Máquina de Combate vai aparecer em Falcão e o Soldado Invernal
O herói Máquina de Combate, vivido por Don Cheadle no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) desde “Homem de Ferro 2” (2010), vai aparecer na série “Falcão e o Soldado Invernal”. A informação foi revelada pelo próprio ator, em entrevista ao BroBible’s Post-Credit Podcast. “A parte legal do MCU é que podemos aparecer nas histórias uns dos outros, e há formas de juntar esses personagens em várias plataformas. Às vezes, as tramas acontecem nos filmes, e ocasionalmente a trama dos filmes viram séries de TV. É bem divertido e interessante!”, ele comentou, antes de fazer a revelação. “O único limite é a imaginação, tudo é bem aberto e pode seguir qualquer rumo”, continuou. “É ótimo. Mal posso esperar para entrar na sala de roteiristas para pensar como as coisas vão se desenrolar já que Rhodes dará as caras na série do Falcão e do Soldado Invernal, então muito pode acontecer”. Cheadle também comentou o projeto de sua própria série, “Armor Wars”, anunciada no Dia do Investidor da Disney. “A morte de Tony Stark, tenho certeza, terá um papel importante na série”, disse Cheadle sobre a trama. Quanto ao que ele espera de sua própria série, o ator acredita que os roteiristas vão “conectar o que está acontecendo nos quadrinhos com o que está acontecendo na tela no MCU”, o que, para ele “é realmente emocionante”. A série tem o mesmo nome de um arco dos quadrinhos do Homem de Ferro publicado nos anos 1980, que examina o que acontece quando a tecnologia criada por Tony Stark vai parar nas mãos erradas. “Armor Wars” ainda não tem uma data oficial de lançamento, mas “Falcão e o Soldado Invernal” estreia em 19 de março na Disney+ (Disney Plus).
Diretor de Pantera Negra desenvolve série sobre Wakanda para Disney+
Uma série ambientada em Wakanda está em desenvolvimento na Disney+ (Disney Plus). A notícia veio à tona durante o anúncio de que o cineasta Ryan Coogler, que dirigiu “Pantera Negra” e está escrevendo a continuação, fechou um contrato amplo e geral de vários anos com a Disney para a criação e produção de séries. “Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company, no comunicado que anunciou a parceria. “Com ‘Pantera Negra’, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.” Por sua vez, Coogler disse que era “uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”. “Trabalhar com eles em ‘Pantera Negra’ foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio de televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com o público em todo o mundo por meio das plataformas Disney”, continuou. E, ao mencionar seus planos, o cineasta acabou revelando que já está desenvolvendo uma série para a plataforma Disney+ com a equipe da Marvel Studios. “Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar. ” Coogler vai desenvolver os projetos por meio de sua produtora, Proximity Media. A opção de lançar uma série baseada em Wakanda, país do Pantera Negra, vem à tona após boatos sugerirem que “Pantera Negra 2” diluiria sua trama entre os personagens da nação africana, como forma de compensar a ausência do protagonista – após a morte inesperada de Chadwick Boseman (o Pantera Negra) no ano passado. Mas nem o projeto de série nem a trama do filme estão oficialmente confirmados. “Pantera Negra” foi um sucesso estrondoso para a Disney e a Marvel, arrecadando quase US$ 1,35 bilhão em todo o mundo. O filme ganhou um significado cada vez maior depois da morte repentina do astro Chadwick Boseman, vítima de câncer de cólon em agosto.
Criadores de Once Upon a Time desenvolvem nova série sobre contos de fadas da Disney
Os produtores Adam Horowitz e Edward Kitsis, criadores da série “Once Upon a Time”, vão voltar a adaptar contos de fadas da Disney numa nova série da rede americana ABC. A emissora encomendou o piloto de “Epic” para a dupla. A produção é descrita como uma antologia romântica que reinventa contos de fadas para um novo público, e será focado em propriedades da Disney, exatamente como “Once Upon a Time” – que explorou Branca de Neve e outros personagens icônicos. A roteirista Brigitte Hales, que trabalhou com Kitsis e Horowitz em “Once Upon a Time”, vai escrever o roteiro do piloto e produzir junto com a dupla para o estúdio ABC Signature. A série em potencial marca o retorno de Kitsis e Horowitz ao universo das fábulas da Disney, após sete temporadas de “Once Upon a Time”, que se tornou um fenômeno global e uma fonte de renda para o estúdio. A série terminou em maio de 2018.
