasta egípcio premiado vai dirigir a série do herói Cavaleiro da Lua na Disney+ (Disney Plus)

    28 de outubro de 2020 /

    A Marvel Studios contratou o premiado cineasta egípcio Mohamed Diab para dirigir a série do Cavaleiro da Lua (Moon Knight), que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus) em 2021. Diab é considerado uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio, recebendo vários prêmios por seus primeiros longas “Cairo 678” (2010), sobre vítimas de abuso sexual em busca de justiça, e “Clash” (2016), passado num camburão repleto de prisioneiros durante a Primavera Árabe que sacudiu o Egito com protestos. Ele está atualmente trabalhando na pós-produção de seu terceiro longa, “Amira”, que será lançado no ano que vem. A série tem uma conexão com o Egito, já que os poderes do herói derivam do deus egípcio da lua. Nos quadrinhos, Marc Spector era um militar de elite, que vira mercenário e é abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que tem uma visão do deus Khonsu, que lhe permite sobreviver. Apesar desse elemento místico, o personagem tem mais a ver com o universo dos vigilantes, especialmente Batman. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver casos incomuns. A atração será comandada pelo roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix), e atualmente negocia com o ator Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) para assumir o papel principal. “Moon Knight” (título original) fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel. Veja abaixo o trailer legendado de “Clash” para ter uma ideia do estilo do cineasta.

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  • Série

    Oscar Isaac negocia estrelar série do herói Cavaleiro da Lua

    26 de outubro de 2020 /

    O ator Oscar Isaac, que viveu Poe Dameron na nova trilogia de “Star Wars”, negocia trocar a galáxia distante da Lucasfilm pelo MCU, o universo cinematográfico da Marvel. Ele abriu conversas com a Disney+ (Disney Plus) para estrelar a vindoura série do herói Cavaleiro da Lua (Moon Knight). Caso as negociações sejam positivas, o papel marcará um retorno de Isaac ao mundo dos super-heróis da Marvel, já que ele interpretou o vilão de “X-Men: Apocalipse” (2016). Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. O personagem é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench, como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. A atração será comandada pelo roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix), e fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel.

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  • Etc,  Filme

    Cinemas vazios nos EUA apontam que crise do setor está longe de passar

    25 de outubro de 2020 /

    O desempenho das bilheterias de cinema nos EUA durante o fim de semana disparou alarmes por todo o mercado, deixando claro que o negócio cinematográfico corre risco de nunca mais se recuperar. O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), manteve-se na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido com uma arrecadação de US$ 2,35 milhões. Mas esta arrecadação, que nem sequer entraria no Top 10 antes da pandemia, foi a única a superar os US$ 2 milhões entre sexta e domingo (25/10) nos EUA e Canadá. O Top 3 ainda inclui a comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert DeNiro, com US$ 1,8 milhão, e o “blockbuster” da covid-19, “Tenet”, com US$ 1,3 milhão. Diante destes números, o site Deadline publicou um texto atacando a decisão de políticos que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados, além de criticar a Disney por lançar seus principais títulos em streaming (“Hamilton”, “Mulan” e “Soul”) e despejar apenas refugos no circuito cinematográfico. A Disney distribuiu a única estreia de sexta (23/10), o terror “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man), uma produção original de Fox, que chegou sem sessões para imprensa e pouco investimento em divulgação – apesar de incluir o queridinho da Netflix Joel Courtney (o Lee Flynn de “A Barraca do Beijo”) em seu elenco. Foi lançado em 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 1,2 milhão, ocupando o 4ª lugar com salas vazias. As poucas críticas publicadas afirmam que se trata realmente de um horror. Entretanto, a performance negativa de “O Mensageiro do Último Dia” não é exceção. Todas as salas de cinema dos EUA estão vazias e a reabertura de Los Angeles e Nova York não mudaria este quadro. Para completar, os sinais são ainda mais desanimadores em relação ao futuro, após a nova onda de coronavírus que varre a Europa. O fato incontornável é que o público está com medo dos cinemas. Os donos das redes não abrem mão de vender refrigerante e pipoca, e com isso o uso “obrigatório” de máscaras de proteção virou falácia nas salas de exibição. Devido a esses sinais contraditórios, os cinemas continuam a ser vistos como inseguros. E os estúdios não pretendem fazer grandes lançamentos enquanto essa visão não for alterada. O negócio cinematográfico mudou, e enquanto alguns buscam alternativas, como a rede AMC, que fechou um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição de filmes em troca de participação nos lucros de streaming, outros preferem simplesmente fechar as portas a negociar ou repensar seu modelo, como a Regal/Cineworld, acreditando que isso servirá de pressão para sensibilizar os estúdios ou os governos. Mas os cinemas voltaram a fechar na Europa. E John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, acaba de vocalizar que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. Ao mesmo tempo em que a Disney anuncia que seu negócio de streaming superou as expectativas, atingindo em meses o alcance previsto para cinco anos, a Sony se adianta aos demais estúdios para adiar um filme esperado para março (“Caça-Fantasmas: Mais Além”), passando-o para julho de 2021. Em outras palavras, são cada vez menores as chances de “Mulher-Maravilha 1984” ser visto nos cinemas em dezembro. Assim como as chances de os cinemas superarem sua maior crise sem uma grande mudança no setor.

