Vídeo de bastidores mostra que Raya e o Último Dragão teve produção “caseira”
A Disney divulgou um vídeo de bastidores de “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), que destaca como o filme foi produzido à distância por sua equipe – entre cachorros, gatos e bebês nas casas dos profissionais, por conta da pandemia do novo coronavírus. A prévia também exibe novas cenas do desenho e conta com depoimentos de Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”), que dubla a Raya do título, e Awkwafina (“Jumanji: Próxima Fase”), voz do último dragão. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e incorpora vários elementos da cultura – e das artes-marciais – do sudeste asiático. Apesar disso, a história é uma aventura fantasiosa sem laços com o folclore regional. A trama se passa em uma terra fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com dragões, mas agora que as criaturas místicas se foram estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz. Mas só encontra um bicho tagarela que se transforma em uma mulher. A direção é comandada por Don Hall (“Moana”) e Carlos López Estrada (“Ponto Cego”), que trabalharam juntos com os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). Além das duas estrelas citadas, o elenco de dubladores incluiu outros astros asiáticos famosos de Hollywood, como Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Sandra Oh (“Killing Eve”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março, quando também será disponibilizada na Disney+ (Disney Plus). O detalhe é que não basta ser assinante para assistir ao filme em streaming. A Disney decidiu cobrar uma sobrepreço (além do preço da assinatura) para quem quiser assistir “Raya e o Último Dragão” em casa, que batizou de Premier Access.
Novo episódio de WandaVision derruba a Disney+ nos EUA
Vários usuários americanos da Disney+ (Disney Plus) que tentaram assistir “WandaVision” no minuto em que a série foi disponibilizada nesta sexta (19/2) enfrentaram problemas de conexão. Quedas e interrupções afetaram a plataforma de streaming nos EUA, principalmente na Costa Oeste do pais, devido ao aumento de tráfego decorrente do grande interesse na série. A interrupção, porém, não foi longa. Durou aproximadamente 10 minutos, de acordo com a própria empresa. Entretanto, os relatórios sobre a duração da interrupção variaram no Twitter, com algumas pessoas tendo problemas por cerca de 30 minutos, levando ao surgimento de tópicos em torno da queda – como #Disney+Down. Também houve relatos de instabilidade entre assinantes da Costa Leste e até do Reino Unido. Vale lembrar que esse tipo de problema já tinha acontecido anteriormente com a HBO Go, que não conseguiu dar conta do tráfego originado pelo interesse nos capítulos finais de “Game of Thrones”.
Séries online: A polêmica de Allen v. Farrow é maior atração do fim de semana
A série documental “Allen v. Farrow”, que estreia domingo (21/2) na HBO e em sua plataforma de streaming, é a grande atração do fim de semana. Apesar de tomar partido declarado, o foco no suposto abuso cometido pelo diretor Woody Allen em sua filha adotiva Dylan Farrow na década de 1990, quando ela tinha 7 anos, tende a repercutir com força nas redes sociais, restaurando a campanha de cancelamento contra o cineasta. Qualquer resposta de Allen – e imagina-se que existirá – apenas garantirá mais audiência para os próximos capítulos dessa novela interminável da vida real. Entre o escapismo da ficção, os destaques são um novo suspense adolescente espanhol, uma sci-fi alemã dos produtores de “Dark”, a 2ª temporada de “For All Mankind” e todos os episódios da série musical “Glee”. Confira abaixo a relação completa e os trailers de 10 séries disponibilizadas em streaming nesta semana. Allen v. Farrow | EUA | Minissérie (HBO Go) O Internato: Las Cumbres | Espanha | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Tribes of Europa | Alemanha | 1ª Temporada (Netflix) For all Mankind | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) Glee | EUA | 6 Temporadas (Disney+) Por Trás de Seus Olhos | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Bia – Um Mundo do Avesso | EUA | Especial (Disney+) Pit Stop | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Hard | Brasil | 2ª Temporada (HBO Go) EUA: A Luta pela Liberdade | EUA | 1ª Temporada (Netflix)
WandaVision vai homenagear Modern Family no próximo episódio
A Marvel divulgou uma cena do próximo episódio de “WandaVision”, que mostra Wanda conversando diretamente com a câmera como em um falso documentário. Isto significa que o episódio desta sexta (19/2) avançará sua “homenagem televisiva” até os anos 2000. O recurso é uma citação ao estilo narrativo adotado por séries como “The Office” (2005-2013) e – mais especificamente no caso da cena – “Modern Family” (2009-2020). “WandaVision” usa a referência de sitcoms tradicionais para mostrar a rotina do casal Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) e como eles tentam se encaixar em uma rotina normal, apesar do que acontece ao seu redor, no mundo fora de sua redoma literal. Levantamento recente da empresa Parrot Analytics apontou que a série disponibilizada pela plataforma Disney+ (Disney Plus) pode ser a mais assistida do mundo em 2021. A atração tem só mais três episódios inéditos, encerrando-se no dia 5 de março.