Disney+ revela trailer da série baseada no clássico infantil Nós Somos Campeões
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro trailer de “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers), série baseada na trilogia cinematográfica “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks). A prévia destaca o retorno do ator Emilio Estevez ao papel de Gordon Bombay, que volta para treinar mais um time inadequado de hóquei infantil. A prévia, na verdade, parece um novo filme da franquia – e não uma série. O vídeo introduz rapidamente o tema da produção, ao acompanhar a tristeza de um garoto que não é considerado bom o bastante para jogar hóquei. Mas sua mãe não aceita isso e o estimula a montar seu próprio time com outras crianças rejeitadas. É quando o acaso coloca no caminho dessa família o famoso especialista em treinar times de hóquei que desafiam as probabilidades. Além de Esteves, o elenco destaca Lauren Graham (a eterna Lorelai de “Gilmore Girl”) como a mãe e Brady Noon (o Thor de “Bons Meninos”) como seu filho. Para quem não lembra ou não viu o filme original (ou seja, a faixa etária visada pela série), “Nós Somos Campeões” foi um sucesso enorme da Disney em 1992, ao acompanhar a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, acaba sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que o estúdio produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série partiu do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que também assina o roteiro do primeiro episódio – dirigido por James Griffiths, da comédia “Ritmo Cubano” (2014). A estreia foi marcada para 26 de março nos EUA. Vale observar que a Disney+ ainda não disponibilizou a versão nacional do vídeo e não tem feito estreias simultâneas no Brasil de todas as suas séries.
Raia e o Último Dragão ganha trailer dublado para estreia no cinema e Disney+ no Brasil
A Disney divulgou as versões nacionais do novo trailer da animação “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), que anunciam uma nova data de estreia para o filme, refletindo a estratégia de lançamento internacional. A animação vai estrear no Brasil no mesmo dia e da mesma forma que nos EUA: em 5 de março, tanto nos cinemas quanto na plataforma Disney+ (Disney Plus). A distribuição em salas de exibição e no streaming repete a estratégia da Warner com “Mulher-Maravilha 1984” nos EUA, mas com uma diferença crucial. A Disney está retomando a ideia de seu lançamento de “Mulan”, oferecendo o novo filme “por um custo adicional” (além da assinatura) para seus assinantes. A empresa batizou esta cobrança dupla de “Premier Access”. O valor do “ingresso” digital ainda não foi divulgado. “Raya e o Último Dragão” é uma grande aventura de ação e fantasia, em que uma heroína espadachim e lutadora de artes marciais lidera um grupo em busca do último dragão do mundo. Para isso, ela enfrenta um exército liderado por uma guerreira rival. Só que o objetivo desse jornada, o dragão, acaba se revelando bem diferente do que todos imaginam. O trailer também revela que a premissa mudou completamente desde o anúncio do projeto. O vídeo explica que a trama se passa em uma terra de fantasia fictícia dividida em cinco regiões com diferentes clãs, que antes viviam em harmonia com os dragões, mas agora estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz. Mas só encontra um bicho tagarela que se transforma em uma mulher Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”). O elenco cheio de astros asiáticos de Hollywood também destaca Awkwafina (de “Jumanji: Próxima Fase”) como a voz do dragão Sisu, além de Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Sandra Oh (“Killing Eve”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). Veja abaixo os novos trailers, em versão legenda e dublada em português.
Luke Evans voltará a ser vilão da Disney em Pinóquio
O ator Luke Evans vai voltar a viver um vilão de fábula encantada da Disney. Depois de encarnar Gaston em “A Bela e a Fera” (2017), o astro galês entrou no elenco da nova versão de “Pinóquio”, em que viverá Barker, o Cocheiro, responsável por levar o protagonista à Ilha dos Prazeres, onde crianças podem fazer o que quiserem até virar burros – literalmente, com orelha, focinho e cauda. Evans se junta ao previamente anunciado Tom Hanks, que viverá Gepeto, o marceneiro que cria Pinóquio. A adaptação da obra clássica de Carlo Collodi tem direção de Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), que também reescreveu o roteiro de Chris Weitz (“Rogue One: Uma História Star Wars”), escrito há alguns anos. A produção pretende ser mais fiel ao desenho clássico da própria Disney, que venceu dois Oscars em 1941, e será o terceiro lançamento de Pinóquio nos últimos tempos, após a versão italiana de Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”), atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, e uma animação ainda em desenvolvimento por Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) para a Netflix.