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    Soul: Trailer dublado reforça que novo desenho da Pixar é exclusivo da Disney+ (Disney Plus)

    24 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo pôster nacional e o trailer dublado em português de “Soul” para ressaltar que a nova animação da Pixar será lançada com exclusividade na sua plataforma de streaming durante o Natal. Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para todos os assinantes do serviço. Apesar de chegar apenas em 25 de dezembro, a produção já começou a ser exibida em festivais de cinema a, por isso, recebeu as primeiras críticas. E elas somam 100% de aprovação no Rotten Tomatoes com elogios rasgados, considerando o filme uma volta aos dias mais ousados da Pixar. Vale lembrar que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e sofre um acidente trágico no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (da série “Expressso do Amanhã”). O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforçou a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou a válvula de escape financeiro da companhia, e lançamentos exclusivos de peso fortalecem essa estratégia. Para os brasileiros, a boa notícia é que o Disney+ (Disney Plus) chegará ao país em 17 de novembro.

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    Shang-Chi: Filme da Marvel encerra filmagens

    24 de outubro de 2020 /

    O diretor Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) anunciou pelo Instagram que as filmagens de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” foram encerradas. Na foto em que diz apenas que “terminamos”, Cretton aparece com a mulher Nikki Chapman, a irmã Joy Cretton (que é figurinista do filme) e a atriz Zhang Meng (“Ice Fantasy”). Em outra foto, publicada no Instagram de Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”), o astro aparece ao lado do diretor para comemorar: “Nós fizemos um bebê! Mal podemos esperar para introduzi-lo ao mundo em nove meses!”. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” foi um dos filmes que enfrentou paralisação no começo de seus trabalhos em março, devido a pandemia de coronavírus. O próprio diretor chegou a passar por suspeita de ter contraído o vírus. As filmagens foram retomadas em no final de julho na Austrália e, desde então, não registraram nenhum incidente relacionado à covid-19. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu como o herói do título, e o elenco também conta com Awkwafina (“A Despedida”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Fala Chen (“The Undoing”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”), que terá o papel do vilão Mandarim. Em suas origem clássica, concebida por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, era filho do lendário Fu Manchu, vilão da literatura pulp e primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão oriental com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornaria lugar-comum, seja nos quadrinhos de Flash Gordon (o Imperador Ming) quanto nos filmes de James Bond (o “satânico” Dr. No). Nas publicações da Marvel dos anos 1970, Fu Manchu se apresentava como um grande filantropo para o filho, enquanto o treinava para se tornar uma arma letal. Tudo muda quando Shang-Chi é enviado em sua primeira missão e descobre que o pai não era quem dizia ser. A partir dessa reviravolta, alia-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel, porém, não tem os direitos sobre Fu Manchu, que pertencem aos herdeiros do escritor inglês Sax Rohmer. Apesar disso, fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Por conta disso, o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado no cinema. O filme do Mestre do Kung Fu (como Shang-Chi era conhecido nos anos 1970) tem estreia marcada para julho de 2021, após várias mudanças no calendário da Marvel provocadas pela covid-19. Ver essa foto no Instagram WE. ARE. WRAPPED! Uma publicação compartilhada por Destin Yori Daniel Cretton (@destindaniel) em 24 de Out, 2020 às 12:50 PDT Ver essa foto no Instagram We made a baby!!! We can’t wait to introduce him to the world in 9 months… 😍😍😍 #WRAPPED Uma publicação compartilhada por Simu Liu (刘思慕) (@simuliu) em 24 de Out, 2020 às 6:24 PDT