Emma Stone é Cruella no trailer do novo filme da Disney
A Disney divulgou o primeiro trailer de “Cruella”, filme em que Emma Stone encarna a vilã Cruella De Vil, que queria transformar os cãezinhos de “101 Dálmatas” em casaco de peles. A prévia demonstra que a trama não é uma história alternativa sobre como a vilã foi mal-julgada, ao estilo de “Malévola”. Emma Stone diz com todas as letras que sua personagem é uma psicopata e aparece se deliciando como piromaníaca. Resta saber como o clima sombrio será apresentado para as crianças, pois o trailer não é engraçado. É assustador. Mas Tim Burton fez carreira com esse tipo de tom híbrido em seus filmes. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970, em Londres, e mostrará Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, é produtora executiva do projeto. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vem a referência fashion. E ganhou roteiro final de Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). A estreia está marcada para 28 de maio nos cinemas. Veja abaixo os trailers em versões legendada e dublada em português.
Emma Stone vira vilã da Disney no pôster de Cruella
A Disney divulgou o primeiro cartaz oficial de “Cruella”, novo filme baseado na história dos “101 Dálmatas”. A imagem em preto e branco retrata a protagonista Emma Stone no papel da vilã do título e anuncia a estreia para o mês de maio – data jamais alterada pela pandemia. A tipografia escolhida para grafar o nome da atriz e a maquiagem utilizada pela personagem reforça o tom punk rock da produção, introduzido pela primeira foto oficial de Emma Stone no papel, revelada em agosto de 2019 na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”. Intitulado “Cruella”, o filme vai contar a história da vilã que ficou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela Disney. Na época, a tradução caprichou para apresentá-la no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Mas a Disney renegou a denominação nacional quando a personagem ganhou carne-e-osso pela primeira vez. Ela virou Cruella De Vil, seu nome em inglês, na interpretação de Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”) em 1996. Além disso, o filme também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas” – que virou “102 Dálmatas” na continuação do ano 2000. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970 – o que explica as alusões à estética punk. Escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e com direção de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”), o filme também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”) e Joel Fry (“Yesterday”) em seu elenco. O primeiro trailer será revelado nesta quarta (17/2).