Novo trailer de Raia e o Último Dragão revela muita ação com cenas inéditas
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer original (em inglês, sem legendas) da animação “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon). Repleta de cenas inéditas, a prévia revela uma grande aventura de ação e fantasia, em que uma heroína lutadora de artes marciais lidera um grupo em busca do último dragão do mundo. Para isso, ela enfrenta um exército liderado por uma guerreira rival. Só que o dragão se revela bem diferente do que todos imaginam. O trailer também revela que a premissa mudou completamente desde o anúncio do projeto. O vídeo explica que “Raya e o Último Dragão” se passa em uma terra de fantasia fictícia dividida em cinco regiões com diferentes clãs, que antes viviam em harmonia com os dragões, mas agora estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz. Mas só encontra um bicho tagarela que se transforma em uma mulher Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”). O elenco cheio de astros asiáticos de Hollywood também destaca Awkwafina (de “Jumanji: Próxima Fase”) como a voz do dragão Sisu, além de Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Sandra Oh (“Killing Eve”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 5 de março de 2021 nos EUA, quando também será disponibilizada na Disney+ (Disney Plus).
Jaimie Alexander confirma viagem à Austrália para novo filme de Thor
A atriz Jaimie Alexander postou na noite de sábado (23/1) uma foto no avião à caminho de Sydney, na Austrália, que confirma seu retorno em “Thor: Love and Thunder”. O quarto filme de Thor começa a ser filmado nesta semana no país. A participação ainda não foi anunciada oficialmente pela Disney, mas foi apurada pelo site Deadline em dezembro passado. Alexander acabou ficando de fora de “Thor: Ragnarok” (2017) devido a conflitos de agenda com as gravações de sua série “Blindspot”, encerrada em julho passado. Com isso, escapou do destino dos demais coadjuvantes asgardianos da franquia, assassinados por Hela, a Deusa da Morte (vivida por Cate Blanchett). Apesar disso, o público nunca teve uma explicação para a ausência de Sif naquele filme, após a personagem ter grande destaque em “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). O novo filme deverá servir para esclarecer esse “buraco” narrativo e, quem sabe, formar o primeiro casal lésbico da Marvel. Embora os filmes anteriores indicassem que Sif tinha sentimentos românticos pelo Deus do Trovão (Chris Hemsworth), muitos esperam que ela acabe virando a rainha de Valquíria (Tessa Thompson), após Alexander expressar interesse nessa possibilidade nas redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jaimie Alexander (@jaimiealexander)
Disney adia King’s Man: A Origem e outros títulos da antiga Fox
A expectativa se confirmou e a Disney seguiu a Sony e a MGM com seu anúncio de adiamentos nos cinemas. A princípio, o estúdio revelou mudanças apenas relacionadas às produções da 20th Century e Searchlight Studios (antigas propriedades da Fox). A novidade principal é o atraso de “King’s Man: A Origem”, prólogo da franquia “Kingsman”, que era um dos poucos lançamentos de grande orçamento previsto para o primeiro trimestre do ano. A data de 12 de março virou 20 de agosto. Outros filmes da 20th Century afetados foram o longa animado da série “Bob’s Burgers”, que saiu do calendário, abrindo caminho para uma distribuição em streaming, e a sci-fi infantil “Ron’s Gone Wrong”, que trocou abril por 22 de outubro nos EUA. A Disney também empurrou o terror “Espíritos Obscuros” (Antlers) para outubro e anunciou algumas estreias da Searchlight que até então estavam indefinidas, entre elas o lançamento de “Nightmare Alley”, novo filme de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), que chegará aos cinemas norte-americanos em 3 de dezembro. O estúdio ainda precisa tomar decisões sobre seus títulos da Marvel, como a já muito adiada “Viúva Negra”, superprodução prevista para maio, e desenhos animados, como “Raya e o Último Dragão”, com estreia ainda marcada para março. Estas datas dificilmente serão mantidas e há dúvidas até se os lançamentos chegarão aos cinemas. Também é forte a expectativa de que outros estúdios reforçarão ainda mais a debandada. Lionsgate e a Paramount ainda não se manifestaram após o êxodo dos rivais. Mas as alterações já feitas mostram um quadro desolador para o mercado exibidor e confirmam que Hollywood considera o primeiro semestre praticamente perdido. Com isso, os cinemas contarão nos próximos meses apenas com lançamentos de filmes indies e dos dois únicos estúdios com estratégias digitais consolidadas: Warner e Universal – ambos muito criticados por se antecipar a esse cenário negativo com planos de contingência em streaming. Graças a sua estratégia de lançamentos simultâneos na HBO Max, a Warner poderá se dar ao luxo de manter seu cronograma atual, assim como a Universal, que lança seus títulos em PVOD (aluguel digital premium) após três fins de semana de exibição nos cinemas. Apesar disso, há pressão de produtores e cineastas para que também adiem alguns títulos.