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    Estreia de Os Novos Mutantes marca reabertura dos cinemas do Brasil

    22 de outubro de 2020 /

    Os cinemas brasileiros recebem nesta sexta sua primeira grande estreia desde março, quando as salas de projeção foram fechadas no início da pandemia. A reabertura começou oficialmente no começo de outubro, com a exibição de reprises, e agora “Os Novos Mutantes” usa o apelo dos super-heróis para tentar reviver o circuito, ainda muito vazio. Um dos lançamentos de cinema mais adiados de todos os tempos, “Os Novos Mutantes” foi filmado em 2016 e deveria ter estreado originalmente em 2018. Mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. E quando a estreia foi marcada para março, veio o coronavírus, que adiou ainda mais sua abertura. Com essas idas e vindas, o diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) aproveitou para aprimorar a pós-produção de seu filme de super-heróis, refazendo e melhorando os efeitos, mas o fato é que a Fox tinha razão em querer refilmagens. O filme não se define entre produção de super-heróis e trama de terror convencional, e não empolga. A média de aprovação no Rotten Tomatoes, que contabiliza a opinião da crítica em inglês, ficou em apenas 34%. Como as bilheterias jamais recuperarão o investimento, devido à pandemia, isto significa que o último filme da Fox com personagens da Marvel é realmente o fim da linha para o universo dos mutantes derivados de “X-Men”. O que é uma pena, devido à boa escalação do elenco, especialmente Anya Taylor-Joy (“Vidro”), que dá show como Magia. Os demais intérpretes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e os brasileiros Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Além deste filme, os cinemas também recebem o western australiano “A Verdadeira História de Ned Kelly”, uma versão pós-moderna da lenda do “Jesse James australiano”, dirigida por Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”), com George MacKay (“1917”) no papel que já foi vivido por Heath Ledger e até Mick Jagger (ele mesmo, dos Rolling Stones). A crítica internacional aprovou, com 79% no Rotten Tomatoes. Para as crianças que não tem internet, ainda há “Como Cães e Gatos – Peludos Unidos”, terceiro filme da franquia iniciada em 2001, sobre a guerra entre os animais de estimação, que na verdade são espiões disfarçados. Além de ser muito ruim (17% no Rotten Tomatoes), saiu antes para locação online (Sky Play). Veja abaixo os trailers das três estreias de cinema da semana.

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    Marge Champion (1919 – 2020)