Gina Carano era reincidente e descobriu sua demissão pelas redes sociais
A atriz e ex-lutadora de MMA Gina Carano revelou que descobriu sua demissão de “The Mandalorian” (The Mandalorian) pelas redes sociais. Entretanto, seu desligamento da série aconteceu após receber uma advertência anterior da Lucasfilm. O motivo foi o mesmo que levou ao fim de sua participação na série: posts ofensivos no Twitter. Em entrevista ao site de Bari Weiss (ex-redatora do New York Times), ela revelou que não recebeu nenhum aviso de sua demissão e que só soube que não voltaria na 3ª temporada da série pela repercussão da nota da Lucasfilm sobre seu afastamento, após o movimento #FireGinaCarano se tornar viral. Mas ela admitiu que era reincidente. Já tinha sido procurada anteriormente pelo estúdio devido à postagens infelizes e não levou a sério. O contato anterior foi por conta de uma mudança em seu perfil nas redes sociais que zombava de pronomes transgêneros. Carano disse que a Lucasfilm a pressionou a divulgar um pedido de desculpas escrito pela empresa sobre o assunto, mas ela se recusou. “No início do ano passado, antes do lançamento [da 2º temporada] de ‘O Mandaloriano’, eles queriam que eu usasse suas palavras exatas para um pedido de desculpas sobre o uso de pronomes”, disse Carano. “Recusei e fiz uma declaração com as minhas próprias palavras. Eu deixei claro que não queria zombar da comunidade transgênero e estava apenas chamando a atenção para a multidão abusiva que forçava as pessoas a colocarem pronomes em suas biografias”. De acordo com Carano, a reação da Lucasfilm por ela não ter usado seu pedido de desculpas foi exclui-la de toda a divulgação e promoção da 2ª temporada da série. “Foi de partir o coração, mas não quis tirar o trabalho árduo de todos que trabalharam no projeto, então aceitei”, acrescentou Carano. “Essa foi a última vez que fui contatada sobre qualquer tipo de declaração pública ou pedido de desculpas da Lucasfilm. Depois descobri nas redes sociais, como todo mundo, que fui demitida”. Lucasfilm anunciou a demissão de Carano chamando suas postagens nas redes sociais de “repugnantes e inaceitáveis”. “Suas postagens nas redes sociais atacando pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são repugnantes e inaceitáveis”, disse o texto oficial do estúdio. A gota d’água foi um post em que a ex-lutadora de MMA comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. Em outra postagem em seu Stories, Carano publicou uma foto de uma pessoa com várias máscaras de pano cobrindo todo o rosto e a cabeça, de forma irônica. A legenda dizia: “Enquanto isso na Califórnia”… Após sua demissão, o site The Hollywood Reporter noticiou que a Lucasfilm havia cancelado planos de anunciar Carano como a estrela de uma série derivada de “O Mandaloriano” (provavelmente “Rangers of the New Republic”). Com a galáxia de “Star Wars” ficou definitivamente distante para ela, Carano agora vai estrelar e produzir um filme para o site de extrema direita The Daily Wire. Em declaração inicial sobre o projeto, ela disse: “Estou enviando uma mensagem direta de esperança a todos que vivem com medo do cancelamento pela multidão totalitária. Estou apenas começando a usar minha voz, que agora está mais livre do que nunca, e espero que inspire outros a fazer o mesmo. Eles não podem nos cancelar se não permitirmos.”
Disney anuncia suas primeiras séries europeias de streaming
A Disney anunciou nesta segunda (16/2) a produção dos primeiros conteúdos originais europeus para suas plataformas de streaming. Serão 10 programas desenvolvidos na França, Itália, Alemanha e Holanda, incluindo os primeiros projetos para a vindoura Star+ (Star Plus), versão internacional da Hulu, que respondem por oito títulos do total. A lista europeia inclui uma mistura de dramas, fantasias, comédias e documentários, que destaca as séries “The Good Mothers”, sobre mulheres mafiosas, produzida pela empresa italiana Wildside (“We Are Who We Are” da HBO), a fantasia “Parallels”, criada por Quoc Dang Tran (o escritor por trás da série de terror francesa “Marianne” da Netflix), e “Sam – A Saxon”, história do primeiro policial negro da Alemanha Oriental, escrita por Jörg Winger (criador da premiada “Deutschland 83”). Entre as comédia, a Disney+ (Disney Plus) vai retomar a série italiana “Boris” (foto acima), originalmente da Fox, após três temporadas anteriores e um longa-metragem. Liderada por Diego Londono (ex-Fox), vice-presidente executivo de redes de mídia e conteúdo da Disney na EMEA (Europa, Oriente Médio e África), e Liam Keelan (ex-BBC), vice-presidente de conteúdo original na região, a iniciativa europeia da Disney buscou atrair produtores de peso e espera lançar seus primeiros programas ainda em 2021. Em comunicado, Londono disse que a Europa é uma “potência criativa” e os projetos locais ajudarão a Disney+ a se tornar um “destino certo” para o público. Keelan acrescentou: “Nossa oferta europeia inicial ressalta o compromisso regional da Disney com talentos diferenciados e excepcionais, refletindo nosso desejo de trabalhar com os melhores contadores de histórias da indústria”. O lançamento da Star+ deu à dupla mais flexibilidade em termos dos tipos de programas que podem encomendar, embora o mercado adulto seja muito mais competitivo, com Netflix, Amazon e Apple brigando por séries internacionais de alto nível. Além dos programas anunciados, a Disney sinalizou intenção de lançar originais da Espanha e Reino Unido, além de investir mais em produções da Alemanha. O plano é, em última instância, ultrapassar a meta de produção de 50 séries internacionais originais até 2024, anunciada durante o Dia do Investidor no ano passado. Este montante, porém, não é exclusivo da Europa e também conta com produções de outros mercados, como a América Latina.