Filmes online: Top 10 de estreias inclui O Tigre Branco e O Grande Ivan
“O Tigre Branco” e “O Grande Ivan” são os filmes que devem dominar as conversas, mas a semana é generosa em opções de qualidade para o cinema em casa. O drama indiano da Netflix adapta o best-seller homônimo de Aravind Adiga (“Selection Day”) sobre um motorista humilde que, após anos de submissão e abuso nas mãos dos mais ricos, começa a usar sua inteligência e astúcia para mudar seu status. Intérprete do “tigre” do título, Adarsh Gourav foi revelado em “Meu Nome é Khan” (2010) e é astro da série “Leila”, também disponibilizada pela Netflix, mas a artista mais famosa do elenco é Priyanka Chopra Jonas (“Quantico”), que vive sua patroa. A adaptação foi feita pelo cineasta Ramin Bahrani, filho de imigrantes iranianos, que nasceu e cresceu nos EUA, e já fez filmes como “A Qualquer Preço” (2012), “99 Casas” (2014) e o remake de “Fahrenheit 451” (2018) para a HBO – além de ter produzido o filme brasileiro “Sócrates” (2018). Mas é a superprodução da Disney, lançada diretamente em streaming, que emociona mais. Baseado no livro infantil de Katherine Applegate, “O Grande Ivan” é um híbrido de animação realista de animais falantes e live-action com atores de verdade, como “Mogli, o Menino Lobo” (2016), e tem produção de ninguém menos que Angelina Jolie (a “Malévola”), que também dubla Stella, uma das elefantas da trama. A história acompanha um gorila chamado Ivan, que vive conformado em uma jaula em um shopping center, juntamente com um velha elefante doente e animais domésticos, mas quando Ruby, uma bebê elefanta, passa a lhes fazer companhia, ele se sensibiliza e começa a redescobrir sua vida anterior à prisão, preparando um plano para salvar a criança do cativeiro. Detalhe: a história é baseada num fato real. Ivan foi um gorila que realmente existiu e ficou conhecido, nos anos 1970, por assistir TV e realizar pinturas com os dedos, vivendo 27 anos numa vitrine de shopping center. Encontrar um final feliz para essa história triste foi uma missão digna dos esforços da Disney. Entre a seleção do Top 10 semanal, vale prestar atenção ainda em “A História Pessoal de David Copperfield”, adaptação da obra-prima do escritor Charles Dickens, que segue o personagem-título desde infância miserável à vida de escritor britânico do século 19. Diferente de outras adaptações, o diretor Armando Iannucci (criador da série “Veep”) privilegia situações de comédia e fantasia sobre o melodrama tradicional, trazendo Dev Patel (“Lion”) no papel-título e diversos coadjuvantes famosos, como Hugh Laurie (“House”) e Tilda Swinton (“Suspiria”). O filme venceu cinco prêmios BIFA (troféu do cinema independente britânico). Já a maior surpresa fica por conta de “Um Caso de Detetive”, comédia estrelada por Adam Brody (“Shazam”), que se transforma num drama noir no decorrer de sua trama. Escrito e dirigido pelo estreante Evan Morgan, o filme conta a história de Abe Applebaum, um adulto desiludido que fez sucesso como detetive mirim quando era criança e se vê até hoje, aos 32 anos, sendo contratado para resolver mistérios bobinhos. Tudo muda quando uma jovem (Sophie Nélisse, de “Medo Profundo: O Segundo Ataque”) o procura com o primeiro caso “adulto” de sua carreira: o assassinato de seu namorado, morto de forma violenta com 17 facadas. Mas ao partir para resolver o mistério, ele adentra um mundo muito mais perigoso que imagina. O Top 10 da semana ainda inclui o terror sul-coreano “Invasão Zumbi 2: Península”, que não repete o mesmo impacto do filme original, e outros títulos de fora de Hollywood, como o suspense alemão “O Caso Collini” e a comédia israelense “Tel Aviv em Chamas”, perfeitos para quem busca entretenimento de qualidade. Confira abaixo a relação completa e os trailers das estreias dos 10 melhores filmes disponibilizados para streaming nesta semana. O Grande Ivan | EUA | 2020 (Disney+) O Tigre Branco | Índia, EUA | 2021 (Netflix) A História Pessoal de David Copperfield | Reino Unido | 2019 (Apple TV, Google Play, Looke, Vivo Play, YouTube Filmes) Um Caso de Detetive | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Sky Play) Guerra de Algodão | Brasil | 2018 (Netflix) How to Build a Girl | Reino Unido | 2019 (Apple TV, Vivo Play) Professor | EUA | 2019 (Apple TV, Looke) O Caso Collini | Alemanha | 2019 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Invasão Zumbi 2: Península | Coreia do Sul | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Tel Aviv em Chamas | Luxemburgo, Israel, França | 2018 (Looke, NOW, Vivo Play)