    22 de outubro de 2020 /

    A atriz e dançarina Marge Champion, que serviu de modelo para a primeira princesa da Disney, Branca de Neve, morreu na quarta-feira (21/10) em Los Angeles, aos 101 anos. Marjorie Celeste Belcher nasceu em 2 de setembro de 1919, exatamente em Hollywood, na Califórnia. Seu pai era um coreógrafo famoso, Ernest Belcher, que fundou a Celeste School of Dance e ensinou dança para Fred Astaire, Shirley Temple, Cyd Charisse e Joan Crawford, além de ter trabalhado para o lendário diretor Cecil B. DeMille. Ela também tinha uma meia-irmã mais velha que era atriz do cinema mudo, Lina Basquette. A jovem começou sua carreira artística como dançarina aos 14 anos, época em que foi contratada pela equipe de animação de Walt Disney para servir de modelo para o curta “A Deusa da Primavera” (1934). O resultado agradou tanto que ela repetiu o desempenho para o filme “Branca de Neve e os Sete Anões”, primeiro longa do estúdio, apresentando-se para a equipe da Disney por dois dias ao mês durante dois anos. Os animadores estudaram seus movimentos em um estúdio para fazer a princesinha se mover de forma mais realista. Durante essa experiência, ela acabou iniciando um relacionamento com Art Babbitt, o animador da Disney que criou o Pateta. Eles se casaram em 1937 – ela tinha 17 e ele 29 – , mas a união durou apenas três anos. Depois do lançamento do longa em 1937, ela também interpretou a versão live-action de Branca de Neve em uma turnê de vaudeville com Os Três Patetas, e voltou a trabalhar com a Disney em outras animações clássicas, servindo de modelo para a Fada Azul de “Pinóquio” (1940), para a principal hipopótamo dançarina de “Fantasia” (1940) e para o Sr. Cegonha de “Dumbo” (1941). Mas o sucesso de “Branca de Neve” também lançou sua carreira de atriz em produções live-action. Renomeada como Marjorie Bell pelo famoso agente Henry Willson, ela apareceu em cinco filmes lançados em 1939, incluindo “A História de Vernon e Irene Castle”, estrelado por Fred Astaire e Ginger Rogers como lendários dançarinos de salão. Entretanto, interrompeu a carreira cinematográfica para se dedicar ao teatro, fazendo sua estreia na Broadway em 1945. Em 1947, ela se casou novamente, com Gower Champion, um antigo colega de escola que também era aluno de seu pai, e eles formaram uma dupla renomada, dançando em shows de variedades como Gower & Bell. O casal também começou a fazer coreografias, inclusive para produções da Broadway (como “Small Wonder”, “Lend an Ear” e “Make a Wish”). Paralelamente, Marge retomou a carreira no cinema, aparecendo como dançarina, ao lado do marido, nos musicais “A Secretária do Malandro” (1950), com Bing Crosby, “O Barco das Ilusões” (1951), com Ava Garner, “O Amor Nasceu em Paris” (1952), com Red Skelton, até protagonizar com Gower uma espécie de cinebiografia, “Tudo o que Tenho é Teu” (1952), sobre um casal de dançarinos que precisa encontrar um nova integrante durante a gravidez da mulher. O filme foi um sucesso e abriu uma leva de parcerias na tela. Eles também protagonizaram “Procura-se uma Estrela” (1953), dirigidos pelo mestre Stanley Donen. E, em 1957, estrelaram seu próprio programa de TV, “The Marge and Gower Champion Show”, uma sitcom da rede CBS que trazia Marge como uma dançarina casada com um coreógrafo. O casal também apareceu frequentemente no “The Ed Sullivan Show” e chegou a viajar pela União Soviética com o lendário apresentador de TV. Após um período focado mais na TV, Marge só voltou aos cinemas em 1968, participando de dois clássicos de Hollywood: “Um Convidado Bem Trapalhão” (The Party), estrelado por Peter Sellers, e “Enigma de uma Vida” (The Swimmer), com Burt Lancaster. Nos anos 1970, ela passou a trabalhar como coreógrafa em produções televisivas e cinematográficas. O primeiro trabalho, as danças do telefilme “Queen of the Stardust Ballroom”, lhe rendeu um Emmy em 1975 e impulsionou sua nova carreira atrás das câmeras, levando-a a coreografar os filmes “O Dia do Gafanhoto” (1975), de John Schlesinger, e “De Quem é a Vida Afinal?” (1981), de John Badham, entre outros trabalhos. Ela também interpretou uma professora de balé em um episódio da famosa série “Fama” de 1982 e, ativa até recentemente, apareceu como Emily Whitman no revival da Broadway de “Follies” em 2001 . Marge se casou pela terceira vez em 1977, com o diretor Boris Sagal (“A Última Esperança da Terra”), mas enviuvou quatro anos depois. Ele morreu em 1981 de ferimentos sofridos depois de cair acidentalmente na hélice de um helicóptero durante a produção de uma minissérie da NBC, “World War III”. Graças a esse casamento, ela virou madrasta da famosa atriz Katey Sagal (“Married with Children” e “Sons of Anarchy”), de suas irmãs Liz e Jean Sagal (que estrelaram a sitcom dos anos 1980 “Double Trouble”) e seu irmão Joey Sagal (“Elvis & Nixon”). Marge também teve um filho biológico, Gregg Champion, que virou diretor de TV.

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