Hasbro cancela boneco de Cara Dune após demissão de Gina Carano
A Luscasfilm não foi a única empresa que decidiu romper com a atriz Gina Carano. Após ela ser dispensada da série “The Mandalorian”, a Hasbro cancelou o lançamento de uma “action figure” de sua personagem Cara Dune. A informação foi revelada por um cliente da loja Big Bad Toy Store, que publicou uma captura de tela com a explicação sobre o fim da pré-venda do boneco colecionável. “Fomos informados pela Hasbro que eles cancelaram a produção [da action figure] de Cara Dune (‘O Mandaloriano’), [da coleção] ‘Star Wars: The Black Series 6’, e não irão atender nosso pedido. Infelizmente, isso significa que devemos cancelar nossas pré-vendas deste item. Pedimos desculpas pelo transtorno e agradecemos muito a sua compreensão. ” Uma pesquisa nas lojas da Hasbro revelam que o estoque atual de bonecos de Cara Dune está vazio. Não é possível comprar sua action figura em nenhum lugar. A ex-lutadora de MMA interpretou Cara Dune nas duas primeiras temporadas de “The Mandalorian” na Disney+ (Disney Plus), mas não participará mais dos próximos episódios ou de qualquer outro projeto ligado ao universo de “Star Wars”. Um comunicado avisou simplesmente que a atriz “não está empregada atualmente pela Lucasfilm e não há planos para ela no futuro”. Carano foi demitida de “The Mandalorian” por minimizar o Holocausto, desdenhar do uso de máscaras contra covid-19 e outros posts polêmicos nas redes sociais. A gota d’água foi um post em que ela comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. As redes sociais reagiram, fazendo com que a hashtag #FireGinaCarano (demita Gina Carano) virasse tendência. Após a demissão, ela também perdeu o empresário, dispensada por sua agência de talentos, a UTA. Hasbro says bye bye Carano pic.twitter.com/gCpg05zoJt — KC Walsh – BLM (@TheComixKid) February 12, 2021
WandaVision pode ter virado a série mais vista do mundo
“WandaVision” teria se tornado a série mais vista do mundo na semana passada. A conclusão é de uma pesquisa da empresa Parrot Analytics e foi divulgada com alarde pela revista Forbes. Para chegar a seu resultado, a Parrot Analytics disse ter usado dados de pesquisa dos internautas, streaming, redes sociais e downloads, incluindo pirataria. Segundo a análise da empresa de consultoria de dados, “WandaVision” começou a virar uma das séries mais vistas por ocasião de seu terceiro episódio e assumiu o topo após seu quinto capítulo, em 5 de fevereiro – o episódio que introduziu Pietro, vivido por Evan Peters. O analista de insights da Parrot Analytics, Wade Payson-Denney, diz que o bom desempenho se deve à estratégia de lançar os episódios semanalmente, em contraste com o costume da Netflix de liberar toda a temporada de uma vez. O mesmo recurso teria ajudado “O Mandaloriano” (The Mandalorian) a se tornou mais popular à medida que seus episódios foram liberados. “Quando vemos uma sequência de lançamentos excessivos como na Netflix, vemos a demanda disparar no início por cerca de uma semana”, explicou o executivo, citado pela Forbes. “Eles realmente aparecem bem no início, mas rapidamente desaparecem. É um sucesso rápido para esses programas. Enquanto que com o lançamento semanal vemos a popularidade aumentar gradualmente com o tempo, especialmente para programas como ‘O Mandaloriano’ e ‘WandaVision’. Isso realmente mantém essas séries no conversa por mais tempo”. Mas o anúncio da liderança da série da Disney+ (Disney Plus) tem um detalhe incômodo para quem buscar mais detalhes: a liderança não é respaldada por números. A Parrot Analytic não informa – ou não sabe – quantas pessoas viram a suposta série mais vista do mundo. Esta falta de dados jamais seria aceita em qualquer pesquisa científica, mas o universo do streaming tem criado uma realidade paralela em que empresas divulgam dados sem comprovação nenhuma e comemoram seus feitos imaginários. Desta forma, a liderança mundial de “WandaVision” é tão realista quanto os recordes da Netflix, que festejam audiências de 28 dias de séries lançadas há 5 dias. Primeira série da Marvel Studios criada exclusivamente para a plataforma Disney+, “WandaVision” traz Elizabeth Olsen e Paul Bettany nos papéis principais, respectivamente como Wanda, a Feiticeira Escarlate, e Visão, seus personagens nos filmes dos Vingadores. A atração tem só mais três semanas de exibição, encerrando-se no dia 5 de março.