Series online: Especial de Euphoria é destaque entre as estreias da semana
O segundo capítulo especial de “Euphoria” é o destaque entre o conteúdo online de séries desta semana. Embora a exibição esteja marcada para domingo (24/1) na TV, a atração já chega à HBO Go às 23h desta sexta (22/1). A estreia acontece um dia após a divulgação do clipe de sua trilha sonora, “Los Vas a Olvidar”, primeira música em espanhol de Billie Eilish, cantada em parceria com a espanhola Rosalía. Focado na personagem Jules, da atriz Hunter Schafer, o capítulo estendido se passa durante o feriado do fim de ano, enquanto ela reflete sobre tudo o que lhe aconteceu. Além de atuar, Schafer é creditada como co-produtora executiva e co-roteirista da trama, em parceria com Sam Levinson, criador da série. A produção complementa a história do primeiro especial, que seguiu Rue (Zendaya) durante o mesmo fim de semana, após as duas se separarem no final da 1ª temporada da série. Os dois capítulos foram gravados no auge da pandemia, observando as diretrizes de precaução contra a covid-19, e contam com poucos coadjuvantes. Os diversos serviços digitais disponíveis no Brasil também recebem muitas atrações novas. Vale destacar “Losing Alice”, thriller sexual israelense estrelada por Ayelet Zurer (a mãe biológica de Superman no filme “Homem de Aço” e a Vanessa da série “Demolidor”) na Apple TV+. Ela vive a Alice do título, uma cineasta de cerca de 50 anos que entrou em decadência após constituir família. Mas um encontro casual a aproxima de uma bela e jovem roteirista (Lihi Kornowski, de “The Burglar”), que é autora de uma história que pode recuperar sua carreira. O envolvimento vira obsessão sexual, ao mesmo tempo em que Alice começa a descobrir segredos sinistros da garota – como o fato de seu roteiro sombrio ser mais relato de fatos que ficção. A Apple ainda disponibiliza a série de comédia “Little America”, uma antologia focada em histórias de imigrantes, criada pelo casal Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”) e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 pelo roteiro “Doentes de Amor”. E outra estreia adulta vem pela Globoplay: “Por que as Mulheres Matam”, nova dramédia criminal de Marc Cherry, o criador de “Desperate Housewives”. Por falar em séries criminais, a Globoplay também traz “Carcereiros: A Noite Sem Fim”, versão ampliada de “Carcereiros: O Filme”, que ganhou novas cenas para servir como 3ª e última temporada da série presidiária brasileira. Para quem só tem Netflix, a opção é “Fate: A Saga Winx”, adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx”, criado por Iginio Straffi em 2004. A série mediana acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar – e segue basicamente a mesma premissa sobrenatural adolescente de outras séries do gênero que a Netflix adora cancelar sem concluir. “A Ordem”, vítima recente desta tendência, era bem melhor. O Top 10 semanal reserva ainda boas atrações para as crianças, como “Sessão Pipoca com a Pixar”, antologia de curtas com personagens dos filmes animados da Pixar (“Toy Story”, “Procurando Dory”, “Carros”, “Viva – A Vida É uma Festa” e até o recém-lançado “Soul”), além do novo programa dos Muppets, “Agora Muppets”, e a 2ª temporada de “Jurassic World: Acampamento Jurássico”. Confira abaixo a relação completa e os trailers das estreias das 10 melhores séries disponibilizadas para streaming nesta semana. Euphoria | EUA | Especial (HBO Go) Losing Alice | Israel | 1ª Temporada (Apple TV+) Little America | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Por que as Mulheres Matam | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) Fate: A Saga Winx | Itália, Reino Unido | 1ª Temporada (Netflix) Sessão Pipoca com a Pixar | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Agora Muppets | EUA | 2ª Temporada (Disney+) Jurassic World: Acampamento Jurássico | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Dix pour Cent | França | 4ª Temporada (Netflix) Carcereiros: A Noite sem Fim | Brasil | 3ª Temporada (Globoplay)