Estrela de Preacher vai estrelar minissérie sobre Josephine Baker
A notável história de Josephine Baker, uma das artistas femininas mais influentes do século 20, vai virar minissérie. Intitulada “Josephine”, a atração está sendo desenvolvida pelo estúdio ABC Signature, do conglomerado Disney, e contará com Ruth Negga (a Tulip de “Preacher”) como a lendária artista da Era do Jazz e ativista dos direitos civis. Além de estrelar, Negga também vai produzir a minissérie, que tem roteiro de Dee Harris-Lawrence (“All Rise”) e será dirigida por Millicent Shelton (“Black-ish”). Nascida no Missouri em 1906, Baker começou sua carreira aos 15 anos, quando apareceu no palco em vários shows em Nova York. Aos 19 anos, ela se mudou para a França, que se tornaria seu país adotivo, transformando-se numa estrela e numa das artistas mais populares e mais bem pagas da Europa. No início, ela era conhecida como dançarina e estava entre as performers mais célebres do teatro de revista do Folies Bergère em Paris. Ela ganhou a admiração de figuras culturais como Pablo Picasso, Ernest Hemingway e EE Cummings, ganhando apelidos como “Vênus Negra” e “Pérola Negra”. No auge do sucesso, já nos anos 1930, ela decidiu que viraria cantora e também se tornou protagonista de cinema, em filmes como “A Sereia Negra” (1927), “Zuzu” (1934) e “Princesa Tam-Tam” (1935), entre outros. Quando a 2ª Guerra Mundial começou, Baker trabalhou para a Resistência Francesa, e nos anos seguintes passou a lutar contra a segregação e o racismo nos Estados Unidos. Ela se recusou a se apresentar para audiências segregadas ao excursionar pelo país nos anos 1950 e teve um papel ativo no movimento pelos direitos civis, como palestrante na marcha de 1963 em Washington. A artista também foi convidada a ser líder simbólica do movimento após o assassinato de Martin Luther King Jr., mas recusou a oferta por preocupação com os bem-estar de seus filhos. Ela morreu de hemorragia cerebral em 12 de abril de 1975 e foi enterrado com honras militares. Josephine Baker já teve um telefilme biográfico da HBO em 1991, “The Josephine Baker Story”, que entrou para a História da televisão ao rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Lynn Whitfield, a primeira atriz negra a vencer na categoria. E continua relevante para as novas gerações, inspirando desde Beyoncé até a série “Lovecraft Country”, onde apareceu interpretada por Carra Patterson. A minissérie biográfica ainda não tem canal ou plataforma definido.