Disney+ lança nova série com personagens famosos da Pixar
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de uma nova atração da Pixar, que já estreia nesta sexta (22/1). O vídeo, em versões dublada e legendada em português, revela aventuras inéditas de personagens adorados dos longas de animação do estúdio, como Buzz Lightyear, Zezé (Jack Jack, no original), Dory e até Joe, do recente “Soul”. Batizada em português de “Sessão Pipoca com a Pixar” (Pixar Popcorn, em inglês), a série é uma antologia de curtas derivados de alguns dos filmes mais famosos da Pixar. A atração vai reunir ao todo 10 curtas com personagens de “Toy Story”, “Os Incríveis”, “Procurando Dory”, “Viva – A Vida É uma Festa”, “Carros” e o citado “Soul”. As obras são descritas como “pequenas histórias criadas pelos talentosos animadores da Pixar Animation Studios”, de acordo com um comunicado à imprensa, e embora pareçam mais curtas que o formato tradicional dos trabalhos do estúdio no gênero, devem agradar em cheio aos fãs das produções originais.
Netflix elogia desempenho da Disney+ e celebra nova rivalidade
Além de celebrar uma marca histórica de assinantes mundiais, o ponto alto da apresentação de terça (20/1) da Netflix para investidores do mercado americano foi o reconhecimento da competição da Disney+ (Disney Plus). Apesar do avanço internacional da plataforma da Disney, a Netflix adicionou 8,5 milhões de assinantes no último trimestre e 37 milhões em 2020, bem acima das previsões, e com isso chegou a 203,7 milhões de assinantes mundiais. Ao mesmo tempo, a Disney+ atingiu 86,8 milhões, um crescimento recorde em apenas 14 meses, considerando seu lançamento em novembro de 2019. “É superimpressionante o que a Disney fez”, disse o fundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, durante a apresentação. “E isso é ótimo. Mostra que os assinantes estão interessados e dispostos a pagar mais por mais conteúdo porque estão famintos por ótimas histórias. E a Disney tem ótimas histórias”, continuou. “Isso nos deixa entusiasmados para aumentar nossas assinaturas, aumentar nosso orçamento de conteúdo e será ótimo para o mundo ver a Disney e a Netflix competirem série a série e filme a filme. Estamos muito entusiasmados em alcançá-los na área de animação infantil – talvez eventualmente até ultrapassá-los, veremos, temos um longo caminho a percorrer só para chegar onde eles estão – e manter nossa liderança no entretenimento geral, o que é muito estimulante”. Hastings citou um exemplo de sua liderança, ao destacar o desempenho da série estreante “Bridgerton”, “que eu não acho que você vai ver na Disney tão cedo”. A referência de Hastings a “Bridgerton” tem vários sentidos. A série tem cenas de sexo, que a Disney+ não permitiria, e foi criada pela empresa da produtora Shonda Rhimes, que deixou a ABC, rede televisiva de propriedade da Disney, onde lançou “Grey’s Anatomy” e outras séries, em troca de um contrato milionário com a Netflix. Primeiro programa desse acordo, “Bridgerton” teria sido assistido por 63 milhões de famílias nos primeiros 28 dias, classificando-se como o 5º maior lançamento de série original da Netflix em todos os tempos. Vale apenas reparar que os números do público de “Bridgerton” são projeções – a série ainda não completou 28 dias no ar – e a Netflix considera que uma família inteira viu uma temporada completa de série se algum morador da casa assinante der play por dois minutos num episódio.