Ryan Reynolds comemora 5 anos de Deadpool com carta “perdida” divertida
Ryan Reynolds comemorou neste sábado (13/2) o quinto aniversário do lançamento de “Deadpool” nos cinemas com um post divertido, em que compartilha uma carta “perdida” que ele escreveu para um fã dias depois da estreia do filme de 2016. Piadista como o personagem que levou às telas, Reynolds aproveitou a oportunidade para destacar que a carta continua atual “em sua maior parte”. SQN. “Cinco anos depois, ainda estou maravilhado com os fãs de ‘Deadpool’. Hunter me escreveu esta carta depois que ‘Deadpool’ foi lançado e, por algum motivo, minha resposta nunca foi enviada. Continua atual. Em sua maior parte”, disse Reynolds, antes de revelar a carta de Hunter e sua resposta datada de 2016. Hunter agradeceu a Reynolds pelo filme e por dar aos fãs de Deadpool um filme com classificação “R” (para maiores), no qual o personagem poderia se materializar fielmente das páginas dos quadrinhos. A resposta “perdida” de Reynolds agradece a Hunter junto e destaca algumas observações, como sua felicidade por poder fazer o filme a maneira que ele imaginou. “Você pode imaginar se Deadpool estivesse com o [Universo Cinematográfico da Marvel] na Disney? Hahahahaha.” Claro, Deadpool agora é um personagem da Disney, com a aquisição da 20th Century Fox pelo conglomerado. Entre outras piadas, Reynolds observa que sua esposa, a atriz Blake Lively, está grávida de seu segundo “e último!” filho (eles agora têm três filhas), que ele é um investidor animado no Festival Fyre (um desastre total) e ele mal pode esperar o lançamento de “Deadpool 3” em 2020 (o ano já passou e o filme segue sem previsão de estreia), para encontrar os fãs e dar muitos “apertos de mão e abraços” (o que foi barrado pela pandemia). Recentemente, a Disney confirmou que vai fazer “Deadpool 3” com Reynolds e preservar a classificação etária elevada dos primeiros filmes. Mas como o ator está com a agenda lotada e a Marvel tem vários outros filmes em desenvolvimento, o longa ainda vai demorar para chegar aos cinemas. Five years later, I’m still in awe of Deadpool fans. Hunter wrote me this letter after #Deadpool came out and somehow my response never got mailed. Holds up. Mostly. pic.twitter.com/xYh1XChIb3 — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) February 13, 2021
Demitida de O Mandaloriano, Gina Carano fará filme com site de extrema direita
Após ser demitida de “The Mandalorian” (The Mandalorian) por minimizar o Holocausto, desdenhar do uso de máscaras contra covid-19 e outros posts polêmicos nas redes sociais, a atriz Gina Carano disse que está feliz da vida, porque finalmente está “livre” e assim poderá demonstrar o que realmente pensa. A propósito disso, ela anunciou uma parceria com o site de extrema direita americano The Daily Wire, considerado um dos líderes de difusão de fake news nos EUA (segundo o NewsGuard), para realizar um longa-metragem. “O Daily Wire está ajudando a realizar um dos meus sonhos – desenvolver e produzir meu próprio filme”, ela compartilhou em seu Instagram. “Eu rezei e minha prece foi atendida”. Ela explicou que, com o filme, pretende enviar “uma mensagem direta de esperança a todos que vivem com medo do cancelamento pela multidão totalitária. Estou só começando a usar minha voz, que agora está mais livre do que nunca, e espero que inspire outros a fazer o mesmo. Eles não podem nos cancelar se não permitirmos”. O longa será lançado apenas para os assinantes do The Daily Wire, como uma tentativa de alavancar o segmento de entretenimento da empresa. Ainda não há previsão de lançamento ou detalhes da trama. Fundado em 2015, o Daily Wire foi criado pelo comentarista político Ben Shapiro, que defende posições extremamente controvertidas, como considerar homossexualidade doença e pecado, e afirmar que a maioria dos muçulmanos do mundo é terrorista – seus tuítes controvertidos sobre esse assunto teriam radicalizado um terrorista branco e protestante que interagiu 98 vezes com as redes sociais de Shapiro antes de matar seis muçulmanos e ferir outros enquanto rezavam numa mesquita em 2018. Ao celebrar o acordo com Gina Carana, o Daily Wire atacou a Disney e especialmente Pedro Pascal, ex-colega da atriz em “The Mandalorian”, por aparentemente ser um democrata – é também um “imigrante” que tem uma irmã transexual. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por G I N A J🌹Y C A R A N O (@ginajcarano)












